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És a nossa Fé!

Ingleses jogam quase sempre em casa

Texto de Francisco Gonçalves

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Assumindo que a Inglaterra chega à final do Europeu – embora eu aposte as fichas todas na Bélgica -, os ingleses irão realizar todos os jogos em casa, com excepção do jogo dos quartos de final, contra a Ucrânia e que será em Roma.

Numa primeira análise, poder-se-ia concluir que em todas as competições deste tipo há, sempre, uma selecção que joga em casa e que, embora evidencie alguma vantagem, não significa, inexoravelmente, o triunfo na competição.

É verdade. Dolorosamente, somos transportados, quase de imediato, para o Europeu de 2004. Contudo, neste Europeu, a vantagem da Inglaterra é muito diferente daquela que resulta dos pretéritos Europeus.

Enquanto que antes as selecções forasteiras só tinham de deslocar-se dentro do país anfitrião e, por norma, até mantinham os seus quartéis-generais durante toda a competição, neste Europeu algumas selecções andaram numa azáfama inusitada, com viagens para trás e para a frente, o que, obviamente, representa um cansaço acrescido.

Só para exemplificar o que precede, gostaria de referir que a Bélgica, só na fase de grupos, efectuou 9.157 km, enquanto a Inglaterra efectuou as idas ao supermercado.

 

Texto do leitor Francisco Gonçalves, publicado originalmente aqui.

Hoje somos os favoritos que falharam

Texto de Francisco Gonçalves

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Renato Sanches e De Bruyne no Bélgica-Portugal de 27 de Junho

 

A base da selecção [portuguesa no Mundial de 1966] era a de uma equipa com cinco finais da Taça dos Campeões Europeus em oito anos e que, de facto, teve um brilhante comportamento em Inglaterra, [mas] falhou, estrondosamente, o apuramento para o Munudial de 62, para o Europeu de 64 e para o Europeu de 68.

 

Entretanto, ficámos em 4.º lugar no Mundial de 2008; fomos semi-finalistas, em 2000 e em 2012; vice-campeões europeus, em 2004; campeões europeus, em 2016; e vencemos a Liga das Nações em 2019.

Sem prejuízo do mérito que a nossa selecção revelou, o Mundial de 1966 foi visto, quase, como um milagre. Uma superação que só acontece(u) de vez em quando.

Hoje, Portugal frequenta os lugares das melhores selecções do mundo, com uma naturalidade que, naquele tempo, era uma miragem.

 

Naquele tempo, éramos os coitados que se transcenderam.

Hoje, somos os favoritos que falharam.

 

Texto do leitor Francisco Gonçalves, publicado originalmente aqui.

Tantos jogadores em má forma física

Texto de Miguel

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Qualquer equipa pode perder com a Bélgica, a propósito disso nada a dizer.

O único remoque que faria ao engenheiro seria a propósito de uma certa falta de imaginação: não haveria maneira de alargar o jogo, conseguir fazer chegar à linha de fundo mais amiúde de modo a que os avançados recebessem a bola de frente para a baliza para, no mínimo, obter mais cantos

Juntar o Nuno Mendes e o Raphaël Guerreiro à esquerda, avançar o Dalot (bela estreia) no apoio ao Bernardo Silva ou outro, guardando uma linha de três defesas que ontem [anteontem] aliás fez um excelente final de jogo?

Bem, isto vale o que vale, é muito fácil mandar bitaites de fora.

 

De qualquer modo, com tantos dos jogadores principais em má condição física é muito difícil fazer valer o argumento de que esta equipa sendo tão forte devia fazer muito melhor do que fez.

A conclusão não segue da premissa. Ou alguém imagina a França a jogar pelo título com o Griezmann, o Kanté, o Pogba e o Mbappé sentados no banco e com os jogadores do Lille em campo?

 

Texto do leitor Miguel, publicado originalmente aqui.

Porque não joga quem está melhor?

Texto de João Rafael

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Fernando Santos levou-nos a uma conquista inédita em 2016, com um conjunto de jogadores muito inferior, em qualidade, quando comparado com o actual. Tivemos a sorte que não tivemos em 2000 e 2004; os deuses da bola já estavam em dívida para connosco. O que não lhe dá crédito infinito.

O Mundial de 2018 foi péssimo (para um campeão europeu) e o apuramento para este Euro também não foi espectacular: ficámos em segundo, atrás da Ucrânia, e isso colocou-nos na rota de Alemanha e França. Mas, muito honestamente, há coisas que não compreendo: porque não jogam os jogadores em melhor forma?

Bernardo, aos 15 minutos, estava cansado; William e Danilo parecem dois velhinhos de 80 anos; Bruno Fernandes, que comanda uma das melhores equipas do mundo, com números astronómicos, anda sempre perdido em campo porque é utilizado fora de posição.

