Superámos com êxito o difícil teste de Janeiro, em que cumprimos oito jogos, referentes a três provas diferentes.
Defrontámos Benfica, Marítimo, Aves, V. Setúbal e V. Guimarães (para a Liga), Cova da Piedade (para a Taça de Portugal), F. C. Porto e novamente V. Setúbal (para a Taça da Liga).
Balanço muito positivo. Com a conquista de um título, nunca antes alcançado. Com a subida ao primeiro lugar do campeonato. Com a manutenção nas outras duas frentes desportivas.
Com seis vitórias e dois empates. Catorze golos marcados, só quatro sofridos - três dos quais de penálti, o que não deixa de ser significativo.
Contrariámos assim as vozes agoirentas dos profetas da desgraça que estão sempre a tentar puxar-nos para baixo. Algumas delas, infelizmente, são vozes de sportinguistas.
Sim, sim, concordo: era um grande teste. Jogar no Norte, num campo de guerra pior que o velho lamaçal do Salgueiros, contra uma equipa pequena: era difícil, sim senhor. Era mais difícil ainda porque se o Sporting não tivesse ganho seria ultrapassado pelo Porto e deixaria fugir irremediavelmente o Benfica. Eu quero, mas não acredito, que eles perderão tantos pontos como já perderam, ou seja, ficar a 4 pontos do Benfica poderia significar perder o contacto com os primeiros. É por isso que concordo que foi um grande teste e uma grande vitória. Mas também por isto: já fizemos os três clubes do Minho, já fomos ao Porto e faltam-nos apenas dois jogos no Norte: contra o Rio Ave em finais de Fevereiro e na caixa de fósforos do Paços de Ferreira lá para a Primavera. Eu lembro-me das inúmeras vezes em que o carrasco General Inverno deu cabo de nós. É por isso que concordo, a vitória contra o Arouca, naquele campo de guerra, valeu mais do que 3 pontos: valeu o início de um segunda volta na luta pelo primeiro lugar. Eles sabem que se perderem nós estamos lá. Eles sabem que se empatarem nós estamos lá. O primeiro lugar continua ali.
{ Blog fundado em 2012. }
Siga o blog por e-mail
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.