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És a nossa Fé!

Saudade

Usando palavras, do nosso leitor Jorge Santos, que faço minhas / nossas:

 

«(… ) Permitam-me uma última nota (mais em jeito de lamento e de saudade): mesmo sem nunca ter assistido a uma grande conquista europeia, tenho IMENSAS saudades das "grandes noites europeias" que vivi no antigo Estádio José Alvalade, onde o Sporting (pelo menos em casa) se batia com qualquer equipa e raramente perdia. Sei muito bem que os tempos eram outros e totalmente diferentes, as equipas só podiam jogar primeiro com 2, depois com 3 estrangeiros e a diferença para os "monstros europeus" não era tão grande como actualmente [é] (…)»

O meu / nosso Sporting (cont.)…

Recentemente, Carlos Carvalhal referiu-se a José Mourinho como o melhor treinador de sempre do futebol português, não só pelos títulos que ganhou mas, principalmente, por aquilo que representa para a mudança de paradigma da imagem do português na sua generalidade.

Diz Carvalhal: «As novas gerações estão mais bem preparadas, já temos no estrangeiro arquitetos, engenheiros informáticos… Mas mudar a imagem do português continua a ser difícil e o Mourinho foi um dos que fez acelerar todo o processo, contribuindo para modernizar a imagem de Portugal».

Concordo!

 

Curiosamente, Carlos Carvalhal e José Mourinho, dois técnicos, de formas distintas, do universo leonino: o primeiro treinou a nossa equipa, o outro… não o quisemos - literalmente. Somos, realmente, um clube muito esquisito!

Passando à frente.

 

Se Mourinho é o melhor técnico de futebol de sempre do futebol português, na minha opinião não o é do desporto português (peço desculpa pela repetição). Esse lugar pertence a

Mário Moniz Pereira.

 

E do futebol sportinguista, qual o treinador que guardam melhores recordações?

 

Para mim, o primeiro treinador que aparece no meu imaginário é Malcolm Allison.

O meu / nosso Sporting...

Nunca duvidei do amor que Bruno de Carvalho sente pelo clube. Reconheci os seus méritos, assim como escrevi que não entendia a razão de Bruno Carvalho sentir necessidade de fazer oposição a ele próprio.

Todo este crescendo, que ultimamente – enquanto sportinguistas – vivemos, deixa-me profundamente triste e magoado. Não quero reviver os tristes tempos de final mandato das persidências de Jorge Gonçalves e Godinho Lopes.

Não sou sportinguista por causa de nenhum presidente que o clube teve, sou, em primeira razão, por via do maior sportinguista que conheci – o meu pai. Na minha infância, as figuras do clube que tinha como referências eram duas, por esta ordem:

- Manuel Fernandes;

- Carlos Lopes.

Nenhum presidente pode “eucaliptar” (peço desculpa pela palavra) o clube.

 

E vocês, lanço o convite, quais foram as figuras do Sporting, que, em crianças, tinham como referência?

(por certo não foi nenhum presidente)

A importância de ter memória

«Em 2010, com o Carlos Carvalhal, empatámos com o Atlético de Madrid a zero, acabando a jogar com nove jogadores e jogando com dez mais de uma hora. A equipa tinha esta constituição: Patrício, Abel, Tonel, Polga, Grimi, Pedro Mendes, Miguel Veloso, Pereirinha, Moutinho, Izmailov e Liedson. Nessa altura, tínhamos a mania que a culpa era sempre do treinador.»

 

Rui Monteiro, n' A Insustentável Leveza de Liedson

Séries televisivas

Ontem, na RTP1, passou mais um episódio de uma série escrita por Nuno Markl, cuja acção decorre no ano de 1986 (ano que dá nome à série).

Recuar, na memória, às séries televisivas dos finais dos anos ’80 e início dos '90 seria um desenrolar de um novelo muito extenso, porém recordo uma:

 

 

Peço desculpa por não ter falado do Sporting…

Comparar

 

Em 2013/14, à 25.ª jornada, seguíamos na segunda posição, com 57 pontos. A 7 do Benfica e com mais 8 do que o FC Porto. Com 47 golos marcados e 17 sofridos. Treinador: Leonardo Jardim.

 

Em 2014/15, à 25.ª jornada, seguíamos na terceira posição, com 53 pontos. A 12 do Benfica e a 8 do FC Porto. Com 46 golos marcados e 22 sofridos. Treinador: Marco Silva.

