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És a nossa Fé!

Seis minutos e meio

Keizer disse que estivemos bem até aos seis minutos e meio, momento em que sofremos o golo.

Tendo em conta que o único jovem da equipa era Thierry Correia, como é que se justifica que uma equipa de homens feitos trema perante um Marítimo treinado por um tipo que teve uma vitória em toda a última edição da liga?

Seis minutos e meio. O que se passa, Sporting?

Rescaldo do jogo de ontem

Não gostei

 

De ter começado o campeonato logo a perder dois pontos. Irão seguramente fazer-nos muita falta lá mais para a frente, quando andarmos agarrados à maquina de calcular. Num jogo em que aos sete minutos já estávamos a perder. Saímos do Funchal com um empate 1-1. O golo que impediu a derrota foi apontado por Coates aos 29'. Tivemos mais de uma hora para dar a volta ao resultado, sem conseguir. E ainda vimos uma bola embater no poste da nossa baliza, aos 75', e Renan fez uma defesa dificílima, aos 85', negando ao Marítimo o golo da vitória.

 

Da nossa falta de capacidade ofensiva. Uma equipa que aspira a títulos não pode fazer apenas dois remates enquadrados com a baliza num total de 17 - tantos quanto foi tentando ao longo desta partida. Enquanto o Marítimo marcou no primeiro lance de ataque colectivo que construiu.

 

De ThierryÚnico jogador da formação leonina que esteve em campo, nesta estreia no campeonato desperdiçou uma excelente oportunidade para se firmar como titular da lateral esquerda ao ter sido batido - por deficiente movimentação - pelo extremo do Marítimo que centrou para golo. A culpa, neste lance, não foi só dele - toda a defesa do Sporting entrou em derrocada, permitindo a Getterson aparecer isolado frente a Renan. Mas é o segundo erro grave que o jovem defesa comete em dois jogos consecutivos.

 

De Raphinha. Como é possível falhar em tantos lances capitais? O extremo brasileiro foi a imagem viva do desacerto e da falta de capacidade anímica desta equipa no início da Liga 2019/2020. Falhou escandalosamente três golos que qualquer outro teria marcado - aos 32', 79' e 87'. Más decisões numa zona do terreno em que um erro custa muito caro e penaliza seriamente a equipa.

 

Dos reforços. Neste Verão, o Sporting gastou cerca de 25 milhões de euros em vários jogadores supostamente para valorizar e dinamizar o plantel. Mas o técnico holandês deixou-os no banco ou nem sequer os convocou para esta partida. Excepção, no onze titular, para Eduardo Henrique, ex-Belenenses, que foi médio defensivo adaptado por ausência de Idrissa Doumbia, a cumprir castigo. Falta-lhe entrosamento, dinâmica e rodagem, mas esteve longe de ser dos piores.

 

Das substituições. A equipa anfitriã melhorou consideravelmente com as substituições feitas pelo novo técnico, Nuno Manta Santos. Enquanto a nossa piorou a partir dos 73', quando Keizer trocou Luiz Phellype por Bas Dost e Eduardo por Vietto. Nenhuma mudança para melhor também ao fazer sair Borja, aos 85', trocando-o pelo fatal Diaby, novamente irrelevante: o maliano mal chegou a tocar na bola.

 

Da má forma física dos jogadores. O treinador concedeu dois dias de folga aos jogadores após terem sido goleados pelo Benfica na Supertaça - decisão que ninguém consegue justificar. Mesmo assim, foi inegável o extremo cansaço de grande parte deles, que terminaram o jogo quase sem forças. Algo precisa de ser feito com urgência no treino físico do plantel.

 

 

Gostei

 

De Bruno Fernandes. Uma vez mais, o nosso melhor jogador. Foi dele o primeiro grande passe em profundidade, isolando Raphinha logo aos 2'. Foi dele também o primeiro remate do Sporting que levava selo de golo: uma bomba disparada aos 28', travada pelo guardião adversário com a defesa da noite. Foi ainda ele que cruzou para o golo de Coates, parecendo com vontade de voltar a ser na nova época o rei das assistências da nossa equipa.

 

De Acuña. O argentino, que não cumpriu a preparação da pré-época leonina por ter participado na Copa América, está ainda a ganhar forma. Mas já foi um dos nossos melhores em campo, como ala esquerdo. Bom cruzamento que Luiz Phellype desperdiçou aos 25'. Conduziu um contra-ataque muito perigoso culminado num centro perfeito para Raphinha, aos 79'. Garra e vontade não lhe faltam. Falta-lhe apenas melhorar um pouco a pontaria: rematou ao lado aos 32' e atirou por cima aos 63'.

