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És a nossa Fé!

Os três melhores: Nani, Montero, Acuña

Conforme prometido, divulgo hoje o resultado o inquérito promovido aqui há três dias, junto dos nossos leitores e dos meus colegas de blogue, sobre os melhores jogadores do Sporting nesta época 2018/2019, quando vai decorrido cerca de um quarto do campeonato.

Houve muitas respostas, como previ: registei 48. Correspondendo ao meu pedido para a indicação de três nomes por ordem decrescente.

Decidi atribuir três pontos ao jogador mencionado em primeiro lugar, dois ao que figurava em segundo e apenas um ao que ficou em terceiro.

 

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A classificação ficou assim estabelecida:

 

 

Nani:                        104 pontos

Montero:                   44 pontos

Acuña:                        38 pontos

Bruno Fernandes:   28 pontos

Raphinha:                  21 pontos

Jovane:                         9 pontos

Salin:                             9 pontos

Coates:                          6 pontos

Mathieu:                       4 pontos

Bas Dost                       2 pontos

 

Breves comentários:

  • Há um ano, por esta altura, os três jogadores mais valorizados pelos leitores e autores deste blogue foram Rui Patrício, Mathieu e Bruno Fernandes.
  • Dos jogadores destacados no ano passado, só Mathieu, Bruno Fernandes, Bas Dost e Acuña repetem.
  • Apenas Nani (um regresso a Alvalade, onde se formou) e Raphinha são jogadores que vieram como reforços desta nova época.
  • As modestas votações de Bas Dost e Mathieu reflectem o facto de terem estado lesionados durante grande parte deste tempo, com prejuízo óbvio para a equipa.
  • Ausência total de alguns nomes: Battaglia, André Pinto, Wendel, Gudelj, Renan e Ristovski.
  • Jovane, na minha opinião, merecia mais votos: foi a grande revelação deste início de temporada.

 

Fica aberta a partir de agora a discussão sobre estas escolhas nesta caixa de comentários.

Quem são os três melhores?

Decorridas oito jornadas do campeonato, e estando portanto já quase superado um quarto da prova, creio ter chegado a altura de questionar os nossos leitores sobre quem consideram ser os três melhores jogadores do plantel leonino. Por ordem decrescente e mencionando apenas três, se não se importam.

Estou curioso por saber as vossas opiniões. E desde já prometo que voltarei a fazer um teste semelhante quando estiver cumprida metade da Liga 2018/2019. Para irmos comparando umas apreciações com outras: julgo que valerá a pena.

Notas aos jogadores

Nota 7

Raphinha - Dos raros jogadores leoninos que não pareceram ressentir-se com a importância do jogo na Pedreira. Mesmo sem o conveniente apoio de Ristovski, quando jogou na ala direita, fez boas movimentações, sempre de olhos fitos na baliza. O primeiro sinal de perigo foi levado por ele, aos 16'. Remates a rasar o poste (73' e 82'). Cruzamento perfeito para Coates, que falhou o cabeceamento (76'). Merecia o golo: foi o melhor do Sporting.

Jovane - Desta vez não foi o talismã de que a equipa precisava, nem ninguém pode exigir-lhe isso - sobretudo quando fica fora do onze titular e só é lançado, quase em desespero, para render um Nani que andava exausto havia uma quarto de hora. Mesmo assim, protagonizou o melhor momento do jogo leonino, aos 88', num belo lance individual em que deixou três defesas fora do caminho e rematou cruzado, para grande defesa do guardião bracarense.

 

Nota 6

Salin - Quando era preciso, estava lá. Travando João Novais com uma excelente defesa (66') e retardando o golo de Dyego Sousa (57'). Sem culpa no descalabro defensivo de que resultaram os três pontos para o Braga, também por Dyego. Só precisa de melhorar no capítulo da reposição da bola em jogo com os pés.

André Pinto - Muito assobiado do princípio ao fim, cada vez que tocava na bola, o central não pareceu afectado por este desagrado do público afecto à sua ex-equipa. Combinou bem com Acuña: no primeiro tempo, sobretudo, foi pela ala esquerda que saiu sempre o nosso jogo ofensivo. Falhou a cobertura a Dyego Sousa no golo bracarense, mas a principal falha neste lance crucial surgiu dos colegas incapazes de impedir o cruzamento.

Acuña - Actuou pelo segundo jogo consecutivo como lateral esquerdo, voltando a merecer nota positiva tanto no capítulo técnico como no compromisso táctico, sobretudo nas acções defensivas. Não desiste de um lance, o que lhe confere utilidade suplementar num onze muito irregular neste domínio. 

 

Nota 5

Coates - No golo do Braga, acorreu à dobra de Ristovski, mas este seu desposicionamento foi fatal: o eixo da defesa ficou desguarnecido, o que facilitou a penetração de Dyego Sousa. No jogo aéreo, lá à frente, também não esteve feliz: continua sem fazer a diferença. Compensou com bons cortes aos 12', 42' e 48'.

Battaglia - Batalhador, a fazer jus ao apelido de origem italiana, mas sem o discernimento que já revelou noutros desafios. Continua a falhar passes promissores e a confundir progressão ofensiva com transporte de bola. Mas no capítulo da recuperação esteve melhor do que Gudelj, que parece pouco talhado para a posição de médio defensivo.

Nani - Falta-lhe fulgor físico - e isso notou-se em excesso neste jogo. Parece fazer pouco sentido mantê-lo numa ala quando temos Jovane e Raphinha - sem esquecer o ausente Carlos Mané. Rende certamente mais nas costas do ponta-de-lança. Mesmo assim, o momento mais perigoso foi dele - um excelente cabeceamento com selo de golo aos 35', proporcionando a Tiago Sá a defesa da noite.

 

Nota 4

Gudelj - O sérvio abusou do jogo físico e arriscou mesmo um cartão "alaranjado" ao dar uma cotovelada na face de Wilson Eduardo que o árbitro Soares Dias não viu. Talvez para compensar as dificuldades que foi enfrentando como médio mais recuado, lugar para o qual parece pouco vocacionado. Desposicionou-se com frequência, comprometendo o equilíbrio do corredor central leonino.

Bruno Fernandes - O rei dos passes errados, chegando a fazer entregas comprometedoras de bola ao adversário. Corre muito, gesticula bastante, protesta em excesso com o árbitro. Mas na hora da decisão tomou quase sempre más opções, como quando preferiu o remate, aos 65', quando tinha Raphinha em melhor posição. Tarda em voltar à boa forma da época anterior.

Montero - Faz as vezes de ponta-de-lança, mas desta vez mal se deu por ele na área. Abusa das incursões atrás para entregar a bola supostamente a alguém que devia ser... ele próprio. Passou em larga medida ao lado do jogo, excepto num bom centro que Bruno Fernandes desperdiçou aos 65'. Muito pouco para alguém com os pergaminhos deste colombiano que se mantém divorciado dos golos.

 

Nota 3

Ristovski - Porque estaria tão nervoso? Foi sempre um dos elementos mais intranquilos do onze leonino. Défice na progressão atacante e no apoio a Raphinha, parecendo preso às missões defensivas, o que não impediu que o golo do Braga começasse a ser desenhado pelo seu flanco: nem o auxílio de Coates lhe serviu.