 

Em 2015/16, à 25.ª jornada, seguíamos na segunda posição, com 59 pontos. A 2 do Benfica e com mais 4 do que o FC Porto. Com 49 golos marcados e 15 sofridos. Treinador: Jorge Jesus.

 

Em 2016/17, à 25.ª jornada, seguíamos na terceira posição, com 51 pontos. A 12 do Benfica e a 11 do FC Porto. Com 47 golos marcados e 26 sofridos. Treinador: Jorge Jesus.

 

Em 2017/18, à 25.ª jornada, seguimos na terceira posição, com 59 pontos. A 8 do Porto e a 3 do Benfica. Com 49 golos marcados e 16 sofridos. Treinador: Jorge Jesus.

 

Esclarecimento

Subscrevendo todos os textos aqui publicados, permitam-me um esclarecimento, para os desmemoriados, sobre o significado da palavra «Império» no universo sportinguista.

«Império» refere-se unicamente à Taça que o Sporting ganhou ao Benfica na inauguração do Estádio Nacional, marcando Peyroteo o primeiro golo neste estádio.

 

 

Olympique Lyonnais – Sporting (8 Abril de 1964)

 Ol. Lyon - 0 x Sporting - 0

1ª mão das 1/2 finais Taça das Taças

 

Emigração nos anos '60: A escolha de um destino

 

«“Não escolhi a França. A emigração clandestina fazia-se para lá”. A avó materna arranjou-lhe o dinheiro [1]. “Pediu-o emprestado a uns senhores. Disse-lhes que precisava de comprar duas vacas. Os animais nunca apareceram, claro, e eles ficaram chateados. Mas pagámos tudo que devíamos durante o ano seguinte”.

            Os três homens deixaram Louriçal do Campo no início de outubro, ao fim da tarde. O ponto de encontro era nas traseiras do posto de eletricidade que ficava a mais de dois quilómetros da aldeia. O passador tinha pedido que não levassem muita coisa. “Fugi para a França como se fosse para a festa, com o fato e os sapatos de domingo, sem casaco. Levava às costas um saco de pano com duas sandes que a minha mãe me tinha feito e na mão uma pasta de couro com dois pares de meias e 300 escudos em dinheiro (119 euros aos preços de hoje)”.

            A primeira hora de viagem foi feita de táxi. O passador recebeu todo o dinheiro de uma vez. “Comprometeu-se a levar-nos novamente sem receber mais dinheiro caso fossemos presos”. Deixou os três homens a 20 quilómetros da fronteira, na Serra da Malcata. Grande parte do caminho até França seria feita a pé. “Acho que a viagem durou uns 23 dias, mas perdemos a noção do tempo”. Atravessaram a fronteira naquela noite, sozinhos, e dormiram ao relento. O passador voltou para conduzi-los a uma casa numa aldeia perdida, quase abandonada. De vez em quando, dava-lhes chouriço, pão e chocolate. No fim do mês, quando entraram no comboio em Hendaia, receberam uma lata de sardinha. “Nunca na minha vida passei tanta fome. Chegámos a lutar uns com os outros por comida. Transformámo-nos em animais”.

            O grupo foi crescendo à medida que a viagem avançava - já eram 30 homens quando chegou o momento de cruzar a fronteira francesa. Manuel continuava a ser o mais novo. “Viajámos até Vitória, no País Basco, num camião de gado cheio de esterco, íamos de pé e o cheiro era insuportável. Chegaram de madrugada a outra pequena aldeia. Dormiram num aprisco, entre mais de 100 ovelhas. “Foi um dos momentos mais felizes da viagem, porque nós vínhamos cheiinhos de frio. Metemo-nos no meio dos animais, aquecemo-nos e bebemos leite quente, mungido ali”, recorda. Nesta altura, os sapatos de domingo de Manuel já estavam desfeitos - o passador deu-lhe umas botas de borracha para a travessia dos Pirenéus, mas isso serviu de pouco. “O frio era tanto, o martírio foi tão grande durante aquela semana a caminhar pelas montanhas, que se eu tivesse encontrado um polícia espanhol rendia-me e pedia para voltar”, garante. “O sentimento que mais recordo é o medo. Em certas ocasiões fomos deixados um ou dois dias abandonados. Pensámos que íamos morrer ali. Um dos homens do grupo perdeu-se pelo caminho - nunca chegou a França. Outro esteve quase a ser deitado por uma ribanceira pelos passadores. Via mal e começou a dizer, aos gritos, que não queria avançar. Pedia para o deixarem pelo caminho. Não podia ser: ou seguia ou morria. Vivo podia denunciá-los à polícia”.

