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És a nossa Fé!

Amanhã à noite em Istambul

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O Sporting tem amanhã em Istambul (uma cidade que gostaria de visitar noutra oportunidade mais sossegada) uma partida de crucial importância para o que vai ser o resto desta época. Uma vitória coloca o Sporting com uma Liga Europa quase alcançada e ainda com uma possibilidade algo remota é certo de algo mais, uma derrota pode conduzir o Sporting à situação da época passada, fora das competições europeias.

Apesar das duas derrotas até agora consentidas na Champions, não há dúvida que o Sporting melhorou muito de Alvalade para Dortmund, a tremideira inicial terá sido ultrapassada e estamos em condições de ir a Istambul conquistar os 3 pontos em disputa. Mas temos que nos lembrar também do que aconteceu há 2 anos na mesma cidade mas frente a outro clube, num jogo em que tivemos todas as condições para ser felizes mas conseguimos "entregar o ouro ao bandido".

O jogo do Restelo ajudou a dar minutos a alguns menos utilizados, e vamos na máxima força para Istambul:

Guarda-redes: Adán e João Virgínia.

Defesas: Neto, Coates, Gonçalo Inácio e Feddal.

Alas: Porro, Esgaio, Matheus Reis e Vinagre.

Médios: Palhinha, Bragança, Matheus Nunes e Ugarte.

Interiores: Pedro Gonçalves, Jovane, Nuno Santos e Sarabia;

Avançados : Paulinho e TT.

 

Imagino que as grandes questões do Amorim, situação do Porro à parte, será escolher os dois que acompanharão Coates, entre Neto, Feddal e Inácio, e os dois também que acompanharão Paulinho, entre Sarabia, Pedro Gonçalves e Tiago Tomás. Eu cá apostaria no onze que tão boa conta deu em Dortmund, esperando que desta vez o Sarabia esteja bem melhor e o Paulinho não falhe no passe de morte ao Tiago Tomás:

Adán; Neto, Coates e Feddal; Porro, Palhinha, Matheus Nunes e Matheus Reis; Sarabia, Paulinho e Tiago Tomás.

 

Concluindo,

Amanhã o Sporting entra em campo em Istambul para prosseguir na Europa da melhor forma possível.

Considerando o sistema táctico de Rúben Amorim, qual seria o vosso onze?

 

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

Pódio: Matheus Nunes, Porro, Neto

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Borussia Dortmund-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Matheus Nunes: 17

Porro: 16

Neto: 16

Adán: 14

Sarabia: 13

Matheus Reis: 13

Coates: 13

Feddal: 13

Paulinho: 13

Nuno Santos: 12

Tiago Tomás: 12

Palhinha: 12

Jovane: 9

Daniel Bragança: 7

Tabata: 6

Esgaio: 5

 

A Bola e o Record elegeram Matheus Nunes como melhor sportinguista em campo. O Jogo optou por Neto.

Diante do Borussia

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Para a segunda jornada desta edição da Liga dos Campeões (a "Xampions" como alguns dizem, sabe-se lá porquê...) reuniu-se o painel comentadeiro do És a Nossa Fé - reanimando o convívio orgânico, algo não só urgente como convocado pelo recente alijar dos cuidados sanitários, consagrado pela extinção do Grupo de Trabalho (a "Task Force" como diz o Estado, saberá o Demónio Inculto porquê...) para a Vacinação contra o Covid-19.

Em assim sendo, nas cercanias das instalações da RTP congregou-se o trio composto pelo camarada-coordenador Pedro Correia, o consagrado José Navarro de Andrade e o júnior jpt, ausente da fotografia pois então ao telefone. O encontro foi antecedido por um frugal repasto, o qual cruzou o hino da competição (momento sempre a respeitar...) e se alongou pelos primeiros 45 minutos da compita. Sobre um pano em tons ocres - típicos da velha simbologia "Africana" -, adquirido cerca da Ilha de Moçambique, e ali aposto em explícita homenagem aos nossos apoiantes do Sporting Clube de Moçambique, comeu-se (o que agora se diz "degustar", sabe-se lá porquê...) frango oriundo da prestigiada Casa de Frangos de Moscavide, precedido e sucedido por camarões moçambicanos adquiridos na empresa Lidl, tudo orlado com uma saudável salada rica de manufactura caseira e polvilhado por um sortido de amêndoas, amendoins e castanhas de caju, proveniente do estabelecimento Pingo Doce. Para conclusão, ou sobremesa, surgiram uns aprazíveis biscoitos da Padaria da Arrifana. Nesse entretanto foram bebidas cervejas: como sempre a nossa querida Super Bock, claro, mas também acompanhada por algumas Argus, em homenagem aos nossos Adan, Porro e Saravia.

