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És a nossa Fé!

2701!

Este foi o número de espectadores presentes na noite passada no pavilhão João Rocha, onde a equipa de futsal cilindrou o Modicus Sandim por um expressivo 7 a zero.

Ambiente infernal, com os adeptos o tempo todo a puxar pela nossa equipa.

Estamos na fase final. Seja com quem for é para ganhar.

Sonho tornado realidade

Contabilizando o que já conquistámos nesta época, o Sporting Clube de Portugal soma 35 títulos europeus, em diversas modalidades: futebol, atletismo, andebol, hóquei em patins, futsal, judo e desporto adaptado.

Muito mais do que os nossos rivais somados. O Benfica tem 17 títulos europeus e o FC Porto apenas 14. 

Somos um caso ímpar de ecletismo no panorama do desporto a nível internacional. Com uma cultura de vitória que honra o lema do nosso fundador: Que sonhou um Sporting «tão grande como os maiores da Europa».

Sonho tornado realidade. Para alegria de todos nós.

O Rumo Certo

Esqueçam a capa, esqueçam as lampionices de V. Serpa, Delgado e F. Guerra, "A Bola" tem hoje 9 belas páginas sobre o nosso Sporting Clube de Portugal, com destaque para Bruno Fernandes (o lado pessoal deste nosso grande jogador, grande capitão e grande homem também), Marcel Keizer (os números não mentem) e Miguel Albuquerque.

Grande entrevista deste último, 16 anos de trabalho no Sporting, entrevista essa com ênfase no futsal mas passando pelas modalidades principais, e explicitando uma política desportiva para as modalidades ganhadora e sustentável com a qual me identifico em absoluto.

Frases a reter:

" ...esta conquista tem de ser um exemplo de perseverança, o exemplo do que é perseguir um objectivo de uma forma fria e calculista, de acreditar sempre num objectivo e de ter um projecto para chegar a um objectivo e uma linha condutora para nos levar ao sucesso." (foram três finais perdidas para finalmente ganhar a 4.ª)

"... temos tido a preocupação de criar referências e ter uma mescla de jogadores experientes, estrangeiros internacionais com jogadores da nossa formação... O ADN do Sporting será sempre a formação, no futebol e nas modalidades. Mas não ganhamos nada só com a formação."

"Não vamos acrescentar modalidades. O Sporting precisa de reequilibrar as suas modalidades, reorganizar os projectos desportivos; temos de começar a olhar mais para a formação."

"O Sporting não vai conseguir ganhar sempre.... O que eu quero é ganhar muitas vezes. Fazer um projecto de cinco anos e dizer assim: em cinco anos ganhámos 3, e se ganharmos 3 é positivo porque ganhamos mais do que os outros."

"O investimento nas modalidades é para continuar....ninguem ganha se não investir. Tem é de haver equilíbrio."

É isto mesmo. O rumo certo, independentemente dos condicionalismos do momento, das fraquezas e infortúnios, o rumo que corresponde ao lema do Clube. 

Esforço, Dedicação, Devoção e Glória. Eis o Sporting.

SL

Às segundas, sem segundas intenções

Andebol: uma tarde de domingo vibrante, apesar da derrota (28-30). Ou como,  perdendo, também se ganha: em entusiasmo, em comunhão, em sportinguismo. Sim, o Pavilhão João Rocha é uma obra inestimável com créditos à anterior Direção, a Bruno de Carvalho e a todos os sócios anónimos que contribuiram na Missão Pavilhão.

Goalball: a glória, agora também no feminino, com bis masculino. Orgulho imenso nestes jogadores do goalball, que inscreveram o nome do Sporting no Olimpo europeu mas também nas restantes modalidades de desporto adaptado, acompanhadas pelo Gabinete Paralímpico. Sermos dos primeiros a promover valores de igualdade e de inclusão faz-nos maiores, torna o Sporting em muito mais que um clube.   