            Antes de o grupo chegar à estação ferroviária de Hendaia - por onde, entre 1969 e 1971, mais de 300 mil portugueses entraram em França - o passador dividiu o grupo em três, consoante o destino de embarque: Paris, Toulouse e Lyon. Manuel Dias Vaz escolheu o último comboio. “Tinha um primo afastado a viver em Lyon e levava a morada dele escrita num papel. Para além disso, o meu Sporting tinha jogado há pouco tempo contra o Olympique Lyonnais e eu fiquei impressionado com o jogo, embora tenha acabado por nunca ir ao estádio”.

            O comboio chegou de madrugada, havia cinco centímetros de neve no chão. “As luzes impressionavam, davam uma ideia de festa”. Na gare, Manuel pediu ajuda para encontrar o endereço do primo. Um autocarro deixou-o quase à porta de uma empresa de construção civil. A mulher ao balcão ligou a um chefe de equipa português para pedir ajuda: “Ele veio. Conversou com ela à minha frente em francês. Só percebi a palavra miséria. Como sabia de carpintaria, decidiram dar-me emprego” Escreveu à família a dizer que tinha chegado bem e que estava feliz. O primo apareceu oito dias depois.»

 

[1] - Numa reportagem publicada a 4 de novembro de 1966, o jornal católico francês La Croix escreveu que o "salto" podia custar entre 4 mil e 8 mil escudos, 14211 e 2841 euros aos preços de hoje, respetivamente.

 

In: FERNANDES, Joana Carvalho - A porteira, a madame e outras histórias de portugueses em França. Lisboa : Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2015. pp. 38, 39

7-1!

No banco do Astana senta-se o búlgaro Stoilov. O agora treinador já estará a tremer. Em setembro de 1995 marcou em Alvalade, logo aos 8 minutos de jogo mas saiu vergado por uns claros 7-1. Amunike (2), Oceano (2), Pedro Barbosa, Sá Pinto e Paulo Alves fizeram os golos leoninos. Espera-se que o resultado se repita (nem que seja no agregado das duas mãos). É que nos relvados cazaques não há um jogador da qualidade de Stoilov. 

Vieira e o apito para a história

Ao ler o texto de Ricardo Roque sobre o falecimento da sócia n.º 4 do Sporting, Maria de Lourdes Borges de Castro, lembrei-me de uma outra referência do nosso clube, Jorge Vieira, que, durante muito tempo, foi o sócio n.º 1.

Jorge Vieira, sucessor de Francisco Stromp, capitão da seleção nacional nas Olimpíadas de Amesterdão de 1928 e figura maior do futebol nacional teve uma outra particularidade que muitos, por certo, desconhecerão: foi o primeiro árbitro internacional do futebol português.

 

«Jorge Vieira tornou-se, aos 23 anos, o primeiro árbitro internacional português, apitando em Bilbau, um jogo de desforra entre a Espanha e a Bélgica [10 de Outubro de 1921].

 

Estava nos hábitos do tempo (1921) haver jogadores de grande categoria - como Francisco Stromp, Cosme Damião, Ribeiro dos Reis e Cãndido de Oliveira - a arbitrar jogos, normalmente os mais difíceis.

Em Outubro de 1921, nas vésperas de um Espanha - Bélgica rodeado de grande expectativa, a União Espanhola solicita à União Portuguesa de Futebol a nomeação de um árbitro português.

Com apenas 23 anos de idade, o jogador do Sporting aceitou o convite, mesmo sabendo que era um jogo de desforra, pois em 1920, as duas disputaram o título olímpico, em Antuérpia. Venceu a Bélgica; a Espanha ficou em segundo lugar. Neste jogo foi ao contrário: venceu a Espanha. O ‘Diário de Notícias’ informa: “Nunca um match internacional de football despertou entre nós um interesse tão grande. A razão estava em ir arbitrar esse match um juiz português, tendo a Associação de Foot-Ball escolhido para desempenhar esse cargo Jorge Vieira, o magnífico back do SCP.

Um árbitro em ombros por ser... imparcial!

