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És a nossa Fé!

Armas e viscondes assinalados: O Carvalhal bate sempre duas vezes

Sporting 1 - Rio Ave 2

Taça da Liga - Fase de Grupos 1.° Jogo

26 de Setembro de 2019

 

Luís Maximiano (2,5)

Demorou tanto tempo a calçar as luvas que não terá aparecido na fotografia de conjunto antes do início do jogo. Para quem fazia a estreia no plantel principal não foi o melhor presságio, e as nuvens carregadas que cobrem Alvalade acabariam por não o poupar. O que dizer de um jogo em que fez quase tantas defesas quanto viu entrar bolas na baliza? Na retina ficou a rapidez com que saiu da grande área para desfazer um atraso negligente de Ilori e o toque providencial com que atrasou por uns segundos o 1-2. Já no lance do primeiro golo foi deixado à sua sorte por dois incompetentes. É muito possível que “Max” seja o futuro, mas o presente é a versão reduzida do mini.

 

Rosier (2,0)

Fica ligado ao lance do golo inaugural do Rio Ave, que Carlos Carvalhal levou a vencer o Sporting em casa pela segunda vez no mesmo mês, pois estava em parte incerta aquando da perda de bola de Wendel e não mais conseguiu apanhar o veloz Ronan no seu rumo à baliza, e talvez também ao segundo, na medida em que alguém deveria estar a vigiar Pedro Amaral, que cruzou da esquerda para a grande área do Sporting sem ter um jogador leonino num raio de dez metros. À parte isso, verdade seja dita que o lateral francês demonstrou estar com mais energia e vontade de combinar com os colegas nas jogadas de ataque.

 

Tiago Ilori (2,0)

Teve direito aos primeiros minutos de jogo desta época e gastou alguns preciosos segundos a contemplar a forma decidida com que Ronan se acercava da baliza. No resto do tempo dedicou-se a trapalhices variadas, como o tal atraso que o guarda-redes teve de resolver, fazendo lembrar que os órgãos dirigentes que o resgataram ao esquecimento no estrangeiro foram os mesmos que venderam Domingos Duarte, emprestaram Ivanildo Fernandes e não conseguiram desarmadilhar o empréstimo de Demiral feito pela genial gerência interina de Sousa Cintra.

 

Neto (2,5)

Merece mais meio ponto por ter aceite ir à “flash interview”, durante a qual foi perdendo gradualmente a voz até deixar a impressão de estar a ser esmagado pelas circunstâncias. Perder e sofrer dois golos num jogo que esteve quase sempre controlado é o tipo de provação que, como diria Cole Porter, lhe fez ver mais céu cinzento do que qualquer peça de teatro russa poderia garantir.

 

Borja (2,5)

Há que referir que o limitado colombiano esteve tão bem quanto consegue estar, chegando a fazer circular a bola com qualidade e a ser mais do que o habitual empecilho a Acuña na ala esquerda. Mesmo o amarelo que lhe foi mostrado teve sentido, pois travou um adversário que se preparava para entrar na grande área com a bola controlada.

 

Battaglia (2,5)

Estava a continuar a reaprender a ser útil ao clube com que rescindiu e voltou a assinar contrato quando, na sequência de continuados contactos de jogadores do Rio Ave, caiu agarrado ao joelho e foi substituído antes do intervalo. Se voltar a ficar indisponível por um longo período será apenas mais uma dor de cabeça para Silas, o novo treinador do Sporting e o terceiro consecutivo com défice capilar.

 

Wendel (2,5)

Talvez seja injusto apontar-lhe responsabilidades pelo 0-1, ainda que a sua perda de bola tenha servido de ignição a uma série de infaustos eventos. Mais estranha, no entanto, foi a jogada em que se desentendeu com Bruno Fernandes e conseguiram perder a posse de bola a meias para um adversário. Mas também se deve referir que o jovem brasileiro trabalhou mais e melhor pela equipa do que tem sido seu hábito nos tempos mais recentes.

 

Acuña (3,0)

Pudesse ser clonado em série e Marcel Keizer continuaria a torturar a língua inglesa, deixando Leonel Pontes feliz a assistir a goleada após goleada dos sub-23. O argentino foi novamente incansável, tão capaz de desarmar adversários (e de nunca desistir de uma marcação) como de fazer aberturas e cruzamentos para os colegas, falhando apenas redondamente numa recarga a um remate de Jesé Rodríguez quando estava em excelente posição para fazer o 2-1. E ainda se deu o caso, perturbador tendo em conta os antecedentes, de ser visto a acalmar colegas furibundos com o árbitro Manuel Mota.

