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És a nossa Fé!

Que diferença

Houve um tempo em que Palhinha era rasgado de alto a baixo pelo treinador do Sporting. Que se chamava Jorge Jesus.

«O Porto foi melhor porque o Palhinha não levou o guião certo para se poder enquadrar com aquilo que estava a acontecer no jogo. Perdeu-se durante a primeira meia hora e isso foi fatal para nós em termos tácticos.»

Palavras do técnico, enterrando o jogador logo após um clássico frente ao FCP, no Dragão, em que perdemos por 2-1.

Foi em Fevereiro de 2017, mas eu não esqueci.

 

Que diferença de comportamento entre Jesus e Rúben Amorim...

João Palhinha pode testemunhar.

Um craque

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João Palhinha, melhor em campo no recente Estoril-Sporting. Confirmando que desempenha um papel essencial nesta temporada 2021/2022, à semelhança do que já fez na gloriosa época em que nos sagrámos campeões.

 

Números do seu desempenho neste desafio:

- 90% de eficácia de passe;

- 11 duelos travados (oito ganhos);

- 2 duelos aéreos (ambos ganhos);

- 3 intercepções;

- 3 desarmes;

- só uma falta cometida (e quatro sofridas)

 

Quem viu com atenção o jogo, lembra-se: já no tempo extra, em fase de pressão ofensiva do Estoril, Palhinha faz um corte lateral com sucesso. E celebra-o como se tivesse marcado um golo.

Se há exemplo de profissionalismo, é este. Digno de um craque.

João Maria Lobo Alves Palhinha Gonçalves é craque mesmo.

Pódio: Palhinha, Porro, Paulinho

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Estoril-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Palhinha: 19

Porro: 18

Paulinho: 18

Adán: 17

Sarabia: 15

Nuno Santos: 15

Coates: 15

Matheus Nunes: 14

Matheus Reis: 14

Neto: 14

Vinagre: 13

Jovane: 11

Tiago Tomás: 7

Esgaio: 6

 

O Jogo e o Record elegeram Porro como melhor em campo. A Bola optou por Palhinha.

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

Do nosso regresso às vitórias. Após dois empates seguidos no campeonato, contra Famalicão e FC Porto, voltámos a amealhar três pontos. E num campo tradicionalmente difícil: o do Estoril, de onde saímos derrotados (0-2) no último confronto que lá travámos, para a Liga 2017/2018. Um triunfo ainda mais importante por ocorrer quatro dias após a goleada sofrida em Alvalade frente ao Ajax, para a Liga dos Campeões. Soubemos dar a volta e mostrar que estamos apostados, mais que nunca, em revalidar o título conquistado em Maio.

 

Do nosso domínio de jogo. Sem qualquer discussão, este nosso triunfo no Estoril, que só peca por ser escasso (vencemos 1-0). Muito maior volume ofensivo leonino durante quase toda a partida, controlo de jogo com posse de bola, segurança a defender e acutilância a atacar. Fomos forçando a equipa anfitriã - que vinha de três vitórias consecutivas - a recuar as linhas e até os nossos centrais passaram a linha divisória, envolvendo-se na manobra atacante. 

 

De Palhinha. Melhor em campo. Um poço de energia: concentrado, com capacidade atlética e pleno domínio técnico. Foi dono e senhor do corredor central, abortando lances do Estoril e construindo jogo. Serviu Paulinho numa quase-assistência aos 29'. Excelentes recuperações aos 41', 57', 73', 74'. Cortes decisivos aos 31', 76' e 90'+6. Já no tempo extra, aos 90'+3, disparou um tiro com selo de golo, travado muito a custo pelo guardião do Estoril. 

 

De Porro. Jogou como tem habituado os adeptos: entrega total à partida. Começou a fazer a diferença logo aos 2', com um magnífico passe a isolar Sarabia. Excelente centro para Paulinho, aos 28'. Belo lance individual, tirando vários adversários do caminho, aos 60'. E aos 67' foi ele a converter a grande penalidade que nos valeu três pontos. Sem hipóteses para Daniel Figueira. O primeiro golo do internacional espanhol nesta temporada. Ficamos a esperar por mais.

 

De Paulinho. Não marcou, mas esteve quase. E bem merecia, sobretudo naquele remate em arco aos 48' que fez a bola, sem defesa possível, embater no poste. Teve duas outras grandes oportunidades de inaugurar o marcador: aos 28', num disparo à meia-volta, a passe de Porro, e aos 29', num cabeceamento muito bem colocado - travados in extremis por Figueira e um defesa. Desforrou-se aos 65': foi ele a sofrer o penálti, cometido pelo guarda-redes, do qual resultaria o nosso golo da vitória.

