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És a nossa Fé!

O inacreditável dia de hoje

A rever os títulos dos jornais de hoje: a situação era grave, mas fomos bem manipulados.

Ainda não aprendemos a dar o desconto à má vontade que tanta gente tem contra o Sporting e tínhamos obrigação de já o saber fazer. Os nossos inimigos (adversário é outra coisa) esfregaram as mãos de contentes e rebolaram-se com gosto no lamaçal que lhes proporcionámos: Presidente, jogadores e adeptos.

Por incrível que pareça, o único que demonstrou bom senso e juízo foi Jorge Jesus. Hoje sim, ganhou a minha admiração.

SPORTING CLUBE DE PORTUGAL!

Sporting Clube de Pyongyang, foi o nome escolhido para título do editorial de ontem, da responsabilidade do seu diretor, de um jornal autodenominado de referência. Como sportinguista sinto-me ofendido e acho inaceitável, o equívoco entre a sua condição de jornalista e a de sócio, utilizando oportunisticamente uma tribuna destas, como é um jornal nacional, para misturar presidente e instituição. Porque não gosta, porque não se revê. Afinal, tendo um comportamento em tudo semelhante ao de que acusa Bruno de Carvalho. O corporativismo é tramado. Pyongyang? Ditadura? Que experiência de vida tem um fedelho destes para se atrever a relacionar Sporting com ditadura? A menos que o facto de ter sido assessor de imprensa de Durão Barroso o tenha qualificado em maoismo e ditadura do proletariado, em sessões nostálgicas sobre o passado, regurgitando agora conceitos então aprendidos. É por este e por outr@s que credibilizar uma alternativa com um projeto sólido no clube fica cada dia mais distante. Eu nunca votarei em quem trata assim o Sporting. Quem ama cuida. Solta um grito de alegria no golo em Tondela aos 98 minutos, não solta a sua raiva contra o clube que diz ser o seu por não se rever em quem o dirige. Lamentável e ilegítimo o editorial de David Dinis no Público. Agora digam-me porque razão devo comprar este jornal? Que sportinguista gosta de ver chamar Sporting Clube de Pyongyang, ao seu SPORTING CLUBE DE PORTUGAL

Honra, dedicação, devoção, glória.

"Atão?" Não estava a direcção do Sporting contra a cartilha?

Meses e meses a denunciar a existência da mais que reprovável e condenável cartilha benfiquista, que mina e cega a verdade desportiva; e, em poucos segundos, do alto do seu púlpito, o Presidente do Sporting espalhou também ele a sua cartilha. 

Tenho a certeza, no entanto, que os sportinguistas vão continuar a comprar jornais e a ver a miríade de tv´s portuguesas. Como estou mais do que convicto que os comentadores que vestem as nossas cores nas televisões por lá vão continuar. Vão continuar a defender o Sporting pensando pelas cabeças deles. 

Pergunto: Haveria cartilha maior se assim não fosse?

Em resumo

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Espero que pela última vez sobre o assunto (da minha parte, claro): O que o homem quis dizer (disse) foi isto: "Vocês têm o direito de me exigir que pare a verborreia facebookiana (o adjectivo é de minha autoria) e eu tenho o direito de vos pedir que deixem de dar para o peditório dos jornais, tv's e radios; Será uma troca por assim dizer, eu deixo o facebook e vocês largam os programas da treta". Claro que isto, conhecendo Bruno de Carvalho, não poderia ter sido transmitido desta forma telegráfica, portanto houve mais alguns floreados (tipo aquele baterista virtuoso, que se perde nos tímbalos e na tarola sem contudo deixar de marcar o ritmo, no bombo e nos pratos de pé) que não retiram o essencial: O presidente não exigiu nada que os sportinguistas deixem agora de fazer o que quer que seja e mais, aceitar que isto aconteceu desta forma, é passar um enorme atestado de insanidade mental aos sócios e adeptos, que por acaso até, por diversas e variadas vezes, têm demonstrado que de tolos pouco têm.

