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És a nossa Fé!

O regresso do "Capitão América"

 

Sabemos, de fonte credível, e o Record também hoje dá disso nota, que a possibilidade de regresso em Janeiro de Onyewu a Alvalade é bem real. A experiência do "Capitão América" será fundamental para mesclar com a juventude de um balneário, depois das alterações que terão lugar em breve. Eu aposto numa dupla DIER-ONYEWU, a mescla perfeita da experiência com a juventude, numa dupla de centrais com mais de 1,90 m. Bom retorno a casa Oguchi!

A Geração Academia de Alcochete

 
A Geração Academia. Portugal tinha no Euro 2012 dez jogadores formados pela Academia Sporting. Destes, cinco eram titulares e dois deles os melhores jogadores da equipa. 
O caminho seguido ao longo das últimas décadas merece uma reflexão séria, tanto a nível interno como do futebol português. 
O Sporting nos últimos vinte anos ganhou dois campeonatos e nesses dois anos, 2000 e 2002, a formação teve uma influência diminuta. 
 
Formação
                                                                                               
Em 2000 
Jogadores titulares - Beto
No plantel - nenhum que jogasse um mínimo de 10 minutos  
Em 2002
Jogadores titulares - Beto e Hugo Viana
No plantel (com alguma utilização) - Ricardo Quaresma
Como se pode comprovar, a formação leonina não foi sinónimo de conquista de campeonatos. Então porque existe uma aposta tão forte? O Sporting sempre foi, mesmo nos anos de "vacas gordas", um clube formador. Os adeptos leoninos identificam-se com esta prática. É uma questão de identidade. É esta a filosofia que todos os clubes deviam seguir. E somos muito bons a fazê-lo. Nos últimos dez anos, no entanto, o paradigma mudou. Durante anos o clube formou grandes jogadores, mas a equipa não estava dependente deles. Na última década, também devido à falta de liquidez financeira e a uma péssima gestão desportiva, a aposta foi clara nos jogadores da formação. Foi mesmo graças aos "miúdos" que o clube foi lutando pelo título e foi quatro anos seguidos à Liga dos Campeões. Aqui saltam rapidamente vários pensamentos e teorias. Lembro-me muito bem que os comentários dos "especialistas" da televisão e jornais eram e passo a citar: "um clube de miúdos não ganha campeonatos", "o Sporting para ser um clube ganhador tem de investir em jogadores experientes", "o Sporting devia seguir o exemplo de Benfica e Porto", "os miúdos deviam fazer a passagem para o futebol profissional fora de Alvalade", "este não é o caminho para um clube com a grandeza que tem o Sporting" e etc
 
A visão do Sportinguista: 
Por um lado:
 
Como é que um clube que todos os anos forma óptimos jogadores não é campeão mais vezes? Porque ao longo dos últimos anos as políticas desportivas foram as erradas. Houve uma falta de visão gritante e um aproveitamento que podia ter sido glorioso foi apenas suficiente. Não se pode formar Cristianos Ronaldos e Figos e não ser campeão pelo menos uma vez. Não se pode apostar cegamente nos jogadores provenientes de Alcochete e não lhes fornecer uma equipa estruturada, sustentada e com líderes. Não se pode entregar a braçadeira a um miúdo sem carácter. Tem de existir o máximo aproveitamento possível dos "nossos" jogadores mas tendo sempre a preocupação de a responsabilidade não estar sobre os seus ombros. Além da categoria futebolística, os restantes jogadores do plantel têm de ser, também, uma mais valia "paternal". Têm de ser vistos com respeito e com admiração. OguchiRinaudo e Schaars entram directamente para este patamar. É este o caminho. Na época passada assistiu-se a um choque com o passado recente. Foi refrescante. Foi fundamental. O investimento foi grande e trouxe com isso um maior endividamento. O que agora é criticado por muitos Sportinguistas foi pedido durante anos. Curioso. Foi muito importante a vários níveis: dotar o plantel de jogadores com categoria internacional, trazer esperança à massa adepta e fazer um choque com o passado mais recente. Ao contrário do que se disse e escreveu esta nova etapa não significava minimamente uma mudança cultural no clube. E aqui cultural está relacionado com o facto de sermos um clube formador. Aqui o que estava em causa era uma filosofia errada. Não temos capacidade para manter por muitos anos os jovens por nós formados e por isso não conseguimos jogar com 7-8 ao mesmo tempo e sermos campeões com regularidade. Neste ponto o Barcelona é um caso à parte. O presente e o futuro é conseguir fazer uma mescla. A partir de agora a forma como os "miúdos" entram na equipa vai de encontro ao que sempre defendi para o Sporting. Já não é preciso contratar 18 jogadores. Esse trabalho está feito, e bem feito. Agora é simples. O normal início dos jogadores no futebol profissional faz-se na equipa B passando gradualmente para a equipa A. As posições carenciadas ou que não consigamos formar dentro vai-se contratar cirurgicamente fora.
Por outro lado:
Eu quero continuar a ser um clube formador. Um clube que aposta nos jogadores por si formados. Mas para isso o futebol português também tem de querer. Não pode ser só o Sporting a ter jogadores da formação a jogar com regularidade. As leis existentes em Portugal são totalmente contra quem quer apostar no jogador Português. São totalmente contra quem quer apostar na formação. Se observarmos os campeonatos que se equivalem ao nosso apercebemo-nos rapidamente de uma diferença abismal. Existe uma clara aposta, tanto ao nível dos clubes como das federações locais, no jogador nacional. Ver por ex. campeonatos Holandês e Francês. Em Portugal, tirando o Sporting nos últimos anos, ninguém aposta/joga com os jogadores portugueses. As excepções existem, mas são raras. Os jogadores estrangeiros, os empréstimos destes e o refugo dos grandes ditam as leis. Os jogadores com 18-21 anos são raros, para não dizer inexistentes, no nosso campeonato. Isto tem de mudar. O futebol português tem de mudar. 
 