Leões de Portugal: IPSS ligada ao Sporting, tem um trabalho notável ligada ao apoio social a estudantes (dezenas de bolsas de estudo anuais) e a idosos (centro de dia, aulas, refeições, visitas etc), nem sempre reconhecida nem bem tratada pelo clube e por sócios. O meu público louvor, e a reafirmação dos meus 0,5% do IRS para o NIF: 503 930 644 para esta causa. Solidariedade a custo zero!

Hóquei em patins: não fora aquela inexplicável derrota caseira com o Paço de Arcos... e estaríamos a reviver mais uma época de ouro. Muito embora ainda falte muito campeonato. Mas o realce vai para a brilhante vitória em Itália, frente ao Amatori Lodi por 5-3, na 1ª mão dos quartos de final da Liga Europeia. PJR cheio a 6 de abril, para confirmar o visto para a final four da prova maior do nosso continente.

Voleibol: Também se fala no feminino. Campeãs da III Divisão no ano passado, as nossas meninas disputam a subida à 1ª Divisão. Nesta altura, e quando estão disputados 4 jogos da Fase 2 (série dos primeiros, em que o campeão sobe e o 2º disputa um play-off), o Sporting lidera com 4 vitórias e 12 pontos, seguido do Desportivo das Aves ( com quem averbamos duas derrotas na fase regular) e Sporting de Espinho, ambos com 8 pontos. Dia 31, curiosamente, há jogo no PJR em masculinos e femininos com o Espinho. 

Para cumprir o título desta elucubração não falarei da ausência de João Félix do jogo da seleção, da desclassificação da equipa de triato do SLB e a posição da respetiva Federação e da derrota (já sob protesto...) da incensada equipa do futebol feminino no primeiro momento da verdade, para a Taça de Portugal. Nem tampouco falarei sobre as excelentes notícias sobre processos e mais processos judiciais para os batalhões de advogados. Pelo menos para os homens do Direito não há crise...

E já é Primavera! 

Primavera

Em grande nas modalidades

 

Andebol: Sporting faz história ao atingir oitavos-de-final da Liga dos Campeões.

 

Voleibol: após vitória fora, Sporting a um jogo de chegar à final da Taça de Challenge.

 

Hóquei em patins: Sporting assegura presença nos quartos-de-final da Liga Europeia.

 

Futsal: Sporting qualifica-se para a final a quatro na Liga dos Campeões.

 

Ténis de mesa: Sporting apura-se para as meias-finais da Taça ETTU.

 

Judo: equipa leonina sagra-se campeã europeia de clubes.

 

Contrastes

Que fim de semana este, tão feito de contrastes.

Humilhados pelo Benfica em nossa casa para a Liga 2018/2019. E no entanto conquistámos o bicampeonato europeu feminino de corta-mato. E ganhámos no hóquei em patins. E no andebol. E nos iniciados. E no futebol feminino.

Triunfos nas modalidades e no futebol amador. Em contraste, no futebol profissional, o pior resultado dos últimos 21 anos em Alvalade. Isto diz muito do que tem sido o Sporting de há demasiado tempo para cá.

Fim de semana à leão!

Não sei de quem foi o mérito, nem me interessa. Todavia e em princípio dos atletas e treinadores, mas gostei das vitórias:

- em hóquei em patins contra um dos candidatos;

- em voleibol;

- em futsal;

- em futebol;

e especialmente aquela vitória no sábado contra o Besiktas em andebol que nos coloca, pela primeira vez, na fase seguinte da Champion League desta modalidade.

É assim o Sporting.

(Provavelmente houve outras vitórias neste fim de semana, mas considerei estas deveras importantes!)

Perder supertaças é o novo normal?

Nem a arbitragem, sempre indecisa entre o habilidoso e o escandaloso, retira mérito à equipa do FC Porto pela conquista da Supertaça de Hóquei em Patins, conseguida à custa de um Sporting em que só Girão esteve ao nível habitual (os árbitros gostaram tanto de o ver defender livres e pénaltis que até mandavam repetir só para o verem defendê-los outra vez).