 

De Neto. Exibição muito positiva do nosso central, regressando à titularidade colocado mais à direita (Matheus Reis estava à esquerda, com Coates ao centro). Muito atento, foi impecável no domínio da sua zona, revelou-se quase perfeito no passe e envolveu-se sem complexos no processo ofensivo. Podia ter marcado num remate rasteiro, em zona frontal, aos 61' - a bola só não entrou por desvio de Soria a dois metros da linha de golo.

 

De Adán. Mais discreto do que noutros jogos, foi ainda assim fundamental para impedir por duas vezes o golo do Estoril. Em lances sucessivos, logo aos 15'. A recente derrota frente ao Ajax não lhe parece ter deixado marcas.

 

Do apoio incondicional dos adeptos. Bancadas na Amoreira muito bem compostas de apoiantes leoninos, que não cessaram de incentivar os nossos jogadores com cânticos e aplausos do princípio ao fim. 

 

Da arbitragem de Tiago Martins. Deixou jogar, não apitou por tudo e por nada, mostrou-se indiferente às fitas e queixinhas dos jogadores. Só mostrou o primeiro amarelo aos 65', pelo penálti que o guarda-redes cometeu. Actuação na linha do que costumamos ver na Premier League ou observámos no recente Europeu de futebol. Custará assim tanto outros árbitros portugueses procederem desta forma?

 

De termos subido ao terceiro lugar. Antes desta partida, o Estoril estava à nossa frente. Já não está: seguimos agora em igualdade pontual com o FC Porto, continuando a depender apenas de nós próprios, mesmo que o Benfica vença a partida ainda por disputar nesta jornada. E permanecemos invictos no campeonato.

 

 

Não gostei

 

Dos golos desperdiçados. Da nossa parte, foram cinco. Três por intervenção do guarda-redes ou dos defensores do Estoril (Paulinho por duas vezes e Neto), outro porque a bola foi embater no ferro (ainda Paulinho), outro ainda porque Nuno Santos, isolado por Paulinho aos 37', permitiu que a bola fosse desviada por Patrick Willliam. Nada disto fez esmorecer o caloroso apoio dos adeptos.

 

De Sarabia. Rúben Amorim concedeu-lhe a estreia como titular. Mas o internacional espanhol que nos foi emprestado pelo PSG continua a parecer um peixe fora de água no onze leonino. Mesmo tendo usufruído de bastante espaço de manobra no flanco ofensivo direito, raras vezes fez a diferença - excepto no passe vertical lançando Paulinho que culminaria no penálti. Importante, mas escasso para um futebolista com o seu currículo. Percebe-se que lhe falta ainda articulação com os colegas. Saiu aos 82', dando lugar a Tiago Tomás.

 

Das ausências de Gonçalo Inácio e Pedro Gonçalves. Dois titulares indiscutíveis que continuam fora da equipa por lesão. Mas desta vez fizeram menos falta do que se poderia supor.

 

Do resultado ao intervalo. Mantinha-se o nulo inicial apesar de várias oportunidades que já tínhamos construído. Sabia a pouco e causava alguma apreensão para o segundo tempo. Felizmente nenhum mau augúrio se confirmou.

Pódio: Palhinha, Vinagre, Matheus Nunes

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Belenenses SAD pelos três diários desportivos:

 

Palhinha: 19

Vinagre: 18

Matheus Nunes: 17

Gonçalo Inácio: 17

Nuno Santos: 16

Nuno Mendes: 15

Esgaio: 15

Pedro Gonçalves: 15

Coates: 15

Neto: 15

Porro: 14

Adán: 14

Jovane: 13

Paulinho: 13

Daniel Bragança: 6

Tiago Tomás: 6

 

Os três jornais elegeram Palhinha como melhor jogador em campo.

O dia seguinte

Ontem saí de Alvalade convicto de que tinha assistido a uma das melhores exibições de sempre do Sporting sob o comando de Rúben Amorim, muitos furos acima do início da época passada, mesmo considerando que o BSAD também não está como nessa altura. 

Independentemente do que ganharam ou não, alguns bons treinadores passaram pelo Sporting nos últimos anos com ideias de jogo bem definidas que conduziram a equipa a momentos ou períodos de grande futebol. Mas nenhum passou por Alvalade conseguindo pôr o Sporting a jogar desta forma "avant-garde" a lembrar a Juventus de Allegri, que associa espectáculo a controlo do jogo, não dando qualquer hipótese ao adversário.