A visão do adepto nacional:
Rezar para que a Academia continue a dar frutos. Desejar que o Sporting continue a apostar na formação. Se não passamos a estar ao nível da Bélgica ou da Dinamarca. 

A Selecção Nacional sub-19 fez anteontem o primeiro jogo no Europeu da categoria. No onze inicial estavam 7 jogadores do Sporting. E não estavam lá: Ié, Mica, Chaby ou Iuri Medeiros..
                                                                                                                                                      Texto também publicado Aqui

In God we trust

Ainda há bocado um camarada de redacção que padece de escarlatina futebolística insistia que Onyewu é o mais tosco de entre todos os homens que chutam bolas em Portugal. Não tentei convencê-lo do contrário - muito embora ele seja isento o suficiente para admitir que Javi Garcia é, por vezes, um jogador violento -, mas uma estranha sensação invadiu-me. É possível concordar que o nosso 'Capitão América' é assaz duro de rins e está longe de ser um craque quando tem a bola nos pés. No limite, nem custa assim tanto admitir que o golo que valeu o empate com o Rio Ave foi marcado de forma trapalhona frente a uma baliza aberta. Mas depois lembrei-me da sua reacção. O nosso Onyewu, aquele que pede a Domingos para avançar no terreno sempre que o Sporting precisa de alterar o resultado, não festejou nem foi buscar a bola às redes. Agradeceu a Deus e correu de volta para o seu meio-campo, voltando a demonstrar perante todos uma aliança com o Todo-Poderoso que está em desuso numa Europa cada vez mais secular, mas persiste teimosamente do outro lado do Atlântico. Acreditar em Deus pode não fazer do nosso central gigante um maestro da linha defensiva. Obviamente que não. No entanto, ajuda a compreender o homem que vem demonstrando ter mais coração em todo o plantel do Sporting. "In God we trust", dizem-nos os dólares. Com todos os seus defeitos e limitações, eu confio em Onyewu.

As Contratações do Sporting - Uma Análise Onomástica

Uma das maiores falhas da gestão Godinho Lopes tem a ver com as opções de contratação de atletas com nomes impossíveis de escrever. Não cabe na cabeça de ninguém contratar um holandês chamado Rick Von Wosflrinkel.

 

Sei de fonte segura que o Benfica quis contratar Rik Van Wolfsnickel. Quando o presidente e o treinador pediram o jogador ao agente, saiu Witsel. Depois disfarçaram, e ficaram com ele, para não darem parte de fracos. Na Luz, o único que sabia escrever o nome do Wosfsfwinquel com menos de 3 letras erradas era Rúben Amorim - carinhosamente apelidado pelos colegas de ‘el português’. Essa faceta intelectual de Rúben acabou por ser a causa da sua desgraça recente no Benfica.

 

Ruud von Wolsfwtrinkel não foi o único erro de contratação desta nova direção. É um facto conhecido que é também impossível escrever corretamente Scarsh ou Oniweueu sem, pelo menos, 3 meses de formação dedicada.

 

Deixo uma sugestão à meritíssima direção do Sporting, uma ideia que simplificará a vida a evitará embaraços a muitos sportinguistas. Deixemos de pronunciar palavras absurdas como Sschshars ou Oniueueuú, rebatizando estes jogadores de nomes complicados. Por exemplo, Oniueuauau pode passar a chamar-se Oni, Schaaazrs muda para Sá e Woufslinger de agora em diante, é Manel.

 

Para o futuro, é boa ideia submeter as contratações a uma Comissão de Préavaliação Onomástica. Se passar pela cabeça do Domingos trazer Schweinsteiger para o Sporting, a Comissão punha-o fino e mandava vir Ozil.

 

Há jogadores com nomes bem mais simples de pronunciar que podiam estar no Sporting. Por exemplo, Ronaldo, Messi, Neymar ou Káká.

 

Onyqueueues, é que nunca mais.

 

Um Bom Ano de 2012 para todos.

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