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És a nossa Fé!

Vale tudo

Uma oportuna "fífia" do guarda-redes Helton Leite, ao precioso minuto 13 do jogo que opunha ontem o SLB ao Boavista, quando a equipa visitante dominava a partida na Luz, funcionou como abre-latas para uma folgada vitória encarnada, escancarando uma avenida para as papoilinhas saltitantes.

Acontece que, segundo notícias que não vi desmentidas, este guarda-redes está prestes a assinar pelo Benfica. Neste caso, na linha dos policiais clássicos, já se percebeu quem é o mordomo.

Tarda mas não falha?

 

 

Quem me lê por aqui, sabe da minha real confiança na justiça. Tenho-o afirmado e defendido que a justiça, sendo o conjunto de todos os que nela interferem e trabalham sérios e honestos, pode, aqui e ali padecer de um ou outro furúnculo que o corpo, sempre, se encarregará de esvaziar e expulsar.

Foram finalmente detidos uns membros (sete) daquela claque que não existe que responde por um nome que não tem e que o presidente do clube de que não fazem parte diz e muito bem que a esse respeito nada se passou se.

Quero realçar os termos com que as autoridades policiais e da justiça adjectivaram os crimes pelos quais esta gente foi detida. "Especial perversidade" foi o termo mais simpático, denotando que a premonição dos ataques aos alvos, quase sempre adeptos do Sporting, uns das claques outros só porque sim, era a ocupação principal dum grupo que se diz ser tresmalhado do grupo principal.

Tentativas claras de homicídio com espancamentos cruéis, visando a agonia e eventual morte dos agredidos, denota um perfil psicológico (digo eu que não sou da área) de assassino nato!

Vários de nós, autores do blogue, aqui fomos escrevendo contra a lentidão das polícias e da justiça no seu todo, neste-assunto-da-claque-do-Benfica-que-não-existe-e-sobre-a-qual-nada-se-pode-fazer, como diz aquele que se a justiça funcionar bem, em breve irá bater com os costados no xelindró, Luis Filipe Vieira, por alcunha D. Orelhas, o Grande. Finalmente os nossos gritos de revolta (e de muitos outros) foram ouvidos e eu só espero que esta demora angustiante por uma justiça clamada, se alicerce num caso de betão que não abra qualquer brecha causada por um qualquer advogado de defesa (no seu direito profissional, obviamente). Espero que a investigação criminal da PSP tenha actuado de forma muito profissional e tenha deixado em cima da mesa do Ministério Público material que permita que de uma vez por todas o Estado comece a tratar do assunto claques com a seriedade que ele merece e que quem mata uma, duas e tenta a terceira, quarta, quinta e perpetra outras mais, conforme se demonstra nas informações que possuiam sobre alvos a abater, seja definitivamente banido do desporto e por muito tempo da sociedade!

Agora a claque do Benfica tem rostos, não há mais desculpa para o beija-mão, o deixar andar, o laxismo, a deferência para com um clube que se vivêssemos num país de gente honesta, já teria sido extinto!

 

É ver na plataforma que nos aloja, nem uma nota de rodapé, até à hora a que este post foi publicado.

Terror no Seixal - A que horas se pronuncia a Liga? A procuradoria vai abrir inquérito?

slb.png

A que horas se pronuncia a Liga? O Presidente vai fazer declarações em directo? E o secretário de Estado do Desporto, já está a caminho da Luz para uma reunião de emergência? A procuradoria vai abrir inquérito?

A propósito, já foi identificado ou detido algum dos elementos das claques (perdão, GOAs) do Benfica responsável pelas bárbaras e cobardes agressões das últimas semanas a adeptos do Sporting?

Já foi identificado ou detido algum dos elementos das claques (perdão, GOAs) do Benfica que costuma entoar o cântico do "very light", glorificando a violência contra um inocente assassinado? Está tudo gravado, não deve ser difícil identificar um ou outro...  Se houver vontade, claro!

Enquanto continuarem a agir - Liga, Governo, Vieira - como se o problema da brutal e impune violência das claques do Benfica não existisse (desde o "very light" do Jamor até aos dias de hoje, passando pelo assassinato de Marco Ficcini), apenas contribuirão para tornar o futebol português ainda mais perigoso. MUITO mais perigoso, como se tem visto nas últimas semanas.

Já o nosso Dr Varandas, enquanto desastrado paladino do "combate" às claques do Sporting, desempenha em todo este processo o papel de oportunista (na melhor das hipóteses, vendo aí uma distracção do desastre que tem sido a sua gestão) e/ou de idiota útil (na pior das hipóteses, por acreditar realmente que o caminho é tratar como criminoso qualquer "ultra" do Sporting, mesmo um adolescente ou um universitário), centralizando no Sporting as atenções em torno da violência no futebol, com as suas entrevistas chorosas em "prime time" na TVI. 

