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És a nossa Fé!

Faz agora dois anos

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Faz agora dois anos, antes de começar a época que nos conduziria à reconquista do título de campeões nacionais de futebol após o mais longo jejum da nossa história, as caixas de comentários do És a Nossa Fé fervilhavam com centenas de leitores que aqui apareciam a rasgar a equipa, o treinador e o presidente. 

Não faltava quem defendesse uma revolução no clube, mudando tudo de alto a baixo. Quando apenas tinham decorrido 22 meses desde o escrutínio que conduziu Frederico Varandas à presidência do Sporting e menos de cinco meses desde a contratação de Rúben Amorim.

No melhor estilo do pior adepto leonino, que antevê sempre hecatombes a cada início de temporada, traçaram-se aqui os mais negros prognósticos. 

Vou lembrar apenas uma pequena parte do que foi publicado nos últimos três dias de Julho de 2020 - negro ano da pandemia por um lado, início da arrancada vitoriosa dos Leões comandados por Rúben Amorim rumo ao título, por outro.

Leiam e comentem, se vos apetecer.

 

«Quem fez este texto a defender Varandas deve estar muito contente com a contratação de Antunes com um contrato de 2M de euros por época. A culpa desta aquisição também foi da gestão anterior?» (anónimo)

 

«Para o Sporting não, mas essa foi uma boa contratação para a clínica do Varandas. E o Feddal, se vier, depois de chumbar por duas vezes os testes médicos, também será um bom cliente.» (anónimo)

 

«Até gostaria que algumas dessas notícias fossem verdade. Significaria que conseguiríamos despachar algum do entulho e, quiçá, se o Hugo Viana abrir os olhos, conseguir contratar reforços dos verdadeiros e não Feddais e Antunes ou Adans. Infelizmente, nem 1/3 dessas notícias são verdade, nem Hugo Viana alguma vez abrirá os olhos.» ("Rautha")

 

«Adan, Porro, Feddal e Antunes. Aí estão os "reforços"... Só me dá vontade dizer asneiras...» (Carlos Alves)

 

«"Quanto à saída de Acuña, parece lógica". Que lógica? Financeira? Só se for, porque desportivamente não se vislumbra lógica absolutamente nenhuma. "... o puto [Nuno] Mendes dá-lhe 20-0". Se é pra rir, objectivo alcançado.» (Mário Ferreira)

 

«Até acho que o Sporting tem jogadores que num Porto, Braga ou Benfica renderiam bem mais.» (anónimo)

 

«No Sporting vive-se, nos dias que correm, à luz do princípio da "navegação à vista". A todos os níveis.» (Mário Fernandes)

 

«Quem manda no clube [são] os jogadores e o Jorge Mendes.» (Ferreira)

 

«Vítor Oliveira seria uma grande aquisição. O problema é que não temos organização, a nossa estrutura está [um] caos.» (anónimo)

 

«Alguém tem paciência e vontade para aturar mais uma época de total incompetência? Esta gente não tem mais crédito nem apoio dos sócios para continuar. Se são sportinguistas, que ponham o lugar à disposição.» (anónimo)

 

«Desta gente só pedimos uma coisa: que se demitam. Mais nada. Se não o fizerem nós sócios destituí-los-emos.» (anónimo)

 

«Nós sócios temos que nos mexer e exigir a destituição. Quanto antes!» (anónimo)

 

«Quanto ao Amorim, eu até aceito pagar 10M por um treinador se for o resultado de uma aposta estratégica a longo prazo, não aceito é contratar sem ter os recursos para tal...» ("Schmeichel")

 

«Se é para colocar miúdos a jogar, que os produtos da centrifugação todos juntos não fazem um, contratem-me que levo baratinho, faço o mesmo e sou do Sporting.» (Miguel Correia)

 

«Para mim é evidente que no próximo ano [o] Braga vai ficar à nossa frente, e com muito mais folga do que este ano.» (João F.)