A escolha de Jorge Vieira levantou uma certa celeuma, havendo mesmo quem chegasse a aventar que Vieira não tinha competência. Os telegramas recebidos dizem que a vitória coube ao team espanhol por 2 goals contra 0, e acrescentam que vencedores e vencidos foram unânimes em reconhecer em Jorge Vieira competência e imparcialidade.”

‘O Século’, por seu lado, adianta: “O desafio de foot-ball entre a selecção belga que tomou parte nas Olimpíadas de Antuérpia, classificando-se em primeiro lugar e a espanhola, que se classificou em segundo, foi ganho pelos espanhóis por 2 goals a 0. O jogador português Jorge Vieira, que arbitrou o desafio, foi, no final levado em triunfo pela forma correcta e imparcial como se conduziu.»

In: Glória e vida de três grandes. A Bola, 1995, p. 34-35

 

Leitura complementar no jornal « i »

 

P.S.: Em 1984 ou 1985, tinha eu 12/13 anos, tive o prazer de, juntamente com o meu pai, tirar uma fotografia com Jorge Vieira, e uma outra com o eterno capitão Manuel Fernandes, num encontro do Núcleo de Sportinguistas de Coimbra que se realizou, creio eu, na Liga dos Combatentes – na rua da Sofia.

Era só um e chamava-se Peyroteo (4)

«Entrar com o pé direito, rapazes!...

 

Jogo no Estádio Alvalade contra equipa de alto valor, muito capaz de criar amargos de boca ao Sporting; o grupo adversário era tão bom como o nosso.

Na cabine, como habitualmente, muitas recomendações do treinador, dos técnicos da respectiva secção e, também, alguns conselhos, à meia voz, dados, gratuitamente, pelos “amigos” que (não se percebe como!) sempre conseguem entrar nas cabines, antes de começarem os jogos.

Aproxima-se a hora e alguém recomenda: -“Entrem com o pé direito, rapazes! Não esqueçam isto; pé direito!...”

A mim particularmente, também me fizeram a recomendação mas como até aquele momento sempre achei graça às superstições, pensei logo em fazer o contrário, mas nada disse.

Saímos da cabine e, junto à linha lateral, ouvia-se a mesma voz: “Entrem com o pé direito!...”

Eu, como pensara, disposto a brincar com o supersticioso, entrei no rectângulo com o pé esquerdo.

O desafio começou mal para o Sporting e para mim. Havia dez minutos de jogo e já perdíamos por 1-0. Eu não dava, na bola, um pontapé com jeito. Todos os sportinguistas desejavam o golo do empate e, possivelmente, outro a mais; porém, o avançado-centro nada conseguia.

O tempo ia passando até que a bola saiu pela linha lateral precisamente no sítio onde entráramos, e tal era o desejo de não perder tempo que fui fazer o lançamento da bola. Não sei porquê lembrei-me da recomendação… “entrar com o pé direito…” e da maroteira que fizera.

Quando o meu pé esquerdo ia a pisar o risco, num trocar rápido de passo, entrei com o pé direito!

Sabem o que aconteceu? Apenas isto: duas vezes a bola veio ao meu pé direito e foram dois golos seguidos!...

Resumo: O Sporting ganhou o desafio e eu – desde o lançamento da bola – fiz um bom jogo!

Não sei se a pessoa que, insistentemente, nos fez a recomendação, reparou no que fiz, mas certo é que nunca me falou nisso, talvez porque a superstição deixa de ter valor quando divulgada!»

 

Peyroteo, Fernando - Memórias de Peyroteo. 5ª ed. Lisboa : [s.n.], 1957 ( Lisboa : - Tip. Freitas Brito). pp. 303-304

Obrigado, mas nem pensar

 

Bruno de Carvalho tem sido muito criticado por estes dias. Motivo? Terá travado a saída de William Carvalho para um clube de terceira linha do futebol inglês. Compreendem-se estas críticas quando são feitas pelos nossos rivais: benfiquistas e portistas sabem bem que um Sporting com William será sempre mais forte.

Já entendo muito menos quando são sportinguistas a falar assim. Como se gostassem de ver o campeão europeu bem longe de Alvalade - quanto mais cedo melhor.

Os que assim falam parecem não ter entendido que acabou o tempo da venda ao desbarato dos jogadores que íamos formando na Academia de Alcochete para outros recolherem o proveito desse investimento. Tal como chegaram ao fim aqueles lamentáveis dias em que se recorria à venda com carácter de emergência de futebolistas em destaque no plantel para tapar buracos de tesouraria.

