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És a nossa Fé!

Expresso para a vitória

Ontem à noite, à hora que se iniciou o jogo do Sporting no campo do Rio Ave, estava eu a colocar o mais idoso leão da família e respectiva esposa (os meus pais!) num expresso para a aldeia.

Ainda o autocarro não havia partido do terminal e já o Sporting havia marcado e sofrido. Estive a modos para entrar e dizer-lhe o resultado mas preferi regressar a casa, num expresso particular.

Entretanto no caminho, dentro do túnel de Benfica (coincidência pura!), consegui escutar o golo de Bas Dost, o segundo do Sporting, para minha imensa alegria e descanso.

Logo que parei o carro à porta de casa corri para a televisão ainda a tempo de ver o Renan a (quase) dar uma fífia, perante a linha avançada do Rio Ave.

Só que chegou o intervalo e após este a anulação de um golo a Bas Dost. Mas a equipa pareceu-me acelerada e competente. Renan compensou o erro da primeira parte quando deu a cara ao expresso remate do avançado do Rio Ave e salvou-nos de um empate.

O expresso rodoviário chegou ao destino, os meus pais a casa e Jovane Cabral fez com que o expresso da bola entrasse numa gaveta na baliza do Rio Ave, para delírio dos presentes do estádio e dos distantes, como eu.

Parece que o Rio Ave não perdia em casa há 20 jogos. Pois… mas o expresso da vitória leonina não merece contestação.

Os três melhores: Nani, Montero, Acuña

Conforme prometido, divulgo hoje o resultado o inquérito promovido aqui há três dias, junto dos nossos leitores e dos meus colegas de blogue, sobre os melhores jogadores do Sporting nesta época 2018/2019, quando vai decorrido cerca de um quarto do campeonato.

Houve muitas respostas, como previ: registei 48. Correspondendo ao meu pedido para a indicação de três nomes por ordem decrescente.

Decidi atribuir três pontos ao jogador mencionado em primeiro lugar, dois ao que figurava em segundo e apenas um ao que ficou em terceiro.

 

mw-860.jpg

 

 

A classificação ficou assim estabelecida:

 

 

Nani:                        104 pontos

Montero:                   44 pontos

Acuña:                        38 pontos

Bruno Fernandes:   28 pontos

Raphinha:                  21 pontos

Jovane:                         9 pontos

Salin:                             9 pontos

Coates:                          6 pontos

Mathieu:                       4 pontos

Bas Dost                       2 pontos

 

Breves comentários:

  • Há um ano, por esta altura, os três jogadores mais valorizados pelos leitores e autores deste blogue foram Rui Patrício, Mathieu e Bruno Fernandes.
  • Dos jogadores destacados no ano passado, só Mathieu, Bruno Fernandes, Bas Dost e Acuña repetem.
  • Apenas Nani (um regresso a Alvalade, onde se formou) e Raphinha são jogadores que vieram como reforços desta nova época.
  • As modestas votações de Bas Dost e Mathieu reflectem o facto de terem estado lesionados durante grande parte deste tempo, com prejuízo óbvio para a equipa.
  • Ausência total de alguns nomes: Battaglia, André Pinto, Wendel, Gudelj, Renan e Ristovski.
  • Jovane, na minha opinião, merecia mais votos: foi a grande revelação deste início de temporada.

 

Fica aberta a partir de agora a discussão sobre estas escolhas nesta caixa de comentários.

Quem são os três melhores?

Decorridas oito jornadas do campeonato, e estando portanto já quase superado um quarto da prova, creio ter chegado a altura de questionar os nossos leitores sobre quem consideram ser os três melhores jogadores do plantel leonino. Por ordem decrescente e mencionando apenas três, se não se importam.

Estou curioso por saber as vossas opiniões. E desde já prometo que voltarei a fazer um teste semelhante quando estiver cumprida metade da Liga 2018/2019. Para irmos comparando umas apreciações com outras: julgo que valerá a pena.

