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És a nossa Fé!

Cotovelite

Sagrámo-nos campeões da Europa com o nosso guarda-redes titular e o meio-campo do Sporting, potenciado por Jorge Jesus.

E manteremos o título pelo menos até 2020.

 

Daí o desprezo deles pela selecção nacional, bem evidente nas inacreditáveis lamúrias e birrinhas dos últimos dias.

Nunca a cotovelite foi tão aguda.

Irritação

1. Por que raio Jorge Jesus desatou a inventar, desmontando o sistema táctico da equipa que tão boas provas tem dado no campeonato? Meter no onze inicial um Paulo Oliveira sem rotinas nem experiência como lateral fez a nossa equipa jogar coxa durante uma hora.

 

2. A um erro somou-se outro: a excessiva lentidão do treinador a corrigir o disparate inicial. O Sporting só começou verdadeiramente a jogar quando Paulo Oliveira - com óbvia responsabilidade no solitário golo polaco, deixando o brasileiro Guilherme fazer o que quis na grande área - foi enfim substituído por Ricardo Esgaio, já estavam decorridos 58 minutos. Tarde de mais, como se viu.

 

3. Disparate sem nome é insistir em Markovic. Jogar com o sérvio é jogar só com dez. Voltou a acontecer: colocado no onze titular, como segundo avançado, o ex-jogador do Benfica nada fez de positivo. Agarra-se à bola e transporta-a para lugar nenhum, perde com facilidade a noção de espaço, é um parafuso solto no colectivo. Com Gelson a jogar por dois na ala direita, via-se o sérvio no eixo central a contemplar o trabalho do colega como se nada daquilo fosse com ele. Mesmo assim, só saiu aos 58 minutos.

 

4. É inaceitável que o nosso primeiro remate enquadrado com a baliza só tenha ocorrido aos 77': um disparo de André que proporcionou a defesa da noite ao guardião polaco. O mesmo André que minutos antes tivera uma falha infantil à boca da baliza, daquelas que nem nos jogos de solteiros e casados se permitem. Quase apetece implorar pelo regresso do Liedson como reforço no mercado de Inverno.

 

5. É também inaceitável que William Carvalho, pouco depois de ter visto um cartão amarelo, acabasse por cometer uma falta que não podia passar impune - tanto mais que era então já evidente qual o critério disciplinar do árbitro, muito apertado. Ingenuidade ou precipitação do jogador? O facto é que ficámos reduzidos a dez num momento crucial do encontro.

 

6. Não haverá nenhum especialista em remates a meia-distância no Sporting? Haver, até há. Mas por vezes não parece. Hoje foi um desses dias.

 

7. Quando carregávamos enfim no acelerador, quem entra em campo? O calmo, tranquilo, relaxado Bryan Ruiz. O homem que dá sempre um toque a mais na bola, que perde preciosos segundos a adornar o esférico, que colhe adjectivos dos supostos catedráticos do ludopédio, gente capaz de entrar em êxtase orgástico com o "futebol rendilhado" do costarriquenho. Entrou em contramão, quando precisávamos de criar jogo directo e objectivo, sem perda de tempo. Pouco ou nada fez de útil, mas "temporizou" imenso.

 

8. Se as derrotas contra o Real Madrid e o Borussia Dortmund estavam de algum modo inscritas na lógica natural do futebol de alta competição, perder contra a banalíssima turma do Legia é algo que não pode aceitar-se. Faltou ambição, faltou empenho, faltou ousadia, faltou confiança. Concedemos a primeira parte de avanço aos polacos como se tivéssemos entrado em campo para defender o empate a zero, já a pensar na Luz. Só podia dar asneira. E deu mesmo.

