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És a nossa Fé!

Empurrar para cá ou para lá?

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Mais abaixo, Pedro Correia, escreveu sobre um erro do jornal O Jogo, uma má utilização da língua portuguesa.

Hoje, o Correio da Manhã, também, tem uma narrativa (para citar Sócrates) fantasiosa (para citar Ivo Rosa) do acontecido.

O Sporting nesta fase não pode ser empurrado.

Uma pessoa que está na estrada, a olhar para cima, não consegue dar um empurrão ao cidadão que está tranquilo, no sexto andar, a fumar um charuto e a beber uma aguardente velha.

Pode invejá-lo, pode armar um esquema para ele cair de lá, pode puxá-lo (puxar é diferente de empurrar) não pode é empurrá-lo, não está, não estão no mesmo nível.

Um está na estrada a olhar para o sexto andar, o outro (há outro invejoso) está três pisos abaixo, no menos três (estacionamento).

O que está no menos três (estacionamento) acredita que vai ser campeão, talvez fosse bom olhar para a classificação do campeonato grego e ver a quantos pontos está o PAOK do bi-campeão grego (o sportinguista Pedro Martins), o que está na rua, olha para cima, também, dentro do campo apesar de todas as trafulhices não conseguiu vencer o Sporting em nenhum jogo, mesmo assim acredita que será campeão.

E o Sporting, acredita?

Não perder ou ganhar?

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A Bola de 2021.03.29 trazia esta tabela, excepto a temporada de 1984/1985, sempre que conseguimos séries de jogos sem perder, como nesta temporada, fomos campeões.

Na temporada de 1984/1985 não fomos campeões, não por demérito nosso mas por mérito de Porto que tinha uma excelente equipa, ainda assim, não nos conseguiram marcar golos, nem em Alvalade, nem nas Antas. O Sporting dessa época era uma equipa à imagem de Toshack, vertigem ofensiva, umas vezes corria bem, vitória por 8-1 com o Braga de Quinito, outras corria mal, empate 4-4 com a Académica.

Voltando à tabela e ao título do postal, uma equipa como o Sporting não pode jogar para não perder, tem de jogar para ganhar, sempre.

Não podemos andar a perseguir séries de jogos sem perder.

Temos é de falar em resultados negativos e resultados positivos.

Até agora, resultados negativos, os dois empates com o Porto, empate com o Famalicão (Coates devia ter aventado com a braçadeira de capitão para o chão, pois aprendemos que é assim que se reage quando somos roubados) e empate com o Rio Ave, todos os outros resultados foram positivos.

É isso que se pretende até ao fim da época, testar positivo em todos os jogos que nos faltam.

Como uma brincadeira de crianças

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O futebol praticado por crianças é uma brincadeira.

Duas pedras no chão chegam para marcar a baliza ou em casos mais sofisticados, como o da imagem, dois pinos.

Olhemos com atenção, o pino verde com a estrela em cima tem o algarismo um.

O pino vermelho com uma bola (ganhar bola [zero]) em cima tem o algarismo cinco.

Será premonição?

O verde em primeiro com a estrelinha de campeão, o vermelho em quinto a ganhar bola?

Nivelar por cima!

Sou um apreciador de estatísticas não obstante a maioria das vezes não as saiba traduzir para factos ou, quiçá, prever situações. No entanto fiz aqui um apanhado breve, que vale o que vale… Assim sendo!

À vigésima jornada o Sporting conseguiu 17 vitórias e três empates (com Porto em casa e Famalicão fora a 2 golos e um empate a 1 com o Rio Ave em Alvalade).

Das 17 vitórias quase metade, isto é oito, foram por dois a zero:

Paços de Ferreira – fora e casa:

Portimonense - fora e casa;

Braga – casa;

Nacional, Boavista e Marítimo – fora.

Quatro vitórias por dois a um:

- Santa Clara, BSAD e Gil Vicente - fora;

- Moreirense – casa.

Duas vitórias expressivas, e curiosamente seguidas, por quatro a zero:

- Tondela – casa;

- Guimarães – fora.

Uma vitória por três a um:

- Gil Vicente – casa.

E duas vitórias por um a zero:

- Farense e Benfica – casa.

Destas estatísticas retiro duas conclusões simples:

- em vinte jogos já realizados neste campeonato só em três é que o Sporting marcou um golo;

- em 17 encontros facturou dois ou mais golos.

Termino a análise com a ideia de que esta constância de resultados iguais (p.e 2-0) é sinónimo de algum nivelamento da própria equipa.

Todavia por cima!

Constância

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O dicionário define constância como: continuidade, permanência.

Mais logo é disso que precisamos, continuidade nos bons resultados, permanência no primeiro lugar.

O dicionário fala-nos ainda de: insistência inquebrável na convicção; precisamos, também, disso, de crença, de acreditarmos, como se dizia, dantes, no estrangeiro: "Yes, we can".

{ Blog fundado em 2012. }

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