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És a nossa Fé!

A propósito da Liga Europa (com alguns parênteses)

[Senti-me muito bem-vinda!

Gostei de cá chegar. Gostarei de cá estar.]

 

Vi, na sexta-feira, a final da Liga Europa. Segui o jogo com interesse distraído: «rijamente disputado» (como ainda dizem alguns comentadores), frequentes simulações (equipas latinas e recheadas de sul-americanos), melhor a primeira parte (na segunda: força diminuída, ansiedade acrescida).

Fui torcendo, embora sem grande vigor, pelo Inter (desde que o Lukaku não marcasse!), apesar de, em Itália, no que a clubes respeita, só ter gostado da Juventus e do A.C. Milan.

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Da Juventus, inicialmente, nem sei bem porquê, mas, após o horrendo Heysel, não havia como não querer gostar da Juventus. Essa final da Taça dos Campeões Europeus (Liverpool vs Juventus, em 1985) é o grande exemplo de jogos que nunca se deveriam ter realizado, nem que fosse somente por relutante decência. Tal como outras duas finais, estas domésticas: as da Taça de Portugal de 1996 e de 2018.

Voltei a acompanhar a Juventus por causa do Ronaldo.

Pelo meio (final dos anos 80 e início dos 90), entusiasmei-me com o A.C. Milan dos extraordinários holandeses – Marco Van Basten, Ruud Gullit e Frank Rijkaard, tanto mais que este último chegou a ser, sem o ser, jogador do Sporting (temos, não raramente, queda para o burlesco…).

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Regressando a sexta-feira: fui torcendo, embora sem grande vigor, pelo Inter (e o Lukaku até marcou, mas não chegou) porque, mais do que antipatizar com o registo escandalosamente vitorioso do Sevilha, eu quereria ter visto a jogar o Bruno Fernandes!

Última verdadeira garra do leão, profissional modelo, futuro capitão da seleção nacional, que, no Sporting, por empenho próprio e ausência alheia, foi jogador, capitão, treinador em campo e espécie de porta-voz/diretor de comunicação do clube… Sovado em campo (usualmente sob o olhar displicente dos árbitros), assediado pelos jornalistas (ou aspirantes a sê-lo), Bruno teve grandeza dentro e fora do relvado, num clube e num campeonato (gosto mais do que «liga») que se tornaram pequenos para ele: no campeonato porque, de clube, vestia a nossa camisola…

Saudades do Bruno Fernandes! Se não era leão de pequenino, muitas vezes bem o pareceu…

Voltando a sexta-feira: ganhou o Sevilha. Não faz mal. Lá jogou o Daniel Carriço e lá joga o Gudelj (este, sim, joga rijamente e bem falta fez na última época).

O que interessa mesmo: Bruno Fernandes foi o melhor goleador da Liga Europa e mais de metade dos golos foram marcados de leão ao peito!

Parabéns ao Bruno!

Parabéns ao Sporting Clube de Portugal por o ter tido!

Com a saúde não se brinca

Na sequência do anúncio feito pela federação espanhola e pela UEFA, que haviam decidido suspender sine die as respectivas competições, a Liga de Clubes vai ordenar o adiamento das próximas jornadas das competições profissionais de futebol em Portugal.

Enfim, prevalece o bom senso: a responsabilidade social deve imperar sobre os patrocínios milionários. Basta seguir o exemplo de Cristiano Ronaldo, que optou pela quarentena preventiva - imitando, aliás, o Presidente da República - em vez de regressar a Turim, onde o seu colega Rugani já está contaminado.

Com a saúde não se brinca. E no desporto ainda menos.

Hoje giro eu - Janela de Outono

Sempre na vanguarda da inovação, o Sporting acaba de inaugurar a janela de transferências de Outono, a qual consiste em comprar/pedir emprestado (até 30 de Junho de 2019) no Verão um jogador (Sturaro) que os adeptos só verão em acção na estação do ano seguinte. Consta que, menos dada a modernices, a Velha Senhora agradeceu...