 

Do ponto ganho ao FC Porto. Se o nosso verdadeiro objectivo é competir pelo segundo lugar do campeonato, último que pode permitir o acesso à Liga dos Campeões, estreamo-nos com um ponto de vantagem na Liga 2019/2020 face aos nossos rivais portistas, que no sábado foram derrotados pelo recém-promovido Gil Vicente. Do mal o menos.

A única conclusão possível

Bruno Fernandes está, para o Sporting, bem acima do nível que Ronaldo esteve para o Real Madrid. Só assim se justifica a conquista de dois títulos na última época. Keizer não parece melhorar o futebol. Muito menos compreender como funciona Portugal.

Depois de levar cinco, entramos em campo como se fosse mais um amigável. Falta mentalidade e isso começa num rosto, o do treinador.

O que fazer para melhorar?

Escrever a quente!!!

Manda o bom senso não tecer comentários sobre o que acontece nos jogos imediatamente a seguir ao final. Fervilham emoções, ainda estamos perante a pressão do mesmo, apetece-nos mandar tudo para a outra parte... enfim, estamos ainda com as emoções à flor da pele. Todavia, vou quebrar aquilo que acabei de escrever e vou tentar em poucas palavras transmitir aquilo que sinto. Uma desilusão completa. Não temos um futebol que consiga minimamente cativar, e esse mesmo futebol que praticamos é demasiado prevísivel, sem qualquer objetividade, com jogadores muito lentos (a começar pela defesa), e um meio-campo só com Wendel e Bruno a pautar o jogo (e com alguns abusos, fruto da situação que ele sabe que se não for ele a puxar pela equipa, ninguém mais é capaz de o fazer).

Por favor, não falem da formação. Ou se tem qualidade ou não se tem. Isto a propósito de Therry. Não é com o campeonato a decorrer onde qualquer ponto que se perde pode vir fazer falta, que se fazem apostas deste género. As falhas graves já são em dois jogos seguidos. E quanto ao treinador? Nunca aqui teci qualquer comentário sobre Keizer, mas francamente não entendo como concede dois dias de folga ao plantel depois do jogo com o Benfica, e aquela frieza e distanciamento que evidencia talvez mais não seja do que fechar-se sobre a sua incompetência. 

O pior início desde 2014

Vimos do Funchal com um empate: 1-1. O pior começo de campeonato do Sporting desde a época 2014/2015, quando sob o comando de Marco Silva empatámos pela mesma marca com a Académica em Coimbra.

Em Agosto de 2015, na jornada inaugural, vencemos fora de casa o Tondela por 2-1.

No arranque da época 2016/2017, derrotámos o Marítimo em Alvalade por 2-0.

Em Agosto de 2017, na abertura do campeonato, fomos a Vila das Aves bater a equipa local também por 2-0.

Há um ano, no início da Liga 2018/2019, o resultado foi igualmente muito favorável para as nossas cores: Moreirense, 1 - Sporting, 3.

As coisas são o que são.

Em equipa que não ganha...

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Keizer mostrou com esta convocatória que pouco ou nada vai mudar do jogo fatídico da Supertaça para a estreia no campeonato, amanhã contra o Marítimo. Por mim, espero que seja a estreia de Luís Maximiano e que Miguel Luís, Vietto e Luís Phellype possam ser opções. Mas importante é que o treinador deixe de lado os três centrais. Pode ser?

Desta vez Keizer foi previsível

Pela primeira vez, finalmente, não faltou quem acertasse no onze titular escolhido por Marcel Keizer, tendo agora em vista o Marítimo-Sporting.

 

Aqui fica, por ordem alfabética, o registo de todos quantos tiveram "olho táctico" para as opções do técnico holandês: 

André Fernandes Nobre

Ângelo

António de Almeida

Fernando Luís

Luís Ferreira

Luís Moreira

Marcelo

Verde Protector

 

Parabéns a todos.

 

Não acertou quem previu Salin entre os postes, André Pinto no eixo da defesa, Idrissa como médio defensivo e Raphinha numa das alas - embora dois destes jogadores tenham entrado logo a abrir a segunda parte.

Desta vez Keizer foi previsível.

This shit is a joke

Fernando_Gomes.png

Um profissional de futebol, guarda-redes, que treina todos os dias a atirar-se energicamente para o chão, é empurrado sem violência, cai suavemente de frente sobre o relvado ... O adversário é expulso por comportamento incorrecto. Nada a dizer. Para mim deveria ser castigado pelo seu próprio clube - não só porque se fez isentar do jogo seguinte, devido a castigo, mas porque fez gastar o pouco tempo que restava do jogo, no qual o Sporting tentava ainda ganhar.

