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És a nossa Fé!

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Um texto de Eduardo Dâmaso

«Quando o Sporting lança na primeira equipa Dário Essugo, um jovem de 16 anos acabados de fazer, e outro, o Benfica, aparentemente, mete fichas valiosas na contratação de Diego Costa, um bom avançado mas a caminho de um penoso final de carreira, percebe-se quem tem os pés assentes no chão e quem caminha como se a Covid fosse um aborrecimento passageiro.»

(...)

«O mundo do futebol pós-moderno estará muito mais próximo do que Dário Essugo representa do que da mercantilização febril que existia antes da pandemia e de que a venda de jogadores como Diego Costa, em acelerada saída de cena, é um exemplo. Um é o futuro, outro é o passado.»

 

Publicado no Record de ontem

"Os clubes pequenos terão formação daqui a 10 anos?"

A autoria é de Vasco Samouco, "apareceu primeiro" n' A Tasca do Cherba e é de leitura obrigatória para quem se interessa pelo tema da formação de talentos.

Arrisco dizer que é possível que num futuro próximo o Sporting Clube de Portugal tenha de repensar a oferta formativa de que dispõe: a "interna" e a "comercial". Espero, contudo, que não aconteça qualquer alteração de fundo sem que os sócios tenham consciência do que está a acontecer. É muito fácil dizer que queremos mais Bolas de Ouro. Difícil, difícil, é acertar na escolha das metodologias e artífices que lá nos conduzem. 

Talvez possa não ser tão claro para o amante de futebol em geral (para mim, não era), mas a "simples" visão sobre que tipo de jogador deve integrar uma equipa de elite (talentos) pode ser francamente fracturante. Não é de desporto escolar que falamos, sabem? É de desporto de alta competição, e num clube em que o objectivo é, e deverá ser sempre, a Liga dos Campeões. Há quem queira alcançar 'rendimento'. É o imediato: jogadores "já fechados" e sem muita margem de progressão. E há quem admita 'rendimento' mas que lhes queira ver margem de progressão (aspectos que possam ainda ser melhorados). Se se treinar (privilegiar) a táctica ("rendimento") cria-se oportunidade para alcançar muito rendimento e ganhamos jogos, mas limita-se a formação global do jogador.

Lamentável e vergonhoso

 

«Seria lamentável que o sistema de justiça desportiva, chamemos-lhe assim, viesse a punir o Sporting por uma prática que é reiterada por toda a gente no futebol português há pelo menos quase duas décadas. E que essa punição ignorasse o facto de a inscrição como treinador principal sem ter o IV nível de formação, indispensável para tal reconhecimento profissional, ter sido adoptada com o conhecimento formal e informal de toda a gente - da associação de árbitros aos clubes, da Liga ao Governo.

Transformar esta questão numa querela jurídica, numa altura em que o trabalho de Rúben Amorim, dos jogadores e do clube está a muito pouco de atingir os objectivos de uma época é, no mínimo, vergonhoso. Visa meramente trazer instabilidade ao treinador e aos jogadores quando, na verdade, se trata de uma questão que poderia ser sanável a qualquer tempo, em particular quando não causasse um dano maior do que o vício em causa. De resto, será sempre uma ilicitude gasta pelo tempo decorrido e pelo evidente consentimento generalizado dado aos muitos casos anteriores.»

 

Eduardo Dâmaso, ontem, na sua coluna semanal no Record

Eu subscrevo. Vocês também?

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«A equipa [do Sporting] é boa, tem talento, mas precisa de tempo e espaço de afirmação. E precisa de estabilidade e um ambiente favorável em seu torno. Não é favorita ou candidata a nada, é candidata a fazer uma boa época e ganhar jogo a jogo. Este é, pois, um tempo para se colocar no congelador muitas das divergências que nos separam e para que nos unamos em torno desta equipa do Sporting. Hoje nas vitórias, mas sobretudo nas derrotas que surgirão. Este projecto futebolístico construído em torno de Rúben Amorim e na academia merece o benefício da dúvida. Debates em torno de eleições, destituições, assembleias gerais sem fim devem ser adiados para o final da presente época. Neste momento os nossos inimigos estão claramente fora de portas, pois não faltarão atiradores furtivos para abater esta equipa e atrasar o seu crescimento.»