 

#veraonooutono

sturaro.jpg

 

Cristiano Ronaldo na Juventus

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A terceira transferência mais cara de sempre do futebol mundial.

O Sporting, beneficiário do mecanismo de solidariedade da FIFA, lucra com esta ida do pentabola de ouro para Turim: 2,5 milhões de euros adicionais.

Já com esta verba contabilizada, a venda de Cristiano Ronaldo, em 2003, para o Manchester United rendeu até hoje um total de 22,2 milhões de euros aos cofres leoninos.

Hoje giro eu - O pedal de Deus

São 21H05. Sob a luz dos projectores do antigo Delle Alpi, Cristiano Ronaldo, procurando corresponder a um passe atrasado de Carvajal, roda sobre si mesmo e, de costas para a baliza, inicia o vôo. O seu tronco está agora paralelo ao plano da relva, a uma altura aí de 1,70 m. Os jogadores à sua volta sustêm a respiração. A "máquina" começa a dar aos pedáis: primeiro o esquerdo para dar propulsão, logo o direito que vai de encontro ao esférico quasi perdido. Nunca uma bola foi tão redonda como aquela saída do pé direito de Ronaldo, cinquenta centímetros acima da cabeça de um já aí desesperado DiSiglio, também ele a subir e a procurar o Céu. Buffon, espectador privilegiado do lance, não se mexe, como que hipnotizado pela grandeza do gesto. A bola, obediente, entra inapelávelmente junto ao poste da sua baliza. Das bancadas do estádio irrompe um aplauso generalizado. Adeptos da Juventus e do Real, outrora rivais, levantam-se e batem palmas. Há um sorriso nas sua bocas. Estão agora unidos pelo mesmo sentimento: tocado por Deus, Cristiano (o nome será coincidência?) acaba de protagonizar um momento único, um sortilégio, uma recordação eterna na memória de todos. O resultado já pouco interessa. Mais do que a vitória do seu clube, todos em uníssono celebram o triunfo do futebol.

cristiano juventus.jpg

 

Tudo ao molho e FÉ em Deus - Faltou a varinha mágica em noite de Halloween

Em noite de Halloween, Rui Patrício viu-se rodeado das habituais caras conhecidas na linha defensiva. Assim, para esse efeito, Ristovski surgiu mascarado de Piccini, André Pinto vestiu o disfarce de Mathieu e Jonathan...bem, Jonathan foi "Jonathan ao Cuadrado", tantas foram as vezes em que se teve de deparar com o extremo colombiano, o qual foi ala e, mais tarde, lateral direito na equipa da Juventus. Nada de anormal, pois à mesma hora, em Manchester, Svilar vestiu a carapaça de Mitroglou, marcando pelo segundo jogo consecutivo naquilo que foi a antecipação do Dia de Finados lá para as bandas da Luz. É caso para dizer que em noite de bruxas, nem (S)vilar das Perdizes os safou. E nem se pode referir, tendo tão boa imprensa, que Svilar tenha as costas largas...

Como curiosidade, o Sporting marcou o seu golo no quarto de hora em que tocou mais vezes na bola (15-30 minutos, 176 toques) e sofreu o tento da Juve nos últimos 15 minutos, período em que teve menos bola (apenas 78 toques). Globalmente, a equipa tocou 450 vezes na bola durante a primeira parte e 275 vezes, na segunda parte (61,1% do registo do primeiro tempo). Assim se conclui que, mesmo em noite de Halloween, não houve actividade paranormal, apenas consequências que decorreram das estatísticas.

