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És a nossa Fé!

Minuto 9!

Decorria o minuto 9 do jogo do Sporting contra o Portimonense quando todo o estádio se ergueu a bater palmas.

Assim de repente não entendi a ovação até que olhei para o enorme relógio e percebi o minuto e a quem estavam a ser dedicadas aquelas palmas.

Momento arrepiante que me comoveu profundamente.

Cinco minutos antes do se iniciar o jogo as cartolinas verdes e brancas mostraram, a quem pretendeu ver, como o Sporting é um clube diferente e os sportinguistas adeptos fenomenais.

Por estes gestos e por muuuuuuuuuuuuuuitos outros.

Espero que o “Eterno Capitão” tenha conseguido ver a homenagem. O minuto 9 foi dele, mas a festa é de todos os Sportinguistas. Manuel Fernandes incluído!

Força aí capitão!

Manuel Fernandes

manel.jpeg

 

Luta pela vida, com a tenacidade de sempre. É um dos meus heróis leoninos - agora herói também por isto.

Há quase um ano, estava ele já doente, dei-lhe aqui os parabéns pelo seu 72.º aniversário. Lembrando o seu valiosíssimo palmarés: 12 épocas no Sporting, dois títulos de campeão nacional, duas Taça de Portugal conquistadas, 433 jogos oficiais, 257 golos.

É, ainda hoje, o jogador com mais presenças no campeonato português.

Infelizmente, o presidente do Sporting que antecedeu o actual transformou-o em alvo a abater. Sem um pingo de vergonha.

Infelizmente também, em Outubro de 2021 um número significativo de sócios, fervorosamente anti-Varandas, votou em grande percentagem (44,6%, convém recordar) contra a atribuição às portas do Estádio José Alvalade destes nomes ilustres: Vítor Damas, Hilário Conceição, Francisco Stromp, Rui Jordão, Cinco Violinos, Héctor Yazalde e Manuel Fernandes. 

Sim, também o nosso "Manel" esteve quase a ser chumbado por estes energúmenos. Algo que devia merecer unanimidade de todos os verdadeiros sportinguistas.

Só concebo um lampião a votar assim.

 

«Quem faz isto é capaz de tudo», escrevi na altura aqui. E reitero agora.

Quase três anos depois, concluo ainda com maior indignação: o Manel não merecia isto, o Manel não merece isto.

Que nojo de gente. Indigna de alguém como Manuel José Tavares Fernandes, nascido a 5 de Junho de 1951 em Sarilhos Pequenos, concelho da Moita. Um dos maiores ídolos de sempre do universo leonino.

Parabéns, Manel

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Pelo teu 72.º aniversário.

E pelo teu brilhante currículo, motivo de orgulho para todos nós.

Doze épocas no Sporting, dois títulos de campeão nacional, duas Taça de Portugal conquistadas: 433 jogos oficiais, 257 golos. És ainda hoje o jogador com mais presenças no campeonato português.

Serás sempre um dos nossos, Manuel José Tavares Fernandes.

Sabendo que passas por um delicado momento de saúde, venho desejar-te rápidas melhoras. Creio poder falar em nome dos restantes membros deste blogue: todos aqui desejamos o mesmo.

Forte abraço leonino. Precisamos de ti novamente em grande forma.

Gritante falta de exigência

leao.jpg

 

Leio estas declarações de Manuel Fernandes, antevendo o desafio de amanhã na Luz, e concluo: esta gritante falta de exigência faz mal ao Sporting. Proclamar, 48 horas antes do desafio, que «este jogo não conta nada», é mais um sintoma do que escrevi aqui há dias: andamos a caminhar na direcção errada. Em vez de elevarmos a fasquia, continuamos a baixá-la. Com esta mentalidade, onde sobra o esforço? O que resta da imperiosa dedicação? Onde mora a ambição de glória?

Quando, antes do apito inicial, históricos vultos do Sporting surgem no terreno mediático com paninhos quentes aos nossos jogadores proclamando que o clássico dos clássicos do futebol português é quase uma partida a feijões, transmitem um sinal profundamente errado a quem anda lá dentro. Absolvem-nos por antecipação se, como demonstraram no estádio dos Barreiros frente ao penúltimo do campeonato, tremerem todos e andarem a arrastar-se em campo, após dez dias sem competir, como se lhes faltasse sei lá o quê.

