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És a nossa Fé!

A gala dos amigalhaços da FPF

 

Screenshot 2024-11-12 at 10-01-00 MANUEL FERNANDES

Assisti ontem, confesso que com alguma curiosidade, porque o arranque prometia, a uma coisa que a RTP transmite todos os anos, a Gala das Quinas.

Afinal a montanha pariu uma ratazana à imagem daquela cangalhada toda que gere os destinos daquilo.

Foram distribuídas distinções a torto e a direito, umas com sentido, nomeadamente aos clubes campeões nas várias versões da modalidade, e outras que não lembrava ao diabo.

Para quem não viu, não perdeu nada, mas faz algum sentido atribuir distinções aos nomeados para a bola de ouro? Faz algum sentido atribuir um prémio de carreira a Cristiano Ronaldo, se ele ainda está no activo? Vá, se o premiassem por ter atingido 900 golos e ser o maior artilheiro de sempre, entendia-se, mas assim cheira a despedida, que o próprio não quis desmentir, apesar de Vasco Palmeirim o ter questionado sobre isso e ter insistido.

Foi homenageado Pepe. Aceito. À parte ter sido um caceteiro, deu muito do seu esforço à selecção nacional e, na perspectiva de quem não conhece a palavra escrúpulo, faz todo o sentido iniciar a função com esta homenagem.

Foi distinguido Jorge Jesus por ter conquistado um recorde de vitórias seguidas em jogos do campeonato saudita e Taça da Ásia e mais qualquer coisa, não sei precisar. Teve um discurso escorreito, o que é de salientar, mas pareceu-me que se estava a fazer ao lugar de seleccionador nacional. Por mim trocava-o já com o careca espanhol do bacalhau à Bráz/Brás, ainda que os jogadores do Sporting para serem seleccionados tivessem que nascer dez vezes, também.

Foram até entrevistadas duas lendas vivas do atletismo, Carlos Lopes e Rosa Mota, numa singela e merecida homenagem.

E a cerimónia terminou com a mostra de todos os troféus ganhos pelas várias selecções, um momento vá, bonito.

Para quem estava à espera de mais alguma coisa, terminou mesmo ali, ponto final. Kaputt.

E foi esquecido Manuel Fernandes. No ano do seu desaparecimento. Seria de esperar que quem em vida útil de jogador sempre o preteriu em favor de outros menos capacitados e fiáveis, dificilmente o iria lembrar depois da sua morte. Está indignado o seu filho Tiago Fernandes, estou eu indignado, estarão todos os sportinguistas, mas sobretudo estarão todos os amantes do futebol, que a federação respectiva tenha ignorado olimpicamente alguém que à modalidade tanto deu, inclusive à selecção, quando lhe permitiram que a representasse, o que aconteceu por 37 vezes. Passou pouco tempo desde o seu falecimento, a 27 de Junho, e não houve tempo para preparar a merecida homenagem, só pode ter sido isso.

As atitudes ficam com quem as pratica. Esta enorme falha espelha a "semvergonhice" de quem dirige aquilo lá em Oeiras.

Nota: A foto é do sítio da FPF

Manuel Fernandes: homenagens dos rivais

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Rui Costa, ontem, na homenagem fúnebre a Manuel Fernandes no Estádio José Alvalade:

«Queremos homenagear uma figura tão importante do futebol português, que tanto honrou o futebol. E nestas situações as rivalidades ficam à parte.»

 

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André Villas-Boas, ontem, na homenagem fúnebre a Manuel Fernandes no Estádio José Alvalade:

«Uma grande lenda do futebol, também uma pessoa digna, honrada, que sempre honrou o futebol português, que trouxe também muita competitividade contra o nosso FC Porto.»

Descansa em paz, grande capitão!

Recordo-me de ver ao vivo um dos primeiros jogos de Manuel Fernandes, talvez o Sporting - Beira Mar, com a camisola do Sporting, acabadinho de vir da CUF, numa época de "vacas magras" e de forte assédio do Pinto da Costa aos jogadores "libertos" dos condicionalismos contratuais  que vinham do "antigamente", e que terminou com o 5.º lugar no campeonato.

