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És a nossa Fé!

Pódio: Tiago Tomás, Coates, Porro

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Aberdeen pelos três diários desportivos:

 

Tiago Tomás: 17

Coates: 17

Porro: 17

Neto: 15

Vietto: 15

Wendel: 14

Adán: 14

Feddal: 14

Jovane: 13

Nuno Mendes: 13

Matheus Nunes: 12

Sporar: 11

Daniel Bragança: 6

Plata: 1

 

A Bola e o Record elegeram  Tiago Tomás  como melhor jogador em campo. O Jogo optou por  Coates.

Vencemos uns padeiros escoceses

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Uns padeiros com oitos jogos oficiais nas pernas, que fazem do físico a sua grande arma e que se fecharam lá atrás mesmo estando a perder desde o minuto cinco. 

Nada mau para uma equipa que perdeu nove jogadores e um treinador para o COVID19. Nada mau para uma equipa que não fazia um jogo há quase três semanas.

Sim, apenas vencemos uns padeiros. Mas em jogos a uma mão tudo pode acontecer. O PAOK que o diga.

Vencemos também com um golo de Tiago Tomás numa bela jogada de Vietto. Venha o Lask!

Já sobre a AG, parece que há uma recolha de fundos para uma providência cautelar que ainda não foi apresentada. Como é que se dizia? Ah! "É seguir o dinheiro..."

A rede

Sem argumentos físicos para aguentar com os matulões escoceses durante 90 minutos, o Sporting lançou-lhes uma rede feita de passes e temporizações de que eles quase nunca se souberam libertar.

Assim Adán chegou ao fim sem qualquer intervenção digna desse nome, se excluirmos ter enviado para canto um centro de longe, mais ou menos transviado, que se dirigia para o canto superior direito da baliza.

Já o Sporting teve quatro oportunidades flagrantes. Tiago Tomás concretizou uma e falhou outra na sequência dum grande centro de Porro (jogo de cabeça precisa-se), e Jovane desperdiçou ingloriamente as duas que teve.

O melhor em campo do Sporting foi mesmo Porro. Bem a defender, incisivo a atacar, centros por alto e por baixo bem medidos, temos finalmente um defesa/ala direito em condições.

Coates, "el patrón", esteve imperial. Sempre o considerei como um dos craques do plantel, andou sempre num enquadramento que muito o prejudicava, sempre a ter de sair da posição para dobrar um defesa direito ausente em parte incerta, sem rins para aguentar a velocidade dos extremos contrários. Agora bem no meio da defesa é simplesmente imprescindível.

Tiago Tomás, mau jogo de cabeça à parte, continua a surpreender. Não se dá muito por ele, mas naquela posição de interior direito luta, assiste e marca. E neste sistema do Amorim é isso que se pede àqueles dois jogadores mais próximos do ponta de lança.

Depois deles, e com tudo o que tem acontecido, muita gente sem ritmo competitivo para os 90 minutos, jogadores que já vimos fazer bem melhor. Vietto é o melhor exemplo. 

Depois do Paços vem já aí o Lask, e muito há que melhorar para ultrapassarmos os austríacos, basta lembrarmo-nos daquela primeira parte em Alvalade na época passada onde nos livrámos por pouco de ir para o intervalo com três ou quatro golos sofridos. Depois acabámos por dar a volta ao resultado e ganhar o jogo, e na Áustria foi o que se conhece, muito por culpa da rotação de jogadores que Silas resolveu promover.

Mas esta equipa do Sporting não é a barata tonta desse tempo, mesmo desfalcado dos melhores jogadores de então entra em campo com a lição bem estudada, sabe o que quer fazer e o que não quer deixar o adversário fazer, e luta pela vitória. E acredito que vamos conseguir entrar na Liga Europa.

Finalmente, chamou-me a atenção a entrada de Plata para render Porro. Ristovski cada vez mais está na porta de saída? Porque também acho que o melhor lugar para Plata é mesmo esse, e não em zonas mais interiores do terreno. Tem o físico e a concentração que Camacho não tem. Com Porro a jogar assim e Plata a especializar-se na posição se calhar estamos finalmente bem servidos à direita. Um tema a acompanhar.

SL

Quente & frio

Gostei muito  que tivéssemos começado a época oficial de futebol 2020/2021 com uma vitória, ao contrário do que aconteceu na temporada anterior. Ontem, em Alvalade, contra o Aberdeen: vencemos por margem mínima, mas bastou para superarmos esta pré-eliminatória de acesso à Liga Europa. Segue-se, no próximo dia 1, um embate com o Lask Linz, equipa bem nossa conhecida. Este triunfo foi importante não apenas por motivos financeiros e reputacionais, mas sobretudo para criar motivação e sedimentar espírito de equipa num grupo que teve só agora o primeiro confronto a sério - incluindo jogadores em estreia absoluta nas competições europeias, como Tiago Tomás (marcador do golo solitário do Sporting), Matheus Nunes, Nuno Mendes, Daniel Bragança e Gonzalo Plata.

