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És a nossa Fé!

Paulo Bento

O anúncio da despedida de Paulo Bento do Cruzeiro não apanhou ninguém de surpresa. Os sucessivos maus resultados apontavam a esse desfecho. Definitivamente, Brasil e Paulo Bento não combinam.

Apesar de já não fazer parte da vida activa do Sporting, não deixo de manter estima e apreço por Paulo Bento. Como jogador e técnico foi sempre de enorme dedicação e lealdade ao clube. Por isso, é com pena que vejo este falhanço na sua carreira.

Depois da saída sem glória da Selecção, pedia-se a Paulo Bento o tantas vezes necessário passo atrás para depois poder dar dois à frente. Sempre tive dúvidas sobre se o Cruzeiro seria a melhor aposta. Confirma-se, agora, que não foi.

Paulo Bento está num momento crítico da sua carreira. A próxima aposta terá que resultar, isto se ainda mantém aspirações de regressar à elite onde esteve durante os anos em que treinou o Sporting. Doutro modo, será mais um daqueles treinadores que vão parar à Grécia, Turquia, China e Arábias, sem nunca mais voltarem a atingir brilhantimo no futebol português.

 

P.S.: O Sporting troca de directores de comunicação como quem muda de camisa e os tiros nos pés mantêm-se. Não teria sido muito mais inteligente, no sábado passado, não apresentar os 3 campeões europeus, precisamente para não dar azo a quaisquer polémicas (como acabou por suceder)? Ou apresentavam-se todos ou então nada. Ainda por cima os jogadores estão de férias, para quê interromperem o descanso?

Será o mesmo jogador? (Parte 2)

É impressão minha ou o Ricardo Quaresma agora proclamado "herói do Dragão" por ter marcado dois golos ao Bayern de Munique é o mesmo jogador que o ex-seleccionador Paulo Bento excluiu da convocatória do Mundial do Brasil, contrariando as mais naturais expectativas de quem se habituou a admirar este jogador desde os tempos da formação em Alcochete e em boa hora regressou à selecção pela mão de Fernando Santos?

Obrigado Paulo Bento - II

Mais uma vez um comentário que se tornou demasiado extenso a este post do Pedro Correia e que foi promovido:

É claro que Paulo Bento não fez tudo mal, antes pelo contrário. Mas como em tudo na vida, há que saber ler os sinais e o homem não o soube fazer (ou não quis, ou não o deixaram).

Depois da vergonhosa prestação no mundial deste ano, tivesse Paulo Bento feito uma introspecção, superficial que fosse, e chegaria à fácil conclusão de que o seu tempo passara; é que esse combóio passa sempre a horas e Paulo Bento ter-se-á perdido algures no caminho.

Até se pode argumentar que Italia, Inglaterra e Espanha também não passaram da primeira fase. Mas, exceptuando talvez a Espanha, tenho pra mim que as outras duas, apesar dos resultados, praticaram um excelente futebol e dariam aos nossos, naquela altura, o mesmo "tratamento" que a Alemanha! e ao contrário de Paulo Bento, Del Bosque soube aprender com a adversidade. Pois...

O sistema de jogo e algumas convocatórias/não convocatórias sem nexo contribuiram também para a desorientação que o impediu de chegar à estação a tempo. O seu temperamento (e ainda há por aí quem diga que Manuel José é irascível...) também não terá contribuído; vide casos Adrien, Dani, Ricardo Carvalho ou mesmo Quaresma, e a "malapata" contra o Sporting e por aí fora, numa clara demonstração de intolerância sobreposta aos interesses da selecção.

Paulo Bento tem efectivamente um score manifestamente positivo à frente da selecção! Levou-a aos lugares cimeiros do ranking da FIFA, mas caramba, com o melhor do mundo nas suas fileiras não fez, digo eu, mais que a sua obrigação! Mas... e o apuramento para as fases finais? convém não esquecer as orações que todos nós, até os agnósticos como eu, fizeram aos seus santinhos (eu fiz a todos, não fosse algum deles falhar).

