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És a nossa Fé!

Outono

Ficaram provadas várias coisas. No estado em que isto está talvez nem um Klopp conseguiria melhor. Borja não sabe o que faz nem o que fazer com a bola; Doumbia nem o corpo consegue equilibrar; Eduardo, que é feito do Eduardo do Belenenses?; Miguel Luís e Ilori não existem. Ou seja são jogadores abaixo do nível de um Alverca da 3.a divisão. Jesé foi bom há 10 quilos atrás; Filipe das consoantes caiu numa estranha apatia e Rosier já deve ter sido melhor. 

Em resumo, o Sporting deve ter o pior meio-campo da sua história. Há portanto que pedir responsabilidades a quem, ó Teresa, montou esta traquitana que nada tem a ver com uma equipa, chame-se Varandas ou Hugo Viana.

Tudo isto no ano em que aumentou o preço dos lugares e em que a administração aumentou os seus vencimentos. 

E agora? Agora não há outro remédio senão dar tempo a Silas e aguentar. Lá para Março será tempo de acertar as contas com os bandalhos que nos puseram nesta situação, a nós sócios, ao pobre do treinador e até alguns dos jogadores. Este veneno bebe-lo-emos ao fim.

Só uma palavra de compreeensão para a contenção de Neto, senti que na pele dele eu teria desatado à chapada a tudo que me aparecesse à frente. 

Sem desculpas

Dos 14 jogadores que ontem alinharam pelo Sporting no estádio do Bessa, a esmagadora maioria já chegou durante o mandato do actual presidente.

Fica o inventário.

 

Contratados por Frederico Varandas: 9 (Bolasie, Borja, Camacho, Eduardo, Idrissa, Jesé, Neto, Plata, Rosier)

Contratados por Bruno de Carvalho: 4 (Acuña, Bruno Fernandes, Mathieu, Wendel)

Contratado por Sousa Cintra: 1 (Renan)

 

Isto significa que, também neste domínio, esta administração da SAD leonina deixou de ter desculpas.

Balanço provisório

 

Precisávamos de um ponta-de-lança. Não veio nenhum ponta-de-lança.

 

Precisávamos de reforçar a defesa. Não veio nenhum reforço para a defesa.

 

Precisávamos de um médio defensivo de raiz. Não veio nenhum médio, muito menos com características defensivas.

 

Temos portanto mais três alas. Quando já tínhamos/temos Jovane, Plata e Camacho nessas posições, além de Acuña.
Falta-nos um médio defensivo de raiz
Falta-nos, com manifesta urgência, reforçar a defesa.
Falta-nos, acima de tudo, um ponta-de-lança que concorra com Luiz Phellype.

 

Sobre isto, nada de novo.
Temos um dos plantéis mais desequilibrados de que há memória.
E só um português no onze titular - nem sequer formado no Sporting

Tatuagens & penteados

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Levantou-se há dias um clamor nas redes sociais devido a uma declaração de Pep Guardiola que critica certos jogadores por andarem mais preocupados com penteados e tatuagens, dando assim a entender que prefere os outros, como Rodri, novo reforço do Manchester City. «Vai ser um jogador incrível para nós. Não tem brincos nem tatuagens e o cabelo é de um médio. Um médio defensivo deve ser assim e não pensar no resto», afirmou o treinador catalão, sem recear ser politicamente incorrecto.

Visados? Todos aqueles que abrilhantam cada treino com novo "visual", isto é, com um penteado ainda mais esquisito do que o anterior, mais uma tatuagem do que na véspera e tantos piercings que podiam abrir uma loja de ferragens. Se treinassem tanto como cuidam da maquilhagem, só poderiam beneficiar as equipas onde jogam.

O que faz falta?

Temos o melhor guarda-redes da Liga portuguesa, Renan Ribeiro.

Temos o melhor defesa central do nosso campeonato, Jérémy Mathieu.

Temos um ala esquerdo que é titular da selecção da Argentina, Marcos Acuña.

Temos aquele que é o mais eficaz ponta-de-lança do futebol nacional, Bas Dost.

Temos um capitão de equipa, médio criativo, que é de longe o melhor profissional a actuar nos relvados portugueses, Bruno Fernandes.

Com todos estes atributos individuais, continua a faltar-nos uma equipa que empolgue os adeptos e atemorize os adversários.

Se não é por falta de qualidade dos jogadores, qual será o problema?

Os melhores jogadores da época passada (3)

Balanço dos jogadores do Sporting que mais se destacaram em cada desafio do campeonato 2018/2019:

 

Bruno Fernandes: 10 (Moreirense-Sporting; Rio Ave-Sporting; Sporting-Aves; Sporting-Benfica; Feirense-Sporting; Sporting-Braga; Boavista-Sporting; Chaves-Sporting; Aves-Sporting; Belenenses SAD-Sporting)

Raphinha: 6 (Braga-Sporting; Tondela-Sporting; Marítimo-Sporting; Sporting-Portimonense; Sporting-Santa Clara; Sporting-V. Guimarães)

Nani: 3 (Sporting-V. Setúbal; Portimonense-Sporting; Sporting-Boavista)

Acuña: 3 (Santa Clara-Sporting; Sporting-Moreirense; Nacional-Sporting)

Mathieu: 3 (Sporting-FC Porto; Sporting-Tondela; FC Porto-Sporting)

Bas Dost: 2 (Sporting-Chaves; Sporting-Nacional)

Salin: 1 (Benfica-Sporting)

Jovane: 1 (Sporting-Feirense)

Montero: 1 (Sporting-Marítimo)

Renan: 1 (V. Guimarães-Sporting)

Miguel Luís: 1 (Sporting-Belenenses SAD)

Coates: 1 (FC Porto-Sporting)

Wendel: 1 (Sporting-Rio Ave)

 

Na época 2014/15, os melhores jogadores foram Nani, William Carvalho e Montero.