 

Tudo começa na segurança defensiva proporcionada por Adán e pelo tripé de defesas centrais, que não se limitam a defender, são os distribuidores de jogo da equipa. Depois um meio-campo de dois e meio, Palhinha, Matheus Nunes e Paulinho, que acelera pelo centro e solicita o ala sempre solto. E depois dois interiores sempre a trocar de posicionamentos de forma a confundir a defesa contrária e aproveitando o espaço criado pela atracção dos centrais contrários por Paulinho a chegar à posição de ponta de lança. Tudo isto com a bola a girar rápido, atraindo para atacar, com Paulinho a fazer de pivot de toda a manobra ofensiva e uma reacção pronta à perda de bola.

Futebol de nível Champions, obviamente que à dimensão dos intérpretes existentes. Apenas com o tal problema... de desperdício imenso frente à baliza. Paulinho foi mesmo confrangedor nesse aspecto, mas Pedro Gonçalves e Tiago Tomás também não fizeram melhor. Se calhar alguma maldição do Slimani...

 

Os destaques ontem foram Vinagre, com uma grande primeira parte, a fazer pensar que o Wolves terá os melhores defesas esquerdos da Premier League, Nuno Santos ao seu melhor nivel, Matheus Nunes (que classe em versão todo-o-terreno) e acima de todos Palhinha, que já não é o trinco defensivo: é o garante da consistência e do equilíbrio do conjunto.

Mais uma grande conferência de imprensa de Rúben Amorim explicando o porquê das entradas de Neto e Nuno Santos numa equipa que vinha de três vitórias. Diz ele que o segredo do bom ambiente existente é cada um saber que no próximo jogo pode ser titular, não existem terceiras ou quartas escolhas acomodadas nos treinos à espera de lesões ou castigos dos colegas. Por isso Tiago Tomás está a ser "Paulinizado" para em qualquer momento ser titular e Pedro Marques foi emprestado.

Segue-se o Famalicão, que foi a nossa "besta negra" do Campeonato do ano passado. Com Vinagre e Ugarte já do nosso lado, confio plenamente na vitória.

 

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Da vitória indiscutível do Sporting em Alvalade. Derrotámos o Belenenses SAD por 2-0 num jogo de sentido único, em que só uma equipa procurou os três pontos. Superioridade total do onze leonino perante uma das equipas que mais problemas nos causaram na época anterior. 

 

Da nossa entrada em campo. Domínio absoluto do Sporting, traduzido num golo marcado muito cedo: cabeceamento de Gonçalo Inácio para o fundo das redes, logo aos 7'. Estivemos por cima desde o minuto inicial, com pressão intensa sobre a equipa azul. Excelente organização colectiva, robustez física e anímica, índices de confiança muito elevados.

 

De Palhinha. O melhor em campo. Não falhou um passe, recuperou várias bolas, foi o primeiro a construir jogo com critério, neutralizou Afonso Sousa - o mais talentoso dos adversários. Desta vez actuou em zonas mais adiantadas, com reflexos muito positivos para a equipa. Ponto algo de uma exibição digna de elogios: o golo que marcou de cabeça, aos 48', na sequência de um livre apontado por Pedro Gonçalves. Foi o primeiro dele nesta temporada. Todos esperamos que marque muitos mais com as nossas cores.

 

De Vinagre. Exibição de alto nível do reforço leonino, lateral esquerdo de características muito ofensivas. Na primeira parte esteve próximo da perfeição, dominando o seu corredor e causando calafrios ao B-SAD sempre que subia em apoio do ataque. Foi dele a assistência para o primeiro golo com um cruzamento teleguiado para a cabeça de Gonçalo Inácio. 

 

De Nuno Santos. O treinador apostou nele para jogar de início - e o nosso extremo esquerdo correspondeu em pleno. Sobretudo no capítulo dos cruzamentos, destacando-se aos 5', aos 11' e aos 13'. Este último foi quase um semi-golo, infelizmente não concretizado por Paulinho.

 

Das alterações no onze inicial. Rúben Amorim deixou de fora Feddal e Jovane, fazendo entrar Neto e Nuno Santos, ambos em estreia como titulares. Sinal transmitido pelo técnico ao grupo de trabalho: para ele, todos contam. Nenhum membro deste plantel 2021/2022 é dispensável. 

 

Dos regressos de Porro e Nuno Mendes. Mantiveram-se fora do onze titular, mas Amorim deu-lhes ordem para entrarem ao minuto 66. Mostraram ambos que estão em grande forma, totalmente recuperados das lesões. Excelente notícia para todos nós. 

 

Do nosso bloco defensivo. Irrepreensível, uma vez mais. Adán praticamente limitou-se a assistir ao jogo. O trio de centrais - mantendo mestre Coates no posto de comando - chegou e sobrou para as encomendas. Com Gonçalo Inácio devolvido à posição natural, a de central pela esquerda. Não admira que levemos apenas um golo sofrido em três jogos.

