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És a nossa Fé!

Contar a história

A página "Mentalidade Leonina" chama a atenção para a dualidade de critérios na capa do "Dia seguinte" d'A Bola.

Por acaso, até acho que estas capas estão adequadas e retratam muito bem a realidade.
 
Vejamos:
 
1. 15 de maio de 2018 foi efectivamente o dia mais negro da história do Sporting. Nunca nada semelhante se tinha verificado e nenhum Sportinguista quer ou admite a hipótese de algo tão negro voltar a ocorrer.
 
2. No outro lado da segunda circular está tudo tranquilo, preferem jogar rapidamente o lixo para debaixo do tapete e até aplaudem o novo gestor que, como diz Ricardo Araújo Pereira, faz parte da direcção que acompanhou LFV e logo, "há as hipóteses de [ser] cúmplice, conivente e a menos grave: a de totó".
 
Eu prefiro encarar a verdade. Foi mau, foi horrível, foi o dia mais negro e desejei muito que a justiça actuasse e fosse célere para podermos recomeçar. Jamais perdoarei o que fizeram ao Sporting.
Se do outro lado assobiam para o lado e batem palmas ao líder cumplice/conivente/totó, é lá com eles. Amanhem-se e boa sorte.

 

Nem vale a pena

Por doentia curiosidade fui espreitar na net e à borla o que dizem as folhas de couve sobre a vitória do Sporting contra o Vitória.

O Record destaca a afirmação de Rúben Amorim sobre a sua continuidade no Sporting, ou seja usa a ironia e a especulação a ver se cria um caso. A bola realça o pormenor da sua recordação da derrota contra o Lask, como quem quer dizer que o Sporting tem pés de barro.

Está bem, abelha... É que nem vale a pena ter mais conversa acerca destas porcarias; que abram falência e depressa, é o que mais lhes desejo.

Cavani cavou

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17 de Agosto

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22 de Agosto

 

Durante um mês, o País andou entretido com um patético folhetim em torno de um jogador que prometia "dar brilho" ao campeonato português: o internacional uruguaio Edinson Cavani, que noutros tempos foi estrela dos relvados mas que agora, aos 33 anos, entrou na fase crepuscular da carreira, aliás reflectida nos números: na época passada, ainda ao serviço do PSG, participou apenas em 22 jogos, tendo marcado sete golos - tantos como o nosso Sporar em meia época de verde e branco.

Foram semanas de crescente descrédito dos órgão de comunicação social que deram estatuto de notícia ao rumor, tornando-se assim meros instrumentos - conscientes ou não - do aparelho benfiquista posto ao serviço da recandidatura de Luís Filipe Vieira. Acossado pela justiça, enfrentando o evidente descontentamento de uma parte significativa dos sócios, o presidente do SLB terá em Outubro a eleição mais complicada do seu longo consulado, iniciado em 2003. O instinto diz-lhe que necessita mais que nunca do "escudo protector" das funções que ainda desempenha para evitar problemas mais sérios nos tribunais.

 

É neste contexto que nasce a novela Cavani. Certos títulos jornalísticos, mandando às malvas o resto de credibilidade que lhes sobrava, fizeram deste não-assunto uma questão muito mais relevante do que a pandemia, infelizmente sem fim à vista. Capa após capa, manchete após manchete, abertura após abertura de "espaços de comentário" na televisão com opinadores travestidos de jornalistas sem possuírem título profissional para o efeito.

Deu jeito a Vieira, claro. Durante semanas ninguém falou na oposição benfiquista, feita a várias vozes: o uruguaio funcionou como trunfo eleitoral do antigo lugar-tenente de Pinto da Costa, único dirigente do futebol português que chegou a ser sócio em simultâneo dos três principais clubes. Até que Cavani decidiu cavar: deu à sola antes de chegar. Dando origem a situações caricatas, como aquela que aqui surge representada por duas capas do diário A Bola com apenas cinco dias de diferença.

Na primeira, a 17 de Agosto, gritava-se com incontido júbilo: «Cavani está a chegar.» O subtítulo tinha tons épicos: «Uruguaio deixou ontem Montevideu numa viagem que terminará na Luz.» Na segunda, a 22 de Agosto, a euforia dava lugar à decepção: «Cavani já não vem.» Só faltou o matutino da Queimada vir de luto, em vez de estar pintado com o habitual vermelho.

 

Todos os dias os jornais perdem credibilidade. Por vários motivos, mas sobretudo por este: cada vez menos gente os leva a sério.