Na época 2015/16, os melhores jogadores foram Slimani, Adrien e João Mário.

Na época 2016/17, os melhores jogadores foram Gelson Martins, Bas Dost e Adrien.

Na época 2017/18, os melhores jogadores foram Gelson Martins, Bruno Fernandes e Rui Patrício.

Os melhores jogadores da época passada (2)

Antes do arranque do campeonato nacional de futebol 2018/2019, relembro os meus apontamentos da época passada. Para recordar os jogadores que se evidenciaram mais em cada desafio.

 

19 de Janeiro (Sporting, 2 - Moreirense, 1): ACUÑA

«Foi dele a assistência para o nosso golo inicial, ao cobrar muito bem um canto. Grandes cruzamentos aos 26' e 47'. Lutou sempre muito, disputou bolas, causou desequilíbrios na sua ala, nunca desistiu de um lance.»

 

30 de Janeiro (V. Setúbal, 1 - Sporting, 1): COATES

«Sem Mathieu e André Pinto (ambos lesionados), seus habituais parceiros no eixo da defesa, actuando com um improvisado central a seu lado e tendo à sua frente um médio defensivo em estreia absoluta pelo Sporting, foi um gigante neste sector.»

 

3 de Fevereiro (Sporting, 2 - Benfica, 4): BRUNO FERNANDES

«Nani [desenhou] uma bela diagonal do centro para a direita enquanto Bas Dost fazia a manobra inversa à sua frente, arrastando dois defesas e ampliando terreno para o pé-canhão de Bruno Fernandes. Um golaço, infelizmente sem sequência.»

 

10 de Fevereiro (Feirense, 1 - Sporting, 3): BRUNO FERNANDES

«Keizer apostou nele, sem o poupar para o desafio de quinta-feira da Liga Europa frente ao Villarreal, e a verdade é que sem o n.º 8 provavelmente não teríamos saído com três pontos do estádio do Feirense.»

 

17 de Fevereiro (Sporting, 3 - Braga, 0): BRUNO FERNANDES

«Outra grande exibição do capitão leonino, comandante do onze em campo. Foi ele a abrir o marcador, aos 34', marcando um livre directo de forma perfeita com um forte remate, muito bem colocado, ao canto superior esquerdo da baliza braguista. Foi também ele a fazer a assistência para o terceiro golo, com uma assistência em diagonal a partir da linha de fundo, servindo na perfeição Bas Dost.»

 

25 de Fevereiro (Marítimo, 0 - Sporting, 0): RAPHINHA

«Alterou o cariz do jogo, tornando a nossa equipa mais acutilante e determinada nos lances ofensivos. Foi dele a jogada mais perigosa do encontro, travada in extremis, aos 76', por uma excelente intervenção do guarda-redes Charles, naquela que foi a defesa da noite.»

 

3 de Março (Sporting, 3 - Portimonense, 1): RAPHINHA

«O melhor em campo. Sobretudo pelo que fez na primeira parte, conduzindo três jogadas muito perigosas nos primeiros 11 minutos - a última das quais concluída com êxito por ele próprio, num belo golo (com o pé direito) que fez levantar o estádio.»

 

9 de Março (Boavista, 1 - Sporting, 2): BRUNO FERNANDES

«Foi ele a marcar o penálti decisivo, de forma impecável. Também ele quem puxou sempre a equipa para diante e fez a diferença num meio-campo que nunca foi capaz de se impor categoricamente frente à equipa adversária.»

 

15 de Março (Sporting, 1 - Santa Clara, 0): RAPHINHA

«Causou vários desequilíbrios nas suas constantes incursões a partir da ala direita para o centro. Sempre o mais inconformado dos leões, foi ele o autor do nosso solitário golo, aos 59'. Estreou-se assim a marcar neste campeonato, valendo os três pontos à nossa equipa.»

 

30 de Março (Chaves, 1 - Sporting, 3): BRUNO FERNANDES

«Mesmo vindo de lesão, o que aliás condicionou a sua actuação em campo, foi o melhor jogador desta partida. Marcou um grande golo, aos 80', com um disparo fortíssimo fora da grande área. Foi o golo que nos valeu os três pontos - e também o melhor do jogo. Já tinha participado na construção do primeiro.»

 

7 de Abril (Sporting, 3 - Rio Ave, 0): WENDEL

«Primeiro golo do jovem brasileiro nesta Liga 2018/2019. Mais que merecidos, os fortes aplausos que recebeu enquanto apontava para o emblema do Sporting na sua camisola. É o jogador que mais tem evoluído sob a orientação de Marcel Keizer.»

 

13 de Abril (Aves, 1 - Sporting, 3): BRUNO FERNANDES

«Esteve nos três golos leoninos. Primeiro aos 24', com o lançamento lateral e uma tabelinha com Acuña antes de o argentino cruzar. Depois aos 44': foi ele a marcar o livre directo de que resultou o golo apontado por Mathieu. Finalmente, aos 84', quando marcou o terceiro, a passe de Ristovski.»

