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És a nossa Fé!

O que passou-se!?

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Imagem daqui

Ora viva, Sportinguistas. Lembrados de mim?

Frio de ananases no continente, viajo para os Açores. Ananases por ananases, venha a fruta de elevadíssima qualidade. Pois que apanho um pé de água de que não há memória, ananases, nem vê-los, mas e o melão!? Escolha do Consumidor 2021! No espírito da quadra, estou na iminência de levar um aos vizinhos. Acham que é de juntar Unha Negra?

Amanhã é Dia de Reis e gostaria de fazer um agrado a Jesus. Darwin não explica a involução da coisa e o VARíssimo está demorado.

Agora a sério, o que passou-se? Beats me...

Brigádes, Sócios!, e até para o ano!

Uma história de Natal

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Era uma vez uma senhora chamada Rose que vivia em Baía no Brasil, estava grávida quase no final do tempo.

Rose tinha um bebé dentro dela a querer nascer mas tinha, também, não um mas dois quistos no útero que podiam pôr em risco tanto a vida da futura mãe como a vida da criança.

O futuro papá trabalhava em Portugal.

Foi passar o Natal ao Brasil, entre clínicas, o parto, o assegurar-se que a mamã e o menino ficavam bem, atrasou-se.

Atrasou-se mais veio a tempo de com, apenas, dois treinos marcar dois golos ao Benfica, um deles, o da imagem a antecipar-se de cabeça a Ricardo Rocha.

Moral da história: O que começa mal pode acabar bem, mais vale atrasado e com golo marcado que de horários cumpridor mas de golos falhador.

Boas Festas!

Este ano, a tradição não é o viver que nos habituámos a ter. É mau, bastante até, mas suportável. Em contrapartida, que bom a tradição ter sido rasgada! O nosso Sporting passará o Natal e receberá o Novo Ano em primeiro lugar! E em défice pontual, dado que (neste aspeto, a tradição ainda é o que era) já subtraíram quatro pontos à nossa equipa…

A todos os autores e leitores de És a nossa fé, desejo um Natal feliz, na medida em que cada um de nós o possa ter e sentir. Desejo também, e mais ainda, um 2021 que nos sorria, com saúde e alegria.

Que seja um 2021 verde e branco!

Um milagre de Natal

Assumo que desde a primeira hora fui contra a contratação de Ruben Amorim. Não por não lhe reconhecer talento ou pelo seu passado benfiquista. Sim pelo valor pago, face à sua pouca experiência. Mesmo quem aplaudiu a contratação, reconhecerá que foi um tiro no escuro. Uma aposta de altíssimo risco, até atendendo à situação financeira do Clube.

É Natal, o Sporting está em primeiro e a jogar o melhor futebol da Liga (quando o deixam...). Amorim lançou Nuno Mendes, que ainda adolescente já é um jogador sólido, e Tiago Tomás, um valor seguro e ainda com grande margem de evolução. Confirmou aquilo que sempre eu e outros disseram - João Palhinha fazia falta. Recuperou João Mário, um internacional A. Conseguiu, finalmente, fazer contratações que acrescentaram à equipa: Pote, Nuno Santos, Tabata. Felizmente, hoje podemos dizer que a aposta em Amorim deu certo.

E tudo isto sem Bruno Fernandes, que era mais de metade dos golos da equipa, entre tiros certeiros e assistências. E a alma do balneário.

Dá gosto ver finalmente um treinador com coragem de lançar jovens de elevado potencial ainda aos 18 ou 19 anos - que mesmo Keizer, apresentado como o Rei da formação, nunca foi realmente capaz. E dá uma certa pena ver estes miúdos jogar com Palhinha, que está a demonstrar o seu valor, depois de 2 épocas a rodar a outras a ver o jogo do banco. A política do "rodar para ganhar experiência", em clubes de segunda linha, não tem funcionado e é bom vê-lo demonstrado cada vez que o Sporting entra em campo. Aliás, que fazia Daniel Bragança na 2ª Liga na época passada?