 

«Estamos mais perto de ser um novo Belenenses do que de nos aproximarmos dos dois clubes do topo.» (J. Melo)

 

«Perante tamanhos disparates, todos os sportinguistas sejam eles da JL, do Império do norte, do oeste ou de outro lado qualquer têm de ficar caladinhos? Não têm o direito de mostrar o seu descontentamento? Eu diria até que é um dever.» (Júlio Vaz)

 

«Cada vez mais acho que esta direcção nem composta por sportinguistas é. Pelo menos sportinguistas como se entende pelo amor a um clube.» (anónimo)

 

«O Sporting em toda a sua história nunca tinha batido tantos recordes negativos, calotes, calotes, cada vez mais calotes!» (Daniel Silva)

 

«Um líder incompetente não pode, nem deve, liderar gente competente por muito tempo, chega!» (anónimo)

 

«Ou saem já pelos próprios pés, ou quando saírem vão ser expulsos e após uma auditoria serão criminalmente acusados de gestão danosa.» (Ferreira)

 

«Je suis VarandasOut.» (anónimo)

 

«O titulo de campeão é impossivel para o SCP.» (anónimo)

 

Reitero: isto é apenas uma pequena amostra do que aqui tantos vieram bolçar em apenas três dias, de 29 a 31 de Julho de 2020.

(Corrigi vários erros de português.)

Escumalha

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Decorria o minuto 47 do Portimonense-Sporting. Porro, em grande aceleração, conduzia um promissor ataque junto à linha direita. De repente, viu-se forçado a parar. Motivo: começou a ser bombardeado com tochas vindas do sector onde se concentravam elementos das claques leoninas. 

Não foi só ele que parou: o árbitro interrompeu a partida. Naquele momento a nossa equipa perdia 1-2, precisava de recuperar. Em vez de apoiarem, com cânticos e aplausos, os energúmenos pertencentes a estas claques só prejudicaram os jogadores. Agindo como marginais, comportando-se como delinquentes, exibindo-se como aquilo que são: letais ao Sporting.

Impõe-se a pergunta, dirigida às autoridades policiais e aos dirigentes desportivos: quando é que esta escumalha começa a ser impedida de frequentar os estádios?

Uivos letais

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Enquanto se desenrolava o Manchester City-Sporting, na noite de quarta-feira, a turma dos letais, no sítio do costume, ia desbobinando bojardas visando os jogadores leoninos e o próprio treinador Rúben Amorim.

Passo a reproduzir alguns destes uivos, já com alguns dos erros mais gritantes de português devidamente corrigidos:

 

«Vamos levar 6 ou 7 na mesma.»

«Alguém que mude a fralda ao Inácio, está todo cagado.»

«A tática é dar a bola ao adversário de qualquer maneira.»

«O Paulinho anda burro que dói.»

«O nosso Paulinho é estúpido todos os dias !!!!»

«Um critério de scout dos jogadores devia ser o tamanho das bolas. Parece que as deixaram em casa.»

«Incrível não conseguimos fazer uma jogada.»

«Estamos todos borrados já. Parece que a bola queima. E estes jogadores não acreditam.»

«Meu rico Bragança.»

«É simplesmente triste ver o desnível entre uma peladinha do City e um jogo de Champions do Sporting.»

«Não percebo como é que um treinador profissional, especialmente neste nível, olha para o jogo que o Sporting está a fazer e pensa que é isto que quer. »

«Este contra-ataque... tanta incompetência junta.»

«Esgaio… já perdemos o jogo… é certinho !!!!»

«Ugarte pareceu perdido em campo.»

«É triste estas merdas. Estes gajos são profissionais. A sério, que não se admite um desastre daqueles.»

«Não vi o jogo, não ia ter muita história comparado com o outro da mesma hora.»

 «Eu vi o jogo “pelo canto do olho” mas foi essa a sensação que me deu. Estávamos péssimos e passámos a maus.»

«Triste espetáculo, na verdade.»

É chato

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Esta eleição presidencial no Sporting teve um vencedor, já devidamente destacado. Frederico Varandas, com 85,8% dos votos, igualou os 86,1% de Bruno de Carvalho na reeleição, em Março de 2017. 

Mas também teve derrotados.

Nuno Sousa - num distantíssimo segundo lugar, com 7,3% - ficou abaixo da percentagem obtida por Pedro Madeira Rodrigues (9,5%) contra Carvalho, também há cinco anos. É óbvio que aspirava conseguir bastante mais.

Ricardo Oliveira - ainda mais distante, com apenas 2,9% - situou-se muito atrás dos 14,6% de José Maria Ricciardi em Setembro de 2018, colocando-se apenas um pouco acima dos 2,4% obtidos por Dias Ferreira nesse anterior escrutínio.

