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És a nossa Fé!

O que já escrevi aqui sobre Joel Campbell

15 de Junho de 2014:

«A maior figura do dia de ontem emergiu inesperadamente do Costa Rica-Uruguai: Joel Campbell, o ponta-de-lança costarriquenho que marcou o primeiro dos três golos da sua equipa, derrotando de forma categórica a selecção que ficou em quarto lugar no Mundial de 2010.»

 

20 de Junho de 2014:

«O golo do triunfo da Costa Rica surgiu aos 44' numa rapidíssima jogada de ataque concluída por Bryan Ruiz, após assistência de Júnior Díaz. O regressado guardião Buffon - um dos sobreviventes da squadra azzurra que se sagrou campeã mundial em 2006, convocado para cinco campeonatos do mundo desde 1998 - nada pôde fazer. E maior seria a vantagem, em princípio, se dois minutos antes o árbitro tivesse marcado uma grande penalidade mais do que evidente cometida sobre Joel Campbell, que voltou a ser um dos melhores em campo.»

Bosch(es)?

As coisas vão mal para os lados das alemanhas.

Não bastava o escândalo da Ferrostaal, do Deutsche Bank, dos carros do povo, aparece agora isto.

Não sei se será do cumbíbio com os pindéricos do sul que eles apodam de vígaros para cima, mas vai-se a ver e afinal começam a descobrir-se muitas carecas e eles não são assim tão melhores que os porcos.

Bom, sejamos honestos, eles são bastante melhores nisto: O facto importante de não chutarem para canto estes assuntos, como num certo país que eu cá sei, onde andam umas caixas à deriva, sem que se tome medida alguma, sujeito até a que os jantarinhos que lá estão dentro, azedem.

Um país onde, curiosamente, as vendas da marca fraudulenta, aumentaram depois da descoberta da vigarice. Já nada me surpreende, confesso.

Que fique claro que não estou a fazer qualquer tipo de associação ao Euro 2004!...

Bom, aí sim, ficaria surpreendido. Ou não...

 

 

 

Nota: Este post limita-se a "linkar" para notícias publicadas, com o intuito de demonstrar a boa-fé com que foi escrito.

Qualquer conotação política é responsabilidade da interpretação do leitor, excepto no que à Caixa Dourada diz respeito, onde o autor assume claramente o seu partido.

Tudo como dantes

Depois de um sofrível apuramento para o Mundial, de uma convocatória onde a amiguismocracia prevaleceu sobre a meritocracia, e de uma fase de grupos sofrível, concluída com a eliminação da prova, Paulo Bento continua à frente da Selecção Nacional de futebol.

Depois dos 10-1 do Mundial, de praticar um futebol muito longe do melhor que se pratica na Europa e ao arrepio da opinião brasileira especializada, o Brasil vai agora ser treinado por Dunga, o seleccionador do Mundial de 2010, onde a canarinha foi eliminada nos quartos-de-final de uma prova em que primou por um futebol...mal jogado.

Portugal e Brasil têm os resultados internacionais que merecem, é o que apetece dizer.

A ver o Mundial (30)

Escutei já hoje o que se disse ontem à noite nas televisões portuguesas sobre o Brasil-Holanda. Num dos canais - por sinal aquele que, de longe, pior trata o futebol - todo o espaço de comentário foi utilizado para pendurar Luiz Felipe Scolari no pelourinho. Um dos intervenientes chegou ao ponto de dizer que a conquista da Taça das Confederações em 2013, já com Scolari ao leme do escrete, foi péssima para o Brasil pois travou a indispensável renovação dos canarinhos, blablablablá patati patatá.

Ainda esperei que, numa lógica simétrica, todos quantos degolaram, vergastaram e lapidaram Scolari - tornando o treinador já não só o responsável máximo mas o responsável único dos desaires de uma equipa - saíssem em elogio e louvor do seleccionador holandês, Louis van Gaal. Nada disso: nem uma palavra sobre o tema. Os treinadores, na óptica do painel deste canal, só merecem menção pela negativa, nunca pela positiva.

 

Toda a linha de raciocínio deste programa de rescaldo e análise do encontro de ontem para a obtenção do terceiro lugar no pódio do Mundial decorreu em obediência à lógica do demérito brasileiro, sem invocação expressa (e mais que justificada) do mérito holandês.

Como se fosse por acaso que a Holanda se despediu do Mundial sem uma derrota.

Como se fosse por acaso que os holandeses tivessem renovado em grande parte a sua selecção, eliminada no Euro-2012 ainda na fase de grupos.