Como sportinguista e, sobretudo, amante do futebol e do desporto, lamento profundamente este caso e desejo rápidas melhoras aos jogadores do SL Benfica. E desejo também, já agora, que quem manda pense pela sua cabeça e tenha algum juízo. 

Vandalismo, onde?

(foto CM)

Leio esta notícia, num qualquer site de jornal (sem registo Nónio, que melga!) «adeptos do Benfica respondem a vandalização de mural com novas pinturas de glórias do clube» e, confesso, fico com uma grande dúvida:

Esta pintura mural não representa, ela própria, um acto de vandalismo?

Reparo que se trata de um espaço público e não acredito que nenhum poder público tenha dado qualquer autorização para ela existir.

Assim sendo onde está o acto de vandalismo?

Pintar aqueles retratos ou colocar, sobre eles, umas boas bigodaças.

O lampião

O problema com este juiz que por caprichos do sorteio integra o colectivo de magistrados que julgará o processo e-toupeira (do qual não voltámos a ouvir nada, provavelmente devido à pandemia em curso) e foi indicado como titular do processo contra Rui Pinto não é ele ser benfiquista.

Vivemos, felizmente, num país livre. Cada qual é livre de ser sócio da associação de bairro que muito bem entender.

O problema com este juiz é ele ser lampião.

 

Há uma diferença enorme entre um lampião e um benfiquista. 

O lampião é o que odeia os rivais, o que insulta quem discorda dele, o que é indiferente aos meios para atingir os fins, o que festeja o "golo do Vata" e faz dele manchete trinta anos depois.

 

Este juiz não deve julgar Rui Pinto no âmbito do processo Football Leaks porque levantou o polegar para cima quando chamaram "pirata" ao arguido nas redes sociais. Porque mostrou "gostar" quando um asnónimo chamou "cabrão" ao presidente do Conselho de Arbitragem, José Fontelas Gomes. 

Porque é um juiz não apenas de emblema mas de cachecol - e, tendo cachecol clubístico e exibindo fervor por um clube que é parte interessada nestes processos, não tem isenção para julgar qualquer deles. Como é manifesto para qualquer cidadão de boa fé que persiste em acreditar na justiça como pilar do sistema democrático.

 

Este juiz, garantem jornais e televisões, pediu escusa do processo. Isto não significa, porém, que seja afastado. Pode ser apenas um gesto momentâneo para conter danos e aliviar pressão mediática.

Só espero que a presidente do Tribunal da Relação de Lisboa faça o que o mais elementar bom senso recomenda, afastando-o em definitivo do processo que levará Rui Pinto ao banco dos réus.

Violência machista e benfiquista

autocarro1[1].jpg

 

Hoje assinala-se o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher. O dia indicado, portanto, para condenar sem atenuantes possíveis a miserável agressão ao autocarro do Sporting feita por reconhecidos adeptos do clube encabeçado pelo senhor Luís Filipe Vieira, ontem, numa estação de serviço da A1. No autocarro viajava a nossa equipa feminina de futsal.

«Um grupo de adeptos do Benfica tentou cercar a viatura, arremessando uma pedra que acabou por danificar o vidro traseiro do autocarro. A imediata manobra de retirada do nosso motorista evitou aquele que poderia ter sido mais um dramático desfecho e felizmente nenhum elemento da comitiva do Sporting CP ficou ferido», refere um comunicado do Conselho Directivo leonino, descrevendo o lamentável episódio que poderia ter terminado muito mal.

Exige-se do Benfica a condenação explícita do sucedido, acompanhada de um pedido de desculpa formal. E aguardo também que as associações feministas e de vigilância contra a violência de género se pronunciem em termos inequívocos sobre esta inadmissível agressão machista. O facto de ter ocorrido em contexto desportivo não constitui atenuante: é agravante.

Foder os lampiões?

A rivalidade é estruturante dos clubes desportivos. Talvez não tanto dos clubes formativos, como o Ginásio Clube Português ou o Algés e Dafundo, ou dos antigos clubes-empresa, como os saudosos Riopele ou CUF (onde brilhou o nosso grande Manel Fernandes). Mas nos outros clubes as formas de congregação e mobilização são sempre fruto da mescla entre as capacidades de exercício demonstradas (as "vitórias") e as de afirmação face a "outros", tornados adversários preferenciais. Uns "outros" escolhidos por critérios geográficos - a aldeia ao lado, o vizinho (Varzim-Rio Ave), a recusa dos centralistas (Vizela vs Guimarães), o histórico oponente (Braga-Guimarães, o arcebispado vs o berço da nação), o lado de lá do rio (S.L. Olivais vs Alcochetense), bairros urbanos contíguos (Atlético-Oriental, mas aqui forço um pouco pois a rivalidade não era tão marcante) os pólos dominantes (Porto vs Lisboa), etc. - ou histórico-sociais (Benfica popular vs Sporting burguês ou Belenenses "classe média" e o Atlético operário, mesmo que essas fossem construções algo míticas mas que tinham o efeito de nelas se acreditar). Num país homogéneo como Portugal não surgem clubes "nacionais", representando "comunidades político-culturais", "étnico-religiosas" (como a ex-Liga Muçulmana de Moçambique, as origens do Tottenham ou o actual Barcelona).