 

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Também derrotados foram todos aqueles que andaram a injuriar Varandas nestes três anos e meio. Nas redes sociais, em tascas blogosféricas, nos estádios onde o Sporting jogava (beneficiando assim os nossos adversários em jogos sucessivos) e no próprio Estádio José Alvalade, que devia ser a casa comum de todos os sportinguistas.

Esses, incluindo os pirómanos mais trogloditas, levaram uma cabazada. Ainda devem sentir-se meio atordoados ao perceberem como os sócios rejeitaram sem margem para discussão o "candidato da curva sul".

É chato.

Letais ao Sporting, os do costume

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Foi um jogo péssimo. Para mim, ficou estragado logo nos primeiros minutos.

Não por culpa de outros, mas por culpa nossa. Pelo menos, por culpa de energúmenos que se intitulam sportinguistas. Entraram no estádio com uma preocupação: estragarem o espectáculo desde o início. Tanto na primeira parte como na segunda.

Instalados no local do costume, a curva sul.

 

Mal a bola tinha começado a rolar, já eles estavam a lançar petardos e tochas para o relvado. Enchendo tudo de fumos pestilentos e ameaçando a integridade física dos jogadores. Junto à baliza Vítor Damas, onde Adán se sujeitou a ficar queimado. Como, noutros anos, quase aconteceu com Rui Patrício e Luís Maximiano - também vítimas daquelas bestas que deviam ser banidas de todos os estádios.

Fazem tudo para desconcentrar e inquietar os nossos jogadores. Fazem tudo para que o clube continue a pagar multas cada vez mais pesadas. Fazem tudo para verem o José Alvalade interditado. 

Alguém acredita que sejam mesmo sportinguistas?

 

Estragaram este desafio da primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal, em que recebemos o FC Porto. Contribuíram para a derrota leonina, por 1-2. E como não acredito em coincidências - há muito que deixei de o fazer - parece-me óbvio que nada disto está desligado das eleições no Clube, que decorrem depois de amanhã.

São os do costume, os de sempre.

Letais ao Sporting.

Letais ao Sporting

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Uma vez mais, os javardos de algumas claques decidiram divertir-se arremessando tochas e potes de fumo durante o Sporting-Tondela do passado sábado. Brincadeira que nos custou quase 15 mil euros

Se fossem eles pagar as multas por estes gestos que prejudicam o clube e lesam o desporto, de certeza não repetiriam a gracinha mais vez nenhuma.

Eis a pergunta que se impõe: até quando continuarão estes energúmenos a frequentar o nosso estádio?

 

Fotos minhas

O que eles dizem

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Esse Amorim, ou amendoim, até está a fazer um trabalho acima do que eu esperava. Mas ele é lampião, é genro daquele Antero e amigo do trolha de Braga. Um submarino encarnado. Manda vir jogadores sem qualidade só para pôr as finanças do Sporting no vermelho e os totós fazem tudo quanto ele quer.

Deixa os melhores jogadores no banco, não os valoriza. Aposta em alguns que parecem ter tijolos nos pés, não me lembro agora de nenhum mas é verdade.

Sim, tem feito qualquer coisa, por ter imensa vaca. Não conheço nenhum treinador com tanta sorte. Só ganhou o campeonato por causa da covid. E por não haver público. Se houvesse público nas bancadas nunca teria vencido. A prova vê-se agora, com público e sem covid. O Sporting não vai na frente.

E ele não conseguiu pôr o Sporting com recorde de pontos. Esse foi conseguido pelo Jorge Jesus. Bons tempos...

Não aplaudo lampiões, por isso deixei de ser sócio. E já nem vejo os jogos, só os resumos. OK, reconheço que nem têm andado mal. Mas o Sporting, para mim, acabou em Junho de 2018. Isto agora não me interessa nada.

Derrotados em toda a linha

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Aspecto da assembleia geral de sábado, quando fui votar ao Pavilhão João Rocha

 

Se há coisa em que os encarniçados opositores de Frederico Varandas não primam é pela inteligência. Radicalizam tanto o discurso que ficam sozinhos a clamar no deserto. Divorciados da esmagadora maioria da massa adepta. 

