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És a nossa Fé!

Pimenta no cu dos outros é refresco

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Trata-se dum ditado brasileiro que o meu falecido sogro que por lá andou citava de vez em quando e que traduz a diferença de entendimento sobre o que de mal acontece aos outros e  aquele nos acontece a nós.

Ontem assisti via TV a uma das decisões mais estúpidas dum árbitro de futebol de que me recordo, a dum jogador expulso por na sequência dum remate esforçado à baliza o pé que rematou ter pousado no tornozelo que o defensor lá colocou. Mas foi essa mesmo caricatura de árbitro o responsável por ter voltado atrás no penalti assinalado ao Zaidu em Alvalade, bem como pelo amarelo no lance anterior para expulsão desse mesmo Zaidu, e por tudo aquilo que se passou depois em Famalicão e de que nem vale a pena falar. Foram quatro pontos subtraídos ao Sporting nesses dois jogos, duas expulsões de Rúben Amorim e agora mesmo 45 dias de castigo ao nosso presidente pelo protesto pelo que esse senhor fez ao Sporting nesse jogo em Alvalade.

Foi também essa mesma caricatura de árbitro que ia deixando passar incólume a bárbara agressão do Taremi no Dragão, apenas o expulsando quando chamado pelo VAR e escrevendo no relatório aquilo que levou a que apenas fosse castigado com um jogo. 

 

Não é o VAR que apita os jogos é o árbitro. O VAR apenas o alerta para situações que deverá rever e analisar. Perante uma lesão grave como aquela, e estando definido que as faltas que levem a lesões graves levam a expulsão, o VAR fez bem em chamar a atenção. Recordemo-nos porém que há um ano o nosso LP sofreu uma grave lesão depois de carregado por um jogador do Marítimo (bem à minha frente em Alvalade, que saudades ai ai), o árbitro nem marcou falta e esse jogador não foi expulso. E ficámos até hoje sem o nosso LP que bem falta nos faz. E o VAR da altura não chamou a atenção ao árbitro para rever o lance.

Luís Godinho é o melhor exemplo da triste arbitragem que temos: não tem conhecimento do jogo, não tem estofo psicológico para aguentar a pressão, não reúne condições para apitar jogos de futebol a este nível, prejudicou directa e indirectamente de forma grave aquele que dizem ser o seu clube, chegou agora a vez ao Porto. Curiosamente Pinto da Costa consegue fazer toda uma intervenção de defesa do seu clube sem se referir uma única vez ao nome deste senhor, o que apenas quer dizer uma coisa: que o tem no bolso e o irá "recuperar" de forma a que ele nunca mais se esqueça deste "deslize".

Não é o primeiro, não será o último. Onde é que pára o abaixo-assinado?

 

O futebol é um desporto de contacto, os acidentes infelizmente acontecem e por vezes da forma mais estúpida possível (eu que o diga). Que David Carmo recupere depressa e que o Luiz Phellype volte a integrar ainda mais depressa as fotos das vitórias e das conquistas do Sporting Clube de Portugal.

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

Os "engripados" e o inimputável

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Os "engripados" do Sado tiveram força e energia suficientes para forjarem uma falta inexistente contra Coates (encenação premiada com cartão amarelo para o nosso central, cortesia do árbitro Tiago Martins) que deixa o uruguaio fora do clássico de Alvalade e para darem sarrafada no Vietto, provocando-lhe uma lesão que vai demorar semanas a sarar.

Esta pantufada, aos 61', não foi sancionada com cartão: seria o segundo, mais que merecido, mas o dono do apito decidiu manter em campo o "engripado" Pirri - assim se chama o fulano que causou uma luxação na articulação tíbio-peroneal de Vitto (forçado a sair de Setúbal em muletas). Esse que já tinha sido amarelado aos 32', por derrubar Bruno Fernandes dentro da grande área sadina. O nosso capitão, aliás, chegou ao fim do jogo a coxear - também ele vítima da robustez física dos "engripados".

 

Espero que Bruno ainda possa defrontar o Benfica depois de amanhã e que o Acuña recupere da mialgia que o afastou do Bonfim. Caso contrário actuaríamos sem quatro pedras nucleares deste depauperado Sporting 2019-2020.

Isto enquanto um tal Rúben Dias voltou a exibir a sua inimputabilidade nos relvados portugueses, ao ser-lhe perdoado um segundo amarelo, no desafio dos quartos-de-final da Taça de Portugal, por falta ostensiva contra um jogador do Rio Ave. Cortesia, desta vez, do senhor Soares Dias, que alguns - vá lá saber-se porquê - proclamam como "melhor árbitro português".

 

O que escrevem hoje os especiaistas em arbitragem sobre o caso?

Jorge Coroado: «Rúben Dias empurrou Taremi. Lance antidesportivo, cortando jogada prometedora. Livre por assinalar e amarelo por exibir.»

José Leirós: «Erro duplo. Era livre directo que não assinalou e devia ter exibido o amarelo pois [Rúben Dias] empurrou deliberadamente e cortou jogada de ataque.»