E logo para fazer esquecer o "Chirola". Coisa pouca.

 

E se o rapazinho que ele era no princípio não deixava grande impressão, à medida que o jogo ia decorrendo vinha ao de cima o bom toque de bola, o passa e desmarca para receber, o passe para a baliza que dava golo. Foram 32 golos nessa temporada, e muitos mais anos a fio com a camisola do Sporting, antes e depois da vinda do seu parceiro Rui Jordão, e em duas épocas "malucas" com Big Mal e Roger Spry no V. Setúbal também com o seu parceiro, tendo encerrado aí a carreira. Na selecção nacional nunca teve o protagonismo alcançado no Sporting, onde foi capitão muitos anos, sempre leal ao clube e a João Rocha. Se calhar por isso mesmo.

 

Depois foi treinador no Sporting e em vários clubes, descobriu Oceano, deu a mão a José Mourinho, integrou a melhor equipa técnica de sempre do Sporting com ele, Bobby Robson e Roger Spry, era o director da melhor equipa B de sempre no tempo de Godinho Lopes com Oceano e Dominguez como treinadores quando entrou Bruno de Carvalho e sofreu a maior desconsideração pública de que me recordo no clube, ao ser denominado "o pior funcionário que já vi no Sporting."

Anos mais tarde a seita do ex-presidente ainda teve a falta de vergonha de se mobilizar para vetar a atribuição do nome de Manuel Fernandes a uma porta de Alvalade.

 

Com Frederico Varandas o Manuel Fernandes, tal como o mestre Aurélio Pereira, voltou a ter o reconhecimento que merece, passou a ser presença regular na tribuna e no comentário da Sporting TV. A visita ao hospital do presidente com Gyokeres com o troféu foi apenas mais um episódio de profundo respeito e homenagem a um grande ídolo do Sporting e a uma pessoa simples que deixa amigos em todo o lado.

O seu filho Tiago Fernandes, também ele já com um passado no Sporting que interessa sublinhar,  é testemunha.

 

Descansa em paz, grande capitão, em companhia dos teus amigos Rui Jordão e Vitor Damas. Para nós fica a imensa saudade dos teus jogos e dos teus comentários.

Viva o Sporting Clube de Portugal !!!

SL

Hasta siempre, Capitán!

Manel1.jpg

O Manel, nosso eterno capitão e do melhor que a margem sul deu ao Mundo (que me desculpem os demais), foi talvez o último dos sonhadores e "injénuos" da bola. Um miúdo que tinha como objectivo de vida desportiva jogar no Sporting, nem que fosse um jogo apenas e que ficou por largos doze anos, recusando propostas aliciantes que lhe dariam um outro estatuto, talvez não desportivo mas económico, não tem explicação, a não ser pelo seu indefectível amor à camisola e ao emblema. Ao clube!

O Manel tinha apenas mais nove anos que eu, ou oito e uns pozinhos, vá lá, portanto eu sou um dos privilegiados que o viu jogar de verde e branco e estava lá na chamada bancada nova, naquela tarde/noite meio chuvosa dos sete a um à lampionage em que ele enfiou quatro batatas no gol do Silvino que, coitado, até fez uma excelente exibição.

Era sempre uma delícia ver este rapaz jogar, lá dentro não era só ele que jogava, com ele jogava também o seu sportinguismo, a sua enorme paixão pelo Sporting.

Terá sido dura a sua saída, porque tenho a certezinha absoluta que a sua vontade era jogar até de cadeira de rodas ali, com a listada no corpo em defesa das nossas cores, mas foi o melhor que fez, sair em grande e pela porta grande, que é por onde saem os heróis. Foi para Setúbal, onde ainda fez umas belas jogatanas e prosseguiu como treinador, tendo como maior registo a subida do Santa Clara à primeira divisão, sendo no Sporting treinador de vários escalões e adjunto de Bobby Robson.