Isto ficou bem evidente na mobilização dos sócios leoninos, que compareceram em força no Pavilhão João Rocha, neste sábado, para viabilizarem por larguíssima maioria as contas do clube referentes a 2019 e 2020. Nunca tantos tínhamos acorrido de forma tão expressiva a uma votação semelhante: fomos mais de sete mil.

Esta demonstração de vitalidade associativa confirmou que os alucinados radicais nada riscam hoje no Sporting. Gravitam num universo paralelo, enchem as redes sociais de perfis falsos e acabam por confundir essa ficção com a realidade.

Acabam de receber um duche de água gelada. Esta votação indica que em três anos encolheram para metade: em Junho de 2018, eram 29% dos sócios; agora não representam mais de 15%. Foram-se isolando em fases sucessivas, cada vez mais alheios à evidência dos factos.

 

Com Varandas ao leme, o Sporting pôs fim ao nosso mais longo jejum de sempre no título máximo do futebol português, conquistando o campeonato nacional - além de uma Taça de Portugal, duas Taças da Liga e uma Supertaça. Somos também campeões de futsal, basquetebol e hóquei em patins, detentores da Taça de Portugal de voleibol e básquete. E campeões europeus de futsal e hóquei.

É obra: uma das melhores épocas alguma vez registadas no prestigiado historial leonino. Mesmo com o Sporting gerido por duodécimos por ter sido irresponsavelmente chumbado o orçamento já com o País devastado pela pandemia. Quem assim procedeu, movido pelo ódio vesgo a Varandas, marimbou-se por completo para os nossos atletas, os nossos técnicos, a nossa reputação desportiva e financeira. 

O tiro saiu-lhes agora pela culatra. Graças à maioria silenciosa de sportinguistas que não andam aos gritos nas redes sociais, insultando tudo e todos.

 

Entre os que votaram sim às contas no sábado, incluem-se figuras que estiveram com Bruno de Carvalho.

Como Luís Gestas, ex-membro dessa equipa directiva, que na hora de exercer o direito de voto, como associado, disse o essencial: «Votarei favoravelmente o orçamento porque as contas do Sporting têm de estar acima de tudo. As modalidades merecem.»

Como Nuno Saraiva, director de comunicação no consulado anterior, que também deixou a posição bem clara na hora de dizer sim: «O que está em causa é o primado da decência sobre o extremismo de uma minoria.»

Os letais, cada vez em menor número, foram derrotados em toda a linha. Pela arma mais poderosa em qualquer democracia: o boletim de voto. O que confirma a força indestrutível do Sporting Clube de Portugal.

Saiu-lhes tudo ao contrário

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Eles andam de recuo em recuo. A narrativa deles vai falhando em toda a linha, já quase nada lhes resta a que possam agarrar-se.

Previram desaires, demissões, mandato presidencial interrompido, caos directivo, eleições antecipadas. Já andavam a levar em ombros putativos candidatos a candidatos. Queriam bagunça o tempo todo.

Saiu-lhes tudo ao contrário. Triunfos, vitórias, a quebra do maior jejum de sempre, mandato reforçado, consistência directiva, articulação total entre administração da SAD, órgãos sociais do clube, direcção desportiva, equipa técnica e jogadores.

Andaram anos a defender um fracassado nato, um narcisista impenitente, um megalómano perdedor. Agora são incapazes de aplaudir um simples vencedor que não precisa de pôr-se em bicos de pés nem gravar frases idiotas em monumentos para dar nas vistas.

Torcem-se todos perante os resultados obtidos em três anos, incapazes de reconhecer a maior das evidências: o emblema leonino está hoje incomparavemente mais prestigiado e robusto do que estava a 23 de Junho de 2018 - o dia em que, para alguns deles, «o Sporting acabou».

Eles intitulam-se "adeptos"...

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Anteontem, enquanto decorria o Besiktas-Sporting (1-4), alguns autoproclamados "adeptos leoninos" iam rabiscando coisas destas no sítio do costume:

 

«Zero expectativas. Se para consumo interno esta equipa tem dado provas de qualidade, já nas competições europeias tem sido um autêntico desastre.»

«O Sporting parece uma manta de retalhos lá atrás desde que entrou.»

«O Pote está a decidir mal.»

«O Pote parece que tem uma âncora agarrada a ele.»

«Paulinho é tão mau...»

«O Paulinho não dá uma pra caixa!»