 

Samuel Almeida (O Jogo, 8 de Novembro)

Uma fronteira entre o bem e o mal

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«O Apito Dourado permanece um calcanhar de Aquiles de Pinto da Costa, do futebol e da Justiça portuguesa.

O despique verbal entre o presidente do FC Porto e Frederico Varandas tem origem nesse processo que, quer se queira, quer não, permanece como uma fronteira entre o bem e o mal no mundo da bola.

(...)

Pinto da Costa pode argumentar com a ausência de condenações, mas ainda muita gente se lembra como tudo aconteceu. Basta evocar duas ou três coisas. Quando a operação policial avançou, Pinto da Costa foi alertado que era melhor ir passar um fim de semana a Espanha. Quando rgressou para se apresentar em tribunal, teve a escolta dos Super Dragões, a sua guarda pretoriana, numa das imagens mais sicilianas que a minha memória pode reter em cenas de crime cá pelo burgo.»

(...)

Não sei se um bandido será sempre um bandido, como disse Frederico Varandas, até porque os manuais por onde estudei Direito Penal defendiam o contrário, ou seja, a famosa ressocialização dos delinquentes. Mas sei que, para formar uma opinião sobre o Apito Dourado, não preciso de ir ouvir a canção do bandido sobre a presunção de inocência ou a falta de condenações. E também não preciso de ir ao futebol, de pertencer ou, tão-só, frequentar o seu mundo, para perceber que Varandas, pessoa que não conheço, trava a luta certa contra uma claque. E que Pinto da Costa (ou Luís Filipe Vieira) nunca teria condições para fazer o mesmo e dar um exemplo de grande dignidade moral.»

 

Eduardo Dâmaso, no Record (30 de Outubro)

Pinto da Costa e Luís Filipe Vieira

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«O presidente do Benfica juntou uma lista de 22 juízes que convidou para ver um jogo da Champions, na maior parte desembargadores nos Tribunais da Relação, à sua defesa no processo judicial Lex. Esta iniciativa de Luís Filipe Vieira procura demonstrar que convidar magistrados para os camarotes do estádio da Luz não é mais do que uma prática corrente.»

 

«Pinto da Costa foi sempre o mais inteligente. Sempre teve a seu lado meia Relação do Porto ou de Guimarães. Sempre utilizou as viagens ao estrangeiro, em competições da Champions ou da antiga Taça dos Campeões Europeus, para comprar cumplicidades selectivas. E teve-as sempre que precisou, nos tribunais, na polícia, na política.»

 

«Vieira fez, afinal, o que é uma evidência no futebol. Os 22 juízes do Benfica têm apenas a força metafórica de simbolizar a enorme atracção do futebol na classe mas, também, a enorme vulnerabilidade que isso gera em profissões que têm a sua matriz na independência e no distanciamento social.»

 

Eduardo Dâmaso, ontem, no Record

2+2=4? As contas do Sporting

Eduardo Hilário chamou no dia de hoje a atenção de todos os Sportinguistas para a necessidade de não nos distrairmos do essencial: a votação das contas do último exercício e a do orçamento para a próxima época. É já no próximo dia 26, os documentos foram disponibilizados online e eu... bom, eu, decidi procurar análises às contas. Servi-me da barra disponível no És a Nossa Fé e que nos liga a difentes espaços blogosféricos, filtrei a pesquisa pelo critério 'primeira quinzena de Setembro' e cheguei aos resultados que partilho infra:

 

A Tasca do Cherba

Dois resultados: 1 e 2.

 

Castigo Máximo

1 resultado

 

Leoninamente

1 resultado

 

Leonino (editado às 15:30 - acrescenta ligações: 2 e análise ao Orçamento 2020/2021)

Resultados: 1, 2.

