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És a nossa Fé!

Apoiar é agora, não é depois

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Alguns adeptos insistem em dizer que só acreditarão verdadeiramente na nossa equipa em Maio. Deduzo, portanto, que os jogadores do Sporting apenas nessa altura receberão apoio desses adeptos. Quando tudo tiver acabado.

Ou seja: quando já não for preciso.

Demarco-me totalmente desta atitude derrotista daqueles que só apanham o comboio na última estação, quando houver a certeza absoluta de que um título foi conquistado. 

Esse é um "apoio" que não interessa a ninguém.

Estamos em Fevereiro, não em Maio. O apoio deve ser hoje, deve ser agora. O nosso aplauso deve ser constante, deve ser permanente. Sem estar sujeito à folha do  calendário.

 

E este Sporting não merece já o nosso apoio, o nosso aplauso?

Claro que merece. Merecem os jogadores, merece a equipa técnica. 

Especifico porquê. Com números, como gosto:

- Levamos 92 golos marcados em 33 jogos de todas as provas disputadas nesta época. Média: 2,79 por jogo. O melhor registo em 61 anos. Melhor, na mesma fase, só os 3,02 da temporada 1962/1963.

- Já ultrapassámos o número total de golos marcados nas épocas 1999/2000 e 2020/2021, em que fomos campeões. 

- Já marcámos 58 em 20 jornadas deste campeonato. Média: 2,9 golos por jogo. É a segunda melhor cifra em 50 anos. Melhor, só em 1973/1974, quando tínhamos marcado 66 na mesma fase.

- Na Liga, à 20.ª jornada, tínhamos 37 marcados em 1999/2000 e 42 em 2020/2021. Muito menos do que agora.

- Levamos 12 golos de vantagem no campeonato face ao Benfica, que é a segunda equipa mais goleadora, mas temos menos um jogo disputado.

- Só uma equipa, no último meio século, marcou mais do que este Sporting à jornada 20: foi o Benfica de 1975/1976, treinado por Mário Wilson, então com 60 golos.

- O Sporting tem a segunda melhor média de golos das principais ligas europeias. Apenas o PSV apresenta melhor média: 3,23 por jogo.

- Temos 12 vitórias consecutivas em casa para o campeonato - 11 nesta época, com 37 golos marcados e apenas sete sofridos.

- Dos 17 jogos disputados em Alvalade para várias competições nesta temporada, vencemos 16.

- Marcámos 26 golos nas últimas cinco jornadas da Liga.

- Já protagonizámos 6 goleadas nesta época, duas delas por 8-0 (Dumiense e Casa Pia).

- Gyökeres, com 16 golos marcados, lidera a lista dos artilheiros da Liga 2023/2024 - mais dois do que Banza, do Braga.

- O internacional sueco marcou 27 em todas as provas e já contabiliza 11 assistências. Teve influência directa em 38 golos.


Tudo motivos para celebrar, já em Fevereiro.

Em Maio, quando tivermos conquistado o campeonato ou a dobradinha, os nossos jogadores já não precisarão de apoio algum. Eles precisam de apoio é agora. E apoiar é dizer o óbvio: eles formam a melhor equipa hoje em Portugal, são orientados pelo melhor treinador, praticam o melhor futebol.

Escrever e dizer isto em Fevereiro tem muito mais valor do que em Maio.

Eu escrevo e digo desde Agosto. 

Lembro-me

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Disputámos até agora, nesta temporada, 24 jogos. Assim distribuídos: 14 do campeonato, 6 da Liga Europa, 2 da Taça de Portugal, 2 da Taça da Liga. Com este balanço: 18 vitórias, 3 empates, 3 derrotas.

Percentagem de triunfos: 75%.

 

Tendo ao comando da equipa o «inexperiente» e «impreparado» Rúben Amorim, que Frederico Varandas trouxe de Braga, onde foi «enrolado» pelo homólogo minhoto.

Tudo quanto vem entre aspas, e muito mais, foi escrito e papagueado até à exaustão por muitos - demasiados - adeptos leoninos. Vários dos quais brindaram com insultos e estridentes assobios o jovem técnico no dia em que se estreou em Alvalade. Quando uns tantos milhares saíram à rua, ali mesmo, exigindo a destituição imediata do presidente para abrir caminho sabe-se lá a quê.