 

Nota 2

Castaignos - Entrou aos 79', por troca com Montero, e revelou-se igual a si próprio: é um avançado que nunca marcou pelo Sporting. Manteve-se fiel à tradição que sempre demonstrou em Alvalade desde os tempos de Jorge Jesus: evidencia insuperáveis problemas no capítulo técnico. Quando a bola lhe chega, não sabe o que fazer com ela.

 

Sem nota

Diaby - Em desvantagem desde o minuto 67', precisávamos de reforçar a frente atacante. Mas Peseiro optou por manter no banco o reforço do Mali contratado para marcar golos. Quando entrou, aos 85', por troca com o extenuado Gudelj, já pouco lhe restava para fazer. E não fez mesmo. 

Notas aos jogadores

Nota 8

Jovane - Precisávamos dele mais cedo. Mas entrou ainda a tempo de desfazer o nó, acelerar o jogo e marcar um golo que festejou exuberantemente. O seu primeiro golo pela equipa principal. Na época passada, este jovem caboverdiano que se encontra no Sporting desde 2014 já tinha marcado 12 pela equipa B. Está a ser a estrela do plantel.

 

Nota 7

Coates - Com Mathieu ausente, assume-se como patrão indiscutível do reduto defensivo leonino, hoje novamente inviolável. Bons cortes aos 35', 42', 68' e 75'. E ainda é capaz de sair com a bola controlada, em transição ofensiva, como demonstrou no primeiro tempo.

Raphinha - Parece ter conquistado a titularidade neste Sporting de Peseiro. Exibição muito consistente, com intensidade e acutilância ofensiva. Foi ceifado à margem das regras quando acelerava rumo à área do Feirense, pelo lado esquerdo. Mais tarde, pela ala direita, começou a construir o nosso golo.

 

Nota 6

Acuña - Fez duas posições neste jogo. Primeiro como médio interior - posição em que Peseiro tem vindo a testá-lo, tentando potenciar as qualidades do argentino - e a partir dos 66' como lateral esquerdo, rendendo Jefferson. Sempre muito combativo: não desiste de um lance.

André Pinto - Com actuação mais sóbria do que o seu colega do eixo da defesa, foi seguro e competente. Muito posicional, atento às dobras. Esteve quase a marcar, num remate seco travado in extremis pelo guarda-redes do Feirense.

Battaglia - Mostra-se em melhor nível do que quando Peseiro colocava outro médio de cobertura ao seu lado. Cumpriu com rigor táctico a missão que lhe foi confiada, não apenas como primeiro elemento do dique defensivo mas também nas transições ofensivas. Tentou o golo aos 30', 76' e 79', sempre sem sucesso.

Nani - Menos influente do que nas partidas anteriores, desde logo devido às marcações a que foi sujeito, pôs a sua maturidade ao serviço da equipa em lances cirúrgicos. Rendeu mais como segundo avançado, no quarto de hora final. Substituído aos 90' só para queimar tempo.

Salin - Pouco chamado a intervir, cumpriu com zelo a missão quando foi necessário. Nomeadamente aos 58', com uma defesa apertada. Esticou-se bem aos 16', quando uma bomba disparada por Edinho levou a bola a bater na barra. Parece estar a ganhar a titularidade na nossa baliza.

 

Nota 5

Bruno Fernandes - Jogou a espaços como segundo avançado e mais tempo na posição 8, cumprindo no essencial mas sempre distante do virtuosismo a que habituou os adeptos na época passada. Não foi feliz nas bolas paradas e protestou demasiado com o ábitro.

Montero - Muita dificuldade em penetrar na compacta muralha defensiva do Feirense. Mas arrancou justos aplausos aos 41', com uma finta de corpo e um forte remate de fora da área. Continua, no entanto, longe do golo. Substituído por Castaignos aos 79'.

Ristovski - Várias vezes surpreendido pelas acções atacantes de Luís Machado - o melhor jogador de campo do Feirense. Pareceu sempre nervoso. Mas redimiu-se na decisiva intervenção que teve no lance do golo, recebendo a bola de Raphinha e assistindo para Jovane.

 

Nota 4

Jefferson - O mais fraco elemento do onze titular. Incapaz de fechar com eficácia a sua ala na manobra defensiva e com notório défice de qualidade nas acções ofensivas. Pressionou pouco e mal. Substituído, sem surpresa, aos 66'.

 

Nota 3

Castaignos - Entrou aos 79', por troca com Montero, e revelou-se igual a si próprio: é um avançado que nunca marcou pelo Sporting. Estava lá, no momento do golo, mas falhou, como de costume. Felizmente Jovane não desperdiçou a oportunidade. Mantém-se no plantel: nem para um clube da Segunda Liga conseguimos emprestá-lo.

 

Sem nota

Petrovic - Rendeu Nani aos 90', com a missão de segurar o jogo. Mal se deu por ele, mas também não era necessário: o Feirense tinha estoirado fisicamente e a partida estava controlada.

Notas aos jogadores

Nota 8

Nani - A figura do jogo. Foi ele a conduzir a equipa à vitória - e a amealhar três pontos que podem tornar-se preciosos - com uma exibição de classe, coroada com dois belos golos marcados em cada parte: o primeiro aos 9', o segundo aos 66'. E ainda levou um petardo a embater na barra.

 

Nota 7

Coates - Um esteio do equilíbrio defensivo leonino, protagonista dos cortes mais decisivos. Coube-lhe ainda algum protagonismo no lançamento da equipa para o ataque. 

Jovane - Pelo segundo jogo consecutivo, saltou do banco para dar um fortíssimo contributo à dinâmica da equipa, criando sucessivos desequilíbrios e abalando a muralha defensiva adversária. Em campo desde o minuto 59', foi dele a assistência para o segundo golo.

Mathieu - Voltou a combinar na perfeição com Coates no eixo defensivo. Incansável nas dobras a Jefferson, muitas vezes desposicionado. Ainda tentou o golo, no último lance da partida. 

 

Nota 6

Battaglia - Voltou a ser essencial na recuperação de bolas, embora seja evidente a falta de entrosamento com Misic. Esteve em crescendo nesta partida, batalhador até ao fim. Falhou por pouco o golo, aos 35': o cabeceamento rasou a barra.

Montero - Entrou bem, na segunda parte, rendendo o lesionado Bas Dost. Contribuiu para abrir brechas na defesa setubalense, incluindo no lance do golo da vitória. Ele próprio ia marcando, de cabeça, aos 53', forçando o guarda-redes Cristiano a uma grande intervenção.

 

Nota 5

Jefferson - Nota positiva na frente ofensiva - com destaque para a participação no primeiro golo, que ajuda a construir numa tabela com Nani. Nota negativa nas missões defensivas: por vezes abriu auto-estradas no seu flanco.

Ristovski - Combativo, aguerrido, nunca comprometeu. Mas também nunca conseguiu fazer a diferença, sobretudo nas missões atacantes. 

 

Nota 4

Acuña - Inoperante nos flancos, por falta de dinâmica ofensiva, pareceu em má forma física. Errou muitos passes. Marcou bem um livre aos 35' e fez um bom cruzamento aos 65' - contributos demasiado escassos.

Bas Dost - Com problemas físicos, jogou apenas a primeira parte. Conseguiu ser eficaz em lances de bola parada defensiva, mas à frente a bola nunca lhe chegou em condições nem ele foi capaz de a procurar.