 

Gostei  das exibições de vários jogadores. Desde logo, Tiago Tomás, que sentenciou o resultado logo aos 7 minutos, a passe de Vietto: com apenas 18 anos, jogou solto e descomplexado, revelando ambição de agarrar um lugar no onze titular. Mas também Pedro Porro, em estreia oficial na nossa equipa, confirmando que é realmente um reforço na nossa ala direita: fez excelentes cruzamentos aos 18', 56' (quase originou o segundo golo, para a cabeça de Tiago Tomás) e 59', além de um espectacular slalom de 50 metros, na ala oposta à sua, que permitiu travar uma perigosa ofensiva escocesa aos 72'. Coates foi capitão não só de braçadeira mas também de todo o sector defensivo, sempre muito sincronizado na linha de fora de jogo, desposicionando os adversários, e fez cortes impecáveis aos 66', 90' e 90'+1. Destaque ainda para Wendel: foi ele quem recuperou a bola no lance de golo, entregando-a para a assistência de Vietto, e também soube pensar o jogo, articular sectores e criar desequilíbrios a meio-campo. Também apreciei a contínua aposta na formação (Matheus Nunes, Nuno Mendes, Tiago Tomás e Jovane no onze titular, Bragança e Plata suplentes utilizados) e na juventude (os nossos sete jogadores mais avançados no terreno tinham apenas 21,5 anos de idade média).

 

Gostei pouco  que Daniel Bragança não tivesse entrado mais cedo: Emanuel Ferro - ontem no comando efectivo da equipa por impedimento de Rúben Amorim, confinado com Covid-19 - só o mandou entrar para o lugar do esgotado Wendel aos 86'. Também me pareceu tardia a troca de Tiago Tomás por Sporar (aos 77'). E custou-me entender por que motivo Jovane - ontem o nosso jogador com sinal menos, ao ponto de se poder dizer que passou ao lado da partida - permaneceu em campo até ao apito final. Falhou a aposta de o colocar como avançado-centro, deixando Sporar no banco: aquele não é o terreno ideal para potenciar as qualidades do luso-caboverdiano.

 

Não gostei  da falta de ritmo competitivo da nossa equipa, em comparação com a turma escocesa, que fez agora o seu nono jogo oficial enquanto o Sporting não actuava sequer numa partida de preparação desde 9 de Setembro. Este notório défice de capacidade física começou a notar-se a partir da meia hora, forçando a nossa equipa a gerir com inteligência o ritmo de jogo e mantendo o controlo de bola, tanto mais que a iniciativa atacante competia ao Aberdeen, a perder desde o minuto 7. À falta de ritmo somaram-se as ausências forçadas, devido ao Covid-19: nove jogadores continuam de quarentena, incluindo Pedro Gonçalves, Nuno Santos e João Palhinha. Felizmente já poderemos contar com eles no confronto com a equipa austríaca.

 

Não gostei nada  de esperar 61 dias pelo regresso do futebol leonino aos jogos oficiais. E menos ainda que este tardio início da temporada tenha ocorrido sem público, à porta fechada, com os sócios banidos do estádio. Quando touradas, circos, comícios, celebrações políticas e religiosas, espectáculos teatrais, sessões de cinema, provas hípicas, corridas de automóveis, shows humorísticos e festarolas diversas já podem contar com público. O futebol - que gera tantas receitas fiscais para o Estado e cria pelo menos 80 mil postos de trabalho directos e indirectos em Portugal - continua a ser tratado como inaceitável filho de um deus menor.

Há por aí algum optimismo?

Façamos figas. No momento em que escrevo estas linhas, tudo indica que o Sporting realizará mais logo, a partir das 20 horas, o seu primeiro jogo oficial da nova temporada - o confronto em Alvalade com o Aberdeen, na pré-qualificação para a Liga Europa.

As reservas são naturais. Se houver mais algum caso de contágio com o novo coronavírus na nossa equipa, onde se registaram nove infectados, o jogo pode vir a ser cancelado pela Direcção-Geral da Saúde, podendo a UEFA atribuir a vitória à turma escocesa por falta de comparência do Sporting. Esperamos que nada disso aconteça.

Mas o que importa aqui é aferir do vosso estado de espírito. Por isso venho perguntar-vos como antevêem este embate com o quarto da Liga escocesa, já calejado por oito jogos oficiais. Reina por aí o optimismo ou prevalece o pessimismo, sabendo que a nossa equipa está sem jogar desde o dia 9? Vamos ultrapassar este importante teste no relvado ou ficar pelo caminho?

Digam de vossa justiça, pronunciem-se. Agora. Para analisar o jogo teremos outros espaços de debate.

