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És a nossa Fé!

Jornalistas?

Com o devido respeito por quem dignifica a missão que é a sua profissão e até com alguma compreensão para com aqueles que são pressionados e mesmo não o querendo e não tendo outra opção, fazem um péssimo jornalismo e acabam por dar uma má imagem da classe, pergunto: O que acham os caros leitores disto que o Mister do Café vai publicando? ( http://misterdocafe.blogspot.pt/2018/02/negocios-benfica.html )

Se acham que isto dignifica a importante, necessária e fundamental em democracia, profissão de jornalista?

E se, não achando, gastariam o vosso tempo e o vosso dinheiro com jornais, televisões e rádios que fazem do seu modus operandi, no que ao desporto diz respeito que é o que para aqui nos interessa, uma descarada protecção, um aviltante benefício, um abjecto branqueamento de situações que configuram eventuais crimes de favorecimento, de dolo, de corrupção activa e passiva em favor de um clube e atacando de forma soez, baixa, rancorosa nalguns casos, o presidente de um clube directamente concorrente com o protegido.

E que dizer do órgão de classe que tão lesto se mostra a condenar (nalguns casos até com razão) pessoas e situações que agem contra a sua justa e necessária liberdade de actuação e movimentos e noutras situações é conivente com o cercear do direito inalienável de informar que é essência da profissão? Dá-se de barato que seja até corporativista, não se pode no entanto tolerar que se pronuncie ao sabor dos gostos clubísticos dos seus membros, porque desvirtua a sua mais nobre missão, que é a de ser e estar, sempre e a qualquer momento, engajado com a verdade.

É imperioso que não tomemos a nuvem por Juno, sabemos todos quem são aqueles que há muito venderam a alma ao diabo e cuspiram no código deontológico e de jornalistas se foram metamorfoseando em comentadores tendenciosos. Que fique claro que não lhes nego esse direito, mas exijo-lhes que sejam coerentes e que, num gesto que sei que lhes dirá muito pouco, façam o mínimo que é exigível nestes casos: Entreguem a carteira e libertem-se da responsabilidade que é ser jornalista. A gente agradece.

SPORTING CLUBE DE PORTUGAL!

Sporting Clube de Pyongyang, foi o nome escolhido para título do editorial de ontem, da responsabilidade do seu diretor, de um jornal autodenominado de referência. Como sportinguista sinto-me ofendido e acho inaceitável, o equívoco entre a sua condição de jornalista e a de sócio, utilizando oportunisticamente uma tribuna destas, como é um jornal nacional, para misturar presidente e instituição. Porque não gosta, porque não se revê. Afinal, tendo um comportamento em tudo semelhante ao de que acusa Bruno de Carvalho. O corporativismo é tramado. Pyongyang? Ditadura? Que experiência de vida tem um fedelho destes para se atrever a relacionar Sporting com ditadura? A menos que o facto de ter sido assessor de imprensa de Durão Barroso o tenha qualificado em maoismo e ditadura do proletariado, em sessões nostálgicas sobre o passado, regurgitando agora conceitos então aprendidos. É por este e por outr@s que credibilizar uma alternativa com um projeto sólido no clube fica cada dia mais distante. Eu nunca votarei em quem trata assim o Sporting. Quem ama cuida. Solta um grito de alegria no golo em Tondela aos 98 minutos, não solta a sua raiva contra o clube que diz ser o seu por não se rever em quem o dirige. Lamentável e ilegítimo o editorial de David Dinis no Público. Agora digam-me porque razão devo comprar este jornal? Que sportinguista gosta de ver chamar Sporting Clube de Pyongyang, ao seu SPORTING CLUBE DE PORTUGAL

Honra, dedicação, devoção, glória.

De disparate em disparate

Atletas do Sporting evitaram hoje contactos com jornalistas, dando cumprimento a instruções da direcção do clube, um dia depois de o presidente da instituição ter apelado a um boicote à comunicação social.

Hoje, tanto no Campeonato Nacional de Clubes de atletismo, em Pombal, após o triunfo de Sara Moreira na prova dos 3.000 metros, e também no final da Volta ao Algarve em bicicleta, no alto do Malhão, em Loulé, os atletas leoninos não falaram aos jornalistas, argumentando que não estavam autorizados.

