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És a nossa Fé!

Godinhices

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O título deste post podia ser mais uma vez "Os filhos da puta", mas eles são tantos que desta vez vale a pena individualizar. O filho da puta de hoje foi um rapaz de nome Godinho e apelido Gatuno.

Mas não foi apenas ele, outros em Oeiras fizeram parte da pandilha que mais uma vez descaradamente nos roubou, uma pandilha que se intitula de VAR (Vamos Ali Roubar).

Esta jogada, a ser analisada correctamente, daria a possibilidade de o Sporting marcar, a expulsão do jogador que cometeu o penalti e a do treinador Sérgio Conceição, pelo "vai pó caralho, pá!" com o que isso poderia significar com toda uma segunda parte para jogar.

Ao contrário, o animal não só reverteu a decisão, como fingiu não ouvir a boca de Conceição. Mas ouviu um "vergonha" vindo do banco do Sporting, que atribuiu a Ruben Amorin, expulsando-o.

E eis como um filho da puta consegue em dois minutos esfrangalhar uma equipa e moralizar a outra.

Assim, vai ser muito difícil. Assim e receber um campeão europeu e não o meter de início na equipa, mas esses são outros quinhentos.

Dois penáltis roubados ao Sporting

A imprensa desportiva de hoje é unânime: o árbitro Tiago Martins cometeu ontem um atentado à verdade desportiva ao não assinalar duas grandes penalidades claríssimas favoráveis ao Sporting - uma a abrir, outra a fechar o jogo que disputámos em Moreira de Cónegos.

Até árbitros que estão muito longe de ter qualquer simpatia pelo Sporting reconhecem isto. E assinam por baixo.

 

Passo a citá-los:

 

Minuto 3: João Aurélio derruba Jovane dentro da área.

 

Duarte Gomes (A Bola): «João Aurélio, no interior da sua grande área, chegou tarde à bola dividida e acabou por atingir Jovane, derrubando-o. Pontapé de penálti por assinalar

Fortunato Azevedo (O Jogo): «João Aurélio aborda tarde o lance, não jogou a bola e, de forma negligente, atinge Jovane. Falta merecedora de penálti.»

Jorge Coroado (O Jogo): «Há falta, obviamente. João Aurélio chegou tarde, não jogou a bola e atingiu um pé de Jovane. Penálti que ficou por assinalar

Jorge Faustino (Record): «Jovane foi mais rápido do que João Aurélio a chegar à bola desviando-o do seu adversário, que não conseguiu travar o movimento que a sua perna levava, pontapeando a canela de Jovane. Penálti por sancionar

José Leirós (O Jogo): «João Aurélio não joga a bola e atinge uma perna de Jovane, que estava em cima da linha, logo dentro da área. Penálti por assinalar

Marco Ferreira (Record): «Jovane cai na área depois de ser rasteirado por João Aurélio - o avançado consegue fazer o passe antes de ser atingido pelo defesa dentro da grande área. Penálti por assinalar

 

Minuto 90+5: Coates é agarrado e imobilizado por Djavan em zona proibida.

 

Duarte Gomes (A Bola): «Djavan e Coates tocam-se, mas, na sequência, o central do Moreirense puxa a camisola do sportinguista em lance que o VAR sinalizou. Penálti por assinalar

Fortunato Azevedo (O Jogo): «Coates é agarrado de forma persistente pela camisola, acabando por ser derrubado e impedido de jogar a bola. Falta merecedora de penálti

Jorge Coroado (O Jogo): «Coates foi claramente agarrado, impedido de se deslocar e derrubado. No campo, admite-se que o árbitro não tivesse visto, mas com o recurso às imagens trata-se de dupla incompetência não assinalar penálti

José Leirós (O Jogo): «Há empurrão mútuo para melhor se posicionarem, mas, no momento crucial, Djavan agarrou e puxou a camisola de Coates de forma evidente. Penálti por assinalar

Marco Ferreira (Record): «Coates cai na área, após ser agarrado pela camisola, o que o impede de disputar a bola. Pontapé de penálti por assinalar, após o VAR alertar para a situação.»