«Paulinho não engana, nunca acerta!»

«Tão burro este Paulinho. Sempre em fora de jogo.»

«Que filme de terror este Paulinho.»

«E o c****o do treinador não o tira!»

«O Amorim a gozar com esta merda toda.»

«Mateus Reis dá suores frios a qualquer um.»

«Feddal não tem pedal para a Champions… é areia demais para as paragens cerebrais que demonstra normalmente.»

«Isto basicamente é falta de tomates. Nem o Palhinha está tranquilo nestes jogos.»

«Jogo horrivel do Mateus Nunes.»

«Isto é uma equipa de amadores!»

«Não jogamos um c*****o.»

«Estamos a ganhar mas não me lembro de jogar tão mal!»

«Sporar, volta!!»

 

Coisa linda, este "apoio". Dos Letais ao Sporting.

 

Nota: tomei a liberdade de emendar erros ortográficos e pôr reticências em dois palavrões.

As portas do estádio

Quase metade dos escassos sócios presentes na última assembleia geral do Sporting votou contra a atribuição dos nomes das portas do nosso estádio a glórias do Clube. Estes nomes, em concreto: Damas, Hilário, Stromp, Jordão, Cinco Violinos, Yazalde e Manuel Fernandes

Uma medida que devia ter sido aprovada por unanimidade e aclamação acabou por passar à tangente no conclave leonino. Com 44,6% votos contra.

Questiono-me quais os nomes eleitos por estes que se insurgiram contra ídolos históricos do Sporting. 

Talvez preferissem que as portas passassem a chamar-se assim:

Porta 1 - Bruno

Porta 2 - Miguel

Porta 3 - Azevedo

Porta 4 - Gaspar

Porta 5 - De

Porta 6 - Carvalho

 

Já os imagino, eufóricos, batendo palminhas e dando pulinhos de satisfação perante tal cenário.

Coisa linda.

O erro de Varandas

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Frederico Varandas vem agora queixar-se da falta de participação dos sócios na Assembleia-Geral que ontem, irresponsavelmente, chumbou o Orçamento do clube. Pelo segundo ano consecutivo. 

Nem a pandemia, que trouxe brutais prejuízos à gestão das agremiações desportivas, desmobiliza a tropa de choque dos letais ao Sporting.

São só um por cento dos sócios, como ontem o presidente sublinhou em declarações aos sportinguistas após este chumbo.

Falou bem. Mas falou tarde e a más horas.

Este foi o erro de Varandas. Devia tê-lo feito antes, não depois. 

 

«Temos, sistematicamente, um grupo de cerca de 400 pessoas que tem a sua orientação de voto quer o Sporting seja campeão nacional quer o Sporting venha a ganhar a Liga dos Campeões. Tem o seu direito, mas estamos a falar de um por cento dos sócios votantes», declarou.

Mas a culpa também é dele. Porque, como o José Cruz já salientou, esta assembleia-geral nunca devia ter sido convocada para um dia de semana, na macrocéfala capital: basta isto para desmobilizar os sócios.

E também porque ele não fez, como se impunha, um apelo geral à mobilização dos sportinguistas. Para evitar que o Clube continue refém dos tais 400 que farão tudo para condenar o Sporting ao fracasso.

 

Esta minoria activa - cada vez mais mobilizada à medida que se vai reduzindo, como acontece com os negacionistas anti-vacinas e quaisquer outros activistas de seitas fanáticas - declarou guerra sem quartel à Direcção leonina.

Nem a pandemia a travou.

Nem as conquistas no futebol e nas modalidades conseguiram desmobilizá-la.

Enquanto no Benfica, que nada venceu na época passada, os sócios manifestaram há dias uma prova de confiança à direcção.

 

Se em tempos normais já é difícil gerir um clube sem orçamento, muito pior é ver as finanças leoninas à mercê dos duodécimos de 2019 nesta era de crise global no futebol.

Espanto-me de ver pessoas inteligentes e que se dizem fervorosas sportinguistas congratularem-se com este chumbo, tal como aconteceu há um ano. Rendidas à legião do Mustafá, que só por um triz não chumbou também algo que devia merecer apoio unânime dos sócios: a atribuição às portas do Estádio José Alvalade destes nomes ilustres - Damas, Hilário, Stromp, Jordão, Cinco Violinos, Yazalde e Manuel Fernandes. 