 

O problema não está em perder com a Alemanha.

É alguma vergonha? Não, não é.

A questão tem a ver com a maneira como se perde, denotando, aqui e ali, falta de de organização e, sobretudo, de adaptação às vicissitudes do jogo.

Os quatro golos dos alemães foram praticamente iguais! Qual a razão para isto não ser corrigido logo após o primeiro golo, recuando Danilo para central e juntando Bruno Fernandes a William?

Temos dos jogadores que melhor tratam a bola, a nível mundial, e o nosso sistema de jogo passa por... não ter bola! Como se não bastasse, os dois médio-centros são pouco agressivos na recuperação da mesma. Nesta circunstância, Palhinha e Renato faziam um serviço muito melhor!

Bruno nas costas de CR7 para visar a baliza, como tanto gosta.

 

Mas concordo que há portugueses que gostam de torcer a faca e provavelmente até cantarão "A Marselhesa" na quarta-feira... 

 

Texto do leitor João Rafael, publicado originalmente aqui.

Vamos com tudo, Portugal

Texto de Francisco Gonçalves

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Hoje [sábado], logo aos 4 minutos, quando o VAR anulou (bem) o golo ao lateral esquerdo alemão, Robin Gosens, dei por mim a pensar que iria assistir a uma Alemanha a jogar à Rúben Amorim contra um Portugal a jogar à Jorge Jesus. E comecei a temer o pior.

O sistema 3-4-3 alemão, com Joshua Kimmich a fazer de Pedro Porro e Robin Gosens a fazer de Nuno Mendes, recomendava que, da parte da selecção portuguesa, houvesse disponibilidade física e mental dos seus alas (Bernardo Silva e Diogo Jota) para contrariar as auto-estradas que aqueles dois jogadores alemães encontravam, nas suas consecutivas investidas ofensivas. Quem pagou as favas foram os laterais portugueses (Nélson Semedo e Raphael Guerreiro).

O sistema táctico da selecção portuguesa revelou grandes fragilidades que, porventura, já terão acontecido noutros jogos, só que ontem [domingo] quem estava do outro lado era uma selecção que, sem sombra de dúvidas, é das mais fortes da Europa, quiçá do mundo, e com um sistema táctico que toda a gente conhece, mas que poucos conseguem contrariar.

Já na nossa Liga era assim, nos jogos do Sporting Clube de Portugal.

 

Não é o momento de criticar o treinador, nem tão-pouco o empenhamento dos jogadores. Eles, tanto ou mais do que nós, desejam ir o mais longe possível na competição.

Contudo, vale a pena dizer que existem alguns jogadores em manifesto sub-rendimento e que existem outros, no grupo, em quem se deveria apostar, no sentido de tentar não deitar tudo a perder, no próximo jogo, contra a poderosíssima França.

Não é honesto atribuir as culpas todas a Nélson Semedo, nos lances de golo dos alemães. Bernardo Silva e mesmo Diogo Jota não estão vocacionados para grandes tarefas defensivas e, quando o fazem, trazem à evidência as suas debilidades no cumprimento dessas tarefas.

Todos acreditamos que Fernando Santos estudou previamente o adversário, portanto tinha obrigação de saber que todos os fundamentos da estrutura ofensiva dos alemães passavam por aquele quinteto atacante e o desenho da manobra era sempre o mesmo. Torna-se estranho que, mesmo tendo sidos estudados previamente, os alemães tenham conseguido marcar cinco golos (um deles foi muito bem anulado, mas apenas por centimetros) que são fotocópias uns dos outros.

 

Dos onze portugueses titulares contra a Alemanha, meia equipa manifestou níveis físicos deploráveis: Nélson Semedo, Raphael Guerreiro, Danilo Pereira, William Carvalho, Bruno Fernandes e Bernardo Silva. Se mesmo com frescura física nunca seria fácil ganhar à Alemanha, com tanta falta dela tornou-se impossível.

Nada está perdido. Mesmo que tenhamos de ser apurados na condição de um dos melhores quatro terceiros, não vem mal nenhum ao mundo. Em 2016, também foi assim e fomos campeões da Europa.

Independentemente de jogarmos, sempre para ganhar, a verdade é que, na próxima quarta-feira, quando entrarmos em campo, já saberemos se o empate serve para ficarmos apurados, ou não, dado que todos os outros jogos já terminaram, com excepção do Alemanha-Hungria. Diga-se que, se a Alemanha vencer o seu jogo, até a derrota pode não ser impeditiva dos oitavos-de-final.

Oxalá os dias que nos separam do próximo jogo sejam suficientes para que o nosso treinador fique convencido de que existem alterações que se impõem no onze inicial.