 

Foram-se as supertaças de Futebol Feminino, de Andebol, de Voleibol e de Hóquei em Patins, ficámos com as de Futsal, de Rugby Feminino e de Ténis de Mesa. Quase dá para desconfiar que este é o novo normal, não muito diferente daquilo que sucedia antes da anomalia da época passada, mas como é sempre melhor ver o copo meio cheio, há que esperar pelo melhor das equipas que não conseguiram suplantar os rivais directos. Afinal, continuam a ser grandes equipas (e só a de voleibol sofreu alterações profundas no plantel), continuam a ser treinadas pelos mesmos treinadores que as conduziram à vitória e continuam a ser apoiadas pelo Sporting (ultrapassado que parece estar aquele ‘balão de ensaio’ das modalidades esbanjadoras que a Comissão de Gestão tão bem endossou para a comunicação social).

 

A diferença entre a vitória e a derrota não pode ser a presença ou ausência de um cavalheiro barbudo de quarenta e tal anos que costumava assistir aos jogos em estado de absoluto descontrolo emocional. Recuso-me a acreditar que ele fosse a única fonte de mentalidade ganhadora disponível no universo leonino. Mas convém encontrar outras quanto antes, pois as modalidades do Sporting (incluindo nelas o próprio futebol) devem rever-se mais no visconde de Alvalade, almejando a ser tão grandes quanto as maiores da Europa, e menos no barão de Coubertin, para quem o mais importante não era vencer, mas sim competir.

As mensagens dos atletas das modalidades no Facebook

Deixei na tão falada postagem de Carlos Ruesga no facebook em defesa do presidente Bruno de Carvalho o seguinte comentário:

Caro Carlos, agradeço a tua dedicação ao Sporting e os títulos que ajudaste o nosso clube a ganhar. Também me solidarizo contigo e com a equipa de andebol do Sporting face aos ataques de que tem sido alvo. Gostaria, porém, de te fazer umas perguntas: como reagirias se em cada derrota pusessem em causa publicamente a tua dedicação e o teu profissionalismo? Como reagirias se te chamassem publicamente "menino mimado"? Aguardo a tua resposta. Obrigado.

Recebi dois "gostos", um comentário de apoio e dois comentários em sentido contrário, mas nenhuma resposta do jogador.

Entretanto, uma atitude semelhante parece estar a ser seguida (espontaneamente?) por jogadores de outras modalidades. A este respeito, queria dizer duas coisas. A primeira é que ninguém nega que esta direção fez um trabalho notável nas modalidades. A segunda é que me parece óbvio que Bruno de Carvalho já está em campanha eleitoral.

Duas vitórias com sabor especial

Esta tarde vencemos o Porto e o Benfica. Duas vitórias com sabor especial.

Em Andebol batemos o Porto por 30-27. Com este resultado lideramos a fase final do campeonato, quando está completa a 1.ªvolta, com 53 pontos, seguidos do Benfica com 49 e do Porto com 45. Lembro que já vencemos Benfica e Porto nas suas casas. O bicampeonato está cada vez mais próximo.

Em Voleibol, devolvemos a derrota do 1.º jogo na Luz, com uma vitória no nosso Pavilhão por 3-0 (25-19, 25-20 e 25-21). A final está assim empatada 1-1, sendo que amanhã se disputa, também no Pavilhão João Rocha, o 3.º jogo. 

Também amanhã temos, às 19 horas, a final da UEFA Futsal Cup contra o Inter Movistar, estando o Pavilhão João Rocha aberto para proporcionar a transmissão em direto do jogo.

A vitalidade do Sporting é uma realidade incontestável. Orgulho!

Ideia feita

Na relação Europa e provas domésticas, as modalidades dão 15 a 0 ao futebol.

