Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

És a nossa Fé!

Ler os outros

Sérgio Barroso, n' A Insustentável Leveza de Liedson: «O dano está consumado. Indemnização alguma, no futuro, evitará o dano sofrido. Dano financeiro, dano reputacional, dano desportivo, dano simbólico, dano afectivo. Não devemos esconder que estamos perante um desastre brutal, nunca visto no futebol português e apenas com paralelo nos desastres aéreos de Manchester, Torino ou Chapecoense. Só que desses desastres saíram clubes unidos, e deste suicídio presidencial não sai nada, nem ninguém.»

 

Cherba, n' A Tasca do Cherba«Entre ontem e hoje a saga continuou e foram às dezenas (centenas?) os adeptos que escreveram coisas como "ainda foram poucas as que levaram da Juve!" ou "os únicos atletas que interessam são os das modalidades!". Confesso-vos que, de cada vez que leio isto, dá-me vontade de meter mira técnica na Tasca. Parar. Respirar. Pensar se vale a pena continuar, quando cada vez menos me revejo em ti, em ti e em ti que não hesitaste em alimentar esta estado de ódios, de intolerância, de insulto fácil. Em ti, em ti e em ti que não aceitas que alguém pense 10% diferente de ti, que te achas mais Sportinguista que eu, que te queixas de darmos pouca atenção às conquistas e sucessos do clube e que, a cada post de celebração dessas mesmas conquistas, as aproveitas para ironizar ou para esfregar em caras imaginárias uma vitória que é de todos, mas que tu insistes em etiquetar em derrota para outros que sofrem como tu.»

 

Nuno N. Almeida, Sangue Leonino: «Bruno Carvalho cometeu demasiados erros, não soube gerir com pinças o coração do clube - o futebol profissional - desencadeando uma revolta colectiva e criando uma divisão insanável no seio da massa associativa, deixando-se inebriar pelo poder e pela sedução de um autoritarismo despropositado e anacrónico. Por tudo isto, e porque teima em não se demitir, reitero a pergunta: porquê tudo isto, Bruno?»

 

José Duarte, A Norte de Alvalade: «Aconteça o que acontecer, acredito na força dos Sportinguistas e no seu amor pelo clube como factor determinante para o sucesso daquela que será provavelmente a empreitada das nossas vidas. Mas para que ela tenha sucesso, é necessário a alteração do estado de fractura total em que se encontra a família leonina. Este é o momento mais do que nunca de pensar em primeiro lugar e acima de tudo no SPORTING CLUBE DE PORTUGAL e não no que é conveniente para uma pessoa, ou para um grupo ou facção.»

 

"Salvar o Sporting de Bruno de Carvalho"

Daniel Oliveira escreveu no Expresso um artigo cuja leitura recomendo vivamente, pois trata-se de um balanço (creio que justo) da presidência de Bruno de Carvalho por quem o apoiou, seguido da explicação dos motivos por que já não o pode apoiar.

A dada altura pode ler-se:

Como sportinguista, não quero alimentar os argumentos que possam favorecer rescisões unilaterais em que os clubes que levam jogadores ficam dispensados de compensar o Sporting pelo investimento feito. E não penso ser legítima a insinuação de que Rui Patrício (que justamente é e será para sempre um símbolo do Sporting) poderia desistir desta rescisão se Bruno de Carvalho se demitisse. Apesar de compreender a situação do jogador, ser solidário pelo que passou e até perceber o racional desta condição, não se pode abrir um precedente em que jogadores podem, de alguma forma, determinar quem é e quem deixa de ser o presidente do clube para o qual trabalha. Como trabalhador do Sporting, é livre de lutar pelos seus direitos e tem, como não podia deixar de ter, a minha total solidariedade. Ao Sporting cabe tentar minimizar os danos deste processo. E é evidente que outro presidente o fará em muito melhores condições do que Bruno de Carvalho. Mas uma coisa é ser eu a dizer isto, outra é ser Rui Patrício ou alguém por ele.

 

Concordo sem dúvida, mas não deixo de apontar que pelo menos alguns dos jogadores (e o anterior treinador) não são meros trabalhadores do Sporting: são também verdadeiros sportinguistas que desejam o bem do clube. Nessa qualidade, e conhecendo-o melhor do que ninguém, é natural que desejem o afastamento de Bruno de Carvalho. 

Texto a ler

Francamente tenho alguma dificuldade em entender o que defendem os ainda apoiantes do comportamento dos 7 membros da direcção do Sporting que continuam em funções, alguns dos quais presentes neste blog dizendo coisas que são, se racionalmente interpretadas, de um teor tétrico.