Considero ainda mais deslocado que seja precisamente alguém como Manuel Fernandes, eterno capitão do Sporting e um dos heróis deste clube com leão no símbolo, a emitir sinais tão desmobilizadores. Terá sido com este espírito que ele protagonizou aquele histórico dia 14 de Dezembro de 1986 em que goleámos o Benfica por 7-1? Também esse jogo que jamais se apagará do historial leonino «não contava para nada»?

 

No Sporting não há jogos a feijões, caro Manuel. Como sabes melhor do que ninguém. Cada desafio conta. Não é para «cumprir calendário» nem para aquecer nestes meses mais frios: é para vencer. Jogue-se onde se jogar.

Como é que não conta? Basta olhar de relance a tabela classificativa para perceber. Se perdermos amanhã, ficamos 15 pontos abaixo do velho rival. Se as três equipas mais próximas vencerem também, o Braga fica 9 pontos acima, o FC Porto fica com mais 8 e o Casa Pia ultrapassa-nos no quarto posto. Somaremos a sexta derrota em 16 jogos da Liga. 

Será de mais pedir a estes sportinguistas com lugar cativo nos meios de comunicação (outro é Dias Ferreira, que já concluiu na TSF: com estes árbitros «não vale a pena») que transmitam aos nossos jogadores sinais inequívocos de exigência em vez de subscreverem este discurso derrotista, capaz de sepultar no berço qualquer aspiração à glória?

CX7 e os mutantes

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Gosto de banda desenhada, "comics" ou novelas gráficas como lhes chamam agora.

Gosto de Charles Xavier, o professor X, gosto de pessoas que pensam.

Gosto da ideia de mutantes, pessoas diferentes que tentam viver/sobreviver da melhor forma possível num mundo normal.

Gosto de música mas não gosto quando me tentam dar música.

Olho para a segunda imagem e para mim as pessoas de pé respiram sportinguismo, principalmente, Paulinho e Manel, LF7 nem por isso.

A voz do leitor

«Manuel Fernandes, numa entrevista, disse que tinha grande prazer em marcar golos ao Benfica. Na minha opinião prestou uma homenagem ao clube da freguesia de Benfica. Também Cristiano Ronaldo, após marcar um golo nas Antas pelo Manchester United, disse o mesmo em relação ao Porto. Quem não gostou foi o pinto azul: "Ele devia era marcar pela selecção", disse. E marcou como nenhum outro!»

 

Leão de Queluz, neste texto do Pedro Oliveira

Manuel Fernandes, 70 anos

Jogador de futebol masculino

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O Manel completou ontem 70 anos, vai a caminho dos 7-1.

Hoje o Rmais (jornal Record) é-lhe quase todo dedicado.

Duas frases:

"Só há um clube para mim: chama-se Sporting. Eu sempre fui fanático."

"(...) a maior felicidade que tive na vida foi o primeiro dia que vesti a camisola do Sporting".

Uma entrevista (conduzida por Filipe Alexandre Dias) a não perder.

27 de Agosto de 1975 (b)

Ontem chamei a atenção para os 45 anos da estreia de Manuel Fernandes com a camisola do Sporting.

Foi triste verificar que a grande maioria dos comentários, quase a totalidade, não se referissem a esta figura maior do nosso clube em tons elogiosos tendo sido omitido o grande atleta que foi, quiçá - triste se assim for - por desconhecimento, e relevado o seu papel enquanto comentador e as suas «peripécias» com Bruno de Carvalho.

Recordo que Manuel Fernandes permaneceu no clube, manteve-se fiel ao seu amor pelo Sporting (nos moldes em o comentário de Pedro Oliveira refere), numa altura em que alguns dos nossos principais atletas “sairam para o FCPorto”. Não crítico, nem faço juízos de valor sobre o sportinguismo daqueles que nessa altura tomaram esse caminho e mais tarde regressaram noutras funções (treinador, dirigente), mas registo que saíram para um rival tendo defrontado o Sporting como adversário. Manuel Fernandes não, tendo sido aliciado por esse clube, ficou.

