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És a nossa Fé!

Ainda Marcelo, para um interlúdio musical

A propósito do post "Marcelo" do Edmundo e do "Suplente Conformado" do David Pereira, deixado cá pelo Pedro Correia, lembrei-me de já ter escrito no "És a Nossa Fé" sobre Marcelo Boeck.

O post tem dois anos e pouco, e eu mantenho tudo, continuo a perceber mas não concordo que seja esta a vida de um suplente. O resultado está à vista. 

 

Mas há mais que me preocupa, e é sobretudo o alívio geral que vejo por se saber que afinal Patrício poderá jogar amanhã. Assusta-me um pouco que se sustenha a respiração ao saber que Rui Patrício pode não jogar. Dir-me-ão que Marcelo não está em forma, e eu concordarei. Mas não está porque não joga, e este é o ciclo vicioso em que vivem os guarda-redes - não joga, não tem ritmo, não tem ritmo porque não joga. Lembro-me de gostar de Marcelo no Marítimo, no Sporting jogou poucas vezes, sofreu alguns golos, e está parado há mais de um ano. É costume jogar na taça ou equivalente, e Marcelo teve o azar de estar na época em que em Setembro já estava tudo perdido. Foi comprado, assinou por 5 anos e está parado. Eu sei, eu sei que é assim mesmo, mas sempre discordei desta titularidade incondicional dos guarda-redes, um dia é preciso entrar outro e fica tudo ó tio, ó tio que tem de jogar o suplente - que deveria ser sempre tão bom e ter tanta prática quanto possível como o primeiro. Ou seja, não me faz sentido que por mérito se vá buscar um jogador e ele fique no banco uma época inteira, no lugar de guarda-redes isso é ainda mais critico em relação ao ritmo. Já está, será sempre assim, eu sei. Foi assim com Tiago nos últimos anos, era assim com Sérgio Louro já. Mas não concordo com isso, e devia haver maior rotatividade. Fala-se em saída de Rui Patrício e parece que o mundo vai ruir. Tenho pena, claro, terei sempre, mas prefiro pensar que o lugar fica assegurado com uma compra que se fez precisamente para essa eventualidade. Amanhã, jogue quem jogar faça o seu melhor e tenha uma boa defesa à frente, que também faz falta (mantenho que essa quase ausência nas últimas épocas foi um bom treino para Patrício).

Marcelo

Eu lembro-me muito bem de quando o Marcelo chegou ao Sporting.

Era um belo guarda-redes; Dava dez a zero ao Patrício no jogo com os pés.

Hoje é um GR vulgar e a jogar com os pés uma verdadeira nulidade, fruto da falta de rotinas de jogo.

O que me leva à questão que quero colocar: Porque raio não é utilizado o Marcelo na equipa B, quando isso for possível?

Ou a equipa B serve apenas para os "encalhados"? Eu sou do tempo do campeonato de reservas, onde jogavam as segundas linhas e aqueles que vinham de lesões ou precisavam de ganhar ritmo. Neste caso concreto, duma posição tão importante, não entendo como não utilizá-lo na equipa B, sinceramente. É que o moço está, cada dia que passa, pior na sua profissão. Sou só eu que vejo isto?

Balanço (11)

 

O que dissemos aqui, durante a temporada, sobre MARCELO BOECK:

 

- Zélia Parreira: «A vontade indomável do Marcelo Boeck a empurrar a equipa para a frente.» (26 de Julho)

- Marta Spínola: «Lembro-me de gostar de Marcelo no Marítimo, no Sporting jogou poucas vezes, sofreu alguns golos, e está parado há mais de um ano. É costume jogar na taça ou equivalente, e Marcelo teve o azar de estar na época em que em Setembro já estava tudo perdido. Foi comprado, assinou por cinco anos e está parado. Eu sei, eu sei que é assim mesmo, mas sempre discordei desta titularidade incondicional dos guarda-redes, um dia é preciso entrar outro e fica tudo ó tio, ó tio que tem de jogar o suplente - que deveria ser sempre tão bom e ter tanta prática quanto possível como o primeiro.» (16 de Novembro)

- Eduardo Hilário: «Não é fácil representar o Sporting Clube de Portugal e disputar o lugar com o “monstro Rui Patrício” mas Marcelo Boeck demonstra qualidade sempre que lhe é dada a oportunidade. Para além da qualidade técnica, demonstra diariamente o que deve ser um jogador do Sporting Clube de Portugal através da sua enorme devoção e espirito de equipa.» (20 de Novembro)

Os nossos jogadores (12): Marcelo Boeck

Quando surgiu o desafio de escrever sobre os nossos jogadores, Marcelo Boeck foi a minha primeira escolha.