Sobre o jogo de futebol muito haverá a dizer. No entanto presumo que serei algo redundante se me explanar sobre a matéria. Pois um dos membros do trio foi recebendo largas dezenas de mensagens de um grupo de convívio telefónico, composto por bloguistas de tendência sportinguista, e assim decerto que a blogosfera leonina estará já repleta de textos congregando e sintetizando tamanho manancial opinativo discorrido por conhecedores ("connoisseurs", dizia-se antes e sei bem porquê...) do desporto-rei mais exímios do que eu. Ainda assim deixo alguns tópicos:

1. O que fundamental se retira deste Borussia-Sporting é o primado do mandamento "jogo a jogo". Ontem, em termos colectivos a equipa esteve bem, apesar da derrota. Jogo muito difícil, contra uma equipa fortíssima. Não sigo muito a crença no primado da experiência europeia (vejam-se os simpáticos neófitos moldavos que ontem gelaram os merengues) mas haverá um ritmo de jogo - o que não é sinónimo de intensidade de preparação física e táctica - algo diferente, que é preciso ir absorvendo. Um processo de maturação, em curso - o tal mandamento "jogo a jogo"-, e que creio será muito rápido, até pelo excelente comandante desta equipa e pela sageza ponderada que a presidência apresenta, que assim se apresta a deixar medrar tão bela matéria-prima. Este desafio mostrou que o descalabro diante do Ajax foi o de um dia aziago. E que "acontece aos melhores", como alguns dos nossos rivais poderão hoje concordar.

Por tudo isto não posso deixar de sorrir com a memória de todos aqueles "stôres" que há quinze dias foram para as reuniões de notas clamando que o aluno Amorim (aquele  miúdo, o Rúben) "não tinha estudado bem" para o teste Ajax. Que nota lhe darão hoje? Pelo menos um 10 (ou 3), espero.

2. Por falar no tal estudante Rúben Amorim: que belo exame oral ele fez, já nas declarações pós-jogo. É um orador muito atilado, o rapaz, dominando a matéria e apresentando-a com o tom certo. E isto nele é uma constante. Só por isso justifica passar de ano. E para mim julgo que deverá ser o delegado de turma.

3. "A doutrina divide-se" sobre o efeito Matheus Nunes no meio-campo leonino. Gabo-lhe a codícia e o arrojo ofensivo, a maestria no drible, a visão ("lateral" compõe-se agora) de jogo, e exulto com as suas arrancadas desequilibradoras, tão ao gosto das molduras humanas. Mas noto-lhe alguma apatia defensiva, descompensadora do necessário rigor colectivo. Estou certo que rapidamente, sob a tutela de Mestre Amorim e no contexto de tão difíceis contendas internacionais, o jogador amadurecerá essa dimensão tão necessária à "alta competição". Mas até lá abrem-se, por vezes, algumas auto-estradas ali no miolo.

4. Uma boa surpresa, vinda de jogador que até agora pouco me convencera, o outro Matheus, Reis.

5. A confirmação de que se há vida para além de Coates ela é bocado mais difícil. Também por isso o bom desempenho defensivo, sublinhado com os múltiplos foras-de-jogo provocados. Alguns a assustarem-nos, mas isso ainda mais demonstra a excelência e o rigor das manobras defensivas que os causaram. Algo indissociável da actuação do patrão.

6. Justiça seja feita a Rúben Amorim: tem dado excelentes guiões a João Palhinha, e ele muito bem os interpreta. Julgo que é já credor de um Globo de Ouro, e antevejo que em breve ganhará um troféu BAFTA.

7. É evidente que Paulinho é um excelente avançado, joga e faz jogar. Encaixado numa defesa fortíssima (onde pontifica o célebre Hummels) e num jogo difícil, em que escassearam as possibilidades de ataque continuado que se tornasse disruptivo, o nosso ponta-de-lança teve ganas de criar algumas dificuldades extremas ao colosso do Ruhr. É um prazer vê-lo actuar. Em particular naquilo que tanto desagrada aos mais enfáticos das bancadas e sofás: é usual vê-lo criar, com arreganho e/ou argúcia, situações perigosas nas áreas adversárias e nos momentos decisivos preferir esperar ou passar a bola a um colega. Pois, inteligente, percebe que um remate não terá sucesso. Crispados pela emoção os sportinguistas não lhe perdoam que lhes negue o "frisson" momentâneo do disparo, destrambelhado ou "enquadrado", que não seja um populista atreito à demagogia do remate "para a bancada (ver)". Preferem, o que é normal porque é de futebol que se trata, a Emoção à Razão. Mas conviria que depois dos jogos, no remanso da ressaca, se tomasse consciência disto: Paulinho tem razão. E é, repito, um excelente avançado.

8. O jovem Jovane está num encruzilhada. Ou segue a Djaló ou continua para Gelson. É voluntarioso e é talentoso. Talvez seja tímido, talvez jogue amargurado. Ontem entrou arredio. Porquê? Espero que a "estruture" o "alavanque" para a boa carreira que lhe é tão possível.