 

Três dias antes, ao ser apresentado por Varandas como novo técnico leonino, Amorim, com um sorriso desconcertante, tinha-se limitado a perguntar: «E se corre bem?» 

Lembro-me como se fosse hoje.

Gyökeres, cada vez mais

Gyökeres, sempre ele. Que diferença entre o desempenho do internacional sueco e a actuação dos restantes jogadores do actual plantel leonino.

Verificando as classificações atribuídas pelo conjunto da imprensa desportiva portuguesa ao desempenho do "melhor em campo" desde o início da temporada, nestes 24 jogos já efectuados para quatro competições.

Vinte e quatro vezes três, portanto. Ele, sozinho, preenche um terço das referências.

 

Eis os números:

Gyökeres 24

Edwards 12

Paulinho 10

Pedro Gonçalves 7

Coates 4

Gonçalo Inácio 4

Geny 3

Daniel Bragança 3

Diomande 2

Morten 2

Morita 1

No pódio deste século

Texto de Rogério Azevedo

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Aqui vão os números, com os treinadores com maior percentagem de vitórias nos 3 Grandes, registos só deste século XXI, com treinadores que tenham feito mais de 100 jogos, nos bancos respectivos:

 

FC Porto:
1º Sérgio Conceição, 341 jogos, 249 vitórias, 73% de vitórias.
2º José Mourinho, 127 jogos, 91 vitórias, 71,6% de vitórias.
3º Jesualdo Ferreira, 188 jogos, 126 vitórias, 67% de vitórias.

 

Benfica:
1º Jorge Jesus, 404 jogos, 277 vitórias, 68,5% de vitórias.
2º Rui Vitória, 181 jogos, 123 vitórias, 67,9% de vitórias.
3º Camacho, 109 jogos, 65 vitórias, 59,6% de vitórias.

Sporting:

1º Rúben Amorim, 173 jogos, 119 vitórias, 68,7% de vitórias.
2º Jorge Jesus, 158 jogos, 99 vitórias, 62,6% de vitórias.
3º Paulo Bento, 194 jogos, 117 vitórias, 60,3% de vitórias.

 

Vislumbramos dois pelotões distintos, neste século XXI:
A - Conceição e Mourinho, com uma percentagem de vitórias acima dos 70%.
B - Amorim, Jesus (no Benfica), Rui Vitória e Jesualdo, com percentagens a rondar os 67% e 68% de vitórias.

 

Sim, o que interessa são os números, e os números são bem eloquentes, e sobretudo esclarecedores.

 

Texto do leitor Rogério Azevedo, publicado originalmente aqui.

Que diferença

 

Vale a pena comparar.

Há um ano, também após a jornada 11, a classificação do campeonato português de futebol era a seguinte:

Benfica 31

Braga 25

FC Porto 23

Casa Pia 20

V. Guimarães 20

Sporting 19

 

Este ano, tudo bastante diferente. Como os números demonstram sem margem para dúvida:

Benfica 28

Sporting 28

FC Porto 25

Braga 23

Moreirense 20

V. Guimarães 19

 

Tudo visto e conferido, temos portanto as seguintes variações:

Sporting: + 9

FC Porto: + 2

V. Guimarães: - 1

Braga: - 2

Benfica: - 3

 

Vale a pena anotar. Porque nada melhor do que o debate com base em dados estatísticos em vez do "acho que" ou do "parece que" ou do "mais ou menos", tão à portuguesa.

Rúben Amorim, o português mais vencedor

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Celebração do título de campeão nacional em Maio de 2021

Foto: Patricia de Melo Moreira / Tribuna Expresso

 

Números que não enganam: Rúben Amorim é o treinador mais vitorioso do Sporting Clube de Portugal neste século. Igualou o número de vitórias de Paulo Bento, que antes liderava esta lista: são já 117. Mas com muito menos jogos. O actual técnico leonino comandou a equipa em 170 (68,8% de triunfos) enquanto Paulo Bento atingiu aquela marca só após 184 desafios (percentagem: 60,3%).