 

19 de Abril (Nacional, 0 - Sporting, 1): ACUÑA

«Mesmo amarelado logo aos 7', não se deixou condicionar, comandando todas as operações ofensivas do nosso flanco esquerdo apesar de ter alinhado desta vez como lateral. Revelou-se incansável durante toda a partida, criando constantes desequilíbrios. E dos pés dele saíram sucessivos cruzamentos perigosos, infelizmente desaproveitados.»

 

27 de Abril (Sporting, 2 - V. Guimarães, 0): RAPHINHA

«Marcou um grande golo aos 39', revelando um domínio técnico da bola só ao alcance de uma minoria de profissionais do futebol. E foi dele a assistência para o segundo, num soberbo centro aos 51'. Aos 18', já tinha acertado com estrondo na barra. Vai-se mostrando cada vez mais influente na equipa leonina.»

 

5 de Maio (Belenenses SAD, 1 - Sporting, 8): BRUNO FERNANDES

«Tarde de sonho para o capitão do Sporting: três golos marcados. O que o torna no melhor marcador de sempre do futebol europeu para um jogador que actua na sua posição. Leva já 31 golos marcados nesta temporada - 19 no campeonato, onde também já fez 17 assistências.»

 

11 de Maio (Sporting, 1 - Tondela, 1): MATHIEU

«Exibição superlativa do central francês, o melhor em campo. Autor de cortes que mereceram palmas, aos 29' e aos 67', apontou um livre teleguiado aos 12' que esteve a escassos centímetros de furar as redes do Tondela. Passes de ruptura aos 22' e aos 24' como só ele e Bruno Fernandes sabem fazer. E esteve quase a marcar, de forma acrobática, aos 66', suscitando a defesa da noite do guardião do Tondela, Cláudio Ramos.»

 

18 de Maio (FC Porto, 2 - Sporting, 1): MATHIEU

«Exibição impecável do central francês, novamente o melhor Leão em campo. Patrão incontestado da nossa defesa, cortou tudo quanto havia para cortar (30', 59', 65', 70', 71'). Aos 85', salvou um golo na linha de baliza, num salto providencial que lhe permitiu travar de cabeça uma bola que se encaminhava para o canto superior esquerdo das nossa redes.»

 

(Conclusão do balanço iniciado ontem)

Os destaques: Bruno, Wendel, Mathieu

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Foi uma tarde-noite (madrugada em Portugal) de estreias. Primeiro embate alguma vez ocorrido entre o Sporting e o Liverpool, primeira exibição da nossa equipa no mítico Yankee Stadium, em Nova Iorque. Primeira exibição realmente convincente da pré-temporada, traduzida no resultado: 2-2.

Talvez não por acaso, também a primeira vez em que Marcel Keizer dispôs a equipa em 4-4-2, durante o primeiro tempo. Com Bruno Fernandes encostado à ala esquerda, Raphinha mantendo-se como extremo-direito e Vietto enfim deslocado para o corredor central, atrás do ponta-de-lança, desta vez Luiz Phellype.

O Sporting dificilmente poderia ter começado melhor num estádio com dimensões estranhas para os nossos padrões, com as linhas do relvado mais estreitas do que estamos habituados, e perante umas bancadas muito bem compostas de público, incluindo alguns milhares de sportinguistas, bem visíveis com adereços do nosso clube.

 

Aos 5' vencíamos, com golo do inevitável Bruno Fernandes: disparo forte de meia distância, com a bola a tomar efeito e o guarda-redes adversário a colaborar com um frango (que mais pareceu peru) de Mignolet, substituto de Alisson, guardião titular da selecção brasileira recém-vencedora da Copa América. O Liverpool apresentou-se neste desafio ainda desfalcado de Salah, Mané e Firmino. Mas também o Sporting entrou em campo sem quatro titulares: Acuña e Ristovski (que não calçaram), Coates e Bas Dost (que só surgiriam no segundo tempo). E o onze inglês actuou com figuras de respeito: Alexander-Arnold, Matip, Fabinho, Henderson, Wijnaldum, Milner e Origi. Além de Van Dijk, considerado o melhor central do mundo e proto-candidato à Bola de Ouro 2019.

Foi sem temor perante os campeões europeus em título que o Sporting cedeu iniciativa ao Liverpool perante uma muralha defensiva liderada por um Mathieu próximo da excelência - e na qual só destoou Ilori, uma vez mais desastrado como lateral direito adaptado - e contra-ataques protagonizados por Wendel e Bruno, perante um Vietto muito apático e um Raphinha "ausente" durante todo o primeiro tempo.

Soava a injustiça o 1-2 registado ao intervalo, com o Liverpool a marcar aos 20' e aos 44'. E se é certo que Renan - único do Sporting que permaneceu em campo durante os 90 minutos - fez uma enorme defesa aos 18', também é verdade que Wendel foi autor de um excelente remate que levou a bola a bater no poste, iam decorridos 35'.

 

A segunda parte começou com Thierry substituindo Borja como lateral esquerdo. Boa exibição do nosso campeão europeu sub-19, mesmo na ala oposta àquela em que costuma jogar. Vários jogadores subiram de produção neste segundo tempo: Raphinha apareceu enfim, Vietto mostrou bons pormenores pontuais e Idrissa Doumbia perdeu o nervosismo inicial, soltando-se para uma exibição positiva. 

O golo do empate surgiu aos 54', naquela que terá sido a nossa melhor jogada colectiva ao longo de toda a pré-temporada. Lance iniciado com recuperação de bola por Idrissa, envolvimento de Mathieu com Thierry, que endossou a Wendel, seguindo-se tabelinha com Bruno, que a conduziu pelo flanco esquerdo, libertou-se de marcação, temporizou e devolveu ao brasileiro num centro bem medido: Wendel não se fez rogado, alvejando a baliza inglesa. Estava feito o justo empate que perdurou até ao apito final.

