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És a nossa Fé!

Funchal V2.0

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Sendo orgulhosamente Português, torço sempre pelos êxitos das nossas selecções, sejam quem forem os treinadores e jogadores envolvidos, e mesmo quando outras equipas que não o Sporting estejam envolvidas em competições internacionais tendo também a desejar o melhor e a ficar contente com as vitórias alcançadas.

Obviamente quando estão em causa situações cujos sucessos de outrem se irão forçosamente traduzir em prejuízo ou ajudar ao achincalhamento e rapinagem para com o meu clube a coisa muda de figura, e por isso mesmo tenho de confessar que não fiquei nada triste com o desfecho do jogo ocorrido ontem em Salónica.

Mas ainda menos triste fiquei quando me recordei da forma como perdemos há pouco mais de dois anos, no Funchal, o acesso à Champions com benefício do vencido de ontem, com o mesmo treinador no banco nas duas situações e a repetir as mesmas asneiras. A única coisa diferente, no Funchal, foi o nosso ex-presidente ter desertado e deixado o grande mestre da táctica em roda livre.

Que asneiras foram essas? Jogo aberto e despreocupado, pouca objectividade no ataque, falta de capacidade física para aguentarem 90 minutos no modelo de jogo proposto, um ou outro jogador a vir de lesão, no fundo uma equipa a colocar-se a jeito para o infortúnio às mãos doutra equipa substancialmente inferior mas muito bem preparada por um treinador conhecedor, que corria, comia a relva e fazia pela vida sem parar.

Foram uns 50 milhões pela borda fora, mas para Jorge Jesus a questão é simples. Sem ovos não se fazem omeletas e quem quer um grande treinador tem que abrir os cordões à bolsa. E quanto à formação, dos jovens da formação que existem no plantel do Benfica, tirando Ruben Dias, ontem jogaram... ZERO. 

Nada que nós não saibamos. Infelizmente.

Quando Bruno de Carvalho, para travar a contestação decorrente do despedimento do Marco Silva depois de acabar de ganhar a Taça ao Braga, resolveu ir buscar Jorge Jesus, vaticinei por aqui que ia ser o fim dele. O dele, Bruno de Carvalho. E foi.

Quanto ao Vieira, não vaticino nada nem tenho nada que vaticinar, o meu clube é outro, mas estou curioso para ver o que acontecerá.

SL

Daria para rir se não fosse obsceno

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Esta imagem mostra o requintado interior do Bombardier Global 5000, o jacto privado com 16 lugares utilizado por Luís Filipe Vieira para ir buscar ao Brasil a mais recente equipa técnica contratada para o futebol do seu clube. 

Este "saltinho" ao Rio de Janeiro - por mero capricho do presidente encarnado, em desespero perante a perspectiva de ser derrotado nas urnas em Outubro - terá custado a Vieira a módica quantia de 230 mil euros. Ou antes: terá custado ao clube, pois a verba há-de ser inscrita numa qualquer rubrica do orçamento chumbado pelos sócios da agremiação encarnada. 

Transformado em mordomo do novo técnico, Vieira promete pagar-lhe - apesar do chumbo orçamental - uns modestos 7 milhões de euros só em salário bruto anual, acrescidos de pelo menos 100 milhões de euros em jogadores que constam da lista de compras do treinador, sempre extensa e muito dispendiosa. Tudo isto, note-se, em tempos de grave crise pandémica e num cenário de abrupta quebra de receitas geradas pelo futebol, num país mergulhado na maior queda do PIB alguma vez registada em ciclo trimestral.

Mesmo assim, Vieira ainda se atreve a proclamar que o Benfica «é um clube do povo», em jeito de slogan eleitoral. Daria até para rir se não fosse obsceno.

Da absoluta falta de vergonha

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Foto: Manuel de Almeida / Lusa

 

Há cinco anos, Jorge Jesus chegou ao termo da relação contratual que mantinha com o Benfica: a entidade patronal decidiu não lhe renovar o vínculo apesar de se ter sagrado campeão nacional de futebol. Em articulação estreita com Jorge Mendes, empresário do treinador, "ofereceu-lhe" um longínquo desterro no emirado do Catar que culminaria numa hipotética transferência para o PSG - tudo à revelia do técnico, apanhado de surpresa neste fim de linha quando pretendia permanecer na Luz.

Sabe-se o que aconteceu depois. Jesus recusou o emirado e atravessou a Segunda Circular, convidado por Bruno de Carvalho para treinar o Sporting. Vieira, furioso, declarou guerra ao seu "melhor amigo". O treinador e a sua equipa técnica foram impedidos de entrar nas instalações do Seixal para esvaziarem os cacifos com os seus pertences, a fotografia de Jesus no bicampeonato foi de imediato retirada da "megaloja" benfiquista e logo os papagaios tarefeiros (incluindo um fulano que é agora deputado) começaram a denegri-lo serão após serão nas pantalhas onde lhes dão tempo de antena.