E não só: Amorim é também o treinador mais vitorioso que passou pelo Sporting nas últimas sete décadas. Melhor do que ele, apenas Joseph Szabo (1896-1973), húngaro que esteve onze temporadas no nosso clube - primeiro de 1935 a 1944, depois entre 1953 e 1955. Registo: 236 vitórias em 327 partidas (percentagem: 72,2%).

Caso para concluir: Rúben Amorim tornou-se, por mérito próprio, o português mais vencedor de sempre na história do nosso emblema já centenário. Motivo para merecer calorosos parabéns, sem favor algum.

Alguém imagina que ele ainda acabe por ultrapassar a marca de Szabo?

Penaltização do futebol, os números

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Hoje de manhã, alguém dizia, na Antena1, com ar embevecido e, imagino, com uma grossa lágrima a escorrer-lhe pela bochecha:

"17 golos, João Mário já vai com 17 golos"

"Quantos serão de penalty", pensei.

Nem de propósito, mais de metade foram marcados de penalty.

Se Paulinho tivesse convertido tantos penalties como João Mário teria vinte golos marcados.

Às vezes a vida é só uma questão de números.

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Que os ventos nos sejam favoráveis, logo, sem penalties, de preferência.

Marcadores de golos no Sporting

No final da primeira volta do campeonato

Pedro Gonçalves: 9 golos (4.º marcador da Liga)

Nuno Santos: 5 golos (14.º marcador da Liga)

Edwards: 5 golos (14.º marcador da Liga)

Morita: 3 golos (22.º marcador da Liga)

Trincão: 3 golos (22.º marcador da Liga)

Paulinho: 2 golos (43.º marcador da Liga)

Porro: 2 golos (43.º marcador da Liga)

 

Estatísticas do ZeroZero. Que justificam alguma reflexão da nossa parte.

Os três melhores marcadores da Liga 2022/2023 são Gonçalo Ramos (Benfica), com 12 golos, Fran Navarro (Gil Vicente), com 11, e Taremi (FC Porto), com 10.

Uma questão de números

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Não me refiro aos números dos contratos, refiro-me aos números nas camisolas (camisetas, como dizem, nossos irmãos, além Atlântico).

A marca é a mesma, a americana Nike, quais serão os mais bonitos, os mais simples, os que se vêem melhor quando estamos na bancada, os do Liverpool ou os do Sporting?

(às vezes, menos é mais, às vezes, quanto mais simples melhor)

Parabéns, Rúben Amorim

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1

O futebol leonino acaba de superar um recorde negativo que durava há mais de meio século no Sporting: desde 1970/1971 que a nossa equipa não se classificava em segundo lugar na época imediatamente seguinte àquela em vencia o campeonato. Acaba de acontecer enfim. Cinquenta e um anos depois.

Parabéns, Rúben Amorim.

---------------------

2

Há quase década e meia que o Sporting não se qualificava em duas temporadas seguidas com apuramento directo para a Liga dos Campeões. Sucedeu com Paulo Bento em 2007 e 2008. Esta é apenas a sétima vez que conseguimos acesso directo à Liga milionária neste século. As restantes três aconteceram também com Paulo Bento em 2006, Leonardo Jardim em 2014 e Jorge Jesus em 2016. 

Parabéns, Rúben Amorim.

---------------------

3

A duas jornadas do fim do campeonato, o futebol leonino já ultrapassou a cifra dos cem golos marcados nas diversas competições desta época - o centésimo golo foi marcado anteontem, no Estádio José Alvalade, por Edwards. Algo banal? Longe disso. Sucede-nos apenas pela sétima vez neste século.

Parabéns, Rúben Amorim.

---------------------

4

Desde que as vitórias passaram a valer três pontos no campeonato português, em 1995/1996, nunca a equipa de futebol profissional do Sporting conseguiu pontuações tão elevadas em duas temporadas consecutivas como nestas mais recentes - 85 na anterior, 79 na actual ainda antes de chegarmos ao fim, podendo igualar a de 2020/2021. O que, a concretizar-se, ascenderá a uns inéditos 170 pontos. Nestes 26 anos, o biénio mais pontuado tinha sido o de 2015/2016 e 2016/2017, em que atingimos 162 pontos com Jorge Jesus ao leme da equipa. Marca já superada.

Parabéns, Rúben Amorim.

