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És a nossa Fé!

Balanço (6)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre MAURÍCIO:

 

- Edmundo Gonçalves: «Não me causa engulhos de maior que até seja titular, desde que acompanhado por um patrão; e aquele lance do golo, em que tem tempo para tudo, não abona nada em seu favor.» (18 de Setembro) 

- Ricardo Roque: «Maurício é um problema.» (21 de Outubro)

- Duarte Fonseca: «Incrível a imprudência que este homem tem na maioria das suas acções, e não me refiro apenas às entradas “a la central à moda antiga” – que muitos adoram, diga-se -, mas a quase todas as decisões que tem que tomar durante um jogo.» (22 de Outubro)

- Marta Spínola: «Eu não posso dizer "olha ó Maurício vê lá se acordas e percebes que não és leve e pequenino". Ou posso, mas não chega lá nada.» (3 de Novembro)

- Luciano Amaral: «Era um bruto e um tosco. Este ano, foram tantas as abébias. No entanto, tenho uma certa pena. A gente não esquece que veio para o Sporting quando o Sporting andava pelas ruas da amargura e não conseguia ir buscar muito melhor. Mesmo assim, o ano passado fez parte de uma defesa muito sólida.» (21 de Janeiro)

- Eu: «Bastou-lhe um ano e meio em Alvalade para se projectar no futebol europeu, apesar das insuficiências e limitações que muitos de nós lhe apontávamos. Chegou em Julho de 2013, oriundo do modesto Sport Recife, da série B do Brasileirão, e acaba de rumar à Lazio.» (24 de Janeiro)

Maurício: do Recife a Roma

É verdadeiramente notável o modo como os jogadores se valorizam no Sporting. Veja-se o caso de Maurício: bastou-lhe um ano e meio em Alvalade para se projectar no futebol europeu, apesar das insuficiências e limitações que muitos de nós lhe apontávamos. Chegou em Julho de 2013, oriundo do modesto Sport Recife, da série B do Brasileirão, e acaba de rumar à Lazio, que se encontra provisoriamente no terceiro lugar do campeonato italiano depois de vencer hoje o AC Milan por 3-1.

Maurício, já com o novo emblema, entrou aos 69 minutos. Foi uma estreia auspiciosa, a deste brasileiro que aos 26 anos procura um lugar ao sol em Roma.

Merece toda a sorte do mundo. Porque serviu o Sporting com profissionalismo e dedicação.

Breves: o xerife

Maurício vai embora. Era um bruto e um tosco. Este ano, foram tantas as abébias. No entanto, tenho uma certa pena. A gente não esquece que veio para o Sporting quando o Sporting andava pelas ruas da amargura e não conseguia ir buscar muito melhor. Mesmo assim , o ano passado fez parte de uma defesa muito sólida, que no total do campeonato sofreu quase tantos golos quantos a deste sofreu só em metade (20 contra 14). É verdade que a estrutura da equipa era outra e pedia-se-lhe muito menos do que agora. Mas esteve associado a um certo renascimento do Sporting e não nos podemos esquecer dele facilmente.

Vamos por partes

Podemos olhar para os problemas e perceber até que ponto também temos uma quota de responsabilidade por acontecerem. E quanto ao jogo de ontem, há um problema no qual temos responsabilidade e que (também) ajudou à festa, patrocinada pelo pateta encostado à baliza. O problema é a dupla de centrais que tem sido mais vezes titular na nossa equipa: o infantil Maurício e o condescendente Sarr. Está na hora de começar a resolver isto. Solução imediata: encostar um deles, o díficil é escolher, mas um pode ser já posto de lado frente ao Marítimo. Maurício é a minha escolha. Não se admite que, em dois jogos seguidos de elevada importância, tenha a mesma atitude de entrar a matar sobre os adversários. Solução a médio-prazo: estamos a um mês e pouco do mercado de transferências abrir. Não precisamos de 3 ou 4 jogadores. Basta 1 central de jeito. Se assumirmos a responsabilidade própria no que nos acontece, temos a consciência mais limpa e tranquila para que se caminhe para a solução. 