Nas últimas duas épocas, no futebol, o Sporting melhorou bastante o seu nível competitivo nos jogos frente aos colossos europeus, mas não conseguiu, infelizmente, transpor esse nível com a regularidade e intensidade desejadas para as provas domésticas, nomeadamente, nos jogos contra as ditas equipas acessíveis.

Em contraponto, veja-se o exemplo da equipa de andebol/hóquei/futsal esta época: a participação na Champions obrigou a um nível competivo ainda mais elevado nos jogos disputados, tendo a equipa conseguido, com sucesso, mantê-lo nas competições nacionais, com uma regularidade impressionante, incluindo nos jogos contra as equipas acessíveis.

No ano do Marco Silva como treinador, Bruno de Carvalho promoveu um encontro entre os treinadores do futebol e modalidades (hóquei e futsal). Na altura achei uma iniciativa interessante e útil, tendo pena que não mais tenha sido replicada. Todos têm a aprender com todos (Jorge Jesus refere, muitas vezes, que alguma da sua criatividade foi inspirada no basquetebol), ganhando o Sporting com isso. Parece-me de todo conveniente retomá-la já na próxima época.

Hoje giro eu - Dois Sportings

Esta época pascal foi reveladora: existem dois Sporting diferentes, o das modalidades e o do futebol profissional. Na sexta-feira, ao verificar a forma senhorial como os nossos andebolistas dominaram o seu rival da Luz esta ideia veio-me à cabeça. O professor Hugo Canela foi investido interinamente como treinador principal em meados da época passada, substituindo o espanhol Zupo Equisoain. As expectativas não eram demasiado elevadas e a imprensa noticiou que o Sporting tinha tentado assegurar Carlos Resende, na época treinador do ABC e actual treinador do Benfica. A equipa estava praticamente afastada do título e os sportinguistas apenas desejavam que a época terminasse com dignidade. Hugo Canela e a sua equipa começaram por nos conquistar pela humildade no discurso, eram uns rapazes simpáticos, dizia-se. A verdade é que Hugo começou a mostrar liderança quando conseguiu unir a sociedade de nações que era o plantel leonino, alguns já cansados de grandes batalhas passadas, em torno de um objectivo comum. Jogadores como Ruesga ou Kopco pareceram ganhar uma nova vida, a equipa começou a crescer e, beneficiando da quebra do FC Porto, acabou por ganhar o campeonato. A que ainda juntaria uma nova Taça Challenge. 

 

Apesar da saga vitoriosa, Hugo ainda era olhado com desconfiança no início desta época. O Sporting iria participar na Champions League e ainda estava por demonstrar se o triunfo nacional se deveria mais a mérito próprio ou a demérito dos rivais. A equipa leonina acabou por ter uma participação muito prestigiante na prova raínha do andebol europeu, batendo-se de igual para igual com gigantes como os franceses do Montpellier. Aqui chegados, um treinador que duvidasse das suas capacidades teria encontrado na pré-eliminatória e nos 10 jogos da fase de grupos da referida competição uma justificação para o cansaço e para uma época menos positiva. Canela não! O treinador leonino usou a experiência europeia como a especiaria, o condimento que iria aprimorar o "prato" que iria servir aos adversários. A elevação do nível de jogo do Sporting foi notória e isso, conjugado com um plantel profundo e bastante homogêneo, tem tornado a equipa praticamente invencível intramuros. No final, o que fica é a liderança de Hugo Canela, que transformou o que muitos veriam como uma ameaça numa oportunidade de melhorar.