Como se fosse por acaso que Robben se sagrou o maior valor individual deste torneio, correndo em cada jogo como se fosse o último (e no Brasil-Holanda sofreu uma grande penalidade cometida por Fernandinho à qual o árbitro fez vista grossa, talvez para poupar a turma anfitriã a uma segunda goleada consecutiva).

 

Os erros grosseiros cometidos pelos brasileiros em campo foram igualmente escamoteados por estes comentadores.

Nem uma palavra sobre a falta cometida por Thiago Silva sobre Robben logo aos dois minutos (e que o árbitro, amiguinho, sancionou apenas com cartão amarelo quando devia ter exibido o vermelho).

Nem uma palavra sobre o absurdo alívio de David Luiz aos 17' que funcionou como assistência ao segundo golo holandês.

Nem uma palavra sobre as exibições apagadíssimas de Jo e Willian, os "reforços" que os críticos de Scolari mais vinham reclamando para o onze titular.

 

Toda a análise foi feita à luz da putativa obrigação do Brasil em sagrar-se vencedor.

Como se houvesse triunfadores antecipados em futebol.

Como se a Holanda não existisse.

O escrete comandado por Scolari sai do Mundial no quarto lugar. Como saiu em 1974, no Campeonato do Mundo que se seguiu à brilhante conquista do troféu Jules Rimet no México, ainda com vários jogadores titulares da conquista desse tricampeonato. E em melhor posição do que conseguiu a tão elogiada selecção de 1982, eliminada antes das meias-finais mesmo com o brilhantismo de Sócrates, Falcão e Zito.

 

Falar assim de futebol, sem critério nem memória, é demasiado fácil. Os cafés portugueses estão cheios de comentadores deste género: qualquer mediano olheiro televisivo pode recrutá-los lá.

Comparar Ronaldo a Eusébio

                   

 

Não é nada fácil compararmos jogadores de épocas diferentes. Porque as mudanças registadas em cada década no futebol - do plano da organização táctica das equipas à preparação física, passando pelo acompanhamento clínico - é totalmente diferente. Mesmo assim, continuamos a assistir às incessantes comparações entre Eusébio e Cristiano Ronaldo com vista à designação do melhor futebolista português de todos os tempos. Com muitas opiniões favoráveis ao antigo goleador do Benfica, infelizmente já falecido. Sobretudo pela sua brilhante prestação no Campeonato do Mundo de 1966, em que Portugal surpreendeu tudo e todos com a conquista do terceiro lugar.

Não consigo acompanhar estas teses.

Eusébio conseguiu uma única proeza a nível de selecção. Essa mesmo, em 1966. De resto, com ele no activo, a selecção nacional falhou o apuramento para os Mundiais de 1962, 1970 e 1974. E falhou as presenças em todas as fases finais de europeus (1964, 1968, 1972). 
Além disso Eusébio jogou na selecção praticamente com a equipa do Benfica: as rotinas estavam mais que firmadas, os automatismos estavam mais que estabelecidos. Nada a ver com os tempos actuais, em que a selecção é uma manta de retalhos, com jogadores das mais diversas proveniências, alguns dos quais nem chegaram a jogar em Portugal.
Cristiano Ronaldo participou em três Mundiais - chegando num deles, em 2006, às meias-finais, tal como Eusébio, mas com mais equipas em competição na fase final. E actuou em três Europeus: num deles (2004) fomos à final, noutro (2006) atingimos as meias-finais.
Não há comparação possível. Com Eusébio, a regra era falharmos o apuramento. Com Ronaldo, a regra é conseguirmos o apuramento.
Agora queixamo-nos - e com razão - de termos caído na fase de grupos (após termos perdido contra a Alemanha, com apenas dez jogadores). Aos Mundiais de 1930, 1934, 1938, 1950, 1954, 1958, 1962, 1970, 1974, 1978, 1982, 1990, 1994 e 1998 nem lá chegámos. Antes de Cristiano Ronaldo.
Depois de Ronaldo, não falhámos um.

O fim das vuvuzelas

Tenho ouvido muitos elogios ao Mundial do Brasil. Mas há um, mais que merecido, que ainda não escutei: o desaparecimento das famigeradas vuvuzelas, que nos deram cabo dos tímpanos (e da paciência) há quatro anos, durante o Campeonato do Mundo disputado na África do Sul.

Desta vez ninguém deu por elas. E não fizeram falta nenhuma.