Bruno Fernandes - Muito condicionado de movimentos, devido à competente marcação de que foi alvo, foi incapaz de repetir a influência evidenciada no desafio anterior. Desta vez nem os passes lhe saíram bem.

 

Nota 3

Salin - Acusou em excesso o ano de inactividade no Sporting, à sombra de Rui Patrício. Com uma saída em falso dos postes, aos 19', proporcionou o golo do V. Setúbal. Nervoso, nunca se refez por completo deste erro, que nos podia ter saído muito caro.

Misic - Única novidade no onze titular, recorreu em excesso às faltas, falhou diversos passes e revelou um chocante défice de capacidade de construção de lances ofensivos. Saiu demasiado tarde, aos 59'. 

 

Sem nota

Petrovic - Rendeu Nani aos 85', com a missão de segurar o jogo. Contribuiu para isso.

Notas aos jogadores

Nota 7

Bas Dost - Dois golos - o primeiro de penálti, o segundo com um magnífico chapéu ao guarda-redes. Novo campeonato, volta a valer-nos três pontos.

Bruno Fernandes - Esticou o jogo, criou movimentos de ruptura. Marcou o primeiro golo, assistiu no terceiro. Incansável.

Coates - Um pilar na defesa. Atento e decisivo: cortes aos 15', 29', 54', 60' e 65'. É ele quem inicia o nosso golo inicial com um passe longo a acompanhar a linha lateral.

 

Nota 6

Battaglia - Essencial na recuperação de bolas, embora ainda longe da forma anterior. Ia marcando de cabeça aos 52'.

Jovane - Entrou aos 69', com a missão de introduzir velocidade e dinâmica ao ataque leonino. Missão cumprida: três minutos depois era carregado em falta e conquistava um penálti.

Raphinha - Entrou aos 70', substituindo Nani. Rápido, vê-se que quer agarrar um lugar no onze titular. Esticou o jogo com sucesso no nosso melhor período do jogo.

Salin - A surpresa do onze inicial leonino. Saltou do banco para render o magoado Viviano e cumpriu o essencial da missão. Espectacular defesa aos 68'. Pode vir a ser titular.

 

Nota 5

Jefferson - Demasiado contido nas incursões atacantes, mas sem comprometer a manobra defensiva. Bom cruzamento aos 24' que originou o golo injustamente anulado a Dost.

Mathieu - Desta vez não foi o pilar a que nos habituou. Duas vezes ultrapassado em velocidade, desposicionou-se em zonas perigosas. Compensou com passes longos de precisão.

Nani - Longe da melhor forma física, mas ainda capaz de notáveis pormenores técnicos, como se viu na primeira parte. Saiu esgotado, aos 70'. Esperamos muito mais dele.

Ristovski - Foi o melhor lateral e esteve em foco no cruzamento que deu golo a Bruno Fernandes aos 16'. Mas teve responsabilidade no golo adversário ao falhar a marcação.

 

Nota 4

Acuña - Demasiado discreto, jogou com alguma errância táctica, primeiro nas alas e depois no eixo, sem nunca verdadeiramente pegar no jogo. Substituído aos 69'

Petrovic - Perde em larguíssima medida na comparação com o anterior titular da posição 6, William Carvalho. Cumpre na contenção mas está muito distante do que se exige na construção.

Os melhores jogadores da época passada (3)

Balanço dos jogadores do Sporting que mais se destacaram em cada desafio do campeonato 2017/2018:

 

Gelson Martins: 8 (Aves-Sporting; Paços de Ferreira-Sporting; Benfica-Sporting; Sporting-Moreirense; Sporting-Rio Ave; Braga-Sporting; Sporting-Paços de Ferreira; Sporting-Boavista)

Bruno Fernandes: 8 (V. Guimarães-Sporting; Sporting-Estoril; Feirense-Sporting; Sporting-Tondela; Sporting-Marítimo; V. Setúbal-Sporting; Belenenses-Sporting; Portimonense-Sporting)

Rui Patrício: 5 (Moreirense-Sporting; Sporting-FC Porto; Rio Ave-Sporting; Estoril-Sporting; Sporting-Benfica)

Bas Dost: 4 (Sporting-Chaves; Sporting-Aves;Chaves-Sporting; Marítimo-Sporting)

Mathieu: 3 (Sporting-V. Setúbal; Boavista-Sporting; Sporting-V. Guimarães; )

Battaglia: 1 (Braga-Sporting)

Coates: 1 (Sporting-Belenenses)

Podence: 1 (Sporting-Portimonense)

William Carvalho: 1 (Sporting-Feirense)

Acuña: 1 (Tondela-Sporting)

Bryan Ruiz: 1 (FC Porto-Sporting)

 

Na época 2014/15, os melhores jogadores foram Nani, William Carvalho e Montero.

Na época 2015/16, os melhores jogadores foram Slimani, Adrien e João Mário.

Na época 2016/17, os melhores jogadores foram Gelson Martins, Bas Dost e Adrien.

Os melhores jogadores da época passada (2)

Antes do arranque do campeonato nacional de futebol 2017/18, relembro os meus apontamentos da época passada. Para recordar os jogadores que se evidenciaram mais em cada desafio.

 

14 de Janeiro (Sporting, 3 - Aves, 0): BAS DOST

«Três golos diferentes: o primeiro de cabeça (31'), o segundo de grande penalidade (52') e o terceiro com o pé direito (90'), coroando da melhor maneira uma grande jogada de futebol ao primeiro toque. O estádio, apesar do frio da noite, aqueceu - e de que maneira - com os gritos "Bas Dost" ecoados por mais de 40 mil gargantas nas bancadas em Alvalade.»

 

19 de Janeiro (V. Setúbal, 1 - Sporting, 1): BRUNO FERNANDES

«Foi o jogador mais regular do Sporting, actuando como médio de ligação neste embate do Bonfim tal como já tinha feito em Alvalade. Foi ele a marcar o golo, aos 31', culminando uma bela jogada colectiva que em 14 segundos envolveu William, Rúben Ribeiro, Gelson Martins e ele próprio. Podia ter sido o início de mais uma goleada. Infelizmente, a equipa pareceu ter ficado satisfeita só com isto.»

 

31 de Janeiro (Sporting, 1 - V. Guimarães, 0): MATHIEU

«Voltou a ser irrepreensível nas tarefas defensivas e foi um dos jogadores mais inconformados, procurando sempre lançar os colegas para a frente. Deu ele próprio o exemplo no lance capital do desafio, aos 84', quando fez de ponta-de-lança recebendo na área um bom cruzamento de Acuña ao qual deu a melhor sequência num remate de primeira. Um disparo que valeu três pontos.»

 

4 de Fevereiro (Estoril, 2 - Sporting, 0): RUI PATRÍCIO

«No seu 445.º desafio oficial de verde e branco, ultrapassando o histórico Vítor Damas em número de actuações pelo Sporting, foi o nosso jogador com exibição mais positiva. (...) Sem ele, teria havido goleada.»

 

11 de Fevereiro (Sporting, 2 - Feirense, 0): WILLIAM CARVALHO

«Felizmente regressou ao onze titular. E em óptima forma, como ficou demonstrado nesta partida, em que funcionou como o grande pensador e organizador do nosso jogo, actuando como médio de construção.»