Era um olheiro de primeira água. Lembro-me de uma vez, já no novo estádio, estarmos à conversa num dos camarotes onde fui ver um jogo a convite de uma empresa de cervejas que não é a Sagres, ele me ter dito sobre um jogador recentemente contratado por quem "pagámos bem, mas este miúdo não vai dar nada" explicando porquê. Estava certo, infelizmente, o não interessa o nome não deu nada e acabou por sair pela porta pequena no final dessa época.

Entretanto a sua vida foi o Sporting.

Não lhe imagino melhor sentido para a vida do que aquele que escolheu.

Hasta siempre, capitán!

O Maior

Não vi o Manuel Fernandes jogar. Toda a admiração que lhe nutro vem das histórias narradas por outros leões, ou pela nossa imprensa desportiva, e, claro está, pelas suas intervenções apaixonadas de cada vez que se referia ao seu Sporting. 

Não vi o Manuel Fernandes jogar, como dizia, mas testemunhei um episódio bem revelador da sua grandiosidade.

Estávamos na época 1998/1999 e o Santa Clara, à época treinado pelo Manel, veio jogar a Esposende, minha terra, contra o clube local.

O meu melhor amigo e o seu pai eram benfiquistas fervorosos e doentes. Quando a comitiva do Santa Clara chegou ao estádio, o pai do meu amigo estava à espera dela. Abriu-se a porta do autocarro e a primeira pessoa a sair foi o Manuel Fernandes. E o pai do meu amigo, rapidamente, estendeu-lhe a mão para um cumprimento caloroso.

Ou seja, o pai do meu amigo, enorme benfiquista, e que certamente teve muitas desilusões à conta do Manuel Fernandes, esperou pela chegada do Santa Clara só para poder cumprimentar o Manuel Fernandes. Que belíssimo testemunho de fair play!

Foi então que pensei para comigo que o Manel Fernandes foi realmente um jogador superlativo. Tão grande que até benfiquistas dos sete costados faziam gosto em saudá-lo.

Lenda

IMG_7613.jpegO Manuel Fernandes era o meu jogador preferido em miúdo, o meu ídolo. Tive a sorte de há uns anos ter-lhe dito isso mesmo, ao vivo e a cores, no camarote presidencial do SCP. Na altura, chamei-lhe "uma lenda viva". Agora, no dia da sua partida, só lhe posso agradecer por tudo o que fez por nós, sportinguistas, e pelo clube. O seu clube, o nosso Sporting. Obrigado, Manel!

Manuel Fernandes

Acabo de saber que o eterno capitão Manuel Fernandes (05-jun-1951 - 27-jun-2024), meu ídolo de criança, foi jogar e marcar golos para outro campeonato... 

Manuel_Fernandes.jpg

Todos nós que o vimos jogar estamos tristes por esta mudança de campeonato, mas felizes por o ter visto marcar os golos que marcou com a camisola que sempre amou.

Minuto 9!

Decorria o minuto 9 do jogo do Sporting contra o Portimonense quando todo o estádio se ergueu a bater palmas.

Assim de repente não entendi a ovação até que olhei para o enorme relógio e percebi o minuto e a quem estavam a ser dedicadas aquelas palmas.

Momento arrepiante que me comoveu profundamente.

Cinco minutos antes do se iniciar o jogo as cartolinas verdes e brancas mostraram, a quem pretendeu ver, como o Sporting é um clube diferente e os sportinguistas adeptos fenomenais.

Por estes gestos e por muuuuuuuuuuuuuuitos outros.

Espero que o “Eterno Capitão” tenha conseguido ver a homenagem. O minuto 9 foi dele, mas a festa é de todos os Sportinguistas. Manuel Fernandes incluído!

Força aí capitão!

Manuel Fernandes

manel.jpeg

 

Luta pela vida, com a tenacidade de sempre. É um dos meus heróis leoninos - agora herói também por isto.