Destaque global para Gelson Martins que esteve em todos os lances de perigo da equipa leonina. Aos 19 minutos, brincou com os apoios de Chiellini, torcendo-lhe a espinal medula de tal forma que já terá consulta marcada num quiroprático, no regresso a Turim. Do lance resultaria o golo do Sporting, após defesa incompleta (e para a frente) de Buffon, o qual perdeu o duelo de "Monstros" com o nosso São Patrício, o exorcista do "mal" transalpino. Na segunda parte, o ala arrancou por entre Alex Sandro e Barzagli e, mesmo carregado pelo brasileiro, percorreu 50 metros e conseguiu chegar à área para depois acabar a decidir pessimamente, não rematando à baliza do desamparado guarda-redes "bianconeri". Ainda participaria na jogada concluida com remate ao lado de Bruno César e naquela em que Bas Dost teria marcado se não tivesse cortado as unhas dos pés durante o fim-de-semana. Em suma, Gelson foi um constante pesadelo para a defesa italiana, tranformando o estádio de Alvalade numa casa assombrada para os "piemontesi".

Outro jogador em evidência foi Battaglia. Começou (primeiro quarto de hora) com uns modestos 6,4% de participação na posse de bola leonina, mas já terminaria a primeira parte com uns imponentes 12,4%, concluindo o encontro com uns notáveis - para um trinco, sendo que ainda foi box-to-box e lateral direito - 13,1%. Também acima da média estiveram Patrício, Ristovski (confirmação das boas indicações deixadas na Taça da Liga) e Acuña, o Muro de Alvalade. Bas Dost, em jogo de grande disponibilidade, conseguiu ganhar importantes bolas nos ares e Bruno César voltou a marcar um golo na Champions. Uma nota final para Bruno Fernandes: as coisas podem até não lhe sair bem, mas é indiscutível que tem um extra de qualidade face a qualquer outro jogador do plantel do Sporting, como se tornou bem evidente no lance que marcaria o último suspiro de ataque leonino. 

 

Junto apresento quadro da posse de bola leonina e comparação com os números de Battaglia, a quem pela função específica em campo muitos destes toques correspondem a desarmes efectivos. Eis a tabela:

imagem.png

sportingjuventus2.jpg

 

 

Quente & frio

Gostei muito da atitude da nossa equipa durante esta difícil partida em Alvalade contra a Juventus. Mesmo desfalcado de quatro titulares, o onze leonino apresentou-se bem organizado, equilibrado, dinâmico e solidário, com grande maturidade competitiva e um meio-campo povoado com eficácia e consistência. Sem complexos frente ao adversário, vice-campeão europeu e hexacampeão de Itália.

 

Gostei da exibição irrepreensível de Gelson Martins, que construiu o nosso golo e se destacou em dois grandes lances individuais, aos 46' e 60', além de ter policiado sem falhas as incursões de Alex Sandro na sua ala. De Rui Patrício, que evitou um golo com uma defesa superlativa aos 69'. De Ristovski, que brilhou nesta estreia como titular da lateral direita do Sporting anulando Mandzukic e Douglas Costa. De Battaglia, que foi uma muralha. E do "chuta-chuta" Bruno César, autor do golo aos 20' - com o pé direito!

 

Gostei pouco que tivéssemos recebido uma das melhores equipas do futebol mundial - recheada de estrelas como Buffon, Barzagli, Cuadrado, Chiellini, Khedira, Higuaín e Dybala - sem o nosso melhor onze, desfalcado de Matthieu, Piccini, Fábio Coentrão e William Carvalho. Do mal o menos: talvez os dois últimos ainda recuperem a tempo de disputar a 11.ª jornada do campeonato, no próximo domingo, frente ao Braga.

 

Não gostei de sofrer o golo do empate após cerca de uma hora em vantagem no resultado, quando a equipa já acusava muito desgaste físico nesta grande noite europeia do Sporting que esteve a um passo de tornar-se histórica. Nem de termos falhado o segundo golo, à nossa mercê aos 62', quando Bas Dost foi incapaz de dar o melhor desfecho a um excelente cruzamento rasteiro de Bruno Fernandes a partir da ala direita.

