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És a nossa Fé!

De Jorge a José, os factos

No futebol como na vida há alturas que temos de olhar para factos.

Comparar.

Jorge Jesus vs. José Peseiro, que comecem os jogos.

Taça de Portugal: último resultado de Jorge Jesus, derrota com o Aves; último resultado de José Peseiro, vitória com o Loures.

Taça da Liga: último resultado de Jorge Jesus, empate com o Vitória Futebol Clube (Setúbal) [venceria em penaltys 5-4 um jogo que estivera a perder desde os quatro minutos e que seria empatado num penalty convertido por Dost aos oitenta minutos]; último resultado de José Peseiro, vitória com o Marítimo.

Liga Europa:  dois últimos resultados de Jorge Jesus, uma vitória e uma derrota; dois últimos resultados de José Peseiro, duas vitórias 

Campeonato Nacional (Liga NOS): comparando os últimos sete jogos de Jorge Jesus com os primeiros sete de José Peseiro estão, precisamente, iguais, duas derrotas e um empate, com a diferença de que Peseiro foi empatar com o Benfica à Luz e Jesus deixou-se empatar em Alvalade.

"Contra factos não há argumentos", diz-se mas eu gostava que argumentassem... queremos mesmo mudar de treinador?

Avivar memórias

A memória dos adeptos costuma ser curta. Mas convém não abusar.

Anda agora por aí muito boa gente a rasgar as vestes porque o Sporting perdeu em Portimão. Gente já completamente esquecida de outra derrota, ocorrida em Janeiro de 2016, era Jorge Jesus o treinador leonino. Fomos a Portimão, para a Taça da Liga, e saímos de lá afastados da competição num jogo em que sofremos dois golos e não marcámos nenhum. Apesar de contarmos com dois jogadores que daí a seis meses se sagrariam campeões europeus: Willliam Carvalho e João Mário.

Faço notar que na noite deste domingo jogámos com uma equipa remendada, em grande parte formada por suplentes da época anterior. Salin (suplente de Rui Patrício), Ristovski (suplente de Piccini), André Pinto (suplente de Mathieu), Battaglia (suplente de William Carvalho) e Montero (suplente de Bas Dost).

Dadas as circunstâncias, é inútil esperar milagres. Tudo leva o seu tempo a ser construído. Quem não perceber isto, não percebe quase nada.

Assuntos internos

 

Piccini a caminho do Valência por dez milhões de euros após só uma temporada em Alvalade.

 

Ainda não foi fechado acordo entre o Sporting e o Atlético de Madrid por Gelson Martins.

 

Sousa Cintra anula cláusula de confidencialidade que mantinha Jorge Jesus em silêncio.

 

Limpeza no ataque leonino: Doumbia e Castaignos vão ser dispensados por Peseiro.

 

Engraçade

Tanto que ele tinha para dizer dos tempos áureos que passou do lado de lá. Fechou-se em copas e não se conhece que tivesse algum impedimento legal.

Ontem e hoje é discorrer. Sobre quem? Sobre o Sporting, claro está, que é tão fácil bater em nós.

Se há uma cláusula de confidencialidade, um processo em cima!  Se for levantada, exijo a imediata demissão da Comissão de Gestão, sem "mas nem meio mas"!

O que está em causa é o Sporting, não Bruno de Carvalho, e o Sporting já levou porrada que chegasse nestes últimos tempos, para vir agora um treinador que a esmagadora maioria dos sócios e adeptos considera responsável pelos inêxitos e pelo futebol miserável praticado pela equipa, botar abaixo o clube. Haja decore...

O que disse Jorge Jesus

 

«Não tenho nenhumas razões de queixa dos adeptos do Sporting. Pelo contrário, sempre me acarinharam. Foram fantásticos.»

 

«Recuperámos o Sporting em termos de mística, de orgulho. Fizemos o Sporting ser uma equipa novamente competitiva, a disputar o título. Em três anos, disputei o título duas vezes até ao limite das jornadas.»

 

«Eu sabia que não podia continuar no Sporting face ao que aconteceu, não só nas últimas semanas mas nos últimos meses.»

 

«É verdade que o presidente do Sporting queria afastar o Octávio Machado. Eu disse ao presidente do Sporting que, se mandasse embora o Octávio, teria que me mandar embora também a mim. O Octávio só saiu depois porque quis.»

 

«Sentimentalmente, a final da Taça de Portugal doeu-me muito mais [do que o ataque a Alcochete]. Senti que os adeptos do Sporting e os jogadores do Sporting não mereciam tudo aquilo que se passou e que fez que a equipa não estivesse em condições de poder disputar aquela final. Senti-me um pouco culpado. Não devíamos ter jogado naquele dia a final.»