 

O Sporting soube segurar este resultado, já disposto em campo num 4-2-3-1, com Bruno de regresso ao corredor central: continuamos sem vencer, mas desta vez a equipa convenceu. A partir dos 61', quando começou o habitual carrossel de substituições, Keizer confirmou que dispõe de boas segundas linhas. Se as trocas de Luiz Phellype por Bas Dost e de Idrissa por Miguel Luís não resultaram, merecem destaque as exibições de Nuno Mendes (substituto de Mathieu), Eduardo Quaresma (no lugar de Ilori, novamente o pior do Sporting) e Plata (que rendeu Raphinha).

O melhor em campo - e muito cumprimentado pelo treinador do Liverpool, Jürgen Klopp - voltou a ser Bruno Fernandes: um golo, uma assistência.

Ainda está de Leão ao peito e já começamos a sentir saudades dele.

 

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Os jogadores, um a um:

 

Renan (29 anos).

Mais: grande defesa aos 18' e golo adiado aos 20': só não pôde evitar a recarga à queima-roupa.

Menos: é sempre ingrato sofrer dois golos, embora sem culpa própria.

Nota: 6

 

Ilori (26 anos).

Mais: bom corte aos 41'.

Menos: falhou a intercepção nos lances dos dois golos ingleses.

Nota: 3

 

Neto (31 anos).

Mais: transmite segurança no eixo defensivo: é um bom reforço.

Menos: livrou-se à justa de um segundo cartão, quando já estava amarelado desde os 30'.

Nota: 6

 

Mathieu (35 anos).

Mais: grande patrão da defesa leonina, intransponível, e sempre atento às dobras a Borja na ala esquerda.

Menos: ainda falta criar automatismos com Neto.

Nota: 7

 

Borja (26 anos).

Mais: estreia do colombiano nesta pré-temporada: procurou jogar sempre pelo seguro.

Menos: raras vezes arriscou incursões no seu flanco, cedeu um canto disparatado aos 17'. Já não voltou do intervalo.

Nota: 5

 

Idrissa Doumbia (21 anos).

Mais: melhorou muito no segundo tempo, nomeadamente no capítulo da recuperação de bolas.

Menos: começou muito nervoso, mostrando-se incapaz de fazer passes a mais de dois metros.

Nota: 5

 

Wendel (21 anos).

Mais: vai mostrando a sua veia goleadora. Hoje marcou o segundo do Sporting e esteve quase a marcar aos 35', com um grande remate que foi embater no poste.

Menos: falta-lhe alguma robustez física para os embates no meio-campo.

Nota: 7

 

Bruno Fernandes (24 anos).

Mais: um golo, logo aos 5', e uma excelente assistência para o golo de Wendel, aos 54'. Ainda salvou uma bola muito perigosa, aos 45', mostrando a Ilori como devia ter feito.

Menos: desta vez não foi feliz na marcação de livres.

Nota: 8

 

Raphinha (22 anos).

Mais: quase marcou, aos 70': Mignolet evitou o golo in extremis.

Menos: primeira parte quase irreconhecível do brasileiro, falhando passes, demasiado preso à bola.

Nota: 5

 

Vietto (26 anos).

Mais: conduziu com eficácia um contra-ataque no primeiro minuto do tempo extra da primeira parte.

Menos: falhou dois golos à boca da baliza - um de cabeça, outro com o pé direito - no segundo tempo. 

Nota: 4

 

Luiz Phellype (25 anos).

Mais: só um bom remate: aos 27', ligeiramente ao lado da baliza.

Menos: lento de reflexos e na decisão. Veio de férias com peso a mais: precisa de perder um bom par de quilos.

Nota: 4

 

Thierry (20 anos).

Mais: jogou com destemor como lateral esquerdo, rendendo Borja no segundo tempo, e participou no excelente lance colectivo que resultou no nosso golo do empate. Aos 83', passou a jogar na ala direita.

Menos: nem sempre o passe lhe saiu com precisão, o que não afecta a nota positiva.

Nota: 6

 

Bas Dost (30 anos).

Mais: rendendo Luiz Phellype aos 61', fez duas tabelinhas e procurou pressionar à frente.

Menos: desligado do jogo, perdido num sistema táctico que não o servia, foi incapaz de se libertar das marcações.

Nota: 3

 

Coates (28 anos).

Mais: substituiu Neto aos 61', introduziu frescura e tranquilidade na linha defensiva.

Menos: só agora pudemos contar com ele: acabou de gozar merecidas férias após a Copa América.

Nota: 6

 

Jovane (21 anos).

Mais: em campo desde os 61', substituindo Vietto, mostrou-se mais em jogo do que o argentino.

Menos: dele costumamos esperar um golo ou um grande passe de ruptura: desta vez não aconteceu.

Nota: 5

 

Nuno Mendes (17 anos).

Mais: descomplexado a jogar, ocupou aos 76' a lateral esquerda (por troca com Mathieu, passando então Ilori a central e Thierry a lateral direito) como se fosse titular. Bom corte aos 80'.

Menos: teve poucos minutos de jogo: merecia mais.

Nota: 6

 

Miguel Luís (20 anos).

Mais: substituiu Idrissa aos 76', boa recuperação de bola aos 87'.

Menos: muito apático, perdeu a bola em zona perigosa aos 81': dá a sensação de que está a falhar a pré-temporada.