 

Bruno Fernandes (3,0)

Precisou da ajuda de um desvio em Diogo Figueiras para marcar de livre directo, mas essa foi a recompensa possível para mais uma exibição em que remou contra a maré sem ser bafejado pela sorte em mais nenhum instante. Não só foi amarelado por ser alvo de ameaças e insultos de um adversário, que o acusou de falta de “fair play” por não devolver uma bola mandada para fora para haver assistência médica, como viu o guarda-redes e a falta de pontaria resolverem cerca de uma dezena de remates de todos os géneros e feitios. De igual modo, também as suas assistências surtiram pouco efeito prático, mantendo-se crente mesmo quando recuou no campo após as alterações tácticas com que Leonel Pontes procurou desesperadamente a vitória ou, logo a seguir, pelo menos o empate.

 

Jesé Rodríguez (3,0)

Convém não lhe pedir para correr, mas quando a bola surge no raio de acção da promessa cancelada do Real Madrid podem suceder coisas espantosas. Fez duas assistências primorosas que Vietto se encarregou de desperdiçar, atirou um cruzamento-remate ao poste e lançou outras bombas que só o azar e o guarda-redes do Rio Ave impediram de abanar o resultado. Saiu a poucos minutos do fim, na hora do desespero, deixando a indicação de que poderá vir a ser útil quando localizarem a caveira de bode que está a amaldiçoar o relvado do estádio.

 

Vietto (2,5)

Torna-se cada vez mais óbvio que é a operação contabilística com melhores dotes de futebolista que anda por aí, sucedendo-se jogadas em que mostra ser capaz de fazer coisas com a bola que nem o demónio desconfia. Só é pena que tenha sido tão incrivelmente perdulário: o cabeceamento ao lado, depois de muito bem servido por Jesé Rodríguez, foi apenas o exemplo mais flagrante dos constantes desacertos do argentino, incapaz de revelar-se super-herói quando os habitantes de Alvalade City mais necessitavam de um.

 

Eduardo (3,0)

Entrou ainda antes do intervalo, devido a nova lesão de Battaglia, e conseguiu impressionar pela qualidade no controlo e circulação da bola, empenhando-se em fazer avançar a equipa no terreno. Merece mais tempo que provavelmente lhe será concedido por Silas, que já foi seu treinador na Belenenses SAD.

 

Luiz Phellype (2,0)

Regressou de lesão com pouco ritmo e mais não fez do que ser uma presença na grande área do Rio Ave que prendeu mais os centrais e dinamizou a conquista de espaços pelos colegas. Convirá voltar quanto antes à bitola jogo feito-golo feito que foi sua no final da época passada.

 

Jovane Cabral (2,0)

Esteve quase a entrar em campo com a camisola de Gonzalo Plata, o que seria o culminar perfeito para a tragicomédia em curso no Sporting. Tendo pouco tempo, certo é que se esforçou para que a bola rondasse a baliza do Rio Ave.

 

Leonel Pontes (3,0)

Sinal de que a vida foi especialmente cruel para o interino que deverá sair com o recorde negativo de um empate e três derrotas em quatro jogos ao comando do Sporting é que o Rio Ave fez dois golos em pouco mais do que duas ocasiões de golo. E, mais precisamente, que o Sporting não jogou mesmo nada mal, sucedendo-se as combinações entre Bruno Fernandes, Vietto e Jesé Rodríguez, bem municiados sobretudo por Acuña e não raras vezes por Wendel. Mesmo os pontos fracos do onze que pôs em campo não tinham grande solução - Coates e Mathieu precisavam de descanso, por motivos diferentes, e a lesão de Ristovski, a venda de Thierry Correia e a falta de inscrição de João Oliveira obrigam à utilização intensiva de Rosier até alguém reparar que o Sporting pagou uns quantos milhões pelo passe de Rafael Camacho, aquele a quem Klopp antevia futuro como lateral-direito – e o facto de os poucos milhares de adeptos que estavam nas bancadas se terem dedicado mais a confrontos físicos e cânticos contra os órgãos dirigentes do que propriamente a apoiar os jogadores também não terá dado muito jeito. Espera-se que, tendo em conta o seu anterior local de trabalho antes do Jamor, o sucessor Silas traga consigo a estrela de Belém.

Os destaques: Max, Conté, Nuno Mendes

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Segundo jogo enquadrado neste estágio de pré-preparação da nova temporada na Suíça, segunda vitória adiada. O Sporting cedeu hoje um empate (2-2) frente ao St. Gallen - equipa que ficou na sexta posição do campeonato helvético na época passada - numa partida em que aos 25' já vencíamos por 2-0.