Em suma, espero que os próximos meses, já pós-Covid, me sejam algo soalheiros, após a bruma destes meus últimos anos. Pois se assim acontecer daqui a uns meses, em Maio de 22, poderei compor uma mesa menos frugal e mais refinada. Dado que este trio comentadeiro combinou que será nestas instalações que assistiremos à final da Liga dos Campeões. Soube que há quem prefira para esse jogo ter como adversário o Paris Saint-Germain, essa colecção galáctica. Eu, por razões ideológicas, avesso que sou ao patrão reino teocrático Catar, e por razões estritamente futebolísticas, antes anseio que joguemos essa final contra uma equipa inglesa. O Manchester United, de preferência. Por razões óbvias. 

Ou então, porque não?, iremos os três ver o jogo in loco. E com quem se nos queira juntar, claro. Pois #EsteAnoTambémÉ!

 

Diferenças

Para melhor

Quando contamos com Coates, capitão indiscutível do onze leonino, toda a equipa melhora. Não apenas na organização defensiva: também lá na frente. As duas verdadeiras oportunidades de golo do Sporting, ontem contra o Borussia, foram dele.

 

Para pior

Faz uma diferença enorme - para pior - a ausência de Pedro Gonçalves, que começa a tornar-se demasiado longa, por lesão nada fácil de tratar. Ele é sempre um trunfo, tanto na inteligência em campo como na qualidade que empresta ao jogo. E sobretudo nos golos que marca.

 

Igual

Dez jogos oficiais na temporada, apenas dois golos marcados: é este o balanço de Paulinho, que ficou novamente em branco, agora na Alemanha. Dele se dirá tudo menos que é um goleador. Preocupante, pois foi contratado para marcar. E não ficou nada barato. 

Alemães por cá

Amanhã é dia do Sporting visitar a Vestfália para um resultado, espera-se, bem melhor do que o da estreia na Liga dos Campeões. Mesmo que se confirmem as ausências de Reus e Haaland, o Borussia Dortmund é uma equipa complicadíssima e com mais experiência europeia. Mas, deixo para os meus colegas de bancada, a antevisão. Sugiro uma viagem no tempo. Que portugueses jogaram no Dortmund? Que alemães jogaram pelo Sporting?

Começo por uma menção especial a Tinga. O médio braseiro jogou nos dois clubes, tendo mostrado por a sua classe, mas deixando muitas mais saudades na Alemanha. O internacional brasileiro passou por Alvalade vindo do Grémio e voltaria para a mesma cidade, para jogar no rival Inter, 24 jogos e 1 golo depois. O 77 andou por cá entre 2004 e 2005. Em 2006 aterrou em Dortmund para fazer 113 jogos e marcar 12 golos. Curiosamente jogou com Hummels, que hoje está de novo no plantel do BVB. No início dos amnos 2000 também andou por cá, Jovan Kirovski, hoje prestigiado diretor desportivo do LA Galaxy. Vindo do Dortmund, onde marcou passo, veio para Lisboa...marcar passo. 7 joguitos e 0 golos. 

Mas, vamos ao que interessa mesmo que a história seja curta. Em termos de portugueses, lembremos Paulo Sousa. O médio defensivo que fez a formação no Benfica, mas passou pelo Sporting antes da aventura internacional, jogou pelo Dortmund entre 1996 e 1998 vencendo uma Liga dos Campeões e uma supertaça alemã. Hoje, treina a Polónia, estrelada por Lewandowski, que despertou para a primeira divisão do futebol europeu, ao serviço do Dortmund, tendo como companheiros dois lendários polacos da história do Dortmund: Kuba Błaszczykowski (9 épocas) e Lukasz Piszczek (11). Mas já vamos na Polónia e queremos ir para França, onde nasceu Raphael Guerreiro, campeão da Europa por Portugal em 2016 e titularíssimo do Dortmund desde…2016.

Em 2003 chegou a Lisboa, Fábio Rochemback, um médio forte e com potente remate. Internacional brasileiro vindo do Barcelona, faria 66 jogos, 13 golos e 15 assistências. Regressaria para uma segunda passagem menos brilhante: 34 jogos, 1 golo e 3 assistências. Mas o que tem o rapaz nascido em Soledad a ver com a Alemanha (onde nunca jogou)? Fábio, como o sobrenome indica, é descendente de alemães e tem dupla nacionalidade. No verão de 2010 chegou, finalmente, um alemão nascido na Alemanha: Timo Hildebrand, esporádico internacional trocou o Hoffenheim pelo Sporting. Deu com Patrício e só fez 3 jogos. Regressou à Bundesliga e nunca mais nenhum alemão foi visto a jogar de listas verdes (o Greuther Furth não conta). Falta-me alguém?