Os filhos da puta, parte enésima

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Eu podia começar este post por reclamar sobre o desespero de colocar o Coates a jogar a ponta de lança (avançado centro, para o nosso querido presidente), tal como fazia Silas nos seus gloriosos dias como treinador do Sporting. Ou até sobre a oxigenação do cabelo de Jovane, que lhe deve também ter alterado a cor (e não só) dos neurónios (não há lá ninguém que lhe diga que ainda é cedo para se armar em vedeta?). Ou até relembrar a máxima de que em equipa que ganha não se mexe. Ou mesmo que não se compreende que a jogar contra dez quase meia-parte do jogo, apenas se tivessem feito dois remates enquadrados com a baliza e nenhum deles com verdadeiro perigo, o redes deles nunca deve ter tido uma noite tão descansada. Vá, basicamente, eu poderia começar por dizer que o nosso jogo foi vulgar, que alguns jogadores (curiosamente os mais "velhos") estão claramente a mais e é empandeirá-los enquanto é tempo e que outros naturalmente estão "crus" ainda e que cometem erros às vezes infantis e até podia começar por escrever que a nossa prestação foi uma valente porcaria.

Mas não. Começo e termino por dizer que mais uma vez fomos roubados. O resto são amendoins. Melhor, o resto continua a ser a acção de certos filhos da puta, que impunemente nos continuam a roubar.

Excesso de rigor

O escritor, cronista do jornal Destak e analista de futebol na Correio da Manhã TV, João Malheiro, gritava ontem na pantalha televisiva: Foi excesso de rigor!

O rigor vale por si só ou existe ou não.

na repetição do "penalty" não existiu excesso de rigor, cumpriu-se a lei.

Estamos tão habituados à bandalheira, aqui, por exemplo e aqui, também, que quando alguém cumpre, desconfiamos, é rigoroso, dizemos, é excessivamente rigoroso, acrescentamos, quando devíamos dizer: cumpriu.

Assim vai o nojento tuga soccer...

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O futebol português está cada vez mais corrompido por um sistema que só pode provocar asco a quem tiver dignidade e defender a verdade desportiva. O despudor atingiu um nível tal, que nem com VAR lá vamos. Em Alvalade, diante do Rio Ave, foram assinaladas sem qualquer problema 3 grandes penalidades contra o Sporting. Ontem em Guimarães, árbitro e VAR não vislumbraram falta. Uma vez mais o bafiento e reles tuga soccer, mostrou que não é bem um desporto, mas uma farsa, sempre beneficiando os mesmos. Ou alguém acredita que este mesmo lance, na outra grande área, teria igual decisão? 

Quanto aos senhores instalados nos gabinetes do poder do futebol, não há muito a esperar. Ontem provavelmente terão ido à casa de banho no momento exacto em que foram lançadas três tochas para o relvado, interrompendo o jogo, pelo que não se devem esperar castigos. Afinal tudo está bem, quando acaba bem, desde que o clube do regime vá ganhando, os bobos vão desempenhando o seu papel, para gáudio da multidão...

Penálti de contrafacção

«Todo o trabalho detalhista que o argentino Mauricio Pochettino possa ter efectuado na planificação do jogo ruiu quase antes de a final [da Liga dos Campeões] começar, quando Salah abriu o marcador aos 107 segundos, após um lance em que o esloveno Damir Skomina (que é compadre do presidente da UEFA) confirmou a tendência de os árbitros castigarem cada vez mais a imprudência do que a intenção, algo que me custa a habituar. Depois das demonstrações de sobrevivência frente ao City e ao Ajax, o Tottenham demorou uma eternidade a recuperar do abalo provocado pelo penálti de contrafacção.»

 

Bruno Prata, hoje, no Record

(confirmando, no essencial, o que escrevi aqui logo após a final)

Manobras de diversão

O crucial não é discutir se houve ou não penálti a favor do Rio Ave. O crucial seria discutir o evidente fora-de-jogo de João Félix no segundo golo do Benfica.

 

O vídeo-árbitro funcionou como manobra de diversão. Ora vejamos a sequência: há uma jogada polémica na grande área do Benfica, o árbitro deixa seguir e, logo depois, o Benfica marca um golo em fora-de-jogo. Aí, o árbitro manda interromper o jogo para que se possa consultar o vídeo-árbitro. Pensei que ele queria examinar o lance do golo. Mas não! Ele quis clarificar a jogada anterior!

 

Na verdade, a jogada é dúbia. Mesmo com a repetição das imagens, é difícil de dizer se realmente o penálti se justificaria, por isso, não se pode verdadeiramente censurar o árbitro por não o ter assinalado. Mas não era isso que importava a Hugo Miguel. Importou, sim, desviar as atenções de um golo marcado de forma irregular.

 

A discussão à volta da existência, ou não, da grande penalidade é outra manobra de diversão, alimentada pelos media, a desviar do essencial.

Dualidades...

Não houve um jogo, esta temporada, em Alvalade, em que foi marcada uma grande penalidade contra o Sporting num lance parecido com aquele que aconteceu com o jogador do F C Porto, Herrera?

Qual foi esse jogo?

Tenho ideia que foi com o Nacional...

