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És a nossa Fé!

Uma cena já vista

Amanhã vamos defrontar, no Estádio do Algarve, a melhor equipa da Liga no ano passado, que tem um grande treinador português a comandar.

Por difícil que pareça a tarefa, a essa mesma equipa, então com o puto maravilha, e sob o comando do mesmo Marcel Keizer, ganhámos o acesso ao Jamor.

É mais uma vez incrível verificar que vamos ter dum lado o Sporting e os Sportinguistas, que vão encher o estádio ou, como eu, a sofrer bem longe, e do outro, além do adversário, os ressabiados, os arruaceiros das AGs, os que deixaram de pagar quotas ou que nunca as pagaram, o lixo Letal ao Sporting que o agora desgraçado aprendiz de ditador deixou no clube.

Keizer pode ter todos os defeitos, a equipa também, mas amanhã somos Nós todos que estaremos com eles a torcer pela conquista dum caneco que de pouco vale mas que neste contexto, para Nós, vale muito.

Viva o Sporting !!!

 

PS: A guerra civil na Juve Leo foi declarada. Talvez agora se perceba o que realmente aconteceu em Alcochete. O pacto de silêncio que escondeu mandantes e organizadores e que condenou alguns jovens imbecis, sem cadastro e que pouco ou nada fizeram, a 15 meses de prisão não vai durar para sempre.

SL

15 de Maio, o dia da infâmia na História do Sporting Clube de Portugal

Bas Dost.jpgFaz hoje um ano que o país ficou estupefacto com o bárbaro e infame assalto à nossa academia em Alcochete, protagonizado por uma ralé de grunhos desordeiros, a pior escumalha que gravita à volta do futebol, mentalidade ultra, dirão alguns, para mim é imbecilidade levada ao extremo. Sentado na cadeira que considerava de sonho, para ele, porque nós já vínhamos a viver um pesadelo há alguns meses, desde chantagem em AG ou estados de alma delirantes nas redes sociais, o ogre que presidia ao clube limitou-se a afirmar, “é chato”, prosseguindo no seu quadro demencial qual Nero tocando harpa, contemplando Roma a arder.

Um ano decorrido da página mais negra da nossa história centenária, ainda estão por apurar grande parte das responsabilidades, mas importa aprender com os erros e impedir que se repita uma conjectura como a que então se vivia, porque foi na total ausência de valores, dignidade e sentido de responsabilidade no exercício de funções, que o grupo de bandalhos se inspirou para praticar semelhante vil e cobarde acto.

Insultos a sócios do clube, quem não está comigo é sportingado ou serve interesses terceiros, chantagem tipo, “votam massivamente ou demito-me”, facilidade no acesso de jagunços da guarda pretoriana, vulgo claques, a área reservada do estádio, local de estacionamento dos jogadores, sucessivas e ridículas publicações nas redes sociais, apoiadas por uma minoria ainda hoje activa, que funciona numa lógica de seita fundamentalista para quem aprendiz de Napoleão é um guru, eram sinais evidentes que algo não estava bem no reino do leão.

Após o triste episódio a maioria dos sócios despertou do encantamento e resgatou o clube a 23 de Junho. As feridas continuam abertas, não faltam órfãos e viúvas letais ao clube, servos saudosos do destituído que não desistem de tentar fazer o clube regressar aos tempos tenebrosos. Uma breve passagem pelas redes sociais permite perceber que vários membros da seita apoiante do lunático relativizam o episódio, justificando o injustificável com a menor prestação dos jogadores, como estando na raiz do triste e lamentável episódio. Outros chegam mesmo a avançar com delirantes teorias conspirativas, num guião capaz de fazer inveja a muito bom argumentista em Hollywood. Suspeito que se fossem agredidos no seu local de trabalho mudariam de opinião. Importa pois que a maioria dos sócios não permita que uma minoria, por muito ruidosa e frequentemente mal-educada, não passa de minoria, volte a tomar o clube de assalto. Sob pena de um dia deixar de existir clube. Por agora estamos no rumo certo, como provam os resultados, com várias conquistas europeias que irão perdurar na galeria de troféus do clube. Após o estilhaçar da equipa de futebol, muitos auguravam um futuro negro, mas a direcção conseguiu estabilizar, no mínimo realizámos uma época idêntica à anterior, existe ainda a possibilidade de conquistar a taça de Portugal, a próxima época está a ser planificada dentro da tranquilidade possível. Podem ter a certeza que há um ano o leão ficou ferido, mas recuperou, está bem vivo e continua a rugir. Força Sporting!