Adenda: lembraram-me nos comentários que Cédric Soares e Marinho nasceram na Alemanha. Mário Teixeira da Costa, nascido na República Federal da Alemanha, juntou-se às escolas do Sporting a meio dos anos 80, tendo-se estreado pela equipa principal em 1988-1989. Faria 81 jogos. Outro lateral direito nascido na Alemanha, curiosamente em Singen, a mesma cidade que viu nascer Marinho, chegaria à equipa principal em 2010-2011. Cédric faria 94 jogos, 2 golos e 6 assistências. 

O dia anterior

Entre Amsterdão e Dortmund são quase 250km, que terei de percorrer no dia seguinte ao jogo. Entre o valor dos plantéis do Ajax e do Borussia são quase 250M€ também, favoráveis à segunda maior equipa alemã.

Digerida a derrota em casa com o Ajax sem danos adicionais na Liga caseira, têm então Amorim e a sua equipa um enorme desafio para ultrapassar amanhã em Dortmund.

O jogo de Alvalade tornou evidente que a ideia de controlo do jogo a partir do trio defensivo que tão bons resultados tem dado a nível nacional implode na Champions pela diferença de andamento e superior constituição física dos adversários. Dos três centrais para a frente, apenas Porro, Palhinha, Matheus Nunes e Paulinho lutaram por cada bola, ganharam divididas, demonstraram nível Champions. Nada que Amorim não tivesse registado, e saberá com que guerreiros pode contar para esta batalha. Para nós fica a discussão sempre interessante de nomes e tácticas.

Em Dortmund contará Amorim com muitos Sportinguistas vindos um pouco de todo lado, alguns de claques, outros não,  muitos a pedir dispensa das fábricas alemãs como foi o caso há 5(?) anos dum grupo que encontrei em Leverkusen com carrinha e farnel. O estádio vai mesmo estar repleto de abelhas e leões, um ambiente escaldante que quero desfrutar activamente, puxando de princípio ao fim pelo meu Sporting. O mundo sabe que...

A única coisa de que não gostei do jogo do Ajax - além do resultado, obviamente - foi o assobio de alguns pelo hino da Champions.

O lugar dum Sporting pujante e ganhador tem de ser na Champions, e só estando presentes regularmente na competição podemos ter êxito desportivo com estabilidade financeira. O hino da Champions só pode ser para aplaudir, nunca para assobiar, os tempos da guerra contra o mundo são passado que deu no que deu.

Sporting na Champions sempre !!!

E vamos lá caçar estas abelhas !

 

#OndeVaiUmVaoTodos

SL

Quem deve defrontar o Borussia?

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Amanhã teremos um segundo teste - este mais decisivo ainda do que o anterior - na Liga dos Campeões. Iremos aproveitá-lo para ultrapassar o desaire do jogo inicial, contra o Ajax, em Alvalade? Muitos de nós acreditamos que sim. E vamos torcer por isso. E é com essa crença que a partir das 20 horas de terça-feira estaremos no estádio (poucos, mas bons) ou assistindo à transmissão televisiva deste Borussia Dortmund-Sporting. Partida da qual o astro da equipa adversária, Haaland, poderá estar ausente.

Venho questionar-vos sobre qual deve ser o nosso onze titular. E se entendem que Rúben Amorim deve fazer alterações ao seu sistema táctico favorito. 

Fica o repto aos caros leitores que entendam deixar as suas ideias a propósito desta partida, crucial para a reputação leonina na Europa do futebol. 

Pódio: Matheus Nunes, Paulinho, Porro

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Ajax pelos três diários desportivos:

 

Matheus Nunes: 17

Paulinho: 16

Porro: 15

Nuno Santos: 13

Adán: 13

Palhinha: 12

Sarabia: 11

Esgaio: 10

Neto: 10

Daniel Bragança: 9

Tiago Tomás: 9

Gonçalo Inácio: 9

Matheus Reis: 9

Feddal: 9

Jovane: 8

Vinagre: 7

 

O Jogo e o Record elegeram Paulinho como melhor jogador em campo. A Bola optou por Matheus Nunes.

Quente & frio

Gostei muito do apoio incessante dos adeptos à equipa durante todo o tempo, ontem à noite, mesmo estando o Sporting já a perder por 0-2 logo aos 9' nesta nossa partida inaugural da fase de grupos da Liga dos Campeões, quatro anos depois da última participação na prova. Até no fim, copiosamente derrotados, os jogadores receberam aplausos que chegaram a comover o treinador. Isto sim, é apoiar. Num estádio com metade da lotação - máximo previsto segundo as regras actuais, ainda restritas devido à pandemia. 

 

Gostei da excelente exibição do Ajax em Alvalade: foi sempre superior na técnica, na táctica, na velocidade, na condição física e anímica. O extremo brasileiro Antony e o avançado franco-marfinense Haller fizeram o que quiseram da nossa equipa - sobretudo o segundo, com uma estreia de sonho na Liga dos Campeões, com quatro golos em cinco oportunidades. Do nosso lado, nota positiva para Matheus Nunes, único que tentou quase sempre remar contra a maré, destacando-se com uma assistência primorosa no nosso golo, aos 33'. Em bom plano também Porro, com um par de oportunidades soberanas para marcar, e Paulinho, que a meteu duas vezes lá dentro embora só uma tenha contado.