Nota: 4

 

Eduardo (24 anos).

Mais: entrou só aos 83', para o lugar do exausto Wendel: iniciou um bom lance de ataque aos 90'.

Menos: falta-lhe jogar mais para ganhar entrosamento com os colegas.

Nota: 5

 

Eduardo Quaresma (17 anos).

Mais: entrou aos 83', rendendo o desastrado Ilori: mostrou vontade de cumprir.

Menos: nada a registar.

Nota: 5

 

Daniel Bragança (20 anos).

Mais: coube-lhe substituir Bruno Fernandes, aos 83': não acusou o peso da responsabilidade.

Menos: nada a registar.

Nota: 5

 

Plata (18 anos).

Mais: em campo só aos 83', por troca com Raphinha, mostrou-se muito dinâmico e com vontade de acelerar o jogo.

Menos: algo individualista: um aspecto a corrigir.

Nota: 6

Os melhores jogadores da época passada (1)

Antes do arranque do campeonato nacional de futebol 2018/2019, relembro os meus apontamentos da época passada. Para recordar os jogadores que se evidenciaram mais em cada desafio.

 

12 de Agosto (Moreirense, 1 - Sporting, 3): BRUNO FERNANDES

«Foi sempre o nosso jogador mais dinâmico e esclarecido. Vital para termos saído de Moreira de Cónegos com um resultado muito positivo. Coube-lhe o golo inaugural do Sporting nesta temporada oficial, marcado aos 16' num bom lance de área em que fez tudo bem: recepção, colocação e remate. E fez a assistência para o terceiro, num excelente passe de ruptura que isolou Bas Dost.»

 

18 de Agosto (Sporting, 2 - V. Setúbal, 1): NANI

«Exibição muito positiva do capitão da nossa equipa, coroada com dois belos golos e uma merecida ovação dos adeptos ao ser substituído, aos 85'. O primeiro logo aos 9', com um remate seco, traçando uma diagonal perfeita a partir da esquerda, quase no bico da área. O segundo de cabeça, bem colocado frente à baliza, dando a melhor direcção a um cruzamento de Jovane quando iam decorridos 66'. Foi, desde sempre, o primeiro bis do campeão europeu ao serviço do Sporting, agora na sua terceira etapa de verde e branco.»

 

25 de Agosto (Benfica, 1 - Sporting, 1): SALIN

«De longe o melhor em campo nesta sua estreia em clássicos do futebol português. Actuação superlativa do guarda-redes francês, que assinou seguramente uma das mais conseguidas exibições da sua carreira.»

 

1 de Setembro (Sporting, 1 - Feirense, 0): JOVANE

«Esticou o jogo, deu-lhe intensidade e comprimento, criou desequilíbrios, trazendo mais acutilância ofensiva ao onze leonino. E foi também ele a destacar-se ao marcar o golo que nos valeu três pontos. Golo mais que merecido face à exibição da equipa em geral e do jovem caboverdiano em particular.»

 

24 de Setembro (Braga, 1 - Sporting, 0): RAPHINHA

«Não marcou, mas esteve muito próximo. Com dois disparos que rasaram o poste, aos 73' e aos 82'. Fez um excelente cruzamento aos 76' que Coates desperdiçou. E poderia ter marcado mesmo se Bruno Fernandes, em vez de ter optado por fazer tudo sozinho, lhe tivesse endossado a bola aos 75': Raphinha estava em posição frontal para a baliza e dificilmente falharia.»

 

29 de Setembro (Sporting, 2 - Marítimo, 0): MONTERO

«Foi sempre um quebra-cabeças para a defesa adversária, que várias vezes o travou em falta. E marcou o nosso único golo de bola corrida, na sequência de um canto, à ponta-de-lança. Já tínhamos saudades do Montero goleador.»

 

7 de Outubro (Portimonense, 4 - Sporting, 2): NANI

«Foi o menos mau dos jogadores leoninos. Estranhamente, Peseiro deixou-o fora do onze inicial, vendo-se forçado a lançá-lo em campo no segundo tempo, por lesão de Raphinha. O campeão europeu correspondeu: dos pés dele saíram as assistências para os nossos dois golos, marcados por Montero aos 63' e Coates aos 88'.»

 

28 de Outubro (Sporting, 3 - Boavista, 0): NANI

«O campeão europeu formado em Alcochete festejou o primeiro golo à moda antiga, com um salto mortal; no segundo, beijou o emblema do nosso clube. Um enorme Leão, de corpo e alma. O melhor em campo.»

 

4 de Novembro (Santa Clara, 1 - Sporting, 2): ACUÑA

«É um desperdício ter o internacional argentino recuado na lateral. Quando surge à frente, com a sua dinâmica e a sua combatividade, rende muito mais à equipa. Hoje foi o melhor em campo, protagonista de bons cruzamentos e sobretudo do nosso golo da vitória, marcado de cabeça, a partir da ala direita.»

 

11 de Novembro (Sporting, 2 - Chaves, 1): BAS DOST

«Resolveu a partida, com dois golos. Aos 23', de cabeça, correspondendo da melhor maneira a um excelente cruzamento de Acuña na primeira oportunidade de que dispôs. E aos 86', concretizando uma grande penalidade que se seguiu ao golo do empate flaviense. Mas não teve uma actuação muito positiva só por isto: envolveu-se da melhor maneira nas movimentações colectivas, ganhou quase todos os lances de cabeça e arrastou a defesa adversária quando eram companheiros de equipa a transportar a bola.»