Valeu de tudo. Acusaram-no de roubar software do clube em benefício do Sporting, negaram-lhe o pagamento do último salário na Luz e moveram-lhe até um processo-crime exigindo uma inédita indemnização de 14 milhões de euros por supostos prejuízos jamais confirmados, sempre com o incentivo nada desinteressado dos cartilheiros de turno, especialistas em danos reputacionais.

A 7 de Setembro de 2016, em entrevista à TVI, Vieira foi peremptório: «Jorge Jesus não serve para este Benfica.»

 

Pois o indivíduo que há cinco anos colocou os patins a Jorge Jesus e atiçou a matilha contra ele é o mesmo que agora, acossado por uma sucessão de escândalos judiciais e vergado a uma humilhante derrota em recente assembleia geral, vai buscar o treinador ao Rio de Janeiro, como se fosse mordomo dele, e lhe oferece boleia em jacto privado, prontificando-se a pagar pelo menos 25 milhões de euros só para o trazer de volta e prometendo-lhe «o maior investimento da história do Benfica». Ridicularizando o administrador financeiro da SAD benfiquista, que em recentes declarações avisara: «Provavelmente haverá uma travagem em termos de investimento, admito que haja uma redução, este ano investimos cerca de €60 milhões.»

O motivo é só um: daqui a três meses haverá eleições no clube. Vieira, presidente desde 2003 e tendo visto fugir para o FC Porto o segundo campeonato em três anos, está apavorado com a hipótese de ser chumbado nas urnas.

Até onde chega o desespero. E, sobretudo, até onde chega a absoluta falta de vergonha.

A "chama imensa" por Jesus

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Bruno Lage, que alguns pândegos de fanática militância encarnada há uns meses proclamavam como «novo Mourinho», foi de queixo ao chão no Funchal: duas derrotas consecutivas no campeonato, em casa contra Santa Clara e fora contra o periclitante Marítimo, afastaram o antigo menino prodígio do comando técnico do SLB.

Aliás o malogrado treinador começou por ser afastado da conferência de imprensa posterior ao jogo, dando lugar ao presidente do clube, que com suprema hipocrisia fez de porta-voz do técnico, proclamando que este assalariado é que tomara a iniciativa de cessar funções. Assim, em vez de «Vieira demite Lage», como de facto aconteceu, o título noticioso passou a ser «Vieira aceita demissão de Lage». Não concebo forma mais cobarde de gerir um clube: eis o futebol a imitar o pior da política.

É caso para dizer que foi literalmente corrido a pontapé: negam-lhe, por esta via, o direito à indemnização a que tinha direito por contrato renovado apenas há sete meses e chegam ao ponto de lhe negarem até o direito à palavra. Mais uma página vergonhosa no futebol do Benfica, que acaba de correr com o segundo treinador em ano e meio: espero que mereça o repúdio da associação profissional do sector.

 

Jorge Jesus - garante a imprensa da especialidade - é o preferido do ainda presidente benfiquista, que lhe terá dito de Lisboa para o Rio de Janeiro: «Anda-te embora e depois falamos».

É conhecido o carinho que ambos dedicam um ao outro, ao ponto de Jesus, há cerca de um ano, ter chamado «meu presidente» a Vieira numa sessão pública. Para que ficasse devidamente registado.

Longínquos são já os tempos em que ele e a sua equipa técnica custaram 25 milhões de euros em três épocas no Sporting que se saldaram pela conquista de uma Taça da Liga - a mais cara do futebol português. Aliás ele nunca escondeu por que motivo trocou a Luz por Alvalade, em 2015: «Mudei, porque fui obrigado.»

 

E se ele acabar mesmo por regressar ao SLB? Devemos ter receio de enfrentá-lo como adversário? São questões que deixo à consideração dos leitores. Responda quem quiser.

Um país de faz de conta

Luís Filipe Vieira, presidente do Benfica, (não) esteve este sábado (ontem, 16/11/2019) no almoço que (não) assinalou os 37 anos dos Diabos Vermelhos, (não) tendo sido acompanhado por David Tavares e Samaris, jogadores do plantel encarnado.

A (não) presença de Vieira acontece no final de uma semana marcada por duas decisões judiciais favoráveis às águias, uma das quais anulando a realização de jogo à porta fechada, por alegado apoio a claques ilegais (que, como se comprova, não existem).

No ano passado, o líder das águias já (não) havia participado nas comemorações do 36.º aniversário dos Diabos Vermelhos.

 

Uma (não) notícia do Sapo.