Análise do Orçamento para 2020/2021

 

Mister do Café

1 resultado

 

O Sangue Leonino

1 resultado

 

Pela leitura que fui fazendo à data e que fiz de ontem para hoje, diria que há uma clara tendência para a relativização do que é um exercício que apresenta um lucro de 12,5 milhoes de euros. Aspecto destacado, de resto, por José Cruz, aqui, no És a Nossa Fé.

Dito de outra forma, não nos distraiamos do essencial e analisemos para além da superfície, o já referido lucro de 12,5 milhões de euros. Diria que existem claros sinais de alarme cujo conhecimento será do interesse de todos os Sportinguistas.

Que votemos Relatórios de Contas e Orçamentos previsionais de forma esclarecida é o meu desejo e, espero, o da larga maioria dos Sportinguistas.

Nota: A moderação dos comentários poderá vir a demorar mais do que é minha prática habitual mas estejam certos de que só serão rejeitados comentários que não obedeçam a elementares regras de saudável convivência. 

Quase como se fosse por ideologia

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«Frederico Varandas já não tem como fugir. O Sporting tomou más decisões e, para as consertar, tomou outras piores que o escorraçaram do pódio, a uns lunares 22 pontos do campeão. Perdeu seis dos sete jogos que fez com as três equipas das quais quer estar próximo e, pelo menos, meia dúzia dos nove reforços contratados foram pouco mais do que inúteis. De fortes hipóteses, os erros potenciais passaram a factos. 

A justificação de que, no último defeso, só pôde escolher entre o mau e o péssimo foi-se esgotando com o andar da época e os sucessivos fracassos nas correcções de curso. As várias opções de alto risco também foram dando razão aos contestatários, uma a uma. Bolasie, Jesé e Fernando não substituíram Bas Dost, nem sequer Raphinha, e o Varandas "Mário Centeno" que vendeu dessa maneira dois titulares acabou a contrastar violentamente com o Varandas "Indiana Jones" que paga (um dia destes) 12 milhões de euros por um treinador. Mesmo que Rúben Amorim funcione, e pode acontecer (como Bolasie e Jesé podiam ter funcionado), continua a ser um indício de que a administração do Sporting não valoriza a sua própria (e natural) inexperiência, porque se continua a rodear de estreantes, em todos os postos, quase como se o fizesse por ideologia.»

 

José Manuel Ribeiro, ontem, n' O Jogo

Eis-me a concordar com um benfiquista

INSENSATA, INJUSTA, ASSIMÉTRICA, POPULISTA

«Esta agora considerada e chamada retoma da época futebolística é insensata, injusta, assimétrica e populista. Insensata, porque vai decorrer com tais restrições que é tudo menos o futebol que sempre existiu: treinos multicondicionados, jogos à porta fechada, restrição de campos seleccionados, riscos de aglomeração fora dos estádios, etc. Clamorosamente injusta, porque a falsa rentrée favorece uns poucos em detrimento de todos os outros. (...) Assimétrica, não em função das questões desportivas, mas do todo poderoso dinheiro, com tomada de decisões diferentes para situações desportivas idênticas. Populista, porque é a cedência à excepção por medida, fortemente impulsionada pela simpatia política de dar "coisas boas" ao povo (...).»

 

CASOS SIMILARES, DECISÕES DIFERENTES

«É incompreensível que os desportos colectivos tenham sido dados como concluídos e o futebol não. Bem sei que parte deles - hóquei, andebol, basquetebol, futsal, voleibol - se realizam em recintos fechados, mas nestes casos também seriam à porta fechada. Alguns, por exemplo, como o voleibol até nem têm contacto físico. E há ainda o râguebi ao ar livre, também suspenso, não se compreendendo como é que para casos similares se decide tão diferentemente.»

 

PROFISSIONAIS DE PRIMEIRA E DE SEGUNDA

«Mas a assimetria não é só com outros desportos associativos. É, igualmente, dentro do omnipresente futebol. A FPF decidiu - e bem - dar por terminadas todas as provas, ou seja, o chamado Campeonato de Portugal (3.º escalão), todos os escalões não seniores e o futebol feminino. Agora a Liga resolve dar por concluído o campeonato da 2.ª divisão (desculpem-me, mas nunca sei dizer as novas designações). Mas porquê? Percebo que haja menos condições logísticas para prevenir contaminações, mas, pelos vistos, a decisão foi tomada de chofre, sem se dar uma cabal e completa justificação. Reconhece-se assim que há profissionais de primeira e de segunda, clubes grandes, pequenos e miseráveis.»

