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És a nossa Fé!

Ganhamos 2-0; ao Braga e ao Polvo

Ganhámos e ganhámos bem. Com sofrimento, sim, com sofrimento. Mas como era prevísivel a arbitragem foi má. Muito má. Num jogo, onde três possíveis penalidades não foram marcadas; quando um jogador rasga a camisola de propósito e não tem cartão amarelo (como era o segundo, seria vemelho), quando o VAR devia ter intervido no lance em que o defesa do Braga pisa Tiago Tomás e nada diz, e quando o guarda-redes do Braga tem uma entrada sobre Sporar violentíssima com a sola do pé a atingir a perna do seu adversário podemos dizer que hoje ganhámos ao Braga e ao "Polvo".

O milhão de euros do Conceição, ou um novo record mundial

Com muito mais certeza que o treinador dos portistas, eu atrevo-me a oferecer o milhão de euros, que não tenho, se alguém me apresentar aqui um esclarecimento tão célere do Conselho de Arbitragem a um lance ajuizado pelo VAR, menos de uma hora depois de um jogo terminar.

Já começam a perceber o que é o POLVO?

A saga continua - o POLVO

Para quem tenha dúvidas, hoje ficou mais uma vez provado que o POLVO continua. Os agentes vão mudando de ano para ano, ou seja alguns tentáculos crescem, outros vão saindo de cena, mas a cabeça do POLVO continua com os mesmos chefes, com os tais que controlam, que mandam, que decidem, que empurram esses tentáculos para no momento certo decidirem quem atacam. Hoje, enrolaram um primeiro tentáculo naquele jogador que tem tido um papel preponderante na manobra da equipa... primeiro um amarelo e depois outro amarelo. Tudo bem estudado, bem planeado, ali não  falha nada... vamos deixá-los a jogar com dez, e depois logo se vê. Depois, quando foi preciso decidir, já quase no final estava o outro tentáculo escondido detrás de uma pedra VAR e pimba... outro ataque, desta vez fulminante.

É assim que o POLVO trabalha. Esconde-se, passa despercebido durante parte do tempo, mas quando precisa de alimento, é fatal.

O polvo (novamente se fala dele)

«Este clube é como um polvo de influência. Há um pormenor muito importante sobre o qual quero que o público pense. Ao mesmo tempo que as autoridades portuguesas enviavam um pedido às autoridades húngaras para alargar o meu mandado de detenção europeu, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Hungria recebeu dois bilhetes VIP para jogos do Benfica e teve encontros no estádio do Benfica. Isto é o Benfica.»

(Rui Pinto, citado pelo Expresso)

Qual BES, qual quê!

 

 

 

 

 

Roubado do Mister do Café, onde podem ler tudo bem explicadinho. Como se diz lá, talvez o maior escândalo da Democracia portuguesa. Na área do desporto, não me restam quaisquer dúvidas. É que isto é muito mais que fruta e chocolatinhos, porra! Perto disto, Sócrates e Salgado (alegadamente) são uns meninos.

Pode também visitar o Mestre de Cerimónias, no Artista do Dia, que esmiuça também o assunto.

Sim, sr. primeiro-ministro

Quando houver mais uma morte, esperamos todos que continue a "apreciar o futebol dentro das quatro linhas".

Que o seu secretário de estado do desporto (e da juventude) seja uma nódoa, um tipo ao nível de um Ventura, a gente prontos, até chupa, mas que o primeiro-ministro de Portugal, o senhor que pontifica no camarote do estadista que está indiciado por uma série de crimes, se esteja cagando para o que se passa no futebol português, é grave. Muito grave.

Aconselhava-lhe que arrepiasse caminho. Antes que o futebol, também, pegue fogo. Antes da próxima vítima mortal.

Missing in action?

Tenho dado por falta do senhor vereador André Ventura nas reuniões da Câmara Municipal de Loures, onde é eleito.

Pelo menos nas duas últimas, o que coincide com a criação do gabinete de crise do estadista.

Claro que o motivo dado para a sua substituição terá sido outro, mas será que haverá aqui alguma relação? 

Séries televisivas

Ontem, na RTP1, passou mais um episódio de uma série escrita por Nuno Markl, cuja acção decorre no ano de 1986 (ano que dá nome à série).

Recuar, na memória, às séries televisivas dos finais dos anos ’80 e início dos '90 seria um desenrolar de um novelo muito extenso, porém recordo uma:

 

 

Peço desculpa por não ter falado do Sporting…

i, de idiotas?

É recorrente a chamada à primeira página do "jornal" i de assuntos em que o ataque ao Sporting é notório.

Este arremedo de OCS, que tem nos seus quadros gente da mais alta estirpe lampiónica, como Afonso de Melo, avençado do clube da coca, vem hoje com uma coisa estapafúrdia relacionada com o presidente Bruno de Carvalho, suposto tráfico de influências e o diabo a sete. A gente sabe como funciona a contra-informação: Chama-lhe gatuno a ele, antes que ele to chame a ti e vai ser o cabo dos trabalhos para o acusado se desenvencilhar da acusação.

Parece que tudo terá partido de uma denúncia anónima e que terá ficado em águas de bacalhau. É esta a forma como os avençados do polvo tentam lançar fumo (tinta) sobre coisas reais, a serem investigadas pelas polícias, tais como vouchers (que quiseram fazer crer que era caso arrumado) e e-mails.

Bruno de Carvalho já lhes respondeu, mais uma vez ao seu estilo.

Se querem saber, eu estou-me marimbando para o estilo. Força presidente, que não te doam os dedos nem a voz!

No pasarán!

Seis meses.

Se isto não é uma mensagem de uma organização criminosa, que demonstra que quer pode e manda, será o quê?

Andamos por aqui a malhar no presidente e no treinador e nos jogadores e acabamos por ser coniventes com estas atitudes e decisões que, também por isso, a organização se sente impune para tomar.

Só me resta constatar o óbvio: Fomos, há muito, ultrapassados pela Itália! O nosso polvo tem mais que oito tentáculos, é uma aberração judíco-administrativa que visa a impunidade de uns face ao castigo sistemático de todos os outros.

 

Força equipa!

Força treinador!

Força presidente!

 

Vai ser difícil e complicado, mas um dia eles cairão, com estrondo.

{ Blog fundado em 2012. }

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