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És a nossa Fé!

O melhor prognóstico

Um leitor que assina Rui Franco foi o único a acertar na nossa vitória por 1-0 contra o Marítimo, na jornada anterior. Contrariando o excesso de optimismo de muitos prognósticos, em que predominava uma goleada por 3-0. Sempre mau conselheiro, este triunfalismo que tantas vezes antecede cada desafio da nossa equipa e depois gera grandes decepções.

Este leitor só não acertou em Borja como marcador do nosso golo solitário. Já seria exigir-lhe de mais, convenhamos.

Cansaço

Uma equipa do Sporting cansada mental e fisicamente sofreu muito para levar de vencida um Marítimo que muito lutou e pouco jogou e um árbitro que deixou bem vincado que estava ali para ser mais uma dificuldade. Nas bancadas notou-se a falta de muita gente, também ela cansada com este estado de coisas.

Foi uma noite de sofrimento também pelos dois golos anulados e o remate à trave, que só terminou quando o herói improvável, Borja, dum ângulo difícil, a meteu lá dentro. E assim as claques em guerra (desta vez a Torcida Verde fez um número ridículo para justificar a sua cobardia e demissão no apoio à equipa) já se puderam concentrar nos insultos ao presidente do Sporting à vontade, deixando os "palhaços que jogam à bola" em paz e sossego.

O Sporting até começou bem, com vontade de resolver as coisas depressa e criando situações sucessivas de potencial perigo, goradas por um último passe, cruzamento ou remate mal feitos, mas a lesão estúpida do LP29 (volta depressa, és o segundo marcador da equipa e precisamos de ti) desconcentrou a equipa que pouco a pouco foi deixando o Marítimo recuperar, sentir-se confortável no jogo e criar um par de oportunidades.

Sporar entrou sem ritmo competitivo mas com pormenores de ponta de lança, e as substituições desta vez resultaram, Plata e Jovane trouxeram coisas novas à equipa, Jovane acabou por fazer a assistência para golo.  Bruno Fernandes, mesmo com o vai-não-vai-fica-não-fica, foi mais uma vez o melhor em campo com uma grande remate à trave, Acuña e Mathieu fizeram muita falta (que se passa, Neto, são apenas nervos ?), Wendel e Doumbia correram muito e jogaram pouco, e tudo somado foi mais uma exibição que deixou muito a desejar.

Mas o que importa são os três pontos. Famalicão e Guimarães perderam em casa, o Braga tem uma deslocação complicada onde pode perder pontos, vamos chegar a Braga no terceiro lugar e pelo menos com dois pontos de vantagem esperando um desfecho bem diferente no terreno de jogo. Não há sorte que sempre dure.

Que Silas veja e reveja o jogo da Taça da Liga, e que faça tudo diferente também. E que o Bruno... fique!

SL

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

Do regresso às vitórias. O Sporting superou esta noite a turma do Marítimo, vencendo-a em Alvalade, embora por margem mínima: 1-0. Melhor do que o confronto da primeira volta, em que nos ficámos por um empate no Funchal, ainda com a equipa sob o comando de Marcel Keizer. Agora não só vencemos como dominámos sem discussão a partida - ao ponto de o Marítimo apenas ter feito um remate à nossa baliza na etapa complementar. E só por manifesto azar o nosso triunfo não foi mais dilatado: aos 70', com o seu pontapé-canhão, Bruno Fernandes levou a bola a embater com estrondo na barra.

 

De Borja. O lateral colombiano regressou à titularidade, aproveitando a ausência de Acuña, afastado por acumulação de cartões. Cumpriu com distinção a incumbência, não apenas no plano defensivo, com boas acções de cobertura, mas sobretudo nas movimentações ofensivas que culminaram com a sua estreia a marcar esta época ao serviço do Sporting, correspondendo da melhor maneira a um cruzamento de Jovane. Foi também dos pés dele que saiu o excelente centro para o golo de Rafael Camacho que viria a ser anulado por alegada falta anterior do estreante Sporar. Voto nele como o melhor em campo.