 

Não questiono se é penalty ou não, acho que não, mas se foi marcado ao Sporting porque não foi este?

Este título é um bocadinho estranho, não?

"Sérgio Conceição, Sporting e penáltis. Uma equação que não combina"

Bem, isso até pode ser verdade do ponto de vista de um adepto do FC Porto. É capaz de ser esse o ponto de vista do jornalista: desconheço. Mas não é, de forma nenhuma, o ponto de vista de um sportinguista, para quem a história demonstra que Sérgio Conceição, Sporting e penáltis combina muito bem. A que propósito é que, neste título, o Diário de Notícias adotou um ponto de vista preferencial?

A estranha anatomia dos jogadores de futebol

Começo por dizer que não vi futebol este fim-de-semana, senão uns poucos minutos ao longe do Sporting vs Setubal, os golos do Boavista vs Benfica, e a repetição do penalti a favor do Porto no jogo com os Belenenses, que foi no mínimo polémico. A minha análise a este lance, tem que ser precedida por uma declaração de interesse: se fosse um jogador do Setúbal a protagonizar aquele lance, para mim seria penalti claro, ponto final parágrafo. Assim, não posso ter uma segunda opinião em relação a este lance e tenho que considerar que o VAR esteve bem. 

O que está mal e tem que ser rapidamente alterado é a regra da "mão". Não se pretende contrariar Paulo Bento ("andebol, mão; futebol, pé), mas há que de uma vez por todas definir critérios (a estória da intenção ou intensidade também não pega). Na jogada de ontem, por exemplo, o jogador de Belém estava em impulsão, de costas para a bola e efectivamente cortou a bola com o braço. Já o afirmei, à luz das actuais regras, parece-me penalti. Eu sou do tempo em que um não era apenas um não, mas também de que uma "mão" era apenas "A" mão, era apenas penalizada a acção intencional de cortar a bola com a mão. a "MÃO", não o pedaço de osso, músculo e tendões e veias e artérias e o diabo a sete que a prendem ao ombro. Ao penalizar o corte com o braço, principalmente quando o jogador está em impulsão (experimentem lá saltar com os braços encostados ao corpo para ver o que vos acontece), o International Board prejudicou o espectáculo e prestou o futebol a interpretações casuísticas e nalguns casos a la carte, com cada árbitro a interpretar a coisa conforme o seu sentimento em relação à regra.

Se a FIFA vai alterando as regras em função da obtenção do golo, o sal do jogo, deve ser apoiada; Mas terá que haver algum cuidado nessa alteração, porque corre-se o risco de no futuro, assim como que arremedando a teoria evolucionista de Darwin, os filhos dos jogadores de futebol, que hoje já têm mão até ao ombro tornando-lhes o uso do braço desnecessário, corre-se o risco, dizia, de os filhos dos jogadores irem progressivamente aparentando-se com pinguins e eu acho que o futebol não teria tanta piada. Lembram-se dum jogo de tabuleiro, chamado salvo erro Subbuteo? Seria um pouco pior, basta imaginar.

Dois momentos!

Desde já assumo que não gosto que os jogos se decidam por grandes penalidades.

Mas estas são as regras por todos conhecidas e aceites.

Todavia quando estou em casa geralmente não vejo na televisão estas decisões. Deixa-me fora de mim. Relembro a título de exemplo a final da Taça com o Braga... Como diz o Edmundo "ca nervos".

Este é, assim. o primeiro momento...

A última noite foi diferente. Vi o jogo no Estádio com uma fleuma quase britânica, certo do que estaria para acontecer. Ao meu redor barafustava-se, ralhava-se, aplaudia-se, chorava-se. Eu, anormalmente calmo, esperava pelo golo. Que veio e que não vi, tal a confusão na grande área e a distância do meu lugar.

Este é, portanto, o segundo momento.

Como os dois momentos que seguem infra!

(imagens gravadas do meu lugar)

Faz toda a diferença

Tenho ouvido hoje equiparar o nosso Rui Patrício ao Casillas. Até em conversas de adeptos do Sporting.

"Ah e tal... defendeu dois penáltis. Mas o espanhol do Porto fez o mesmo."

 

Desculpem lá, mas não estão a ver bem o filme.

 

O Rui defendeu mesmo os penáltis marcados pelo Herrera e pelo Aboubakar.

Já o Casillas limitou-se a receber dois passes - do Coates e do William.

 

Não tem nada a ver. Faz toda a diferença.

Opinião unânime: foi penálti

«Bressan rasteirou Gelson Martins na área. A queda do extremo foi dramatizada, mas isso não anula a causa. Rui Costa falhou na análise, mesmo depois da acção do VAR.»