Cinco ofertas e Montero

Depois de 30 minutos em que metemos o Schalke no bolso, começaram as ofertas. E logo duas praticamente em simultâneo, a de Maurício (incrível a imprudência que este homem tem na maioria das suas acções, e não me refiro apenas às entradas “a la central à moda antiga” – que muitos adoram, diga-se -, mas a quase todas as decisões que tem que tomar durante um jogo) e logo de seguida a de Rui Patrício. Depois foi a vez do recorrente Sarr oferecer dois golos. No primeiro não vale a pena enganarmo-nos dizendo que o Huntelaar está milimetricamente adiantado, porque o erro está na colocação de Sarr que não acompanha a subida da linha defensiva. Sobre o terceiro golo (quarta oferta) nem é preciso saltar falar.

Após este período de beneficência sportinguista, eis que a equipa incrivelmente se ergue e volta a demonstrar toda a sua superioridade em relação aos alemães que foram 3os classificados na Bundesliga (ainda me querem convencer que o campeonato alemão é ultra competitivo), mas que só tem 3 jogadores com nível. Fazemos dois golos e controlamos o jogo. Até que aparece a quinta oferta, desta vez foi a equipa de arbitragem que resolveu distorcer a verdade dos factos, a troco sabe-se lá de quê. Sim, porque o árbitro de baliza viu bem o lance e se decidiu daquela forma, alguma motivação terá.

Montero. Que jogador. O que este homem acrescenta à equipa. A jogar com 10, sem João Mário, ficou fácil de perceber que a qualidade com que Montero ocupa os espaços foi decisiva para a cobertura da linha média e para a baralhação da linha defensiva do Schalke.

Fomos displicentes, roubados e mesmo assim demonstrámos superioridade. Estamos muito fortes.

Apoio nas horas ruins

Se não queremos ser o benfas que humilhou jogadores que falharam, temos de saber estar junto dos nossos quando falham. Saar e Maurício tiveram aquele azar dos Távoras, doeu e muito! Mas já tiveram bons momentos. Estiveram mal, naquele lance, como os avançados que não marcaram quando tudo parecia a jeito. Temos de dar força à equipa, estimulá-la (sempre) e não ser verdugos dos nossos jogadores. Sobretudo quando erram (como gostamos que façam connosco). Elementar, meu caro Watson!

O jogo e o mercado

O jogo

 

Podíamos ter ganho ontem.

 

Após os primeiros 15 minutos, domínio total sobre o campeão e pelo menos 3 oportunidades claras de golo aproveitando a instabilidade emocional da defesa dos de Carnide. Capacidade impressionante de pressionar deste Sporting, um Slimani incansável nesta tarefa e um André Martins de nível superior durante toda a primeira parte. Foi de longe o melhor jogador da equipa nos primeiros 45 minutos. A quantidade de bolas que roubou, as aberturas que fez, os passes que não errou, as decisões acertadas que tomou. Muita qualidade.

 

Na segunda parte, sofremos imenso durante os primeiros 20 minutos, muito por culpa da intranquilidade (um eufemismo) de Maurício que fez com que a equipa tivesse receio de pressionar tão à frente e do desgaste físico de Slimani, Martins e Adrien. Após essa fase de maior aperto, Nani assumiu a liderança da equipa e foi ele quem conseguiu serenar a equipa, levando-a a equilibrar o jogo. Pelo meio um enorme Rui Patrício entre os postes, calando todos aqueles que querem fazer dele um guarda-redes medíocre. No final, a cereja não foi parar ao bolo, porque Artur se redimiu com uma grande defesa, em resposta a um lance de ataque rápido exemplarmente executado.

 

Nota ainda para o incansável apoio dos sportinguistas. Éramos 3.000 mil e durante a maioria do jogo abafámos por completo os adeptos da equipa adversária. Incrível demonstração de apoio e crença.

 

 

O mercado

 

Tenho dois desejos:

- que apenas saia o Capel, nesta fase pouco mais há fazer que não seja proteger os melhores elementos do plantel e dispensar alguns dos piores;

- que venha um central, Maurício era um soldado que até cumpria, mas não tem estofo para general (já dizia o Peter).