Arengo para reforçar, as rivalidades são constitutivas dos clubes, principalmente dos que se centram em desportos colectivos. Não há qualquer mal nisso. O mal está no estado de boçalismo a que essas dinâmicas opositivas podem conduzir, de "incultura", de "incivilidade". Um boçalismo que é induzido pelas direcções dos clubes, pelas autoridades político-administrativas que a estes tutelam, pois uma massa adepta boçal e energúmena é mais dócil face aos poderes, mais rastejante face à qualquer cenoura que se lhe acene. E que na actualidade também o é pela imprensa, por razões parcialmente mercantis (ânimos exaltados aumentam os lucros) mas também pelo baixo nível da mescla de jornalistas e comentadores que a habita, eles-próprios frutos desta ... educação.

O Sporting é um enorme clube europeu, eclético como quase nenhum, com um precioso rol de títulos continentais, e de atletas com títulos mundiais e olímpicos. Um rol que continua a enriquecer-se, e de que forma, nesta era de tão diferente economia desportiva. Ganha agora mais um título europeu. E os adeptos, em euforia, juntam-se para celebrar e são conduzidos pelo clube (pela organização do evento) a cantar "De  manhã começa o dia a foder os lampiões ...". É um sinal de pequenez atroz, de nanismo clubístico, e também, e acima de tudo, de um culto da imundície. Mas é também a violação dos estatutos do clube (que explicitam a expulsão de quem ofenda a moral pública) e do seu enquadramento institucional - o clube é uma instituição de utilidade pública, com benefícios por isso, devido a ser considerado uma associação de intuitos formativos, educacionais. No javardismo actual, do vale tudo para ganhar, isso está esquecido, até pelo Estado - mais interessado em cobrar impostos e sacar votos.

E num clube que há um ano passou a maior crise da sua história devido às liberdades dadas à sua ralé interna é inacreditável que nada se tenha aprendido, que se continue a acarinhar este tipo de mentalidade, a acoitar (e até a contratar, como "animador" de actividades, como "excitador" das massas) gente desta.  A visão de uma mole de adeptos sportinguistas a comemorar uma grande vitória europeia gritando "a foder os lampiões" é a maior derrota que já vivi no clube. Jogadores campeões no palco, com os filhos no braços, a ulular "de manhã começa o dia a foder os lampiões" é tétrico, vergonhoso, patético.

Mas o pior de tudo é o silêncio da direcção. Que nem de uma forma suave, pedagógica, mesmo que humorística tipo num "não havia necessidade" a la Herman José, surge a afastar-se deste tipo de mentalidade, de expressão, a convidar, até a convocar, os sportinguistas a outro tipo de mentalidade, de visão do mundo. E não o faz porque a direcção ... é isto. É constituída por gente educada, doutores, alguns com apelidos compósitos até conhecidos, e vestem os fatos daquele azul-mais-que-Carris típicos da elite administrativa portuguesa. Por isso tudo, por essa "elevação" social, dirão ao levantar-se "de manhã começa o dia ... a fornicar os lampiões".

Estamos fodidos. Não exactamente os sportinguistas. Não os tais lampiões. Mas a gente. Que sofre este país.

Que raio de alianças

O último presidente do Sporting parece que vai editar um livro, onde versa sobre os últimos conturbados meses da sua presidência (haverá outros episódios, mas os mais "quentes" serão estes, creio que concordarão).

Nada a apontar, cada um edita os livros que quer, sujeitando-se depois ao escrutíneo de quem tenha pachorra para os comprar e ler.

O que me deixa um pouco baralhado é o senhor ter recorrido a um conhecido lampião (benfiquista é para gente decente) para a co-autoria do dito livro, lampião esse que foi um dos mais ferozes atacantes da sua gestão e um confesso e reles anti-sportinguista (não confundir com adversário leal que professa outras "doutrinas"), que foi publicando ao longos dos tempos tanta verborreia anti-Sporting que até doi (se quiserem ter alguma sensação de nausea e vómito, pesquisem as suas publicações no facebook e entenderão).

Luis Aguilar, é de quem falo, foi agora escolhido por Bruno de Carvalho para escrever um livro sobre o seu mandato.

Bela merda! Ou melhor, BARDAMERDA!