 

«É verdade que os jogadores do Sporting não estavam em condições de efectuar aquela final.»

 

«Depois da final, senti-me um treinador impotente. Os jogadores estavam lá mas não ouviam.»

 

«Os jogadores passaram por momentos que vocês não imaginam naqueles cinco minutos naquele balneário. Aquilo parecia um filme de terror. Aquilo parecia as imagens que eu via do Daesh, no Líbano. Com palavras como "Vamos matar-vos a todos!".»

 

«Quando os vi [membros da claque] correrem para os balneários, fui a correr atrás e meti-me no meio daquele desespero todo.»

 

«Espero que as claques portuguesas percebam que ter paixão pelo clube não é esses actos [Alcochete]. Não intimidam ninguém. Os jogadores não vão correr mais nem menos para ganhar porque os adeptos vão às academias.»

 

«Os jogadores estão a tomar outras decisões - e ainda bem. Dou os parabéns ao presidente do Sporting [Sousa Cintra] pelo trabalho espectacular que está a fazer na recuperação da imagem do Sporting.»

 

«Falei com alguns jogadores antes de tomarem as decisões e disse-lhes: "Se o teu coração é esse, se a tua felicidade é essa, não hesites e regressa".»

 

«Já pedi ao presidente Sousa Cintra para anular a minha cláusula de confidencialidade.»

 

«O meu grande objectivo era ser campeão nacional no Sporting, como é óbvio. Pensava que em três anos conseguia ser campeão nacional. [Mas] sinto que, com a ajuda de toda a gente, deixei no Sporting uima estrutura espectacular em relação ao futebol.»

 

Esta noite, rompendo o silêncio, em entrevista à CMTV

"Pé-gelado"

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José Peseiro, contratado por Sousa Cintra para treinador da equipa principal do Sporting - decisão que já mereceu a concordância de Frederico Varandas, candidato à presidência - é um "pé-frio". Assim decretam sócios, adeptos e simpatizantes do clube. Em tom categórico.

Não irei desmenti-los. Mas se Peseiro é "pé frio" por ter perdido a única final europeia em que o Sporting - conduzido por ele - marcou presença nos últimos 53 anos, o que dizer de Jorge Jesus, que perdeu duas finais de Taças de Portugal (uma das quais para o V. Guimarães treinado por Rui Vitória) e duas finais da Liga Europa?

Em comparação, no mínimo, será um "pé-gelado".

Oportunidade para mudar de vida...

Não ficarei triste com a eventual saída de Jorge Jesus. Em rigor não fiquei satisfeito com o despedimento de Marco Silva e contratação do mestre da táctica. Tenho para mim que perdemos o campeonato 2015/2016 muito pelo acicatar do rival, para o qual muito contribuíram presidente e treinador. Completamente desnecessária aquela frase parola “se quisesse agora deixava Rui Vitória bem pequenino”, na conferência de imprensa no Estádio da Luz, após a nossa vitória 0-3 no campo do rival. Com um pouco mais de humildade provavelmente teríamos sido campeões, tenho essa convicção, jamais será uma certeza como é óbvio.

Já durante a presente época por várias vezes critiquei J.J., embora tenha que reconhecer que foi capaz de atenuar um pouco a paupérrima imagem que o clube estava a adquirir quando Bruno de Carvalho entrou em inenarrável e inexplicável desnorte. A instituição acaba por forçosamente ficar grata ao treinador, porque afinal até poderia ter sido muito pior, face à alucinação em que o Conselho Directivo mergulhou.

Dificilmente a próxima época será um sucesso, mas talvez seja tempo de regressar à aposta na formação, tenho expectativas altas em Francisco Geraldes, pode vir a ser uma aposta e finalmente confirme o talento que inegavelmente possui.

Mas ainda que possamos não estar à altura dos rivais e com todos os problemas que estamos a viver, dificilmente estaremos, é importante arrumar a casa e varrer o lixo, não direi para o esquecimento ou para baixo do tapete, mas para o baú das memórias, para que os sócios não esqueçam tão depressa o pesadelo e evitem por muitos anos cair novamente na demagogia e populismo de qualquer déspota que se perfile com promessas reluzentes, mas ocas.

Quem não tem vergonha nem emenda são os grunhos da bancada Sul, que andam a publicar fotos e tarjas de solidariedade para com os 23 animais que atacaram a Academia. Em vez da honra e liberdade que apregoam para esses energúmenos, a resposta do clube e qualquer associado só pode ser uma, não estão 23 jagunços detidos a mais mas pelo menos 15 a menos e mais alguns mandantes e até quiçá outros, os instigadores não viria mal ao mundo se lhes fossem fazer companhia. Por mim, os apoios às claques não existiriam para a próxima época e quem quisesse assistir aos jogos, teria de comprar bilhete como qualquer outro associado. Sempre fomos um clube diferente, nunca nos revimos na postura dos rivais, talvez fosse mais um bom exemplo a seguir se mostrássemos ao país que não nos revemos no hooliganismo.