Moura Guedes?

O canal de televisão SIC tem na sua programação durante o telejornal das oito de segunda-feira, o comentário de Manuela Moura Guedes. Não vem ao caso se concordo ou não com as apreciações que vai entendendo por bem fazer sobre tudo e mais um par de botas (para que conste, em regra não), o que vem ao caso é que a senhora tem naquele espaço o epíteto de "A Procuradora", onde zurze a seu bel-prazer em quem bem entende, sem o incómodo do contraditório.  Ora vem Moura Guedes e a sua rúbrica a propósito de umas imagens que por aí andam a circular sobre um interrogatório (?) feito pela Procuradora Cândida Vilar a Fernando Mendes, ex-líder da JuveLeo, na sequência do ataque à academia de Alcochete.

Quem me lê sabe o que penso das claques e por maioria de razão da JuveLeo e do seu modus operandi dos últimos largos anos, portanto dispensêmo-nos de questionar a minha condenação aos actos praticados naquele dia, nos dias anteriores e nos posteriores.

O que quero aqui trazer, mais uma vez, à discussão é a forma como é tratado um suspeito num processo, em interrogatório. Não gostei de ouvir a forma prepotente como Cândida Vilar interroga(?) Fernando Mendes, fazendo a pergunta, dando ela própria a resposta e fazendo, logo ali a acusação. Não encontrei o vídeo (encontrei, está aqui)  para o poder apresentar aqui, para poderem apreciar o estilo pidesco em que é feito o interrogatório. Não, não quero que uma procuradora da República se desfaça em salamaleques perante um suspeito de um crime, seja ele qual for, mas também quero que quem representa o Estado, garanta que um qualquer indiciado seja tratado com civilidade e respeito. A justiça não pode funcionar na base do olho por olho, ao comportarmo-nos como um criminoso (num interrogatório ou noutra qualquer situação), não estamos a aplicar a justiça, estamos, outrossim, a proceder da mesma forma que quem está do outro lado, ainda que, e sempre, presumivelmente inocente.

A seguir a prisões estuporadas, o conhecimento deste interrogatório deverá fazer que pensar aqueles que se preocupam com a justiça neste país. Não vale tudo! Cândida Vilar não pode ser a Moura Guedes da justiça. A justiça não é um espectáculo televisivo!

Basta

Um milhão de euros de dívidas ao clube.

Tráfico de droga, cadonga de bilhetes, actividades ilícitas de diverso tipo, em flagrante contradição com os códigos de conduta desportivos.

O líder e o ex-líder da principal claque detidos por fortes indícios de ameaça agravada, sequestro, dano com violência e ofensas à integridade física, entre outros crimes.

Basta. O Sporting de Frederico Varandas tem de traçar uma linha inflexível de separação entre o clube e as práticas criminosas cometidas por estes putativos adeptos, muitos dos quais nem sequer são sócios, que agiram durante anos com total impunidade ao constituírem-se como uma espécie de poder interno dentro do clube, manchando a imagem desta digna instituição de reconhecida e comprovada utilidade pública, com uma história grandiosa que temos o dever de honrar.

Se existe tema que não permite vacilações, é este. Há que agir sem mais demora.

Sporting Sempre!

Não vou aqui fazer qualquer avaliação de cariz jurídico sobre o que aconteceu este domingo. Os elementos que temos ao nosso dispor não são suficientes para esclarecer quem nos lê e que tem dúvidas sobre a legitimidade/legalidade das detenções nas condições que se verificavam no dia de ontem.

No entanto, existe opinião para além da legalidade e do Direito. E, sobre Bruno de Carvalho e Mustafá, sobre a Juventude Leonina e os dramáticos acontecimentos de Alcochete, não há sportinguista que não tenha já formado a sua. Apesar disso é evidente que eu - à semelhança da generalidade dos sócios do Sporting - não tenho a certeza de nada. O que temos é um processo judicial de onde, de quando em vez saem informações de deveriam estar em segredo de justiça, e actos processuais que são do conhecimento público. Não obstante, tenho, em relação a esta questão, uma convicção, por um lado, e uma esperança, por outro. A esperança é que o ex-presidente do Sporting não seja, de forma nenhuma, responsável pelo que aconteceu. A convicção é de que é. É claro que toda a minha convicção se alicerça em elementos profundamente subjectivos. No seu comportamento errante, nas suas afirmações absurdas, na expressão pública da sua personalidade. Posso estar errado e assim o espero. Mas não por Bruno de Carvalho que deixei de respeitar há muito tempo, antes pelo meu Sporting que se perpetuará nas memórias pessoal e colectiva muito para além de figuras individuais!