Também é bom lembrar que a equipa que Amorim encontrou nada tinha a ver com a de hoje. Era uma mistura de flops de várias proveniências, mau ambiente e desmotivação. Devemos reconhecer a Amorim a coragem de, nesse momento, ter a coragem de renovar o balneário com jovens ansiosos por pisar o verde de Alvalade XXI. De impor o seu estilo de jogo. E, sobretudo, de identificar e acrescentar talento. Nas contratações do Clube, com a actual direcção, há claramente um antes e depois de Amorim, e a diferença é da noite para o dia.   

Sou um observador atento do comportamento dos treinadores durante os jogos. Em Jesus, irritava-me a teatralidade. Em Keizer, a passividade. Gosto do estilo de Amorim, concentrado e faminto de ganhar.

Ganhamos uma equipa, mas é claro que troféus ainda nem vê-los. Pelo contrário, perdemos o acesso à Liga Europa, de maneira humilhante, logo a começar esta época. Essa perda financeira é um rude golpe para o Clube, já a braços com a perda de receitas de espectadores. Perdemos, antes, com o Porto e com o pior Benfica dos últimos anos. É claro que terminar a época no lugar onde estamos implica ganhar na Liga a Porto e Benfica, algo que na actual direcção ainda não conseguimos. E convém ter presente que a arbitragem continua a ser uma máquina bem afinada, ali para os lados da Luz.

Também não nos ajuda o discurso insosso da direcção, ainda feito do "melhores dias virão" e "vamos ganhar milhões a vender jogadores da formação" que, na Liga do vale tudo, é uma receita para ficar a ver passar navios. Mas Amorim conseguiu, em menos de um ano, montar uma equipa com talento e ambição suficiente para estar a disputar o primeiro lugar e isso é, a todos os títulos, extraordinário. É um milagre de Natal. Esta é uma equipa que faz pena não poder estar a apoiar em Alvalade. Só por isso, tiro o meu chapéu ao nosso treinador. E, de seguida, como o mesmo chapéu com gosto, por ter duvidado das suas capacidades. 

Votos de um Natal verde-e-branco para todos os Sportinguistas!

Natal Verde!

Nunca pensei em tornar-me vegetariano. Muito menos nesta época festiva.

Todavia este ano vou ter que mudar a minha ideia supra, porque vou ter um Natal muuuuuuuuuuuuuito mais verde que outros Natais.

Entretanto aproveito este postal para desejar a todos os elementos desta vasta equipa que constituem o “És a Nossa Fé”, aos nossos leitores e aos nossos comentadores (sejam eles adeptos ou não do Sporting) um fantástico Natal, dentro dos possíveis!

Cuidem-se que este vírus é como aquele jogador que a partir do pescoço para baixo é tudo canela: entra a matar!

Fiquem bem!

Que desejos de Natal para o Sporting?

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Eis-nos no Natal.

Tempo de convívio, tempo de reflexão, tempo de balanço.

Como estamos?

 

Lideramos os campeonatos de hóquei em patins, andebol e basquetebol. Acabamos de registar um triunfo indiscutível no campeonato nacional de natação em piscina curta: fomos o clube com mais títulos (13, doze masculinos e um feminino).

Nesta época, o judo leonino já se sagrou campeão europeu e o hóquei em patins do Sporting venceu a Taça Continental.

 

Em futebol, comandamos a Liga Revelação e o campeonato nacional de iniciados (sub-15) na nossa série.

Ao primeiro nível, seguimos em terceiro na Liga NOS, transitámos para os 16 avos de final da Liga Europa e disputaremos as meias-finais da Taça da Liga. Mas perdemos a Supertaça frente ao mais velho rival e fomos eliminados da Taça de Portugal (troféu de que ainda somos detentores) por um clube do terceiro escalão.

 

Eis, em síntese, o balanço desportivo.

Neste contexto, que prendas natalícias gostariam de ver no sapatinho do Sporting?

Silas, o clube de malucos, e o Natal que temos

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Nas mãos de Jorge Silas, Frederico Varandas colocou não apenas um plantel com a confiança reduzida a cacos, mas também o seu próprio futuro como presidente da direcção. E, mais importante do que tudo, o futuro do Sporting Clube de Portugal, num momento de cada vez mais profundas fracturas internas. Como se a situação já não fosse delicadíssima, o Dr. Varandas, bem ao seu confuso estilo, resolveu dar uma entrevista (à Teresa...) para vincar que Silas era uma segundíssima escolha e que só não conseguia melhor porque o Sporting é um "clube de malucos". Traduzido por miúdos, foi à TV dizer "foi o que se arranjou".