 

De Wendel. Muito influente na ligação entre linhas, destacou-se pela mobilidade e pela capacidade de luta a meio-campo, ganhando diversos confrontos individuais. Sempre muito activo, vai dando sinais de crescente robustez física e disciplina táctica.

 

De Jovane. Foi a arma secreta de Silas, bem utilizada após quatro meses exactos de afastamento por lesão: o último jogo em que tinha sido utilizado na equipa principal fora o Sporting-Rio Ave para a Taça da Liga, a 27 de Setembro. Entrou aos 71' e cinco minutos depois estava a fazer a assistência para o golo leonino. A sua entrada, para o lugar de Idrissa Doumbia, permitiu alargar a frente ofensiva. Aos 90'+1 esteve quase a marcar o segundo, num remate cruzado fortíssimo, do lado direito, desviado in extremis pelo guardião Amir para canto.

 

Da estreia de Sporar. O internacional esloveno - até agora único reforço do Sporting neste mercado de Inverno - esteve fora do onze inicial devido a uma indisposição intestinal. Mas acabou mesmo por entrar devido à lesão de Luiz Phellype, logo aos 15'. Só teve possibilidade de fazer três treinos pelo Sporting, vê-se que não tem rotinas com os colegas, mas deu alguns sinais interessantes: sabe desmarcar-se, arrastando os defesas, e utilizar a velocidade. Esteve a centímetros de marcar aos 76', correspondendo ao cruzamento de Jovane que viria a sobrar para Borja marcar o golo. Funcionou como talismã para a equipa: o nosso regresso às vitórias ocorreu com ele de verde e branco.

 

Da aposta na juventude. Terminamos este jogo com cinco jogadores muito jovens no onze, todos promissores e alguns com melhor desempenho global do que os colegas mais velhos: Max (21 anos), Wendel (22), Plata (19), Jovane (21) e Camacho (19). E três deles com formação na Academia leonina. Este tem de ser o caminho para reforçar a identidade do Sporting.

 

De não termos sofrido qualquer golo. Terminamos com a nossa baliza inviolada, o que só tinha acontecido em quatro ocasiões nesta Liga 2019/2020.

 

Da subida do Sporting ao terceiro lugar. Recuperámos o lugar no pódio do campeonato a que temos direito, beneficiando da derrota do Famalicão em casa frente ao Santa Clara, e vendo mais à distância o V. Guimarães, que perdeu também em casa contra o Rio Ave. Aguardemos agora pelo resultado do confronto de logo à noite entre o FC Porto e o Gil Vicente.

 

 

Não gostei

 
 

Do inútil Jesé. Silas insistiu em dar-lhe outra oportunidade como titular - algo que não acontecia desde 12 de Dezembro. Mas o espanhol voltou a ser incapaz de aproveitar a benevolência do técnico leonino, desperdiçando (pela última vez?) a hipótese de jogar pelo Sporting. Esteve 62 minutos em campo, confirmando ter sido um dos maiores barretes enfiados pelo duo Frederico Varandas-Hugo Viana, a par do brasileiro Fernando, já devolvido à procedência. A equipa melhorou muito quando o técnico decidiu enfim - com 62 minutos de atraso - remetê-lo ao balneário, trocando-o por Plata com inegável vantagem para a dinâmica ofensiva leonina.

 

Da lesão de Luiz Phellype. Titular na frente de ataque, o brasileiro foi azarado: saiu aos 11' lesionado, após um choque com um adversário que o árbitro Rui Costa nem assinalou com a falta que se impunha contra o Marítimo. A lesão parece ser complicada, acelerando a promoção do recém-chegado Sporar ao onze inicial já a partir do próximo confronto, com o Braga, na Cidade dos Arcebispos.

 

De três ausências. Acuña e Mathieu (a cumprir castigos) e Vietto (por lesão) estiveram fora dos convocados para esta partida. Num plantel tão desequilibrado como o nosso, é quanto basta para causar abalo. Felizmente dois deles estarão de volta já na próxima jornada. Espero que Pedro Mendes, face à lesão de Luiz Phellype, possa ao menos sentar-se no banco de suplentes, algo que desta vez não aconteceu, pois foi remetido para a bancada.