Os zaragateiros

Já vai sendo tempo de alguém o dizer. Seja com Rui Vitória, Conceição ou JJ, começa a ser demasiado grave o que repórteres, pivots e comentadores fazem pelas audiências. Ignorando jogo, as opções estratégicas ou táticas, a escolha de jogadores, fazem uma pergunta geral inicial sobre o jogo, para logo depressa passarem a escarafunchar a ferida que estiver mais aberta – a substituição do Soares, a ida para os balneários, o diabo a 7 – fingindo-se de sonsos e anjinhos, jornalistas impolutos que procuram a verdade, quando o que querem é molho.
A verdade é que procuram picar e espicaçar os intervenientes no jogo, para logo de seguida moralizarem. Provocam, provocam, provocam, perguntando o que o outro perguntou há dois minutos, insistem, teimam em temas que sabem ser polémicos e de resposta tensa, à espera que Vitória, JJ ou Conceição se passem dos carretos, para depois dizerem “Ontem Vitória, JJ ou Conceição, reagiu assim quando lhe perguntaram não sei o quê”.
O que a abundância de televisões em diretos manhosos de pré-match, pós-match e comentário de bola estão a fazer é indigno da profissão de jornalista.
Ainda por cima muito criticam, em textos de opinião e outras intervenções, o “Guerra”, ou o “Serrão” (e demais comentadores que só lá estão uma vez por semana), quando são eles quem rega com gasolina todo o ambiente de modo intensivo e sistemático à espera da primeira faísca.  

 

O Rigor Mortis de uma classe

Passámos a fase de grupos, que bom.

Agora o que interessa; então temos o presidente da comissão da carteira profissional de jornalistas a afirmar, e de peito feito, que Cristiano Ronaldo cometeu um crime ao fazer mergulhar em águas internacionais, de forma intencional, um microfone da cmtv.

O senhor Henrique Pires Teixeira, de sua graça, assegura-nos mesmo que tal crime, foi já decidido como tal deve, e será, investigado pelo nosso, dos portugueses, ministério público. Nesta demanda sobre o respeito que todos nós, Cristiano incluído, devemos à classe, deles, é este presidente acompanhado por Luís Filipe Simões, escriba, logo jornalista, do desportivo A Bola e membro da direcção do sindicato dos jornalistas.

Neste paraíso onde habitamos, temos também lagos mas de águas nacionais, e mar, muito mar, com sol, boa comidinha, que nos altera amiúde o colesterol, e hábitos mediterrânicos que nos fazem ferver em água, às vezes muita na maioria pouca. É aqui então que cresceu, foi crescendo, uma trupe que se protege, cuida e que reivindica, também de peito cheio, um tratamento especial. Não um tratamento a eles, mas sim o tratamento que proporcionam aos outros. Falamos de, vá, pessoas, que têm como fito de vida a busca da calúnia, a propagação de mentira, e a ocultação da verdade que não vende.

Intitulam-se jornalistas e, pior, os dirigentes desta classe, falamos de uma profissão que tem “carteira”, isto é, para que a exerçam alguém tem que os certificar, defendem-nos apenas e só por que são jornalistas. Estes dirigentes não se interessam se o que aquelas, vá, pessoas trasvestidas de jornalistas fazem diariamente. Não querem saber se são ou não avençados de interesses que chocam com a sua profissão. É-lhes indiferente, olham para os botões das suas camisas e fazem a escolha mais fácil e também a mais cobarde: defendem a podridão, defendem aqueles que destroem a credibilidade da sua classe e assim asseguram a manutenção dentro do sistema. Vão a festas, recepções, cocktail´s e que mais haja para encher a barriga, que a conação dá fome.

Esta reação corporativa apenas nos confirma a podridão que ainda existe por cá.

Bom, venha a Croácia no sábado.

À Atenção do Sindicato dos Jornalistas

Ontem pela noitinha houve uma assembleia geral do FC Porto. Correu tudo dentro da mais perfeita normalidade. Casa cheia de apoiantes do eterno presidente, justificações ocas, vazias para fazer passar o tempo, claques bem presentes não fosse dar-se o caso de algum alienado ousar contestar ao vivo o sempre eterno presidente. 

No fim o habitual aconchego a um jornalista, só para não se perder o jeito, que isto da chapada não é como andar de bicicleta, há que ir treinando.

Como habitualmente o tão solícito sindicato dos jornalistas, sempre pronto a demonstrar o seu apoio à classe, não se pronunciou. Está a averiguar se o jornalista que foi agredido era de facto um jornalista ou se, o mais certo, o aconchego afinal foi bem dado. 

A comédia continua.

 

Informação tendenciosa

... na formação da semana na Liga Espanhola consta um ex-Porto ... um que já passou pelo Benfica ... e o Português  Daniel Carriço ...