A derrocada de Bruno de Carvalho provocou um abalo enorme entre os sportinguistas. É bom recordar que o antigo presidente ganhou duas eleições e na segunda vez com um resultado esmagador. O seu estilo (controverso, agressivo, maniqueísta) granjeou-lhe seguidores fiéis que o colocam/colocaram acima do próprio clube. Criou uma ilusão: de que ele era o messias que nos ia guiar à glória. Há demasiada gente que perdeu o seu salvador, que se sente órfã, desprotegida, abandonada. Foi isso que colocou tantos sportinguistas uns contra os outros e que nos está, pouco a pouco a derrotar!

Que fique claro: o Sporting não pode ser um clube manso e de mansos! Não podemos ser um clube sem paixão, neutro, unidimensional. Mas o Sporting tem/pode ser uma potência sem que a sua grandeza se manifeste através de discursos de ódio. Se vacilarmos entre estas duas opções, estamos condenados! 

O Mustafismo (2)

Deixei o postal "Mustafismo" no dia 15 de Maio. Eu nem tinha fontes de informação privilegiadas nem sou mais inteligente do que o sportinguista do lado. Há seis meses, no dia do assalto terrorista, isto que hoje a PGR executa era evidente, pelo menos sob o ponto de vista moral. Convém lembrar as enormes perdas, económicas e de prestígio (reputacionais, diz-se agora), que o clube teve devido a este mustafismo. Que não teria tido se meia dúzia de indivíduos desqualificados, que passado uns meses ainda tentaram ir a eleições, já sem o mustafa sénior na lista,  não se tivessem recusado a aceitar o evidente, que o descalabro moral e associativo tinha acontecido, e se tenham alapado aos lugares de direcção, com suas recompensas sociais e económicas. E, também, por haver um enorme mole de auto-excluídos sociais, marginais ou proto-marginais, que do clube fazem o único trampolim de afirmação. O brunismo morreu, e hoje foi cremado. Mas esta marginalidade popular mantém-se, e será preciso extirpá-la, enfrentando os monstros pérfidos que são as claques. Pérfidos e inúteis. Inúteis para o clube e produtores de inutilidade social - a que propósito é que uma instituição de utilidade pública acoita organizações que promovem que adultos dediquem o seu tempo livre "a ir à bola"? 

 

O princípio do fim do hooliganismo em Alvalade? - II

A detenção do líder da Juve Leo, acompanhada pela detenção do seu líder espiritual e antigo presidente do clube, no âmbito do processo de Alcochete, vêm reforçar a urgência em tomar medidas relativamente aos apoios às claques, como defendi há 2 dias em post anterior.

Fez bem Frederico Varandas em conseguir acordo pela transferência de Rui Patrício, tal como havia estado bem Sousa Cintra no acordo com William Carvalho e regressos de Bruno Fernandes, Bas Dost e Battaglia. Porque a verificar-se o que nenhum sportinguista quer acreditar, que tenha existido algum grau de envolvimento por parte de dirigentes, o clube correria o risco de ver alguns jogadores conseguirem justa causa.

É tempo de pararem com a conversa dos mansos, golpadas e outras teorias, cada dia que passa se torna mais evidente que em boa hora nos livrámos de quem nos prejudicou e resgatámos o clube para os seus legítimos donos, os sócios.

O princípio do fim do hooliganismo em Alvalade?

Frederico Varandas mudou as regras de financiamento das claques do Sporting, nomeadamente da principal, a Juve Leo, cortando com benesses que eram anualmente negociadas entre o anterior presidente, Bruno de Carvalho, e as chefias das claques – só a Juve chegava a embolsar 14 mil euros por cada jogo em casa, na venda de bilhetes concedidos pela direção.