Amanhã à noite em Alvalade

Finalmente vamos ter o primeiro jogo oficial da temporada, e logo uma partida decisiva no que diz respeito ao acesso à Liga Europa, contra o Aberdeen, uma equipa escocesa já com quatro ou cinco jogos oficiais realizados. Não vai ser fácil.

Vamos então recomeçar esta série de posts, ainda sem conhecimento dos convocados, sabendo que os recentemente afectados por este maldito vírus estarão de fora, incluindo o Rúben Amorim. Estão à vontade para alterar o vosso prognóstico conforme os imprevistos. Convocados esses que devem ser mais ou menos os seguintes, com as incógnitas de quem vão ser os da equipa B que se vão sentar no banco:

Guarda-redes: Adán e ?.

Defesas Centrais: Coates, Neto, Feddal e ?

Alas: Porro, Ristovski, Nuno Mendes, Antunes.

Médios Centro: Wendel, Bragança, Matheus Nunes e ?

Interiores: Jovane, Plata, Vietto e ?

Avançados: Sporar e Tiago Tomás.

Com tantos ausentes, não deve ser difícil adivinhar o onze, onde coloco o Risto, pela rodagem que foi tendo na sua selecção e esperando que seja desta que lhe deixe de chamar burro ou coisa pior:

Adán; Neto, Coates e Feddal; Ristovski, Matheus Nunes, Wendel e Nuno Mendes; Jovane, Sporar e Vietto.

 

Concluindo,

Amanhã à noite o Sporting entra em campo em Alvalade para ultrapassar o Aberdeen no acesso à Liga Europa.

Considerando o sistema táctico de Rúben Amorim, qual seria o vosso onze?

SL

Viking ou Aberdeen

Os noruegueses do Viking ou os escoceses do Aberdeen estarão no caminho do Sporting a 24 do mês que hoje se inicia. Os nórdicos já têm história com o Sporting. Em setembro de 1999, Peter Schmeichel encaixou três golos do modestíssimo clube norueguês (ficou em oitavo lugar na sua liga, nessa época). De nada serviu ao Sporting, campeão nacional dali a uns meses, ter no seu onze, homens como Quiroga, Beto, Duscher, Delfim ou Ayew. Quem brilhou nessa noite, foi um tal de Morten Berre, com dois golos. Quem? Pois…. Então, como hoje, o Viking é uma banal equipa de meio da tabela e a eliminatória deve ser do Aberdeen. Aberdeen, esse, que é a terceira equipa do futebol escocês, tendo tido no fim dos anos 70 e início dos 80, os seus anos de ouro, com a conquista de três campeonatos nacionais, quatro taças, uma Taça das Taças e uma Supertaça Europeia. Pelo banco, andava um tal de…Alex Ferguson. Sem grande foco de interesse, o Aberdeen seria, um adversário acessível, num jogo único, em casa. Veremos.

A propósito da Liga Europa (com alguns parênteses)

[Senti-me muito bem-vinda!

Gostei de cá chegar. Gostarei de cá estar.]

 

Vi, na sexta-feira, a final da Liga Europa. Segui o jogo com interesse distraído: «rijamente disputado» (como ainda dizem alguns comentadores), frequentes simulações (equipas latinas e recheadas de sul-americanos), melhor a primeira parte (na segunda: força diminuída, ansiedade acrescida).

Fui torcendo, embora sem grande vigor, pelo Inter (desde que o Lukaku não marcasse!), apesar de, em Itália, no que a clubes respeita, só ter gostado da Juventus e do A.C. Milan.

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Da Juventus, inicialmente, nem sei bem porquê, mas, após o horrendo Heysel, não havia como não querer gostar da Juventus. Essa final da Taça dos Campeões Europeus (Liverpool vs Juventus, em 1985) é o grande exemplo de jogos que nunca se deveriam ter realizado, nem que fosse somente por relutante decência. Tal como outras duas finais, estas domésticas: as da Taça de Portugal de 1996 e de 2018.

Voltei a acompanhar a Juventus por causa do Ronaldo.

Pelo meio (final dos anos 80 e início dos 90), entusiasmei-me com o A.C. Milan dos extraordinários holandeses – Marco Van Basten, Ruud Gullit e Frank Rijkaard, tanto mais que este último chegou a ser, sem o ser, jogador do Sporting (temos, não raramente, queda para o burlesco…).

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Regressando a sexta-feira: fui torcendo, embora sem grande vigor, pelo Inter (e o Lukaku até marcou, mas não chegou) porque, mais do que antipatizar com o registo escandalosamente vitorioso do Sevilha, eu quereria ter visto a jogar o Bruno Fernandes!