Que me conste, não houve votação sobre este assunto, logo isto não passa de uma hipotética alteração de hábitos. Ora, como o presidente nunca deixará o facebook, a hipotética troca nunca por ele será trazida em qualquer altura à colacção, não se ferindo portanto aqui qualquer direito à liberdade de expressão, de escolha, de opinião, enfim, o presidente não (quis mandar) manda nos sportinguistas, como os sportinguistas (alguns) querem mandar nele. Que me desculpem, mas eu até consigo vislumbrar aqui alguma humildade democrática da parte do presidente. E com todas as letras, alguma autocracia por parte de alguns sócios e adeptos (eu já afirmei que dispenso as tiradas no facebook, portanto "ditador" me confesso). Não vou bater no ceguinho da Jardim, da Garnel, do Reis e de outros de que nem já tenho memória, era escusado pois era, mas como já disse noutros escritos, é para o lado que durmo melhor, tal como não leio jornais desportivos e não vejo programas "de bola", foi fácil, procedi da mesma forma para com o facebook do presidente, não leio!

O que me interessa são as continhas certas e transparentes (check), o crescimento sustentado do clube e da SAD (check), a conquista de troféus nacionais e internacionais (check) e tenho certeza que cedo ou tarde (esperemos que cedo) no futebol as coisas também nos sorrirão.

O resto? Como muito bem refere JPT neste excelente texto, e o Ricardo Roque neste, também excelente, o resto, como diria um "célebre" participante num reality-show, são "fáite daiveres".

Eu cá por mim...

Eu cá por mim, não preciso que me assobiem.

Há muito que não compro nem leio jornais desportivos e que não vejo programas sobre futebol ou outra qualquer modalidade desportiva, os jogos a que assisto na tv, ou é com comentários em inglês, ou se calha a ser numa das pantalhas nacionais, é sem som, portanto meus amigos, a recomendação é-me indiferente.

Aliás, parece-me que os sportinguistas são suficientemente sagazes para perceber o que devem ou não fazer em relação à comunicação social, sem precisarem que lhe apontem o "balde".

Não me incomodam os ditos "blackouts" e parece-me até que o presidente não terá mais que ido a reboque das caixas de comentários da blogosfera leonina. Sinal de que está atento e de que, se o não fez até agora, telo-á feito agora de forma ponderada. Não sei se asisada, mas se querem saber, é para o lado que eu durmo melhor.

Quero que fique claro que nada me move contra os jornalistas. Neste mundo cão onde vale tudo, nem todos têm arcaboiço para manter a coluna direita e pôr comida na mesa ao mesmo tempo. Percebo-os, contudo não os apoio. Sou a pessoa que me conhece melhor e dificilmente me agacharia perante qualquer sinal de condicionamento em qualquer actividade. Já sofri por isso, muito, sei o que é estar na "prateleira" meses, anos. Mas repito, não os condeno.

Já os jornais e as televisões e as rádios e quem dirige a sua linha editorial, é "outro número de obra", fia mais fino. A esses, parafraseando Boris Vian, irei cuspir-lhes (vos) nos túmulos. No entanto, a palha que diariamente estampam nas notícias só a come quem quer e eu palha, só de Abrantes.

Revista de imprensa

Às 15 horas de hoje

 

Manchete do jornal digital Observador:

«Luís Filipe Vieira constituído arguido.»

Manchete da edição diária on line do Expresso:

«Luís Filipe Vieira constituído arguido no caso que envolve Rui Rangel.»

Manchete da edição digital do diário Público:

«Cinco detidos no processo que envolve o juiz Rui Rangel. Luís Filipe Vieira é arguido.»

Manchete da edição digital do Correio da Manhã:

«Luís Filipe Vieira suspeito de tráfico de influências.»

Manchete da edição digital do Record:

«Luís Filipe Vieira constituído arguido.»

Manchete da edição digital do jornal O Jogo:

«Luís Filipe Vieira terá sido constituído arguido por tráfico de influências.»

Manchete da edição digital do jornal A Bola:

«Benfica nega que Vieira tenha sido constituído arguido.»

O nariz na porta

Confesso que esperava que algum dos colegas do blogue lançasse o post, mas como até agora o assunto não veio à baila e percebendo porque alguns, por razões que se entendem, não se manifestam, cá vai a minha modesta opinião sobre o aconselhamento aos profissionais do Correio da Manhã e da CMTV de não frequentarem as instalações do Sporting, por razões de segurança.

Sou por convicção defensor da liberdade de opinião, portanto, apesar de por vezes me insurgir contra o que alguns OCS publicam sobre o Sporting e os seus dirigentes, entendo que a função do jornalista deve ser sempre tolerada. O princípio da censura não é, digamos, saudável.