Armas e viscondes assinalados: Mandaram a liderança abaixo em Braga

Sporting de Braga 1 - Sporting 0

Liga NOS - 5.ª Jornada

24 de Setembro de 2018

 

Salin (3,0)

Consciente de que a sua titularidade está indexada às vitórias em todos os outros jogos e empates em casa de adversários directos, o guarda-redes que não custou três milhões de euros, não foi uma aposta da comissão de gestão para substituir esse último e não é uma das maiores promessas de Alcochete fez tudo o que estava ao alcance para garantir pelo menos o segundo objectivo. Se no próximo jogo ficar sentado no banco a recordar os tempos passados no mesmo local, empenhado em mediar a comunicação entre Jorge Jesus e Doumbia, poderá agradecê-lo a Dyego Sousa, inclemente no desvio de bola que deu golo. Até então, e depois disso, Salin mostrou-se à altura das exibições anteriores, com boas defesas e ainda maior eficácia a desviar uma bola rematada por João Novais, logo na primeira parte, recorrendo apenas ao poder da mente.

 

Ristovski (2,5)

A frequência com que os ataques bracarenses se desenrolaram literalmente nas suas costas e a falta de coordenação com Coates contribuíram para que a noite lhe fosse menos memorável do que para Jefferson, que não só ficou isento de culpas, na condição de suplente não-utilizado, como ainda reviu os amigos que fez no ano em que foi emprestado aos minhotos.

 

Coates (2,5)

Terminou o jogo plantado no ataque, à espera de um milagre, como aquando da fase terminal de Jesus no Sporting, mas não estava escrito que um golpe de cabeça certeiro traria a redenção por permitir o cruzamento que resultou no único golo do jogo. Tirando isso voltou a ser imperial nos duelos aéreos com os avançados e, mantendo a tradição, incorreu numa arrancada pelo meio-campo adversário, cuja única consequência foi um lançamento de linha lateral a beneficiar a equipa da casa.

 

André Pinto (3,0)

Assobiado por milhares sempre que tocava na bola, o central português portou-se maravilhosamente bem para quem é o ‘understudy’ de Mathieu. Seguro em quase toda a partida, tirando a ocasião em que Dyego Sousa passou por si, entrou na grande área e rematou para as mãos de Salin, não merecia sair derrotado de Braga após um enxovalho público tão atroz que o árbitro Artur Soares Dias se apiedou e limitou o tempo de compensação a apenas três minutos. Como escreveu o italiano Cesare Pavese, nada é mais inabitável do que um estádio de onde saímos após recusar a renovação de contrato e sem render um cêntimo ao clube que nos empregava.

 

Acuña (3,0)

Voltou a desempenhar funções de lateral-esquerdo, empenhando-se nessa missão com a costumeira garra, acompanhada desta vez por alguns erros de posicionamento e cortes deficientes. Manteve, no entanto, a vantagem de saber o que fazer com a bola e ser o melhor do plantel a fazer passes longos agora que William Carvalho vive em Sevilha e Mathieu recebe demasiadas visitas de médico.

 

Gudelj (2,0)

O facto de o aguerrido sérvio só ter sido amarelado aos 83 minutos, não obstante a constante prática de artes marciais mistas na disputa de bola, pode fazer com que alguns questionem a razão de ser da interminável guerra entre o Sporting e os árbitros portugueses. Quando saiu de campo, para a entrada de Diaby, ninguém teria ficado demasiado surpreendido se um escolta militar o tivesse levado para o Tribunal Penal Internacional de Haia.

 

Battaglia (2,5)

Regressou a Braga com a vontade de transformar o caos em cosmos que lhe é reconhecida, mas não era noite para isso. Lutou como um leão depois do intervalo, sem evitar o progressivo domínio da equipa da casa, e terá percebido mais depressa do que muitos que amanhã seria um novo dia. Assinala-se a forma como pediu desculpa a Dyego Sousa, no lance em que viu o cartão amarelo, na senda de outro latino-americano, também natural da Argentina, para quem também era importante ser um duro sem nunca perder a ternura.

 

Bruno Fernandes (2,5)

Na peugada da luta pela introdução do videoárbitro, levada a cabo pela anterior gerência, urge que os actuais dirigentes leoninos pugnem pela alteração nas regras do jogo que permita a equivalência a golo a todos os remates dirigidos ao ponto imaginário, mesmo ao lado do poste direito, para onde Bruno Fernandes esteve a fazer pontaria toda a noite. Talvez a culpa seja das chuteiras descalibradas.