 

BATOTA ANTI-REGULAMENTAR

«Tenho lido que se estão a avaliar os campos elegíveis para este torneio, sendo que uma das hipóteses é apenas a de considerar os estádios do Europeu 2004 (dos oito, quatro - Coimbra, Aveiro, Leiria e Algarve - não têm clubes na 1.ª Divisão...) Ora se assim for, estamos perante uma distorção da prova e das regras regulamentares do campeonato. Uma batota apriorística e anti-regulamentar. Ou seja, o conceito de jogar em casa ou jogar fora estará posto em causa, pelo que não há ligação com as 24 jornadas já realizadas. Assim se desvirtuará a verdade desportiva regulamentar. (...) Que grande confusão e contorcionismo para se concluir um agora nado-morto.»

 

Excertos de um artigo de opinião de António Bagão Félix ontem publicado no jornal A Bola. Os subtítulos são da minha responsabilidade.

Não posso estar mais de acordo

«Frederico Varandas não foi "voluntário à força" para servir, enquanto médico do Exército, na luta contra o coronavírus. Segundo uma investigação da TVI, a cujas conclusões tive acesso e em que faço fé, ele voluntariou-se, mesmo antes de saber que o Exército iria, de qualquer maneira, convocá-lo. E, mesmo depois de convocado, poderia recusar pedindo passagem à reserva. É lastimável que se pretenda fazer passar um gesto de coragem e generosidade por oportunismo - mas sendo este o país da inveja e da maledicência, não me espanta por aí além. Como não me espanta que o dito Movimento Sou Sporting aproveite, não apenas para lançar a insinuação, como ainda para usar a situação como pretexto para pedir a demissão do presidente do Sporting, pela suposta incompatibilidade entre presidir ao clube e estar temporariamente ao serviço do país, numa situação declarada de emergência nacional. Há gente que consegue mesmo ser pequenina até nos piores momentos!»

 

Miguel Sousa Tavares, ontem, no jornal A Bola

O exercício do ódio

«Porque é que as claques do Sporting contestaram Varandas num jogo em que a equipa goleou? Pela mesma razão que adeptos do Wolverhampton e do Standard Liège se envolveram à pancada, imagine-se, no Porto: porque, para uma certa categoria de pessoas, o futebol é sobretudo um pretexto para o exercício do ódio, da vingança e da aversão em geral. No caso das claques leoninas, não lhes chegou ganhar. No de ingleses e belgas, claques ou não, não foi preciso sequer jogar. Nenhum está nisto por causa do futebol. E o futebol só se protegerá deles proibindo uns e rogando às autoridades que condenem os outros.»

 

Joel Neto, n' O Jogo (29 de Novembro)

Coragem contra as claques (2)

1

«Frederico Varandas, honra lhe seja feita, decidiu declarar guerra a este fenómeno [claques] no Sporting. Mas esta é uma guerra que não deve ser só dele nem do Sporting. Este é o momento de quem tem algum poder deixar de assobiar para o lado. Olhar, de preferência com olhos de ver, para um fenómeno preocupante e perceber que é agora... ou depois pode ser demasiado tarde.

Há, também, outra possibilidade. A de serem os adeptos normais a colocarem as claques no seu devido lugar. Como ontem [domingo] à noite aconteceu em Alvalade: quando os cânticos à exaustão repetidos nas últimas semanas se fizeram ouvir, a resposta foi um coro de assobios que quase os abafou.»