Abaixo transcrevo o texto do presidente da assembleia geral da SAD do Sporting, em funções. E transcrevo-o, apesar de estar livremente disponível no jornal "Record", porque há gente sportinguista cuja teoria da conspiração entende que tudo o que vem desse jornal (e da comunicação social, em geral) é fruto de uma "conspiração" anti-sportinguista - uma crescente mania da perseguição que é uma patologia -, e que como tal não se deve acreditar (como ontem de manhã, quando a notícia da rescisão de Rui Patrício foi aqui - e não só - várias vezes comentada como sendo mentira pois oriunda "da Cofina").

Fica aqui o texto, apesar, repito, de estar publicado no "Record". E a dúvida, a de como é possível não entender a total pertinência do que aqui está escrito? 

 

"LINHA VERMELHA

A discrição a que obriga o cargo de PMAG da SCP SAD tem justificado o meu silêncio sobre o momento atual da Sociedade, apenas interrompido no domingo (dia 20) para revelar as razões pelas quais decidi manter-me em funções.

Essa decisão não se alterou, por várias razões, mas sobretudo porque os mandatos não são direitos, são deveres que se exercem perante e em homenagem aos eleitores.

O momento do Clube é demasiado grave para permanecer em silêncio e são os meus deveres de sócio do Clube há 47 anos – e de cidadão - que impõem que quebre esse silêncio, ultrapassados que estão todos os limites.

O despojamento com que a realidade (?!) do Clube tem sido revelada, com relatos parciais de reuniões internas, com porta-vozes de um dos órgãos sociais e a degradação evidente das relações entre membros dos órgãos sociais são, obviamente, intoleráveis.

Intolerável é, também, a afirmação pública, por parte de um órgão social, de que não colaborará - logo, obstaculizará - com a MAG na organização logística da assembleia geral que aquela Mesa anunciou.

E, para agravar, eis que o Conselho Diretivo anuncia a substituição da Mesa da Assembleia Geral e a nomeação de uma Comissão Transitória da MAG que, ufana, se apressou a nomear uma Comissão de Fiscalização, convocar duas assembleias gerais (uma delas eleitoral!) e anunciou que "não se realizará qualquer assembleia geral no dia 23 de junho". Tudo para que não restem dúvidas, decisões flagrantemente ilegais e que implicam um profundo desrespeito pelos Estatutos do Clube e, portanto, pelos Sócios.

É, pois, uma exigência urgente afirmar que, tal como o CD, o PMAG e a MAG também foram eleitos pelos sócios, pelo que, independentemente de estes se terem demitido ou não, conservam toda a sua legitimidade e poderes. 

A legitimidade dos titulares dos órgãos tem exatamente as mesmas fontes: os estatutos e os sócios.

O CD pode, evidentemente, ter opiniões, as melhores ou as piores, sobre as decisões da MAG; mas não deve, em momento algum, usar o dever de gerir o Clube - e de, por isso, dispor do livro de cheques e do poder sobre os funcionários - para impedir outro órgão social de exercer os seus poderes, decidindo nomear outros membros dos órgãos para substituir aqueles que ainda se mantêm em funções.

Essa é a linha vermelha.

João Sampaio

Sócio 4.352"

Temer pela morte

Leio no Expresso o artigo do seu director

 

«Temer pela morte

 

Há palavras para o que não há palavras. Descrições do indescritível. Testemunhos de testemunhas que são vítimas: são as palavras dos jogadores, dos fisioterapeutas, de um scout e de um preparador físico do Sporting sobre aquela tarde em Alcochete, palavras que a Tribuna Expresso revela esta manhã. É um filme de terror, como publicamente lhe chamou Jorge Jesus. É um cenário que os deixou “em estado de choque”, como disse Bas Dost à porta fechada à GNR.

Tivemos acesso a mais de 20 testemunhos prestados no Comando Territorial de Setúbal na noite de 15 maio, horas depois do ataque do grupo de encapuzados a Alcochete. Publicamo-las aqui, aqui e aqui. Com uma advertência: as palavras podem chocar doentes cardíacos e saudáveis cardíacos, pelo texto de abusos verbais e pelo contexto de violência física descrito.

19 jogadores do Sporting contam tudo sobre o ataque a Alcochete (e como Palhinha protegeu Montero).

Um dos agressores em Alcochete foi colega de escola de Rafael Leão. Montero, Palhinha e Salin também reconheceram atacantes.

Equipa técnica do Sporting foi vigiada e ameaçada já depois das agressões em Alcochete.

