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És a nossa Fé!

Max

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Saber esperar é uma virtude.

Tivesse Luís Maximiano sabido esperar e a baliza do Sporting estaria hoje à sua guarda, numa fase absolutamente decisiva da carreira dele.

Preferiu rumar a um clube espanhol do fundo da tabela, que até acabou por descer à Liga 2, quando podia ser guardião titular do Sporting neste início da temporada oficial 2022/2023. Com 23 anos, idade apropriada.

Max devia ter aguardado.

Recordo que várias vezes alertei aqui para a necessidade de termos sempre a postos um bom guarda-redes suplente pois o que acaba de acontecer a Adán podia suceder a qualquer altura - e até há mais tempo.

A baliza leonina fica agora entregue a alguém ainda mais jovem que Max: Franco Israel, de 22 anos. Uma enorme e arriscada incógnita.

Elogios ao homem «invisível»

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Alguns jogadores gozam de excelente imprensa, façam o que fizerem. Ou mesmo que não façam coisa nenhuma.

Como os jogadores que mais me interessam são de longe os do Sporting, aqui ficam dois exemplos do que referi antes. Ambos colhidos na edição de ontem do Record.

Um apontamento sobre o nosso estreante guarda-redes, Franco Israel: «Não dá para formar opinião, mas causa boa impressão.» Sendo-lhe assim atribuída a "medalha de bronze" na habitual secção diária deste jornal.

O texto é disparatado: como é que se tem «boa impressão» de alguém cujo desempenho não deu sequer para «formar opinião»?

 

Outro apontamento visa Paulinho, atribuindo-lhe nota positiva (3 em 5) na partida de véspera frente ao Wolverhampton: «Muito trabalhador e empenhado a defender e pressionar os adversários, acabou por ter um trabalho invisível no ataque. (...) Pouco inspirado na área, deu, porém, soluções nos apoios.»

Como é que um avançado-centro é avaliado positivamente com «trabalho invisível no ataque» e se revela «pouco inspirado na área», onde devia fazer a diferença?

E o que significa «dar soluções nos apoios»?

Alguém descodifica esta prosa freitaslobista que enxameia a imprensa desportiva portuguesa, onde se escreve cada vez pior?

 

De qualquer modo, Paulinho não pode queixar-se do tratamento que recebe nos jornais. Mesmo «invisível», passa no teste.

É obra.

{ Blog fundado em 2012. }

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