Nunca me pronunciei sobre a escolha de Silas por três razões: primeiro, porque respeito a coragem de ter aceite uma missão dificílima; segundo, porque é sportinguista; terceiro, porque acho que toda a gente de bem merece uma oportunidade. E Silas sempre me pareceu uma pessoa de bem.

Se Silas chegasse a Fevereiro sem conseguir fazer o clube chegar aos primeiros lugares da tabela, se caísse nas taças e na Liga Europa, seria varrido, seguramente. E teríamos um final de época semelhante ao de 2013. Algo que nenhum sportinguista, certamente, deseja voltar a viver.

Chegados ao final do ano, o balanço de Silas é o seguinte:

- Terceiro lugar no campeonato (e ainda ao alcance o 2º e a pré-eliminatória da Champions; em 2021, Portugal voltará a ter dois acessos à pré-eliminatória);

- Qualificação na Liga Europa (primeiro lugar do grupo escapou, entre trapalhadas de Renan e más escolhas do treinador);

- Qualificação na Taça da Liga (depois de uma segunda parte com raça contra o Portimonense, ontem);

- Eliminação na Taça de Portugal (Alverca).

Apesar do desastre de Alverca, o balanço tem de ser positivo. A equipa tem vindo a crescer e fez bons jogos com o PSV (4-0) e Santa Clara (4-0). Os níveis de confiança são visivelmente maiores. E, ainda que estejamos fora da luta pelo título e eliminados na Taça, podemos terminar a época com acesso à Champions, uma Taça da Liga e uma carreira interessante na Liga Europa. 

Sobretudo, há um elogio que me dá imenso prazer fazer: Silas conseguiu lançar dois jovens da formação - Max e Rafael Camacho. Se Max era óbvio, e a prova é que já é titularíssimo, Camacho foi uma aposta algo criticada -  e o ex-Liverpool respondeu ontem às críticas com um golaço a lembrar Ricardo Quaresma. O próximo deverá ser Pedro Mendes.

No melhor cenário possível para esta época (acesso à Champions, Taça da Liga e oitavos ou quartos de final da LE), o clube escaparia ao descalabro financeiro que se avizinha com a quebra a pique das assistências em Alvalade a que temos vindo a assistir.  

Melhor, só mesmo se o desastre de Alverca não tivesse acontecido. Contudo, há que agradecer a Silas pelos resultados alcançados. E alcançados nas circustâncias que se sabe - um plantel desequilibrado (com falta de qualidade em várias posições, e várias contratações falhadas) e desmotivado; um conflito permanente entre direcção e claques, que deverá prolongar-se indefinidamente. 

Seguramente, não será já esta uma época à Sporting Clube de Portugal. Mas podia ser bem pior, sobretudo quando a direcção começa uma temporada colocando a fasquia baixo, a falar do um título de campeão como uma coisa distante - e planeia a temporada como tal, deixando sair jogadores titulares (Raphinha, Bas Dost, Thiery), já com a época em andamento. E arranja tempo para dar entrevistas a passear-se em limusines na Suíça, entre auto-elogios confrangedores.

No meio de tanta confusão, há que deixar aqui um valente obrigado ao nosso capitão, Bruno Fernandes, por fazer o impossível, em cada jogo. A Mathieu, que tem sido um verdadeiro leão na defesa. A Max, por mostrar que da Academia continuam a sair grandes valores - com Valores à Sporting. E a Silas pela confiança.

Há razões para acreditar neste Sporting. Não acreditar cegamente, porque a crença sem exigência e sem trabalho é apenas tolice.

Em 2020, queremos mais e melhor.