Manuel Fernandes foi um dos melhores avançados que o Sporting teve. Tendo sido «Bota de Prata» na época de 1985/86 não foi, injustamente, convocado para o «Mundial de ‘86» e é o recordista de golos marcados num só jogo entre o Sporting e o nosso eterno rival. Tal como Peyroteo, não teve a saída do clube que merecia, sendo dispensado por um tal de Keith Burkinshaw.

 

Para mim, juntamente com Carlos Lopes, Manuel Fernandes é, daquelas que tenho memória, a figura maior do Sporting. Foi o meu ídolo de infância, início de juventude.

27 de Agosto de 1975

Faz hoje 45 anos que Manuel Fernandes vestiu pela primeira vez a camisola do Sporting, num jogo contra o Académico (sim, Académico*) de Coimbra.

Na crónica do jogo, assinada por Carneiro Jacinto no jornal Record, pode ler-se que Manuel Fernandes, neste seu primeiro jogo com a camisola do Sporting, tentou «justificar a ausência de um goleador da craveira do seu antecessor – Yazalde.»

 

«O jogo

Estádio de Alvalade

 

SPORTING – Damas, Barão, Mendes, Amândio e Inácio; Tomé, Baltasar e Fraguito; Marinho, Manuel Fernandes e Chico.

 

Substituições: Aos 56 m., Inácio cedeu o lugar a Da Costa; aos 65 m., Zezinho, Valter, Garcês e Paulo Rocha renderam Barão, Baltasar, Amândio e Chico; aos 72m., Jesus rendeu Tomé (lesionado)

 

 

ACADÉMICO – Manafá; Brasfemes, Alhinho, José Freixo e Martinho; Gervásio, Gregório, Mário Campos e Costa; Daniel e Manuel António.

 

No 2.º tempo, o Académico apresentou Marrafa; Brasfemes, Belo, Vítor Freixo; Artur Jorge, Crisóstomo e Costa.

Aos 72 m, Gervásio regressou para render Costa

 

Ao intervalo: 2-2

 

Golos:

1 – 0, aos 9 m., por Manuel Fernandes, na transformação de uma grande penalidade;

2 – 0, aos 18 m., por Baltasar;

2 – 1, aos 23 m., por Daniel;

2 – 2, aos 37 m., por Gregório na transformação de uma grande penalidade;

3 – 2, aos 65 m., por Marinho;

4 – 2, aos 78 m., por Vítor Manuel, na própria baliza;

4 – 3, aos 79 m., por Zezinho, na própria baliza;

5 – 3, aos 89 m., por Manuel Fernandes.»

 

In.: Record, n.º 2680, de 28 de Agosto de 1975

 

[*] – Após o 25 de Abril de 1974, a academia coimbrã votou, em Assembleia Magna, a dissolução da Secção de Futebol, sob pretexto de um falso amadorismo, porém para que a «Briosa» não desaparecesse, criou-se o Clube Académico de Coimbra, o qual teve como primeiro presidente José Júlio Couceiro, pai do ex-candidato à presidência do Sporting José Couceiro. Na época de 1984/85 volta a reaparecer a Associação Académica de Coimbra, como Organismo Autónomo de Futebol.

Divagações em tempo de quarentena (4)

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(De A Bola, "João Palhinha, 24 anos, está na mira de clubes espanhóis e ingleses para a próxima temporada e tem novo empresário, uma vez que passou a ser representado pela Traquifoot, empresa liderada por Luís Neves e Pedro Traquino.")

 

Longe vai o tempo em que Manuel Fernandes assinava de cruz o contrato que lhe estendia João Rocha, o tempo em que presidentes e jogadores se entendiam directamente na base da exigência e do incentivo, muitas vezes nos momentos mais improváveis das épocas e dos jogos.

Depois disso a profissionalização dos jogadores de futebol foi avançando em paralelo com a industrialização do próprio jogo, e foram surgindo as obrigações fiscais, as SADs e as obrigações de mercado, os agentes, os investidores, os fundos, a separação entre direitos económicos e desportivos, os acordos sobre mais-valias, os mecanismos de solidariedade, etc. Hoje em dia cada jogador transporta consigo todo um conjunto de responsabilidades que importa entender.

Apesar disso, a ideia de muitos ainda é que os jogadores continuam a ser carne para canhão, podem ser maltratados pelas claques ou enxovalhados publicamente pelos presidentes quando as coisas correm mal, e até existem aqueles presidentes que dizem que estão lá para defender os interesses do clube e os jogadores que defendam os deles. Ou seja, parece que muita gente ficou no tempo do... Manuel Fernandes.