 

Gostei pouco de ver Sarabia ausente do onze inicial da nossa equipa. O internacional espanhol tem 33 jogos de Liga dos Campeões - experiência muito maior a este nível do que o resto do plantel leonino. Não ignoro que chegou há pouco tempo, mas estas são as partidas em que profissionais com o seu currículo mais podem fazer a diferença. Quando entrou, já na segunda parte, perdíamos por 1-3 e o descalabro colectivo era praticamente irremediável. Também gostei pouco de confirmar aquilo que já havia escrito no És a Nossa Fé: temos um plantel demasiado curto para as exigências da temporada. Com Coates ausente por castigo e Pedro Gonçalves de fora por lesão, além da saída de Nuno Mendes, entretanto transferido para o PSG, há demasiadas pedras basilares fora do caminho. Ontem tínhamos no banco três jogadores da equipa B: João Goulart, Geny Catamo e Gonçalo Esteves. 

 

Não gostei de ver o Sporting entrar em campo com o desenho táctico de sempre, incapaz de adaptá-lo às características específicas da equipa adversária, finalista da Liga Europa em 2017 e semifinalista da Liga dos Campeões em 2019. Faltou um reforço na organização defensiva, que deixasse Palhinha menos desamparado nesse sector, faltaram instruções aos alas para recuarem no terreno e aos extremos para fecharem o corredor, faltou o realismo para se perceber que não é possível este Sporting desfalcado de alguns dos seus melhores valores jogar de igual para igual com o poderoso Ajax. 

 

Não gostei nada da exibição de Vinagre, péssimo: tem culpa óbvia nos dois primeiros golos e permaneceu demasiado tempo em campo (Matheus Reis rendeu-o após o intervalo). Nem dos erros defensivos globais: Feddal atravessa um mau momento, talvez devido a problemas físicos, Gonçalo Inácio, condicionado, não devia sequer ter alinhado de início (saiu aos 21', por aparente lesão traumática). Também foi demasiado óbvio que o Ajax estudou muito melhor o Sporting na preparação para o jogo do que o inverso: os holandeses surpreenderam a nossa equipa, neutralizando-a. Rúben Amorim chumbou no teste nesta sua estreia na Liga dos Campeões como treinador: goleado em casa por 1-5, a nossa segunda pior prestação de sempre nesta prova (pior só mesmo a derrota por 0-5 frente ao Bayern em 2009). 

Choque com a realidade

Entre o picado e o empapado inclino-me para o segundo. Sem dúvida.

Era feito em papa que estava o meu ego sportinguista quando ontem deixei a Alvalade. Afinal, com a mesma consistência da nossa equipa perante o bulldozer vindo das Terras Baixas que jogou sempre em cima de nós, com altivez e superioridade.

Não quero crucificar ninguém, claro que não. No entanto, perante aquela coça vergonhosa que sofremos em casa na estreia da maior prova de futebol do mundo, fui incapaz de aplaudir os nossos jogadores no fim daqueles 90 minutos infernais.

Também não os vaiei. Nunca o faço. Mas bater palmas à equipa pareceu-me o mesmo que espancar o meu amor próprio. E um tipo tem de se dar ao respeito para memória futura. 

O caminho faz-se caminhando (e, sim, tropeçando e caindo)

Caímos ontem. Caímos com estrondo. Em casa, ainda por cima. Ninguém me contou - eu estava lá.

E lá vão os rapazes de bestiais e bestas. Mas melhor seria que caíssemos na real - para não voltarmos realmente a cair. 

Não foi o FC Porto, de longe a equipa portuguesa com mais sucesso nas competições europeias, goleado em Liverpool há pouco tempo? E o SLB, que tem o pior registo de sempre na Champions, em derrotas e golos?  A grande verdade é que o nível da nossa Liga é baixo. E em vez de falarmos de futebol, temos de gramar com comentadores a branquear arbitragens e a lamber botas a dirigentes.

Levar um banho de bola de um finalista da Champions (em 2019) não é grave. Grave é não saber aprender com os erros. Por isso, aqui deixo algumas lições que me parecem importantes:

1. A Equipas como o Ajax, que têm ambições na Champions, estudam os adversários ao pormenor. Ontem, viu-se que estudaram o Sporting minuciosamente e exploraram as suas fragilidades, desde o primeiro minuto - falta de intensidade, lentidão de alguns jogadores a recuperar, alas desguarnecidas a defender. O Sporting, se estudou o Ajax, estudou pessimamente.  