O Secretário de Estado do Desporto e o Presidente, a que horas vão reagir?

 

Luís Filipe Vieira explodiu ontem perante a intervenção de alguns adeptos durante a assembleia geral que decorreu no pavilhão da Luz. Durante uma intervenção de um dos sócios que pediu a palavra, o presidente sentiu-se insultado por algumas palavras do referido adepto, que se debruçava sobre os vários casos de justiça em que o clube se vê envolvido

O estertor do vieirismo

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«Foi uma luz que me deu.»

Luís F. Vieira, ontem

 

 

Despede o treinador na véspera, com o consenso total da administração da SAD. Depois vai roncar e na manhã seguinte - após «uma decisão muito amadurecida durante a noite» - dá o dito por não dito entre quatro paredes, renovando a "confiança" no técnico. Deixa a especulação avolumar-se, em fugas consecutivas para os órgãos de informação, e passa um dia inteiro sem conceder uma palavra de satisfação aos sócios. Já noite cerrada, lá se digna aparecer para revelar que ele sozinho, inspirado por um súbito raio de luz, inverteu a deliberação do órgão colectivo. Qual rei-sol, concede uma aparente indulgência ao treinador, cada vez mais na corda-bamba, enquanto de caminho deixa nas entrelinhas um aceno de esperança ao técnico anterior, com quem nunca cessou contactos, e ao anterior capitão da equipa, entretanto retirado por notórias divergências no balneário com aquele que era para ser corrido de imediato mas afinal ficará a grelhar mais um par de semanas.

Haverá quem vislumbre requintes de brilhantismo nesta absurda estratégia comunicacional que confirma os restantes membros da administração da SAD lampiânica como vulgares verbos de encher. Por mim, creio ser um sintoma evidente de que o vieirismo entrou enfim no seu estertor.

Frases da entrevista de Vieira

 

«Faltam-me dois anos para acabar o mandato, vou ser candidato. Faço dois, mais quatro e, se for preciso, mais vou fazer.»

 

«Se Bruno de Carvalho continuasse, éramos capazes de cometer uma ou duas loucuras.»

 

«Se o senhor Varandas vier com esse propósito [combater o Benfica] não vai lá estar muito tempo.»

 

«Se se provar que houve actos menos ilícitos (sic), demito-me.»

 

«Não há cartilha nenhuma, não sei o que é a cartilha.»

 

«António Simões mentiu.»

 

«Eusébio só há um.»

 

«O Rui [Vitória] tem o seu valor.»

 

«Não ponho Jorge Jesus de lado.»

 

«Como é possível o Benfica não marcar um golo ao Belenenses?»

 

«Quem sou eu para condenar Paulo Gonçalves?»

 

«O que é que o Benfica tem a ver com a toupeira?»

 

«Não temos claques, temos grupos organizados de sócios.»

 

«Assino de cruz.»

 

«Pedidos de bilhetes? Respondo ok, ok, ok...»

 

«Acha que eu sou o bilheteiro do Benfica?»

 

Esta noite, na TVI

 

A paródia

O que é constrangedor, é muitas vezes revelador. Constatámo-lo, mais uma vez, no fim-de-semana passado. Foi ao som dos murros na mesa, na gramática e na defesa do Benfica desferidos pelo presidente da dita agremiação. Porque aquilo de discursar sem discurso escrito revelou que a toupeira fez mesmo uns buracos naquela terra, prometida, para tantos, infernal, para muitos. 

Mesmo sem "Red Pass" tivemos acesso aos bastidores da máquina que ao longo dos anos se tem escondido por detrás de uma fachada de betão armado, embelazada por cartilha orquestrada, apuradamente especializada em marcar a agenda mediática. Foi assim até se lhe descobrirem mais rachas e mais fissuras, como estas, tão grosseiramente abertas por toupeiras.

O destemperamento de Luís Filipe Vieira na manifestação do indignado é, mais que tudo, revelador. Distribuindo ameaças, o chefe benfiquista revelou-se encostado à parede. Na situação em que LFV se encontra nada valerá fazer que não seja responder cabalmente às gravíssimas suspeitas que recaem sobre ele e sobre o clube que dirige. Se a coisa tivesse sido escrita, talvez, talvez possa admitir a possibilidade de alguns terem visto no líder, apenas e só, o perseguido, o inocente, a vítima de perseguição injusta e injustificável. Mas falando de improviso, a espaços descontrolado, só lhe vimos o desconforto e a encapotada fuga para frente na forma de alegada pro-actividade.   