 

De ver nove portugueses entre os nossos onze que começaram o jogo. Só o espanhol Adán e o uruguaio Coates destoavam. E havia quatro da formação leonina quando soou o apito inicial: Gonçalo Inácio, Esgaio, Palhinha e Vinagre. Depois entraram mais quatro: Jovane (66'), Nuno Mendes (66'), Daniel Bragança (83') e Tiago Tomás (83').

 

De ver que estamos ainda melhor do que na época passada. Em Abril, no campeonato anterior, o Belenenses-SAD veio a Alvalade empatar 2-2. Já temos mais dois pontos na comparação com desafios homólogos dessa temporada em que nos sagrámos campeões.

 

Do segundo jogo consecutivo com público nas bancadas. Estiveram preenchidos 13.135 lugares do nosso estádio. Ainda pouco para o que se pretende, mas o caminho faz-se caminhando.

 

De termos cumprido o 28.º jogo seguido em casa sem perder. E andamos há 16 jogos consecutivos a marcar no Estádio José Alvalade, onde a nossa última derrota para o campeonato foi sofrida há 19 meses.

 

 

Não gostei

 

Do resultado. Por ter sabido a pouco: apenas um golo marcado em cada parte do desafio. Magro pecúlio num jogo em que fizemos 26 remates, sete dos quais enquadrados com a baliza. Podíamos ter goleado a fraca turma comandada por Petit.

 

De Paulinho. Mau na hora da decisão. Desta vez não pode queixar-se de falta de oportunidades. Dispôs de quatro e desperdiçou todas. Aos 13', falhou um golo cantado após Nuno Santos o ter servido de bandeja. Aos 32', voltou a ser perdulário depois de Matheus lhe ter entregue a bola bem redondinha. Aos 40', servido por Pedro Gonçalves, atirou um charuto para a bancada. E aos 50', após novo passe soberbo de Matheus, atirou à figura, virando de imediato as costas ao lance, o que o impediu de tentar a recarga. Para esquecer.

 

De ver o topo sul vazio. Que desolação, olhar para ali e não ver ninguém...

Folhetim do Verão passado

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31 de Julho

A Bola: «Palhinha em Inglaterra»

 

15 de Agosto

A Bola: «Palhinha "paga" Pedro Gonçalves»

 

21 de Agosto

A Bola: «CSKA está em Lisboa e sobe parada por Palhinha»

 

24 de Agosto

A Bola: «Roma e Sevilha para Acuña e CSKA para Palhinha»

 

26 de Agosto

A Bola: «João Palhinha aguarda CSKA»

 

27 de Agosto

A Bola: «Palhinha olha para Inglaterra»

 

28 de Agosto

A Bola: «Palhinha no CSKA rende 12 milhões»

 

30 de Agosto

A Bola: «Palhinha para fechar esta semana»

 

31 de Agosto

A Bola: «Palhinha fechado esta semana»

Uma noite à Campeão!

Numa espécie de reinauguração (!!!!) do Estádio Alvalade XXI, após mais de 500 dias sem público,  nada melhor que ver o Sporting campeão ganhar. Ainda por cima de forma categórica.

Fui uns dos presentes ontem naquele topo Norte razoavelmente preenchido. Soube tão bem este regresso. Pena que o estádio não pudesse levar mais adeptos e a constatação de um topo sul completamente despido, nomeadamente a zona das claques. Algo para o qual não encontro explicação razoável.

Mas isto são contas de outro peditório para o qual eu nunca dei, não dou e espero nunca dar!

Foi um jogo vivo muito vivo, mesmo que ao intervalo o resultado estivesse em branco. O Vizela veio a Lisboa mostrar porque está na Primeira Liga e se continuar neste ritmo vai estragar a vida a muitas equipas.

Gostei também de ver ao vivo Palhinha, Pedro Gonçalves, Paulinho ou Feddal, só para dar uns exemplos. Assim como o “mister” Amorim.

O melhor marcador da época passada mostrou, mais uma vez, porque ganhou o prémio, facturando dois belos golos sendo um deles (o segundo) à “Pedro Barbosa”.

Todavia o jogador que mais me encheu as medidas foi mesmo João Palhinha.

Aquilo transpira classe por todos os poros.

Ainda me pergunto como é que este jogador esteve na lista de dispensas.

Enfim, uma noite à campeão.

Que filho da puta, pá, incrível!