O guarda-redes, profissional de futebol, que treina todos os dias a atirar-se energicamente para o chão, empurrado sem violência, cai suavemente no relvado. Faltam cerca de 30 segundos para o jogo acabar. Rebola-se, com aparentes dores lancinantes, é assistido pelo médico e pelo fisioterapeuta ou lá como se chama agora ao massagista, é-lhe longamente  aplicado aquele spray mágico que anestesia os efeitos das mais violentas porradas que vamos vendo nos jogos da bola. O "teatro" é óbvio. Os ânimos, em final de um jogo de futebol, aquecem um pouco, como é ... humano. Os espectadores dividem-se, entre os adeptos (de sempre ou de ocasião) da equipa do guarda-redes (profissional de futebol, que treina todos os dias a atirar-se energicamente para o chão, ali empurrado sem violência e caído sem vigor no chão), a quererem que aquilo acabe logo, os adeptos da equipa do expulso, a suspirarem por 30 segundos que permitam à sua manca equipa fazer o que não fez nos 95 minutos anteriores. E uns largos milhões de telespectadores estrangeiros (eu vejo isto num canal internacional com bons relatores portugueses anglófonos, muito melhores dos que os relatores das estações portuguesas), que assistirão ao futebol português não por adeptismo mas por interesse (ou desfastio) e que, obviamente, comparam estas constantes pantominas, que nada mais são do que preguiça, com o frenesim ou constância de tantos outros campeonatos. Uma comparação que só pode causar ao negócio futebolístico português menos telespectadores internacionais e menores receitas, directas e indirectas.

Enquanto o guarda-redes do Marítimo, o tal profissional de futebol que todos os dias treina atirando-se energicamente para o chão, é acudido na sua agonia, similar à que teria se tivesse sido sodomizado sem consentimento pelo Incrível Hulk (o super-herói, não aquele ex-jogador do Porto suspenso por 19 jogos por ter respondido a uma provocação de um jagunço contratado pelo SLB para que Jorge Jesus fosse campeão "lhimpinho"), o pacato treinador do clube do expulso, clama lá na sua linha "This shit is a joke", pois ainda desconhecedor da língua pátria que preenche os relvados com os seus "caralho, filhodaputa, paneleiro de um cabrão, vai mas é para a cona da tua mãe" ou mesmo o pior de tudo, "gatuno", simpáticas características culturais lusófonas que qualquer transmissão televisiva nos traz até casa.

Dito isso, o tal violentíssimo "this shit is a joke", o árbitro, Tiago Martins de seu nome, vai-se ao holandês  nada voador e expulsa-o. O homem, diz-se, ganha 1 milhão de euros por ano, qualquer coisa como 90 000 euros por mês, um bocado mais do que o ordenado médio português, dado que há uma empresa que lhe paga isso. Pessoalmente até acho que não devia ocupar o lugar, e espero que o próprio Sporting lhe mostre o "cartão vermelho", e asap. Mas espanta-me que haja um rapazola, Tiago Martins, repito o seu nome, que expulse um tipo a quem uma empresa do ramo faz o esforço de pagar tanto só porque ele diz "this shit is a joke" quando vê o guarda-redes, o tal que é profissional, e que treina todos os dias a atirar-se para o chão energicamente, em arrepios de vítima de múltiplas metástases por via do empurrãozito do adversário, o epígono de Anderson Polga que me ocupa os pesadelos, nisso sucedendo ao horroroso e malvado Marvin Zeegelar que alguém, um dia, saberá o Diabo porquê, contratou para o Sporting .

Ocorre-me que o problema nem é do guarda-redes, o tal profissional de futebol que treina todos os dias a atirar-se energicamente para o chão, e que ali se rebola em ademanes de homossexual sado-masoquista, nem do trapaceiro médico do seu clube, alheio àquilo  que a deontologia o obriga, isso de não aceitar fingir doenças, nem do "fisioterapeuta" (o termo amaricado para massagista) que o anestesia demoradamente, nem mesmo do Anderson Polga II que se eterniza nas bandas de Alvalade para encanto dos masoquistas sportinguistas, nem mesmo do Tiago Martins, esse que evidentemente padece de doença atitudinal, nem mesmo do shaky dutchman, este mesmo inocente, e até certeiro, pois é óbvio que this shit is really a joke.