 

Noutras modalidades, como o voleibol e o hóquei em patins, também se nota essa vontade de suplantar permanentemente obstáculos. No vólei, após um longo interregno, a conjugação de esforços entre o treinador Hugo Silva e o seu mais experiente jogador e grande dinamizador da secção, Miguel Maia, tem permitido transformar um conjunto de jogadores que nunca tinham jogado juntos numa equipa firme e determinada na procura de novos objectivos. Como consequência, estamos na final do campeonato, onde iremos defrontar o rival de sempre. No hóquei, passo-a-passo temos vindo a diminuir a "décalage" face a adversários com muito maior experiência, progressivamente atenuando o "gap" criado pelos longos anos em que a secção esteve interrompida. Liderados por Paulo Freitas, um treinador com um discurso muito assertivo, a equipa tem vindo a crescer a olhos vistos e, pasme-se, está na liderança do campeonato, ao mesmo tempo que já tem um pé nas semi-finais da Liga Europa, a Champions do hóquei patinado europeu. É certo que Benfica e Porto são muito fortes e o Sporting não pode ser qualificado de nenhuma maneira como o favorito, mas nota-se ali um grande entusiasmo, motivação e vontade de superação.

 

Superação é o termo ideal para ilustrar também o que se passa noutras modalidades como o ténis de mesa, onde chegámos às semi-finais da Champions, o atletismo - acabámos de ganhar os campeonatos masculinos e femininos de corta mato - o goalball, que nos fez campeões europeus, ou o rugby feminino, tradicional vencedor de cada vez mais renhidos confrontos com o eterno rival. Já para não falar da consagradíssima secção de futsal do Sporting.

 

E chegamos ao futebol. A ideia que fica é que os nossos jogadores não compreendem na sua totalidade a responsabilidade do que é servir o Sporting e/ou que não estão devidamente motivados para o desafio que têm pela frente. A permanente desculpabilização do insucesso, incutida pelo treinador, é, a meu ver, a principal razão da pouca correspondência entre investimento avultado e sucesso desportivo. O vento, os árbitros, a relva, a sobrecarga de jogos, as lesões tudo tem servido para antecipadamente justificar os fracassos. E digo antecipadamente, por ser verdade e para que melhor se compreenda o erro crasso em que temos vindo a laborar. Em vez de se preparar uma equipa para a vitória, comunicam-se previamente razões para um eventual insucesso. E continuamos com aquele discurso de que estamos a fazer melhor do que no antigamente, algo que constitui uma afronta à história do Sporting Clube de Portugal. Talvez fosse bom fazer sentir à famosa Estrutura do futebol que estamos na final do campeonato de uma modalidade após um interregno de mais de 20 anos, que quebrámos a malapata no andebol, onde também não ganhávamos há muito tempo, e que voltámos a liderar um campeonato de hóquei, algo que não acontecia há muitos anos e depois já de uma épica vitória na Taça CERS, jogada fora de casa, com uma equipa de tostões e contra o anfitrião e todo-poderoso Reus.

 

A história do Sporting é feita da superação de homens e mulheres como Carlos Lopes, Fernando Mamede ou Joaquim Agostinho, Patrícia Mamona, Carla Sacramento ou Sara Moreira. Superação que vem ao encontro do nível de exigência que sócios, adeptos e simpatizantes históricamente têm com quem defende as cores do clube. Essa exigência deve ser um estímulo, nunca uma inibição. Muito mais para profissionais pagos regiamente.

 

#savingprivateryan

Em abril, provérbios mil

“Em abril, águas mil”, diz o provérbio. Por acaso no que diz respeito a águas, este ano março antecipou bem a fartura.

Pois para os sportinguistas há um outro: “Em abril, Europa mil”. Será no futebol, no hóquei e no futsal, num momento em que temos a liderança, em Portugal, nas modalidades (o basquetebol, um dia destes...).

Para os adeptos de outros clubes pode ser “em abril, canudos mil” pois será por eles que poderão ver o ecletismo da maior potência desportiva nacional naquelas modalidades.

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Aproveito para realçar, o que nunca é demais, a excelente vitória obtida no Andebol contra o benfica, permitindo uma liderança clara do campeonato nacional!