Fortunato Azevedo: «Rúben Dias empurra o adversário, atirando-o para fora do terreno. Clara conduta antidesportiva que devia ter sido punida.»

Duarte Gomes: «Rúben Dias empurra ostensivamente Taremi quando este se preparava para o contra-ataque. Segundo cartão amarelo por mostrar ao central do Benfica.»

 

Quando até Duarte Gomes reconhece que o tal defesa encarnado devia ter ido tomar duche mais cedo, meia hora antes do fim do jogo, percebe-se até que ponto o SLB continua a beneficiar do colinho em caso de necessidade.

São coisas como estas que vão transformando o futebol português numa anedota internacional.

 

Adenda: O treinador Carvalhal, que ainda há três semanas protagonizara uma cena de histeria, anunciando a intenção (não concretizada) de abandonar o Rio Ave em protesto contra a péssima arbitragem lusa, desta vez nem reparou no lance. Razão tinha o outro: isto anda tudo ligado.

Do céu ao inferno em 5 minutos

Aconteceu hoje com Silas no Bonfim, mas é um filme já muito visto no Sporting com outros treinadores e noutros relvados. Muito difícil realmente se torna explicar como é que dum jogo ganho, tranquilo e controlado, se passa, em pouco mais de 5 minutos, para um jogo com a vitória comprometida e com alguns dos melhores jogadores lesionados ou castigados com cartões e impossibilitados para os jogos seguintes.

Mas aconteceu, e acontece, por falta de liderança no banco ou de espírito de corpo no relvado. E a verdade é que torna a vida do Sportinguista, o que foi ao estádio ou o que acompanhou no sofá, bem difícil.

Quem quiser rever os golos sofridos pelo Sporting nos últimos jogos, encontra, mais que o fruto de jogadas bem elaboradas do adversário, situações criadas por descuido ou incompetência individual ou colectiva.

Hoje Mathieu esteve na origem do golo do Setúbal e Risto na origem do amarelo que afasta Coates do dérbi com o Benfica. Situações completamente evitáveis.

Sobre toda esta má sorte ou simplesmente incompetência, só o talento de Bruno Fernandes. Escondeu-se no lado esquerdo para deixar Vietto brilhar na 1.ª parte, cavou o penálti e concretizou para o segundo golo, marcou o terceiro golo depois de boa iniciativa de Camacho.

O que vai ser do Sporting quando ele sair? 

Não faço ideia, mas temo o pior.

Entretanto, para o dérbi, Vietto ficou lesionado, Coates está fora, Neto também, fica o Illloooooooooriiiiiiiiiiiiii....

SL

Um mistério chamado Fernando

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Já no terceiro mês em Alvalade, o brasileiro Fernando continua sem se estrear de verde e branco. Nunca o vimos jogar com as nossas cores. O mistério permanece: a lesão só pode ser muito grave para exigir uma recuperação tão demorada.

Tal como aconteceu com Rosier, que frequentou durante semanas o estaleiro leonino, também este extremo chegou fisicamente impedido ao Sporting. Algo inaceitável numa estrutura de futebol profissional. E que contraria declarações expressas do presidente Frederico Varandas durante a campanha que culminou na sua eleição. Recordo que o então candidato prometeu devolver à procedência quem aterrasse por cá sem revelar boa condição física.

Há que perguntar, sem rodeios de qualquer espécie, o que leva a administração da SAD a contratar jogadores inaptos para o futebol de alta competição. E como foi possível o presidente do Sporting equivocar-se a tal ponto sobre os supostos méritos de Fernando que chegou a dizer isto dele, em entrevista ao canal do clube: «O Fernando é um extremo que foi considerado dos melhores do campeonato brasileiro em 2016/17 e 2017/18. Foi uma revelação do campeonato brasileiro.» Frases que não correspondem aos factos.

«No Sporting quem escolhe os jogadores é o clube» , disse igualmente o candidato Varandas na campanha. Face ao sucedido, há que concluir, portanto, que escolhe mal.

De Fernando, um jovem cheio de tatuagens, resta-nos uma fotografia. Até agora é tudo quanto realmente sabemos dele.

Não é só azar

Não foi preciso esperar muito. O primeiro teste da nossa equipa em campo desde o encerramento do atribulado mercado de transferências vai ocorrer amanhã, no difícil estádio do Bessa, provavelmente sem termos ponta-de-lança no onze titular. Luiz Phellype lesionou-se num treino, sofrendo uma lesão traumática no tornozelo esquerdo.

Azar? Claro. Mas os maiores azares acontecem quando a planificação do plantel é deficiente. E desta vez não foi por falta de advertência.

Battaglia: quem poderá substituí-lo?

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Battaglia sofreu uma rotura de ligamentos no joelho direito e vai ser operado já amanhã. É uma zona muito sensível, que exige um pós-operatório prolongado. Provavelmente não devemos voltar a vê-lo em campo antes de Março ou Abril. Na prática, a época terminou para o internacional argentino.

Coloco-vos a pergunta: quem deve ser o titular no lugar dele?