 

Nani (2,5)

Desviou de cabeça um livre superiormente cobrado por Bruno Fernandes, no que foi a principal ocasião de perigo do Sporting na primeira parte. Pena é que o lance só tenha servido para a afirmação do jovem guarda-redes Tiago Sá, a quem caiu a titularidade ao colo no Braga pelos mesmos motivos (lesão do titular e desânimo do suplente) que poderão ainda fazer de Luís Maximiano o próximo Rui Patrício... Mesmo antes do intervalo distinguiu-se no modo como travou um contra-ataque leonino, contemplando o defesa que tinha pela frente como se estivessem num filme europeu, pelo menos até ao momento em que decidiu por um atraso e deu ensejo a Soares Dias para apontar o caminho para os balneários. E o pior é que isso foi um prenúncio do que seria a sua intervenção no relvado até ceder o lugar a Jovane Cabral.

 

Raphinha (3,0)

Rematou muito, construiu muitas jogadas, ganhou muitos duelos graças à velocidade e ao jeito natural para a coisa. Mas os remates teimaram em sair ligeiramente desenquadrados, quase sempre acima da barra, pelo que à luz da exibição em Braga estará mais próximo de ser convocado para a selecção brasileira de râguebi do que para a de futebol.

 

Montero (3,0)

O remate, de muito longe e muito à figura de Tiago Sá, executado pelo colombiano no final da primeira parte, fez lembrar os convites para jantares e saídas nocturnas que alguns homens ainda trancados no interior de móveis do Ikea fazem a mulheres. É possível que Montero tente disfarçar o desinteresse em procurar o golo, mesmo sendo certo que faz tudo o que está ao alcance para ajudar os colegas a agitarem as redes. Assim fez na segunda parte, protagonizando uma arrancada épica pela direita, na qual ultrapassou uns quantos adversários até conseguir cruzar, com conta, peso e medida, para Bruno Fernandes. Coube a este, em vez de passar ao também isolado Raphinha, culminar o lance com um remate para o ponto imaginário mesmo ao lado do poste direito - e a recompensa que Montero recebeu pelo esforço, dedicação e devoção inglória consistiu em ser substituído por Castaignos.

 

Jovane Cabral (3,0)

O talismã do Sporting entrou em campo com a equipa em desvantagem, mas como o jogo só ia no minuto 72 havia tempo mais do que suficiente para a reviravolta, talvez mesmo para a goleada. Assim pensaram os adeptos ao vê-lo tomar a bola nos pés, ultrapassar meia-dúzia de adversários tomados pelo pânico, ganhar posição na grande área bracarense e fazer um magnífico remate. Só que o inopinado Tiago Sá resolveu evitar o que seria o golo do empate, e os colegas de Jovane, muitos dos quais cristãos devotos ao ponto de temerem falsos ídolos, evitaram passar-lhe o esférico durante os minutos que faltavam para o apito final. E da vez em que voltou a conseguir apossar-se da bola, ludibriando os outros 21 jogadores em campo, fez um daqueles seus remates para a bancada que até agora compensavam as intervenções decisivas.

 

Castaignos (1,5)

Chamado a jogo com a missão de garantir a presença de um avançado mais fixo, assim como aquele seu compatriota mais velho, mais alto e mais marcador de golos, falhou miseravelmente. Teme-se que um segredo ultra-secreto de Fátima, ainda por revelar, seja a verdadeira razão para Castaignos ter ficado no plantel do Sporting enquanto Gelson Dala e Leonardo Ruiz partiam para novos empréstimos.

 

Diaby (1,5)

Teve direito a menos de dez minutos para demonstrar o faro para o golo e a velocidade estonteante que justificaram a sua contratação por mais do que meia-dúzia de tostões. Talvez consiga demonstrar uma e a outra numa próxima ocasião.

 

José Peseiro (2,0)

Mathieu impediu-o de repetir o mesmo onze que apresentou contra a Qarabag e o Sporting de Braga impediu-o de obter o mesmo resultado que conseguiu na quinta-feira passada. Muito solicitado no regresso a um estádio que talvez lhe seja habitável por não ter sido especialmente feliz no Minho, reagiu tarde e a más horas às alterações tácticas feitas por Abel na segunda parte. Quando resolveu reagir estava em desvantagem, tinha pela frente vários jogadores esgotados e opções algo duvidosas no banco. Perdeu a liderança e a única compensação é que não fez pior na Pedreira do que o antecessor, então longe de imaginar que seria o novo Lawrence das Arábias, na época transacta.

Salin daqui que eu trato disto

Estará tudo dito quando o nosso melhor jogador foi o guarda-redes, mas também é para defender que ele lá está, direi eu. Se considerarmos que estava para zarpar, não está nada mal.