2. A medicina desportiva é fundamental. A lesão de Gonçalo Inácio no início do jogo é um azar enorme, de que a equipa nunca recuperou (nem Amorim parecia preparado para gerir). Mas também levanta sérias questões, porque indica que o jogador não estava em condições de entrar em campo. E agora corremos o risco de o perder para o Estoril - e quem sabe outros jogos depois.

3. Perdeu-se algum tempo em encontrar alternativas aos jogadores mais influentes do plantel - ontem percebemos (já suspeitavamos) que a defesa se desmorona sem Coates. Encontraram-se boas alternativas a Porro e Palhinha, mas continuamos sem alternativas ao nível de Coates e Feddal, nem nada que se pareça. 

3. Os erros na gestão de activos pagam-se caros. Que falta fez ontem Domingos Duarte - um jogador de seleção literalmente despachado em desconto para o Granada - ou Merih Demiral - que de vendido ao desbarato passou a jogador da Juventus. E porque não aproveitar jogos como o de ontem para lançar jovens com potencial das camadas jovens como Goulart, em vez de "queimar"  Neto e Esgaio?

4. O scouting é fundamental. Antony, o jovem brasileiro que na estreia na Champions ontem desfez o lado esquerdo da nossa defesa, custou ao Ajax mais ou menos o mesmo que Paulinho. É preciso identificar talento mais cedo (e mais barato), em vez de ir comprá-lo (caro) ao Famalicão, que é um clube que tem muito bom scouting. O nosso próximo jogo é contra a equipa da Europa que melhor scouting faz (comprou Halland por 20ME, mais ou menos o mesmo que gastamos em Paulinho e Ugarte, e valorizou-o 5 ou 6 vezes).

5. Alguma coisa está a ser bem feita: Porro, Mateus, Paulinho, estiveram a um nível Champions, individualmente.

Não achava que éramos bestiais antes de ontem. Não acho que somos umas bestas agora. Caímos na realidade de que continuamos a cometer erros a muitos níveis - algo que os fanáticos deste ou daquele presidente se recusam admitir. Erros que urge corrigir. Como ontem ficou evidente, temos um longo - longuíssimo - caminho a percorrer até estarmos ao nível de um finalista da Champions.

Com trabalho e competência, chega-se lá. E alguma humildade, sem discursos de "isto antes tinha uma gestão de roulotte, agora é que é". Boa vontade não basta.

Afinal, o Brugge fomos nós

Era mais do que esperado que uma equipa de um campeonato periférico fosse goleada em casa, ontem. O poderoso PSG ia juntar, pela primeira vez, Messi, Neymar e Mbappé e o campeão belga pouco poderia fazer. Mas, na realidade o jogo deu um a um e nenhum dos mega craques marcou. Afinal, a equipa goleada seriamos nós por outra equipa de uma liga periférica ainda que com muita história.

O dia seguinte

Pois eu continuo a acreditar em Amorim, e depois da sua conferência de imprensa ainda mais fiquei convencido disso. Quem quiser rasgar o cartão que rasgue, quem não quiser pagar quotas que não pague, quem não quiser ir à Amoreira que não vá, quem não quiser pagar o canal que dá os jogos da Liga ou da Champions que não pague (por acaso eu não pago os da Champions, porque a conta da NOS já é grande de mais, tenho que descobrir um tasco com aquilo), pois eu na Amoreira vou estar e em Dortmund só se não puder.  Cada um que faça o que quiser, apenas se lembre do que um Leão significa. 

No meu último post, eu dizia que "Vamos começar amanhã a campanha da Champions. Estou muito curioso para ver como é que o 3-4-3 do Sporting se vai comportar no confronto com equipas de futebóis que contam com jogadores fisicamente poderosos e estão habituados a esse modelo de jogo, se vai conseguir dominar os adversários como domina a nível nacional, reduzindo o Porto a dois remates enquadrados, ou se vai implodir como a selecção portuguesa no Euro contra a Alemanha."

E... implodimos mesmo...

 

Como nos grandes desastres de avião (ver a série Mayday) as causas acabam por ser sempre um conjunto de factores que confluem num resultado catastrófico.

Para mim foram as seguintes:

1. Patrão fora, dia santo na loja. Sem Coates ao comando, com Gonçalo Inácio e Feddal fragilizados fisicamente, a zona central da defesa foi sempre um passador para um Ajax de "tracção à frente".

2. Fantasma Ilori. Vinagre e Jovane primeiro, todos os outros que entraram depois estavam naqueles dias difíceis em que nada ou coisa nenhuma saía bem.

3. Modelo Amorim. O 3-4-3 não conseguiu de forma nenhuma aguentar o modelo Ajax, que ainda agora estou a tentar perceber se era um 3-2-5 ou outra coisa qualquer, alicerçado por meia dúzia de matulões que jogam imenso à bola, e que sempre conseguia reduzir o Palhinha à expressão mais simples que um 6 pode ter, a de polícia sinaleiro.