Jogue quem jogar, a selecção é de todos nós. Devemos ser solidários na vitória e na derrota e acreditar que todos os que compõem a comitiva portuguesa no Europeu querem e crêem que podem dar uma alegria a todos os portugueses.

Vamos com tudo, Portugal.

 

Texto do leitor Francisco Gonçalves, publicado originalmente aqui.

Que reforços para a próxima época?

Texto de Filipe Antunes

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Lateral direito

Continuo a não ser o maior apreciador de Ricardo Esgaio, embora lhe reconheça qualidade e uma entrega enorme. De facto ele parece ser o jogador que melhor assenta neste esquema, além disso não necessitava de adaptação. O problema no negócio Esgaio chama-se António Salvador que adora alimentar novelas na comunicação social sempre que negoceia com o Sporting para dar aquele ar de Negociador Implacável.

Caso não se chegue a acordo, uma alternativa válida poderia ser o Reggie Cannon: das poucas vezes que vi, pareceu-me ter um potencial interessante.

 

Lateral esquerdo

Em primeiro lugar, deveria-se fixar definitivamente Matheus Reis nesta posição: é aqui que ele rende, foi aqui que ele deu nas vistas no Rio Ave e é um desperdício colocá-lo como central esquerdo.

Com a saída de Nuno Mendes, Rúben Vinagre parece ser a opção prioritária: boa estampa física, muito rápido e já com experiência internacional. Num plano pessoal, também gostei da época do Ricardo Mangas.

 

Trinco

Importantíssimo, segurar Palhinha dê por onde der. É um jogador fulcral e dificilmente arranjaremos uma opção igualmente válida para jogar neste sistema, por isso é renovar com ele o mais depressa possível de forma a que continue connosco, pelo menos, mais um ano.

O que faltará para a próxima época é um jogador capaz de render a guarda quando Palhinha estiver desgastado e penso que esta opção teria de vir do mercado externo.

 

Avançado

Os jornais falavam que uma das possíveis compras do Sporting seria um avançado móvel. Não sei se é verdade ou não. Se for, acho que é desnecessário porque temos TT e Pedro Marques, que também responde bem quando lançado em profundidade.

O que nos faz falta é um avançado de área, não tanto como Bas Dost, mas mais como Slimani. Um daqueles avançados com peso na área, que jogue mais fixo e menos nos apoios, com bom jogo aéreo, que desgaste os centrais adversários e que vá lá para a "molhada" quando temos de ir atrás de um resultado.

 

Texto do leitor Filipe Antunes, publicado originalmente aqui.

Tão longe quanto possível

Texto de Salgas

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Passados largos meses cá estamos, nós campeões nacionais e mais uma taça no bolso, com bilhete para a fase de grupos da Champions League e lugar reservado para disputar o primeiro troféu da época: a Supertaça! Já Jorge Jesus pouco mais tem para mostrar além do extenso rol de desculpas que vem entregando desde a tragédia grega com que iniciou o ano. Quem acabou arrasado foram os adeptos do clube, que o viram ficar a zeros no ano do maior investimento de sempre do futebol luso.

Abençoado Rúben: permitirás a Jesus pregar longe de Alvalade, tão longe quanto possível, para que os adeptos do Sporting possam continuar a sonhar em ver o seu clube tão grande como os maiores da Europa!

A julgar pela qualidade dos meninos lançados esta época no plantel principal, haverá matéria-prima para competirmos com os melhores. Se perdermos os melhores, há promessa de que entram muitos milhões nos cofres leoninos, que assegurem a sustentabilidade deste projecto de Frederico Varandas.

 

Texto do leitor Salgas, publicado originalmente aqui.

Doa a quem doer, custe a quem custar

Texto de Francisco Gonçalves

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Do que gostei mais, no jogo de Vila de Conde, foi daquela lagrimazinha matreira e atrevida, no canto do olho do Rúben Amorim.

Aquela pequena porção de líquido lacrimejante é toda uma época que passa pela mente do treinador.

Desde a apreensão, e até desdém, de alguns adeptos, na sua contratação, até aos castigos, em catadupa, que vão sendo anunciados pelo Conselho de Disciplina.

Desde a eliminação da Liga Europa até ao penálti e à expulsão revertidos, em Alvalade, contra o FC Porto.

Desde as vitórias épicas, no ocaso dos jogos, até à forma como a equipa se ergueu, depois da eliminação na Taça de Portugal.

Desde os empates inusitados, até à resposta aos sempiternos cépticos.

Desde a comoção de ver aquela juventude irrequieta e irreverente até ao título que ainda não é nosso mas que vai ocupando o seu espaço, na sua mente.

O treinador do Sporting, Rúben Amorim, foi o autor do slogan – "onde vai um, vão todos" - que representa, promove e identifica o Sporting Clube de Portugal. Ontem [anteontem] aquela lagrimazinha foi a transformação, em imagem, da certeza de que onde vai um vão todos, doa a quem doer, custe a quem custar.