Punir o êxito, premiar o fracasso

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Critiquei muitas vezes Jorge Jesus pelas opções técnicas.

Critiquei a Direcção leonina pelo despedimento de Marco Silva (desde ontem no Everton), na sequência imediata da conquista da Taça de Portugal - a maior proeza que Bruno de Carvalho pode exibir nestes mais de cinco anos no futebol profissional.

Com isto, o sucessor de Godinho Lopes transmitiu um sinal profundamente errado a quem vestia as cores leoninas: quem vencia era corrido.

No ano seguinte, transmitiu outro sinal errado: Jesus, entretanto contratado, nada ganhou. Mesmo assim, foi contemplado com revisão de contrato e aumento salarial.

O princípio da degradação do consulado do ex-futuro presidente do CD do Sporting ficou traçado aqui. Nestes dois sinais equívocos que transmitiu à massa adepta e ao grupo de trabalho. Punindo o êxito e premiando o fracasso.

 

Dito isto, tenho de prestar a minha homenagem a Jorge Jesus caso as mais recentes notícias se confirmem e ele abandone o Sporting sem exigir a quantia adicional que lhe era devida pela letra do contrato que o ligava à SAD leonina.

E agradecer-lhe por isso.

Curvas e contracurvas

Há três anos, Bruno de Carvalho afastou Augusto Inácio do cargo de director desportivo para abrir caminho a Jorge Jesus.

Agora, age às avessas: traz Inácio para afastar Jesus.

Assisto a isto e questiono-me se é maneira séria e credível de gerir um clube.


Como em quase tudo o resto (desistir ou prosseguir no facebook, sentar ou não no banco, apoiar ou não as claques, defender ou atacar os jogadores, cortar relações ou reatá-las com o Porto, convidar e desconvidar Octávio para o casamento, aproximar-se e afastar-se de Ricciardi, garantir que não quer despedir treinadores que acaba por afastar...), o ainda presidente é capaz de tudo e do seu contrário. Desde que lhe dê jeito para se mantar agarrado com unhas e dentes ao umbral da porta.

 

O equivalente àqueles ministros que, contra todas as evidências, insistem em manter-se num Governo quando já não reúnem condições mínimas para continuarem em funções.

Jorge Jesus

Nota prévia: Nunca pensei escrever este texto.

 

Subscrevo todas as críticas que os meus colegas deste espaço escreveram sobre Jorge Jesus. Não posso esquecer uma deliciosa “conversa” numa destas caixas de comentários entre o Pedro Correia e, presumo eu, o José da Xã (peço desculpa não ter encontrado o link). Para além dos argumentos para a saída do Jorge Jesus discorriam sobre eventuais nomes para o substituir. Na altura, apeteceu-me entrar na conversa para dizer que o nome que gostaria de ver como treinador do nosso clube seria Frank Rijkaard. Não o fiz, não quis interromper tão deliciosa conversa.

Porém, concordando na altura com todos esses argumentos, creio que hoje Jorge Jesus não deva sair (daí a minha nota prévia).

Sim, repito que concordo com todas as críticas técnico-tácticas escritas neste espaço. Todas, faço-as minhas. Senti-me imensamente frustrado com muitas das suas opções, envergonhado com muito do seu egocentrismo, discordei algumas vezes do «11», etc., etc., etc.

Concordo com tudo isso, mas…

… e apesar disso, entendo que deva ser o treinador da nossa equipa na próxima época.

O seu comportamento nestes (como lhe hei-de chamar?) "infelizes tempos" tem sido irrepreensível e, presumo eu, será um elemento fundamental para evitar um possível “descarrilamento” total da nossa equipa de futebol sénior masculino.

O Sporting da Maria Alexandra

Agora descobriram a "Maria Alexandra", essa sim uma verdadeira sportinguista. Sabendo eu como são feitos estes programas em que a opinião pública expressa "espontaneamente" as suas ideias, a Maria Alexandra é uma sportinguista tão espontânea quanto o famoso Pedro "Fernando Santos" Guerra é um espontâneo benfiquista. De resto, os argumentos estão lá todos muito certinhos: a culpa é dos jogadores, o presidente é que dá o corpo às balas.