 

Do 0-0 ao intervalo. Resultado que não traduzia o domínio do Sporting na meia hora inicial e acentuava o receio de muitos adeptos para os 45 minutos seguintes. Felizmente os cenários pessimistas não se confirmaram.

 

De ver dois golos anulados ao Sporting. O primeiro, marcado aos 16' por Coates, num pontapé acrobático à meia-volta, foi invalidado por deslocação do central uruguaio. O segundo, marcado por Camacho aos 53', acabou por ficar sem efeito por suposto empurrão de Sporar a um defesa adversário que Rui Costa e o vídeo-árbitro demoraram três minutos a analisar.

 

Dos assobios à equipa. Estávamos no minuto 8 do jogo quando soaram nas bancadas as primeiras vaias - bem sonoras - aos nossos jogadores. Os imbecis do assobio imaginarão que assim conseguirão motivar alguém ou fazem isto só para incutir mais moral aos adversários que nos defrontam em Alvalade?

 

De ver as bancadas tão despidas. Apenas 12.788 espectadores em Alvalade numa noite fria e chuvosa de Inverno para assistirem a um jogo iniciado às 21.03. Muitos destes resistentes só chegaram a casa após a meia-noite. É um delito de lesa-futebol permitir jogos a esta hora tão tardia na véspera de um dia de trabalho, em ambiente de manifesto desconforto, sem a menor garantia de assistir a um bom espectáculo de futebol e perante a iminência de testemunhar "festivais de pirotecnia" dos javardos da curva sul. Enquanto a administração da SAD não se impuser perante a Liga para a alteração dos horários e continuar a permitir a entrada de artefactos pirotécnicos, verá clareiras tão grandes ou ainda maiores no nosso estádio. Que lhe faça bom proveito.

Um golaço com bênção papal

A gente não joga nada, isso creio ser ponto assente.

Quem começa um jogo com Jesé e deixa Pedro Mendes na bancada, não merece ser feliz e joga nitidamente com um a menos. Hoje no entanto a felicidade bateu-nos à porta e cedo deixámos de jogar com nove, já que o Luis das consoantes dobradas levou uma arrochada que o mandou, literalmente, para fora de campo. Fez um insular aquilo que Silas não tem coragem para fazer: Jogar sem aquele pau de sebo na frente de ataque. Pela minha parte, os meus agradecimentos ao rapaz da Madeira.

Bom, a gente não joga nada, mas os madeirenses jogam um bocadinho menos ainda e o Rui Costa a apitar é ainda muito pior. É confrangedor ver aquele senhor de apito na boca, ele não é apenas incompetente, ele é a própria incompetência!

Apesar de tudo, no jogo talvez com pior assistência para a Liga desde que este estádio está de pé,  houve alguns lances de relevo neste jogo insonso, mais um, da nossa equipa: Uma excelente defesa de Max, um belo remate de Bruno Fernandes à trave e um golo de um ângulo muito apertado de "Rodrigo" Borja; um golo abençoado que nos dá por agora o terceiro lugar e descansa Silas, que há três semanas havia garantido que à frente do Famalicão ficaremos (até aposta com quem quiser). "Alexandre VI" hoje ouviu-o e lá fez o milagre, mas a continuar assim,  suspeito que nem com a ajuda de todos os santinhos lá iremos.

Valeu pelo resultado, justo, mas lá que é muito mau, isso é!

Uma palavra final para Jovane. Um regresso que se saúda e em grande. Oxalá seja aposta.

Prognósticos antes do jogo

Começamos hoje a segunda volta do campeonato. A horas impróprias, uma vez mais. A estrutura directiva da SAD leonina foi incapaz de velar pelos interesses dos adeptos junto da Liga, aceitando que o Sporting-Marítimo se dispute esta noite, a partir das 21 horas. Na véspera dum dia de trabalho, o que inviabilizará a presença de muita gente que gostaria assistir ao vivo a esta partida mas não mora nas imediações do estádio nem sequer reside na cidade de Lisboa. Isto ajuda a explicar a crescente redução do número de espectadores nas bancadas.