Há quase um ano, estava ele já doente, dei-lhe aqui os parabéns pelo seu 72.º aniversário. Lembrando o seu valiosíssimo palmarés: 12 épocas no Sporting, dois títulos de campeão nacional, duas Taça de Portugal conquistadas, 433 jogos oficiais, 257 golos.

É, ainda hoje, o jogador com mais presenças no campeonato português.

Infelizmente, o presidente do Sporting que antecedeu o actual transformou-o em alvo a abater. Sem um pingo de vergonha.

Infelizmente também, em Outubro de 2021 um número significativo de sócios, fervorosamente anti-Varandas, votou em grande percentagem (44,6%, convém recordar) contra a atribuição às portas do Estádio José Alvalade destes nomes ilustres: Vítor Damas, Hilário Conceição, Francisco Stromp, Rui Jordão, Cinco Violinos, Héctor Yazalde e Manuel Fernandes. 

Sim, também o nosso "Manel" esteve quase a ser chumbado por estes energúmenos. Algo que devia merecer unanimidade de todos os verdadeiros sportinguistas.

Só concebo um lampião a votar assim.

 

«Quem faz isto é capaz de tudo», escrevi na altura aqui. E reitero agora.

Quase três anos depois, concluo ainda com maior indignação: o Manel não merecia isto, o Manel não merece isto.

Que nojo de gente. Indigna de alguém como Manuel José Tavares Fernandes, nascido a 5 de Junho de 1951 em Sarilhos Pequenos, concelho da Moita. Um dos maiores ídolos de sempre do universo leonino.

Parabéns, Manel

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Pelo teu 72.º aniversário.

E pelo teu brilhante currículo, motivo de orgulho para todos nós.

Doze épocas no Sporting, dois títulos de campeão nacional, duas Taça de Portugal conquistadas: 433 jogos oficiais, 257 golos. És ainda hoje o jogador com mais presenças no campeonato português.

Serás sempre um dos nossos, Manuel José Tavares Fernandes.

Sabendo que passas por um delicado momento de saúde, venho desejar-te rápidas melhoras. Creio poder falar em nome dos restantes membros deste blogue: todos aqui desejamos o mesmo.

Forte abraço leonino. Precisamos de ti novamente em grande forma.

Gritante falta de exigência

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Leio estas declarações de Manuel Fernandes, antevendo o desafio de amanhã na Luz, e concluo: esta gritante falta de exigência faz mal ao Sporting. Proclamar, 48 horas antes do desafio, que «este jogo não conta nada», é mais um sintoma do que escrevi aqui há dias: andamos a caminhar na direcção errada. Em vez de elevarmos a fasquia, continuamos a baixá-la. Com esta mentalidade, onde sobra o esforço? O que resta da imperiosa dedicação? Onde mora a ambição de glória?

Quando, antes do apito inicial, históricos vultos do Sporting surgem no terreno mediático com paninhos quentes aos nossos jogadores proclamando que o clássico dos clássicos do futebol português é quase uma partida a feijões, transmitem um sinal profundamente errado a quem anda lá dentro. Absolvem-nos por antecipação se, como demonstraram no estádio dos Barreiros frente ao penúltimo do campeonato, tremerem todos e andarem a arrastar-se em campo, após dez dias sem competir, como se lhes faltasse sei lá o quê.

Considero ainda mais deslocado que seja precisamente alguém como Manuel Fernandes, eterno capitão do Sporting e um dos heróis deste clube com leão no símbolo, a emitir sinais tão desmobilizadores. Terá sido com este espírito que ele protagonizou aquele histórico dia 14 de Dezembro de 1986 em que goleámos o Benfica por 7-1? Também esse jogo que jamais se apagará do historial leonino «não contava para nada»?

 

No Sporting não há jogos a feijões, caro Manuel. Como sabes melhor do que ninguém. Cada desafio conta. Não é para «cumprir calendário» nem para aquecer nestes meses mais frios: é para vencer. Jogue-se onde se jogar.