O problema está mesmo no Fernando Gomes (não o bibota, não o do capachinho, mas sim o da FPF). Ok, o Ederzito marcou o golo, e fomos campeões, e todos de repente o achamos o máximo. Mas, muito para além disso, não pode haver rapazolas com a atitude, vera cagança, deste Tiago Martins, não sei se já disse o nome dele. Uma atitude de merda, entenda-se. E a Federação de Futebol, seja lá qual for o organograma do plantel futebolístico, tem que tratar do assunto. Ensinar os ensináveis a comportarem-se. E pontapear. Os irredutíveis.

Castigo merecido

Depois duma primeira parte medíocre em que praticamente não criou perigo, Keizer deu a volta ao texto, a equipa encostou o Marítimo às cordas, mas as defesas incríveis do GR do adversário, a complacência manhosa do árbitro com as atitudes anti-desportivas e queima de tempo do mesmo, e alguma falta de sorte, conduziram a uma perda de dois pontos que, apesar de tudo o atrás referido, achei merecida. 

Merecida porque quem não aborda estes jogos para entrar com tudo, marcar primeiro, e gerir o resultado depois, põe-se a jeito para perder pontos.

Merecida também porque Keizer insistiu em jogadores fatigados fisica e mentalmente, não refrescou a equipa depois duma jornada europeia onde jogámos meia parte com 10, e apresentou mais uma vez um modelo de jogo que não facilita minimamente o trabalho de Bas Dost (também ele mais que fatigado). Muito jogo interior que se perde em passes sem nexo, extremos de pé trocado que não vão à linha centrar com precisão, laterais que não têm prontidão a centrar, tudo muito à base da inspiração e da capacidade extra de Bruno Fernandes e de mais um ou outro.

Não foi pelos reforços de inverno Borja (mesmo com o amarelo), Ilori, Doumbia e Luiz Phellipe que perdemos pontos. Se calhar todos eles deviam ter jogado de início.

O final da partida demonstrou mais uma vez a falta de tranquilidade que reina naquele balneário e à qual tem de pôr cobro urgentemente, mas que tem de se compreender à luz do sentimento de impotência de corresponder aos objectivos do clube, e também pela atitude vergonhosa de muitos "Letais ao Sporting" que, em vez de irem ao estádio apoiar e aplaudir, assobiam, intimidam e agridem, verbal e fisicamente.

De facto, não me recordo de nenhum periodo com tal quantidade de cartões amarelos e vermelhos mostrados ao Sporting, muitos por protestos e questiúnculas, a obrigar a substituições, a comprometer resultados e a desfalcar a equipa em desafios importantes.

SL

Rescaldo do jogo de hoje

Não gostei

 

 

De termos perdido mais dois pontos. Empate a zero no Funchal: há 33 anos que não se registava este desfecho num Marítimo-Sporting para o campeonato. Um resultado decepcionante que nos coloca novamente 11 pontos abaixo do FC Porto, líder da Liga. Nas últimas quatro épocas, temos saído sempre do estádio dos Barreiros sem a vitória: é algo que dá que pensar.

 

Das oportunidades desperdiçadas. Contei pelo menos seis. Duas na primeira parte, protagonizadas por Bruno Fernandes (5') e Bas Dost (23'). E quatro na segunda, protagonizadas por Diaby (47'), Bas Dost (72'), Raphinha (76') e Bruno Fernandes (79'). De nada nos valeu termos esmagadora superioridade na chamada "posse de bola" (77%) se continuamos incapazes de transformar oportunidades em golos.

 

De Gudelj. Nulidade absoluta durante o tempo que esteve em campo - ou seja, durante toda a primeira parte. Já amarelado, desde os 39', foi remetido ao balneário pelo treinador, que mandou entrar Idrissa Doumbia para o seu lugar - reforçando assim a dinâmica da equipa. Não consigo entender o que leva o técnico holandês em apostar teimosamente no médio sérvio.

 

De Bas Dost. O holandês continua divorciado dos golos. Atravessa uma notória crise de confiança: parece que a bola o queima quando lhe vai à cabeça ou aos pés. Chega ao fim de mais um jogo com a folha em branco. E desta vez não foi por falta de assistência dos colegas, como ficou bem patente aos 47': com a bola em seu poder, de frente para a baliza, optou por lateralizá-la para Diaby, muito menos bem posicionado. O lance perdeu-se.

 

De Luiz Phellype. Jogo após jogo, continua sem demonstrar o mérito da sua contratação, está quase a fazer dois meses. Hoje esteve mais um quarto de hora em campo, sem qualquer proveito para a equipa. Um goleador sem golos de verde e branco.