Foi assim que vimos partir, a meio da temporada 2012/2013, o holandês Wolfswinkel, então goleador sem alternativa em Alvalade. Foi assim que nos despedimos pouco antes do  Daniel Carriço, defesa da nossa formação e capitão do onze titular, mais tarde participante em duas finais europeias ao serviço do Sevilha.

Pela mesma altura o clube lançava jogadores na equipa principal sem acautelar os mais elementares interesses contratuais, o que viria a facilitar as saídas de Bruma, Ilori e Dier, por exemplo.

Com este presidente, muita coisa mudou para melhor. Isto também. Por isso a actual direcção leonina foi responsável por quatro das seis mais bem remuneradas transferências de sempre do Sporting.

Regresso ao passado, como uns poucos parecem preferir? Obrigado, mas nem pensar.

 

A (minha) equipa ideal...

Se tivesse o condão de poder escolher, de todos os jogadores que jogaram com a camisola do Sporting, a equipa ideal, esta seria:

(apresento igualmente a minha alternativa para cada um dos lugares)

 

N.º 1 - Rui Patrício

Alternativa: Damas

Só tenho memória da parte final da carreira de Damas, vindo do Guimarães, pelo que, por certo, não assisti à melhor parte desta, as épocas em que foi campeão.

 

N.º 2 - Carlos Xavier

Alternativa: César Prates

 

N.º 3 - Venâncio

Alternativa: Marco Aurélio

 

N.º 4 - André Cruz

Alternativa: Beto

 

N.º 5 - Rui Jorge

Alternativa: Paulo Torres

 

N.º 6 - William Carvalho

Alternativa: Oceano

 

N.º 7 - Figo

Alternativa: Cristiano Ronaldo

 

N.º 8 - Pedro Barbosa

Alternativa: Adrien Silva

 

N.º 9 - Manuel Fernandes

Alternativa: João Vieira Pinto

 

N.º 10 - Balakov

Alternativa: João Mário

No meu imaginário infantil sempre esteve presente o trio mágico do ataque leonino de 1982: Manuel Fernandes, Oliveira e Jordão. Porém tenho uma memória muito residual de Oliveira com a camisola do Sporting.

 

N.º 11 - Jordão

Alternativa: Jardel

 

A minha memória diz-me que estas foram as melhores duplas de avançados que passaram pelo Sporting: Manuel Fernandes - Jordão e João Vieira Pinto - Jardel

 

O capitão seria, obviamente, Manuel Fernandes.

 

E a vossa, qual seria?

A impagável revelação de Tonecas Três Érres, parte final

- Ia para Alvalade ver o nosso Sporting ser campeão, ia festejar.

- E não festejaste, não festejámos, nesse dia, mas festejámos depois, fomos campeões; sem de deter, Tonecas Três Érres, continuou a falar com os olhos azandingados a olhar-me como se eu não estivesse ali, desde esse dia nunca mais fomos campeões, Pedro, a culpa é minha, a culpa foi minha. Eu e minha mania de perder, de perder peso, disseste-o há pouco, eu era mais forte, o Sporting era mais forte, tornei-me fraco, com este ar musculadinho, esta mania do exercício, do detox, das colorias, da cevada, dos frutos vermelhos, vermelhos? Pedro... vou parar com essa merda toda, vou engordar por gosto, vou comer pelo nosso Sporting, vou recuperar cada um dos gramas que perdi, vou beber canecas de ceveja, vou comer entremeadas, que cada gole que beba seja um golo do nosso Sporting que todo o mal que me faça seja por um bem maior, sermos campeões.
Olhei o meu amigo e pensei que se ele estava pronto para se sacrificar eu não me ficaria, levantei-me e reapareci pouco depois com duas canecas de Super Bock mista com dois dedos de alva espuma,
- Tonecas, se te vais sacrificar pelo Sporting, estamos juntos, amigo, pela nossa amizade, por um Sporting campeão.
 
continuação (e terminação) deste post

 

Teste de cultura futebolística

n6qgc2[1].jpg

 

Eis um teste à perspicácia e à cultura futebolística dos leitores do És a Nossa Fé: sabem identificar quem são estes jogadores? E fazem ideia da época e do motivo que estiveram na origem desta foto?

Dou só uma pequena ajuda: dois deles estão hoje novamente muito em foco, como participantes regulares num programa televisivo em que se discute futebol.

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