 

3 de Dezembro (Rio Ave, 1 - Sporting, 3): BRUNO FERNANDES

«Foi o homem do jogo, tendo sido peça essencial no meio-campo leonino e autor da assistência para o terceiro golo. É um dos jogadores que mais têm subido de forma desde a chegada de Keizer a Alvalade.»

 

9 de Dezembro (Sporting, 4 - Aves, 1): BRUNO FERNANDES

«O nosso médio de ligação em boa hora regressado a Alvalade no final de um dos defesos mais complicados de que há memória está também de volta à excelente forma a que habituou os adeptos na época passada. Hoje foi extremamente influente na vitória leonina, com assistências para os três golos marcados em lances de bola corrida.»

 

16 de Dezembro (Sporting, 5 - Nacional, 2): BAS DOST

«Eficácia a toda a prova, uma vez mais. Com a equipa correndo o risco de se desorganizar, perdendo por 0-2, o holandês voltou a ser um elemento crucial no onze leonino. Ao conquistar uma grande penalidade e ao convertê-la ele mesmo, aos 36'. Repetiria a façanha aos 84', elevando a conta para 4-2 novamente de cabeça fria, sem dar hipóteses ao guardião adversário.»

 

23 de Dezembro (V. Guimarães, 1 - Sporting, 0): RENAN

«Evitou por cinco vezes o golo vimaranense, com grandes defesas, numa demonstração clara de que a baliza leonina está bem entregue. Sem estas intervenções dele (15', 48', 62', 65', 90') teríamos sido goleados. No mesmo estádio onde há um ano goleámos o Vitória por 5-0. A vida tem destas coisas. E o futebol também.»

 

3 de Janeiro (Sporting, 2 - Belenenses SAD, 1): MIGUEL LUÍS

«Assegurou a ligação entre sectores, no miolo do terreno, e cumpriu com zelo a missão. Recuperou bolas, fez passes bem medidos, foi sempre muito combativo - e sobretudo marcou um grande golo, aos 80'. O golo do 2-1, que nos valeu os três pontos, com um disparo fortíssimo à entrada da área, sem hipóteses para o guarda-redes »

 

7 de Janeiro (Tondela, 2 - Sporting, 1): RAPHINHA

«Excelente cruzamento, logo aos 8', servindo Bruno Fernandes, que falhou o golo. Aos 37', inverteram-se os papéis: Bruno serviu-o da ala direita e o brasileiro cabeceou com muita colocação para o ângulo superior da baliza, com o guarda-redes Cláudio Ramos a impedir-lhe in extremis o golo fazendo a defesa da noite.»

 

12 de Janeiro (Sporting, 0 - FC Porto, 0): MATHIEU

«Neutralizou Marega e Soares, ganhou todos lances aéreos, fez vários cortes providenciais e ainda foi o mais lúcido no início da construção ofensiva do Sporting. Um elemento indispensável no onze leonino.»

 

(Conclui amanhã)

Aproveitar ou desperdiçar oportunidades

Há entre os sportinguistas quem conteste que estes jogos da pré-temporada, ainda com o plantel a ser alvo de experiências várias dentro do campo, sejam transmitidos em directo nas televisões (Sporting TV incluída). Não é o meu caso: gosto que isso aconteça. Nós, adeptos, matamos saudades da equipa nestas transmissões, que nos permitem observar atentamente os reforços entretanto contratados e os miúdos que andaram a rodar noutras paragens.
O que contesto nestes jogos é a falta de empenho de certos jogadores. Sabendo que as partidas são televisionadas, isso deveria constituir um factor motivacional acrescido para eles. Acontece que nem todos aproveitam: alguns mostram-se apáticos, desconcentrados, descomprometidos. Lamento que desperdicem excelentes oportunidades nestes desafios ditos de preparação. Que são mais importantes do que muitos imaginam.

"Megacraques" do antigamente

Vamos na quinta contratação neste defeso. Vietto e Luís Neto estavam assegurados há meses, Rafael Camacho e Rosier chegaram há dias. E ontem foi a vez de Eduardo Henrique, ex-Belenenses, ser apresentado aos adeptos.

O Sporting é claramente a equipa - entre as três maiores do campeonato português - que está a apetrechar-se com mais antecedência, fruto de um trabalho que nada deve ao improviso, proporcionando assim as melhores condições ao técnico Marcel Keizer para o arranque da pré-temporada.

Mesmo assim, tenho ouvido por aí críticas muito azedas à pretensa «falta de qualidade» dos novos reforços. Da parte da gente do costume, apostada em garantir que Frederico Varandas «nada percebe de futebol».

A esses críticos mais exaltados, que não escondem saudades do antigamente, limito-me a recordar a lista de "megacraques" contratados durante os cinco anos do consulado anterior. Uma lista certamente muito incompleta, que poderá ser ainda mais preenchida com o inestimável contributo dos nossos leitores.

Ei-la. Não por ordem de entrada em cena, mas por ordem alfabética.

 

Alan Ruiz
André Balada
André Geraldes
Aquilani
Azbe Jug
Barcos
Bruno Gaspar
Bruno Paulista
Castaignos
Ciani
Cissé
Douglas
Dramé
Enoh
Elias
Ewerton
Federico Ruiz
Heldon
Jatobá
Leonardo Ruiz

Lumor
Magrão
Marcelo
Markovic
Marvin
Matías Pérez
Mattheus Oliveira
Maurício
Meli
Misic
Naby Sarr
Naldo
Petrovic
Piris
Rabia
Rosell
Rúben Ribeiro
Ryan Gauld
Sacko
Schelotto
Shikabala
Slavchev
Spalvis
Tanaka
Vítor Silva
Viviano
Welder

Uma nova época, uma época nova

Começou hoje uma nova época de futebol no Sporting, com um primeiro grupo de 22 jogadores a realizar testes médicos e os primeiros treinos, 13 jogadores da formação no grupo.