Feito o intróito, quero saber quais são os vossos prognósticos para este desafio. É para ganhar? E quem marcará os nossos golos?

Seis minutos e meio

Keizer disse que estivemos bem até aos seis minutos e meio, momento em que sofremos o golo.

Tendo em conta que o único jovem da equipa era Thierry Correia, como é que se justifica que uma equipa de homens feitos trema perante um Marítimo treinado por um tipo que teve uma vitória em toda a última edição da liga?

Seis minutos e meio. O que se passa, Sporting?

Rescaldo do jogo de ontem

Não gostei

 

De ter começado o campeonato logo a perder dois pontos. Irão seguramente fazer-nos muita falta lá mais para a frente, quando andarmos agarrados à maquina de calcular. Num jogo em que aos sete minutos já estávamos a perder. Saímos do Funchal com um empate 1-1. O golo que impediu a derrota foi apontado por Coates aos 29'. Tivemos mais de uma hora para dar a volta ao resultado, sem conseguir. E ainda vimos uma bola embater no poste da nossa baliza, aos 75', e Renan fez uma defesa dificílima, aos 85', negando ao Marítimo o golo da vitória.

 

Da nossa falta de capacidade ofensiva. Uma equipa que aspira a títulos não pode fazer apenas dois remates enquadrados com a baliza num total de 17 - tantos quanto foi tentando ao longo desta partida. Enquanto o Marítimo marcou no primeiro lance de ataque colectivo que construiu.

 

De ThierryÚnico jogador da formação leonina que esteve em campo, nesta estreia no campeonato desperdiçou uma excelente oportunidade para se firmar como titular da lateral esquerda ao ter sido batido - por deficiente movimentação - pelo extremo do Marítimo que centrou para golo. A culpa, neste lance, não foi só dele - toda a defesa do Sporting entrou em derrocada, permitindo a Getterson aparecer isolado frente a Renan. Mas é o segundo erro grave que o jovem defesa comete em dois jogos consecutivos.

 

De Raphinha. Como é possível falhar em tantos lances capitais? O extremo brasileiro foi a imagem viva do desacerto e da falta de capacidade anímica desta equipa no início da Liga 2019/2020. Falhou escandalosamente três golos que qualquer outro teria marcado - aos 32', 79' e 87'. Más decisões numa zona do terreno em que um erro custa muito caro e penaliza seriamente a equipa.

 

Dos reforços. Neste Verão, o Sporting gastou cerca de 25 milhões de euros em vários jogadores supostamente para valorizar e dinamizar o plantel. Mas o técnico holandês deixou-os no banco ou nem sequer os convocou para esta partida. Excepção, no onze titular, para Eduardo Henrique, ex-Belenenses, que foi médio defensivo adaptado por ausência de Idrissa Doumbia, a cumprir castigo. Falta-lhe entrosamento, dinâmica e rodagem, mas esteve longe de ser dos piores.

 

Das substituições. A equipa anfitriã melhorou consideravelmente com as substituições feitas pelo novo técnico, Nuno Manta Santos. Enquanto a nossa piorou a partir dos 73', quando Keizer trocou Luiz Phellype por Bas Dost e Eduardo por Vietto. Nenhuma mudança para melhor também ao fazer sair Borja, aos 85', trocando-o pelo fatal Diaby, novamente irrelevante: o maliano mal chegou a tocar na bola.

 

Da má forma física dos jogadores. O treinador concedeu dois dias de folga aos jogadores após terem sido goleados pelo Benfica na Supertaça - decisão que ninguém consegue justificar. Mesmo assim, foi inegável o extremo cansaço de grande parte deles, que terminaram o jogo quase sem forças. Algo precisa de ser feito com urgência no treino físico do plantel.

 

 

Gostei

 

De Bruno Fernandes. Uma vez mais, o nosso melhor jogador. Foi dele o primeiro grande passe em profundidade, isolando Raphinha logo aos 2'. Foi dele também o primeiro remate do Sporting que levava selo de golo: uma bomba disparada aos 28', travada pelo guardião adversário com a defesa da noite. Foi ainda ele que cruzou para o golo de Coates, parecendo com vontade de voltar a ser na nova época o rei das assistências da nossa equipa.