Há no entanto um mecanismo na actuação dos jornalistas, que os obriga a serem responsáveis e que dá pelo nome de código deontológico. O jornalista tem um compromisso com a verdade, doa ela a quem doer e é-lhe vedado o exercício da invenção.

Esta chamada de atenção aos profissionais dos referidos OCS, poderá para alguns pecar por tardia e eu até os entendo, provavelmente até se justificaria, mas, e há sempre um "mas", que diabo, não havia outra altura para decidir uma atitude tão drástica? Quantas dezenas, centenas de vezes, os sócios e adeptos já exigiram o mesmo aviso de cautela a estes e outros jornais e televisões e o CD permitiu que eles corressem alguns riscos ao acederem ao estádio e à academia?

Presidente, há um mínimo, porra!

Messi quer vir para o Sporting

Todas as alturas são boas para não ler aquilo que se chamam de "jornais desportivos" (nem são jornalísticos, nem falam de desporto...), mas esta altura é ainda melhor. Começou a "silly season" com "notícias" plantadas pelos "empresários" - são aspas a mais mas isto é tudo o "newspeak" de "1984" em que uma palavra significa o seu contrário.

Só para esclarecer de uma vez por todas como se fabricam "notícias":

O "Record" intitula com "Benfica e Sporting atentos a jovem promessa do Santos" uma peça que começa assim: "Benfica e Sporting, através dos seus intermediários no Brasil, já terão sondado os representantes de Guilherme Nunes..." Tradução: os olheiros de ambos os clubes no Brasil fizeram uma ou duas perguntas ao agente do moço, que é para isso que estão avençados. A fonte desta sensacional revelação é o site a.tribuna.com.br. Vamos lá ver o que diz. Sob o título: "Promessa desperta interesse de três times da Europa" a tónica da "notícia" é posta na atenção despertada no Olympique de Marselha acerca da qual, é dito a dado passo: "O estafe do atleta está ciente do desejo desta equipe do Velho Continente."

"Estafe" né? Se calhar diz-se "istafi" no sotaque santista - ou seja o agente do moço. Pronto, ateou-se a bicha de rabiar e os pategos foram atrás. Também, coitados, é preciso encher chouriços. Vai ser assim durante os próximos meses.

Acordem-me, por favor, só quando começar a pré-temporada.

 

PS - Ainda em tempo: "A Bola" [quadrada?] também dá a notícia, podia lá pssar ao lado de tão tremenda caixa... Grande técncia jornalística: picar o que vem em sites. ***bocejo***

Começa a silly season

O internacional brasileiro Sandro, jogador do Queens Park Rangers, que nesta última época jogou, por empréstimo, no West Bromwich Albion, da Primeira Liga Inglesa, veio, esta semana, a Portugal casar.

Mas para alguns orgãos de comunicação social fazerem notícia, divulgou-se que a causa da sua visita seria um possível casamento com o Sporting.

Eu pergunto-me qual será a origem de certas notícias. É que sinceramente, caso não saibam, Vanessa Miranda, a mulher do futebolista, é proveniente de Setúbal.

Para além disso, foi ainda veiculado que, para além do médio, o seu ex-colega no Tottenham, o extremo inglês Andros Townsend, estaria também em negociações com o nosso clube.

Não tenho a certeza, mas será que não veio apenas ao casamento de um amigo?

Indignação muito selectiva

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Às vezes vale a pena observar com atenção as primeiras páginas do diário O Jogo. Hoje foi um desses esporádicos dias em que ali se praticou jornalismo enérgico e vigoroso, chamando as coisas pelos seus nomes, sem paninhos quentes. Só é pena que esses dias sejam tão raros no pacato jornal, que tem a fama de ser o periódico preferido de Jorge Nuno Pinto da Costa.

"Assim não dá!", gritava a manchete desta manhã. Sem dispensar o inestético e redundante ponto de exclamação. Um título que soava a murro na mesa, reforçado pelo destaque que o acompanhava: "Selecção nacional sofreu um golo ridículo, falhou oportunidades em série e o esquema não funcionou." Tudo isto, note-se, a propósito do jogo particular da equipa das quinas, em preparação para o Europeu de França, que terminou ontem à noite com a derrota portuguesa frente à selecção da Bulgária, por 0-1.