Vários jogadores falam de medo. Falam do que lhes pareceu premeditação nos ataques. Falam de "temer pela vida". Falam de socos, pontapés, estaladas, um garrafão de 25 litros de água, cintos, empurrões, tochas, queimaduras , ameaças, caras tapadas e descobertas, alvos definidos - e de uma ideia comum: a de que aquele grupo sabia por onde entrar, aonde se dirigir, de que atuou "em bloco", "com alguma organização", agiu "premeditadamente" e bloqueou a saída enquanto espalhou o medo.

 

Sim, é um filme de terror, com dezenas de personagens. Estas são só as vítimas.

(...)»

 

--

Como um dia escreveu Sophia:

«Vemos, ouvimos e lemos. Não podemos ignorar.»

Leitura recomendada

 

Para o que aconteceu ontem nunca, mas nunca mais se repita. Do Rui Monteiro, n' A Insustentável Leveza de Liedson.

 

A nightmare to remember. Do Cherba, n' A Tasca do Cherba.

 

Bruno foi um bom presidente, mas isso não importa. Do Alexandre Homem Cristo, no Observador.

 

Esgotado? Do Mestre de Cerimónias, n' O Artista do Dia.

 

Os cinco pontos que vão ditar o futuro do Sporting. De Bruno Roseiro, no Observador.

 

 

Análise geo-política

«(..) espero que a crise no Sporting termine o mais rápido possível, pois, em termos de tempo de antena, Bruno de Carvalho está claramente a bater Putin e Trump. Talvez, no futuro, os livros de história universal venham a rezar: "A crise na Síria, que ocorreu no tempo em que BC era Presidente do Sporting, em 2018, terminou com uma cimeira russo-americana

 

José Milhazes

Ler os outros

Bernardo Ribeiro, Record: «Bruno de Carvalho voltou a usar as redes sociais para criticar os jogadores logo após o jogo, como se de um adepto se tratasse. Um presidente não pode agir assim, por muito que venha da bancadas. O impacto no plantel é algo que está por avaliar. Dificilmente será brilhante.»

 

Álamo, Leoninamente: «Bruno de Carvalho fez um "auto-golo" de efeitos mais devastadores que as "azelhices" de Sebastian Coates, Gelson Martins, Jéremy Mathieu, Fábio Coentrão, Bas Dost e Fredy Montero...»

 

Cherba, A Tasca do Cherba: «Estava eu a andar feito parvo para trás e para a frente no corredor cá de casa, quando o telefone toca. Não o meu, mas o da CMTV, com o meu presidente, Bruno de Carvalho, a entrar em directo para tentar justificar de forma ridícula um post onde resolveu rasgar alguns jogadores de alto a baixo, dando mais uma lição de como não comunicar e daquilo que um líder deve fazer nestas situações (uma coisa é uma rabecada colectiva, outra é um descontrolo completo e um apontar de dedo individualizado em público). Pior, dizendo-nos que, afinal, depois de ter-nos pedido para não ver estes programas de paineleiros, ele passa o serão a vê-los…»

 

Mestre de Cerimónias, O Artista do Dia: «Se acredita no grupo de trabalho que formou, defenda-o publicamente e critique-o em privado sempre que julgar necessário - ainda que, em primeira instância, deva ser o treinador a fazê-lo. Não é apontando publicamente o dedo a atletas que têm dado tudo semana após semana e mandando bitaites sobre opções que um determinado jogador no momento da finalização que vai ser respeitado pelos seus subordinados. É um princípio básico de gestão de equipas.»

 

Rui Monteiro, A Insustentável Leveza de Liedson: «O Presidente voltou a escrever no Facebook e disse umas coisas em directo para a CMTV. Há qualquer coisa de Pinheiro de Azevedo nestes comportamentos. Mas mesmo o Pinheiro de Azevedo mandava serenar o povo quando só via fumaça.»

 

António Tadeia: «Ter o presidente a criticar publicamente as exibições dos jogadores ou as opções do treinador supera até, em termos institucionais, a afronta que seria ter um jogador ou um treinador a criticar publicamente as aquisições de Shikabala ou Slavchev, de Gauld ou Rosell, ou as intervenções públicas do presidente antes do recente jogo de Braga, quando passou a semana a acicatar o adversário e tornou mais difícil a tarefa dos jogadores em campo.»

 

Grande Artista e Goleador: «Não faz sentido abrir uma guerra contra os jogadores quando, por enquanto, ainda há objectivos a atingir. Na verdade, em nenhum estilo de comunicação isso faz sentido, em momento algum. Pior ainda, se considerarmos a importância dos elementos em questão. Aquilo que Bruno de Carvalho fez é inadmissível. Exigência não implica humilhações públicas. Não é desafiando alguém, apontando o dedo, que se demonstra a tão propalada união de aço. Muito menos quando se está a falar do líder máximo do "grupo". A exigência é para todos e só deve ser avaliada em momento e local próprios.»