O Gabinete de crise, além do rídiculo do nome, não é mais que uma arma de arremesso. Uma ameaça contra todos aqueles que ousem falar do Benfica, nos termos em que o Benfica considere ofensivo e atentatório da "marca". Em rigor, o que Luís Filipe Vieira fez foi a tentativa de nos amordaçar a todos, incutindo -nos medo, acenando com a represália que sobre nós cairá se ousarmos dizer, uns, que o estádio da Luz se parece com um cesto das molas, outros, que a construção está cheia de falhas no revestimento, fachada, afinal, repleta de enormes buracos.

"Acabou a paródia à conta do Benfica", disse, a dada alutra, o parodiante, todo ele empenhado na imitação burlesca de obra séria. É esta a definição de paródia e paródia foi o que ali assistimos.

Com presidente e vice-presidente arguidos em processos a correr na justiça, ver o Benfica apostado, na pessoa do seu líder máximo, em silenciar, controlar, ditar o que se pode dizer ou não pode dizer sobre o Benfica, a fazer ameaças a quem não lhe faça a vontade; é de uma gravidade sem precedentes. LFV ditou regras para cidadãos e, claro, para órgãos de comunicação social e para todos aqueles que os povoam com as cores que não sejam as que ele, hoje, veste.

Comparado com isto, é quase inócuo o pedido do presidente do Sporting Clube de Portugal aos sócios e adeptos para que só leiam o jornal do clube e vejam apenas a SportingTV - e quem aqui vem com regularidade sabe o quanto critiquei e repudiei as palavras de Bruno de Carvalho.

É insuportável e indefensável que o SLB, oficialmente, assobie para o lado como se nada tivesse a ver com o escândalo que ensombra a verdade desportiva nacional, e na qual entroncam ramificações que, preocupantemente, podem inquinar de forma profunda todo o edifício judicial português.

Ouvir do vice-presidente Fernando Tavares, arguido no processo Lex, que o Benfica está a funcionar em "completa normalidade" é ofensivo, de tão ilusório e enganador que é. Faz pouco de nós. Falta-nos ao respeito porque falta ao respeito à coisa pública.

Ver o presidente do Benfica, mergulhado em gravíssimas suspeições, falar ao público sem dar uma única explicação sobre os emails que alegadamente o incriminam, de maneira muito mais grave do que a denunciada violação da correspência privada, assistir a isto tudo sem o condenar, rejeitar e denunciar como muitísimo grave, seria alarmante e, a mim, na parte que me toca, não me deixaria de consciência tranquila como cidadão.

Nas circunstâncias em que o SLB se encontra, dos seus órgãos máximos, sócios e simpatizantes esperava-se pudor. Exige-se-lhes pudor.

Se o Benfica quer ser respeitado, tem de se dar ao respeito. Se o benfiquistas querem ser respeitados, dêem-se ao respeito. Chega de serem parodiantes de uma paródia de péssimo gosto.

Crise no Benfica com direito a gabinete

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A comunicação do Benfica é tão "eficiente" que, enquanto procura desmentir a existência de uma crise, põe em cena o presidente do clube dando a conhecer ao País a entrada em funções de um "gabinete de crise" no estádio da Luz.

Com este preciso nome.

A imaginação não lhes chegará, ao menos, para escolherem outra designação para o tal gabinete?

 

Entretanto Vieira, arguido na Operação Lex, continua sem responder a uma só pergunta de um jornalista não-avençado pela agremiação com sede em São Domingos de Benfica.

Desde que o seu braço direito para os assuntos jurídicos e contratuais foi detido, o ainda presidente encarnado apareceu duas vezes em público. Uma para fugir dos repórteres, limitando-se a dizer que só sabe o que se vai passando "pelos jornais". Outra para falar sem contraditório, com um nervosismo sem precedentes, ameaçando tudo e todos.

 

O que é outra forma de confirmar que a crise existe.

Com uma gravidade sem precedentes.

E talvez o pior esteja para chegar.

Assobiador encartado (*)

Leio que no último fim-de-semana o presidente do Benfica, a propósito das notícias que envolvem este clube, proferiu algumas afirmações sobre essa mesma realidade, das quais destaco duas frases:

"O que sei é pelos jornais"

"Acabou a paródia instalada neste país à custa do Benfica"

 

Não duvidando da veracidade destas afirmações, ocorre-me o que Luís Miguel Pereira, no último capítulo do livro biográfico Missão benfica : Luís Filipe Vieira, escreve a propósito desta personagem: «Orlando Dias [o secretário ] desvenda outra faceta de todo desconhecida: "Ele é um exímio ‘assobiador’" (…) Apesar dos esforços, Orlando ainda não conseguiu descortinar a melodia, “não sei se é música clássica, ligeira, fado… Mas que é bem interpretada, é.”»

 

(*) Titulo do último capítulo do livro:

PEREIRA, Luís Miguel - Missão benfica : Luís Filipe Vieira. 1ª ed. Carcavelos : Prime Books, 2012. p. 253-255

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