4. O eclipse da estrelinha. Por uns centímetros o golo de Paulinho foi anulado, um remate ao poste dum lado dá golo do outro coisa nenhuma. E um 2-3 depressa se transformou em 1-4.

 

Sendo assim, fica uma grande noite do Matheus Nunes sempre a cavalgar para a área contrária, grande jogo do Paulinho sempre a cavar faltas e a distribuir jogo e ainda com dois golos, um deles anulado, algumas arrancadas do Porro e... pouco mais.

Agora é mesmo dormir bem, treinar melhor e ir ganhar à Amoreira. E depois ganhar o jogo seguinte. E depois o outro também. E assim sucessivamente.

As grandes equipas não são as que passam ao largo das grandes derrotas, como os grandes barcos não são aqueles que não sofrem com as grandes ondas, são aquelas que dão a volta por cima e atingem os objectivos da época. Quem ganhou o campeonato no ano dos 7-1 infelizmente não foi o Sporting...

 

Já agora uma breve nota sobre o Sporting-Ajax da Youth League em Alcochete onde estive presente até quase ao fim, tive de sair após o penálti infantilmente falhado, um remate "à País de Gales" para o estacionamento depois do "Paulinho" da B ter permitido uma converseta para distrair dum tipo do Ajax.

Não conhecendo a média de idades das duas formações, o misto sub23-B apresentado pelo Sporting dominou do princípio ao fim (pelo menos até à minha saída), conseguiu articular bons lances de ataque aqui e ali, ganhou muitas das divididas, desperdiçou golos em série, desde o tal penálti a uma situação de contra-ataque 2:1, frente a um Ajax muito "levezinho", e transformou num empate a um golo o que podia ter sido uma vitória confortável. Ficou um belo projecto de defesa central de pé direito: Gilberto Batista, 17 anos, 1,87m, da Guiné-Bissau, no Sporting desde 2018. Rápido, raçudo, excelente saída a jogar, sempre de cabeça no ar para o passe curto ou longo, um jovem a rever.

 

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

Isto anda tudo ligado - Capítulo segundo

Publicar as contas da SAD, com um prejuízo de mais de 30 Milhões de Euros, num dia de estreia na Liga dos Campeões não lembraria ao diabo, mas lembrou a Zenha.

A gente fica sem saber se era incentivo para os rapazes ganharem o jogo e fazerem mais uns cobres, ou se foi apenas mais da mesma capacidade intuitiva de que o senhor já deu mostras em ocasiões anteriores.

O subtítulo deste post poderia ser "Amorim, bem vindo ao teu primeiro banho de realidade", o que tem a ver com a forma displicente como o treinador "estudou" o adversário, ao contrário do seu colega, que nos conhecia de olhos fechados e virado para o camarote presidencial, a piscar o olho ao Zenha, a modos que a dizer-lhe "já te gamei um milhão, ó pateta!" nem precisava de orientar os seus que sabiam de cor as nossas fragilidades. Ou melhor, sabiam das deles e fizeram por não nos deixar explorá-las. Percebeste Ruben? Não sei se sabes, deves saber, que fizémos a primeira falta aos... 28 minutos, já perdias por dois.

Ah, mas os nossos são verdes nisto da Liga dos Campeões. Verdade, mas eles tiveram lá um que parece que jogou pela primeira vez nesta competição e em cinco remates fez quatro golos.

Ah, mas o orçamento deles... Pois, o ano passado fomos campeões com um orçamento de brincadeira comparado com os directos competidores e jogador por jogador não somos inferiores a eles, aos holan...neerlandeses.

Houve portanto uma gritante falha do treinador. Não lembra ao diabo não ter um ferrolho na centro esquerda para ajudar o Vinagre, que azedou um pouco mais logo no primeiro minuto, mas se Amorim diz que mandou a maltinha jogar num 5x4x1 mas eles não quiseram, a coisa é muito mais complicada e grave do que a copiosa derrota por 5-1.

Mandará ele na equipa, ou os jogadores? Ou Zenha? Eu acho que o Zenha queria o milhãozito da vitória, para dar um reforço a Amorim, mas como não há graveto, diz ele que não há pão para malucos. Diz o gajo que publica as contas de caca no dia da estreia da equipa na Liga milionária, onde poderia fazer mais uns cobrezitos e ter uma montra para o mercado de Inverno.

Percebem como isto está tudo ligado?

Holandeses em Alvalade

Daqui a nada, o Sporting regressa ao convívio dos maiores, jogando a Liga dos Campeões. Para começar, recebe o Ajax, num embate entre duas das melhores escolas do mundo. Teremos Inácio, Esgaio, Vinagre, Palhinha, Nunes e Tomás versus Timber, Schuurs, Blind, Klaassen ou Gravenberch. É uma boa oportunidade para lembrar os holandeses (perdão, neerlandeses) que jogaram por cá e os portugueses que vestiram a camisola do Ajax.