 

19 de Fevereiro (Tondela, 1 - Sporting, 2): ACUÑA

«Dinâmico, veloz, esticando o jogo, desequilibrando as marcações adversárias. E assegurou duas posições diferentes no seu flanco.»

 

26 de Fevereiro (Sporting, 1 - Moreirense, 0): GELSON MARTINS

«Foi sempre o nosso jogador mais inconformado, mais veloz, mais irreverente, o que mais acelerou o jogo e mais procurou a baliza adversária. Foi recompensado pelo golo, que procurou sem desfalecimentos e que mantém o Sporting na corrida pelo título.»

 

2 de Março (FC Porto, 2 - Sporting, 1): BRYAN RUIZ

«Grande partida do costarriquenho, a melhor de verde e branco desta época. Começou como substituto de Gelson, jogando como ponta direita, mas rapidamente o treinador o remeteu para o corredor central, colocando-se atrás de Doumbia, por troca posicional com Bruno Fernandes. Foi bom na manobra ofensiva: é dele a assistência para o nosso golo. E foi bom também no momento defensivo: logo aos 12' salvou um golo quase certo do FCP, tirando a bola da linha da baliza, com Rui Patrício já batido.»

 

12 de Março (Chaves, 1 - Sporting, 2): BAS DOST

«Em campo desde o minuto 56, Dost fez logo a diferença, nomeadamente no jogo aéreo, mostrando-se muito mais acutilante do que Montero, o apático ponta-de-lança inicial. Tanto assim que demorou apenas seis minutos a conseguir o golo, num cabeceamento letal, correspondendo a um soberbo centro de Rúben Ribeiro. Bisou aos 86', com Battaglia a construir o lance de golo em exclusivo para ele.»

 

18 de Março (Sporting, 2 - Rio Ave, 0): GELSON MARTINS

«Voltou a fazer a diferença, exibindo as suas melhores características: capacidade de drible, velocidade, intensidade, capacidade de alongar o jogo leonino criando sucessivas situações de perigo para os defensores adversários.»

 

31 de Março (Braga, 1 - Sporting, 0): GELSON MARTINS

«Foi o grande protagonista do melhor momento do Sporting na partida, acelerando o jogo leonino durante a meia hora inicial. Assinou duas excelentes jogadas aos 4', fez um cruzamento soberbo desperdiçado por Bas Dost aos 7', foi baralhando as marcações da defesa adversária e criou os habituais desequilíbrios, embora nem sempre bem apoiado pelos colegas.»

 

8 de Abril (Sporting, 2 - Paços de Ferreira, 0): GELSON MARTINS

«Injustamente apontado a dedo pelo presidente no lamentável texto do Facebook logo após o desafio de Madrid, o nosso extremo deu a melhor resposta em campo, onde foi o melhor do Sporting numa noite em que quase todos estiveram muito bem.»

 

15 de Abril (Belenenses, 3 - Sporting, 4): BRUNO FERNANDES

«Partida quase perfeita do nosso médio criativo, que dinamizou a equipa e lhe deu consistência colectiva. Esteve em todos os golos.»

 

23 de Abril (Sporting, 1 - Boavista, 0): GELSON MARTINS

«A grande figura do encontro apesar de estar longe da melhor forma física. (...) Centrou de forma exemplar aos 72' para Bas Dost cabecear e aos 88' abriu uma espectacular linha de passe para a corrida de Bruno Fernandes, naquela que seria a mais incrível das nossas jogadas de golo desperdiçadas. Participou também sempre de forma muito competente no processo defensivo.»

 

28 de Abril (Portimonense, 1 - Sporting, 2): BRUNO FERNANDES

«Hoje o nosso médio criativo destacou-se em larga medida de todos os companheiros ao iniciar e concluir o nosso difícil triunfo em Portimão, com dois belos golos.»

 

5 de Maio (Sporting, 0 - Benfica, 0): RUI PATRÍCIO

«O melhor jogador em campo, com uma excelente exibição - mais uma. Impediu golos aos 38' (a remate de Grimaldo), aos 43' (Samaris) e aos 44' (Pizzi). Devemos-lhe o ponto conquistado esta noite e a subida ao segundo lugar.»

 

13 de Maio (Marítimo, 2 - Sporting, 1): BAS DOST

«Não teve uma exibição deslumbrante, longe disso. Mas foi o único a conseguir metê-la lá dentro, uma vez mais, marcando o nosso golo solitário aos 32' - perfazendo 27 no total do campeonato. E ainda fez uma quase assistência para golo que Bruno Fernandes desperdiçou.»

 

(Conclusão do balanço iniciado ontem)

Os melhores jogadores da época passada (1)

Antes do arranque do campeonato nacional de futebol 2017/18, relembro os meus apontamentos da época passada. Para recordar os jogadores que se evidenciaram mais em cada desafio.

 

6 de Agosto (Aves, 0 - Sporting, 2): GELSON MARTINS

«Nova época com o talento de sempre. O extremo da nossa formação foi o melhor campo. Marcou os dois golos, aos 23' e aos 75', exibindo as qualidades a que nos habituou.»

 

11 de Agosto (Sporting, 1 - V. Setúbal, 0): MATHIEU

«Partida perfeita do internacional francês, que se afirma como um valor seguro no nosso eixo defensivo. Ao ponto de parecer já que faz parceria há longo tempo com Coates, seu companheiro naquela zona do terreno. Confiante, veloz, jogando sempre de cabeça levantada, transportou bem a bola a partir da defesa, abriu linhas de passe no momento ofensivo e nunca deixou desguarnecido o seu reduto, fazendo cortes oportunos aos 42', 67' e 78'. E aos 63' quase marcou, num pontapé acrobático, à ponta de lança.»

 

19 de Agosto (V. Guimarães, 0 - Sporting, 5): BRUNO FERNANDES

«Autor de dois golos à meia-distância, o primeiro marcado logo aos 3', o outro quando iam decorridos 60'. E ainda rematou à barra, aos 80'. Fez toda a diferença, desbloqueando a partida nos minutos iniciais e revelando-se fulcral na manobra ofensiva do nosso corredor central ao preencher da melhor maneira o espaço entre linhas. Foi a grande figura deste desafio, preponderante na construção do jogo leonino.»

 

27 de Agosto (Sporting, 2 - Estoril, 1): BRUNO FERNANDES

«Outra exibição soberba do nosso médio de ataque, coroada com um golo de fazer levantar o estádio na cobrança de um livre, iam decorridos 11'. Um golo de exemplar execução técnica - a ver e rever.»

 

8 de Setembro (Feirense, 2 - Sporting, 3): BRUNO FERNANDES

«No dia em que festeja o 23.º aniversário, o nosso médio mais avançado voltou a fazer uma grande exibição, revelando-se o melhor jogador em campo. Foi ele a dar o primeiro sinal de perigo, com um fortíssimo remate defendido in extremis pelo guarda-redes, aos 47'. Foi ele também a marcar o canto de que nasce o nosso primeiro golo (62'). Foi ele ainda a marcar o segundo, com um primoroso chapéu, indefensável.»

 

16 de Setembro (Sporting, 2 - Tondela, 0): BRUNO FERNANDES

«Outra excelente exibição do nosso médio ofensivo - talvez o mais vibrante jogador a actuar neste momento no campeonato português. Voto nele como melhor em campo. Não apenas pelo grande golo que marcou aos 72', num fortíssimo remate de meia-distância, mas por ter sido crucial na construção do nosso jogo ofensivo. Leva quatro jogos consecutivos a marcar.»