A questão que devia ser colocada ao departamento desportivo da Antena 1  era se o Daniel não era um ex-Sporting Clube de Portugal, ou se custa muito ser imparcial ... já para não falar do melhor do mundo que também é ex-Sporting ...

A mão na bola

Já começa a ser cansativo. Hoje foi Luís Freitas Lobo. A certa altura do jogo entre a Costa Rica e a Holanda, foi assinalada uma falta contra a primeira, em virtude de um seu jogador ter tocado com a mão na bola, num lance de ataque da equipa. Freitas Lobo disse logo que pensava que sim, que a decisão era correcta, embora, fez o favor de nos ensinar a imaginária regra, o toque da mão na bola não fosse voluntário. Acho extraordinário que os jornalistas e comentadores de futebol  se estejam completamente nas tintas para o conhecimento das leis do jogo. Não quero acreditar, nem por um momento, que não as tenham lido ou que não lhes tenha sido chamada a atenção para o absurdo que proclamam, já que, para que seja marcada falta, a regra é bem clara na sua exigência de deliberação por parte do jogador que toca a bola com a mão. Por que insistem, então? A alternativa é, evidentemente, pior, já que significa que tantos  jornalistas e comentadores não têm sequer a curiosidade de consultar e conhecer as leis do jogo.

A manha do querido

 

(...) "Na complexa contagem dos penáltis não assinalados, meio País tenta ignorar a diferença abissal de classe entre as duas equipas lisboetas e será mesmo a única zona irredutível em condescender que os lances capitais do dérbi foram os dois espetaculares golos, em particular o segundo, que anda em tournée mundial há 24 horas como um dos mais belos do ano."


João Querido Manha, in "Belo futuro de Gaitán e Capela", aqui.

Os jornais desportivos, "as verdades a que temos direito"

 

Hoje mesmo, para aí três horas depois do "apito final" no Sporting-Genk, o sítio electrónico do "jornal" "A Bola" abria a sua secção "Sporting" com esta fotografia relativa aos festejos do nosso golo, adornada com o título "Sporting derrotado no minuto 90"! Um acto falhado? Ou, mais presumivelmente, uma pirraça, rasteira provocação a tantos dos clientes do "jornal" e dos seus anunciantes?  (Horas depois, agora na alvorada lusa, o título já está emendado)

 

 

Em registo diverso, mais doloso, o ex-jornal "Record" titula esta fotografia (a qual faz regressar à tal questão da encenação através do "momento fotográfico" que aqui recentemente levantou polémica) "Wolfswinkel com gesto polémico". Mais doloso, repito, pois pode apelar a castigo ao jogador, seja institucional seja moral, junto dos adeptos. Quem viu o jogo viu, com toda a certeza, a pouca vontade celebratória do goleador. Mas também viu que ele estava a saudar privadamente, beijos endereçados e/ou similares. Mas para o "Record" basta um clic adequado, e faz-se um proto-caso ... Pura desonestidade. A lembrar os jornalistas retratados pela pena de Eça de Queirós. Do mais baixo nível.

 

(postal dedicado ao comentador Fernando Albuquerque)

 

Adenda: no facebook encontro esta introdução no youtube em que se comprova, para quem não tenha visto ou jogo ou guardado memória do momento, a desonestidade dos jornalistas do Record e da sua direcção. Basta ver. Inaceitável "peça" de jornalismo:

 

 

O que dizem eles

 

«Neste Euro-2012 há um jogador que está a irritar-me, e nem sequer foi inscrito. Chama-se Messi. A culpa não é dele, claro. É de quem o leva para todos treinos, todas as conferências, todos os estádios onde está Portugal, onde aparece Cristiano Ronaldo. Estou farto de Messi, de ouvir falar em Messi, de ver Messi chamado por tudo e por nada. Não percebo a relevância».

 -    Luís Sobral - MaisFutebol    -

 

Observação: Rara é a ocasião em que estou de acordo com este jornalista. Hoje, sobre esta temática, faço eco das suas palavras. Também estou farto de ouvir falar em Messi,  sem qualquer razão de ser, e lamento verificar um determinado número de portugueses nessa insólita onda. Sobral diz que não percebe a relevância. Na realidade não há relevância para perceber. Há sim um sentimento de inveja, um qualquer complexo de inferioridade perante quem conseguiu triunfar na vida e, sobretudo, para uns quantos, o conceito de que desacreditar o jogador é sinónimo de desacreditar a sua origem clubista. Tudo em nome da liberdade de expressão e de um perverso sentido de «fair-play».   

{ Blog fundado em 2012. }

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