Última verdadeira garra do leão, profissional modelo, futuro capitão da seleção nacional, que, no Sporting, por empenho próprio e ausência alheia, foi jogador, capitão, treinador em campo e espécie de porta-voz/diretor de comunicação do clube… Sovado em campo (usualmente sob o olhar displicente dos árbitros), assediado pelos jornalistas (ou aspirantes a sê-lo), Bruno teve grandeza dentro e fora do relvado, num clube e num campeonato (gosto mais do que «liga») que se tornaram pequenos para ele: no campeonato porque, de clube, vestia a nossa camisola…

Saudades do Bruno Fernandes! Se não era leão de pequenino, muitas vezes bem o pareceu…

Voltando a sexta-feira: ganhou o Sevilha. Não faz mal. Lá jogou o Daniel Carriço e lá joga o Gudelj (este, sim, joga rijamente e bem falta fez na última época).

O que interessa mesmo: Bruno Fernandes foi o melhor goleador da Liga Europa e mais de metade dos golos foram marcados de leão ao peito!

Parabéns ao Bruno!

Parabéns ao Sporting Clube de Portugal por o ter tido!

Armas e viscondes assinalados: Foram a Istambul e afogaram-se num dilúvio turco

Basaksehir 4 - Sporting 1

Liga Europa – 2.ª mão dos Dezasseis-avos de final da Liga Europa

27 de Fevereiro de 2020

 

Luís Maximiano (2,0)

Ao longo dos séculos milhares de portugueses tiveram o azar supremo de atingir a maioridade em tempo de guerra, morrendo ou ficando estropiados nas trincheiras lamacentas europeias ou na curva de uma picada poeirenta africana. Mais afortunado, Luís Maximiano limitou-se a conquistar a titularidade na baliza do Sporting quando este é treinado por Silas, dirigido por Hugo Viana e presidido por Frederico Varandas. Algo que se traduz em 27 golos sofridos nos 21 jogos desta temporada em que lhe coube calçar as luvas, sendo as derrotas (9) quase tantas quanto as vitórias (11). Desta vez fica ligado a mais um recorde negativo da actual gerência, pois o Sporting nunca tinha perdido na Turquia, e com responsabilidades inegáveis no segundo golo, por muito que o livre directo tenha sido bem cobrado. Mas nem por isso deixou de ter intervenções que impediram o resultado de atingir proporções em que a humilhação pública da equipa superaria decerto a potente anestesia que leva os adeptos a convencerem-se de que o lema do clube é “esforço, dedicação, devoção (desde que bem-comportada, claro está) e miséria”. Assim foi no lance da segunda parte em que não só defendeu o remate de Demba Ba como também a recarga que o avançado – apenas um dos sete “trintões” que foram titulares no Basaksehir, juntando-se-lhe o veterano Robinho para as derradeiras estocadas ao leão assarapantado – teve liberdade de executar mesmo estando caído do relvado. Ou na forma como evitou um azarado autogolo de Tiago Ilori. Encontra-se entre os raríssimos jogadores que mereceriam uma passagem aos oitavos-de-final que só não aparentava estar garantida após o 3-1 trazido de Alvalade porque já toda a gente sabe do que este Sporting é capaz.

 

Ristovski (1,5)

Assenta sobre os seus ombros grande parte da responsabilidade pelo tardio terceiro golo turco que forçou o prolongamento, pois demorou a acercar-se do jogador que tinha a bola nos pés e concedeu-lhe ampla liberdade para o remate em arco que prenunciou um dilúvio no qual o Sporting voltou a ver-se sem arca. Fustigado ao longo de todo o jogo pelo caudal ofensivo do adversário, nem sempre esteve ao seu nível, tal como raramente contou com o auxílio de que necessitava, terminando o prolongamento em péssimas condições físicas. Ligeiramente melhor só mesmo em missões ofensivas, assinando um cruzamento com selo de golo que seria o 3-2, mas que Vietto carimbou para cima da barra.

 

Coates (1,5)

Merece mais meio ponto pela forma como pediu desculpa a todos os adeptos na “flash interview”, e prometeu uma autocrítica da equipa, sobretudo porque o adjunto que a UEFA finge acreditar ser treinador principal do Sporting preferiu mergulhar de cabeça na “verdade alternativa”, cantando loas ao domínio leonino num jogo em que foi goleado e saiu de cabeça baixa da única competição em que lutava por algo mais do que um terceiro a quinto lugar. Mas o central uruguaio teve uma noite muito abaixo do seu valor, começando por uma verdadeira assistência para o primeiro golo do Basaksehir, e nunca transmitiu tranquilidade aos colegas.

 

Tiago Ilori (1,5)

Teriam a goleada e o afastamento da Liga Europa ocorrido se Mathieu estivesse a jogar em vez desta esperança cancelada da formação leonina? Dificilmente, ainda que a presença do veterano francês permitisse toda outra qualidade na saída com bola, pois o problema de raiz foi mais uma das tácticas suicidas com que Silas vai distribuindo alegrias aos adversários do Sporting. Seria a hora certa para ir buscar Jesualdo Ferreira, apostar nos sub-23 e, sobretudo, eleger dirigentes que tenham noção daquilo que andam a fazer...