 

23 de Setembro (Moreirense, 1 - Sporting, 1): RUI PATRÍCIO

«Muito atento e oportuno a sair entre os postes, teve três boas defesas - uma das quais, aos 21', foi vital para evitar que a equipa da casa se adiantasse no marcador. Sem culpa no golo sofrido.»

 

1 de Outubro (Sporting, 0 - FC Porto, 0): RUI PATRÍCIO

«Desempenho irrepreensível do melhor guarda-redes português, único jogador leonino - a par de Mathieu - que esteve ao seu nível. Impediu pelo menos dois golos do FC Porto, um em cada parte. Foi o melhor jogador do Sporting neste desafio.»

 

22 de Outubro (Sporting, 5 - Chaves, 1): BAS DOST

«Regressámos às vitórias e também o nosso artilheiro - que estava sem marcar desde 8 de Setembro - regressou àquilo que melhor sabe fazer. Vinha com fome de baliza, saciada com três golos: o primeiro, aos 6', na sequência de um canto; o segundo, aos 15', coroando um excelente lance de contra-ataque; e o quinto, aos 75', também num ataque rápido e fulminante. Mas o holandês - o melhor em campo - não se limitou a marcar: foi dele a assistência para o quarto golo, aos 58', e é ele quem começa a construir o terceiro, aos 39'. Uma noite de gala.»

 

27 de Outubro (Rio Ave, 0 - Sporting, 1): RUI PATRÍCIO

«Devemos ao melhor guarda-redes português os três pontos que trazemos hoje de Vila do Conde. Rui Patrício, de longe o melhor jogador que actuou nesta partida, fez quatro enormes defesas a remates que levavam o selo de golo. Aos 32', 48', 84' e 90'. Passam os anos e ei-lo sempre a crescer de forma entre os postes, dando inegável segurança à equipa.»

 

5 de Novembro (Sporting, 2 - Braga, 2): BATTAGLIA

«Num jogo em que poucos jogadores do Sporting se destacaram pela positiva, o mais regular foi o médio argentino, que nunca virou a cara à luta e travou parte do ímpeto ofensivo dos bracarenses. Merecia ter sido mais acompanhado nesta batalha desigual.»

 

26 de Novembro (Paços de Ferreira, 1 - Sporting, 2): GELSON MARTINS

«Começou por partir os rins à defensiva adversária, incapaz de o travar senão em falta. Participou sempre com inegável generosidade no processo defensivo. Culminou a sua actuação com um grande golo, aos 75': recebeu bem a bola no centro da área, fez uma magnífica rotação para se libertar de marcação e disparou para a baliza. Foi o seu quarto golo nesta Liga - um golo decisivo, que nos valeu os três pontos.»

 

1 de Dezembro (Sporting, 1 - Belenense, 0): COATES

«Impecável a defender, formando uma sólida parceria com Mathieu, teve o mérito suplementar de procurar empurrar a equipa para a frente sempre que possível. Foi assim num lance individual ao cair do primeiro tempo, foi assim também na segunda parte, quando os assobios já ecoavam no estádio: o internacional uruguaio mostrou ser o mais inconformado. Grande corte aos 11'.»

 

9 de Dezembro (Boavista, 1 - Sporting, 3): MATHIEU

«Grande partida do central francês: também ele se mostrou imune à pressão psicológica que seria normal por ter marcado um autogolo frente ao Barcelona. Jogou e fez jogar. Participou na construção de dois golos leoninos - o segundo, ao rematar ao poste, incentivando a recarga de Bas Dost, e o terceiro, ao ganhar o lance de cabeça, assistindo o holandês. Bons cortes aos 30' e 73'.»

 

17 de Dezembro (Sporting, 2 - Portimonense, 0): PODENCE

«Protagonizou a primeira oportunidade de golo, logo aos 2'. Foi dele a assistência para o golo inaugural, aos 9', desenhando uma diagonal perfeita à qual Bruno Fernandes deu a melhor sequência. Autor de vários cruzamentos para as costas da defesa que levavam o selo de golo - aos 25', para a cabeça de Coates; aos 32', servindo Bas Dost; aos 40', assistindo um disparo de Piccini; aos 45', numa autêntica assistência escandalosamente desperdiçada pelo holandês; aos 52', num centro a régua e esquadro para Gelson; aos 63', isolando o mesmo colega. Saiu ovacionado, aos 67'.»

 

3 de Janeiro (Benfica, 1 - Sporting, 1): GELSON MARTINS

«Uma vez mais fez a diferença. Criou desequilíbrios, colocou a defesa contrária em sentido, venceu vários duelos individuais com Grimaldo. E demonstrou que vai ganhando faro de golo - hoje marcou o seu quinto no campeonato. Pena não ter marcado outro: teve oportunidade para isso aos 42', só com o guarda-redes pela frente.»

 

7 de Janeiro (Sporting, 5 - Marítimo, 0): BRUNO FERNANDES

«Não marcou mas esteve nos quatro golos leoninos. Aos 50' com um soberbo passe vertical isolando Bryan. Aos 74', rasgando a defesa contrária num centro a que bastou Dost encostar o pé. Aos 78', com um disparo fortíssimo para defesa incompleta do guarda-redes e consequente recarga do holandês. Aos 90'+2', com outro tiro de que resultou a recarga vitoriosa de Acuña.»

 

(Conclui amanhã)

Avulso

1. No imediato pós-Alcochete aqui escrevi sobre os jogadores de futebol: se puderem rescindam. Pois o acontecido e o processo (político, pois emanado do poder associativo) que o provocou era inaceitável, uma ignominia para o clube e um atentado à sociedade.

Agora, sob outras condições internas, que os jogadores regressem é de saudar. Sob condições em que a sua dignidade pessoal e os seus direitos laborais sofreram atentados decidiram partir. Agora voltam, e é bonito. Se não recuperaram a confiança na instituição, e na ralé imunda que a esta se agregou, é de lamentar mas é compreensível. Sigam e sejam felizes. São os direitos e devem ser indiscutidos - mesmo que dirimíveis em tribunal. 

 

Agora que isto sirva para renegociar ordenados? Para reclamar aumentos? Não. É a negação de tudo o que foi afirmado. E o clube devia ser inflexível.

 

2. O dr. Varandas deu uma entrevista na passada semana. Mais uma vez usou a "war card", o trunfo guerreiro, no pateta paleio de estar preparado para comandar soldados nos terrenos de combate. Sportinguistas insignes, até membros da sua base de apoio, aventam-me que está linha discursiva será por influência da empresa de comunicação que lhe enquadra a candidatura, que nada mais havendo para o catapultar o convenceu a militarizar o seu perfil. Talvez, mas será o caso típico de pior a emenda que o soneto. Um clube desportivo é para o ordenamento social e formação da juventude, é abjecta a sua utilização para a divulgação de valores belicosos. Ainda para mais neste ridículo registo pomposo.