Como dizia e muito bem um brunista rugista, isto agora é muito estranho. No Sporting quase tudo se ganha no maior silêncio quando dantes quase tudo se perdia no maior "basqueiro", andamos no melhor dos mundos com o maior empresário do mundo, no Norte o padrinho/papa está cada vez mais a perder discernimento relativamente ao outro papa, agora até se lembrou que o regresso do Jardel foi vetado por um tal Rodrigues Dias, adjunto do Octávio, no Sul o padrinho local anda às voltas com a justiça, amargurado e revoltado por lhe andarem a tentar fazer a cama no próprio clube. Tudo isto é mesmo muito estranho. 

No mesmo Sul, o clube que tem o presidente entalado vem tentando entalar o campeão português em exercício, desviando o João Mário do que seria um processo normal de troca de salário por tempo de contrato. Aparentemente vai ficar com ele, sujeitando-se à obrigatória reacção jurídica do Sporting, mas para o João Mário jogar alguém terá de sair, chame-se Weigl, Pizzi, Taarabt, ou... Krovinovic.

Jorge Jesus ´é assim mesmo: parece ter desejos de mulher grávida. O Gil Dias destruiu o Sporting de Jorge Jesus em Vila do Conde em 18/09/2017, dias depois da jornada da Champions de Madrid. Anos depois, o Jesus quis... o Gil Dias. O João Mário destruiu o Benfica de Jorge Jesus em Alvalade, sem Palhinha nas costas, e na Luz foi fundamental vindo do banco para pôr o Benfica à rasca. O Jesus agora quer... o João Mário.

Que lhe façam bom proveito. Também como não é ele que vai pagar os 20 e tal milhões do João Mário, mais um anito e vem a reforma, tudo lhe vai saber a Moet & Chandon. Claro que com todos esses desejos os melhores do Seixal fazem contas de sumir e os da casa ou com mais tempo dela que se vão mantendo no plantel têm vontade de dizer o que disse o Krovinovic.

Quem não disse isso em seu tempo, porque são bem educados, foram o Palhinha e o Esgaio. Também por isso gostei imenso do seu regresso ao Sporting. E só tenho pena que Ryan Gauld não regresse também.

 

#OndeVaiUmVãoTodos 

SL

Balanço (29)

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - V

 

Palhinha, no Sporting-Paços de Ferreira

(15 de Fevereiro de 2021)

 

João Palhinha é excelente a fazer cobertura, a recuperar bolas, a construir lances ofensivos a partir do nosso meio-campo, a ocupar o seu espaço. Mas também capaz de fazer golos, como se comprova neste remate em vólei - de primeira, sem deixar a bola bater na relva - em que se estreou como goleador no campeonato 2020/2021. Demonstrando em definitivo ao seleccionador Fernando Santos que tinha de ser convocado para o Europeu.

Balanço (13)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre PALHINHA:

 

- Leonardo Ralha: «Mais umas jogadas de génio como a integração deste Palhinha no plantel, de preferência permanente ou pelo menos até depois de 15 de Setembro, e até me convenço de que a época passada não passou de uma sucessão de azares que acontecem aos melhores e não uma prova da mais completa incompetência ou mesmo de gestão danosa.» (5 de Setembro)

- João Goulão: «Até que enfim, a bola chega ao Palhinha, autoritário, sentimos o nosso sofá mais confortável, descansamos um pouco.» (29 de Outubro)

- José Navarro de Andrade: «A diferença que um Palhinha faz: por ali não passa nada, ali tudo começa.» (1 de Novembro)

Filipe Arede Nunes: «É hoje, creio, absolutamente indispensável para os equilíbrios de uma equipa que ataca bem melhor do que aquilo que defende. Para mim, tem sido o grande destaque deste início de campeonato.» (9 de Novembro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Estamos muito bem servidos com João Palhinha, João Mário, Matheus Nunes e Daniel Bragança. Que é como quem diz, William Carvalho aqui, hoje, não calçava.» (11 de Janeiro)

- Paulo Guilherme Figueiredo: «Rúben Amorim, Palhinha e outros jogadores de verde e branco estavam, felizmente, no palco da festa para mostrar o que é o desportivismo. O que é o desporto. O que é ganhar com raça.» (23 de Janeiro)

- Pedro Belo Moraes: «Teremos de esperar para ver se o escândalo prevalece incólume. Resta-nos o consolo que nos dá o choro de Palhinha no final do jogo. A certeza de que a nossa equipa é feita de uma força e de um querer ir à luta. E nós estamos na luta, contra tudo e contra todos.» (27 de Janeiro)

Pedro Boucherie Mendes: «Adán, Coates, Feddal, Neto, Palhinha são os bravos do pelotão.» (2 de Fevereiro)