O meu primeiro voto é que acabem de uma vez por todas as divisões entre sportinguistas. Que fiquem na década passada os adjectivos qualificando este ou aquele como apoiante desta ou daquela direcção. Deixem-se de ódios nas caixas de comentários - e nas bancadas. Vamos, de uma vez por todas, olhar para a frente. Dignificando sempre o Sporting Clube de Portugal - que é maior que qualquer jogador, qualquer direcção, qualquer adepto. Em nome dos sportinguistas do futuro - para que ergam eles mais títulos do que nós.

Feliz Natal a todos. 

SPORTING SEMPRE 

Natal, nascer

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Mas é preciso morrer e nascer de novo
semear no pó e voltar a colher
há que querer, depois ser triunfo
há que penar para aprender a viver

e o jogo não é existir sem mais nada
o jogo não é dia sim, dia não
é feito em cada entrega alucinada
prá receber daquilo que aumenta a pontuação

 

Um excelente Natal para toda a equipa do "És a Nossa Fé", para todas as pessoas que perdem tempo a comentar o que escrevemos, para todos os Sportinguistas (e para os outros, também).

Abraço e saudações leoninas.

(não seria necessário acrescentar mas o "poema" é inspirado, descaradamente, no Restolho de Mafalda Veiga)

Chegámos vivos ao Natal, agora os reforços...

Há males que vêm por bem, a derrota em Guimarães deixou à vista as lacunas do plantel, demasiado curto para uma equipa que pretende lutar pelo campeonato. Janeiro está à porta e com ele a reabertura do mercado de transferências. A meu ver o Sporting precisa de seis reforços, um lateral-direito, Ristovski e Bruno Gaspar não oferecem garantias, um lateral-esquerdo, só temos Acuña e quando o argentino falta como recentemente se viu, a alternativa é demasiado sofrível, um defesa-central que possa rodar e dar minutos de descanso aos titulares, um médio-defensivo, um médio de transição e um ponta de lança.

Luiz Phellype (Paços de Ferreira), Eustáquio (Chaves), Adrien Silva (Leicester) parecem estar próximos, assim como o regresso de Francisco Geraldes que não calçou em Frankfurt e terá uma última oportunidade para mostrar que é mesmo jogador de equipa grande. Aguardemos pois com expectativa e confiança o trabalho da direcção, a verdade é que chegados a Dezembro estamos em todas as frentes, ao contrário do que muitos previam durante o horrível defeso que vivemos. É certo que no futebol se passa depressa do 8 ao 80 e vice-versa, mas não éramos a melhor equipa da Europa na semana passada após várias goleadas, também não somos a pior hoje.

Desejo a todos os autores, comentadores, leitores, demais sportinguistas e amantes do desporto em geral, um Feliz Natal!

Bom, a minha "posta" sobre o tal vídeo

Começo por dizer que o vídeo me emociona em determinados momentos e que a ideia não é "parva" de todo, contudo...

Não me parece que esta seja a forma de exorcisar os acontecimentos de 15 de Maio.

As referências claras a esse dia triste para a história do clube, utilizando para isso crianças, pode parecer interessante (como disse nalgumas situações comoveu-me e puxou uma lagrimita, mas eu sou um "chorão"), mas provavelmente poderia ter sido repensada a "invasão" da academia e do balneário. Eu não sou nem da comunicação, nem da psicologia, mas parece-me que plasmar ambas as situações com a invasão, a própria, seria desnecessário. Como disse, não sou duma ciência nem da outra, mas bastava uma chegada num autocarro e os jogadores à espera dos miúdos e fazer a partir dali a festa. A mensagem estaria lá sempre, subliminar, mas seria diferente, parece-me.

Depois do trabalho feito, seja ele qual for, é fácil criticar, mas por isso não me chamaram a mim para fazer o guião e dirigir a realização, pagaram a profissionais, que deveriam pensar melhor no produto final. Parece-me apenas uma infelicidade (já são duas, com a estória do Cherbakov) da equipa de comunicação, sem qualquer outra intenção, mas a que se devia prestar atenção, para evitar semelhentes erros futuros.

Pronto, nem era para escrever sobre isto, mas fica, para registo.

 

E aproveitando o post, desejo a todos os colegas e seus familiares, bem como aos leitores e comentadores do blogue, um óptimo Natal e um excelente 2019.

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