As modalidades e uma época de ouro ao nosso alcance

Ontem vivi um dia intenso feito de SPORTING.

No Hóquei em Patins, tivemos um grande jogo SPORTING-Porto, duas grandes equipas e em que nenhuma merecia ter sido eliminada. Emocionante. Na exibição e no resultado. Durante o jogo, faltou-nos o Pedro Gil no seu melhor, o que acho ter feito a diferença. O empate a 5, nos últimos 4 segundos do prolongamento ainda deu uma esperança mas depois, bem, depois saiu-nos a fava dos penaltis, com o Porto a ser mais competente. Mas, quem viu, sabe que podemos ser campeões da modalidade pois temos uma bela equipa com excelentes jogadores. O nó górdio não é um, são 3, justamente as 3 últimas jornadas a serem disputadas com o Benfica (24ª jornada, fora), Porto (25ª jornada, em casa) e Oliveirense (última jornada, fora). Atualmente lideramos o campeonato com 1 ponto sobre Porto e Benfica.  

Relembro que também temos o SPORTING a disputar a Liga Europeia, com a 1ª mão dos quartos de final a ser disputada já no próximo dia 24, em casa da Oliveirense, e a 2ª mão no Pavilhão João Rocha em 7 de abril. Em caso de passagem disputaremos a final four.

Quanto ao Andebol, uma vitória tranquila sobre o Avanca, que permitiu alcançar a final four da Taça de Portugal

E à noite o futebol, com a vitória clara sobre o Rio Ave, num jogo em que não pareceu que menos de 72 horas antes havíamos estado aos sobressaltos, durante duas horas, no estádio do Plzen, na República Checa.

Portanto, um domingo cheio de emoções. Mas é importante falar nas modalidades (de pavilhão, para já) e na importância que as bancadas do nosso pavilhão podem ter para o sucesso no Hóquei, no Futsal, no Andebol e no Voleibol. Aproximam-se jogos fundamentais nas diversas modalidades que referi, onde lideramos todas, repito todas elas (no Voleibol já só falta, 23 anos depois, disputar  a final  contra o Benfica). No Hóquei, a última vez em que fomos campeões foi ha 30 anos, na época de 1987/1988. Onde recentemente alcançamos êxito foi no Andebol, campeões em título, e no Futsal onde temos acumulado campeonatos.

Esta possibilidade de termos uma época de ouro nas modalidades de pavilhão (no Atletismo e na Natação, por exemplo será de sucesso, sem dúvida), deve mobilizar todos os sportinguistas. Encher o João Rocha deverá estar na ordem do dia dos adeptos e da Direção. Por isso deve ser revisto o modelo de venda de bilhetes (no preço, mais baratos se comprados para um certo nº de jogos ou se comprados para mais que uma modalidade, e nas áreas para que são disponibilizados, devendo as duas bancadas centrais serem acessíveis, na venda, em simultâneo), bem como acertadas as datas dos jogos ao pormenor (por exemplo, tentar conjugar com a realização dos jogos em dias de futebol). O sucesso só se alcança com esforço, com dedicação e com profissionalismo, dentro e fora do campo. Nada acontece por acaso. E há pequenos detalhes que podem fazer a diferença. Sou assíduo do Pavilhão João Rocha e devoto, também, das modalidades, por isso falo com alguma experiência de bancada...

Acredito que com o 12º jogador o SPORTING CLUBE DE PORTUGAL pode afirmar-se ainda mais, nesta época, como a maior potência desportiva nacional!

 

Pav

 

SPORTING, a semana em números: mais 1 título internacional!