- Zélia Parreira: «O Tribunal Arbitral do Desporto deu razão a João Palhinha após o recurso do jogador do Sporting relativo ao cartão amarelo visto diante do Boavista, após o árbitro ter garantido que foi dado com base num equívoco.» (16 de Março)

Eu: «Hoje, sem qualquer dúvida, o melhor n.º 6 do futebol português. É um luxo termos um talento destes no nosso onze titular.» (13 de Maio)

Luís Lisboa: «Uma época que começou de forma atribulada, uma mistura de situações e indefinições, e acabou da melhor forma. Foi o pêndulo da equipa, o homem dos equilíbrios, o garante da estrutura táctica, muitas vezes penalizado injustamente por arbitragens sem dimensão europeia. Um jogador de nível Champions.» (21 de Maio)

Ordem de Mérito Liga 1ª Liga

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Finalizada esta edição da 1ª Liga, com base nas apreciações dos três jornais desportivos diários que o Pedro Correia aqui nos traz, e se não me enganei a transcrever alguma pontuação, podemos então estabelecer a seguinte ordem de mérito:

1. Pontuação Total:

Pedro Gonçalves523
Coates519
Palhinha489
Adan486
Porro457
Nuno Santos438
Nuno Mendes432
Feddal411
Tiago Tomás405
10 João Mário399
11 Matheus Nunes389
12 Jovane304
13 Neto299
14 Daniel Bragança265
15 Inácio233
16 Tabata203
17 Paulinho200
18 Matheus Reis181
19 Sporar167
20 Antunes95
21 Plata95
22 João Pereira53
23 Wendel45
24 Vietto44
24 Max33
25 Eduardo Quaresma23
26 Borja15
27 Tomás Silva13
28 André Paulo 12
29 Dário Essugo11

 

2. Desempenho Médio:

Max16,5
Pedro Gonçalves16,3
Coates15,7
Palhinha15,3
Porro15,2
Adan15,2
Wendel15,0
Nuno Mendes14,9
Feddal14,7
10 Vietto14,7
11 Paulinho14,3
12 João Mário14,3
13 Nuno Santos14,1
14 Inácio13,7
15 Neto13,6
16 Tiago Tomás13,5
17 João Pereira13,3
18 Tomás Silva13,0
19 Matheus Nunes13,0
20 Sporar12,8
21 Tabata12,7
22 Jovane12,7
23 Daniel Bragança12,6
24 Matheus Reis12,1
25 André Paulo 12,0
26 Antunes11,9
27 Plata11,9
28 Eduardo Quaresma11,5
29 Dário Essugo11,0
30 Borja7,5

 

3. Número de vezes os Melhores em campo :

Pedro Gonçalves12
Coates 6
Porro4
Palhinha4
Adán3
Nuno Mendes3
Matheus Nunes2
Jovane2
Nuno Santos2
10 Wendel1
11 Tabata1
12 Feddal1
13 Paulinho1

 

Os números não mentem. No pódium têm de estar e por esta ordem Pedro Gonçalves, Sebastián Coates e João Palhinha.

Tirando o caso de Luís Maximiniano, com a pontuação média inflacionada pelo pequeno número de jogos efectuado, Pedro Gonçalves surge como o melhor em tudo, melhor pontuação global, melhor pontuação média, mais vezes melhor em campo a grande distância dos seguintes, tudo complementado com o título de melhor marcador. Contratação assim, só mesmo a de Bruno Fernandes. 

Depois vem Sebastián Coates. Já falei tanto dele que não sei mais o que dizer. Respect! O captain! My captain!

E depois João Palhinha. Uma época que começou de forma atribulada, uma mistura de situações e indefinições, e acabou da melhor forma, foi o pêndulo da equipa, o homem dos equilíbrios, o garante da estrutura táctica, muitas vezes penalizado injustamente por arbitragens sem dimensão europeia. Um jogador de nível Champions.

Note-se também que nos dez primeiros da pontuação total estão sete contratações / regressos desta época. Se recuarmos ao plantel vencedor da Taça de Portugal de há dois anos, então desses dez só um integrava o plantel. O capitão. Uma prova do excelente trabalho realizado este ano pelo director desportivo Hugo Viana.

Depois temos a maior riqueza deste plantel: os jovens da academia de Alcochete, do Nuno Mendes ao Max, uns que chegaram mais novinhos outros mais tarde, uns nascidos em Portugal outros não. São muitos, são mesmo bons, e muito melhores vão ainda ser. Até porque contam com Rúben Amorim que acredita neles e lhes dá todas as oportunidades. E assim se constrói o futuro do Sporting.

Fica então aqui aberta a discussão sobre estas pontuações.