Mai'de resto até nem foi mau, atendendo a que os outros estavam cansados e a pensar nos milhões que podem amealhar na próxima semana.

Marcámos num penalti que o foi sem espinhas e muito bem marcado pelo capitão, que antes parecia apreensivo, mas talvez fosse da InácioTV.

Não jogámos grande coisa, mas não jogámos pior que nos dois primeiros jogos do campeonato, ou seja, estamos a fazer um campeonato, até agora, regular.

Já o disse, Salin foi o nosso melhor e o melhor em campo e não vejo mais ninguém que tenha que destacar, senão André Pinto, que substituiu muito bem Mathieu e Nani, pelo golo marcado. Destacarei pela negativa Bruno Fernandes, que foi um a menos e Jefferson, que permitiu o cruzamento que deu o golo do empate.

 

Positivo, para além do empate em casa de um dos rivais, foi a derrota do Porto em casa. Somámos 4 pontos e estamos na frente, nada mau.

Hoje giro eu - Uma Luz ao fundo do túnel

No próximo Sábado, o Sporting desloca-se ao Estádio da Luz. Há que aproveitar esta oportunidade. Parece caída do Céu e deve ser vista como tal: divina. Não é o tempo de nos queixarmos do antigo presidente, dos jogadores que rescindiram, dos reforços que não chegaram, do momento eleitoral, et caetera e tal. Um ser do Sporting não se resigna, não se invade de bonomias, não se desculpa antecipadamente, nunca entra para perder. 

 

Ao contrário do que se diz, num clube desta grandeza, há todas as razões para que uma eventual derrota nos afecte. O futebol é o circo romano dos nossos dias e sem drama não há circo. Se perder, seja em que circunstância for, se tornar natural para sócios e adeptos, então, meus caros, talvez tenhamos de rever todo o conceito do clube. É que eu ainda sou do tempo em que, antes do início das partidas, já sabíamos que íamos ganhar e a única discussão em aberto era por quantos. Depois, habituados que estavamos a ganhar, fomos descobrindo que perder não nos incomodava demasiado. O início de uma era negra e de um mal sentir Sporting que perdura há cerca de 30 anos, nos vem matando a alma, enfraquecendo o espírito e semeando a dúvida, e que urge encerrar. Porque não se confunda saber perder com deixar de saber como ganhar. Por isso, pare a desolação e a autocomiseração, que vamos à Luz para vencer.

 

Nada sarará mais feridas, "alimentará" mais o ego do adepto, unirá e reconstruirá do que uma vitória no campo do Benfica. Só ela nos trará a paz e a tranquilidade de que precisamos neste momento difícil. Por ela, temos de sacrificar a habitual forma como encaramos estes jogos. Cheia de justificações que ninguém pediu, de chavões matemáticos que não motivam, quando não mesmo desmotivam. Quis o destino, com ironia, que o nosso arqui-rival Benfica, a nossa némesis, seja também o veículo da nossa redenção, num "yin" e "yang" cósmico em que as energias desta vez nos terão de favorecer. A união não se pede, conquista-se. Que a Comissão de Gestão, treinador, jogadores e restante "staff" o tenham bem presente no Sábado. Vamos a eles! Aí leões!!!   

 

Liga NOS 2018/2019 - prognósticos só no fim da Liga

Não há início de Liga sem que, antes, os blogueiros do "És a Nossa Fé" soltem o treinador/olheiro de bancada que há dentro de si e profetizem sobre a temporada futebolística que o Sporting irá realizar.

São 11 perguntas, exigentes mas desafiantes, que foram respondidas de forma corajosa e cujo acerto ou falhanço clamoroso iremos aferir daqui por 34 jornadas. De preferência, com o Sporting campeão  

Senhoras e senhores leitores, abaixo seguem os prognósticos de 15 dos blogueiros desta casa:

 

5 primeiros classificados

Sporting (12/15)

Porto (3/15)

 

André Fernandes Nobre: Sporting, Benfica, Braga, Porto e Guimarães.

António de Almeida: Sporting, Porto, Benfica, Braga e Guimarães.

Cristina Torrão: Porto, Sporting, Benfica, Guimarães e Braga.

Duarte Fonseca: Sporting, Porto, Benfica, Braga e Guimarães.

Edmundo Gonçalves: Sporting, Porto, Braga, Benfica e Marítimo.