O Sporting sofreu na pele as consequências dessa atitude com o assalto a Alcochete e o processo litigioso que se seguiu demonstrou a complexidade actual da relação entre clubes e jogadores, bem como as diferenças de entendimento entre as instâncias jurídicas chamadas a resolver os conflitos, a nacional (TAD) e a da UEFA.

Estando esse processo praticamente terminado, importa agora é que o clube consiga enfim ter uma gestão de activos eficaz e suportada pela formação, que permita extrair o máximo de cada jogador do ponto de vista financeiro e desportivo, de acordo com os condicionalismos e oportunidades do mercado. Para isso importa conjugar a defesa intransigente dos seus interesses com um espírito de parceria com os jogadores e as entidades que os representam, com vista a garantir tranquilidade, focalização e espírito de corpo no balneário, tudo isto necessário à superação do grupo e às conquistas.

Parece simples, parece óbvio, mas estamos num clube que ao longo dos anos tem sido muito incompetente nesta área, desperdiçando talento que fugiu do clube ou foi vendido ao desbarato, como Paulo Futre, Fernando Mendes, João Moutinho e muitos mais, que acabaram por ir reforçar e ajudar a ganhar títulos nos clubes rivais. E de muitos ex-jogadores que passaram ou foram formados em Alvalade, muito ao contrário do que acontece noutras paragens, apenas se ouvem mágoas e ressentimentos para com o clube.

Mas também tivemos e temos casos em que as coisas funcionaram bem para todos, e no caso Bruno Fernandes conseguimos resgatá-lo duma saída pela porta pequena, mantê-lo como capitão e melhor jogador em campo até ao momento em que conseguimos uma grande transferência e ele saiu para um grande clube e um grande contracto. Ainda por cima, ficámos com um “tiffosi” que à distância não deixa de moralizar e incentivar os ex-colegas. Parabéns a todos os envolvidos, incluindo os agentes envolvidos no negócio.

Para terminar, apenas referir que se procurarmos os agentes dos jogadores do plantel principal do Sporting no Transfermarkt chegamos à lista seguinte: alguns pais e familiares, Ultimate Sports, LeaguePro, Invictus Team, Nomi Sports, TF Tribe, CLK Foot, Teixeira Players, Positionumber, Eleven Talent Group, Juan Manuel, TFM Agency, Gines Carvalhal, Eurodata Sport, MVP Group, Leonardo Corsi, Interlex Sport, First Acess Sports, AR Sports Management e... Bruno Carvalho (outro).

Agora veio o Rúben Amorim, agenciado pela Nomi Sports, a mesma de... Idrissa Doumbia. A Gestifute não consta, Rodrigo Fernandes não faz parte ainda do plantel principal. E agora, com o regresso de Palhinha, a Traquifoot.

SL

O Verdadeiro Leão

«Um programa dedicado à glória sportinguista Manuel Fernandes.

"O Verdadeiro Leão" é o retrato do Manel de Sarilhos Pequenos que, desde muito jovem e por influência da mãe, tem o Sporting no coração.

Sempre vestido de verde e branco, Manuel Fernandes, avançado que se notabilizou ao serviço do Sporting Clube de Portugal, é uma presença constante ao longo de quase duas décadas no Campeonato Nacional da I Divisão de Futebol.»

 

Passou esta noite na RTP Memória.

Os Fernandes nos Açores

Para distrair a cabeça de mais um foco de instabilidade e especulação, fica aqui a curiosidade. Tiago Fernandes será (ao que tudo indica) o treinador principal do Sporting na deslocação ao campo do Santa Clara. Em agosto de 1999, na estreia do Santa Clara na primeira divisão (andava por lá Clayton que viria a jogar no Sporting), também estava um Fernandes sentado no banco. Era Manuel, lenda do Sporting, mas estava no lado oposto e a vida correu-lhe bem. Empatou o clube do coração a duas bolas. Por nós, marcaram Edmilson e Acosta. Que desta vez vença o Fernandes. 