E convém não esquecer que a selecção foi ao Brasil "apenas" porque Cristiano Ronaldo, mesmo lesionado, não quis prescindir de estar presente e arrancou dois jogos para não mais esquecer, um deles talvez o seu melhor jogo de sempre, na Suécia!

 

 

Temos que lhe estar reconhecidos? admito que sim, mas repito, com o melhor do mundo na equipa, com alguns "craques" do Porto e do Benfica e estrelas dos melhores clubes da Europa, Paulo Bento esteve para a selecção um pouco como Mário Wilson esteve para o Benfica, ou Jesualdo e Vitor Pereira para o Porto ou qualquer dos que treinou os Cinco Violinos para o Sporting: estava condenado ao sucesso. E o que é facto é que, apesar dos números positivos, fica um sabor a pouco na sua passagem pela selecção! E não será pelos resultados, que esses, como disse, até são relevantes; será sim, pelas más exibições, pelo mau futebol praticado, pela falta de visão táctica, pela casmurrice em nunca admitir que se enganou, pelas injustiças nas convocatórias, por ter deixado, por vezes, os melhores de fora em favor de um suposto espírito de grupo que em bom rigor, nunca existiu!

 

Não vem ao caso, mas apenas duas linhas para o Paulo Bento treinador do Sporting: com a mesma casmurrice, conseguiu quatro apuramentos para a liga dos campeões e só não foi campeão pelos motivos que todos conhecemos; mas convenhamos (apesar de que o que fica para a história sejam os resultados), comparadas com as equipas do seu antecessor, José Peseiro, as suas não jogavam nadinha...

 

Em resumo, e a ser verdade que a iniciativa de sair partiu dele próprio (e que até prescindiu de grande parte da verba a que teria direito), obrigado Paulo Bento, vais, pelo menos, um jogo atrasado!

Obrigado, Paulo Bento

Como é costume em Portugal, mal uma figura pública cai em desgraça logo se apressam os "corajosos" de turno, que nada disseram antes, a apedrejá-lo com fúria desmedida.

Apetece-me, portanto, remar em direcção contrária. Apesar de ter criticado no momento oportuno as opções do técnico no decepcionante Mundial do Brasil e de considerar que após a derrota contra a Albânia em casa ele deixara de reunir condições para se manter como seleccionador, este é o momento de expressar aqui uma palavra de apreço a Paulo Bento.

Os motivos são fáceis de enumerar.

 

O balanço da sua actuação, em quase quatro anos, é muito positivo: 47 jogos, 26 vitórias, 12 empates e apenas nove derrotas. É o terceiro seleccionador português com mais jogos disputados, o segundo com mais vitórias (62% de triunfos) e o terceiro com mais golos. Com ele ao leme da equipa nacional, Portugal ascendeu ao quarto lugar no ranking das selecções a nível mundial.

Iniciou funções já com a campanha de apuramento para o Campeonato da Europa em curso, quando tínhamos uma derrota contra a Noruega e um empate em casa (4-4) contra o modestíssimo Chipre. Apesar desses cinco pontos perdidos, conseguimos a qualificação e no Euro-2012 atingimos as meias-finais, tendo sido derrotados na marcação de penáltis - após prolongamento - frente à Espanha, que era campeã mundial em título e se sagraria campeã da Europa.

Uma das maiores proezas de sempre do futebol português a nível de selecções.

Depois conseguimos a qualificação para o Campeonato do Mundo de 2014. Só no Brasil a estrela de Paulo Bento começou a empalidecer, com a turma das quinas a tropeçar na fase de grupos. Tal como sucedeu com outras selecções muito prestigiadas - Itália, Inglaterra e Espanha, por exemplo.

 

Mas repito: não devemos pecar por ingratidão. Por mim, lembrarei os motivos de júbilo que a selecção treinada por Paulo Bento nos proporcionou. É isso que mais importa.

Era inevitável

Como alguns de nós tínhamos antecipado - incluindo eu, há quatro dias - Paulo Bento deixou de ter condições para permanecer no comando técnico da selecção nacional de futebol, humilhada em casa frente à Albânia.