Caso se confirme notícia avançada pelo CM, que o presidente Frederico Varandas decidiu enfrentar os obscuros interesses instalados na bancada Sul e que acabaram as benesses para o bando organizado de arruaceiros, o meu apoio enquanto sócio é total nesta matéria. É tempo de desparasitar e higienizar Alvalade, permitindo que famílias e amantes do futebol possam voltar a apreciar um espectáculo desportivo, sem ficarem incomodados por quem pretende descarregar frustrações nos outros, provocando conflitos. A que propósito viajavam os principais dirigentes das claques no avião que transporta o plantel nas deslocações ao estrangeiro? Qual a justificação para a candonga de bilhetes que todos sabemos existir?

Seguramente que os membros das claques, pessoas de bem, que se deslocam aos jogos por amor ao clube, sim, também os há, irão continuar. Os outros, os jagunços, estão a mais...

O que os jagunços disseram

 

«Malta o melhor é academia!!! Chegar, carregar no treino e acabou... Invadimos aquilo.»

 

«Levem o esticador. Eu levo o canhão. Nunca mais se levantam.»

 

«Quem tiver tochas traga-me.»

 

«Aquilo são 2/3 seguranças na porta não nos conseguem travar... Quando a polícia chegar já nos fomos embora.»

 

«Eu quero bater neles e no Jesus também, parecia que 'tava na praia deitado.»

 

«William, essa... já nem tenho palavras para esse gajo, só me apetece espancá-lo.»

 

«Comecem já a ver com quem ficam... O JJ é meu, Mini capo com o Podence... Mathieu é para o Guerra, Bruno César é para o Paulo... Moita é o Rúben Ribeiro.»

 

«... então bate a sério no William por favor, a sério!»

 

«Levam todos, até o Paulinho. Para bater no Paulinho é preciso quantos?»

 

«F***** e quem é que fica com o Coates? E o Bas Dost?»

 

Excertos de mensagens de WhatsApp dos agressores de Alcochete interceptadas pela Polícia Judiciária e reproduzidas nos mandados de detenção. Deixando evidente a organização e premeditação do ataque que motivou nove rescisões de jogadores alegando justa causa

A perlenga

Duas horas de perlenga, atacando os jogadores e afagando as claques quatro dias após aquelas indescritíveis cenas em Alcochete: foi das coisas mais obscenas que tenho ouvido desde sempre no Sporting.

Esperei todo o tempo que ele dissesse qualquer coisa como isto: «Se vier a provar-se que membros da Juventude Leonina participaram nas agressões aos jogadores e na vandalização do nosso centro de estágio, vamos rever os apoios que concedemos a essa claque e tomar duras medidas punitivas contra os autores materiais e morais destes actos de lesa-desporto, em tudo contrários à ética leonina.»

Naturalmente, esperei em vão.

E a Juve Leo?

Pelo menos o Sporting já comunicou que proporá a expulsão de sócio dos animais que invadiram a Academia.

 

E a Juve Leo fará o mesmo? Já o comunicou? Ou assumirá que no seio dos seus "7 mil sócios" se manterão os criminosos que protagonizaram o pior momento da história do Sporting?

Nelton Pontes.

Não é atleta do Sporting, mas é sportinguista. Não leva o nosso símbolo ao peito, mas leva o da Juve Leo no braço. É dos nossos, e merece os nossos parabéns, juntamente com a claque que o patrocina. Porquê? Porque é só(!) o novo campeão europeu de Jiu Jitsu brasileiro.

A curva sul

 
Reunidas no topo sul do Estádio José de Alvalade, as três claques do Sporting protagonizaram um bonito momento a meio da 2ª parte do jogo de ontem, estando vários minutos a fazer ecoar pelo estádio uma nova música. Fica aqui o registo em vídeo e a letra:
 
"Tu vais vencer,
Podes crer
Porque a nossa força é brutal.

Mais de um século de histórias para contar
Sporting,
Tu nunca vais acabar."

Juve Leo tenta raptar Bruma?

Catió Baldé denuncia tentativa de rapto do jogador

O tutor do jogador classifica a tentativa de rapto de Bruma de muito grave e desagradável e o advogado irá pronunciar-se sobre o caso nas próximas horas.

O tutor do futebolista revelou: “Ontem à noite houve uma tentativa de rapto do Bruma por parte da Juve Leo no hotel onde ele reside. Está registada a queixa e disseram que foi a mando do Sporting”.

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