 

Texto do leitor Francisco Gonçalves, publicado originalmente aqui.

De pedra e cal - Talismãs (3)

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A equipa de hoje, trará boas memórias a maior número de Sportinguistas já que jogou em data mais recente. 

Da esquerda para a direita, a começar pela fila superior: 

Damas*, Inácio, Laranjeira**

J. Mendes, da Costa, Fraguito***Marinho ****

Nélson, Baltazar,***** Manuel Fernandes, Chico ******

Que as boas memórias evocadas possam contribuir para alegrar o dia de hoje, até à hora do jogo, e ajudar a acreditar que os três pontos serão nossos.

 

A imagem dos cromos foi gentilmente cedida por Manuel Parreira, a quem muito agradeço.

 

Edição às 21:17: inclusão do nome de Inácio

*Vídeo publicado a 13 de Setembro de 2015 no canal Youtube do Sporting Clube de Portugal.

**Vídeo publicado a 28 de Setembro de 2015 no canal Youtube do Sporting Clube de Portugal.

***Vídeo publicado a 8 de Setembro de 2015 no canal Youtube do Sporting Clube de Portugal.

****Vídeo publicado a 30 de Setembro de 2015 no canal Youtube do Sporting Clube de Portugal.

*****Vídeo publicado a 10 de Outubro de 2015 no canal Youtube do Sporting Clube de Portugal.

******Vídeo publicado a 9 de Maio de 2016 no canal Youtube do Sporting Memória.

Pedro Gonçalves é a antítese de João Mário

Texto de Jô

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Tenho para mim que o Pedro Gonçalves é a antítese do João Mário.

O João Mário dá-se ao jogo como poucos, está sempre com a bola nos pés, mas erra muito na definição e, talvez por ter percepção disso mesmo, acaba quase sempre por jogar pelo seguro, sendo muito raro ver um passe de ruptura ou um remate.

O Pedro Gonçalves aparece pouco em jogo e passa largos períodos sem sequer tocar na bola, mas quando a bola lhe chega aos pés, sai quase sempre magia: ainda no último jogo, isolou o Paulinho com um passe de génio.

Um sabe segurar a bola, o outro sabe soltá-la com mestria.

Enfim, dois grandes jogadores, com características bem diferentes. Como não há jogadores perfeitos, uma equipa faz-se disto mesmo: jogadores que se complementam e que dão coisas diferentes ao jogo.

E este Sporting tem sabido aproveitar bem o que cada um tem de melhor.

Se há quem não goste do Pedro Gonçalves, paciência. Gostamos nós e isso é que interessa.

 

Texto do leitor Jô, publicado originalmente aqui.

De pedra e cal - Galeria da(s) Glória(s)

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Imagem gentilmente cedida por Manuel Parreira (identificação dos jogadores, a cargo do próprio na caixa de comentários)

 

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Emílio Peixe

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Amunike

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Infelizmente, esta fotografia (cromo n.° 43) integra um lote de três fotografias legendado de forma genérica. Não me é, por isso, possível identificar correctamente os futebolistas. Não tenho os outros dois cromos mas não quis perder a oportunidade de aqui deixar este apontamento. Se houver quem possa ajudar na identificação dos mesmos, agradeço.

A legenda que figura na caderneta de 1906-1995:

«Mais três equipas de futebol que deram grandes glórias ao Sporting. Recordem-se futebolistas como: Carlos Gomes, Passos Caldeira, Martins, Fernando Mendes, Osvaldinho, Pérides, Galaz, Dilson, Vadinho, David Julius, Mário Jorge, Jordão, Morato, Zezinho, Gabriel, Damas, Romeu, Sousa e Manuel Fernandes.»

Esperaria, contudo, que Vadinho fosse o terceiro a contar da esquerda, na fila inferior. E Galaz, o primeiro a contar da esquerda, na fila superior. Osvaldinho, o quarto a contar da esquerda na fila superior?

De pedra e cal - Talismãs (2.1, por Manuel Parreira)

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Álvaro Cardoso, Azevedo, Manuel Marques, Canário, Barroso, Veríssimo, Sidónio, António Marques, Jesus Correia, Peyroteo, Albano.

Dispensam apresentações. Os jogadores e o caríssimo Sportinguista Manuel Parreira, açoreano e residente na Califórnia, que generosamente partilhou esta verdadeira relíquia.

Que logo à noite, na próxima batalha, a memória colectiva dos êxitos destes jogadores nos ajude a acreditar que os três pontos serão nossos.

Muito obrigada, caro Manuel Parreira!

P.S. Tenho metade desta mesma equipa representada na caderneta de 1995. Que pena que seja só metade.  Mal se daria pela diferença de décadas entre cromos. 

Vamos pontuar mais que em 2000 e 2002

Texto de Leão 79

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Quero deixar aqui alguns dados estatísticos para animar os Sportiguistas e verem porque continuo a acreditar no título.

Nos últimos dois títulos que ganhámos (também com 34 jogos), em 1999/2000, fizemos 77 e o segundo classificado 73, portanto mais 4; depois, em 2001-2002, fizemos 75 e o segundo classificado 70, portanto mais 5. 

(...)

Neste momento, e caso tanto Porto como Benfica ganhem os seus jogos nesta jornada, o máximo que cada um alcançará será:

Porto, 84 pontos;

Benfica, 78 pontos.

O Sporting poderá chegar aos 88.

Isto quer dizer que de certeza ultrapassaremos essas duas últimas classificações em que fomos campeões.

Portanto os 86 de 2016 que o Jorge Jesus fez - e que não chegaram para sermos campeões - desta vez, com Amorim, chegarão. Sendo assim, teremos de ganhar cinco jogos e empatar um (que penso será o da Luz) e nem precisamos nos preocupar com o resultado do Benfica-FC Porto.

Outro dado estatistico: faltam 9 pontos para assegurarmos a Champions directa.

FORÇA SPORTING, ESTOU CONTIGO!

 

Texto do leitor Leão 79, publicado originalmente aqui.

Vamos transmitir confiança aos jogadores

Texto de Ulisses Oliveira

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Bastou um pequeno percalço para muitos adeptos se esquecerem rapidamente da temporada brilhante que conseguimos até aqui, e de que o caminho faz-se caminhando, umas vezes mais depressa, outras mais devagar, mas sempre a caminhar. Não é possível a uma equipa estar sempre no topo de forma. Aqui ou ali vão aparecer dificuldades, sejam elas "plantadas", sejam fruto da competitividade dos adversários. Mas a verdade é que se no início da época perguntassem a qualquer sportinguista se aceitaria estar nesta altura com 6 pontos de avanço do segundo classificado, de certeza que a grande maioria comprava, de olhos fechados. Portanto, temos de nos orgulhar do que conseguimos até aqui.

É normal que a equipa nesta fase acuse um pouco mais a responsabilidade. É normal vermos menos alegria nos jogadores e sentirmos que as coisas acontecem mais em esforço, menos fluidas. Como digo, é normal. Estranho seria se tal não acontecesse. Já nem falo nos miúdos do plantel. Mesmo aos graúdos falta-lhes experiência a este nível: Adán foi quase sempre suplente nas grandes equipas por onde passou; Coates, desde que está no Sporting nunca foi campeão; Feddal, que eu saiba, também não tem hábito de lutar por títulos; João Mário e Palhinha, idem, tal como o Paulinho, e outros.

A própria equipa técnica, também ela é inexperiente a este nível. Mesmo os adeptos, também não estão nestas andanças há muitos anos, alguns nem sequer viram o Sporting campeão. Portanto, é normal que o sorriso que os jogadores espelhavam até metade da época tenha sido parcialmente substituído por um tom mais sério, próprio da responsabilidade de quem está perante um feito que a acontecer, ficará para a história. Não se confunda com falta de determinação.

Cabe-nos a todos nós, sportinguistas, passar aos jogadores toda a confiança possível. Sabemos que o caminho está carregado de armadilhas e que as regras não são as mesmas para todos, e sabemos que há um esforço conjugado para nos tirar confiança e determinação... mas se fizermos dessa "concorrência desleal" a nossa força e se verdadeiramente onde for um forem todos, nada parará a equipa.

Trabalhei com alguém que em tempos pediu paixão e foco a toda a equipa que trabalhava com ele. Sábias palavras. Especialmente agora, chegados às grandes decisões, há que cerrar fileiras. Todos juntos, com paixão e com foco, vamos conseguir.

 

Texto do leitor Ulisses Oliveira, publicado originalmente aqui.

Amorim falhou nas opções que fez

Texto de Luís Barros

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Aqui está um dos fulcrais destes dois resultados menos positivos: deixamos de jogar pelas alas. Quando temos um ponta de lança, deixamos de "fazer" jogo para a área.

Ontem [anteontem] vi um defesa/ala esquerdo com 18 anos a jogar sozinho contra três adversários e mesmo assim sem comprometer. Vi igualmente um defesa/ala direito, sozinho, sem chama e descoordenado, que depois de ser chamado à seleção desaprendeu de jogar e que comprometeu. Foi a segunda vez em dois jogos seguidos que sofremos golos a partir do lado direito.

Vi também um João Mário a jogar naquele estilo muito peculiar de não se querer gastar muito nem sujar os calções.

Por último, vi uma defesa completamente perdida a sofrer um golo de forma indesculpável.

 

Já afirmei mais do que uma vez: neste momento o Sporting não tem ninguém além de Plata que faça a diferença no um-para-um e para desbloquear jogos precisam-se de artistas. Jovane, mais uma vez, não aproveitou para fazer a diferença e mostra que o caminho em Alvalade já não deve ser muito mais longo.

Continuo a não perceber o súbito desaparecimento de Matheus Nunes, um dos poucos que seguram e transportam a bola em condições.

Pedro Gonçalves, com uma das melhores exibições dos últimos tempos, jogando solto sem ficar amarrado a uma posição no terreno, fez-me lembrar um pouco o Adrien mas com mais golo.

 

Concluíndo. Amorim falhou pela segunda vez nas opções que fez e demonstrou algum nervosismo durante quase todo o jogo.

Se é verdade que ainda estamos à frente por seis pontos, também é verdade que vejo os principais adversários a jogar com mais atitude e contando ainda com mais soluções no banco.

 

Nota final. Pela primeira vez não gostei do discurso de Amorim. A ideia de que o Sporting já "ganhou" o campeonato com a valorização de alguns jogadores e, se o perder efectivamente, é o treinador que o perde, não me parece a política mais correcta. Na prática nada está ganho: o Sporting e seus jogadores só ganham se forem campeões e chegarem à liga milionária.

 

Texto do leitor Luís Barros, publicado originalmente aqui.

Com VAR, o árbitro deixou de ser juiz

Texto de João Gil

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O problema é que pela interpretação literal da lei (11) do fora de jogo até 1 milímetro (do mesmo modo, um milionésimo de milímetro...) constitui infracção passível de anulação da jogada. Portanto, em termos materiais estará provavelmente correcto anular a jogada e o golo.

A lei exclui apenas mãos e braços para efectuar o julgamento da situação de offside. Contam para a medição de um fora de jogo todas as partes de corpo, cabeça (incluindo cabelo....) e pés (la está, um tipo que calce 44 tem vantagem sobre um que calce 41), mas isto, com a introdução do VAR, introduz um aspecto que não existia antes, que é o da percepção da jogada pelo árbitro e a de considerar se 2 centímetros (estando ainda por cima o jogador de costas para a baliza) constituem vantagem “de facto” do atacante sobre o penúltimo defesa, numa circunstância de golo igual à verificada no golo anulado a Pedro Gonçalves.

Desde que se alterou a lei do fora de jogo, para que um jogador considerado “em linha” não fosse julgado em offside, nunca mais houve descanso com as situações de fora de jogo. É um caso de uma alteração à lei que não parece ter trazido qualquer benefício para o jogo. Aportar maior rigor à definição do que é ou não é uma situação de vantagem falta à clarificação da lei e de como a mesma deve ser interpretada. Se calhar terá de ser a ciência, a bio-mecânica, qualquer coisa por aí - e não exclusivamente ex-árbitros que nunca jogaram à bola e são só versados no sopro do apito - a trazer essa revisão do conceito de vantagem (física) na situação de fora de jogo.

 

Depois ainda sobra a questão do frame e da tecnologia. Num jogo Moreirense-Sporting em que as câmaras que servem o VAR sejam menos sofisticadas do que as de um Porto-Santa Clara ou um Benfica-Maritimo, os julgamentos das jogadas críticas podem prejudicar os intervenientes do primeiro jogo em benefício dos outros dois.

Tudo conta, portanto.

Enquanto as condições não forem iguais para todos e a jurisprudência não for uniformemente aplicada, vamos continuar a ter estes episódios que podem definir campeões e descidas de divisão. Nesse aspecto, era muito mais justo quando a decisão pertencia exclusivamente ao árbitro, com toda a margem de erro do mundo, e não havia interferência de um colégio de outros árbitros e assistentes de árbitros que influenciam objectivamente o destino dos jogos, apesar de toda a lengalenga do protocolo do VAR.

 

A intervenção do VAR é, por si só, uma fortíssima condicionante psicológica à decisão última do árbitro de campo. Na realidade, o árbitro de campo deixou de ser o juiz. Com o VAR e o AVAR o jogo passou a ser dirigido por um colectivo de juizes que se influenciam reciprocamente na tomada de decisão. Esta mudança é tão ou mais estrutural do que a simples alteração de uma lei do jogo.

Eu teria ficado muito mais conformado se o golo de “Pote” tivesse sido simplesmente anulado pelo fiscal de linha por ter, na sua análise instantânea do que se passou em campo, percepcionado uma vantagem do jogador do Sporting naquele lance. A decisão não foi do árbitro, foi da máquina (e do tipo que operava a máquina) que disse ao árbitro: anula o golo, que o tipo tinha uma vantagem de 2 cm sobre o defesa.

E o árbitro anulou.

 

Temos de marcar mais golos do que o adversário no próximo jogo. Ou como quem não tem Taremi, tem de caçar com Paulinho, TT, Pedro Gonçalves e companhia..

Viva o Sporting e vamos lá ao próximo que até os comemos.

 

Texto do leitor João Gil, publicado originalmente aqui.

Tudo isto é uma palhaçada

Texto de AHR

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Se a margem de erro fosse 10cm, uma medição de 12cm não seria questionável. Teria que ser validada como fora-de-jogo.

Senão vejamos: os limites seriam 12cm - 10cm = 2cm (está em fora-de-jogo) e 12cm+10cm=22cm (está em fora-de-jogo). Ou seja, uma medição de 12cm daria sempre fora de jogo de acordo com a margem de erro do equipamento. Não há dúvidas. É assim que funciona.

Pôr em causa a decisão seria pôr em causa a margem de erro do equipamento e isso seria outra discussão. Ao contrário, se a medição fosse de 8cm, por exemplo, para a mesma margem de erro de 10cm, ter-se-ia: 8cm - 10cm = -2cm (não está em fora-de-jogo) e 8cm + 10cm = 18cm (está em fora-de-jogo). Como se vê, neste caso, haveria a possibilidade de não estar em fora-de-jogo, de acordo com a margem de erro, e portanto o fora-de-jogo não poderia ser validado com uma medição de 8cm para uma margem de erro de 10cm.

 

Já aqui escrevi aqui que bastaria ser divulgada a margem de erro admissível das linhas do VAR para se acabar com todas as suspeições.

Enquanto isso não acontecer, irão ainda aparecer foras-de-jogo de 1cm, 0,5cm e, quem sabe, de 1mm. Tudo é possível enquanto não sair cá para fora a margem de erro das medições.

Efectivamente, tudo isto é uma palhaçada. Não vale a pena estar a comentar que um fora-de-jogo de 10, 5, 2, ou 1cm é ridículo sem antes se saber qual a precisão do equipamento. Até pode acontecer que a precisão do equipamento seja de 1cm (o que duvido) e, assim sendo, uma medição de 2cm teria que ser validada. É assim que funciona.

 

Fico incrédulo como até agora fui o único a reclamar a divulgação da margem de erro do equipamento! Coisa tão simples e tão básica.

 

Texto do leitor AHR, publicado originalmente aqui.

Motivados para vencer o campeonato

Texto de Maria Inês

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Se por um simples e natural empate começássemos a ver fantasmas por todo o lado isso seria meio caminho andado para a debacle total. Se Feddal não tem falhado o corte, e o jogador do Moreirense não tem feito o remate da sua vida, agora não estávamos aqui a carpir metade destas mágoas.

O que tivemos ontem [anteontem] de infelicidade, já tivemos a triplicar de felicidade ao longo da época. Não demos razões aos nossos adversários para virem aqui minimizar ou tentar ofuscar a nossa brilhante prestação neste campeonato. Até porque eles também ainda irão perder alguns pontos "tontos" até ao final.

Felizmente o nosso treinador tem a cabecinha no lugar e sabe onde deve ter o foco: no Famalicão. Já não é a primeira vez que empatamos neste tipo de jogos e provavemente não será a última. Pelo meio até perdemos na Madeira para a Taça e felizmente nada disso nos abalou.

Estou convencida que mais uma vez assim será. Que venham a seguir três vitórias por 1/2 a zero e aí vamos nós para Braga motivados para resolver o campeonato.

 

Texto da leitora Maria Inês, publicado originalmente aqui.

João Mário merece regressar à selecção

Texto de Ângelo

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Gonçalo Inácio podia ter uma oportunidade [para integrar a selecção], os nossos centrais têm muita experiência, mas a idade não perdoa. O Gonçalo poderia dar-nos mais velocidade lá atrás, além de ser um central que sabe passar a bola e construir jogadas. Mas compreendo que o seleccionador o possa achar ainda demasiado verde para convocá-lo já, em detrimento de outros com mais estatuto.

 

João Mário seria uma opção mais que válida. Já nos ajudou a ganhar o Euro, acho que merecia regressar à selecção.

 

De resto, para já, acho que mais ninguém [do Sporting] se adequa [além de Palhinha e Nuno Mendes].

Antunes, mesmo quando jogava mais regularmente, nunca me convenceu.

Jovane não sei se optou pela selecção portuguesa ou caboverdiana. Mas tem tido pouco jogo e a concorrência é de peso.

Tiago Tomás ainda está um pouco verde, mas para jogar com selecções mais fortes, que podem abrir mais espaços, poderia ser mais-valia. Mas André Silva tem estado a marcar muitos golos na Alemanha, senão era ele que tirava para entrar TT.

Nuno Santos tem perdido um pouco de gás, não tem sido tão decisivo ultimamente, agora que as equipas fecham-se mais quando jogam contra o Sporting. Mas a sua velocidade e garra poderiam ser úteis, mais úteis que João Félix... Mas não deve ter hipóteses para já.

 

Depois temos Pedro Gonçalves. Em boa forma mereceria ser chamado à selecção principal. Pelo menos era mais um criativo com instinto goleador, o que às vezes faz falta nestes jogos.

 

Daniel Bragança irá ter uma oportunidade, quando Rúben Amorim lhe confiar a titularidade. Até lá, não faz sentido Fernando Santos chamar alguém que nem é titular no clube onde joga. Mas ajudaria a selecção a acelerar o jogo, quando começa a "pastelar" contra as selecções mais fechadas.

 

Texto do leitor Ângelo, publicado originalmente aqui.

A maior razia do Sporting veio com Jesus

Texto de RASR

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Tenho a pretensão de que a culpa é de parte a parte.

 

Por um lado, temos o jogador. Forma-se no clube e tem uma ligação muitas vezes de mais de dez anos. Entraram enquanto putos e viveram o clube de uma forma que nós não conseguimos, por dentro. Eles sabem o que correram pela glória do clube nos seus determinados escalões.

É óbvio que os seus pais, muitos deles vindos de situações sociais e económicas totalmente complexas, assim como os seus agentes, com a ganância de contratos luxuosos que vêem em cada puto um novo Ronaldo de contratos bilionários, ficam todos na expectativa que este atinja a idade do contrato profissional, para assumirem o plantel principal e as primeiras boas coroas.

Quando começam a ser preteridos por outros jogadores que vêm de fora, começam a estudar formas de dar a volta à situação, através de vendas antecipadas pelos valores irrisórios que temos vindo a assistir. Eles, os "putos", pouco melhor sabem, confiando naqueles que os representam nas mesas de negociações.

É fácil falar de fora, que deviam ficar, dar o murro na mesa. Muitos têm pouco mais de 18 anos quando começam a ver o primeiro contrato com seis algarismos e mal sabem ainda pensar por si próprios...

 

Por outro lado, temos os treinadores.

Poucos são Rúben Amorim, Alex Ferguson ou Paulo Bento. São, aliás, uma raridade, os treinadores-formadores! Desta forma, para clubes formadores, como são a maioria dos portugueses, são precisos os treinadores certos para potenciar jovens.

A maior razia do Sporting veio com a contratação milionária de Jorge Jesus, consequentemente tapando a porta, à formação, da via de acesso ao plantel principal e à capacidade de valorização a curto prazo que sempre lhes cantaram ao ouvido durante anos e anos...

Assim, a porta de saída é o caminho mais rápido e, talvez, o mais fácil.

 

Por último, os presidentes.

Estes querem dos seus jovens o máximo rendimento possível com a sua venda. Tudo bem, nada contra. Porém, devemos ter a capacidade de perceber o ponto em que o clube se encontra, no mercado.

O Sporting tem passado por uma das suas maiores travessias do deserto. Quando algum clube estrangeiro negoceia connosco, é normal que pense que com meia dúzia de tostões nos conseguem levar todos os possíveis craques. Está lá o presidente para defender os interesses do clube, neste sentido. Não podemos é, também, deixar que um presidente perca o fio à meada e não consiga perceber o real momento da instituição.

Manter-se intransigente em exigir cláusulas de rescisão por jogadores que já estão a atingir o pico da sua performance é desmedido. Colocar cláusulas de rescisão absurdamente elevadas em jogadores que são bons mas apenas isso é perigoso, porque coloca a possível mobilidade profissional daquela pessoa em risco.

Tem igualmente de haver alguma transigência nas negociações e não emprenhar pelos ouvidos de quanto este jogador vale aos olhos dos adeptos (verdadeiros apaixonados pelo clube mas não entendidos nestas matérias).

Também queria o Bruno Fernandes a ser vendido por 120M, mas não era o valor de mercado correcto para ele, nem para o Sporting, nem para mais ninguém.

Adrien, Rui Patrício, William deviam ter saído pós-Euro'16 e mantiveram-se mais dois anos, à espera do tão propalado contrato milionário que Bruno de Carvalho tanto queria para enaltecer a sua presidência. Teve a de João Mário, mas depois foram apenas desastres atrás de desastres.

 

Resumindo, foi uma tempestade perfeita para termos, actualmente, "ratos", "traidores", "seres de esgoto" que estiveram às ordens do clube durante mais de dez anos mas que se viram impedidos de prosseguir as suas carreiras profissionais por desvarios e intransigências de pessoas que deviam ser profissionais.

Perderam todos, o clube também!

 

Texto do leitor RASR, publicado originalmente aqui.

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