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

Rescaldo do jogo de anteontem

Gostei

 

De ver o Sporting campeão a duas jornadas do fim. Não precisámos de chegar à última ronda: ao minuto 36 deste confronto com o Boavista em casa, um tiro certeiro de Paulinho bastou para nos devolver o título que já fugia há 19 anos. Estamos de novo no topo do futebol profissional português - lugar que é nosso por mérito próprio. Não há praticamente uma voz a contestar esta nossa subida ao primeiro lugar do pódio. Porque não nos limitámos a vencer. Também conseguimos convencer.

 

De Palhinha. Exibição monumental do nosso médio defensivo - hoje, sem qualquer dúvida, o melhor n.º 6 do futebol português. É um luxo termos um talento destes no nosso onze titular. Neste Sporting-Boavista, Palhinha dominou por completo a sua parcela de terreno que lhe estava confiada, varrendo o que havia para varrer mas também sabendo construir com passes longos e bem colocados - aos 34', 38', 54' e 57', por exemplo. Excelente nos cortes e nas recuperações. O melhor em campo.

 

De Nuno Santos. Uma das mais seguras actuações do extremo esquerdo, que se confirma como verdadeiro reforço e é peça imprescindível desta equipa campeã. Entrou de pé no acelerador, cheio de vontade de resolver a partida logo nos primeiros minutos, empurrando os colegas lá para a frente. Nasce do pé esquerdo dele, aos 5', um tiro ao poste. E é dele a assistência para o golo. Já antes se destacara em dois outros cruzamentos. Pena não haver público no estádio: ele bem merecia uma calorosa ovação ao ser substituído por Matheus Nunes, aos 76'.

 

De Nuno Mendes. Outra actuação de grande nível, contribuindo para a constante pressão da ala esquerda leonina que pôs em sentido o Boavista. Aos 24', recuperou a bola, conduziu-a bem dominada e disparou, acertando na barra. Cruzamentos irrepreensíveis aos 15', 47' e 60'. Cedeu lugar a Matheus Reis aos 83', seguramente convicto de que foi um dos grandes obreiros deste triunfo - e deste título.

 

De Adán. Sem sombra de dúvida: o espanhol é um dos baluartes do nosso onze titular. Pode passar largos minutos sem intervir, mas quando o faz transmite segurança e maturidade ao colectivo, contagiando os colegas. Salvou um golo que parecia certo, na única oportunidade de que o Boavista dispôs, impondo-se entre os postes aos 46'.

 

Do lance do golo decisivo. Vale a pena recordá-lo: Feddal faz um passe vertical lá de trás e coloca nos pés de João Mário, que consegue libertar-se da marcação simultânea de dois adversários e serve Nuno Santos, entretanto desmarcado. Do canhoto sai um centro teleguiado para a grande área: Paulinho encosta. Missão cumprida.

 

De Rúben Amorim. Este título é de todos - mas é dele, antes de mais ninguém. Acaba de tornar-se o segundo treinador campeão mais jovem de sempre ao serviço do Sporting - após Juca, que aos 33 anos liderou a nossa equipa no vitorioso campeonato 1961/1962. Craque a treinar, craque a comunicar. Legou-nos um lema que fica para sempre: "Onde vai um, vão todos." Que bem serve de legenda desta Liga 2020/2021.

 

De continuar a ver o Sporting invicto. Única equipa sem derrotas desde há vários meses, temos um registo brilhante, inédito à 32.ª jornada: 25 vitórias e sete empates. Num campeonato que lideramos isolados há 26 jornadas. 

 

Do 20.º jogo da Liga sem sofrermos golos. Melhor defesa do futebol europeu: apenas 15 golos sofridos em 32 partidas disputadas. 

 

Da aposta clara em portugueses. Anteontem bem se viu em campo: quando Porro, lesionado, se viu forçado a ceder lugar a João Pereira, passámos a jogar com oito portugueses. Contra um Boavista que só tinha um no onze inicial. Aposta evidente também na juventude: há dez jogadores sub-23 no plantel leonino. 

 

De uma estreia. Este foi o primeiro título de campeão nacional que conquistámos desde sempre no actual estádio, inaugurado em 2003.

 

Dos 82 pontos que já somámos. A fria linguagem dos números diz tudo sobre o desempenho do Sporting. Ainda podemos ultrapassar a melhor pontuação alcançada desde sempre pela nossa equipa - na Liga 2015/2016, quando somámos 86 pontos.