Ricardo Quaresma (A Bola, 28 de Outubro)

 

2

«Concordo totalmente [com o presidente do Sporting]. Esta questão das claques do futebol é uma vergonha. E neste momento há que dizer que o presidente do Sporting, Frederico Varandas, teve uma actuação correctíssima, honesta, corajosa, digna. Ele agiu com coragem e agiu com princípios. Foi dizer: vamos pôr ordem nas claques, rescindir protocolos, limitar mordomias, impor regras, acabar com benesses. Muito bem.

Isto até lhe pode custar, de hoje para amanhã, a liderança. Mas ele agiu com coragem, com princípios. Ao contrário de presidentes de outros clubes, que fazem vista grossa.

Este problema não é sobretudo de futebol ou de desporto. É um problema de segurança das pessoas que vão aos estádios e é um problema de autoridade do Estado. Porque as claques são um verdadeiro estado dentro do Estado. Não respeitam nada nem respeitam ninguém.»

Luís Marques Mendes (SIC, 27 de Outubro)

Coragem contra as claques

1

«Basta ver as arruaças que eles montam nas assembleias gerais do clube, onde só pode falar quem eles deixam, para sabermos de que lado está a razão na guerra civil desencadeada entre as claques e a Direcção do Sporting Clube de Portugal.»

«O que importa é saber se os clubes portugueses, e não apenas o Sporting, devem continuar capturados por bandos de arruaceiros ociosos, que, muitas vezes, não são mais do que associações criminosas - organizadas enquanto tal e apoiadas pelos clubes. Trata-se de saber se os estádios, os pavilhões, os clubes e o futebol é deles ou é nosso.»

«É por isso que a decisão da actual Direcção do Sporting de retaliar contra as suas claques é uma decisão corajosa e que poderá fazer história. Se Frederico Varandas e os seus pares perderem esta luta é provável que o Sporting desapareça para sempre como clube unido por uma paixão comum.»

«A Direcção do Sporting não pode estar sozinha e ser abandonada à sua sorte, neste combate que é de todos e onde se joga o futuro de um espectáculo e de toda uma actividade que a maioria deseja que possa ser frequentável por todos.»

Miguel Sousa Tavares (A Bola, 23 de Outubro)

 

2

«O meu elogio vai para Frederico Varandas, como iria igual para os outros presidentes dos outros clubes que tivessem a coragem de fazer o que ele fez. E tem a ver com o corte radical que ele fez com as chamadas claques organizadas. Porque, pelo que me contam, e não é só no Sporting, [elas protagonizam] coisas intoleráveis.»

«Ter a coragem de fazer isto é algo que merece ser elogiado. Não sei se vai conseguir. Dizia-me um sportinguista ferrenho, meu amigo: "A ele não vai bastar apenas uma escolta policial, ele tem que ter muito mais que isso para evitar males maiores." Estamos nisto: a polícia não cumpre o seu dever.»

«[Varandas] é um homem que merece elogios. Ele sabe que, se o Estado não intervier, ele não consegue nada. Porque eles [membros das claques] são uma espécie de estado dentro do Estado.»

José Miguel Júdice (SIC Notícias, 22 de Outubro)

Ler os outros

«Francamente: como pode um treinador ser avaliado sem chegar a dispor de um ponta de lança?  Não sei o que vale Leonel Pontes. Sei que este plantel do Sporting é uma armadilha para qualquer um. Fosse Coates o maior problema. Varandas tem sido o melhor amigo de Bruno de Carvalho.»

 

Joel Neto, ontem, no jornal O Jogo

Penálti de contrafacção

«Todo o trabalho detalhista que o argentino Mauricio Pochettino possa ter efectuado na planificação do jogo ruiu quase antes de a final [da Liga dos Campeões] começar, quando Salah abriu o marcador aos 107 segundos, após um lance em que o esloveno Damir Skomina (que é compadre do presidente da UEFA) confirmou a tendência de os árbitros castigarem cada vez mais a imprudência do que a intenção, algo que me custa a habituar. Depois das demonstrações de sobrevivência frente ao City e ao Ajax, o Tottenham demorou uma eternidade a recuperar do abalo provocado pelo penálti de contrafacção.»

 

Bruno Prata, hoje, no Record

(confirmando, no essencial, o que escrevi aqui logo após a final)

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