 

Acuña (3,0)

Ninguém lhe consegue apontar semelhanças físicas com Gary Cooper, mas chegou a parecer o xerife Will Kane de “High Noon – O Comboio Apitou Duas Vezes”, lutando contra tudo e contra todos por um desfecho melhor do que o esperado. Pertenceram ao lateral-esquerdo os melhores remates do Sporting na primeira parte, sendo um deles antecedido por uma maravilha de domínio de bola e de inteligência nos pés dentro da grande área turca. Já na segunda, quando havia mais alguns braços e pernas a remar contra a corrente, cruzou com precisão milimétrica para Vietto reverter o Alvaladexit que se adivinhava. Mas quis o destino que não fosse o suficiente, pelo que o argentino fica contido ao rectângulo à beira-mar plantado e poderá muito bem ser a próxima solução da gerência para conseguir mais uns trocos que paguem comissões dos próximos génios incompreendidos a aterrar na Portela.

 

Battaglia (2,5)

Esteve quase a ser o herói da noite, tão oportuno e preciso foi no corte que adiou o 3-1 por alguns segundos. Antes, quando pareceu que o Sporting poderia empatar ou até vencer o jogo, tamanha era a desorganização dos turcos em busca do prolongamento, teve uma arrancada em que recordou os adeptos de que não tem o remate de longa distância entre os pontos fortes. Resta-lhe a escassa compensação de ter sido um dos menos responsáveis por mais um desastre da equipa.

 

Wendel (2,0)

Melhor a transportar bola do que os extremos titulares, esforçou-se para que o jogo corresse melhor. E, sem culpa nenhuma, fica ligado à perda da eliminatória no tempo regulamentar, pois o “timing” da sua substituição contribuiu para abrir a cratera no posicionamento da equipa que permitiu o 3-1.

 

Bolasie (0,5)

Displicente no primeiro lance em que foi solicitado, ao ponto de permitir um contra-ataque perigoso, nunca mais se reencontrou, oscilando entre as habituais trapalhices na hora de driblar ou rematar e uma falta de atitude competitiva para a qual seria perfeitamente ajustado reagir com o proverbial “pano encharcado nas fuças”. Ter ficado perto de uma hora em campo só poderá ser explicado pela pulsão suicida que é marca de água do futebol de Silas.

 

Jovane Cabral (1,5)

Muito interventivo, faltou-lhe apenas o detalhe de intervir bem ou, no mínimo, decentemente. Remates de pendor surrealista mostraram que não era aquele o seu dia, embora não andasse muito distante de uma terra há uns milénios surgiu outro salvador que também parecia improvável.

 

Vietto (1,5)

Impõe-se a pergunta: será que o Sporting estaria agora a preparar-se para os oitavos-de-final da Liga Europa, vencendo o desempate da eliminatória através da marcação de grandes penalidades se o avançado argentino não tivesse feito tão lamentável e desnecessária falta na sua grande área quando faltava muito pouco para o final do prolongamento? É bem possível que assim fosse, o que não apagaria mais uma exibição vergonhosa, daquelas que causam danos reputacionais. E neste momento todos estariam a elogiar o cabeceamento irrepreensível de Vietto a desviar o cruzamento de Acuña para as redes do Basaksehir. No entanto, apesar do mérito nesse golo e na leitura de jogo, manteve-se o tendencial desacerto que o impeliu a desperdiçar um belo cruzamento de Ristovski.

 

Sporar (1,0)

Recordou-se tarde e a más horas de que estava presente no relvado e fez um remate descalibrado. Feita esta relativa prova de vida, remeteu-se à contemplação.

 

Gonzalo Plata (2,5)

Pôs a mexer a equipa, vergada pelo 2-0 aquando da sua tardia entrada no jogo. Bom a driblar e a encontrar espaços, pior esteve no instante em que era preciso decidir.

 

Idrissa Doumbia (2,0)

Entrou para segurar o resultado, mas a sua intervenção mais relevante foi a participação num contra-ataque em que quase voltou a marcar.

 

Eduardo (1,0)

Não tem culpa de que a sua entrada, com o claro objectivo de queimar mais uns segundos antes do iminente apito final, tenha aberto o buraco na defesa leonina que permitiu o 3-1. Mas também pouco ou nada ajudou a equipa durante o prolongamento.

 

Pedro Mendes (-)

Pôde entrar como quarto substituto durante o prolongamento, adoptando um registo muito parecido com a contemplação de Sporar.