Filipe Arede Nunes: Sporting, Porto, Benfica, Braga e Guimarães.

Francisco Chaveiro Reis: Sporting, Porto, Benfica, Braga e Guimarães.

Francisco Melo: Sporting, Benfica, Porto, Guimarães e Braga.

João Goulão: Sporting, Benfica, Guimarães, Porto e Braga.

José da Xã: Porto, Braga, Benfica, Guimarães e Marítimo.

Marta Spínola: Sporting, Benfica, Porto, Guimarães e Braga.

Pedro Boucherie Mendes: Sporting, Benfica, Porto, Braga e Guimarães.

Pedro Correia: Porto, Sporting, Benfica, Braga e Guimarães.

Ricardo Roque: Sporting, Porto, Benfica, Braga e Guimarães.

Tiago Cabral: Sporting, Porto, Benfica, Braga e Guimarães.

 

2 últimos classificados

Santa Clara (10/15)

Moreirense (4/15)

Tondela (4/15)

 

André Fernandes Nobre: Feirense e Moreirense.

António de Almeida: Tondela e Santa Clara.

Cristina Torrão: Tondela e Santa Clara.

Duarte Fonseca: Santa Clara e Feirense.

Edmundo Gonçalves: Tondela e Santa Clara.

Filipe Arede Nunes: Moreirense e Santa Clara

Francisco Chaveiro Reis: Tondela e Belenenses.

Francisco Melo: Moreirense e Santa Clara.

João Goulão: Belenenses e Moreirense.

José da Xã: Santa Clara e Aves.

Marta Spínola: Aves e Feirense.

Pedro Boucherie Mendes: Nacional e Santa Clara.

Pedro Correia: Portimonense e Santa Clara.

Ricardo Roque: Nacional e Santa Clara.

Tiago Cabral: Belenenses e Aves.

  

Craque da equipa

Bruno Fernandes (9/15) 

 

André Fernandes Nobre: Bruno Fernandes.

António de Almeida: Bruno Fernandes.

Cristina Torrão: Bas Dost.

Duarte Fonseca: Nani.

Edmundo Gonçalves: Bruno Fernandes.

Filipe Arede Nunes: Bruno Fernandes.

Francisco Chaveiro Reis: Bruno Fernandes.

Francisco Melo: Bruno Fernandes.

João Goulão: Battaglia.

José da Xã: Misic.

Marta Spínola: Nani.

Pedro Boucherie Mendes: Bruno Fernandes.

Pedro Correia: Bruno Fernandes.

Ricardo Roque: Bruno Fernandes.

Tiago Cabral: Matheus Pereira.

  

Flope da equipa

Jefferson (3/15)

Viviano (3/15)

Petrovic (3/15)

 

André Fernandes Nobre: Misic.

António de Almeida: Jefferson.

Cristina Torrão: Castaignos.

Duarte Fonseca: Battaglia.

Edmundo Gonçalves: Jefferson.

Filipe Arede Nunes: Petrovic.

Francisco Chaveiro Reis: Bruno Gaspar.

Francisco Melo: Viviano.

José da Xã: Viviano.

João Goulão: Petrovic.

Marta Spínola: Petrovic.

Pedro Boucherie Mendes: Matheus Pereira.

Pedro Correia: Viviano.

Ricardo Roque: Jefferson.

Tiago Cabral: Nenhum.

  

Número de jogos seguidos a vencer

7 (5/15) 

 

André Fernandes Nobre: 18

António de Almeida: 5

Cristina Torrão: 14

Duarte Fonseca: 6

Edmundo Gonçalves: 7

Filipe Arede Nunes: 7

Francisco Chaveiro Reis: 7

Francisco Melo: 7

João Goulão: 5

José da Xã: 2

Marta Spínola: 6

Pedro Boucherie Mendes: 6

Pedro Correia: 6

Ricardo Roque: 7

Tiago Cabral: 18

 

Número de derrotas em Alvalade

0 (9/15) 

 

André Fernandes Nobre: 0

António de Almeida: 2

Cristina Torrão: 0

Duarte Fonseca: 1

Edmundo Gonçalves: 0

Filipe Arede Nunes: 0

Francisco Chaveiro Reis: 0

Francisco Melo: 0

João Goulão: 1

José da Xã: 2

Marta Spínola: 1

Pedro Boucherie Mendes: 0

Pedro Correia: 2

Ricardo Roque: 0

Tiago Cabral: 0

  