 

Qual a razão? Para mim, a resposta é simples.

Marcelo Boeck é um grande atleta, conhecedor do Sporting de Portugal, jogador de equipa, humilde, trabalhador, esforçado, dedicado ao Sporting Clube de Portugal.

Este jogador de nacionalidade brasileira tem 28 anos, 1,91m, foi formado no Internacional, passou pelo Marítimo e representa o Sporting Clube de Portugal desde 2011.

 

Não é fácil representar o Sporting Clube de Portugal e disputar o lugar com o “monstro Rui Patrício” mas Marcelo Boeck demonstra qualidade sempre que lhe é dada a oportunidade.

Para além da qualidade técnica, demonstra diariamente o que deve ser um jogador do Sporting Clube de Portugal através da sua enorme devoção e espirito de equipa, conforme ficou comprovado no jogo contra o Marítimo, com Slimani a festejar com ele o golo da vitória, e no jogo contra o Atlético de Bilbau.

 

Mais do que palavras, as imagens falam por si:

 

Patrício, Marcelo e os guarda-redes em geral

Patrício cometeu uma falta infantil, facto. Estava suspenso por um jogo e agora já está cumprido e aparentemente pode jogar. Já tem sido comentado, e eu concordo plenamente que deveria jogar na mesma Marcelo, à cautela. Concordo mais ainda que moralmente (ou desportivamente, vá) é no mínimo desconfortável a equipa B servir para limpar estes cartões. Mas há mais que me preocupa, e é sobretudo o alívio geral que vejo por se saber que afinal Patrício poderá jogar amanhã. Assusta-me um pouco que se sustenha a respiração ao saber que Rui Patrício pode não jogar. Dir-me-ão que Marcelo não está em forma, e eu concordarei. Mas não está porque não joga, e este é o ciclo vicioso em que vivem os guarda-redes - não joga, não tem ritmo, não tem ritmo porque não joga. Lembro-me de gostar de Marcelo no Marítimo, no Sporting jogou poucas vezes, sofreu alguns golos, e está parado há mais de um ano. É costume jogar na taça ou equivalente, e Marcelo teve o azar de estar na época em que em Setembro já estava tudo perdido. Foi comprado, assinou por 5 anos e está parado. Eu sei, eu sei que é assim mesmo, mas sempre discordei desta titularidade incondicional dos guarda-redes, um dia é preciso entrar outro e fica tudo ó tio, ó tio que tem de jogar o suplente - que deveria ser sempre tão bom e ter tanta prática quanto possível como o primeiro. Ou seja, não me faz sentido que por mérito se vá buscar um jogador e ele fique no banco uma época inteira, no lugar de guarda-redes isso é ainda mais critico em relação ao ritmo. Já está, será sempre assim, eu sei. Foi assim com Tiago nos últimos anos, era assim com Sérgio Louro já. Mas não concordo com isso, e devia haver maior rotatividade. Fala-se em saída de Rui Patrício e parece que o mundo vai ruir. Tenho pena, claro, terei sempre, mas prefiro pensar que o lugar fica assegurado com uma compra que se fez precisamente para essa eventualidade. Amanhã, jogue quem jogar faça o seu melhor e tenha uma boa defesa à frente, que também faz falta (mantenho que essa quase ausência nas últimas épocas foi um bom treino para Patrício).

O que virá a seguir?

Parece que o outro jogador que chegará a Alvalade envolvido no negócio de Izmailov é um guarda-redes que no início da época não conseguiu encontrar colocação e que, por isso, vinha treinando (sim, treinando) na equipa B do porto. No mesmo dia em que o porto esvazia um pouco mais o seu caixote do lixo à custa do Sporting, surgem notícias de uma eventual saída de Marcelo Boeck, um dos mais exemplares profissionais do plantel e dono de uma qualidade inquestionável. Tenho medo do que virá a seguir. Que Janeiro acabe depressa!

{ Blog fundado em 2012. }

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