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És a nossa Fé!

Cinco de saída

As prementes dificuldades financeiras - ditadas sobretudo pela necessidade do pagamento das dívidas contraídas durante a magnífica gestão da dupla Carvalho & Vieira - levam a Direcção leonina a admitir vender quatro jogadores de primeira linha: Acuña, Bas Dost, Bruno Fernandes e Coates. Enquanto Mathieu, que em Outubro fará 36 anos, tenciona pôr ponto final na carreira de jogador profissional de futebol.

Eis a pergunta que se impõe: quem poderá substituir estes cinco craques?

Copo meio cheio ou meio vazio ?

Com a vitória em Chaves chegámos ao 3º lugar da Liga. Ganhámos já a Taça da Liga. Na Liga Europa fomos eliminados por uma equipa espanhola que ainda lá está, depois de ter eliminado o Zenit. Estamos na luta pela final da Taça.

No futebol de formação competimos pelos primeiros lugares, tal como no futebol feminino.

Nas modalidades de pavilhão mantemos o nível da época passada. Ainda hoje ganhámos a Taça do Futsal ao Benfica.

O empréstimo/resgate obrigacionista foi concluido.

A reestruturação da dívida bancária está prestes a ser concluída.

O processo das rescisões está a ser resolvido nas condições em que pode ser resolvido. Patrício e William já estão, importa terminar Gelson e aguardar os prazos da justiça para os outros três.

O relacionamento com as claques está péssimo, parece que sem amendoins não há macacos.

A reestruturação da Academia e do "back-office" do futebol profissional é um facto.

Depois de tudo o que se passámos, do assalto à Academia que conduziu à destituição e posterior suspensão dum presidente, da eleição do novo presidente por pouca margem nas eleições mais concorridas de sempre, o que já se conseguiu é muito ou pouco? 

O copo está como?

SL

Responda quem souber

Garantem-me que José Peseiro exigiu à administração da SAD leonina, como reforços de Inverno, um defesa central, um lateral esquerdo e um avançado.

Cada vez percebo menos. Se detectou estas lacunas no plantel, por que motivo o treinador terá autorizado os empréstimos de Demiral e Domingos Duarte em simultâneo? E porque deixou sair Gelson Dala, também por empréstimo, para o Rio Ave? E porque terá vetado o regresso de Fábio Coentrão?

Dado o contexto, estas perguntas impõem-se. Responda quem souber.

Uma pergunta de fácil resposta

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Há dois problemas a exigir resolução premente no Sporting: os casos dos jogadores que rescindiram e o empréstimo obrigacionista. A resolução de ambos será crucial para superar os sérios problemas financeiros actuais na SAD leonina.

 

Mas alguns adeptos consideram que a questão fundamental, decorridas sete jornadas do campeonato, é despedir o treinador. À boa maneira do "tribunal de Alvalade", porém, esquecem-se de dizer quem poriam no lugar de José Peseiro e se esses anseios têm hipótese mínima de serem exequíveis.

Lanço, portanto, um repto a tais adeptos: quem gostariam de ver no comando técnico do Sporting?

 

Há outras perguntas, eventualmente mais difíceis, associadas a esta:

- Com que plantel contaria o novo treinador?

- Quanto ganharia a nova equipa técnica?

- Quanto ficaríamos a pagar ao treinador despedido?

- De onde viriam tais recursos financeiros adicionais?

- E se o treinador seguinte perdesse dois jogos seguidos daria o lugar a quem?

 

Mas retiro as perguntas difíceis. Fico-me pela mais fácil: a primeira. Esperando resposta de todos aqueles que já agitam os lenços brancos.

Seis perguntas

1. Melhor argumento a favor da dispensa dos nossos “made in Academia” são Ruben Dias e Gedson (e talvez João Félix). Alguém acredita que qualquer um dos que não ficaram no plantel do Sporting pegasse de estaca em Alvalade?
Já viram quantos jogos fez o Gedson em agosto? E como o Ruben Dias parece que joga ali há seis anos seguidos?