Um sonho de menino

Disclaimer: neste momento ainda não sei em quem vou votar, apenas em quem não vou votar. Por isso este e outros textos (anteriores e futuros) não são a favor de nunhum dos outros canditatos, mas apenas a minha opinião sobre aquele que, num momento inicial, me parecia, e provavelmente à maioria do universo sportinguista, o mais bem preparado para o cargo, mas que a cada aparição pública que faz demonstra exactamente o contrário.

--- " ---

 

Manuel Fernandes é um símbolo do Sporting, foi um grande jogador, grande capitão e é um grande sportinguista.

Mas alguém minimamente informado e atento à sua personalidade acredita que ele percebe alguma coisa de scouting ou que tenha capacidade para liderar um departamento de scouting ou de outra coisa qualquer?

Deve estar na Academia com algum tipo de funções? Não sei. Duvido fortemente das suas competências técnicas.

Tem lugar no universo Sporting? À partida sim, mas não sei em que função. Certamente que a liderar um departamento tão importante como o de scouting não.

 

Beto foi capitão, não foi um grande jogador e é sportinguista.

Se lhe reconheço alguma capacidade para poder ocupar o lugar de Team Manager? Obviamente que não.

Reconhecesse-lhe capacidade de liderança, de gestão de conflitos, de gestão de equipas? Olho para o currículo e para o histórico de aparições públicas e não me parece.

 

Frederico tem um sonho. Que não é propriamente ser Presidente do Sporting, mas sim ser Director Geral para o Futebol com carta branca da Administração da SAD para dirigir todo o futebol.

A oportunidade apareceu. Por outro caminho, é certo, mas, legitimamente, pretende agarrá-la.

Para poder colocar em prática o sonho pensou numa estrutura organizacional ultra verticalizada e com pessoas facilmente submissíveis para poder dirigir todo o futebol sem intromissões.

 

Porque, desenganem-se, a única coisa que o homem quer é mandar sozinho em todo o futebol. O resto é acessório e está lá o Miguel Cal para ser o presidente sombra. Desde que não interfira no futebol...

 

Porque é que Frederico Varandas pensa assim? Porque sabe tudo de futebol.

E porque é que sabe tudo de futebol? Porque tem cerca de 4000 dias como profissional de futebol... 

Lágrimas de crocodilo.

Já aqui o havia referido, em post com o título, "Quem não chora, não mama".

Ou o Cintra a dar uso às dezenas de caçadeiras que tem lá em casa. Mexe? pum!

Somos tão lestos a criticar e quantas vezes com imensa razão, mas somos tão céleres a fazer precisamente aquilo que criticámos...

Comissão Gestão, meus senhores, uma coisa que é provisória. Vão sa f...

Grande Manuel Fernandes

manuel-fernandes[1].jpg

 

«Rui Patrício está a oito jogos de passar o Hilário. Sendo o jogador [do plantel] com mais jogos na história do clube, no mínimo merece o respeito de toda a gente, não pode ser um alvo a abater.»

 

«Compreendo a frustração do presidente por não termos conseguido o segundo lugar no Funchal, mas em Madrid nada justificava aquela intervenção. O Sporting jogou de igual para igual, teve a infelicidade de dois centrais de classe terem tido azar naquele jogo… O presidente não tinha razão para falar. E quando se fala é dentro do balneário.»

 

«Desde o jogo de Madrid que as coisas começaram a complicar-se, esta invasão na Academia se calhar tem algo a ver com tudo o que se passou desde Madrid para cá.»

 

«Quando vejo o Bas Dost a jorrar sangue e os enfermeiros de volta dele, revoltei-me de tal maneira que chamei tudo a toda a gente. Nem sei o que disse. Isto é impensável.»

 

«Foi um filme de terror, como nunca vi. (...) Estava no meu gabinete com os meus colegas quando ouvi um barulho. Saímos e fomos atropelados. Como é que eles sabiam onde era o balneário?»

 

«O Sporting é muito maior que isto tudo e tem de ser salvaguardado. Se isto é o Sporting do futuro, não me revejo nisto.»

 

«O Sporting só é campeão com os melhores jogadores, com uma estrutura forte que queira vencer e com estabilidade emocional dentro do clube. Se à primeira tempestade tudo descamba, o Sporting nunca será campeão.»

 

Esta noite, na SIC Notícias

{ Blogue fundado em 2012. }

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