Sete titulares no estaleiro

Temos neste momento sete jogadores no estaleiro: Piccini, Matthieu, Fábio Coentrão, William Carvalho, Acuña, Bas Dost e Coates.

Quase dois terços da equipa titular fora de circulação. Sobram (por enquanto) Rui Patrício, Battaglia, Bruno Fernandes e Gelson Martins.

Felizmente o campeonato vai parar durante duas semanas. Serão efeitos da tal estrelinha de campeão que alguns imaginam ver brilhar em Alvalade?

Boas notícias e más notícias

Primeiro as más: hoje vamos defrontar a Juventus, vice-campeã da Europa, desfalcados de três titulares: Mathieu, Piccini e William Carvalho, confrontados com lesões musculares, ficam de fora. E não há qualquer certeza quanto a Fábio Coentrão, que pode ser rendido por Jonathan Silva.

 

Agora as boas: André Pinto, Ristovski e Palhinha - enfim titulares num jogo grande - terão oportunidade de mostrar o que valem. Enquanto Demiral e Euclides Cabral, dois jovens talentos da equipa B, foram convocados, o que é um justo reconhecimento dos seus méritos.

Duas baixas para logo

Fábio Coentrão, uma vez mais com problemas físicos, deve ficar de fora do clássico de hoje. Uma ausência que se soma à de Doumbia, já conhecida.

Duas baixas importantes. No caso de Coentrão, já percebemos que o problema não é conjuntural: começa a tornar-se um padrão. O que o torna ainda mais preocupante. E nos reconduz às interrogações da pré-época.

O mesmo peso

Vejo hoje na edição de record que a federação assume os custos da lesão de Nelson Semedo, o jovem defesa direito do Benfica, que se lesionou ao serviço da selecção nacional, no último jogo.

 

Vamos lá a ver se o(a) volume(medida) é igual.

 

Sim, falo de William Carvalho e de Rui Patrício, este lesionado no mesmo jogo que o benfiquista e o primeiro durante o europeu de sub-21, condicionando o início de época do Sporting, com implicação até no acesso falhado à fase de grupos da LC.

 

Será que também desta vez a coisa é entregue ao ministério público?

Impunidade

As leis do jogo são claras quanto a entradas "a ceifar". Rua! Vermelho retinto.

Pois nestes dois exemplos os agressores levaram um amarelito cada um e a coisa continuou.

Os agredidos vão passar meses de molho e têm em risco as suas carreiras. Os agressores continuarão a espalhar o seu "perfume" pelos campos, quem sabe à procura de novas e incautas vítimas (Hector Moreno, que "aviou" Luke Law - M.United, esta semana deu o mesmo tratamento a outro adversário na liga holandesa, p.e.), e os senhores do apito assobiam para o lado, tal como a federação que, que se saiba, quanto a castigos, nada. Nem aos agressores, nem aos apitadores.

Lembro que no século passado o terror dos relvados, Paulinho Santos, esteve a aparar a relva das Antas enquanto João Pinto esteve em convalescença durante largos meses, consequência duma cotovelada que pôs o na altura benfiquista a comer por uma palhinha durante um mês.

Será pedir muito que a FPF tome medidas?

 

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Ao minuto 1,35.

 

Quebra física: motivo de preocupação

O que menos interessa agora é chorar sobre o leite derramado. Mas não vou mudar de assunto sem reflectir sobre as culpas próprias no descalabro da segunda parte de ontem em Moscovo. Ao intervalo, tínhamos lugar na Liga dos Campeões: um golo fora, somado aos dois obtidos em Alvalade, chegava e sobrava para bater a buliçosa turma russa, que só conseguira fazer chegar uma vez a bola ao fundo da nossa baliza, na primeira mão.

Acontece que o nosso treinador mexeu tarde na equipa - e mexeu mal. Chegou a ser confrangedor ver como alguns jogadores se arrastaram longos minutos em campo. Com destaque para Bryan Ruiz, Carrillo e Aquilani (Teo, exausto, já tinha dado lugar a Slimani aos 68'). As entradas de Montero (que não chegou a tocar na bola) e Carlos Mané, aos 89', foram tão tardias que se tornaram escusadas.

Disse no fim o treinador que estava à espera de um putativo prolongamento para refrescar a equipa. Foi a confissão de alguém que não se mostrou ao nível deste desafio: o prolongamento não chegou a ocorrer precisamente porque o nosso onze não foi refrescado e revigorado em tempo útil.

Esta é, aliás, uma questão que me preocupa - a dos elevados índices de quebra física do onze titular leonino: recordemos que Jefferson não chegou a embarcar para Moscovo por fadiga muscular. Uma questão que merece reflexão séria também ao nível das competições internas. Já basta dois dos nossos melhores jogadores - William Carvalho e Ewerton - estarem fora de competição por lesões prolongadas. 

Quanto ao resto, reconheçamos que a Liga Europa é uma competição muito mais acessível ao Sporting do que a Liga dos Campeões. As coisas são o que são.

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