2. Há muito a fazer no nosso clube, mas repensar o valor verdadeiro e comprovado da formação deve ser uma das prioridades.
Por acaso Cédric, Patrício, Ilori, Bruma, Adrien, William, Rafael Leão e – se quisermos – José Fonte, Beto, Geraldes, Matheus Pereira, Palhinha jogam em equipas que disputam títulos?

3. Será Jardim doido? Está no Mónaco há 150 anos e não veio buscar nenhum da Academia. E Marco? E agora JJ?


4. Talvez o amor que temos à formação (e incluo-me nessa legião de adeptos e sócios que se orgulha disso) nos tenha impedido de ver com clareza. Será assim?

5. Por outro lado, será que Renato, Gedson, Alfa, Félix ou Ruben subiriam à primeira equipa se LF Vieira fosse lesto a contratar os seus Petrovics, Misics, Slavchevs e afins?

6. Serão os clubes portugueses mais compatíveis com Vitórias e Peseiros – e Conceiçãos, que foi campeão sem aquisições – ou com Mourinhos, Guardiolas ou JJ, que exigem camiões de reforços?

Eu, candidato - que perguntas fazer a quem quer ser presidente do Sporting?

E se tu fosses candidato à direção do Sporting? Que respostas tinhas? Ou por outras, que perguntas gostarias de vr respondidas pelos candidatos? E que respostas tu darias a essas mesmas perguntas.

Nos próximos dias tentarei alinhavar uma coleção de perguntas que gostaria de ver respondidas antes de decidir em quem votar. Com sorte, pode ser que as consigamos colocar aos próprios. Têm sugestões? Deixem-nas nos comentários. E vão pensando no tema. Fica o desafio

Será um processo em curso durante as próximas semanas. 

Hoje deixo aqui as perguntas do momento que acho que também poderiam ser colocadas aos candidatos e que têm a ver muito concretamente com a situação das rescisões.

O mais certo é o odioso desta gestão ficar com a Comissão de Gestão e Sousa Cintra, evitando os candidatos comprometer-se com respostas que nunca poderiam agradar a todos (tal é a divisão interna) mas são perguntas que me atrevo a considerar pertinentes.

 

Neste caso, deixo aqui uma entrevista hipotética inspirada na discussão a que tenho assistido nos últimos dias. As respostas são as que eu tenho dado ou aquilo que penso do que vou vendo e sabendo. E você, candidato/eleitor, o que diria? 

 

1) Achas que os jogadores que rescindiram têm razões de queixa em relação ao SCP enquanto entidade patronal?

Sim.

 

2) Suficientes para invocarem justa causa e rescindirem?

Provavelmente, mas não sei. Nem sei se podemos tratar os jogadores todos como um bolo. Provavelmente, não. Uns terão razões mais fortes que outros podendo até alguns ter justa causa e outros não. Não sei. Mas ninguém poderá garantir com certeza absoluta que o Sporting ganhará todas as causas. Há o risco real de, em alguns casos, ainda termos que indemnizar jogadores.

 

3) Achas que o SCP deve ser intransigente e não admitir qualquer negociação face aos contratos anteriores?

Não. Acho que face ao risco de perder mas também face ao que será o ganho potencial máximo caso se ganhe (que nunca serão as cláusulas de rescisão), face à demora no desfecho e face à importância de fazer um encaixe decisivo para estabilizar as finanças e conseguir reinvestir, a intransigência deve ser a exceção para algum caso e não a regra. Exacerbar o sentimento de orgulho ferido só irá piorar a situação para o clube.

 

4) Porque é que falas da importância do encaixe financeiro? Estás a referir-te aos €40 milhões de dívida de que falava o CM?