 

Não gostei nada de ver dois jogadores nossos "amarelados" por protestos bem escusados e evitáveis na alta roda do futebol: Acuña e Coates - sobretudo o internacional uruguaio, que estava à queima por acumulação de cartões e fica assim excluído do próximo embate para a Liga dos Campeões, em Alvalade, frente ao Olympiacos. E novamente me deixa perplexo ouvir adeptos leoninos vaiarem o hino da Champions em Alvalade. Confundem a Liga dos Campeões com uma taça da carica.

Hoje giro eu - Não mexer um(a) Palhinha

Se hoje, contra a toda poderosa Juve, William não puder jogar, Palhinha deverá ser o seu substituto natural. Contra uma equipa italiana cínica e mortal na exploração dos desequilibrios, alterar o sistema de 4-3-3 que temos vindo a utilizar na Champions poderá ser um suícidio. Assim, a entrada do ex-sacavenense para a posição de trinco permitir-nos-á manter a coesão a meio-campo, com Battaglia como box-to-box e Bruno Fernandes a criar jogo entrelinhas. 

Palhinha é um jogador com condições físicas excepcionais para a posição de trinco: é alto e com envergadura, o que lhe permite explorar com vantagem os duelos aéreos, podendo dominar assim o jogo directo italiano; é intenso e rápido nos espaços curtos e compensa bem nas alas, o que pode dar algum extra de foco atacante a Acuña ou Gelson, jogadores que habitualmente se desgastam muito no constante vai-vém que lhes é pedido. E já mostrou ter golo, principalmente na sequência de bolas paradas, algo que pode vir a fazer a diferença num momento de jogo em que os "bianconeri" são exímios.

Por mim, na estratégia para o jogo, em termos da disposição das "pedras" no terreno, não mexeria um(a) Palhinha...

 

palhinha.jpg

 

Boas notícias e más notícias

Primeiro as más: hoje vamos defrontar a Juventus, vice-campeã da Europa, desfalcados de três titulares: Mathieu, Piccini e William Carvalho, confrontados com lesões musculares, ficam de fora. E não há qualquer certeza quanto a Fábio Coentrão, que pode ser rendido por Jonathan Silva.

 

Agora as boas: André Pinto, Ristovski e Palhinha - enfim titulares num jogo grande - terão oportunidade de mostrar o que valem. Enquanto Demiral e Euclides Cabral, dois jovens talentos da equipa B, foram convocados, o que é um justo reconhecimento dos seus méritos.

Tudo ao molho e FÉ em Deus - A Velha Senhora matou o sonho da Juve leonina

"Mesmo na noite mais escura

em tempo de servidão

há sempre alguém que resiste

há sempre alguém que diz não" - Trova do tempo que passa

 

Jorge Jesus primeiro deu-nos esperança e depois ajudou a "vecchia signora" a matar o sonho da nossa jovem equipa. Desenho táctico uma vez mais excelente, por parte do treinador português, substituição desastrada de Coentrão por Jonathan, também para não variar. Nesse sentido, nem Hitchcock, nem Carpenter, mestres na criação de suspense, nem actores como Cary Grant ou James Stewart, catedráticos da arte dramática, conseguiram alguma vez transportar para o ecrã uma personagem que anunciasse, pela expressão da sua face, tão bem como Fábio Coentrão no momento da sua saída, o que viria a seguir.

Jesus é como uma Matryoshka russa: dentro dele há sempre umas figurinhas que é preciso ir desencaixando - o Jesus das substituições, o Jesus comunicador, o Jesus que não melhora os miúdos, o Jesus fanfarrão, o Jesus que quer sempre mais jogadores, até encontrarmos a única personagem não oca, verdadeiramente sólida e que revela genialidade que compõe a sua complexa personalidade como treinador: o Jesus, Mestre da táctica.