Andebol

4.ª feira: Porto 25-31 SPORTING; sábado: SPORTING 35-18 Maia ISMAI. [1.º lugar]

 

Ténis de Mesa

6.ª feira: Liga dos Campeões, Stella Sport La Romagne 3-2 SPORTING apurado para as meias finais)

 

Goalball, 28.º título internacional do SPORTING CLUBE DE PORTUGAL

6.ª feira: 3.ª etapa da European Superleague, SPORTING 9-5 Old Power Final; sábado: SPORTING 9-2 Kleio Tessalónica; SPORTING 11-3 IFAS; domingo: SPORTING 13-3 FIFH Malmo [1.º lugar, SPORTING, CAMPEÃO DA EUROPA]

 

Voleibol 

sábado: masculinos, 1.ª divisão elite, SPORTING 3-0 Castêlo da Maia [1.º lugar]

domingo: femininos, 3.ª divisão, SPORTING 3-0 CF Paulenses [1.º lugar na 1.ª fase, só com vitórias, com 36 sets ganhos e 1 perdido]

 

Futebol

4.ª feira: Masculinos, 1.ª mão da meia final, Porto 1-0 SPORTING.

sábado: Femininos Sub19, SPORTING 10-1 A dos Francos [1.º lugar];

Masculinos Iniciados, Belenenses 1-0 SPORTING [2.º lugar]

domingo: Femininos seniores Liga Allianz, Quintajense 0-3 SPORTING [1.º lugar]

Masculinos seniores Liga NOS: SPORTING B 0-1 União da Madeira

Masculinos seniores Liga NOS: SPORTING 2-0 Feirense

Masculinos Iniciados Sub14A: Torneio António Carraça, SPORTING 2-1 Belenenses [1.º lugar, SPORTING, CAMPEÃO DO TORNEIO]

 

Futebol de Praia

sábado: Liga Marvila AFL, 1.ªjornada SPORTING 6-4 CD Nacional

 

Hóquei em Patins

sábado: Taça de Portugal 1/16 avos Juventude Pacense 0-5 SPORTING

 

Futsal

sábado: Femininos seniores, apuramento campeão, Nova Semente 1-1 SPORTING [2.º lugar]

domingo: Masculinos Sub20, apuramento campeão, Modicus 2-3 SPORTING [1.º lugar]; Sub17 apuramento campeão, Caxinas 3-6 SPORTING [1.º lugar]

 

Atletismo

Campeonatos nacionais absolutos em pista coberta: 18 títulos

1.º dia, sábado, 8 títulos:

Femininos: Salto em Altura, 1.ª Catarina Fonseca (SPORTING) ex adequo, 1,73 m; Salto à Vara, 1.ª Marta Onofre (SPORTING), 4,25m ; Salto em Comprimento; 1.ª Evelise Veiga; (SPORTING), 6,22m; Lançamento do Peso, 1.ª Jessica Inchude (SPORTING), 16,41m; 60m, 1.ª Lorene Bazolo (SPORTING), 7,30”.

Masculinos: 5000m Marcha, 1.º João Vieira (SPORTING), 19:33:41; Salto à Vara, 1.º Rubem Miranda (SPORTING), 5;44m; 60m, 1.º Ancuiam Lopes (SPORTING), 6,65”; 

2.º dia, domingo: 10 títulos

Femininos: 200m, 1.ª Lorene Bazolo (SPORTING), 24:15”; 800m, 1.ª Cátia Azevedo (SPORTING), 2:13:53; 3000m, 1.ª Sara Moreira (SPORTING), 9:16:44; Triplo Salto, 1.ª Lucinda Gomes (SPORTING), 13,14m; 60m barreiras, Olímpia Barbosa (SPORTING), 8:58”; 4x400, 1.º SPORTING, 3:51:71’

Masculinos: Salto em Comprimento, 1.º Miguel Paim Marques (SPORTING), 7,57m; 3000m, 1.º Nuno Lopes, (SPORTING), 8:18:51’; 60m barreiras, 1.º Rasul Dabó, (SPORTING), 7,92”; 4x400, 1.º SPORTING, 3:18:86’.

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 (Equipa de Goall Ball que se tornou campeã europeia, 11/2/2018)

 

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