A presença lusa na ArenA cinge-se a um nome: Dani. O extremo formado no Sporting chegou a Amsterdão, com escala em Londre, em 1996, para quatro boas épocas, as melhores da sua carreira. Ajudou a vencer um campeonato e duas taças e marcou 17 golos em quase 100 jogos (98). Conviveu com Van der Sar, irmãos De Boer, Litmanen, Babangida ou Kluivert. Foi treinado por Van Gaal, Morten Olsen, Jan Wouters e Hans Westerhof.

Em 1987 chegaria a Lisboa Frank Rijkaard mas o génio holandês não chegou a jogar pelo Sporting. Em 1986-1987, Peter Houtman, avançado vindo do FC Groningen, viria para Alvalade para 36 jogos e 8 golos. Nada mau. Em 1992-1993 chegaria a classe defensiva de Stan Valckx, contemporâneo de Figo, Peixe ou Balakov. Faria 90 jogos e marcaria 6 golos. Em 2011-2012, regressaram os holandeses ao Sporting. Para liderar o meio-campo, Stijn Schaars e para ser goleador, Ricky Van Wolfswinkel. Tiveram ambos sucesso. Schaars fez 66 jogos em duas épocas, marcou 6 golos e fez 7 assistências. Já o avançado, fez 45 golos em 88 jogos. No ano seguinte, chegou Labyad, de origem marroquina e hoje internacional por Marrocos. Prodígio no PSV, teve pouco sucesso por cá, acabando por renascer no Utrecht e chegar ao… Ajax, onde está na quarta temporada, mesmo jogando pouco. Em todos os sentidos.

Em janeiro de 2016, chegou Marvin Zeegelaar, das escolas do…Ajax, mas então a atuar no Rio Ave. Fez 39 jogos e marcou 1 golo, não deixando grandes saudades. No verão de 2016 chegou a Alvalade, Bas Dost, a meu ver, o melhor holandês a jogar pelo Sporting. Mesmo com as sequelas físicas e psicológicas do ataque a Alcochete (de que foi a figura simbólica), fez 127 jogos e sobretudo marcou 93 golos, oferecendo, ainda, 14. Deixa saudades até hoje, sobretudo numa altura em que não há um 9 no plantel e ele é suplente do Club Brugge. Consigo chegou Luc Castaignos, o pior holandês a jogar pelo Sporting e um dos piores avançados que vestiram de verde e branco. Castaignos, antigo miúdo maravilha do Feyennord e com passagem pelo Inter, participou em 17 jogos e não marcou nem um golo. No ano passado, Mees De Wit ainda treinou com a equipa A, mas nunca se estreou. Esqueci-me de alguém?

Adenda: falhou-me o defesa Khalid Boulahrouz. De origem marroquina, o central trocou o Estugarda pelo Sporting em 2012, depois de uma carreira com passagens por Hamburgo, Chelsea ou Sevilha. Nunca convenceu e só fez 19 partidas. Partiu para a Dinamarca antes de acabar no Feyennord, dois anos depois da estadia por cá. 

Vamos ver um Sporting lutador

Texto de Daniel Borges

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Sarabia necessita mais treinos com a equipa. Só há pouquíssimos jogadores que podem entrar numa equipa e jogarem logo. Um deles chama-se Cristiano Ronaldo.

Mas o nosso sistema táctico necessita de muito entrosamento e por isso acho que se devia confiar nos que já estavam há mais tempo com a equipa. Viu-se no jogo contra o Porto: não nos ajudou muito e a culpa nem é dele, mas da falta de treinos, como já referi.

 

A minha maior dor de cabeça é a questão do Gonçalo. Na minha opinião, o eixo defensivo é onde temos os maiores problemas.

Matheus Reis já provou mais que uma vez que não é jogador para vestir a gloriosa Verde-e-Branca, muito menos naquela posição. Se Gonçalo não puder jogar, até preferia outras soluções, como Esgaio. No meu ver, até Palhinha podia passar para central, só que não sei se Ugarte já está pronto para ser titular num jogo desta importância [hoje, contra o Ajax].

Daniel Bragança não é 6, por isso, se entrar, só no lugar de Matheus, caso este não recupere. Bragança ou Tabata a 8. Fica aí mais uma dúvida. Se Matheus recuperar, até pode fazer ele de 6, Palhinha recuar para central e um dos dois referidos jogar na posição 8.

 

Portanto, o Míster disse que queria o plantel curto e que se corresse mal, que a culpa seria dele. Agora que arranje soluções adequadas.

Em todo caso, os nossos jogadores vão ter de comer relva, já que a atitude dentro de campo pode ultrapassar muitas adversidades. No que toca a isto, não tenho dúvidas de que vamos ver um Sporting lutador à procura da vitória.

 

Texto do leitor Daniel Borges, publicado originalmente aqui.

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