A Juve foi a Juve: tal como a morte e os cobradores de impostos, os italianos nunca falham. No momento da decisão, a qualidade extra ajuda muito. Pjanic e Mandzukic não faltaram à chamada e dá sempre jeito, quando se quer mexer na equipa, ter ali um Douglas Costa ou um Matuidi à mão, prontos para entrar. Mas, num jogo muito cinematográfico, as mãos na cabeça de Buffon aquando do desperdício de Doumbia dizem muito sobre aquilo que os obrigámos a sofrer.

Nos nossos, Patricio a grande nível, bem acompanhado por Piccini, Mathieu e Coates. Do meio-campo para a frente, o melhor foi Acuña, embora Bruno Fernandes tenha estado nos lances das nossas duas oportunidades. Uma pena nunca podermos ver o argentino recuar para lateral e partir para o ataque em combinações com... Bryan Ruiz.

Em resumo, exibimo-nos mostrando qualidade como nunca, perdemos com os mesmos erros de sempre...

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Quente & frio

Gostei muito de estar a ganhar à Juventus, em Turim, durante 17 minutos - entre os 12' e os 29'. Uma vantagem conseguida cedo que nos abria boas perspectivas para este jogo, perante um dos gigantes do futebol mundial.

 

Gostei da atitude geral da nossa equipa, que nunca se atemorizou frente à vice-campeã da Europa, presente em duas das três últimas finais da Liga dos Campeões. O onze leonino esteve concentrado, mostrou-se coeso e foi suficientemente dinâmico para se bater de igual para igual com o hexacampeão italiano.

 

Gostei pouco que Bas Dost - que vai no sexto jogo seguido sem marcar - tivesse sido titular numa partida em que já se previa que ficasse condicionado pelos centrais adversários, sem possibilidade de ser servido com eficácia. Era um embate que pedia a presença de Doumbia no onze inicial. Infelizmente o avançado marfinense entrou tarde de mais, só aos 87'.

 

Não gostei das substituições feitas por Jorge Jesus. Percebi mal a troca de Fábio Coentrão por Jonathan Silva e percebi muito menos a substituição de Gelson Martins por Palhinha. Por coincidência ou não, foi após estas substituições que sofremos o golo da derrota.

 

Não gostei nada de ter perdido esta partida, com um golo sofrido quase ao cair do pano, aos 84'. Pareceu uma reedição - até no resultado - do confronto da época passada no Santiago Bernabéu frente ao Real Madrid. Um jogo memorável que acabou por nos deixar um travo amargo e marcou de forma negativa toda a nossa época futebolística 2016/2017.

Hoje giro eu - Em Turim para vencer

Aproxima-se a passos largos um dos jogos mais importantes da época para o Sporting, uma oportunidade de ouro de afirmar ao mundo a qualidade do nosso técnico e dos nossos jogadores e de mostrar a pujança do nosso clube. 

Não jogaremos contra uma equipa qualquer: a Juventus é só a finalista vencida da última edição da Champions, tem no seu plantel um "monstro sagrado", campeão do mundo, como o guarda-redes Gianluigi Buffon, centrais experientes (todos acima dos 30 anos) como Chiellini, Benatia ou Barzagli, laterais da classe de um Lichsteiner ou Alex Sandro, um meio-campo com várias opções que vão de Pjanic a Cuadrado, passando por Khedira, Matuidi (ex-PSG) ou Sturaro, e um ataque onde pontificam Higuain, Douglas Costa (contratado ao Bayern), Mandzukic, Bernardeschi (jovem promessa proveniente da Fiorentina) e a estrela Dybala.

Primeira boa noticia: Só podem jogar 11 de cada vez. Segunda boa noticia: 8 dos jogadores supracitados têm mais de 30 anos, com predominância na defesa onde apenas o brasileiro Alex Sandro (26 anos) está abaixo dessa idade.

Para ganharmos em Turim temos de conseguir conciliar duas coisas: muita posse de bola, com ela desgastando os trintões italianos, e máxima eficácia na hora do remate (não podemos repetir os baixos índices de concretização registados no Pireu).

Eu acredito!!!

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