Duarte Gomes, A Bola

 

«Erro grave de Rui Costa. Gelson é claramente derrubado na área e a decisão teria de ser punir com penálti e não advertir o jogador. Decisão incompreensível, sobretudo com o VAR.»

Fortunato Azevedo, O Jogo

 

«Nem o vídeo-árbitro o convenceu [Rui Costa] que Gelson sofreu falta. Com Alvalade a pressioná-lo, consultou o VAR mas manteve a decisão: simulação. Mal.»

Hugo do Carmo, A Bola

 

«Rui Costa nem à terceira, e com duas ajudas do vídeo-árbitro, se apercebeu do penálti de Bressan sobre Gelson Martins - que, naturalmente, não assinalou, mostrando amarelo ao avançado dos leões. Uma dupla injustiça.»

João Lopes, Record

 

«Foi penálti evidente. Bressan, com a perna direita, derrubou Gelson Martins. Mesmo com recurso ao VAR por duas vezes, não foi capaz de ajuizar correctamente.»

Jorge Coroado, O Jogo

 

«Bressan derrubou Gelson Martins, tocando com o seu joelho direito na perna esquerda do jogador do Sporting. Deveria ter sido assinalado penálti. O VAR tentou "ajudar" Rui Costa, mas este manteve a sua decisão.»

Jorge Faustino, Record

 

«Gelson foi punido com amarelo por simulação, mas foi atingido no joelho. Mal ajuizado.»

José Leirós, O Jogo

 

«Má decisão do árbitro, num lance em que teve a boa intervenção do VAR, mas optou por manter a sua decisão em advertir Gelson por simulação. Existe mesmo um toque de Bressan com a coxa. Apesar do exagero da queda, o penálti existe.»

Marco Ferreira, Record

 

«Muito activo na direita, [Gelson] viu injustamente o cartão amarelo por pretensa simulação na área - o extremo levou mesmo um toque de Bressan.»

Miguel Correia, A Bola

Unânimes: primeiro penálti roubado

1

Todos os especialistas em arbitragem, sem excepção, sublinham hoje na imprensa desportiva que o árbitro Bruno Paixão deixou ontem por marcar um claríssimo penálti favorável ao Sporting por derrube de Coates dentro da área sadina quando iam decorridos 33 minutos.

À segunda jornada, foi o primeiro neste campeonato. Todos sabemos desde já que estará muito longe de ser o último.

Passo-lhes a palavra, com a devia vénia:

 

Duarte Gomes, A Bola: «Lance difícil na área sadina. Venâncio parece carregar Coates, primeiro com as duas mãos e depois com o braço, impedindo o central de jogar a bola. Lance para grande penalidade

Fortunato Azevedo, O Jogo: «Grande penalidade indiscutível. Coates é empurrado pelas costas e foi, por isso, impedido de jogar a bola. Erro do árbitro ao não assinalar penálti

Jorge Coroado, O Jogo: «Quando procurava jogar a bola, provinda da direita, Coates foi empurrado nas costas com as mãos por Frederico Venâncio. Penálti por assinalar

Jorge Faustino, Record: «Lançamento lateral para a área do Vitória, onde Venâncio empurra Coates pelas costas, derrubando-o. Ficou um penálti por assinalar. Aceita-se a não intervenção do VAR, por ser um lance de intensidade subjectiva.»

José Leirós, O Jogo: «Coates, entre dois adversários, no primeiro momento, encostou a mão no adversário sem infracção. A seguir, Frederico Venâncio, deliberadamente, empurrou e desequilibrou Coates para impedir que este saltasse e disputasse a bola. Penálti por assinalar

Marco Ferreira, Record: «Infracção por assinalar de Venâncio sobre Coates dentro da área. O jogador do V. Setúbal empurra com ambos os braços as costas de Coates, impedindo-o de disputar a bola. Penálti por assinalar, não havendo ajuda do vídeo-árbitro.»

 

2

Sobre o penálti aos 85' convertido em golo por Bas Dost no minuto seguinte, os mesmos especialistas em arbitragem são igualmente unânimes: houve falta indiscutível, justificando o castigo máximo convertido pelo avançado holandês.