 

9. Antes deste jogo punha-se o dilema: valeria a pena sacrificar jogadores, poupando-os fisicamente para o clássico de domingo e correr o risco de vermos a nossa equipa afastada da Liga Europa? Afinal não houve poupanças: dos habituais titulares, só Bryan Ruiz ficou inicialmente de fora (a posição de defesa direito estava condicionada à partida pelo castigo a João Pereira e pela lesão de Schelotto). Houve imenso desgaste físico num campo em condições dificílimas. E mesmo assim vimos fugir a Liga Europa. Dois males somados, portanto.

 

10. Conclusão: mais valia termos jogado com as segundas linhas. Agora só para o ano, se Deus quiser.

Já estou a começar a ficar farto

Não percebo muito disto.

Apenas uma pergunta: É possível transportar todo o blog, histórico incluído, para outra plataforma?

Farto destas merdas, aqui no sapo! Não bastam as caixas de comentários, do mais básico e execrável, como são useiros e vezeiros na publicação de "notícias" de caca!

 

Que me perdoem todos os autores, mas o que é demais, incomoda!

De zurro em zurro

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Gostava de saber o que vão dizer todos aqueles que passaram a semana a zurrar um chorrilho de difamações ressabiadas contra Tonel - a começar pelo inenarrável "Oiça Oiça" - agora que a Académica acaba de oferecer dois penáltis descarados num ameno amigável jogado com o Benfica.

No primeiro, a bola ia sair pela linha de fundo quando o guarda-redes Pedro Trigueira derruba Gaitán sem subtileza de qualquer espécie, de forma totalmente desnecessária. No segundo, o defesa Ofori levanta propositadamente a mão à bola para lhe desviar a trajectória sem fazer o menor esforço para ocultar tal situação. Como se implorasse ao árbitro que marcasse uma grande penalidade contra a sua equipa.

Pela lógica do "Oiça Oiça", estes jogadores deviam ser de imediato suspensos e nunca mais alinhariam pela Académica, podendo até ser irradiados do futebol português. Mas aposto desde já que não ouviremos nenhum protesto dos tais ressabiados: vai ser uma semana quase sem zurros.

Ódio primário

Já se percebeu qual vai ser a táctica deles. Perdem em campo e procuram na noite seguinte vencer nas televisões. Para compensar.

Isso ficou bem evidente ontem à noite, pelo menos em dois canais. Representantes do Benfica a espumar contra Jorge Jesus - o inimigo principal. E a tentar separar o treinador leonino do presidente do Sporting - subitamente tornado inimigo secundário. Dividir para reinar, como é de ver.

São técnicas de manual de guerrilha opinativa. Técnicas desenvolvidas de forma canhestra pelos referidos representantes do SLB e prejudicadas pelo discurso de ódio primário que desenvolveram contra Jesus, entre guinchos e gritinhos histéricos. Logo eles, os derrotados de agora, que ainda há bem pouco o levavam num andor.

Je suis Super Bock

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Este  lampiãozinho espantou-se com a indignação geral que alastrou entre os sportinguistas face ao vídeo rasca concebido pelo "criativo" de turno na Centralcer contra Rui Patrício. E ficou perplexo ao ver que a dita empresa foi forçada a retirar o vídeo e a pedir desculpas. À Liga, à Federação e ao Sporting.

Escapou ao lampiãozinho que o tal vídeo rasca funcionou apenas como pretexto para mais um episódio na guerra comercial entre cervejeiras, pois a Super Bock - de longe a melhor cerveja produzida em Portugal - tem patrocinado a equipa do Sporting.

Acontece que o tal "criativo" - além de ter produzido um vídeo que apenas embaraçou a empresa que lhe paga o salário - é burro. Porque se esqueceu deste irrelevante pormenor: Rui Patrício é titular indiscutível da selecção nacional. Esqueceu-se também que a Centralcer, através de uma das suas marcas comerciais, patrocina a selecção.

Mas a burrice não é monopólio desse "criativo": contagiou também as incompetentes chefias que autorizaram a produção e divulgação do vídeo. A menos que lá na Centralcer aquilo ande tudo em roda livre, eventualmente por consumo imoderado de bejecas.