 

 

Não gostei

 

Do festival de golos falhados. Pressionámos do princípio ao fim, estivemos sempre por cima neste desafio. Infelizmente as oportunidades criadas não tiveram o melhor desfecho. Quer porque a bola embateu três vezes nos ferros (Nuno Santos aos 5', Nuno Mendes aos 24', Pedro Gonçalves aos 78') quer por falta de precisão no último passe (João Mário falhou golos cantados aos 5' e aos 15'; Paulinho permitiu defesa aos 47' e desperdiçou aos 52' e aos 60').

 

Da lesão de Porro. O internacional espanhol estava a ser um dos melhores em campo, conduzindo sucessivos ataques pela ala direita, quando sofreu uma lesão muscular que o forçou a abandonar o jogo. Aos 17' saiu lavado em lágrimas, o que é outra forma de demonstrar que estamos perante um campeão digno desse nome.

 

Do amarelo exibido a Feddal. Difícil entender o que provocou esta advertência, que deixa o central marroquino fora do clássico na Luz, a disputar no sábado.

 

Da ausência de público. Os adeptos, impedido de entrar no estádio por motivos cada vez mais inaceitáveis, foram-se concentrando em vagas sucessivas no exterior. O que esteve na origem dos excessos que todos os portugueses viram na televisão. Uma minoria sem qualquer civismo e a inépcia da polícia contribuíram para isso em partes iguais.

Pódio: Nuno Santos, N. Mendes, Palhinha

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Boavista pelos três diários desportivos:

 

Nuno Santos: 20

Nuno Mendes: 20

Palhinha: 18

Adán: 18

João Mário: 18

Pedro Gonçalves: 17

Feddal: 17

Paulinho: 17

Coates: 16

Gonçalo Inácio: 16

João Pereira: 15

Matheus Nunes: 13

Porro: 13

Daniel Bragança: 12

Jovane: 11

Matheus Reis: 11

 

O Jogo e o Record elegeram Nuno Santos como melhor jogador em campo. A Bola optou por Palhinha.

Palhinha, Nuno Mendes e mais alguém

Nuno Mendes e João Palhinha, cada qual com apenas três presenças na selecção A, já estão a dar nas vistas. O primeiro, desde logo, com aquele passe teleguiado para o que seria (e foi, em termos reais, embora não em termos "legais") o terceiro golo português contra a Sérvia e ao protagonizar ontem, frente ao Luxemburgo, uma das melhores jogadas individuais de todo o desafio. O segundo, que saltou do banco nestas partidas, chegou a tempo de marcar de cabeça, também ontem, o golo que sentenciou a nossa vitória num embate mais difícil do que se previa. O seu primeiro como internacional A, confirmando 2020/2021 como uma época de sonho para ele. Um sonho bem merecido.

Venho perguntar-vos, a propósito de qualquer deles, se entendem que devem ambos ser titulares da equipa das quinas no próximo Campeonato da Europa. E também, já agora, se consideram que mais algum jogador do Sporting deve ser convocado para o Europeu.

De olhos em bico

É como deverão estar todos os que acompanham futebol e o "caso" Palhinha em particular.

Para não me enganar, até transcrevo a nota emitida pelo TAD, que será claríssima para todos os que a leiam:

“Resulta claríssimo, por tudo quando o Colégio Arbitral não disse e por tudo quanto o Colégio Arbitral disse, que não houve – nem podia haver – qualquer anulação do cartão amarelo exibido pelo árbitro Fábio Veríssimo ao Demandante no jogo subjudice. Resulta claríssimo, isso sim, que o que o Colégio Arbitral decidiu foi que tal cartão amarelo – face ao teor da referida pronúncia formalmente solicitada ao árbitro Fábio Veríssimo e embora por este efetivamente exibido durante o jogo sub judice – não pode integrar a hipótese, a previsão, o tatbestand, a facti species da norma sancionatória tipificada no artigo 164.º, n.º 7, do RDLPFP, não devendo, portanto, produzir quaisquer efeitos no âmbito desta mesma norma sancionatória”.

Ou seja, o cartão amarelo mostrado por Fábio Veríssimo, pura e simplesmente não existiu, não foi anulado, não foi retirado, não existiu. Ou seja, ele foi mostrado mas é mais ou menos como o golo do Tiago Tomás no jogo de Sábado com o Guimarães. O árbitro sancionou a jogada, mas o golo não existiu, porque precedido de uma irregularidade, não foi anulado porque não foi golo. Como este cartão, precedido de uma má decisão que não consubstanciava a amostragem de cartão amarelo.

Confusos?

Doutra forma, há quem defenda que o cartão se mantém. Nada mais errado! A manter-se, como seria a contagem dos amarelos? O próximo a aparecer seria o primeiro de uma nova série?

Parece claro que este "esclarecimento" diz que o próximo cartão será o quinto, mas estou tão de olhos em bico como os leitores...

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