Esta coisa da culpa dos jogadores realmente cansa e é trágico: os jogadores são a mesma coisa aqui ou no Porto e no Benfica. Se não rendem o mesmo do que lá, o problema não é deles, é da organização. E o responsável principal pela organização é o treinador, seguindo-se a ele o presidente. Não venham com a história dos "mercenários": "mercenários" são o Ronaldo, o Messi, o Salah, mas não é isso que leva ninguém a deitá-los abaixo. Mudem os jogadores todos e ponham lá uns novos, se a organização não muda, o resultado é o mesmo.

Quanto ao presidente que dá o corpo às balas, importa saber que balas são essas e quais as balas que ele próprio atira. Para mim, já seria suficiente vê-lo a dar o corpo às balas na véspera da Taça de Portugal a dizer que a culpa de os jogadores terem levado porrada em Alcochete tinha sido deles próprios; assim como seria suficiente vê-lo na mesma ocasião a dizer mal do Rui Patrício. Do Rui Patrício? A sério? Mas a isto soma-se a entrevista ao Expresso uma semana antes do jogo da Madeira e uma série de intervenções do mesmo género, ao longo dos anos, que sempre deram imenso jeito aos rivais do Sporting. O ano passado, por exemplo, lembrou-se de atacar os adeptos. Este ano, lembrou-se de suspender os jogadores uns dias antes do jogo com o Atlético de Madrid. Um clássico sportinguista é dizer que a Comunicação Social é benfiquista e só dá destaque positivo ao Benfica e negativo ao Sporting. Pois esta época o presidente do Sporting conseguiu sempre retirar o Benfica da luz negativa da Comunicação Social e pôr lá o Sporting. Até chegarmos a esta semana horrível. Na crise (mais uma) de Janeiro-Fevereiro de 2017, ainda acreditei que tanto o treinador como o presidente corrigissem estes aspectos que poderiam ser fatais. Um pouco mais tarde, nas eleições, ainda esperei uma mudança. Nada mudou. Já dei para o peditório.

Só para relembrar

O futebol apresentado pelo Sporting esta época foi na maioria dos jogos medíocre. Futebol previsível, chutos para o ar, uma enormidade de golos sofridos, banhos de bola dos 3 principais rivais, etc...

Jorge Jesus voltou a demonstrar que é um treinador medroso e que, apesar de ter um dos melhores plantéis da história do Sporting (100% escolhido por ele), e, provavelmente, o melhor do campeonato, só conseguiu ficar em 3o lugar.

A gestão do esforço da equipa ao longo da época foi do mais absurdo que tenho visto e só há um responsável por isso que é o próprio treinador.

A abordagem ao mercado de Janeiro foi completamente ridícula e a única coisa que acrescentou foi despesa...

Convém não nos esquecermos desta realidade.

Canalhice

Dois dias depois de Jorge Jesus ter sido barbaramente agredido no campo de treinos do Sporting, o ainda vice-presidente Carlos Vieira veio ontem à noite lembrar ao País que ele é «o treinador mais bem pago do País.»

Isto temos nós acentuado dezenas de vezes ao longo dos últimos anos aqui no blogue. Para exigir sempre mais da prestação da equipa técnica e dos jogadores.

Mas dito da boca de um vice-presidente no momento em que ocorreu, e no contexto específico em que a frase foi lida (sublinho: lida, não proferida de improviso), é pura canalhice.

Vieira, número dois de Carvalho, faz parte do problema. Não pode fazer parte da solução.

O papá já não gosta da nora

Vão jogar assim ao Jamor vão...

Entretanto, deixei de perceber onde é que ficamos naquele famoso argumento segundo o qual estas intervenções inopinadas do presidente "adepto-maluco", ou lá como é que ele se define, serviam era para pôr os jogadores a jogar à grande e a ganhar os jogos todos.

Outra coisa que não percebo é esta coisa de criticar os jogadores. Vamos lá a ver: desculpem o truísmo, mas os jogadores são só jogadores; juntem-se 10, 20, 30 jogadores e não passarão disso mesmo: um conjunto de jogadores. O que faz uma equipa é a organização. E o responsável pela organização é o treinador - e a seguir é a direcção, que oferece as condições ao treinador e aos jogadores. Haviam de ter vindo calhar ao Sporting os piores e mais preguiçosos de todos os jogadores? Os do Porto são muito melhores? Claro que não. A organização é que foi melhor. A este respeito, já tive a oportunidade de escrever há um ano sobre aquele que acho ter sido um dos maiores erros de Bruno de Carvalho (e que muitos adeptos infelizmente seguiram): o deslumbramento parolo com o "Jorge" - escuso de elaborar, já o fiz antes. Estava-se mesmo a ver que o romance ia acabar aqui: com o pai do menino a dizer que a nora (como todas as noras) é que levou o menino por maus caminhos.

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