E ignorante: sabem os mais velhos que até há meio século a administração e gestão empresarial era uma área de grande presença de engenheiros e de ... militares. O mundo mudou, o pais também, a formação muitíssimo. Na política percebeu-se que uma sociedade não é um quartel, no trabalho sabe-se que uma instituição não é uma manobra militar. E que o desporto não é uma guerra, ou sua tradução - como os regimes comunistas entendiam. Ou seja, que "as cadeias de comando (não) são sagradas" e que as diferentes perspectivas não são para perfilar sob toques de alvorada e "ordens unidas". Poderá ser que o dr. Varandas seja o melhor candidato para o clube mas, caramba, o bafiento cultural é do piorio para o país. 

 

3. O egocêntrico Eduardo Barroso deu uma entrevista. E lembra um episódio que o jornalista esclarece. Uma invasão de campo em Alvalade em que o presidente Bettencourt enfrentou, com galhardia, os ofensores - pode a sua presidência ser criticável mas essa atitude é muito louvável (já agora, mostrando que não é preciso ter sido militar deployed, como agora se diz em português de agências de comercialização humana, para se saber e conseguir ser). E o jornalista recorda que a invasão de campo era capitaneada pelo líder claqueiro. Será interessante lembrar que esse líder, uma década passada, estava capitaneando a turba aquando do caso Alcochete. Com acesso a instalações, com diálogo com funcionários, pois presença habitual, e pessoa até içada a personalidade do clube. A besta é acarinhada. Em nome de quê? Do apoio para a conquista de taças de squash, da malha, de futebol?

 

A fonte de todos os problemas

Talvez o derradeiro argumento dos apoiantes de Bruno de Carvalho seja o de que fazer a direção cair agora prejudicaria a defesa do clube no caso das rescisões. Ora este é um argumento muito curioso, uma vez que os jogadores várias vezes anunciaram que não rescindiriam se Bruno se demitisse. Não posso honestamente prever o que se vai passar a este respeito se a revogação do mandato da direção for aprovada, mas espero que os jogadores voltem atrás com as rescisões, seja para continuarem ao serviço do Sporting ou para saírem de forma negociada e a bem, sem prejuízo do clube. Sei, porém, prever que se a direção continuar as rescisões se manterão e este problema se arrastará por muito tempo, com óbvio prejuízo para o Sporting (por muito que a atual direção tente manobras de diversão como esta para entreter os mais incautos, este é um assunto que tem que ser resolvido pelos tribunais e não por quem criou o problema). Mas o que é mais extraordinário é quererem convencer-nos de que a única pessoa responsável pela criação deste e de outros problemas é também o único capaz de os resolver! Admito que Bruno de Carvalho resolveu muitos problemas no Sporting quando chegou mas, dado o seu caráter, vaidade e prepotência, são muitos mais (e mais graves) os problemas que cria. Neste momento a sua permanência no Sporting não vai resolver nada e só pode trazer ainda mais problemas.

Mistério

Talvez alguém consiga esclarecer-me. Por que motivo o comunicado emitido em Dia de Santo António, feriado municipal em Lisboa, pelo "porta-voz" de Bruno de Carvalho com a enumeração dos futebolistas que integram a nossa equipa A se apressou a incluir os nomes de Battaglia, Rúben Ribeiro e Rafael Leão antes de aguardar pelo fim do prazo em que os jogadores poderiam apresentar rescisões unilaterais invocando justa causa?

A pressa foi tanta, na vã tentativa de atirar poeira para os olhos dos sportinguistas, que o tal comunicado do competentíssimo "porta-voz" já estava desactualizado - e, portanto, sem préstimo algum - 24 horas após ter sido tornado público. Assim anda, cada vez mais errática apesar dos reforços entretanto recebidos, a comunicação do Sporting...

Mas o mais estranho neste comunicado é a omissão dos nomes de dois jogadores: nada consta ali sobre Iuri Medeiros nem Domingos Duarte. Será que a SAD leonina, apesar das nove baixas já registadas no plantel ainda antes do início da temporada, se dará ao luxo de prescindir destes dois profissionais formados no Sporting?

Mistério. Responda quem souber.

Há limites

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Por antipático que isto pareça no âmbito deste blog, não "É ao Sporting que devo lealdade e fidelidade", como exaltadamente (e quem não está exaltado nestes dias?) diz o Pedro Bello Moraes. Devo "lealdade ..." indiscutível à Pátria, à minha família, ao meu parentesco espiritual (os meus amigos). E devo lealdade a quem me rodeia, como ser humano, e de forma mais explícita no âmbito das relações laborais. [E junto, tipo nota de rodapé, que abomino o conceito de fidelidade, que entre pessoas é o refúgio dos medíocres - deixemos agora de fora a vida conjugal, que cada um a viva como quer].

 

O Sporting é um clube, uma associação desportiva, e estas grandes proclamações muito absolutas e grandiloquentes casam bem com a tal exaltação, nos eventos desportivos e nestes difíceis momentos. Mas não, nada mesmo, na normalidade do dia-a-dia. Pois, de facto, confundem valores, mostram até algum vazio de valores. Alguns contestarão isto, reclamarão a sua paixão imorredoira pelo clube. Mas se lhes aparecer um vizinho a dizer, com grande ênfase, jorrando perdigotos, como se falasse de um qualquer Padroado, "eu devo lealdade e fidelidade ao Olivais e Moscavide" ou a um outro qualquer "Santa Marta de Penaguião Futebol Clube" decerto que sorrirão, tal o descabido, até ridículo, da afirmação. Mas é exactamente a mesma coisa com qualquer associação desportiva. Que cada um exerça a paixão clubística à sua maneira, mas que se lhe exija um tino de cidadania, uma perspicácia sobre a relevância relativa daquilo que nos rodeia.

 

Avanço isto na sequência do texto do Filipe Moura, com o qual concordo em quase tudo. O que se passa no Sporting ultrapassa em muito a questão clubística - ainda que esta seja tão sonante e premente que nos monopolize a atenção. No clube, grande instituição nacional, de enorme influência formativa entre os seus adeptos e em toda a sociedade, predomina uma soez cultura anti-democrática.  Bruno de Carvalho despreza a liberdade e pluralidade de opiniões internas (veja-se o miserável trabalho do sector informativo interno), a diversidade da sociedade ("bardamerda para os que não são do Sporting"), e o primado da lei (a rábula das assembleias e dos órgãos dirigentes).

 

 

Mais repugnante do que isso, mas inserível no mesmo modo de "ver o mundo", é como olha as relações laborais. BdC entende-se patrão, numa concepção que atribui ao patronato o direito ao assédio ("assédio" não é apenas "assédio sexual", essa questão actual) aos trabalhadores, a sobre-pressão, o desrespeito, moral e profissional. O relevo dado ao futebol mostra-a, mas a recente publicação da vergonhosa mensagem do presidente aos jogadores de hóquei ainda a explicita mais. O assédio laboral é um crime, ilegal e imoral. Quem o pratica é indigno, não merece respeito. No que discordo de Filipe Moura (da letra do seu texto, julgo que não do seu espírito) é que o assédio não é só indesculpável por ser público (como o vem sendo no Sporting) mas é indesculpável, ilegal e imoral, em privado e em público. E também discordo quando diz que quem o sofre e não reage é imerecedor de respeito. Pois, ainda que haja procedimentos legais, enquadramentos sindicais, judiciais e associativos, que protegem os trabalhadores, muitos têm constrangimentos que os levam a aceitar inaceitáveis comportamentos de patronato ou de hierarquias laborais. 