 

Da brunodependência. Bruno Fernandes, talvez por cansaço após a eliminatória europeia, esteve vários pontos abaixo do habitual. Nem nos lances de bola parada foi capaz de fazer a diferença. Isto desequilibrou a equipa, que tem demonstrado excessiva dependência face ao capitão leonino. Na primeira parte, sobretudo, os colegas optavam quase sempre por lhe endossar a bola, desperdiçando oportunidades de construir jogo por vias alternativas. Nenhum homem, por mais atributos que possua, pode sobrepor-se ou substituir-se a uma equipa.

 

Que Geraldes não tivesse saído do banco. Desta vez Keizer incluiu o nosso médio criativo, formado em Alcochete, na convocatória da jornada. Mas Francisco voltou a não sair do banco. Apetece perguntar porquê.

 

Da expulsão de Coates. O uruguaio ficará fora da próxima partida, frente ao Portimonense. E pode já antecipar-se que irá fazer-nos muita falta.

 

Da péssima arbitragem de Tiago Martins. Há quem o considere o melhor árbitro português do momento. Hoje ninguém de boa fé pode subscrever esta frase. O apitador de Lisboa estragou o espectáculo ao assumir o protagonismo com um critério disciplinar absurdo, culminando na ordem de expulsão que deu segundos antes do fim do jogo a Marcel Keizer, o mais pacífico e pacato dos treinadores que têm passado pelo futebol português.

 

Da nossa triste mediania longe de Alvalade. Nesta Liga 2018/2019 apenas conseguimos vencer quatro vezes fora de casa. Justifica reflexão urgente. E muito séria.

 

 

 

Gostei

 

Da comparação com a época passada. Na Liga 2017/2018, ainda com Jorge Jesus ao leme da equipa, fomos ao Funchal perder por 2-1, neste mesmo estádio. Desta vez trazemos de lá um pontinho. É pouco, mas apesar de tudo é menos mau.

 

De termos conseguido encurtar a distância face ao Braga. A progressão foi mínima, mas nas contas finais pode tornar-se relevante para apurar quem preencherá o último lugar do pódio. Perante a inesperada derrota dos braguistas em casa, frente ao Belenenses, o nosso empate na Madeira permitiu-nos aproximar do terceiro posto. Diminuindo a diferença face ao Braga de quatro pontos para três.

 

Das substituições ao intervalo. Desta vez Keizer não hesitou nem adiou: aproveitou o intervalo para tirar dois jogadores já amarelados, Gudelj e Borja, substituindo-os (com vantagem para a equipa) por Idrissa e Raphinha. Este último, em particular, alterou o cariz do jogo, tornando a nossa equipa mais acutilante e determinada nos lances ofensivos. Foi dele a jogada mais perigosa do encontro, travada in extremis, aos 76', por uma excelente intervenção do guarda-redes Charles, naquela que foi a defesa da noite. Voto no brasileiro como o melhor dos nossos: o Sporting beneficiou muito com ele em campo. Apetece perguntar por que motivo Raphinha não jogou de início.

 

Do primeiro quarto de hora da segunda parte. Domínio total do Sporting nesta fase do jogo. Infelizmente, um domínio não traduzido em golos.

 

De termos mantido as nossas redes invioladas. Vinte e duas jornadas depois, enfim, voltamos a não sofrer golos fora de casa.

Qual será o onze titular?

Eis os jogadores que Marcel Keizer convocou para o nosso jogo de hoje contra o Marítimo, na 23.ª jornada do campeonato nacional de futebol 2018/2019:

 

Guarda-redes

Diogo Sousa, Renan, Salin

Defesas

André Pinto, Borja, Coates, Ilori, Jefferson, Ristovski

Médios

Acuña, Bruno Fernandes, Francisco Geraldes, Idrissa Doumbia, Gudelj, Wendel

Avançados

Bas Dost, Diaby, Luiz Phellype, Raphinha

 

Desta convocatória, relativamente à partida anterior para a Liga Europa, foram riscados três jovens da formação: Jovane, Miguel Luís e Thierry. Para as entradas de Acuña, Idrissa e Francisco Geraldes (este também da formação leonina, como sabemos).

Lanço o desafio aos leitores: qual será o onze titular escolhido por Marcel Keizer para esta partida no Funchal, com início às 19 horas?

Até agora, desde que comecei a lançar estes reptos, ainda ninguém conseguiu acertar num onze escolhido pelo técnico holandês. Espero que desta vez isso se altere.

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