Concretizo, para que fique lavrado em acta neste blogue: um número impressionante de letais - 44,6% - votou contra Damas, Hilário, Jordão, Yazalde, Manuel Fernandes, Stromp, Jesus Correia, Albano, Vasques, Travassos, Peyroteo.

Quem faz isto é capaz de tudo.

 

O que só acentua o erro cometido pelo Conselho Directivo do Sporting. «Temos os estatutos e vamos cumpri-los, mas é altura de a grande massa associativa do Sporting pensar o que quer para o clube», diz Varandas. 

Falou bem, mas falou tarde. Foi incapaz de mobilizar os sócios anti-seita. Que somos quase todos nós, larguíssima maioria. 

Estes erros pagam-se caro. 

Por mim, não tenho dúvidas: rejeito um Sporting dominado pelos letais. Nesse combate marcarei sempre presença, como aconteceu até agora. 

Felizmente temos Esgaio

Pedro Porro lesionou-se ontem, no amigável do Algarve contra o Belenenses SAD, e tem o início da época comprometido. Paragem prevista até dois meses

Felizmente temos Esgaio para a mesma posição. O que talvez cale enfim todos aqueles, até nas caixas de comentários do nosso blogue, que têm urrado contra esta contratação a pedido de Rúben Amorim. Talvez agora mordam a língua. Só lhes faz bem.

Os letais

Os letais são basicamente anti-Varandas (a quem chamam "fivelas") e anti-Amorim (a quem chamam "amendoim").

Odeiam ambos por terem devolvido o Sporting à sua condição natural. A de campeão. Real, não virtual.

 

Odeiam Varandas por ter conquistado um campeonato, uma Taça de Portugal e duas Taças da Liga em menos de três anos.

E odeiam todos os jogadores associados a estes êxitos.

Odiavam João Mário até há poucos dias. Agora já dizem que ele é o máximo e devia ter ficado. Só para atacarem Varandas e Amorim.

 

Os letais não são nem nunca foram leões: mostram-se muito activos nas redes lagartas e militam no lagartismo. Uma espécie de ideologia anti-Sporting.

As viúvas

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«Dizem-se sportinguistas, mas não são. Alguns até poderão ter cartão de sócio com quotas pagas, mas não com a intenção de ajudar o clube a ser maior: fazem-no apenas com o objectivo de serem uma força de bloqueio e de, um dia, poderem consumar a sua vingança. Até lá, vão ocupando o tempo a insultar, perseguir e ameaçar adeptos sportinguistas que se atrevem a ter opiniões diferentes das suas, e a lançar periodicamente "bombas" que, invariavelmente, ficam por detonar. Fazem exactamente aquilo que apontavam a outros há uns anos. Em caso de dúvida, podem facilmente ser identificados pela intensa azia que mostram a seguir a qualquer sucesso do Sporting e pelo sentimento de culpa que tentam colocar nos sportinguistas que não seguem o seu triste exemplo.
(...)
Nem imagino o cabeção com que estarão as viúvas nesta altura. Arranjem outro interesse na vida, apoiem outro clube, mas deixem o Sporting em paz. Como podem ver pelo que se passou esta época, o Sporting não precisa de vocês.»
 
Texto do blogue O Artista do Dia, que reproduzo com a devida vénia.

Leão com mérito

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Em certas cloacas sociais pintalgadas de verde sujo, alguns pseudo-sportinguistas continuam a insultar o nosso técnico, chamando-lhe "lampião" e "amendoim", entre outros mimos.

Estes imbecis nem percebem que o benfiquista Amorim dá-lhes todos os dias lições de geuníno sportinguismo.

Ele sim, é Leão de mérito. Com juba.

E ruge, enquanto os outros miam.

Letais ao Sporting

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Enquanto decorria o Braga-Sporting, na noite de domingo, a turba anónima ia rabiscando coisas como estas nas redes:

 

«Amorim é um amador. Se havia dúvidas…»

«O Amorim que vá para a p*** que o pariu.»

«Obrigado Amorim… estás mesmo a conseguir o que querias desde que tivemos 12 pontos de vantagem…. mais uma vez obrigado!!!! O teu Benfica há de ir diretamente à champions…»

«Estás a mostrar a real merda que és…. o ano passado foi o 3.º lugar, este ano é o campeonato…. OBRIGADO.»