Balanço (3)

 

O que dissemos aqui, durante a temporada, sobre MAURÍCIO:

 

- Eu: «Promissora estreia em Alvalade. Com um grande golo de cabeça, que dedicou (e bem) ao técnico Leonardo Jardim.» (27 de Julho)

- Duarte Fonseca: «Entre Rojo e Maurício, nesta fase prefiro que jogue Maurício porque aporta características diferentes (agressividade e saída de bola) à defesa e porque em termos psicológicos poderia ser nefasto para o brasileiro ser substituído no onze titular após o bom início de campeonato que está a realizar.» (16 de Setembro)

- Marta Spínola: «Gosto bem mais deste Maurício, mas eu tenho uma coisa por centrais que marcam bons golos, e ele às vezes esquece-se do resto e eu também. Ainda assim, acho que pode ser grande.» (10 de Novembro)

- Eduardo Hilário: «A melhor aquisição da época. Jogador de colectivo. Forte, rápido e um líder em campo. Defende e marca golos.» (12 de Maio)

A melhor aquisição da época

O campeonato nacional acabou e para alguns jogadores do Sporting Clube de Portugal é altura de descanso.

 

Ou seja, está na altura de carregar baterias no intuito de ajudar a nossa seleção nacional a atingir o sonho de qualquer português.

 

É logico que não estou contente porque apesar de tudo, desejo títulos, mas queria agradecer a toda a equipa técnica e jogadores o profissionalismo demonstrado.

 

É difícil individualizar um jogador numa equipa que valeu pelo coletivo mas Maurício foi o jogador escolhido.

 

Neste momento, os leitores pensam que estou louco porque não referenciei William Carvalho, mas recordo que estou a identificar a aquisição da época.

 

Passo a explicar as minhas razões:

  1. Ninguém conhecia este jogador;
  2. Foi uma aquisição barata;
  3. Titular durante toda a época;
  4. Jogador de coletivo;
  5. Forte, rápido e um líder em campo;
  6. Defende e marca golos;

Na prática, representa o estereótipo de jogador que eu admiro. Espero que continue a vestir a camisola do Sporting porque demonstra respeito pelo clube e trabalha em prol da equipa.

Eric Dier, de vez

  

 

A prestação de Eric Dier no jogo com o FC Porto veio reforçar a minha convicção, já afirmada neste blogue, de que o seu estatuto deve ser o de titular do Sporting. Leonardo Jardim, é certo, sabe muito mais de futebol a dormir do que eu bem acordado e lá terá as suas razões para o preterir em favor de, em princípio, Maurício, jogador que em muito pouco será superior ao jovem oriundo da formação do clube. Digo em princípio porque me parece que Rojo, não obstante alguma inconstância e imaturidade, próprias de quem é ainda muito jovem - algo que tendemos, frequentemente, a esquecer, influenciados, talvez, pelo facto de ser já internacional A pela Argentina, onde, para mim, se joga o mais belo futebol do mundo - é intocável, no confronto com o brasileiro.

 

As limitações apontadas a Rojo podem, naturalmente, ser atribuídas também a Eric Dier. Mas o jovem inglês tem inúmeras vantagens sobre Maurício, sem desprimor para este, cujo profissionalismo e qualidades não ponho em causa. Dier é, em minha opinião, um jogador muitíssimo inteligente, com discernimento nos momentos mais difíceis, que sabe quando deve sair com a bola nos pés, quando deve tentar colocá-la na frente, com passes longos, ou quando deve chutá-la, com força e sem vergonha, para longe da sua área. É, além disso, muito bom a jogar de cabeça, requisito obviamente importantíssimo num defesa central, constituindo, também, no que, reconheça-se, é acompanhado por Maurício, um perigo, quanto a esta matéria, na área  adversária. Tem uma grande força física, o que, aliada esta à sua capacidade técnica e visão de jogo, o habilita para desempenhar, com grande competência, outros papéis, como - já o demonstrou - o de trinco. Tem um pontapé fortíssimo e para marcar livres directos e rematar de fora da área estará certamente na linha da frente das opções.