Número máximo de golos sofridos pelo Sporting

até 20 (5/15) 

 

André Fernandes Nobre: 26

António de Almeida: 30

Cristina Torrão: 20

Duarte Fonseca: 24

Edmundo Gonçalves: 17

Filipe Arede Nunes: 22

Francisco Chaveiro Reis: 20

Francisco Melo: 25

João Goulão: 25

José da Xã: 30

Marta Spínola: 10

Pedro Boucherie Mendes: 27

Pedro Correia: 26

Ricardo Roque: 22

Tiago Cabral: 18

 

Maior número de golos marcados pelo Sporting num jogo

5 (8/15)  

 

André Fernandes Nobre: 6

António de Almeida: 5

Cristina Torrão: 4

Duarte Fonseca: 6

Edmundo Gonçalves: 5

Filipe Arede Nunes: 5

Francisco Chaveiro Reis: 5

Francisco Melo: 6

João Goulão: 5

José da Xã: 3

Marta Spínola: 5

Pedro Boucherie Mendes: 6

Pedro Correia: 5

Ricardo Roque: 5

Tiago Cabral: 6

  

Número (mínimo) de golos marcados pelo homem-golo do Sporting

mais de 20 golos (12/15) 

 

André Fernandes Nobre: 28

António de Almeida: 20 

Cristina Torrão: 25

Duarte Fonseca: 30

Edmundo Gonçalves: 21

Filipe Arede Nunes: 26

Francisco Chaveiro Reis: 20

Francisco Melo: 25

João Goulão: 15

José da Xã: 18

Marta Spínola: 23

Pedro Boucherie Mendes: 18

Pedro Correia: 28

Ricardo Roque: 25

Tiago Cabral: 34

 

Número (mínimo) de penaltis defendidos pelo redes leonino

2 (5/15)  

 

André Fernandes Nobre: 2

António de Almeida: 2

Cristina Torrão: 3

Duarte Fonseca: 1

Edmundo Gonçalves: 0

Filipe Arede Nunes: 1

Francisco Chaveiro Reis: 2

Francisco Melo: 3

João Goulão: 1

José da Xã: 0

Marta Spínola: 2

Pedro Boucherie Mendes: 2

Pedro Correia: 3

Ricardo Roque: 1

Tiago Cabral: 3

  

Score de vitórias frente a Porto e Benfica

2 (10/15)  

 

André Fernandes Nobre: 2

António de Almeida: 2

Cristina Torrão: 2

Duarte Fonseca: 2

Edmundo Gonçalves: 2

Filipe Arede Nunes: 2

Francisco Chaveiro Reis: 2

Francisco Melo: 2

João Goulão: 2

José da Xã: 0

Marta Spínola: 3

Pedro Boucherie Mendes: 3

Pedro Correia: 3

Ricardo Roque: 2

Tiago Cabral: 4

Carta aberta aos sportinguistas

Caríssimos,

 

Como é do conhecimento de todos, o Sporting inicia amanhã mais uma corrida que durará mais ou menos até Maio próximo.

Os últimos meses foram demasiado tenebrosos para as nossas cores, para serem simplesmente olvidados. Nem vale a pena trazer aqui esse triste histórico do qual ainda hoje sofremos as consequências.

Porém futebol é futebol e quando a bola começar a rolar os nossos corações vão saltar de emoção com os golos ou as jogadas dos nossos atletas. E não interessará saber se sou defensor de A, de B ou de C. Isso durante o jogo não contará para nada.

De tal forma que sempre que o Sporting marcar aquele golo que nos dará a vitória, seja no campo, seja em casa, haveremos de saltar e abraçar o vizinho com a mesma força e alegria de sempre, independentemente da lista que ele defender.

Porque aquele momento do golo é tão especial, tão importante, tão transcendente que ultrapassa qualquer diferença de opinião que tenhamos.

Face ao que precede, a partir de amanhã não culpemos os dirigentes anteriores, não culpemos os actuais, nem culpemos os futuros pelo resultado menos positivo. Não vale a pena!

Porque o futebol é um jogo onde, para além da competência de cada equipa, o factor sorte é um elemento incontornável e incontrolável.

Portanto meus amigos… é chegado o tempo de acabar com as guerras e passemos a apoiar ferverosamente o nosso Sporting.

Como seeeeeeeeeeeeeeeeeempre o fizemos.

Saudações leoninas.

José

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