Fazer tudo o que se sabe

Gastámos os preparativos do jogo contra a Alemanha a falar do joelho do Cristiano Ronaldo: fomos goleados. Gastámos os preparativos do jogo contra os Estados Unidos a falar do apuramento quando eram os americanos que jogavam para o apuramento directo: empátamos. Estamos agora a gastar os preparativos do jogo com o Gana a antecipar que os Estados Unidos vão ser goleados pela Alemanha e que nós vamos também golear o Gana. Nós: que estamos em último e que temos as piores das circunstâncias de todas as equipas com "esperanças" de apuramento. Paulo Bento chama a isto: "esgotar todas as possibilidades". E o que vai fazer: vai meter William Carvalho a titular, vai jogar com 3 avançados sem ponta de lança e vai aterrar na Portela a dizer que fez tudo, mas tudo mesmo, que estava ao seu alcance para sair do buraco que ele próprio cavou. Essa é a questão: Paulo Bento está mesmo a fazer tudo o que sabe. É isto que estamos a ver.

Eu prefiro sem gelo

 

O gelo transformou-se na grande questão em Portugal antes do grande jogo contra os Estados Unidos. Os espanhóis também passaram por isso, mas falaram mais do rei e menos do gelo e no fim acabou como se esperava: perderam com o Chile e regressaram a casa para verem no sofá as equipas que jogam de facto futebol. Portugal está em transe com o gelo no joelho de Ronaldo. Mourinho criticou ferozmente porque mostra fragilidades do jogador, os outros jogadores responderam que se trata de um gesto normalíssimo e os comentadores disseram coisas e cenas que não importam por aí além. O gelo é mesmo a questão: se Portugal jogar como a Espanha jogou com o Chile, se Portugal jogar como jogou contra a Alemanha, faz todo o sentido falar no gelo porque vão usá-lo para ver o resto do mundial no sofá lá de casa. Nunca o gelo disse tanto sobre uma equipa que joga tão pouco.

Sem sumo

 

Tenho uma vaga memória do Argentina'78: talvez dos confetis e do cabelo do Kempes. Lembro-me perfeitamente do Espanha'82: da mascote, uma laranja gordinha, do Itália-Camarões e do Itália-Brasil, das pernas longas do Doutor Sócrates e da classe do Zico. Gostava de esquecer o México'86. Lembro-me das tardes de calor, de ter sempre uma selecção favorita diferente, das edições especiais do France Football, das colecções de cromos e da edição especial da TV Guia com todas as equipas. Eram tempos de frenesim no meu bairro. Jogávamos com os nomes dos jogadores favoritos e sabíamos literalmente tudo o que havia para saber sobre cada um dos jogadores. Chegámos a jogar com uma bola Tango novíssima que acabou ingloriamente dentro do cemitério de Benfica. Ontem, dei por mim a pensar o quanto me divertia a ver os mundiais quando Portugal não estava lá.

Dos Mundiais para o Sporting (V) - Mustapha Hadji

Hoje é a vez de Mustapha Hadji ter o lugar aqui nesta mui modesta galeria. Jogador de enorme talento e virtuosismo, este marroquino veio para o Sporting em 1996, tendo-se transferido no ano seguinte para o Deportivo da Corunha. Vestiu a camisola do Sporting por 27 vezes marcando três golos.

 

Hadji foi um daqueles jogadores que originou grandes discussões em pleno estádio devido às suas intermitências. Num momento quedava-se por uma apatia enervante para logo a seguir arrancar para uma jogada fantástica.

 

Participou com a sua selecção em dois campeonatos do Mundo, o de 1994 nos Estados Unidos e o de 1998 em França, sendo considerado o melhor jogador africano no ano de 1998.

 

Mais um valor a inscrever o seu nome nas páginas douradas do futebol leonino.

 

Deixo aqui um filme deste jogador no Marrocos-Noruega onde poderão ver e rever a qualidade deste atleta.

 

Que venham mais para a História!


Porque o Mundial também é isto. Danças eternas com a bola por entre os adversários. Rasgões de impetuosidade e de genialidade. A química que se gera entre o jogador e a bola e que passa para as bancadas quando toca na rede. E numa linguagem verdadeiramente (de) Mundial, todos gritamos GOLO!

P.S: O do Cambiasso (golo nº16) é um hino ao futebol, salvo erro, foram perto de 20 toques da Argentina. Diz a história que a Sérvia nem cheirou a bola...

Dos Mundiais para o Sporting (IV) – André Cruz

André Alves da Cruz é um daqueles jogadores que não veio directamente de um qualquer Mundial para o Sporting, mas somente no ano de 1999, reforçando com qualidade a defesa leonina.