Confesso que li toda esta indignação estampada na capa d' O Jogo com um sorriso de ironia. Tanto o título como o destaque aplicavam-se que nem uma luva, e com muito mais sólidas razões, a diversos jogos do FC Porto nesta temporada. Mas, talvez por distração minha, nunca vi este diário fazer nada semelhante a propósito das paupérrimas exibições dos azuis e brancos.

Os critérios editoriais, ao que parece, oscilam em função da cor das camisolas. O que talvez ajude a explicar o motivo por que Pinto da Costa não dispensa a leitura deste jornal à hora em que toma o cafezinho da manhã.

Bailando

«Você sabe qual é o regulamento do clube? Sabe? Então qual é?», perguntou o treinador leonino, recebendo uma resposta de que os jogadores têm de estar em casa antes da meia-noite. «Meia noite, precisamente. Eles foram jantar fora, se quiser até lhes mostro a factura do restaurante, porque já a vi. Quando eles saíram do restaurante ainda não era essa hora», acrescentou o treinador. 

«A notícia é que não é verdade. Eu nem tinha que lhe dizer nada, porque vocês não têm nada a ver com isso, é uma coisa entre o clube e os jogadores, mas eu digo-lhe que essa notícia não é verdadeira e por não ser verdadeira é que eles jogaram hoje. O castigo foi jogarem hoje, se calhar jogarem outra vez na quarta-feira e voltarem a jogar depois disso.»

 

Resposta a uma pergunta do CM, que tinha feito uma capa com "William e J. Mário apanhados na noite", esta noite na conferência de imprensa.

'Record' precisa de mudar de lentes

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Teremos visto o mesmo jogo?

Leio na página 5 do Record a apreciação ao desempenho individual de William Carvalho no desafio de ontem. É um texto arrasador, que não me parece reflectir minimamente o que sucedeu em campo.

Reza assim: "Um jogo sem intensidade, lento a decidir, com falta de agressividade e muito longe dos momentos que se lhe conhecem. Era uma peça importante na estratégia de Jesus, mas teve momentos de levar o técnico ao desespero." Nota 2, em cinco. Negativa, portanto.

Belisquei-me: não foi, de todo, este o jogo que eu vi.

 

Confusão minha?

Para tirar teimas, consultei outros jornais de hoje. O que escreveram sobre William?

O Jogo: "Um gigante à frente da defesa, dando sempre preciosa ajuda aos centrais, nomeadamente ajudando na marcação a Jonas. Fez inúmeras recuperações de bola e desarmes, além de ter revelado o habitual acerto no passe. Decisivo no controlo de jogo absoluto dos leões."

A Bola: "O príncipe do meio-campo do Sporting precisou apenas de olhar para o seu reino de forma tranquila e sábia, como um verdadeiro candidato a rei. Bastou-lhe colocar-se bem, cortar pela raiz qualquer esboço de ideia que o adversário pudesse apresentar e passar bem a bola. Não encheu o campo, mas tornou o jogo da sua equipa muito mais geométrico e perfeito."

Correio da Manhã: "Eficiente, sobretudo na forma como adivinhava por onde a bola ia passar."

 

Enfim, jornais que me reconduziram de regresso à realidade. Porque aquilo que descrevem foi o mesmo que eu vi: um William fundamental na construção da fulgurante vitória leonina contra o Benfica.

Mais: esta é também a opinião expressa, na página 6 da edição de hoje do Record, por alguém que percebe muito de futebol: Paulo Futre. "Em termos individuais, destaco William, Slimani e João Pereira", assinala o ex-craque do Sporting, que também jogou no SLB. Contrariando o que ficara escrito na página anterior.

Conclusão: o "analista" do Record precisa mesmo de mudar de lentes.

A quem aproveita isto?

Títulos de primeira página - repito: de primeira página - da imprensa desportiva deste domingo:

O Jogo - "Carro do árbitro apedrejado à saída de Alvalade"

Record - "Carro do árbitro apedrejado"

A Bola - "Carro do árbitro Manuel Oliveira apedrejado à saída de Alvalade"

 

Horas depois, em directo num canal televisivo, o presidente da APAF, José Gomes, desmentia cabalmente estas pseudo-notícias. E o próprio árbitro Manuel Oliveira acabou por declarar também que não houve apedrejamento algum nem se apercebeu de qualquer atitude hostil fora do estádio.

Pergunto: a quem aproveita tudo isto?

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