A incapacidade de gerir o resultado, devido a um claro retraímento da nossa equipa a partir da meia hora de jogo, conjugada com erros defensivos inaceitáveis, explica este empate, ainda assim melhor do que o desfecho de há três dias, também na Suíça, quando perdemos frente ao modestíssimo Rapperswil, da terceira divisão. 

A figura do jogo, para não variar, voltou a ser Bruno Fernandes. É ele quem começa a construir o primeiro golo, logo aos 2', com um soberbo passe para Raphinha, e é também ele quem a mete lá dentro, de recarga, mostrando aos companheiros que um verdadeiro craque nunca desiste de um lance. Também dos pés do nosso capitão partiu a assistência para o segundo, apontado por Wendel aos 25'. Um golaço  indefensável, disparado de fora da área.

 

Os mais optimistas - entre os quais me incluo - chegaram a antever uma goleada. Nada disso ocorreu. Por quebra física e algum excesso de confiança, sempre mau conselheiro, o Sporting afrouxou a pressão sobre os suíços, que assumiram o controlo do jogo a partir do final da primeira parte, marcando aos 43' e aos 52'. Tornando mais evidentes as debilidades da nossa equipa, desfalcada de alguns dos seus titulares habituais, como Coates e Acuña, ausentes deste estágio por se encontrarem ainda de férias na sequência da participação na Copa América ao serviço das selecções uruguaia e argentina.

No segundo tempo, marcado por sucessivas rotações de jogadores o St. Gallen foi claramente a melhor equipa em campo. Aí destacou-se, pelo nosso lado, o jovem guarda-redes Luís Maximiano, que rendeu Renan aos 62'. Evitando dois golos - o primeiro aos 79', com uma excelente defesa, e o segundo mesmo ao cair do pano, ao sair muito bem da baliza quando um jogador helvético já se isolava, pronto a disparar. 

 

É justo ressalvar que nesta segunda parte o Sporting alinhou com dois miúdos de 17 anos que há semanas ainda actuavam nas competições juvenis: o central Eduardo Quaresma e o lateral Nuno Mendes. De resto, terminámos a partida com sete elementos da nossa formação -- incluindo todo o quinteto defensivo. Precisamente num período em que não sofremos golos.

O pior em campo, claramente, foi o único que jogou os 90 minutos: Tiago Ilori. Desastrado na posição em que actuou inicialmente, como lateral direito improvisado (Bruno Gaspar está de férias e Ristovski magoou-se já na Suíça), e a partir dos 62' como central, ocupando o espaço que estivera confiado a Luís Neto. Quase nada lhe saiu bem em qualquer destas missões.

 

Entre os reforços, Neto e Plata voltaram a mostrar qualidades. Vietto, fora da posição em que mais rende, esteve longe de deslumbrar, tal como Matheus Pereira - pelo mesmo motivo. Camacho, como ala esquerdo, mostra-se voluntarioso mas ainda com necessidade de acertar o rumo, sobretudo no capítulo táctico. Eduardo começou acima da média mas teve um deslize imperdoável que nos custou um golo.

O próximo teste, que promete ter um grau de dificuldade maior, será frente ao Brugge. Sexta-feira, dia 19.

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Os jogadores, um a um:

 

Renan (29 anos).

Mais: atento, saiu dos postes com rapidez aos 42', resolvendo a pontapé.

Menos: encaixou dois golos, embora um deles claramente indefensável.

Nota: 4

 

Ilori (26 anos).

Mais: subiu algumas vezes à baliza adversária no primeiro tempo, procurando marcar. - sem sucesso algum.

Menos: deixou-se ultrapassar várias vezes, enquanto lateral direito, pelo extremo adversário, que fez dele o que quis, e revelou erros de posicionamento como central, a partir do minuto 62.

Nota: 3

 

Neto (31 anos).

Mais: corte impecável aos 55'.

Menos: falta-lhe a capacidade de construção de Coates no primeiro momento ofensivo.

Nota: 6

 

Mathieu (35 anos).

Mais: corte perfeito aos 59', excelente passe longo aos 61'.

Menos: sentiu-se a falta dele na meia hora final: saiu aos 62'.

Nota: 6

 

Conté (21 anos).

Mais: lateral esquerdo titular, por ausência de Acuña e Borja, foi veloz e voluntarioso no seu corredor, apoiando o ataque com processos simples.

Menos: revelou excesso de ansiedade em alguns lances.

Nota: 6

 

Eduardo (24 anos).

Mais: jogou na posição 6, servindo os companheiros em missão ofensiva.