O confidente de Carvalho

É impressão minha ou o ex-presidente Bruno de Carvalho escolheu um fanático benfiquista para lhe escrever o seu livro de memórias, que será lançado a 15 de Fevereiro? Luís Aguilar, o anunciado "co-autor", chegou a ser incluído entre os alegados "jumentos" do estado lampiânico pelo blogue Mister do Café.

De membro da putativa "máquina de comunicação e propaganda do Benfica" a escriba confidente de Carvalho: uma cambalhota monumental. Ficarei à espera de ver quem vai bater palminhas.

Agressões a polícias e jornalistas

O IPDJ - tutelado pelo secretário de Estado do Desporto - continua a fazer orelhas moucas à lei da selva que vigora na Luz. Desta vez foram "só" seis polícias feridos pelo bando de grunhos que conta com o apoio da firma Vieira, Gonçalves & Guerra, Lda. Essas bestas recorreram aos vidrões das redondezas para agredirem os agentes da autoridade com garrafas de todos os tamanhos e feitios.

Furiosos com a  derrota em campo, sem conseguirem intimidar a equipa de arbitragem, os lampiões "sem nome" viraram-se também contra os repórteres ali presentes. Do mal, o menos: o Sindicato dos Jornalistas emitiu um vigoroso comunicado de  condenação das inadmissíveis agressões de que foram alvo os profissionais da informação que faziam o seu trabalho no local onde se desenrolou o Benfica-Porto.

Pelo menos desta vez a culpa não foi das "declarações antidemocráticas" de Bruno de Carvalho...

Os canalhas

Leio no Record que durante o jogo Benfica-Sporting em futsal feminino realizado sábado, no pavilhão 2 da Luz, vários lampiões ali presentes insultaram duas jogadoras encarnadas quando a nossa capitã, Débora Queiroz, se lesionou com gravidade, na segunda parte, acabando por ter de sair de maca.

Os insultos dirigiram-se inicialmente à capitã da equipa encarnada, Inês Fernandes, que é médica de formação, por ter sido a primeira a assistir a adversária caída no terreno de jogo. "Deixa-a morrer, ela é lagarta!", gritaram os canalhas. A chinfrineira simiesca aumentou quando a guarda-redes do Benfica, Ana Catarina Pereira, procurou acalmar essa falange de fanáticos, acabando ela própria por ser insultada.

"Vivi um dos momentos mais tristes enquanto atleta e benfiquista", viria a desabafar Ana Catarina no twitter. A ela e à Inês Fernandes, verdadeiras desportistas, a minha vénia enquanto sportinguista que jamais confunde um rival com um inimigo.

Entretanto, aguardo que o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol actue com mão pesada contra os canalhas, indignos de frequentarem recintos desportivos, e que o presidente do etéreo  Instituto Português do Desporto e Juventude se atreva a proferir uma palavrinha sobre o assunto.

Aguardo sentado, como é evidente.

Lagartos e lampiões (reprise)

 

(Em 28.4.2012 coloquei aqui este postal. As estatísticas do blog mostram que continua a ser muito visitado, através dos sistemas de busca informática. É uma boa razão para replicar esta curiosidade histórica, uma versão da origem das alcunhas dos adeptos dos grandes clubes lisboetas. Algo que pensara fazer, até por proposta do Pedro Correia. Hoje, ao ver estas gravíssimas notícias aqui relatadas, não pude deixar de pensar que é o momento adequado).

 

No seu mural de facebook o meu querido amigo Miguel Valle de Figueiredo, sportinguista imenso, dá a conhecer esta preciosidade, acompanhada da explicação:

 

"Daqui vem o nome "Lagartos", assim apelidados os títulos da subscrição para a construção do estádio "José Alvalade."

 

Aí mesmo um seu amigo, Jorge Roza de Oliveira, esclarece ainda:

 

"Lampiões nada tem a ver com as luzinhas atrás nos comboios, como se diz por aí. Nos anos 30, começo de 40, os sportinguistas começaram a chamar aos benfiquistas de lampiões, porque Lampião era nessa altura um famoso ladrão e bandido do nordeste brasileiro. E os sportinguistas achavam que o Benfica era muito beneficiado pelos árbitros e começaram a aplicar assim o termo lampião."

 

Irmanados nas alcunhas. No convívio da bola, por mais que tantos não o queiram assim.

Os mesmos

 

Atiram-se agora a João Capela os mesmos que beneficiaram de três penáltis inventados por este árbitro num Benfica-Sporting de péssima memória.

No mínimo, são ingratos.

 

Atiram-se agora aos 8 minutos de tempo extra concedidos no Tondela-Sporting os mesmos que há três semanas festejaram um golo de Jonas aos 90'+7' que permitiu ao Benfica amealhar um pontinho de emergência no Restelo.

No mínimo, são imbecis.

 

{ Blog fundado em 2012. }

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