 

O maior defeito que lhe vejo é o da inexperiência, natural em quem só tem 19 anos, muito jovem para que lhe possamos exigir ou dele esperar uma grande maturidade. Por agora, apresenta alguma tendência para a indecisão e alguns momentos de falta de atenção, que, se repararmos bem, aparecem normalmente no princípio dos poucos jogos em que tem participado - aconteceu isso mesmo frente ao FC Porto. Pode ser que me engane, mas estou absolutamente convencido de que, com o aumento do tempo de jogo, as suas poucas inconsistências desaparecerão rapidamente e de que, em breve, teremos um defesa central ao nível dos melhores da história do Sporting. 

 

E, acima de tudo, Eric Dier vem da academia. Sempre defendi, mesmo no tempo em que as vacas não eram tão magras, que o aproveitamento da formação deve ser a pedra de toque na gestão, a todos os níveis, incluindo o desportivo, do clube. Eric Dier é um óptimo exemplo dessa formação. Já tivemos amplas oportunidades de verificar, através de algumas entrevistas e intervenções públicas deste nosso jogador, em boa verdade pouco mais do que um adolescente, que a actividade da academia pode contribuir para a formação de cidadãos com algo mais do que apenas, e já não é pouco, a atribuição de conhecimentos e competências na área do futebol. Saibamos tirar todos os benefícios desta situação e será de certeza muito mais fácil fazer aparecer jogadores como tantos que ultimamente nos têm feito sentir, ainda mais, o orgulho de sermos do Sporting.

De ontem. Sempre irritante perder ali, mas obrigada

Lá fui. Não tenho ido sempre, mas sempre com pena, é dos jogos que mais gosto na época, seja taça ou campeonato. Ir à Luz é ir à Luz, para mim é assim há muitos anos. Nunca escondi a importância que dou ao derby. Ontem lá fui, e tenho a salientar antes de mais que fui bem recebida, estive entre amigos de Sporting e Benfica e segui depois para o meu lugar. No que diz respeito a entradas e saídas também correu tudo lindamente. Num minuto estava no meu lugar, em cinco fora do recinto (e foram cinco porque era muita gente a sair ao mesmo tempo, mas tudo correu bem). O meu lugar era próximo - mesmo ao lado - dos sectores onde ficaram os adeptos do Sporting e tratei de me juntar a quem vi ser do nosso clube. Por nada de mais, ninguém me ia fazer mal, eu é que preferi estar mais à vontade para falar, cantar, comemorar eventuais golos (e felizmente houve 3 golos a celebrar). Fiquei até toda a equipa sair do campo, ouvi o hino do Benfica até ao fim para poder aplaudir a rapaziada. Este ano tudo me correu francamente melhor que há dois anos (segunda parte aqui).

 

Sim, o Sporting perdeu. Sim, saímos da taça. E não, não gosto de nenhuma das duas. Perder com o Benfica é sempre irritante? É. Se quiserem ainda, não não gosto de ver que podia ter havido um penalty aqui ou ali, mas recuso-me a fazer como tenho ouvido, reduzir o jogo que vi ontem a má arbitragem. Nem acho que devêssemos entrar por aí enquanto instituição, mas quanto a isso não posso fazer nada, as paixões falam mais alto e nessa hora não há como pedir calma. É saudável comentar arbitragem, não ignorar, mas o jogo de ontem não merece ser reduzido a Duarte Gomes. 

 

Era um jogo a eliminar, mas ainda não mudei o modo como comecei a ver esta época: fomos ao fundo, estamos em recuperação, estamos a construir uma equipa (o primeiro golo revela alguma imaturidade, por exemplo). Correu bem logo de início e tenta-se chegar mais longe, naturalmente. Mas ainda há coisas a fazer, a consolidar, e ainda bem que assim é e acima de tudo ainda bem que Leonardo Jardim mantém essa postura. Porque só pode vir a ser melhor com estes miúdos. Acredito que depois do quarto golo o animo que se viu na segunda parte e parte do prolongamento tenha esmorecido, foi um golpe duro para todos. Do meu lugar vi o lance em camara lenta e não queria acreditar, não por culpar alguém, mas por ser tão injusto assim numa altura daquelas. Deu para tudo, ontem. 