Não. Estou apenas a considerar que era aceite por todos que o Sporting teria de vender jogadores para financiar a próxima época. Rui Patrício e William eram os de venda mais provável e o encaixe esperado seria sempre de várias dezenas de milhões de euros. Esse dinheiro continua a ser preciso e tem de vir de algum lado. Quanto ao que vem no CM não faço ideia. 

 

5) O que esperas dessas negociações?

Acho irrealista imaginar que vamos recuperar o valor comercial real dos jogadores. Iremos sempre gerar um encaixe a desconto. O tamanho do desconto dependerá da capacidade de negociação, do número de clubes interessados e até da robustez do caso contra o Sporting que cada jogador possa ou não ter.

 

6) Não achas que isso será um mau exemplo para o futuro? A partir de agora é tudo a rescindir, não?

Não espero que o SCP volte a ter cenas de pancadaria aos jogadores em Alcochete, nem espero voltar a ter um presidente que os destrate em público e privado de forma sucessiva e nominativa. Por isso, não, isto não poderá servir de exemplo pois a situação não se pode repetir. A situação só é crítica porque há, pelo menos, um mínimo de credibilidade nas razões para a rescisão.

 

7) Não achas que negociar é indigno para o Sporting?

Indigno é os prováveis co-autores e amigos dos que andaram por Alcochete a dar molho se passeiem pelas nossas bancadas glorificando o "feito" e pedindo "justiça" para os 23 (27). A defesa do melhor interesse do clube passa por garantir que não fica completamente na mão de futuros investidores e salvadores da pátria, algo que temo possa acontecer se não recuperarmos uma parte substancial do valor dos jogadores que rescindiram, rapidamente.

Breves notas pós-jogo em Braga

1. Aponto sempre William Carvalho - a par de Rui Patrício - como o jogador mais imprescindível do Sporting. Sábado à noite entrámos em campo semi-derrotados por não contarmos com ele.

 

2. Não foi dos piores jogos de Bryan Ruiz. Mas vê-lo integrar o onze titular, ainda por cima vindo de uma viagem à Costa Rica, é termos a certeza antecipada de um flagrante défice de intensidade. Voltou a acontecer. Mais do mesmo.

 

3. Faz algum sentido trazer Wendel do Fluminense, apresentá-lo como grande reforço de Inverno do Sporting e metê-lo três meses no congelador? O rapaz até agora jogou sete ou oito minutos, tendo sido lançado aos 91' em Braga.

 

4. Não adianta apontar o dedo a terceiros, como tantas vezes se tem feito: só podemos queixar-nos de nós próprios. Basta ver que nos últimos sete jogos fora para a Liga o Sporting só conseguiu somar oito pontos.

 

5. Há dois anos, Bruno de Carvalho decidiu despedir Abel Ferreira, treinador do Sporting B. Foi um disparate. Agora tem o treinador que despediu apenas a um ponto de distância do técnico milionário que entretanto contratou.

 

6. Chamar a António Salvador, escassos dias antes do Braga-Sporting, "presidente do Benfica B", tem riscos destes: quem levou Bruno de Carvalho à letra concluirá agora que o Sporting perdeu... com o Benfica B.

 

7. O presidente do Sporting, ao trocar Esgaio por Battaglia (e ainda remetendo Jefferson como brinde acessório), fez um péssimo negócio com Salvador. Foi comido de cebolada, como dizia o outro.

 

8. Dispensámos Francisco Geraldes para o Rio Ave e trouxemos de lá Rúben Ribeiro. Tudo errado nesta história, como já me cansei de escrever aqui.

 

9. A melhor prestação de Jorge Jesus no Sporting ocorreu com o orçamento do futebol mais limitado, em 2015/2016. E com uma equipa que, no essencial, não tinha sido escolhida por ele.

 

10. Dezasseis anos após a conquista do último campeonato nacional de futebol, eis-nos a lutar pelo terceiro lugar com o Braga. Valeu a pena este investimento milionário numa equipa técnica que prometeu tanto e rendeu tão pouco?

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