Nunca mais

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Espero que, depois disto, rolem cabeças na Centralcer. Desde logo porque Rui Patrício, que estes imbecis desconsideraram, é o guarda-redes titular da selecção nacional, que tem a cerveja Sagres como marca patrocinadora. De tal maneira que até a Federação Portuguesa de Futebol se viu forçada a protestar contra a grosseria da empresa lisboeta que tem sede nas imediações do Intendente.

Nunca gostei da Sagres e só costumo beber imperiais nos meses de Verão. Mas a partir de hoje é garantido: nem uma gota dessa mistela favorita das papoilas saltitantes.

Golos de cerveja, só de Super Bock.

Desabafo

Não vale a pena falarmos em árbitros nem em autocarros.
Não ganhámos este jogo com o Belenenses por culpa própria. Ponto final.

Demos - uma vez mais - 45 minutos de avanço ao adversário.
Entrámos a passo, sem ritmo nem velocidade.
Alguns jogadores pareciam ter pouca vontade de apanhar chuva: preferiam certamente estar no aconchego do lar a ouvir música ou a ver um vídeo.

Montero perdeu infantilmente um golo quase feito aos 12 minutos.
Rui Patrício, após uma fífia arrepiante, ofereceu um golo ao adversário.
Só jogámos razoavelmente após a expulsão de Cédric, quando tínhamos dez em campo (nove, pois Capel não conta).

Assim é difícil. Para não dizer que é muito difícil. E podemos agradecer aos deuses a benesse que nos caiu no último lance.
Benesse equivalente à que beneficiou os encarnados no jogo anterior, disputado em Alvalade.

 

É verdade que, apesar de tudo, fizemos este sábado um pouquinho mais (quatro remates à baliza) do que o SLB tinha feito em nossa casa (zero, excluindo o golo).
Mas não chega.
No Sporting fala-se mais do que se faz. Devia ser ao contrário: poucas palavras e mais acção.

 

Apetece concluir que no tempo do blackout estávamos melhor.

Canalhice

 

Um blogue anónimo, alegadamente (mal) escrito por um ex-"conselheiro leonino", aproveitou um boato inqualificável posto a circular por outro anónimo nas caixas de comentários das redes sociais para consumar uma canalhice visando duas familiares de Bruno de Carvalho. Noutros blogues, onde vigoram elementares princípios de higiene, o dito boato teve o destino que merecia: o caixote do lixo. Mas nesse tal o seu autor decidiu dar-lhe destaque máximo, acrescentando-lhe apenas uma abjecta interrogação: "será verdade?"

Tudo isto apenas para procurar atingir o presidente do Sporting, à falta de qualquer outro pretexto, através de pessoas da sua família - uma das quais, aliás, não tardou a dar-lhe a resposta pública adequada. Pormenor a realçar: o blogue a que me refiro - e cujo nome não menciono aqui por imperativos de salubridade - era, até há dois meses, um paradigma da estabilidade institucional, capaz de defender o indefensável sem um murmúrio crítico enquanto o clube se afundava no plano desportivo e financeiro. Agora recorre às mais grosseiras insinuações, a que nem os benfiquistas mais sectários lançam mão, para procurar denegrir o sucessor de Godinho Lopes.

Tudo isto ajuda a enquadrar e explicar a profunda crise do Sporting. Uma crise que, sendo gravíssima no plano dos resultados desportivos e dos alicerces financeiros, é sobretudo uma crise de valores. Um clube que se orgulha de ter como sócio número dois o professor Mário Moniz Pereira, justamente reverenciado por gente de todos os quadrantes desportivos em Portugal, é também o que concede cartões de associado a figuras destituídas dos mais elementares parâmetros éticos que são incapazes de aceitar com um mínimo de fair play uma derrota nas urnas, comportando-se perante os dirigentes recém-eleitos do próprio clube como qualquer horda de hooligans dos subúrbios londrinos.