Era inevitável. A Federação Portuguesa de Futebol acaba de anunciar, em comunicado, o fim do contrato com o treinador que levou Portugal às meias-finais do Campeonato da Europa de 2012 mas tropeçou na fase de grupos do Mundial do Brasil, este Verão.

Vira-se uma página. Quem será o próximo seleccionador? Por cá, antecipámos seis nomes: Fernando Santos, Jesualdo Ferreira, José Peseiro, Manuel José, Paulo Sousa e Vítor Pereira.

Paulo Bento: eterno seleccionador?

A saída de Paulo Bento do comando da selecção, por muitos solicitada, incluindo eu próprio, jamais se consumará.

 

Esta minha conclusão deve-se a uma questão que eu coloquei a mim mesmo: saindo Paulo Bento quem estará em condições de o substituir?

 

Ora candidatos não faltarão, como é óbvio. Porém será mais do mesmo, pois o problema na selecção não está (apenas???) no actual seleccionador mas em toda a Federação, Liga, Associações Distritais e outros…

 

Andam claramente todos a comer da mesma gamela, isso é certo!

 

A ida da selecção portuguesa ao Mundial rendeu uns cobres por via da FIFA, mais os contratos de publicidade e de apoio em material desportivo e não só, fez com que todos os que estão ligados ao dirigismo associativo queiram aceder a estas chorudas verbas.

 

Deste modo qualquer treinador que possa eventualmente via a substituir Paulo Bento irá forçosamente sofrer dos mesmos (actuais) dissabores desportivos, porque terá se ser conivente com quem lhe paga. A costumada trapalhada à portuguesa. 

 

… Até que um dia alguém dê um valente murro na mesa e coloque esta pandilha sem nível nem categoria, refém até à medula de empresários e quejandos, no seu devido lugar, que é, naturalmente, o olho da rua.

Já não dá mais, Paulo Bento

É com pena que o digo, mas após o jogo de ontem Paulo Bento definitivamente não pode continuar à frente da seleção portuguesa. Não se espere que só com o afastamento do selecionador tudo passe a correr às mil maravilhas, mas claramente Bento não tem condições. O resultado de ontem é bem pior do que perder 4-0 com a Alemanha: é o pior que eu me lembro da seleção portuguesa.

Carta aberta a Paulo Bento

Caro (ainda) seleccionador,

 

Após o jogo de hoje percebi qual o problema da nossa equipa e para o qual o meu caro Paulo não tem obviamente solução. Esse problema chama-se: equipa adversária. Isso mesmo que leu… a selecção contrária.

 

Não fossem os jogadores das outras equipas jamais os jogadores portugueses teriam problemas. Parece que os adversários quando jogam contra Portugal fazem-no para nos aborrecer. E nos ganhar! Uma chatice…

 

Num passado não muito distante foram Chipre e Israel. Hoje foi a Albânia. É realmente demais!

 

Repito o que disse atrás ao referir que o caríssimo Paulo tem um problema em mãos sem solução à vista…

 

Há uma remota hipótese, que passaria por a FPF apresentar à UEFA ou à FIFA um novo modelo de futebol jogado pela equipa do meu caro seleccionador e que se resumiria apenas na entrada em campo de duas equipas: a (mal) treinada por si e a equipa de arbitragem.

 

Desta forma os jogadores lusos entretinham-se a atirar umas bolas de uns para os outros e de vez em quando lançavam uma para a baliza, supostamente adversária, para ver se acertavam e marcavam golo…

 

Talvez não fosse muito emocionante, mas provavelmente seria eficaz!

 

Pense nisso!

 

Um abraço deste treinador de sofá,

 

Zé Adepto

 

Também aqui

Dez notas sobre o jogo de hoje

 

1. Foi o pior jogo da selecção nacional em jogos oficiais neste século. Um jogo lamentável a todos os títulos: não só pelo resultado (derrota em casa contra a Albânia) mas também pela paupérrima exibição.

 

2. Portugal não teve ataque digno desse nome. Rematou muitas vezes, mas sempre mal. A Albânia só rematou uma - e marcou. Fez toda a diferença.

 

3. Depois de um Mundial medíocre, impunha-se a renovação da selecção nacional. Paulo Bento não renovou praticamente nada: apenas uma estreia no onze titular.