 

Alguns dirão que jogadores de futebol muito bem pagos não são credores da nossa simpatia num caso destes. Não é essa a questão. O que se passa é que BdC tem uma visão da realidade, do mundo laboral, do seu papel de administrador (que entende como de patrão "à antiga"), que é inadmissível. E, repito, ilegal e imoral. Retrógada, contrária ao desenvolvimento do país nas últimas décadas, à sua democratização - com todos os defeitos e insucessos que se lhe queiram assacar. Adversa aos valores sociais, jurídicos, religiosos, políticos, dominantes. E, como tal, inadmissíveis na figura de um presidente de uma instituição com o peso do Sporting, com a sua dimensão formativa. Independentemente dos triunfos nas modalidades desportivas, futebol incluído. Independentemente dos hipotéticos sucessos económico-financeiros. Pois Bruno de Carvalho, com a visão de sociedade que tem, é uma persona non grata num país democrático e civilizado. 

 

É lamentável o apreço que muitos ainda têm, ou tiveram até há pouco, por este seu entendimento. Mas é analisável. Neste blog vejo um pequeno excerto deles, alguns com grande iliteracia (talvez fingida no aspecto gramatical, mas óbvia na dimensão intelectual). E na imprensa encontra-se o seu eco. Os adeptos desta maneira de ver o mundo, do destratamento nas relações laborais, será gente que está fora das relações laborais institucionalizadas, geridas sob direitos e deveres regulamentados, com instâncias de recurso. Muitos, os tais "jovens" de que se falou aquando das prisões entre-claques, integrarão nichos de economia paralela, marginal até, subterrânea. Reforçada no desemprego que grassou no país. Que funciona(rá) com relações laborais, vínculos operacionais, estabelecidos sobre relações pessoalizadas, discricionárias, essas sim apelando à tal "fidelidade". E assim desconhecedores das culturas laborais institucionalizadas. Muito menos violentas, e saudavelmente protectoras dos trabalhadores. Também para obstar a esta pobre visão da sociedade, para compreensão dos direitos dos indivíduos, é importante que grandes clubes não reproduzam os pérfidos valores sociais que gente como Bruno de Carvalho assume.

 

Por tudo isto, por apreço ao país, ao seu desenvolvimento, a todos nós, às nossas liberdades individuais, tem que haver limites. Que são éticos. Escrever em blogs colectivos - como o faço há uma década - presume sempre uma solidariedade entre co-bloguistas, na expressão de valores e opiniões diferentes. Acontece que isto se me suspende diante da notícia das rescisões dos jogadores de futebol, trabalhadores do Sporting, na sequência do inadmissível, anti-democrático, repugnante e continuado assédio (bullying) praticado pelo presidente. Quando numa situação destas leio Edmundo Gonçalves, que tem aqui escrito imensa coisa sobre o clube com a qual discordo, chamar, com tudo de pejorativo que no seu português isso explicita, "refractários" aos jogadores, isso cruza a linha do admissível. Mostra uma vil concepção de sociedade, de trabalho, de responsabilidade individual. Mostra o quão anti-democrático é o locutor. O (um) clube não une quem tem tão diferentes valores, tão diferentes ideias de sociedade, de "lealdade". E, estou certo, não é no meu lado que habita a abjecção moral. É no dele, e no de quem, seja lá qual for o clube com que simpatiza, com ele concorda.

 

Que os jogadores do Sporting, que tantas alegrias e expectativas me deram (podiam ter sido mais ...) sigam as suas carreiras com sucesso e saúde. Exercendo o seu livre-arbítrio. E que, se ainda for possível, regressem em muito breve ao Sporting. Se salvaguardadas as condições para o seu exercício profissional, respeitados, enquadrados pelo espírito da lei laboral e do bom viver democrático.

 

E que os meus caros co-adeptos (aqueles que sabem da dignidade humana, não os energúmenos fanatizados, que põem o clube acima da Pátria)  não repitam a espantosa patetice de tantos benfiquistas, há alguns anos autênticas baratas-tontas porque um trabalhador legitimamente saído do seu clube decidiu, pelo "sagrado" (se há coisa que é sacralizável é isso mesmo) livre-arbítrio vir trabalhar para o rival. Tino, é o que nos tem faltado. A mim, e a pelo menos 86% dos votantes na maior eleição de sempre no Sporting. Recuperemos o tino. E apartemo-nos dos refractários à decência civilizada.

Para os ex-jogadores do Sporting

A vocês seis que rescindiram contrato com o SCP tenho a dizer-vos que, a partir de agora, espero que o Sporting não seja a parte mais prejudicada da contenda jurídica que se travará. É ao Sporting que devo lealdade e fidelidade, cá continuo e continuarei. Que se faça justiça, sim, mas que essa - é o que sinceramente desejo - seja favorável ao Sporting. 

Agora, se isto se confirmar, para mim, nem a vossa alma se aproveita. Ver-vos de vermelho no relvado de Alvalade, e nos outros todos, acreditem, era como levar socos e chapadas. Passaria a ver-vos como canalhas, aliados de canalhas. Sabemos que as situações podem sempre piorar, espero, ainda assim, que tal não se confirme vendo-os, a qualquer um de vós, de vermelho e galinhola ao peito.

Telenovela

Para qualquer amante de futebol, o sonho passaria por ser jogador de futebol, representar um grande emblema nacional, internacional e a sua seleção nacional.

 

Quando era criança, os jogadores chegavam inclusivamente a recusar transferir-se para clubes que não tivessem dimensão e estatuto porque significaria um retrocesso na sua carreira.

 

A Lei Bosman, o aparecimento das S.A.D., a venda de clubes a grandes grupos económicos e outras situações, trouxeram ao futebol o pior que existe no ser humano. Com isto, acabou o “amor” ao clube. Todos são profissionais ou pagos como tal. Ou seja, presidente, equipa técnica e jogadores fazem parte de uma estrutura que recebe milhões para fazer o seu trabalho.

 

Ou seja, ao presidente compete entre outras, a difícil tarefa de gerir o clube e tentar criar todas as condições naturais para que a equipa técnica e jogadores, consigam atingir o sucesso.

 

A equipa técnica tem a árdua tarefa de gerir o plantel e formar atletas. O objetivo é criar condições para que os atletas estejam bem física e psicologicamente no intuito de atingirem o sucesso.

 

Por outro lado, aos jogadores compete a tarefa mais difícil de todas. Treinar arduamente e dar o seu máximo em todos os jogos porque só assim conseguem atingir o que todos queremos.

 

No final, todos esperamos ser campeões porque significa que atingimos o sucesso. Ou seja, o trabalho coletivo não existe apenas dentro das quatro linhas.

 

Se todos tivessem consciência de tal realidade, não estaríamos a assistir a esta telenovela de quinta qualidade. Imaginem: Se tivéssemos um presidente que soubesse estar calado; Se tivéssemos um treinador que soubesse estar calado; Se tivéssemos jogadores que dessem o seu máximo em todos os jogos; E se o presidente do Sporting Clube de Portugal não estivesse rodeado de pessoas fracas tecnicamente e que apenas lhe sabem dizer que sim; Se à volta deste clube não gravitassem milhares de abutres.

 

Como tudo era perfeito…

 

Mas não, voltamos à dura realidade e aos dois parágrafos iniciais para abordar um tema interessante.