O descrédito de uns acaba por contaminar os restantes, afectando até aqueles que evitam insultar a inteligência dos leitores, cada vez mais exigentes e capazes de separar o trigo do joio. Quem recusa pagar para consumir folhetins disfarçados de notícia faz muito bem.

Para reflectir

 

«As vendas de jornais caíram, fenómeno agravado por uma pandemia que deixou milhares de habituais leitores em casa, e depois ainda existem os pilha-galinhas dos motores de busca e redes sociais, clippings e edições inteiras de jornais a circular via WhatsApp que não pagam nada a quem produz diariamente esses conteúdos.»

 

«É irresponsável o investimento de milhões em jogadores, quando a única receita segura, pois ninguém sabe quando o público volta às bancadas, provém das receitas televisivas - sendo que devia o exemplo de Abril e Maio do eventual cancelamento de pagamentos da MEO e da NOS pela paragem competitiva servir de aviso.»

 

«A indústria do futebol em Portugal está na obscuridade e na agonia de quem sabe que se está a consumir a última vela. Continua tudo cego.»

 

Excertos do artigo de opinião do Rui Calafate, hoje publicado no Record

O súbito "surto de dívidas"

Há épocas recorrentes nos órgãos de comunicação social. Há a "época dos fogos", a época balnear, a época dos "surtos de gripe", a época dos assaltos (esta, em regra, coincidente com o defeso futebolístico, que instala um súbito vazio em várias redacções). 

Existe também, sobretudo na imprensa desportiva, a época do "surto de dívidas". Os mais incautos e distraídos poderão supor que se trata de algo inédito, nunca ocorrido antes, absolutamente em estreia, e que só envolve o Sporting. Como se todos os clubes não devessem a outros clubes quantias de maior ou menor dimensão neste mercado sempre flutuante das movimentações de jogadores, com ou sem crise pandémica.

É tempo de sossegar tão boas almas. Os "surtos de dívidas" estampados nas manchetes dos jornais funcionam à semelhança das "vagas de assaltos" destinadas a preencher vazios informativos: são cíclicos, recorrentes e motivados por indignações muito selectivas. Hoje visam esta administração da SAD leonina, mas já visaram gerências anteriores.

Seguem-se alguns exemplos, enumerados sem grande esforço de memória.

 

26 de Abril de 2016:

Doyen acusa o Sporting de lhe dever 15 milhões de euros, acrescidos de juros, relativos à transferência de Rojo para o Manchester United e da rescisão do contrato com Labyad.

 

19 de Maio de 2017:

Tribunal Arbitral do Desporto, na Suíça, executa parte da dívida do Sporting à Doyen, avaliada em 17 milhões de euros, penhorando 2,5 milhões de receitas leoninas nas competições europeias.

 

25 de Março de 2018:

Braga reclama junto do Sporting cerca de um milhão de euros alegadamente em falta, quantia correspondente à segunda parcela pela transferência de Battaglia.

 

27 de Março de 2018:

Racing Avellaneda pondera apresentar queixa contra o Sporting na FIFA por falha no pagamento da última prestação relativo à venda de Acuña, estando em causa 1,65 milhões de euros

 

5 de Agosto de 2018:

V. Guimarães ameaça formalizar queixa contra o Sporting na FIFA por falta de pagamento de uma prestação relativa à transferência de Raphinha no valor de 2,5 milhões de euros.

 

Os melhores comentadores

Escuto a todo o momento vozes críticas de adeptos do Sporting contestando tudo e todos. No jornalismo desportivo e na tribo dos comentadores, designadamente.

Hoje apetece-me virar isto ao contrário e por uma vez abrir aqui um espaço de elogio a quem faz comentários - nos jornais, na rádio e na televisão - reflectindo sobre o futebol em geral e o Sporting em particular.

É um repto que lanço aos leitores e também aos meus silenciosos colegas de blogue: que comentadores mais gostam de ler ou de escutar no espaço mediático português?

Eu tenho as minhas preferências mas não vou dizê-las já para não condicionar o debate. Inaugurado a partir de agora.