De novo a palavra a quem sabe disto:

Duarte Gomes, A Bola: «Nuno Pinto usa o braço esquerdo para carregar Bas Dost pelas costas, impedindo o avançado do Sporting de jogar a bola. Falta na área, penálti bem assinalado

Fortunato Azevedo, O Jogo: «É um claro empurrão nas costas de Bas Dost que o impede de disputar a bola. Correcta a decisão de Bruno Paixão em assinalar grande penalidade

Jorge Coroado, O Jogo: «Acorrendo a cruzamento ao segundo poste, Bas Dost saltou, Nuno Pinto, nas suas costas, empurrou-o. Grande penalidade clara, devidamente assinalada

Jorge Faustino, Record: «No momento em que Bas Dost salta para tentar cabecear, Nuno Pinto empurra com a anca e braço esquerdo as costas do seu adversário, provocando o seu desequilíbrio. Penálti bem assinalado. Correcta a advertência.»

José Leirós, O Jogo: «Hesitou, olhou para o árbitro assistente e correctamente assinalou penálti. Nuno Pinto, deliberadamente, carregou e empurrou Bas Dost de forma ilegal.»

Marco Ferreira, Record: «Infracção de Nuno Pinto sobre Bas Dost. O jogador do V. Setúbal empurra o adversário pelas costas, impedindo-o de disputar a bola dentro da sua área. Penálti bem assinalado

Penálti perdoado ao Arouca

 

Como aqui assinalei ontem, logo após o jogo, Gelson Martins foi carregado em falta na grande área do Arouca. O árbitro Luís Godinho fez vista grossa à falta, mandando seguir.

A imprensa de hoje vem dar-me razão: houve mesmo penálti.

Fica o registo. Para mais tarde recordar.

 

Carlos Vara (A Bola): «Ainda antes do golo de Mateus, lance suspeito na área do Arouca entre Gelson e Jubal. Terá havido motivo para grande penalidade mas o lance não causou efeito perturbador para o árbitro.»

Jorge Coroado (O Jogo): «Jubal, sem condições para jogar a bola, estando Gelson na sua frente, com a anca carregou o sportinguista, derrubando-o. Penálti que ficou por assinalar.»

José Leirós (O Jogo): «Gelson isola-se, contola a bola e quando vai passar ao momento seguinte, o defesa desinteressa-se pela bola e, deliberamente com o braço direito, empurra, derrubando-o. Penálti por assinalar.»

Mário Figueiredo (Correio da Manhã): «Luís Godinho deixou passar em claro uma falta de Jubal sobre Gelson Martins (6') para grande penalidade.»

Rubrica "casos do jogo" (sem autor identificado, A Bola): «Gelson Martins lançado em profundidade, aos 6', entra na área e chega primeiro à bola que Jubal. O arouquense acaba por subtilmente carregar o leão, com a coxa e o braço, ficando por marcar penálti.»

Os herdeiros do Porto

Assistimos ontem no pré fabricado à confirmação, se tal fosse necessário, do estado de podridão do futebol português. Hoje pela noite e durante o resto da semana, vamos assistir ao tradicional branqueamento de tudo o que se passou naquela hora e meia. Há em Portugal uma equipa que não necessita sequer de se preocupar com algum dia que não lhe corra bem. Temos uma equipa que, ao contrário das outras, apenas tem que colocar onze jogadores em campo e tranquilamente aguardar pela vitória. Não tem que se preocupar com tácticas, com treinos nem com o adversário. Há sempre uma mão que a embala e guia à vitória. A situação absurda já é tão aceite que já temos pseudo jornalistas que sem vergonha qualquer, questionam o nosso treinador se o mesmo acha que a não marcação de dois evidentes penaltis que ficaram por assinalar, tiveram influência no resultado. O controlo que existe por parte de um clube abrange todas as áreas que possam por em causa a sua supremacia sobre os demais. Depois da limpeza dentro das quatro linhas trata-se de arredar durante a semana seguinte qualquer hipótese de discussão séria sobre o assunto. Todos os comentadores afectos ao nosso rival utilizam a mesma táctica que tem resultado; usam a sua estupidez e falta de bom senso como argumento. Como afirmou ontem o seu treinador a única coisa que de ontem interessa reter é a vitória, tudo o resto para nada interessa. Está dito e será a cartilha seguida pelos nomeados para representar o clube nos intermináveis programas dedicados à bola. Virá mais tarde arrepender-se o árbitro dos erros casuais e não premeditados. A tradição manda aguardar uns tempos, o suficiente para que não seja necessário ter qualquer vergonha na cara. Nesta semana iremos ter editoriais dos pasquins habituais sobre o subaproveitamento do Sporting nas oportunidades criadas. Irão esquecer a maleita do anti-jogo que tanto os preocupou na semana passada. É passado e é assunto que agora não interessa abordar. O porto encontrou definitivamente um sucessor na forma de ganhar campeonatos. Aqueles que tanto se insurgiam do outro lado da 2ª circular irão desta vez calar-se. Ganhar por qualquer meio é agora o que defendem.

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