 

Já com 31 anos, deu a sensação de ser um daqueles jogadores que vinha para Alvalade para acabar a carreira de uma forma serena. Todavia este jogador fez parte das últimas equipas leoninas a sagrarem-se campeãs em Portugal. Foi um verdadeiro leão!

 

Ganhou dois títulos nacionais, uma Taça de Portugal e uma Supertaça. Senhor de forte pontapé, coleccionou golos muito importantes, enquanto evoluiu nos relvados portugueses. Em 78 jogos realizados marcou 9 golos.

 

Jogador de uma qualidade técnica muito acima da média, foi 47 vezes internacional pela selecção do Brasil participando no Mundial de 1998, em França, onde perdeu a final para a equipa anfitriã.

 

Após três fantásticos anos de Sporting, regressou ao Brasil para ingressar no Goiás, equipa onde viria, em 2004, a terminar a sua carreira.

André Cruz foi um defesa central que honrou – e de que maneira – a bela camisola do Sporting.

 

Dos Mundiais para o Sporting (III) - Naybet

 

Após o Mundial de 1994, nos Estados Unidos, ingressou no Sporting, um defesa central marroquino de nome Noureddine Naybet. Veio transferido do Nantes onde jogara somente um ano.

 

Todavia em Alvalade foi durante duas épocas um dos pilares da defesa leonina, jogando 54 jogos e marcando 5 golos. Mas em 1996 é transferido para o Deportivo da Corunha de Espanha onde também se evidenciou.

 

Naybet era um daqueles jogadores que preferia quebrar que torcer. O que lhe originava com os treinadores e não só alguns dissabores. Enquanto atleta do Sporting ganhou uma taça de Portugal, contra o Marítimo – curiosamente a única final que vi do Sporting, no Jamor – e uma Supertaça conquistada frente ao FCPorto em Paris com um esclarecedor 3-0.

 

Dono de uma técnica apurada, Naybet era quase intransponível. E não fossem as consecutivas lesões que sofreu, este marroquino teria feito uma carreira fantástica.

 

Um jogador de altíssimo nível que gostei (muito) de lembrar.

 

 

 

 

Dos Mundiais para o Sporting (I) Luizinho

 

Breve introdução

 

Os campeonatos Mundiais de futebol são uma montra imensa de fantásticos jogadores. Quase sempre os melhores. A maioria deles joga normalmente em grandes equipas europeias ou sul americanas.

O Sporting como grande clube europeu que é (mesmo contra muuuuuuuitas vontades e desejos obscuros!!) tem tido nos seus plantéis, jogadores que participaram em Mundiais. E não falo, claro está, apenas dos portugueses.

Com a aproximação do Mundial no Brasil, abro aqui um livro de recordações de jogadores estrangeiros que participaram em Mundiais e deram (e de que maneira!) o seu contributo no Sporting.

 

O jogador

 

De todos os que me lembro de ver jogar, houve um que recordo como sendo dos melhores no seu posto de defesa central. Chamava-se Luis Carlos Ferreira mas no futebol era mais conhecido por Luizinho e foi um atleta fenomenal.

Com o hábito bem luso de dar alcunhas a quase todos os jogadores, a este calhou uma que o definia como atleta: o Professor. Na verdade a sua postura em campo destacava-se pela serenidade e pela qualidade técnica que exibia sempre em prol da equipa. 

Não obstante ter vindo para o Sporting já com 31 anos foi um reforço fantástico. Jogou de 89 a 92.

Participou no celebérrimo campeonato Mundial de 1982, em Espanha, onde jogou 5 partidas, com quatro vitórias e uma derrota (a tal contra a Itália de um tal Paolo Rossi).
Terminou a sua carreira de futebolista no clube onde se iniciou, no Vila Nova Atlético Clube.

 

Finalmente meus amigos Autores deste blogue, é a vossa vez de lançarem aqui um nome.

 

Agora dava-me jeito

Anda tudo maluco com o Tiago. Será que não podia ir ao mundial no Brasil? É que estou mesmo a vê-lo ali no meio campo a resolver. O facto de ter renunciado à selecção já há uns anos pouco importa. Se calhar até era muito bem recebido pelos seus colegas, ávidos de alguém que, arrependido, retornava ao seu posto. Até porque todos os outros jogadores que lutaram até ao fim, e outros que sempre demonstraram total disponibilidade para vestir a camisola da selecção, iriam recebê-lo de braços abertos, compreendendo facilmente que a disponibilidade para representar Portugal é algo que vai e vem, tipo iô-iô. Ora agora dá-me jeito, mas mais logo tenho outra coisa para fazer. 

{ Blog fundado em 2012. }

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