 

De Acuña. O argentino, que não cumpriu a preparação da pré-época leonina por ter participado na Copa América, está ainda a ganhar forma. Mas já foi um dos nossos melhores em campo, como ala esquerdo. Bom cruzamento que Luiz Phellype desperdiçou aos 25'. Conduziu um contra-ataque muito perigoso culminado num centro perfeito para Raphinha, aos 79'. Garra e vontade não lhe faltam. Falta-lhe apenas melhorar um pouco a pontaria: rematou ao lado aos 32' e atirou por cima aos 63'.

 

Do ponto ganho ao FC Porto. Se o nosso verdadeiro objectivo é competir pelo segundo lugar do campeonato, último que pode permitir o acesso à Liga dos Campeões, estreamo-nos com um ponto de vantagem na Liga 2019/2020 face aos nossos rivais portistas, que no sábado foram derrotados pelo recém-promovido Gil Vicente. Do mal o menos.

A única conclusão possível

Bruno Fernandes está, para o Sporting, bem acima do nível que Ronaldo esteve para o Real Madrid. Só assim se justifica a conquista de dois títulos na última época. Keizer não parece melhorar o futebol. Muito menos compreender como funciona Portugal.

Depois de levar cinco, entramos em campo como se fosse mais um amigável. Falta mentalidade e isso começa num rosto, o do treinador.

O que fazer para melhorar?

Escrever a quente!!!

Manda o bom senso não tecer comentários sobre o que acontece nos jogos imediatamente a seguir ao final. Fervilham emoções, ainda estamos perante a pressão do mesmo, apetece-nos mandar tudo para a outra parte... enfim, estamos ainda com as emoções à flor da pele. Todavia, vou quebrar aquilo que acabei de escrever e vou tentar em poucas palavras transmitir aquilo que sinto. Uma desilusão completa. Não temos um futebol que consiga minimamente cativar, e esse mesmo futebol que praticamos é demasiado prevísivel, sem qualquer objetividade, com jogadores muito lentos (a começar pela defesa), e um meio-campo só com Wendel e Bruno a pautar o jogo (e com alguns abusos, fruto da situação que ele sabe que se não for ele a puxar pela equipa, ninguém mais é capaz de o fazer).

Por favor, não falem da formação. Ou se tem qualidade ou não se tem. Isto a propósito de Therry. Não é com o campeonato a decorrer onde qualquer ponto que se perde pode vir fazer falta, que se fazem apostas deste género. As falhas graves já são em dois jogos seguidos. E quanto ao treinador? Nunca aqui teci qualquer comentário sobre Keizer, mas francamente não entendo como concede dois dias de folga ao plantel depois do jogo com o Benfica, e aquela frieza e distanciamento que evidencia talvez mais não seja do que fechar-se sobre a sua incompetência. 

O pior início desde 2014

Vimos do Funchal com um empate: 1-1. O pior começo de campeonato do Sporting desde a época 2014/2015, quando sob o comando de Marco Silva empatámos pela mesma marca com a Académica em Coimbra.

Em Agosto de 2015, na jornada inaugural, vencemos fora de casa o Tondela por 2-1.

No arranque da época 2016/2017, derrotámos o Marítimo em Alvalade por 2-0.

Em Agosto de 2017, na abertura do campeonato, fomos a Vila das Aves bater a equipa local também por 2-0.

Há um ano, no início da Liga 2018/2019, o resultado foi igualmente muito favorável para as nossas cores: Moreirense, 1 - Sporting, 3.

As coisas são o que são.

Em equipa que não ganha...

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Keizer mostrou com esta convocatória que pouco ou nada vai mudar do jogo fatídico da Supertaça para a estreia no campeonato, amanhã contra o Marítimo. Por mim, espero que seja a estreia de Luís Maximiano e que Miguel Luís, Vietto e Luís Phellype possam ser opções. Mas importante é que o treinador deixe de lado os três centrais. Pode ser?

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