Com uma diferença: ao menos esses, muitas vezes, dão a cara. Estes, nem sequer isso.

 

ADENDA - Além de cobardolas, este "conselheiro" da treta é um perfeito imbecil, confundindo-me com o Eduardo Garcia da Silva. Já o tinha feito antes, ao entrar na caixa de comentários deste mesmo texto, com um dos petits noms com que gosta de maquilhar-se nas catacumbas blogosféricas.

Tu não merecias isto, Oceano

 

O pior arranque de sempre da temporada. Com a equipa fora da Taça de Portugal, no último lugar do seu grupo da Liga Europa e a dez pontos da liderança no campeonato. Sete pontos abaixo do Sporting de Braga. Seis jogos seguidos sem ganhar. O segundo pior ataque da Liga (só acima do Marítimo). Doze golos sofridos. Perda de dois pontos por jogo em termos médios. Derrotas consecutivas com o Videoton, o FC Porto, o Moreirense e o Genk. Empate em casa com a Académica num jogo medíocre que terminou há pouco. Mais um.

Reitero o que já escrevi aqui: quiseram queimar-te depois de terem feito o mesmo com o Sá Pinto. Tu não merecias isto, Oceano. Nós não merecemos isto.

Terei ouvido bem?

Pareceu-me ter escutado há pouco um suposto representante do nosso clube que costuma perorar num canal público de TV dizer esta enormidade: «Luís Filipe Vieira é o número dois do futebol português. O melhor é o Pinto da Costa e a seguir é o Vieira. (...) Eu se fosse benfiquista votava Vieira.»

Terei ouvido bem?

Um presumível sportinguista a esbarrondar-se em desbragados elogios televisivos aos presidentes dos nossos principais rivais?

Usando tempo de antena não para enaltecer o Sporting mas os adversários do Sporting?

 

Eis algo que me custa muito a crer.

A tal ponto que me interrogo se andarei com problemas auditivos.

Alguém ouviu o mesmo que eu julgo ter ouvido?

Um vitória e uma interrogação

Vitória saborosa, esta do Sporting, frente à Académica. Uma equipa um pouco cansada psicologica e fisicamente, mas que lutou sempre face a um autocarro de dois andares - procurando descobrir caminhos, pacientemente, para chegar ao golo. Paciência que não tiveram muitos adeptos, em alguns momentos, ensaiando assobios. Mau sinal este, a lembrar vícios antigos. Será que vamos voltar a, quando as coisas não correm de feição, apoiar o adversário com os assobios 'sportinguistas'?

O mundo está perigoso!!!

O pai de uma criança de quatro anos apresentou queixa no Ministério da Educação contra um jardim de infância da Ericeira porque uma educadora alterou o final da música infantil "atirei o pau ao gato", cantando no final "batata frita / viva o Benfica".

 

Por causa dessas e de outras falcatruas eu já pensei instruir os meus filhos em casa até aos secundário, mas diz que é ilegal. 

 

Notícia DN

Imperdoável

De quando em vez oiço uns zunzuns sobre o regresso ao grande Sporting de uma certa e determinada criatura, que ousou ser capitão e campeão num certo e determinado clube. Nessas alturas tenho logo duas reacções. Uma é pensar em dirigir-me à secretaria de Alvalade e entregar o meu cartão de sócio. A outra é uma irritação permanente que me faz zangar por tudo e por nada com quem se cruza comigo. Eu já apertei a mão ao António Veloso. Eu até vi um dos últimos Sporting-benfica com o Toni (um senhor, fiquei a saber). Mas por amor de deus, não me peçam mais que isto. Recuso-me a dar mais alguma coisa ao desportivismo e ao fair-play, duas pragas que ainda vão matar o futebol.

{ Blog fundado em 2012. }

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