Menos: erro grave aos 43': dominou mal a bola em zona proibida, oferecendo-a para o segundo golo dos suíços.

Nota: 4

 

Wendel (21 anos).

Mais: apontou o nosso segundo golo - com um pontapé fortíssimo, de fazer levantar o estádio.

Menos: protesta demasiado e devia agarrar-se menos à bola.

Nota: 6

 

Bruno Fernandes (24 anos).

Mais: constrói e finaliza o golo inaugural, estavam decorridos dois minutos, e assiste Wendel no segundo. 

Menos: decidiu mal, a 20 metros da baliza, quando desperdiçou um lance tendo um colega mais bem colocado, com apenas um defesa pela frente.

Nota: 7

 

Raphinha (22 anos).

Mais: muito activo, levou perigo à baliza suíça logo nos momentos iniciais do jogo. É ele quem remata, para defesa incompleta do guardião adversário, permitindo que Bruno marcasse.

Menos: falhou alguns passes.

Nota: 7

 

Camacho (19 anos).

Mais: ala esquerdo durante o primeiro tempo, fez algumas tabelinhas de qualidade com Luiz Phellype e Conté.

Menos: exibição demasiado discreta, também por ter sido pouco procurado pelos companheiros.

Nota: 5

 

Luiz Phellype (25 anos).

Mais: melhorou em relação ao jogo anterior, mostrando-se mais acutilante ao movimentar-se na grande área.

Menos: continua sem marcar.

Nota: 5

 

Idrissa Doumbia (21 anos).

Mais: jogou toda a segunda parte, bom corte aos 73'.

Menos: perdeu a bola em zona proibida aos 51'. Passou o resto do tempo de costas para a baliza, na posição 6, passando só para o lado e para trás.

Nota: 4

 

Bas Dost (30 anos).

Mais: em campo na segunda parte, entregou bem a bola a Vietto, aos 86'.

Menos: mal servido, procurou a bola em zonas mais recuadas, designadamente junto à linha esquerda, desposicionando-se sem proveito para a equipa.

Nota: 4

 

Vietto (26 anos).

Mais: actuou no segundo tempo, evidenciando bons dotes técnicos. Lançou um contra-ataque perigoso aos 55'.

Menos: não tem vocação para actuar na ala, onde o técnico o colocou pela segunda vez, nem parece muito apto para tarefas defensivas. Por excesso de fintas, desperdiçou um bom lance de ataque.

Nota: 5

 

Maximiano (20 anos).

Mais: em campo desde os 62', evitou dois golos suíços com enormes defesas, demonstrando ter valor para o principal escalão do futebol leonino.

Menos: deficiências na reposição de bola: enviou-a por três vezes directamente para fora.

Nota: 7

 

Thierry (20 anos).

Mais: o campeão europeu sub-19 entrou aos 62', cobrindo a lateral direita: cortes providenciais, aos 69' e 70'.

Menos: demorou a recuperar posição após lances ofensivos.

Nota: 5

 

Miguel Luís (20 anos).

Mais: não cometeu nenhum erro grave.

Menos: ocupando a posição 8, a partir dos 62', foi demasiado discreto: mal se deu por ele.

Nota: 4

 

Eduardo Quaresma (17 anos).

Mais: actuou desta vez no lugar em que está mais habituado, como central.

Menos: em campo desde o minuto 62, revelou algum nervosismo - natural por ser tão jovem.

Nota: 5

 

Nuno Mendes (17 anos).

Mais: dinâmico, voltou a dar nas vistas como lateral esquerdo a partir dos 62': grande corte aos 78'.

Menos: falta-lhe alguma disciplina táctica, o que não surpreende.

Nota: 6

 

Plata (18 anos).

Mais: desta vez não deu nas vistas em confrontos individuais. Mas entrega-se ao jogo, sem se esconder da bola.

Menos: compromisso defensivo: apoiou várias vezes as linhas mais recuadas.

Nota: 5

 

Matheus Pereira (23 anos).

Mais: inegável capacidade técnica, bem evidenciada em passes curtos na zona central, que está longe de ser o espaço em que se movimenta melhor.

Menos: coube-lhe missão ingrata: substituir Bruno Fernandes a partir dos 62'. Qualquer um ficaria a perder na comparação.

Nota: 5

Alegria Máxima

Segundo a imprensa desportiva de hoje (vale o que vale), Luís Maximiano será a alternativa a Renan, sucedendo a Salin. Por ser um jovem da casa, com grande qualidade, é uma notícia que muito me alegra e desejo que em breve, seja o número um. Espero que seja verdade e que outros de igual perfil, como Thierry, Conté, Bragança ou Brás se lhe juntem.

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