Os títulos que a entrevista gerou

A Bola

«Frederico Varandas explica opção por Silas»

 

Correio da Manhã

«Frederico Varandas confidencia: "Um treinador disse-me que não estava para aturar um clube de malucos"»

 

Diário de Notícias

«Varandas: "Houve treinadores que recusaram porque não querem aturar um clube como este"»

 

Expresso

«Frederico Varandas: Um treinador disse-me "gabo muito a sua coragem, mas não estou para aturar um clube de malucos como o Sporting"»

 

O Jogo

«"Um treinador disse-me que não queria aturar um clube como o Sporting"»

 

Público

«Frederico Varandas garante que Mourinho não quis treinar "clube de malucos"»

 

Rádio Renascença

«Frederico Varandas. Treinador recusou Sporting porque "não tem paciência para aturar malucos"»

 

Record

«A perplexidade de Mourinho, a recuperação de Silas e a contratação: Varandas falou de tudo»

 

SIC

«Treinador recusou o Sporting porque "não queria aturar clube de malucos"»

 

Sol

«Varandas critica "minoria" que prefere o caos: "São burros e vão provar do próprio veneno"»

 

TSF

«"Clube de malucos." Varandas diz que é difícil levar treinadores para o Sporting»

 

TVI

«Sporting: Varandas confirma ter convidado Jardim e Mourinho»

O inacreditável dia de hoje

A rever os títulos dos jornais de hoje: a situação era grave, mas fomos bem manipulados.

Ainda não aprendemos a dar o desconto à má vontade que tanta gente tem contra o Sporting e tínhamos obrigação de já o saber fazer. Os nossos inimigos (adversário é outra coisa) esfregaram as mãos de contentes e rebolaram-se com gosto no lamaçal que lhes proporcionámos: Presidente, jogadores e adeptos.

Por incrível que pareça, o único que demonstrou bom senso e juízo foi Jorge Jesus. Hoje sim, ganhou a minha admiração.

SPORTING CLUBE DE PORTUGAL!

Sporting Clube de Pyongyang, foi o nome escolhido para título do editorial de ontem, da responsabilidade do seu diretor, de um jornal autodenominado de referência. Como sportinguista sinto-me ofendido e acho inaceitável, o equívoco entre a sua condição de jornalista e a de sócio, utilizando oportunisticamente uma tribuna destas, como é um jornal nacional, para misturar presidente e instituição. Porque não gosta, porque não se revê. Afinal, tendo um comportamento em tudo semelhante ao de que acusa Bruno de Carvalho. O corporativismo é tramado. Pyongyang? Ditadura? Que experiência de vida tem um fedelho destes para se atrever a relacionar Sporting com ditadura? A menos que o facto de ter sido assessor de imprensa de Durão Barroso o tenha qualificado em maoismo e ditadura do proletariado, em sessões nostálgicas sobre o passado, regurgitando agora conceitos então aprendidos. É por este e por outr@s que credibilizar uma alternativa com um projeto sólido no clube fica cada dia mais distante. Eu nunca votarei em quem trata assim o Sporting. Quem ama cuida. Solta um grito de alegria no golo em Tondela aos 98 minutos, não solta a sua raiva contra o clube que diz ser o seu por não se rever em quem o dirige. Lamentável e ilegítimo o editorial de David Dinis no Público. Agora digam-me porque razão devo comprar este jornal? Que sportinguista gosta de ver chamar Sporting Clube de Pyongyang, ao seu SPORTING CLUBE DE PORTUGAL

Honra, dedicação, devoção, glória.

"Atão?" Não estava a direcção do Sporting contra a cartilha?

Meses e meses a denunciar a existência da mais que reprovável e condenável cartilha benfiquista, que mina e cega a verdade desportiva; e, em poucos segundos, do alto do seu púlpito, o Presidente do Sporting espalhou também ele a sua cartilha. 

Tenho a certeza, no entanto, que os sportinguistas vão continuar a comprar jornais e a ver a miríade de tv´s portuguesas. Como estou mais do que convicto que os comentadores que vestem as nossas cores nas televisões por lá vão continuar. Vão continuar a defender o Sporting pensando pelas cabeças deles. 

Pergunto: Haveria cartilha maior se assim não fosse?

Em resumo

Phil.jpg

 

 

Espero que pela última vez sobre o assunto (da minha parte, claro): O que o homem quis dizer (disse) foi isto: "Vocês têm o direito de me exigir que pare a verborreia facebookiana (o adjectivo é de minha autoria) e eu tenho o direito de vos pedir que deixem de dar para o peditório dos jornais, tv's e radios; Será uma troca por assim dizer, eu deixo o facebook e vocês largam os programas da treta". Claro que isto, conhecendo Bruno de Carvalho, não poderia ter sido transmitido desta forma telegráfica, portanto houve mais alguns floreados (tipo aquele baterista virtuoso, que se perde nos tímbalos e na tarola sem contudo deixar de marcar o ritmo, no bombo e nos pratos de pé) que não retiram o essencial: O presidente não exigiu nada que os sportinguistas deixem agora de fazer o que quer que seja e mais, aceitar que isto aconteceu desta forma, é passar um enorme atestado de insanidade mental aos sócios e adeptos, que por acaso até, por diversas e variadas vezes, têm demonstrado que de tolos pouco têm.