Como é que não conta? Basta olhar de relance a tabela classificativa para perceber. Se perdermos amanhã, ficamos 15 pontos abaixo do velho rival. Se as três equipas mais próximas vencerem também, o Braga fica 9 pontos acima, o FC Porto fica com mais 8 e o Casa Pia ultrapassa-nos no quarto posto. Somaremos a sexta derrota em 16 jogos da Liga. 

Será de mais pedir a estes sportinguistas com lugar cativo nos meios de comunicação (outro é Dias Ferreira, que já concluiu na TSF: com estes árbitros «não vale a pena») que transmitam aos nossos jogadores sinais inequívocos de exigência em vez de subscreverem este discurso derrotista, capaz de sepultar no berço qualquer aspiração à glória?

CX7 e os mutantes

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Gosto de banda desenhada, "comics" ou novelas gráficas como lhes chamam agora.

Gosto de Charles Xavier, o professor X, gosto de pessoas que pensam.

Gosto da ideia de mutantes, pessoas diferentes que tentam viver/sobreviver da melhor forma possível num mundo normal.

Gosto de música mas não gosto quando me tentam dar música.

Olho para a segunda imagem e para mim as pessoas de pé respiram sportinguismo, principalmente, Paulinho e Manel, LF7 nem por isso.

A voz do leitor

«Manuel Fernandes, numa entrevista, disse que tinha grande prazer em marcar golos ao Benfica. Na minha opinião prestou uma homenagem ao clube da freguesia de Benfica. Também Cristiano Ronaldo, após marcar um golo nas Antas pelo Manchester United, disse o mesmo em relação ao Porto. Quem não gostou foi o pinto azul: "Ele devia era marcar pela selecção", disse. E marcou como nenhum outro!»

 

Leão de Queluz, neste texto do Pedro Oliveira

Manuel Fernandes, 70 anos

Jogador de futebol masculino

IMG_20210606_091742~2.jpg

O Manel completou ontem 70 anos, vai a caminho dos 7-1.

Hoje o Rmais (jornal Record) é-lhe quase todo dedicado.

Duas frases:

"Só há um clube para mim: chama-se Sporting. Eu sempre fui fanático."

"(...) a maior felicidade que tive na vida foi o primeiro dia que vesti a camisola do Sporting".

Uma entrevista (conduzida por Filipe Alexandre Dias) a não perder.

27 de Agosto de 1975 (b)

Ontem chamei a atenção para os 45 anos da estreia de Manuel Fernandes com a camisola do Sporting.

Foi triste verificar que a grande maioria dos comentários, quase a totalidade, não se referissem a esta figura maior do nosso clube em tons elogiosos tendo sido omitido o grande atleta que foi, quiçá - triste se assim for - por desconhecimento, e relevado o seu papel enquanto comentador e as suas «peripécias» com Bruno de Carvalho.

Recordo que Manuel Fernandes permaneceu no clube, manteve-se fiel ao seu amor pelo Sporting (nos moldes em o comentário de Pedro Oliveira refere), numa altura em que alguns dos nossos principais atletas “sairam para o FCPorto”. Não crítico, nem faço juízos de valor sobre o sportinguismo daqueles que nessa altura tomaram esse caminho e mais tarde regressaram noutras funções (treinador, dirigente), mas registo que saíram para um rival tendo defrontado o Sporting como adversário. Manuel Fernandes não, tendo sido aliciado por esse clube, ficou.

Manuel Fernandes foi um dos melhores avançados que o Sporting teve. Tendo sido «Bota de Prata» na época de 1985/86 não foi, injustamente, convocado para o «Mundial de ‘86» e é o recordista de golos marcados num só jogo entre o Sporting e o nosso eterno rival. Tal como Peyroteo, não teve a saída do clube que merecia, sendo dispensado por um tal de Keith Burkinshaw.

 

Para mim, juntamente com Carlos Lopes, Manuel Fernandes é, daquelas que tenho memória, a figura maior do Sporting. Foi o meu ídolo de infância, início de juventude.

{ Blogue fundado em 2012. }

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