 

Silas (0,5)

Ao contrário de Groucho Marx, Silas é capaz de mudar os seus princípios de jogo mesmo que gostem deles. Portanto, aquilo que fez depois de uma agradável exibição frente ao Boavista foi instruir os jogadores a darem a iniciativa ao adversário e retirar do onze titular Gonzalo Plata, que dias antes assinara a melhor exibição individual pós-Bruno Fernandes de que há memória. Vendo-se a perder e com a Liga Europa a fugir-se-lhe pelos dedos, teve a sanidade ao retardador de mexer na equipa à hora de jogo e quase de tal colheu agridoce fruto. Mas uma substituição pessimamente gerida ajudou a que o Basaksehir empatasse a eliminatória, servindo de prenúncio do dilúvio de água gelada que se iria abater. Este é mais um desaire que tem a marca de Silas, que provavelmente será mantido em lume brando para que as suas insuficiências sirvam de manto de ocultação de incompetências alheias. A não ser que seja goleado na visita a Famalicão, o que também já não espantaria ninguém...

Pódio: Acuña, Battaglia, Luís Maximiano

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Basaksehir-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Acuña: 15

Battaglia: 14

Luís Maximiano: 14

Ilori: 13

Idrissa Doumbia: 12

Plata: 12

Wendel: 12

Coates: 11

Ristovski: 11

Vietto: 11

Jovane: 10

Sporar: 10

Eduardo: 9

Bolasie: 8

Pedro Mendes: 5

 

O Jogo e A Bola elegeram  Acuña  como melhor sportinguista em campo. O Record optou por  Battaglia.

Jogadores medíocres, equipa técnica medíocre - e o presidente que os trouxe

O pior da derrota (1-4) na Turquia que sentenciou a época de 2019-20 como digna dos tempos de Godinho Lopes é que poderá ter sido o último jogo europeu do Sporting Clube de Portugal durante alguns anos. A dura realidade é que será muito difícil a este mal-orientado e depauperado plantel, o que resta das vendas de Varandas, superar Famalicão ou Rio Ave. E sim, terminaremos a 20 ou 30 pontos do primeiro lugar.

Com a venda de Bruno Fernandes, foram-se practicamente todos os nossos "anéis", em pouco mais de um ano. Ou, como se dizia no tempo de Sousa Cintra, "as garras do Leão". Restam-nos os veteranos Acuña, Mathieu e pouco mais.

Numa constante de perda de ambição e desinvestimento (uma espiral recessiva), já antes tinham ido Bas Dost e Raphinha. Estes dois e Thiery iam para que não fosse preciso vender Bruno Fernandes, disse Varandas. Agora, diz que se enganou. Antes destes, Nani, que além de ser um grande jogador era um verdadeiro capitão. 

Estes grandes jogadores foram substituídos por quem? Bolasie. Jese, o "avançado centro". Fernando, o craque brasileiro que não chegou a pisar Alvalade. Vietto alterna bons jogos com outros em que pouco se vê. É verdade que Plata ainda pode vingar, mas é cedo para lhe por sobre os ombros a responsabilidade de referência da equipa - como o "marketing" do Clube precipitadamente parece querer fazer ao fim de apenas 2 jogos ("Plata o Plomo"...). 

Não há volta a dar e não tenhamos ilusões: temos hoje um plantel medíocre. Tenho sérias dúvidas de que o nosso plantel seja melhor do que o do Braga, cujo orçamento de um terço ou um quarto do nosso. Um clube sem historial, que tem umas poucas dezenas de milhar de adeptos.

Há dias, só a muito custo conseguimos empatar em Vila do Conde.

Mediocridade é o melhor caracteriza o Sporting da era Varandas. E amadorismo. Isto e uma mistura de miserabilismo e falta de noção cunhada pelo tecnocrata da direcção, quando disse há dias em entrevista ao Expresso que o clube era uma "roulote" antes de chegar a iluminada equipa de Varandas. "Roulote" essa que esteve dois anos seguidos na Champions. A bater-se com Real Madrid, Juventus, Dortmund. O lugar do Sporting. "Roulote" que deu 3-0 ao SLB na Luz. Que ganhou uma Supertaça aos vermelhos. Que se batia por campeonatos até à última jornada. Que enchia um estádio vibrante, que hoje está a meio-gás e terminará a época vazio. Acharão mesmo eles que a nossa memória é assim tão curta?

Despedir, num mau momento no início da época, um treinador que tinha posto o Sporting a jogar bem (Keizer) e ganho dois troféus, sem ter alternativa à altura ou melhor foi, como se vê hoje, um total disparate desta direcção. Silas acabou por aguentar tanto quanto pode e conseguiu levar a equipa à "final four" da Taça da Liga e às eliminatórias da Liga Europa. A véspera de jogos decisivos para o campeonato (SLB, FCP, Braga), Taça da Liga e Liga Europa, Varandas passou-os a negociar (na companhia do "superagente" Mendes) a venda do melhor jogador do plantel. E depois a dar entrevistas, ufano, a dizer que foi "a melhor venda de sempre" do clube (o que só pode ser um elogio ao seu antecessor e rival, que o contratou por menos de 1/6 desse valor).