Com um outro grupo de jogadores importantes (Bruno Fernandes, Acuña, Wendel, Diaby, Coates, Plata, Dala e alguns outros) ainda envolvidos nos compromissos com as selecções nacionais, ou a competir ou a gozar férias pré-competição, alguns deles que poderão sair por ofertas difíceis de recusar, e com algumas contratações ainda a decorrer, nem todos esses jogadores integrarão o plantel no ínicio do campeonato. Alguns serão emprestados ou vendidos.

De qualquer forma, cada um terá oportunidade de justificar perante Keizer a permanência. Alguns deles, sinceramente, estão a mais do que a tempo de o conseguir, porque não basta serem da formação, terem feito uma ou outra coisa excelente aqui ou ali, terem o seu espaço no afecto dos sócios: têm mesmo de justificar competência para ombrear com os melhores do plantel e serem candidatos consistentes à titularidade. E não uma eterna promessa. Ilori, Matheus Pereira e Iuri Medeiros estão neste lote.

Além disso, e para estarem nesse grupo, alguns outros ficaram de fora da apresentação e estão na calha para sair: Viviano, André Pinto, Jefferson, Petrovic, Ryan Gauld, Mattheus Oliveira, Alan Ruiz e alguns mais. E Gudelj, pelos vistos, é carta fora do baralho.

Parece assim que o plantel vai levar uma volta considerável na linha do que aqui se foi dizendo e comentando. Mais barato, mais equilibrado, mais peso da formação. Mas, como dizia Keizer, tudo vai depender da permanência ou não dos poucos jogadores de classe extra de que dispomos. 

SL

Ovo de Colombo

 

Uma equipa de futebol não se faz apenas de técnicas e tácticas, faz-se também de lideranças reconhecidas e aceites, no banco e no balneário. Na confusão que foi o início da temporada passada, e na tentativa de conseguir o regresso dos fugitivos e ir repescar símbolos do clube que pudessem obviar à esperada contestação das claques e adeptos, Sousa Cintra arranjou dois galos para o mesmo poleiro, Nani e Bruno Fernandes, o de ídolo da bancada, capitão e líder duma equipa heterógenea no que respeita a origens, vencimentos, e entendimentos. Um que tinha lá estado três anos antes e entretanto saído, outro que tinha vindo no ano anterior, quase dez anos a separá-los, sem grande passado futebolístico comum. Ou seja, tinha tudo para correr mal.

Dentro do campo também a harmonia não era perfeita, a tendência para Nani procurar espaços anteriores e temporizar o jogo chocava com a tendência de Bruno Fernandes para esticá-lo e solicitar a profundidade. 

O certo é que Nani começou melhor a temporada que Bruno Fernandes, depois foram-se equivalendo, a páginas tantas Nani teve uma "boca" evitável sobre o Bruno, até que aos 43 minutos do dérbi caseiro da 20.ª jornada, Nani inflectiu, temporizou, passou e Bruno rematou e marcou, reduzindo a desvantagem para 1-2 numa brilhante jogada conjunta. Depois veio o intervalo, o que se passou na cabina não sabemos, Nani não voltou e dias depois soubemos da sua saída e da de Montero (com certeza um grande apoio de Nani no balneário, as famílias de Montero e Nani davam-se muito bem).

O certo é que depois disso o Sporting foi ganhando uma nova forma de estar em campo, mais objectiva e produtiva, e Bruno Fernandes explodiu, levou a equipa às costas e quebrou records.

E se muito Bruno Fernandes agradeceu a mudança, do que se sabe Nani e Montero encontraram lugares excelentes para os últimos anos das respectivas carreiras, Montero no Canadá, Nani em Orlando, USA, este ao ponto de ganhar o direito de figurar na "Wall of Fame" da época da respectiva Liga. Curiosamente também, Montero vem agora lembrar Bruno Fernandes por um penálti que marcou. Escreveu: "Amigo Bruno Fernandes, obrigado pelas aulas. Estou a pô-las em prática."

Concluindo, se calhar a saída amigável de Nani e Montero, ao contrário do que Sousa Cintra vem agora afirmar e do que foram martelando incessantemente os ressabiados brunistas, foi mesmo o Ovo de Colombo (Colombo descobriu a América, a América resolveu o nosso problema) do sucesso relativo desta temporada que culminou com a tarde de glória do Jamor e da reforma "dourada" dos nossos estimados Nani e Montero.

PS: Melhores em campo, jornada a jornada, sendo que o tal Sporting-Benfica foi na jornada 20:

1 Bruno Fernandes
2 Mathieu, Nani
3 Salin
4 Jovane
5 Salin, Raphinha
6 Montero, Raphinha, Jovane
7 Nani
8 Nani
9 Acuña
10 Bas Dost
11 Bruno Fernandes
12 Bruno Fernandes, Bas Dost
13 Bruno Fernandes
14 Renan
15 Miguel Luís
16 Raphinha
17 Mathieu
18 Acuña
19 Bruno Fernandes, Bas Dost
20 Bruno Fernandes
21 Bruno Fernandes
22 Bruno Fernandes
23 Bruno Fernandes
24 Bruno Fernandes
25 Bruno Fernandes
26 Raphinha
27 Bruno Fernandes
28 Bruno Fernandes
29 Bruno Fernandes
30 Acuña
31 Raphinha
32 Bruno Fernandes
33 Bruno Fernandes, Mathieu, Acuña
34 Renan

SL

Sporting 2019-2020 - Algumas ideias para debate

Acabada que foi com relativo grande sucesso a presente época, com um treinador estabilizado e mais adaptado à realidade portuguesa à frente da equipa, que Sporting vamos ter para enfrentar a época que se aproxima, desde logo para ganhar a Supertaça em Agosto?