Sérgio e Rúben

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1

Desde a chegada de Sérgio Conceição ao FC Porto, em Junho de 2017, disputaram-se 13 títulos.

Distribuição desses títulos:

Sporting Clube de Portugal 6 (Campeonato 2021, Taça de Portugal 2019, Taça da Liga 2018, Taça da Liga 2020, Taça da Liga 2021, Taça da Liga 2022)

Futebol Clube do Porto 3 (Campeonato 2018, Campeonato 2020, Taça de Portugal 2020)

Sporting Clube de Braga 2 (Taça de Portugal 2021, Taça da Liga 2020)

Sport Lisboa e Benfica 1 (Campeonato 2019)

Clube Desportivo das Aves 1 (Taça de Portugal 2018)

 

2

Facto:

Conceição disputou 13 títulos desde que chegou ao Dragão.

Venceu três, perdeu dez.

Percentagem vitoriosa: 23%.

Facto:

Amorim disputou quatro títulos desde que chegou a Alvalade.

Venceu três, perdeu um.

Percentagem vitoriosa: 75%.

 

3

Balanço provisório da época:

- O FC Porto fez até agora 33 jogos, tendo obtido vitórias em 75% desses encontros.

- O Sporting já cumpriu 36 desafios - mais três do que o FCP pois disputou a Supertaça e as duas partidas da fase final da Taça da Liga. Sagrou-se vencedor em 80% desses jogos.

 

4

Alguns outros dados factuais:

  • O Benfica nada vence há quase três anos.
  • O Braga ultrapassa o Benfica.
  • O extinto Clube Desportivo das Aves está ao nível do Benfica.
  • O FC Porto ainda não rompeu o hímen na Taça da Liga, como diria o jornal A Bola: permanece virgem.
  • O FC Porto tem metade dos títulos do Sporting, num honroso mas distante segundo lugar.

Particularidades do título do Sporting (2)

O texto que se segue é integralmente da autoria da página Sporting Brasil (o Sporting tem muitos, e muito ativos, adeptos no Brasil). Reproduzo-o aqui na grafia original com a devida vénia.

Alguns fatos:
O Sporting é a equipe com menos gols sofridos (20) nos 10 principais campeonatos europeus. Só indo até o 11.º país do ranking UEFA (Escócia) podemos encontrar o campeão Rangers FC com apenas 13 gols sofridos.
Luís Maximiano é o primeiro jogador da história do Sporting a ser campeão nacional nos iniciados (2013), juvenis (2016), juniores (2017) e equipe principal (2021).
Dário Essugo é o mais jovem campeão na história dos Campeonatos Nacionais. Realizou a sua estreia com apenas 16 anos e seis dias contra o V. Guimarães (24.ª rodada).
Com 37 anos, dois meses e 23 dias, João Pereira é o mais velho campeão nacional da história do Sporting, batendo João Azevedo de 36 anos de idade, oito meses e 24 dias.
11 jogadores formados campeões nacionais em 2020/2021 (Luís Maximiano, Eduardo Quaresma, Gonçalo Inácio, Nuno Mendes, João Palhinha, Tomás Silva, Daniel Bragança, João Mário, Dário Essugo, Jovane Cabral e Tiago Tomás). Foi superado o máximo anterior de 10 jogadores formados em Alvalade campeões nacionais em 1981/1982 (Carlos Xavier, Virgílio Lopes, Vitorino Bastos, Zezinho, Augusto Inácio, Francisco Barão, Ademar, Freire, Alberto e Mário Jorge).

Maldição ultrapassada

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A camisola n.º 7 parecia amaldiçoada no Sporting desde a saída de Luís Figo. Provocando doenças graves, lesões irreparáveis, gritantes incapacidades para singrar na equipa e até preocupantes problemas do foro psicológico. Arriscaram vesti-la jogadores como Ricardo Sá Pinto, Iordanov, Leandro Machado, Delfim, Niculae, Izmailov, Bojinov, Jeffrén, Shikabala, Joel Campbell, Rúben Ribeiro, Rafael Camacho...

Mas a maldição parece ultrapassada desde que ficou entregue a Bruno Tabata, um dos melhores reforços leoninos na temporada em curso. Há tradições que bem merecem ser quebradas - esta é uma delas. Antes tarde que nunca.

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