 

Será normal que o guarda-redes, campeão da Europa, queira ir jogar para o Wolverhampton!? Adrien Silva para o Leicester City!? Peço desculpa a todos os adeptos dos supra mencionados clubes, mas estamos a falar de Campeões da Europa! Será que o dinheiro também “mata” o sonho de jogar nos melhores? Provavelmente sou eu que os considero melhores jogadores do que eles são na realidade. Para mim, Rui Patrício está entre os melhores da Europa e Adrien é um jogador fantástico.

 

Tal como eu, os sócios e adeptos do Sporting Clube de Portugal têm orgulho em munir a Seleção Nacional com os “nossos meninos” e a vê-los sair para clubes de topo.

 

Podem chamar-me antiquado mas gostaria de voltar ao tempo em que via um jogo e não estava preocupado com corrupção, apostas, jogos viciados, empresários, etc.

Dependentes da boa-fé dos jogadores

Do que oiço e leio, a doutrina não se divide muito. A esmagadora maioria dos juristas defende que os jogadores têm razão para pedir a rescisão de contrato com justa causa. 

Negligência da entidade patronal que não garantiu a segurança dos atletas, permitindo o assalto à Academia e consequentes agressões no local de trabalho; os sucessivos atentados à honra e ao bom nome profissional perpetrados pelo presidente no decorrer dos muitos e intermináveis solilóquios a que nos tem sujeitado e das várias e inqualificáveis mensagens no facebook que, apesar das promessas, não pára de disparar. 

São estes os argumentos que poderão ser invocados pelos profissionais do Sporting para exigir a rescisão de contrato.

Estamos numa situação dramática. E este anúncio da suspensão dos apoios à Juve Leo, nesta altura, já a época finda, é mera táctica. E vem tarde. O tacticista temeu anunciá-la antes da final da Taça, não fossem os energúmenos, publicamente, retirar-lhe o apoio.

No entanto, mais do que ser um novo um acto cobarde de Bruno Carvalho, este tirar de tapete à claque, agora, apenas agora, receio, poderá ser considerado pelos jogadores como nova provocação e desconsideração. Acirrando, por isso, a vontade de ir embora. 

Não há volta a dar, o futuro do clube ao nível desportivo, económico, financeiro e reputacional está dependente da boa-fé dos jogadores.

O que lhes podemos dar em troca para que eles considerem a permanência no clube?

A resposta para mim é óbvia: correr com o carrasco. Destituir Bruno de Carvalho da presidência, marcar eleições e escolher um líder com um projecto sólido que nos dê confiança a nós e a todos os atletas, a começar pelos que vestem as camisolas da equipa principal do Sporting Clube de Portugal.

Gestão danosa

Se os jogadores do futebol profissional do Sporting accionarem cláusulas de rescisão unilateral dos respectivos contratos de trabalho a partir da próxima segunda-feira, alegando justa causa, todos os membros do Conselho Directivo em funções a essa data deverão ser alvos imediatos de procedimento disciplinar interno. Por gestão danosa.

Quando olho para uma árvore e penso na Floresta

"Um fraco rei faz fraca a forte gente." Desde Abril que esta frase surge no meu pensamento.

 

Esta época foi a que mais me desiludiu enquanto adepto de futebol. O futebol tornou-se um lodaçal, onde chafurdam gentes aproveitadoras e sem escrúpulos, que viveram, vivem e sempre viverão à margem da lei e do Estado de Direito - porém - perfeitamente enquadrados na sociedade, como se fossem os mais distintos humanos a quem lhes foi dada a benção da vida; e que só cegamente se poderão apontar como exemplos do que quer que seja.

 

Faz falta o Futebol. Aquele que se joga dentro de campo e que as rivalidades são sãs. Faz falta o Futebol verdadeiro, transparente, digno do título "desporto-rei". Hoje temos um futebol, coisa pequena, mesquinha, corrupta, estéril de valores e princípios, mercenário, desapaixonado, triste. Bateu no fundo a modalidade, e como para tudo aquilo que não pode descer mais, só resta olhar para cima e subir.

 

Voltemos ao ínicio. Desde Abril que aquela frase inicial surge no meu pensamento.

Alguém que comanda uma instituição, seja ela centenária ou não, que tem por base uma legitimidade reforçada - como foi o caso do Presidente Bruno de Carvalho - não pode exercer o poder contra aqueles que dignificam pela via do seu trabalho e esforço, aquilo que o Sporting representa para todos os seus sócios e adeptos. Muito menos, confundir a sua pessoa com a sobrevivência, permanência ou existência da instituição centenária Sporting Clube de Portugal.

Arrisco a dizer, a criança que nasce hoje com um leão nos braços, o miúdo que no pátio da escola diz ser o Gelson Martins, o adolescente que procura notícias dos acontecimentos recentes, são os mais Sportinguistas de todos, pois são aqueles que vão assegurar o futuro, assim como os mais velhos que asseguraram o presente. Com isto, o Sporting são os sócios, os adeptos, e todos aqueles que lutam nos mais variados campos desportivos pela Glória do nosso clube e pela felicidade das gentes que o suportam.

 

Se houver um trindade a ser respeitada neste clube, será sempre: adeptos, sócios, jogadores/treinadores (staff desportivo). Para mim esta é a regra que qualquer futuro Presidente, dirigente terá de respeitar. Porque só assim dignificará o Sporting Clube de Portugal.

 

Após Abril as coisas descambaram de uma forma alucinada. Não se admite a alguém que comanda os destinos do Sporting ter tanta falta de noção na forma como gere a comunicação, a forma de estar/representar, sentido-se sempre endeusado pela legitimidade que os sócios lhe deram.

Ontem foi o culminar de algo que vinha a escalar. Uma coisa é combater os podres do futebol, outra é incendiar a nossa casa, qual Nero, tornando-se uma via aberta para permitir comportamentos criminosos que comprometem a conquista de uma Taça importantíssima para o clube.

 

Mais uma vez o Presidente esteve mal. Quer pelo clima que potenciou, quer pela resposta que teve. Não foi digna do Sporting, não foi digna dos milhares de pessoas que representa. Mas não terá sido o único, o Presidente da AG esteve igualmente mal, ao deixar para segunda aquilo que devia ser tratado de imediato. Estiveram mal todos aqueles que aproveitaram para saltar do barco, aqueles que se aproveitaram dentro e fora do clube. Resumindo: é preciso eleições já! Não precisamos de Croquetes, nem de Brunos, precisamos de uma vez por todas de alguém que dignifique o emblema e os valores do Sporting. Se assim for os resultados desportivos virão, sempre com transparência. Se há algo que nenhum Sportinguista abdica é de ganhar pela superiorização competitiva, no campo, na raça!

 

Ao Esforço, à Dedicação e à Devoção, hoje acrescentamos a Honra, como forma de chegar à Glória. Tão bem espelhado pela atitude dos jogadores, do treinador e do staff. Isto é o Sporting e a verdadeira União de Aço.

 

P.S: Espero que se usem os estatutos, porque desde Abril temos claro que o Sporting precisa de uma limpeza e de impedimentos vitalícios de entrada nas suas instalações desportivas, de cima a baixo.

P.S (2) - Parem sff com aquelas imagens a preto e branco como se o Sporting tivesse fechado portas, Leão rampante Verde e Branco! Vivo e a cores!

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