Algumas ideias sobre o que penso que deveria ser a construção do plantel:

1. Garantir a continuidade dos craques. Temos cinco: Coates, Mathieu, Acuña, Bas Dost e Bruno Fernandes. O último já se percebeu que está de malas aviadas para o futebol inglês, logo se verá para onde. Sobram quatro que não devem mesmo sair porque, por muito caros que sejam, contratar iguais ou melhores ainda mais caro vai ser.

2. Limpar o entulho, jogadores que passaram ao lado da titularidade ou fora do prazo de validade. O Pedro Correia já comentou o assunto, dos que começaram a época, Salin, B. Gaspar, A. Pinto, Jefferson, Lumor, Misic, Petrovic, Diaby, F. Geraldes, Mané e Matheus Pereira podem sair com algum encaixe financeiro. Iuri Medeiros também. Mesmo Battaglia poderá sair porque já tem 27 anos e vai ter uma temporada de recuperação da grave lesão que sofreu. 20 ou 30 M€ no conjunto? Ou mais?

3. Recuperar os jogadores emprestados que mais se distinguiram e que merecem uma nova oportunidade. Mama Baldé, Gelson Dala,  Ivanildo, Domingos Duarte.

4. Recuperar jogadores que custaram bem caro, que se tresmalharam nos empréstimos para uma nova oportunidade. Por exemplo, "el loco" Alan Ruiz: se calhar valerá a pena arriscar no rapaz porque como está não interessa a ninguém. A mesma coisa se aplica a Ryan Gauld.

5. Manter quatro ou cinco dos melhores sub-23 no plantel em posições onde possam ter oportunidades, emprestar para rodar os restantes. Max, Miguel Luís, Jovane, mais um ou outro, entre Daniel Bragança, Thierry Correia, Pedro Mendes ou Pedro Marques.

6. Contratar bons jogadores para as posições mais carenciadas: defesa direito, defesa esquerdo, médio ofensivo, avançado rompedor. Que tragam peso, altura, jogo de cabeça, capacidade de centro e remate ao plantel.

Seria então um plantel do tipo:

GR: Renan, Max, Aquisição1

DD: Aquisição2, Ristovski

DE: Borja, Aquisição3

DC: Coates, Mathieu, Neto, Ilori e Ivanildo

MC: Doumbia, Gudelj, Eduardo, M. Luis, Wendel

MO: Aquisição4, Ryan Gauld, Alan Ruiz

Int/Ext: Acuña, Raphinha, Jovane, Plata, Mama Baldé

Avançados: Bas Dost, Luiz Phellype, Gelson Dala, Vietto, Aquisição5 

Teríamos aqui um plantel de 30 jogadores, com 7 que passaram pela Academia, a tal quota que tenho referido.

Que vos parece?

SL

Toca a despachar

Viviano, Bruno Gaspar, Jefferson, Lumor, André Pinto, Petrovic, Misic, Mattheus Oliveira, Alan Ruiz, Diaby.

Há que diminuir desde já a massa salarial do Sporting. Para equilibrar as contas do próximo trimestre. E há que começar a abrir lugar aos jovens da formação leonina. Quando saírem, todos os que mencionei já irão tarde. 

Alguns nunca deviam ter chegado.

Wendel, o mais valorizado

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Perguntei há dias aos nossos leitores quais foram os jogadores que terão sido mais valorizados desde a chegada de Marcel Keizer ao Sporting. Houve muitas e variadas respostas: registei todas com agrado.

Chegou o momento de revelar que jogadores foram esses. Fica a tabela com as pontuações obtidas, sabendo-se que os leitores podiam mencionar quantos entendessem. 

 

Wendel                  16 

Luiz Phellype        12

Bruno Fernandes  9

Renan                      7

Gudelj                      6

Raphinha                 5

Acuña                       4

Diaby                        4

Ristvoski                   3

Borja                         2

Idrissa                       2

Coates                      1

Mathieu                    1

 

Principal omissão, também com algum significado: Bas Dost. 

Outros jogadores que não mereceram referência alguma dos leitores: Salin, Bruno Gaspar, André Pinto, Jefferson, Petrovic, Miguel Luís, Francisco Geraldes e Jovane. Por terem sido pouco utilizados ou terem ficado aquém das expectativas.

Há ainda o caso específico de Battaglia, que se lesionou gravemente no início da época e não chegou a actuar às ordens do técnico holandês.

Quem são os três melhores?

Quando vão decorridas 32 jornadas deste campeonato, chegou o momento de - pela quarta e última vez - dirigir aos leitores a seguinte pergunta: quem são, na vossa opinião, os três melhores jogadores do Sporting?

Peço-vos que respondam por ordem de preferência para eu poder atribuir um valor decrescente a cada um: três pontos ao primeiro, dois ao segundo, um ao terceiro. No final, daqui a poucos dias, farei aqui uma leitura dos resultados e a comparação com as vossas avaliações no final da jornada 8, no final da jornada 16 e no final da jornada 24

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