O Sporting não precisa de um novo treinador. Nem mesmo de novos jogadores. Precisa de uma coisa que perdeu com esta direcção - ambição. Vontade de ganhar jogos e de honrar a camisola de Peyroteo, Yazalde, Damas, Balakov ou Acosta. Respeito próprio. Respeito dos adeptos. União. 

Para mim, é claro como a água que, com Varandas, não passaremos da mediocridade e das justificações (ora é a "herança", ora é "o clube de malucos" e os "esqueletos"). Isto nem é desporto, nem é de gente digna.   

Que venha alguém que possa devolver essa união e essa ambição ao clube.

Dia 8 lá estarei!

Leio n' A Bola que houve quatrocentos malucos, nos precisos termos utilizados por Frederico Varandas que ainda preside ao CD do Sporting, que se deslocaram à Turquia para apoiar o Sporting. Gabo-lhes o espírito, diria de missão, de terem feito uma deslocação a país tão longínquo para proporcionar algum conforto aos nossos jogadores.

Extraordinário é que, a determinada altura, a polícia lá do sítio irrompeu pela bancada e desatou a retirar toda a parafernália de material de apoio aos nossos rapazes.

Não me parecendo que sejam os turcos avessos ao verde, concluiu quem lá estava que terá sido após uma assobiadela à UEFA de quem dirige o Sporting que a "bófia" confiscou tudo o que era bandeira, tarja, etc. Eu penso que como não seria possível meter a música em altos berros, como usa fazer em Alvalade para calar as manifestações contra, o sôtor achou que pelo menos as televisões e os jornais não mostrariam as manifestações de apoio... à equipa!

Triste! É um momento de enorme tristeza e revolta quando alguém e esse alguém só pode ser o presidente, manda retirar bandeiras de apoio ao clube num jogo, internacional, fora de casa.

É por tudo o que de mau até agora tem feito, com uma cadência regularíssima a bater records negativos, mas também por (mais) esta manifestação de enorme prepotência e irresponsabilidade e desrespeito para quem se deslocou tão longe, que lá estarei dia 8 de Março, conjuntamente com muitos milhares de outros sócios, a exigir a demissão imediata de Frederico Varandas.

 

Os sete pecados de Silas

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1

Fez entrar a equipa no estádio de Istambul em pose retraída, apenas para gerir o resultado da primeira mão (3-1) desde o apito inicial. Princípio errado, que transmitiu incentivo e confiança ao adversário: o Basaksehir foi acreditando na possibilidade de virar a eliminatória. E afinal bastaria ao Sporting marcar um golo fora, de preferência no quarto de hora inicial, para rumar com segurança à fase seguinte da Liga Europa.

 

2

Escalou de forma deficiente o onze titular para este embate na maior cidade turca ao deixar no banco aquele que tinha sido o elemento mais desequilibrador no jogo da primeira mão, votado por unanimidade como melhor em campo nesse desafio: Gonzalo Plata. Em vez de recompensar o jovem equatoriano pelo mérito, manteve-o uma hora sentado no banco de suplentes - emitindo assim outro sinal negativo aos seus pupilos.

 

3

Demorou imenso tempo a rectificar os erros gritantes de movimentação dos jogadores, que tremiam em cada bola parada, falhavam passes com uma displicência aterradora e se mostravam incapazes de construir um lance ofensivo digno desse nome. A entrada de Plata, significativamente, coincide com o melhor período do Sporting, culminado oito minutos depois, aos 68', com o golo de Vietto - a passe de Acuña, municiado pelo equatoriano - que parecia relançar a eliminatória.

 

4

Vendo a equipa em vantagem no conjunto das duas partidas, embora a perder 1-2 em Istambul, Silas toma outra decisão errada, como se gritasse aos jogadores que era o momento de se retraírem novamente em campo. A troca de Jovane por Doumbia, aos 73', produziu resultados desastrosos: o Sporting, que pouco antes subira com perigo à baliza adversária, baixou então os braços, abdicando da manobra atacante, quando ainda faltavam 20 minutos.

 

5

Em consequência desta substituição, fez deslocar Vietto do corredor central para a ala esquerda, onde o argentino rende muito menos, deixando assim de canalizar jogo para Plata e Sporar. A equipa partiu-se e perdeu a fluidez ofensiva que vinha demonstrando nos dez minutos anteriores.

 

6

Conhecendo a fragilidade da equipa nos lances de bola parada (os quatro golos sofridos neste jogo de má memória resultaram de dois cantos, um livre e um penálti), lembrou-se de fazer uma substituição para queimar tempo no instante mais inoportuno: aos 90', quando o Basaksehir se preparava para cobrar um canto. Esta troca de Wendel por Eduardo desconcentrou os jogadores num momento crucial: daqui nasceu o terceiro golo dos turcos e a consequente meia hora de prolongamento, que terminou como sabemos.