Que me conste, não houve votação sobre este assunto, logo isto não passa de uma hipotética alteração de hábitos. Ora, como o presidente nunca deixará o facebook, a hipotética troca nunca por ele será trazida em qualquer altura à colacção, não se ferindo portanto aqui qualquer direito à liberdade de expressão, de escolha, de opinião, enfim, o presidente não (quis mandar) manda nos sportinguistas, como os sportinguistas (alguns) querem mandar nele. Que me desculpem, mas eu até consigo vislumbrar aqui alguma humildade democrática da parte do presidente. E com todas as letras, alguma autocracia por parte de alguns sócios e adeptos (eu já afirmei que dispenso as tiradas no facebook, portanto "ditador" me confesso). Não vou bater no ceguinho da Jardim, da Garnel, do Reis e de outros de que nem já tenho memória, era escusado pois era, mas como já disse noutros escritos, é para o lado que durmo melhor, tal como não leio jornais desportivos e não vejo programas "de bola", foi fácil, procedi da mesma forma para com o facebook do presidente, não leio!

O que me interessa são as continhas certas e transparentes (check), o crescimento sustentado do clube e da SAD (check), a conquista de troféus nacionais e internacionais (check) e tenho certeza que cedo ou tarde (esperemos que cedo) no futebol as coisas também nos sorrirão.

O resto? Como muito bem refere JPT neste excelente texto, e o Ricardo Roque neste, também excelente, o resto, como diria um "célebre" participante num reality-show, são "fáite daiveres".

Eu cá por mim...

Eu cá por mim, não preciso que me assobiem.

Há muito que não compro nem leio jornais desportivos e que não vejo programas sobre futebol ou outra qualquer modalidade desportiva, os jogos a que assisto na tv, ou é com comentários em inglês, ou se calha a ser numa das pantalhas nacionais, é sem som, portanto meus amigos, a recomendação é-me indiferente.

Aliás, parece-me que os sportinguistas são suficientemente sagazes para perceber o que devem ou não fazer em relação à comunicação social, sem precisarem que lhe apontem o "balde".

Não me incomodam os ditos "blackouts" e parece-me até que o presidente não terá mais que ido a reboque das caixas de comentários da blogosfera leonina. Sinal de que está atento e de que, se o não fez até agora, telo-á feito agora de forma ponderada. Não sei se asisada, mas se querem saber, é para o lado que eu durmo melhor.

Quero que fique claro que nada me move contra os jornalistas. Neste mundo cão onde vale tudo, nem todos têm arcaboiço para manter a coluna direita e pôr comida na mesa ao mesmo tempo. Percebo-os, contudo não os apoio. Sou a pessoa que me conhece melhor e dificilmente me agacharia perante qualquer sinal de condicionamento em qualquer actividade. Já sofri por isso, muito, sei o que é estar na "prateleira" meses, anos. Mas repito, não os condeno.

Já os jornais e as televisões e as rádios e quem dirige a sua linha editorial, é "outro número de obra", fia mais fino. A esses, parafraseando Boris Vian, irei cuspir-lhes (vos) nos túmulos. No entanto, a palha que diariamente estampam nas notícias só a come quem quer e eu palha, só de Abrantes.

Revista de imprensa

Às 15 horas de hoje

 

Manchete do jornal digital Observador:

«Luís Filipe Vieira constituído arguido.»

Manchete da edição diária on line do Expresso:

«Luís Filipe Vieira constituído arguido no caso que envolve Rui Rangel.»

Manchete da edição digital do diário Público:

«Cinco detidos no processo que envolve o juiz Rui Rangel. Luís Filipe Vieira é arguido.»

Manchete da edição digital do Correio da Manhã:

«Luís Filipe Vieira suspeito de tráfico de influências.»

Manchete da edição digital do Record:

«Luís Filipe Vieira constituído arguido.»

Manchete da edição digital do jornal O Jogo:

«Luís Filipe Vieira terá sido constituído arguido por tráfico de influências.»

Manchete da edição digital do jornal A Bola:

«Benfica nega que Vieira tenha sido constituído arguido.»

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