 

4. Para este jogo contra a modestíssima Albânia, em que era decisivo apostar no ataque, o seleccionador só convocou um ponta-de-lança: Éder, que em 12 jogos foi incapaz de marcar até hoje um golo pela selecção. Nem no banco havia outro.

 

5. O golo albanês beneficia de um clamoroso falhanço do nosso eixo defensivo. Ricardo Costa - convocado sem competição digna desse nome, com apenas um jogo disputado na Liga do Catar, longe da alta competição - não estava lá.

 

6. João Pereira não joga no campeonato espanhol, mas foi titular na selecção. Miguel Veloso não joga no campeonato ucraniano, mas voltou a ser aposta de Paulo Bento: foi o primeiro a saltar do banco.

 

7. Por que motivo não se aposta em Ruben Neves, que está a ser uma das sensações deste campeonato, ou Carlos Mané, elogiado pela crítica mais insuspeita, ou José Fonte, capitão do Southampton, ou Danilo, um médio de grande qualidade, ou Bruma, cuja vocação goleadora ninguém discute?

 

8. Adrien continua sem se estrear na selecção A. Começo a questionar-me se fará parte de alguma lista negra de Paulo Bento. Como já fazem Danny, Ricardo Carvalho, Bosingwa, Quaresma e Manuel Fernandes. Talvez só assim se explique.

 

9. Ficaram desfeitas as dúvidas de uma vez para sempre: há uma selecção com Cristiano Ronaldo e outra sem ele. Quando ele não joga, como hoje aconteceu, o resultado é sempre pior.

 

10. A partir de hoje, Paulo Bento deixa de ter condições para se manter como seleccionador nacional. Tal como sucedeu com Carlos Queiroz no desastroso início da campanha rumo ao Euro-2012, é tempo de sair pelo seu pé. Espero sinceramente que faça isso.

As coisas vão mudando

Entre os nomes convocados por Paulo Bento para a (ainda tímida) renovação da selecção nacional de futebol incluem-se alguns que foram oportunamente indicados no És a Nossa Fé: Bruma, Anthony Lopes, Luís Neto, Vitorino Antunes, Ivan Cavaleiro, Ricardo Horta, André Gomes e Ruben Vezo. Além de William Carvalho e Adrien, que já destaquei aqui.

Aos poucos, as coisas vão mudando. Só aos poucos.

Quatro do Sporting na selecção

O Sporting é o clube mais representado na lista dos jogadores chamados ao próximo desafio da selecção nacional, contra a Albânia, a 7 de Setembro, no início da campanha para o apuramento do Europeu de 2016. Com a convocação de Rui Patrício, William Carvalho, Adrien e Nani.

No caso de Adrien, Paulo Bento quererá pôr termo a uma clamorosa injustiça. Parece um bom começo.

Uma injustiça

 

Não foi apenas um erro: foi uma clamorosa injustiça.

E o injustiçado chama-se Adrien Silva.

Deu até a sensação de que o seleccionador não foi acompanhando os desafios do Sporting ao longo da temporada. Se o tivesse feito, com olhos de ver, seria incapaz de excluir da viagem ao Brasil aquele que é um dos melhores médios centrais presentemente a actuar no campeonato português.

Em seis dos 30 jogos do Sporting no campeonato passado considerei-o o melhor sportinguista em campo - em casa contra o V. Setúbal e fora contra o Arouca, o Benfica, o Marítimo, o Paços de Ferreira e o Belenenses.

William Carvalho, na minha perspectiva, foi o nosso melhor jogador também em seis encontros - em casa contra o Paços de Ferreira, o Nacional, o FC Porto e o V. Guimarães, e fora contra a Académica e o FCP.

Seguiram-se André Martins e Slimani (os melhores em quatro jogos cada), Montero (três) e Cédric (dois). Wilson Eduardo, Capel, Carlos Mané, Carrillo e Dier receberam menções de melhor em campo apenas uma vez.