 

7

Acaba este jogo em que precisávamos de marcar mais um golo com três médios de contenção: Battaglia, Doumbia e Eduardo. Como timoneiro de equipa pequena, com o autocarro estacionado, perante uma banalíssima turma turca sem pedigree europeu. Convém recordar, a propósito, que os adeptos do Sporting pressionaram - com sucesso - Frederico Varandas a despedir José Peseiro porque este treinador punha a equipa a jogar num sistema com duplo pivô. Mal imaginariam muitos deles que, ano e meio depois, passaríamos a actuar com três trincos em vez de dois.

"E o Varandas é o nosso grande amor"!

Exmo. senhor presidente do Sporting Clube de Portugal, faça um favor a todos nós, mas principalmente ao clube: Demita-se! Hoje ainda, se o Exmo. senhor presidente da Mesa da Assembleia Geral achar, na sua pessoalíssima interpretação dos estatutos, que o senhor se pode demitir.

É que pode não saber, ou não achar, mas é muito mais fácil pedir a demissão que coordenar o futebol.

Despeço-me com a convicção de que se houver mais algum record negativo para bater até final da época, se não se demitir, porfiará até que o bata!

Como se diz lá na terra, finja que vai ali (o verbo é outro) e não volte.

Desgaste total

Penso que todos os que gostam de uma maneira livre escrever umas linhas sobre o Sporting neste blog estão a atingir o estado de saturação e de desmotivação total. Começa a ser saturante, quer de quem escreve, quer de quem lê, o carpir constante de mágoas, as tristezas que nos invadem durante os jogos, o assistir a um conjunto de jogadores da "bola" (não jogadores de futebol) que, "desorientados" por um pseudo-treinador de futebol, vestem uma camisola com um símbolo que deveria merecer mais respeito.

Foi mau demais o que se passou hoje na Turquia. Não tenho vontade de dizer mais nada. Chega. 

R & B, na Europa a música é outra

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O R, a primeira letra do título é de Ricardo, Ricardo Sá Pinto.

O R, a primeira letra do título é de Rúben, Rúben Amorim.

Rúben ou Ricardo?

Um tocou a melhor música de sempre do Braga na Europa (comparar com os resultados de Domingos), o outro a pior.

O percurso de Sá Pinto na qualificação para a Liga Europa é esmagador. Quatro jogos, quatro vitórias, dez golos marcados e, apenas, quatro sofridos.

Na fase de grupos, apanha tubarões como o Besiktas e Wolverhampton e um tubarãozinho, o Slovan de Bratislava (de Sporar, um dos três melhores marcadores na Liga Europa). Apesar disso, Sá acaba em primeiro do grupo.

O desafio seguinte?

Um clube que em 2012/2013 foi campeão.

Campeão? Na Liga dos Campeões? Não, não foi o caso, foi campeão da quarta divisão escocesa.

Foi esse clube que Salvador (o presidente do Braga) não deixou que Sá Pinto defrontasse.

Foi esse clube (o tal campeão da quarta divisão escocesa) que eliminou o futuro treinador do Sporting (rir) Rúben Amorim. 

Bem, já falámos do R e o B?

O B é de Bruno, não o Fernandes, que brilha em Manchester, não o outro, o das ecografias que vai à boleia para Monsanto. O Bruno deste texto é o Bruno Nascimento (Lage). Amanhã será um (re)nascimento ou uma lage em cima da participação europeia?

A segunda parte é a que nos interessa, somos nós, o Sporting.

De triunfo em triunfo até ao triunfo final; na Europa a música tem de ser outra.

 

(a imagem é de Ray Charles mas sobre música, este tipo de música, deixo-vos com um excelente texto dum camarada/colega de "blog"; José Navarro de Andrade)

Amanhã à tarde em Istambul

Amanhã à tarde, na maior cidade da Turquia, a equipa do Sporting Clube de Portugal entra em campo para defender a vantagem obtida em Alvalade e tentar a passagem à fase seguinte da Liga Europa.

Silas convocou os seguintes jogadores (foi publicada a seguinte lista, onde Vietto continua a figurar como avançado, só pode ser mesmo teimosia de alguém):

Guarda-redes: Luís Maximiano, Hugo Cunha e Diogo Sousa;
Defesas:  Ilori, Coates, Acuña, Ristovski, Rosier e Borja;
Médios: Eduardo, Battaglia, Wendel e Doumbia;
Avançados: Rafael Camacho, Vietto, Plata, Pedro Mendes, Jovane, Bolasie e Sporar.

Assim, gostaria de vos perguntar o seguinte:

Silas à parte, e com os jogadores convocados, qual seria o vosso onze e qual a disposição do mesmo em campo?

No meu entender, procurava mexer o mínimo na equipa que ganhou em Alvalade, e entrar com dois extremos com presença física, atacando e defendendo com critério. Plata e Jovane as armas secretas. Seria assim:

Max; Risto, Coates, Ilori e Borja; Battaglia, Wendel e Vietto; Bolasie, Sporar e Acuna.

SL

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