«O título já foi com o c*****o mas a malta bate palminhas. Futebol ZERO.»

«Não contem mais comigo, nem como adepto nem como sócio. Para mim chega, 25 anos de desilusões e vergonhas… não estou mais 25 assim.»

«Obrigado varandas…. por nos permitires que nos façam tudo…. És o maior…. mereces a fogueira!!»

«Parabéns. Perder este campeonato não era tarefa fácil. Fechem as portas.»

«Em 5 jogos RA perdeu todo o meu capital de confiança. Jogar uma merda e dizer que não muda nada é porque não sabe mais. Quanto à direcção de usurpadores quando era mais que urgente dar um muro na mesa e exigir determinação, ambição e compromisso, está tudo caladinho a enfardar croquetes!»

«Fechem isto e dediquem-se ao atletismo e ao futsal, que ao menos ainda vão dando algumas alegrias. Este clube é uma vergonha.»

«Pode ser que com o campeonato perdido os adeptos deste clube comecem a abrir os olhos para a merda que temos dentro de casa… Às tantas ter perdido este campeonato até vai salvar o clube de muita merda no futuro.»

 

No fim, conquistados os três pontos na Pedreira, estes letais estavam mais furiosos do que muitos adeptos do Braga. Torciam, como sempre, pela derrota verde-e-branca e pela humilhação dos jogadores leoninos.

Quando me falam em "união entre todos os sportinguistas", jamais me peçam qualquer aproximação aos canalhas que - até durante os jogos - aproveitam cada pretexto para enterrar o Sporting, fazendo coro com os inimigos do nosso clube.

Quero esta gente longe. Muito longe de Alvalade.

Mais do mesmo

Igualámos a melhor série de jogos sem perder alguma vez conseguida num campeonato.

Temos, de longe, a melhor defesa da Liga.

Somos a única equipa sem derrotas.

Temos um jogador no topo da lista dos melhores marcadores do campeonato.

Estamos há 20 jornadas na liderança da Liga 2020/2021.

Mantemos um bom avanço face ao nosso principal perseguidor: seis pontos. A única pontuação positiva do Sporting nesta fase de um campeonato desde a última vez que fomos campeões, há 19 anos.

 

Para alguns adeptos - incluindo uns imbecis que se proclamam "verdadeiros adeptos" - nada disto satisfaz. Ao mínimo deslize, desatam a pôr tudo e todos em causa.

Alguns destes são dos tais que preferem ver o Sporting atrás de lampiões e andrades na tabela classificativa.

Só dão prova de vida para "enterrarem" jogadores, equipa técnica e dirigentes. São da mesma cepa dos que incentivaram o despedimento de Robson e recusaram ver Mourinho em Alvalade.

As ratazanas

Nas baiucas do costume, enquanto decorria o jogo em Tondela, já havia ratazanas a chamar «treinador de merda» e outros mimos a Rúben Amorim. 

Uma vez mais, após o apito final, lá tiveram de recolher à toca, transportando os frasquinhos de veneno. Mas ninguém se iluda: esta escumalha que por vezes parece adormecida anseia quase em desespero pela primeira derrota do Sporting. Mais letal que nunca.

Para lembrar, sempre

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Faz hoje um ano. Luís Maximiano estreava-se num dérbi ao serviço da nossa equipa principal, quando viu a sua baliza (a baliza Vítor Damas) bombardeada com petardos, tochas e potes de fumo mal soou o apito para a segunda parte do Sporting-Benfica. Miserável "exibição" pirotécnica que forçou o árbitro a interromper o jogo por longos minutos, enquanto o próprio Max fazia de bombeiro apagando as chamas que deflagravam no relvado. 

Não esqueci a data: 17 de Janeiro de 2020. Eu estava lá. E senti vergonha de ver, entre os supostos adeptos do meu clube, energúmenos como estes, amontoados na curva sul do estádio. Comportando-se não como adeptos, mas como animais. Indignos de frequentar recintos desportivos.

Menos de dois meses depois, todos nós fomos enviados para casa devido à pandemia. Até hoje. Há certos males que vêm por bem. Pelo menos não voltei a sentir vergonha de estar ali. Pelo menos não voltei a sentir que tínhamos - como há um ano escrevi - o inimigo dentro de casa.

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