Crónica de uma derrota anunciada

A coisa vinha a chamar a atenção desde o primeiro jogo. É certo que o resultado (3 - 1) com a Croácia é dilatado, mas houve por ali muita condescendência e apoio do senhor do apito (coisa que aliás se verificou até ao jogo de ontem, onde com um árbitro menos simpático pelo menos três amarelos e um vermelho teriam saído do bolso), e o resultado não traduz o que se passou em campo; no segundo, com o México, mais uma vez uma pobreza franciscana e uma passagem sem mérito algum; no terceiro jogo da fase de grupos, lá ganharam por 4-1 aos Camarões, mas a coisa esteve bastante tremida.

 

Ora nos oitavos levaram um banho de bola do Chile! O "nosso" Pinilla ia resolvendo a coisa mesmo no finalzinho, com uma bola ao poste e tinham ficado por ali as aspirações do Brasil; mas quis o destino que, nos penaltis, Júlio César fosse determinante; e passaram...

Nos quartos, apanhou uma Colômbia bem armada, mas algo ingénua e mais uma vez, com uma ajudinha, num jogo quezilento que levou ao afastamento de Neymar, lá venceram por 2-1, no seu melhor jogo, mas sem convencer, mais uma vez.

 

Questionado no final do jogo das meias, na CI, se algo deveria mudar no futebol brasileiro, Scolari disse com ênfase que não! Scolari já nos habituou ao seu temperamento teimoso, mas depois da desgraça como treinador de clubes, na Europa e no Brasil, e ainda na canarinha, não me parece que tenha alguma capacidade para continuar.

 

Repare-se que este "ocaso" do futebol brasileiro não é de agora. Já o ano passado o vencedor da Libertadores, o Corinthians, salvo erro, perdeu com o Raja Casablanca (3-1) na Taça do Mundo de Clubes; e, pior ainda, o Santos levou "chapa" 8 sem resposta do Barça, no jogo de apresentação em Camp Nou e a coisa ficou por aí porque, como ontem a Alemanha, o Barça "tirou o pé"...

 

Tenho que fazer por aqui um inevitável termo de comparação entre Portugal e o Brasil; ou melhor, entre P. Bento e Scolari: ambos teimam em seleccionar um grupo de (seus) amigos, em detrimento de seleccionar os melhores no momento. Os resultados de ambos estão à vista.

Há no entanto, numa selecção e noutra, alguns valores. E porque não rendem esses valores nestas selecções, se são titulares de grandes clubes europeus? Pois penso que a resposta não será difícil: tanto Scolari como Bento não acrescentaram nada às suas equipas! Antes pelo contrário. Não fora Neymar e o Brasil nem aos quartos chegava e Portugal ainda teve um arremedo de discussão da passagem da fase de grupos, porque Ronaldo, no jogo com os EUA, finalmente jogou...

Serve isto para dizer que tanto Brasil, como Portugal, que teimaram em prosseguir com a política anterior, têm forçosamente que mudar, que renovar os seus jogadores e mais que tudo, mudar métodos. De jogo, de treino, de actuação, de escolha de jogadores, de mentalidade e isto inevitavelmente só poderá ser feito com outros responsáveis, a começar pelos seleccionadores e, no caso português, até da equipa federativa!

 

Para terminar, o jogo de ontem demonstrou-nos duas evidências: o Brasil descaracterizou-se, deixou de ser a equipa de posse, passe certeiro curto e eficaz, de troca de bola e que "levava porrada de criar bicho" e passou a ser uma equipa mais quezilenta, ela própria muito faltosa e praticando um futebol directo, de passe longo, à procura da referência Neymar, à volta de quem foi construida e armada a equipa; e a Alemanha deixou de ser a equipa que deixava jogar, que via os adversários acumular posse de bola e que "só lá ia" pela certa, normalmente em contra-ataque venenoso e ganhava os jogos de forma algo cínica, até, o que levou ao são onze contra onze e no fim ganha a Alemanha, e passou a ser uma equipa de posse, de cobertura total do terreno de jogo, de excelente troca de bola e de ataque continuado, com qualidade de passe e pressão constante. Haverá por aqui alguma influência de Guardiola, já que a espinha dorsal é Bayern?

 

E logo continuo a torcer pela Holanda... a ver vamos.

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