 

A importância de ter memória

«Em 2010, com o Carlos Carvalhal, empatámos com o Atlético de Madrid a zero, acabando a jogar com nove jogadores e jogando com dez mais de uma hora. A equipa tinha esta constituição: Patrício, Abel, Tonel, Polga, Grimi, Pedro Mendes, Miguel Veloso, Pereirinha, Moutinho, Izmailov e Liedson. Nessa altura, tínhamos a mania que a culpa era sempre do treinador.»

 

Rui Monteiro, n' A Insustentável Leveza de Liedson

Exercício de autofagia

«É um interessante exercício de autofagia o que o Sporting fez ontem na assembleia iniciada quando era ainda primeiro classificado. Sou jornalista há alguns anos e ainda me surpreende a fantástica capacidade que o Sporting tem de implodir e causar problemas a si próprio, mesmo nos bons momentos. Ter antes da difícil deslocação ao Estoril um presidente que ameaça demitir-se quando tem o clube a lutar por títulos em todas as competições e uma oposição a quem também isto pouco interessa e tenta arranjar problemas onde eles não existem e também por tudo e por nada... Jesus e sus muchachos vão ter mesmo de ser "muita fortes". Como se costuma dizer? Contra tudo e contra todos? Escusava de ser até contra os do próprio clube. Impressionante como não houve ali uma alminha capaz de perceber que não era a melhor altura para isto.»

 

Bernardo Ribeiro, hoje, no Record

Ler os outros

Cherba, A Tasca do Cherba: «Pode resumir-se este miserável empate, frente a uma das mais paupérrimas equipas da nossa liga, a uma questão de ineficácia e de um azar desgraçado a que alguns preferirão chamar “karma”? Poderá a culpa ser, apenas, dos jogadores? Não. De todo. (...) Jorge Jesus fica mal na fotografia, pela péssima leitura do jogo a partir do banco. Reservar a primeira substituição para os 85 minutos, quando Piccini tinha ameaçado rasgar ainda na primeira parte, quando Gelson se agarra à virilha a cada dois piques ou quando Acuña joga claramente em esforço é de uma teimosia incrível e deixa-nos sem perceber por que raio quer o homem tanto jogador se parecem contar sempre os mesmos.» 

 

O Grande Artista e Goleador «Jesus não mexeu, disse que não é obrigado a fazer substituições e eu não sou obrigado a concordar com ele. Claro que os jogadores do Sporting não foram capazes de construir uma vantagem segura e, por isso, têm responsabilidades mas Jesus, que observa o jogo de fora, tem obrigação de fazer uma leitura mais atenta das incidências do jogo, não podendo ficar à espera que as coisas se resolvam por si. Há que deixar urgentemente de ser reactivo para passar a ser proactivo ou ficará apenas na história por ser o treinador do Sporting com pior rácio entre salário e investimento versus títulos.» 

 

Sporting Com Filtro: «Bem sei que nem sempre se deve rematar, mas porra, mais de metade das vezes que passaram para o lado dentro da área podiam ter rematado com algum sucesso. E sem tentarem não marcam porra. Jorge Jesus podia ter feito mais? Sim! Mexer mais cedo, tentar agitar as águas. É nisto que temos falhado por vezes nos últimos anos. Temos de querer ganhar com reais ganas. Metade do jogo mais de metade da equipa estava com aquela atitude descontraída de um resultado já feito. Com uma bola a zero nunca nada está seguro! Por mim tinham todos treino amanhã [hoje] às 9 da manhã em Alvalade com as portas abertas.»

 

Mestre de Cerimónias, O Artista do Dia: «Não é admissível a displicência que se viu no momento de alvejar a baliza. Ocasiões flagrantes para matar o jogo nos últimos 10 minutos foram umas três ou quatro, sendo que a que mais me confusão me fez foi a de Dost - por que razão continua a ter estes ataques de generosidade quando tem boas hipóteses de fazer golo? Não me lembro de essa generosidade alguma vez ter resultado em golo. Espero que todos os jogadores estejam a sentir a azia que eu estou a sentir e que Fábio Coentrão também demonstrou no final. Se estiverem a sentir essa azia, então não há quaisquer motivos para perder a esperança. Mas se encararem isto como apenas mais um dia no escritório, então não estão a fazer aqui nada.»

{ Blog fundado em 2012. }

Siga o blog por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
Error running style: Style code didn't finish running in a timely fashion. Possible causes: