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És a nossa Fé!

Paulinho ainda nos vai dar muitas alegrias

Texto de Leão do Algarve

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Falamos de ter ADN Sportinguista quando nos referimos à nossa resiliência e à nossa forma de contornar desafios. Mas infelizmente também faz parte do nosso ADN esta tendência para a autoflagelação e não saber valorizar o que é nosso. Paulinho, quer queiram quer não, chegou a uma realidade completamente diferente, chegou a um clube com um nível de exigência muito superior ao que estava acostumado no anterior clube. Não é com nove ou dez dias de Sporting que iria começar a jogar como se cá estivesse há nove ou dez meses.

Não esteve muito tempo a ser treinado por Rúben Amorim aquando da passagem pelo Braga, por isso os processos não estão assim tão bem assimilados. Até porque de Braga para o Sporting de certeza que houve nuances de um sistema para o outro.

[Ele] tem de interiorizar ainda muita coisa, seja a forma de jogar da equipa ou a própria forma de jogar dos colegas dentro do sistema de jogo.

Aliás, este jogo em Barcelos foi a prova de que o Sporting não está acostumado a [ter] uma referência na área, como é o caso agora com a inclusão de Paulinho no onze. Quando tudo estiver mais oleado o papel dele vai-se tornar mais preponderante...

Paulinho não é Mário Jardel, não vai marcar 40 golos por época. Mas, bem entrosado na equipa, pode aportar 40 golos ao conjunto.

É com esta ideia que Rúben Amorim deve ter insistido tanto na aquisição deste ponta de lança. Vamos aguardar pelo desenrolar do que falta do campeonato e observar a progressão da equipa com Paulinho no onze. Tenho esperança de que [ele] ainda nos vai dar muitas alegrias.

 

Texto do leitor Leão do Algarve, publicado originalmente aqui.

Não há caso Palhinha

Texto de Gonçalo Ferreira

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De uma vez por todas, sportinguistas: não se deixem levar por quem quer lançar areia para os olhos e confusão nas mentes. Não há caso Palhinha.

O cidadão João Palhinha recorreu de uma decisão do Conselho de Disciplina, que segundo ele praticou um acto de sanção sem audição, para o Tribunal Arbitral do Desporto. A lei deste tribunal diz claramente que, pela morosidade da constituição desse conjunto de juízes para apreciar o caso, pode haver interposição de providência cautelar para suspensão da sentença, agora em recurso, para tribunal administrativo.

O juiz, atento à argumentação, considerou haver motivos para deferir a dita providência e suspendeu a sentença. O Sporting, como entidade empregadora do dito cidadão, não pode proibi-lo de exercer a sua actividade profissional. Pode jogar, ponto. Joga. O resto é paisagem jurídica.

 

Há dois recursos: um de Palhinha para o Tribunal Arbitral, para reverter a suspensão decretada pelo CD. É legítima e está dentro da esfera desportiva. Se lhe for dada razão, o assunto morre aqui. Se não for, cumpre um jogo de suspensão. O recurso da Federação Portuguesa de Futebol para o Supremo Tribunal Administrativo é sobre o mérito da decisão do juiz do Tribunal Administrativo Central do Sul de ter aceite a providência cautelar. Se for dada razão ao juiz, a suspensão da suspensão do jogador mantém-se até decisão do TAD. Se for dada a razão à FPF, a providência cautelar é levantada e o castigo do CD entra em execução e o jogador é automaticamente suspenso.

O que será curioso é se depois disso o TAD der razão ao jogador (voltamos ao princípio que presidiu ao pedido da dita providência: evitar o prejuízo antes da avaliação do recurso). É complexo? Sim. É um quebra-cabeças jurídico e um precedente complexo para decisões disciplinares? Sim. É ilegal? Não, de todo.

Pode prejudicar o Sporting? Não: limitou-se a obedecer a uma ordem judicial com competência para tal. Pode prejudicar o jogador? Pode, pois é inocente (ver o que o árbitro disse) e Palhinha pode vir a ser suspenso um jogo, sabe-se lá se o do Porto no Dragão.


Deixem pois assentar a poeira deste “caso” e preparem-se para o próximo embate dessa comunicação social e desse sistema que nos odeiam.

Mas onde vai um vão todos e essa, além da verdade desportiva, é a nossa força.

 

Texto do leitor Gonçalo Ferreira, publicado originalmente aqui.

Os nossos golos foram fruto do coração

Texto do leitor João Rafael

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1

Em relação ao jogo [Gil Vicente-Sporting], o grande problema do Sporting foi o adversário. Não é preciso ser um génio para saber que o Sporting tem muitas dificuldades com blocos baixos, sobretudo os que apresentam cinco defesas e o meio-campo muito junto.

Os do costume vão dizer que toda a gente sabe como o Sporting joga, mas também toda a gente sabe como jogam o Bayern e o City! E daí? Alguém lhes ganha? A solução pode passar pela inclusão de Matheus Reis na linha de três, permitindo que o ala esquerdo se cole aos três da frente, onde Tiago Tomás, na vez de Nuno Santos, pode ser melhor para desmontar estas defesas, porque o miúdo tem agressividade e velocidade.

Devíamos insistir, também, nos remates de meia distância.

Na segunda parte melhorámos porque melhorou a circulação de bola, que começou a ser feita mais rapidamente e com critério. Obviamente que não podemos jogar sempre com João Mário e Bragança (tem gelo nas veias!). Os golos foram fruto do coração, mais do que da cabeça. Mas enquanto houve um Ricardo Coração de Leão, não me lembro de ter havido um Henrique Cérebro de Corvo...

 

2

Duas notas positivas: as arbitragens do Sporting, nos últimos jogos, têm sido isentas de erros de monta; e o campo do Gil, apesar do dilúvio, esteve impecável, um exemplo para os Jamores, Barreiros e Choupanas que por aí andam...

 

3

Quanto a outros assuntos, refiro-me ao castigo de Sérgio Conceição e ao castigo de Frederico Varandas. Por menos do que o arruaceiro fez, Rúben Amorim não esteve uns quantos jogos no banco; por outro lado, o papa do norte continua a mandar nisto tudo e já voltou a dar sinais de vida. Boas notícias: se não estivesse encurralado não aparecia.

 

4

Relembro que nas próximas semanas os nossos adversários directos têm dois jogos cada um para as competições europeias - os últimos que vão fazer, porque não estou a vê-los bater Juventus, Arsenal e Roma... - mais os jogos para a Taça de Portugal.

O dia 27 de Fevereiro pode ser o mais importante para a nossa história neste campeonato: vamos ao Dragão, entre dois jogos importantes do Porto, contra Marítimo e Juventus. Neste jogo, onde vai estar tudo contra nós, importa sobretudo manter os andrades a oito pontos.

 

Texto do leitor João Rafael, publicado originalmente aqui.

Gonçalo, Matheus, Vitorino, Bragança

Texto de Leão de Quiosque

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Foto: Homem de Gouveia / Lusa

 

Gonçalo Inácio à frente de Quaresma para o lado direito da defesa era impensável no início da época. Todavia, apesar de esquerdino, a escolha neste momento é óbvia (e Neto que se ponha a pau).

Matheus Nunes esteve com uma confiança incrível. O adepto respirava quando a bola lhe chegava aos pés. Se souber dosear bem essa confiança vai fazer uma segunda volta boa e ser o natural substituto de João Mário na próxima época.

Vitorino [Antunes] nunca fez más exibições. Os que o crucificavam eram os mesmos que não concordaram com a sua contratação. Ele que foi só o “melhor defesa esquerdo” de uma das melhores ligas do mundo. Rúben Amorim fez bem dedicar-lhe aquelas palavras no final do jogo [Marítimo-Sporting, anteontem].

Bragança forever no Sporting. Fui o primeiro a dizê-lo.

 

Texto do leitor Leão de Quiosque, publicado originalmente aqui.

É um regalo ver esta equipa

Texto de Orlando Marinho

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Gostei [no Sporting-Benfica] de ver uma equipa adulta, segura do seu plano. Não vi ninguém a não meter o pé, tanto é que ninguém chorou por o Palhinha não ter jogado de início.

Gostei de o Sporting não ter concedido nem uma oportunidade ao Benfica. Podem dizer que eles não atravessam um bom momento, mas para mim é muito revelador.

Gostei de ver [os jogadores] a olhar sempre para a baliza adversária, conscientes de que é preciso marcar para ganhar.

 

Individualmente, começando pelos juniores, nada mau.

Tiago Tomás tem pelo menos duas velocidades a mais que o mais rápido dos centrais do Benfica. Lutou até sair. Há uma jogada em que devia ter chutado em vez de passar ao Pedro.

Nuno Mendes é um fenómeno: o defesa direito adversário [Gilberto] não devia ter acabado o jogo. Mais uma vez o árbitro não quis estragar o jogo, apenas os calcanhares do Nuno Mendes.

Gostei do principal prejudicado pela ausência de Palhinha, João Mário. O nosso campeão da Europa deu o corpo às balas com valentia.

Matheus Nunes é um craque, anda por todo o lado e sobra-lhe tempo.

Atrás, a segurança foi de betão, não passou nada. Lindo.

 

Parabéns ao Sporting. É um regalo ver esta equipa.

Nunca mais é sexta.

 

PS: A actuação no mercado de Inverno é sublime. Paulinho é um 9 que vem ajudar muito. Os dois laterais eram precisos. Na direita não havia ninguém. Na esquerda, Borja estava riscado como lateral e Antunes não tem profundidade.

 

Texto do leitor Orlando Marinho, publicado originalmente aqui.

Paulinho foi um óptimo negócio

Texto de Gonçalo Ferreira

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Paulinho foi um óptimo negócio. O comunicado do [António] Salvador é para lançar areia nos olhos dos sócios do Braga e descrédito da direcção do Sporting junto de brunistas encapotados. As transferências [de jogadores] têm sempre IVA, só nesta é que [isso] foi expressamente falado.

O Paulinho é o melhor marcador do Braga e internacional português. Poderoso na grande área. Habituado ao nosso campeonato. Por este preço arranjavam melhor ou viria um Sporar 2? Vem para o clube que o Braga diz ser o seu maior rival e que nem lhe pagou o treinador. Ui, se fosse ao contrário!

 

O Sporar, que todos injuriavam, agora já é do outro mundo. E que seja no Braga para tirar pontos a Porto e Benfica. Contra nós não pode jogar.

Pagamos-lhe o ordenado sim, por seis meses. Se cá ficasse não jogava e pagávamos também. Se gostarem dele pagam 7,5 milhões e o ordenado todo. É mau?

 

O Borja, sempre que entrava afundava. Agora é óptimo. A diferença de ordenados não será muita e só por 2,5 anos que é o que falta ao seu contrato original com o Sporting. Depois é tudo Braga.

Se cá ficasse seria bem mais caro e duvido que alguém desse 3 milhões pelo homem.

 

Temos Camacho e os Pedros [Mendes e Marques] a rodar na primeira liga aqui pertinho do nosso olhar.

Estamos em primeiro, destacadissimos.

Já ganhámos a Taça da Liga.

E as bruníssimas almas ainda refilam...


Esta gente não existe realmente. São nicks do Vieira, que a cozer o covid vem meter veneno na internet, ou do pinto calçudo, que entre uns saltos a sites de brasileiras aproveita para lançar a cizânia entre os leões.

Não passarão.

 

Texto do leitor Gonçalo Ferreira, publicado originalmente aqui.

Sente-se, respira-se, ama-se o Sporting

Texto do leitor Salgas

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Admito que nem nos meus melhores sonhos esperava ter uma equipa deste nível, com muitos bons jogadores no onze principal, daqueles que não há dúvidas que são craques, um ano depois da saída da nossa maior estrela.

Vimos sair o capitão Bruno Fernandes, seguido por Mathieu e Acuña, o grupo dos grandes jogadores, ao qual podemos acrescentar Wendel, mais como um jovem com potencial acima da média, e é com felicidade que atento que a equipa não está nem órfã de líderes, nem tampouco de talentos.

Absolutamente brilhante, de tão impensável que é. Repito, nem nos melhores sonhos!



O "renascido" Coates, o goleador improvável Pote, o leão Porro, o raçudo Nuno Santos. O muro Adán, o potente Nuno Mendes, o todo-o-terreno Palhinha, o mágico João Mário.

A lista continua, extensa, fruto do "milagre" da multiplicação de Rúben Amorim. Entre aspas, porque só se deixa enganar quem quer, que isto é obra do acaso no lugar do trabalho.

 

Quero realçar Luís Neto. Estou rendido à sua capacidade de trabalho. Destaco-o por ser um dos casos mais flagrantes de que, quando se combina talento no banco à disponibilidade abnegada para dar tudo em prol de um colectivo, vem ao de cima o melhor do jogador, enquanto as lacunas se disfarçam com a ajuda dos colegas.

É bom sinal quando fica a sensação de injustiça por se estar a individualizar este ou aquele jogador. Os rapazes de Amorim valem pelo seu todo. Diz quem anda lá dentro que o balneário é sagrado, onde reside grande parte das vezes o factor diferenciador, que distingue vencedores e vencidos. O nosso aparenta estar unido.

Sente-se, respira-se, ama-se o Sporting Clube de Portugal.

 

Texto do leitor Salgas, publicado originalmente aqui.

Expulsões atrás de expulsões

Texto de JMA

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Infelizmente esta praga arbitral estende-se a todos os escalões seniores de futebol do Clube, senão vejamos: na quinta-feira, Nicolai Skoglund nos sub-23 foi expulso; no sábado, na final da Taça da Liga, Pedro Gonçalves foi expulso; e no domingo, na equipa B, João Silva aos 58' e Edu Pinheiro aos 90+1 minutos foram expulsos (duas expulsões nos B).

Se houvesse jogos todos os dias tínhamos expulsões todos os dias da semana...

Curiosamente, tanto a principal equipa como a equipa B estão à frente da classificação dos seus respectivos campeonatos. É uma excentricidade digna do Guinness Book of Records que equipas que lideram os campeonatos sejam as mais caceteiras. Só [acontece] em Portugal e só acontece ao Sporting.

Isto é apenas o espelho da não-escolha de qualquer árbitro português para o maior evento futebolístico mundial, o Campeonato do Mundo na Rússia, alegadamente por falta de qualidade suficiente para lá estarem. Mas, sendo assim, por que razão a praga só recai sobre o Sporting?

Resposta que dá como prémio um curso de árbitro do Inatel, patrocinado pelos do costume.

 

Texto do leitor JMA, publicado originalmente aqui.

Confiança, união, carácter e atitude

Texto de Tiago Oliveira

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Parabéns ao Sporting!

Esta vitória não é um mero acaso, mas sim [fruto] do trabalho de uma equipa técnica liderada por Rúben Amorim e de uma equipa com ambição, afinal a verdadeira raça de um Leão!

O Sporting começou a época com alguns adeptos a manifestarem reservas em relação a Rúben Amorim e até à própria equipa, duvidando da sua capacidade de lutar pelo título ou até de vencer o que quer que seja com a lengalenga do costume.

 

Rúben Amorim revelou coragem sob fogo e continuou a trabalhar, blindando a equipa, preparando-a mentalmente para as adversidades e obstáculos, construindo um grupo de trabalho com personalidade forte e adaptando-se a um novo cenário de contexto pandémico e a ter de jogar sem público.

Curiosamente pode ter sido este o segredo que catapultou a equipa numa espécie de irmandade de confiança, união, carácter e atitude.

 

Entrámos em 2021 com quatro pontos de avanço no campeonato e mesmo assim com um bruaá de fundo de descrentes acerca da qualidade de alguns dos jogadores e das carências do plantel.

Chegados à final four da Taça da Liga e nas vésperas do jogo do Sporting vs Porto, mais uma peripécia: dois falsos positivos (Sporar e Nuno Mendes) e a ameaça portista de boicotar o jogo sob o falso pretexto de atentado à saúde pública, vejam só!

O Sporting respondeu em campo com uma vitória.

 

Esta vitória do Sporting de Rúben Amorim sobre o Braga é tão importante como um troféu agregador de todos os Sportinguistas ao mesmo tempo que faz crescer a confiança da equipa num trabalho em progresso onde o céu não é o limite para quem sonha.

"Onde vai um vão todos! "

 

Texto do leitor Tiago Oliveira, publicado originalmente aqui.

Devíamos trazer já o Matheus Reis

Texto de João Rafael

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O Sporting por vezes faz-me lembrar aquelas boas velhas equipas italianas: intensidade defensiva, mas sem nunca estar encostado às cordas ou perder o controlo do jogo. Isso faz toda a diferença.

Já percebemos que o nosso jogo passa muito pelas bolas nas costas da defesa adversária, o que levanta a questão: qual é o papel dos nossos médios? Fácil. Recuperação de bola e lançamento rápido nos três da frente.

Ontem [terça-feira, na meia-final da Taça da Liga] isso não aconteceu porque João Mário não teve a intensidade necessária. Ao contrário do Matheus, que entrou com a voltagem no máximo. E o Nuno Santos também tem de decidir melhor: por duas vezes esteve isolado; na primeira tentou fintar o guarda-redes puxando a bola para o seu pior pé, o direito; na segunda deixou-se apanhar por um jogador que lhe ganhou metros vindo quase da nossa área!

Antunes só provou que não tem qualidade para o Sporting. Não sei do que se está à espera para trazer já o Matheus Reis, meter o Lumor a jogar ou ir buscar alguém aos sub-23 ou à equipa B.

Por fim, Jovane tem uma coisa que poucos jogadores do Sporting têm: um excelente remate de meia distância. Fosse ele consistente e sem lesões, e estávamos a falar de um jogador de 50 milhões ou 60 milhões.

Sérgio Conceição mostrou o que é. E com aquele discurso só mesmo naquele clube, o mesmo que anda a manobrar laboratórios e análises na sombra...

 

Texto do leitor João Rafael, publicado originalmente aqui.

Chantagem do FC Porto é inaceitável

Texto de Ulisses Oliveira

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A respeito do jogo [meia-final da Taça da Liga], queria dizer que o Sporting me parece estar em melhor condição física que o Porto. Os melhores períodos do Sporting foram os 15 minutos finais de cada parte e isso é condição física, mas também resulta de um espírito de grupo inigualável. Mesmo pressionados, os jogadores não se assustam, não se encolhem, não deixam de pôr o adversário em sentido.

Ontem [terça-feira] seria uma injustiça perdermos. Não tanto pelo jogo jogado no campo (aí foi tudo muito equilibrado e podia cair para qualquer dos lados), mas pelo atentado à verdade e justiça, que nos tirou dois jogadores do jogo. Tem mesmo de ser investigado este caso dos falsos positivos. Um falso positivo é raro. Dois, ainda para mais em simultâneo, cheira muito a esturro. E a chantagem que o Porto fez só merecia o desfecho que aconteceu: uma derrota dura, daquelas que magoam e que fazem os treinadores esquecerem-se do fair play e dizer patetices após o fim do jogo.

Enfim, uma noite gloriosa, com um final épico, escrito por um grupo de miúdos que não se deixa abater e que vai à luta, com coragem e ambição. É mesmo: onde vai um vão todos!!

 

Texto do leitor Ulisses Oliveira, publicado originalmente aqui.

Precisamos de um Liedson

Texto de Orlando Marinho

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O que menos gostei [no jogo Marítimo, 2 - Sporting, 0] foi do resultado, que infelizmente não dá margem para poder ser remediado. Quem perde vai para casa triste e para o ano há mais.

Parabéns ao Maritimo.

 

- Não gostei, por termos três jogos em uma semana e, considerando o estado dos relvados e a meteorologia, que a equipa técnica, e quanto a mim bem, tenha substituído quem estava mais limitado fisicamente. O jogo de sexta [Sporting-Rio Ave, que terminou 1-1], digam o que quiserem, é mais importante. Não gosto de dizer isso, mas a realidade é esta. Tanto é que muitos dos que comentam aqui, e noutras meios de comunicação, afirmam que o Sporting não ganha nada desde 2001. O que para mim não é verdade.

- Não gostei, ainda, de ver o Sporar falhar aquela bola em frente à baliza. Podíamos perder o jogo, mas era importante para ele e [para a] sua confiança. Precisamos de um Liedson? Sim. Sem dramas, mas sem dúvida.

 

- Gostei de [se] ter poupado vários jogadores para sexta-feira. A teoria que diz termos um plantel curto, não me parece correcta. Temos alternativas para as posições todas, quem diz que não temos alternativa à altura do Porro pode ter alguma razão, mas eu pergunto: alguém tem? O que aconteceu é que o entrosamento, quando se mexe em 50% da equipa, não é o mesmo e quem não joga não tem pernas para 90 minutos porque só se adquire esse ritmo jogando. Não tem nada ver com falta de qualidade.

- Gostei do modo como entrámos no jogo, de forma autoritária e prontos a criar e a marcar. Não aconteceu por alguma infelicidade e por uma baixa natural de ritmo: o Marítimo consegue marcar e depois fechar portas. Parabéns ao Maritimo. Já os tinha visto no jogo contra o Braga e gostei, não foram inferiores. Muito bem organizados e com alguns bons executantes. O 9 [Rodrigo Pinho] podia ser uma boa ideia para o Sporting. Ao que se diz, vai para os vizinhos. Pena: se calhar faz-nos mais falta um jogador assim.

 

Texto do leitor Orlando Marinho, publicado originalmente aqui.

Rúben Amorim sem desculpa

Texto de Luís Barros

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Sem desculpa.

Rúben Amorim falha em dois jogos consecutivos e era bem dispensável o discurso sobre a atitude dos jogadores, muito ao estilo de um seu antigo treinador. Ele é o responsável máximo pela equipa e pelas opções e desta vez não se pode escudar em Emanuel Ferro. Neste momento qualquer adversário já sabe como condicionar a equipa e tendo em conta que Amorim só faz alterações quando o prejuízo está feito, será necessário ele próprio fazer um pouco de introspecção em relação ao tipo de jogo que quer continuar a implementar em relação às soluções que tem no plantel.

Há vários jogadores em défice físico e mental. De repente deixou-se de ser uma equipa e nota-se mais os jogadores optarem por jogadas individuais completamente descabidas e por remates completamente ridículos. Nuno Santos, Tabata, Plata, Borja, Quaresma, João Mário estiveram mal ou muito mal, Tiago Tomás, Pedro Gonçalves e Coates estiveram sofríveis. Apenas Palhinha consegue sair da mediania, mantendo-se sempre disponível e lutando até à exaustão. Um verdadeiro Leão.

Com todas as carências que se conhecem no plantel, continuo a não aceitar o ostracismo a que o Pedro Marques é arremetido. Para um jogador que leva mais de dez golos marcados nesta época entre as duas equipas onde jogou, no mínimo merecia alguns minutos de jogo. Agarrando nas palavras do próprio Amorim, se não for em jogos destes quando é que será lançado?

Segunda desilusão seguida apenas atenuada por mais uma vitória da equipa de basquetebol, que continua 100% vitoriosa. Esses sim, uns verdadeiros Leões.

 

Texto do leitor Luís Barros, publicado originalmente aqui.

Venha então o Rio Ave

Texto de António 1969

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Podemos ir até ao fim sem comprar um bom ponta de lança? Podemos, mas não será a mesma coisa.

Fiquei triste por ser eliminado da Taça de Portugal? Obviamente, mas isso foi ontem. Hoje já penso em ganhar ao Rio Ave.

O Sporting Clube de Portugal, para manter o estatuto de candidato ao título, não pode entrar em depressão por uma derrota. Isso já é passado.

Os lampiões fizeram um investimento de 100 milhões pelo que dizem, e já foram aviados na Liga dos Campeões e Supertaça, mas continuam a pensar na Liga. Têm pelo menos cinco avançados (um suíço, um uruguaio, um alemão, um português, um argentino) e já foram ao mercado buscar outro, pelo que se diz (brasileiro).

Nós precisamos de mais um goleador. Seja por empréstimo, compra, a recibo verde, não interessa. Só Sporar e Tiago Tomás é muito pouco.

E não posso concordar mais que seja Rúben Amorim a dizer as alternativas, porque Jesés, Markovics, Barcos, Baladas, etc. não interessam.

Venha então o Rio Ave.

 

Texto do leitor António 1969, publicado originalmente aqui.

O foco tem de ser o campeonato

Texto de Vítor Hugo Vieira

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É claro que ninguém gosta de perder e a Taça é sempre um troféu apetecível, mas com as condicionantes de calendário deste ano ou tínhamos um super-plantel para ir a todas (e não temos) ou teríamos de fazer algumas opções de risco, como trocar mais de meia equipa, acabando por perder o jogo [Marítimo-Sporting]. Mas acho que esta gestão tinha de ser feita: ainda na sexta anterior tivemos um jogo muito exigente a nível físico e psicológico, e na próxima sexta temos outro.

Jogámos relativamente bem, normalmente daria para ganhar, mas tivemos muitas falhas a nível de finalização, e três ou quatro desconcentrações defensivas que resultaram nos golos deles.

Acontece a todos os clubes, de todo o mundo. Há sempre um ou outro dia não, mas prefiro que a derrota tenha sido para a Taça do que para o Campeonato. E espero que esta gestão, de risco é certo, seja feita também para a Taça da Liga: se não formos à final, não vem grande mal ao mundo. O foco tem de ser o campeonato.

Ainda há pouco tempo ganhámos duas Taças de Liga: ambas geraram um desgaste que nos provocou perda de pontos no campeonato (em 2019 tivemos um empate e uma derrota nos dois jogos depois da final da Taça da Liga; em 2018, uma vitória e uma derrota) e isso não pode acontecer este ano.

 

Texto do leitor Vítor Hugo Vieira, publicado originalmente aqui.

Há uma forte união no grupo

Texto de Carlos Estanislau Alves

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Viva o Sporting Clube de Portugal!!!

 

Sou daqueles que já se renderam (depois de muito ter criticado) ao Rúben Amorim. Afinal o forte investimento que o Sporting fez num treinador desta vez está a dar resultado.

Depois desta vitória conquistada com muita luta no lamaçal [da Choupana], é real o sentimento que começa a crescer no seio da família sportinguista.

É verdade que continuamos muito contidos nesse desejo maior, fruto de experiências passadas...
mas é inegável que estamos a trilhar um caminho que está com todas as bases para alcançar o sucesso final que todos pretendemos.

Temos uma equipa sustentada em jovens valores portugueses, é claro que há uma forte união no grupo e um sentimento de esforço comum como há muito não se via.

 

[Há] a teoria de que o afastamento do público por causa da pandemia poderá ter contribuído para acalmar todo o ambiente que girava à volta do estádio, mas neste momento - e a continuar assim -  da próxima vez que houver oportunidade de se juntar público no estádio, poucos serão os lugares para acolher todos os adeptos e simpatizantes que vão querer marcar presença nesse regresso que todos desejamos seja rápido!

 

Termino dizendo outra vez: VIVA O SPORTING!

 

Texto do leitor Carlos Estanislau Alves, publicado originalmente aqui.

Estado trata mal o futebol

Texto de Fernando Albuquerque

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A maioria dos programas sobre o futebol enoja quem os ouve. Vejo a maioria porque tenho tempo para isso, mas a maior parte das vezes apetece-me desligar a televisão. Os participantes deveriam ser imparciais, embora defendendo os seus clubes, mas o que vemos são pessoas sem educação e que os directores dos programas deveriam seleccionar, pois nós pagamos para eles existirem e não para ver tipos que não têm respeito por ninguém.

Felizmente nem todos os programas são aquilo que indico, mas eu dificilmente estaria presente em alguns, que diariamente são transmitidos.

Quanto ao canal 11, tem de facto um ar de civilização, pois as pessoas discutem os casos, sem gestos nem palavras impróprias para consumo, mas eu gosto principalmente dos jogos que transmitem. Neste canal discute-se futebol e temos acesso a tudo o que rodeia esta indústria que tão mal é tratada nos outros canais, onde vale tudo para defender o que por vezes milhares de pessoas viram o contrário.

Devemos apoiar quem trabalha neste canal que está a prestar um óptimo serviço ao futebol, de que tanto gostamos, e que tão mal é tratado a todos os níveis governamentais. Trata-se de uma indústria onde o nosso Estado vai buscar milhões de euros de impostos em tudo o que diz respeito à mesma sem ter de se preocupar com reformas dos intérpretes. Isto quando passamos a vida a sustentar empresas falidas onde o Estado investe tanto dinheiro sem nunca compreendermos a razão desses "empréstimos" sem volta. (...). Somos um povo espectacular, sem dúvida.

 

Texto do leitor Fernando Albuquerque, publicado originalmente aqui.

Os árbitros deviam prestar contas

Texto de João Gil

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No primeiro lance [do Sporting-Braga] há uma dupla falta, já que Raul Silva depois da falta sobre Feddal também intercepta a bola com o braço, na disputa do lance. Nesse lance, o árbitro [Fábio Veríssimo] está a olhar para a jogada, a poucos metros dos protagonistas, e é legítimo duvidar que não tenha visto nada. É o mesmo que dizer que é legítimo duvidar da intenção por detrás da marcação da falta ofensiva, que pura e simplesmente não existe nem se concebe, mesmo por bondade, como o árbitro a descobriu.

Como os árbitros não são obrigados a explicar-se, ficam sempre com o benefício. E o benefício é o de poderem continuar a ganhar dinheiro prejudicando terceiros com as suas actuações incompetentes. Ainda por cima pagos com o dinheiro gerado pelos clubes, treinadores e jogadores, que são quem verdadeiramente cria o negócio e gera a riqueza de que beneficiam os senhores árbitros profissionais de futebol. Se calhar não faria mal que árbitros, tal como treinadores e jogadores, fossem obrigados a apresentar-se em conferências de imprensa após os jogos para explicarem as suas actuações e decisões nas partidas e sujeitarem-se logo ali ao contraditório das imagens e das perguntas dos jornalistas contra os seus próprios relatórios de jogo.

Uma alteração de regulamento que provavelmente deveria ser estudada, em benefício da transparência e da elevação do papel da arbitragem. Ser profissional implica prestar contas. Prestar contas, na arbitragem, não pode ser ver ex-árbitros a defenderem nas televisões as actuações dos árbitros em funções de acordo com as suas preferências clubísticas, mesmo sob a capa do óbvio superior conhecimento técnico que naturalmente possuem sobre o público em geral.

Aqui fica a ideia, portanto.

 

Texto do leitor João Gil, publicado originalmente aqui.

Paulinho? Nem pensar

Texto de Luís Barros

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Paulinho no Sporting, só mesmo o que já lá está há mais de 30 anos.

Agora a sério. Não consigo perceber e aceitar a paixão pelo jogador mediano do Braga, que nunca fez parte do pódio dos melhores marcadores nacionais. Nas últimas épocas o Sporting teve quase sempre um goleador no trio do pódio e nenhum deles foi aposta superior a 10 milhões (Bas Dost), sendo que um custou umas centenas de milhares de euros (Slimani). Agora, apostar num jogador com 28 anos, pertencente a uma agremiação que tem sujado o nome do Sporting e que reclama valores completamente irreais, nem pensar.

Rúben Amorim falou que se deve fazer contratações como aposta de futuro e aí concordo com ele.

 

Como já escrevi algumas vezes, há jogadores no mercado europeu que se adaptam ao perfil adoptado pela equipa.

João Klauss, com 23 anos, tem jogado pouco este ano, mas na época anterior esteve emprestado ao Lask Linz e marcou 20 golos em 45 jogos. Antes esteve emprestado ao HJK da Finlândia onde marcou 24 golos e foi o melhor marcador do campeonato. Este jogador tem um físico considerável e joga bem com os pés e de cabeça - no fundo um jogador tipo Paulinho, mais barato, mais novo e mais possante.

Uma proposta de empréstimo com opção de compra poderia ser uma aposta ganha.

 

Se o estilo é mais do género de Slimani, então porque não Arthur Cabral, de 22 anos, do Basel e que já conta com experiência no campeonato suíço, onde leva 8 golos em 16 jogos nesta época e marcou 18 em 39 jogos na época anterior.

E se as finanças estivessem mais abonadas há ainda Odsonne Édouard, avançado internacional pelas camadas jovens da França e que joga actualmente no Celtic, clube com uma camisola semelhante à nossa. Portanto, sem dificuldade de adaptação ao traje.

 

Estes três nomes mostram que opções há muitas, e certamente mais atractivas em todos os aspectos, do que comprar um avançado que ao fim destes anos nem chamou atenção ao Clube-mãe da agremiação bracarense.

 

Texto do leitor Luís Barros, publicado originalmente aqui.

Ganhámos sem espinhas ao Braga

Texto de Orlando Marinho

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Gostei particularmente de termos ganho sem espinhas. Podem dizer que houve sorte, ou que houve falta de eficácia do Braga. Não interessa nada, ganhámos. Vitória conquistada no campo, e só no campo.

Isso é o mais importante.

 

Gostei que o pior jogo do Pedro [Gonçalves] ainda tenha dado para marcar um golo. Nada mau.

Gostei que o pior jogo do Nuno Santos ainda tenha dado para fazer uma assistência para golo, que seria penálti se não desse golo. Nada mau.

Gostei do João Mário, como sempre. Está a subir de rendimento. Sorte a nossa.

Gostei do Porro e do Nuno Mendes. Não me lembro de termos tão bons laterais como agora. São ambos grandes e, se houvesse capacidade financeira, teríamos laterais para uma década.

Gostei muito do Matheus Nunes, tem tudo para ser grande. Termos um jogador destes no banco é uma grande evolução. Sem falar no Bragança.

O Sporar, no segundo golo, supreende-nos a todos. Há uns tempos não conseguia fazer aquilo. Está a lutar por um lugar.

O Adán é um guarda-redes bom, que traz experiência e tranquilidade à equipa. O Max, mesmo com todas as qualidades que lhe reconheço, vai ter de esperar.

 

Os centrais são o que são: no final zero golos sofridos, missão cumprida.

O resto é treta.

Mas como é de treta que se trata, aqui vai. Muito das dificuldades em segurar a bola vem de nenhum dos três ser capaz de colocar a bola com o mínimo de qualidade. O Coates tem essa missão, mas ontem não conseguia acertar uma. Tem muitas consequências na construção a partir de trás e ainda mais quando jogamos com gente muito levezinha na frente.

O adversário só tem de pressionar um pouco e lá vemos a bola a ir para terra de ninguém. É um ponto débil.

 

Não gostei do relvado: estava com muita areia, o que faz com que a bola saltite mais que o habitual. O Pedro Gonçalves e o Nuno Santos foram os mais prejudicados.

 

Texto do leitor Orlando Marinho, publicado originalmente aqui.

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