Falando do meu lugar, o único golo que não foi na "minha" baliza foi o de Capel. É claro que o vi, mas um lugar com vista directa para 6 golos foi um prazer. Eu não gosto que o Sporting tenha perdido, juro, mas marcou três golos na Luz, e só quem lá estava sabe o que foi celebrar o terceiro já nos descontos. Só quem esqueceu um Sporting que quando só precisava de um golo falhava invariavelmente não dá valor a isto. 

 

Gosto bem mais deste Maurício, mas eu tenho uma coisa por centrais que marcam bons golos, e ele às vezes esquece-se do resto e eu também. Ainda assim, acho que pode ser grande. Já de Rojo não sei bem o que pensar, voltou a não mostrar inteligência e no seu caso não vejo perspectiva de melhoras. Houve nervoso miudinho (no pun intended) na equipa mas lá se foi conseguindo organizar, reagir e marcar. Mais que isto, só mesmo a vitória. Do meio campo para a frente todos melhores e a melhorar. É este o caminho (desculpa Rinaudo, ainda te amo). 

Das substituições embora as perceba, tenho sempre pena que a atitude de Capel saia de campo.  

  

À saída, vinha uma senhora do Benfica à minha frente a dizer "eu não venho cá mais, uma pessoa só se enerva. Fico em casa, sei os resultados e pronto". Há-de haver gente assim em todo o lado, juro que não entendo esta postura. É melhor ficar em casa, de facto. 
Regra geral saio de um derby perdido extremamente irritada, nem me apetece falar com a fúria (e se eu sou capaz de ficar horas calada, senhores), e ontem nem por isso. Fiquei triste mas não furiosa. Porque gostei muito e vibrei com a reacção e atitude que vi em campo. Lamento mas ainda tenho muito presentes as últimas épocas para só ficar triste com o que vi ontem, só quem não gosta de futebol pode ficar. Demos luta, marcaram-se três golos, houve recuperação de um 3-1 para 3-3. Gostei muito apesar do resultado e consequência.

Diz o mister: "Estou satisfeito pela atitude e qualidade. Queríamos ir ao Jamor. Não conseguimos e saímos tristes, mas com a sensação de que a equipa evolui a olhos vistos" e é muito isto para mim também. 

«Erros meus, má fortuna...

...amor ardente». Lembrando o verso de Camões e, ainda, o jogo e o resultado do Porto. «Erros meus»? Sim, um primeiro golo oferecido pelo Maurício - um central forte no contato físico, mas frágil na rapidez de abordagem aos lances e que antes desse lance já tivera dois semelhantes; sim, avenidas abertas para Danilo ficar só no segundo golo deles. «Má fortuna»? Sim, duas defesas de exceção do Helton a evitar o 2-2. Pensando bem, com um pouco de fortuna e sem os erros primários da defesa poderiamos ter saído do Dragão com outro resultado. «Amor ardente». Sim! A poucas horas do Sporting-Marítimo a mesma fé e o mesmo amor de sempre.

Maurício ou Rojo?

Agora que Eric Dier já jogou um jogo de início, será lógico que, estando em condições físicas que o permitam, se mantenha como titular. Pelo menos assim o espero, simplesmente porque, na minha opinião, é o melhor central do plantel.

Portanto, a questão que se coloca é saber quem vai ser o seu parceiro de posição.

Maurício ter jogado, ontem, do lado esquerdo quererá dizer alguma coisa? Ou jogar no lado direito nas primeiras três jornadas é que foi a excepção?

Sinceramente, entre Rojo e Maurício, nesta fase prefiro que jogue Maurício porque aporta características diferentes (agressividade e saída de bola) à defesa e porque em termos psicológicos poderia ser nefasto para o brasileiro ser substituído no onze titular após o bom início de campeonato que está a realizar.

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