Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

És a nossa Fé!

El José Alvalade se sentía Roma, se sentía Madrid.

Autora desta expressão? Patrícia Cazón, a espanhola que na semana passada decidiu olhar nos olhos os jogadores ainda no túnel, em Madrid. Muitos sportinguistas ficaram impressionados com o que então leram (ver foto abaixo), sobretudo porque estavam frustrados com os falhanços que deram origem aos golos, e outro que não deu golo ao cair do pano. 

A curiosidade fez-me pesquisar a mesma autora, hoje, após o jogo de Alvalade. E o que escreveu no As. Vale a pena ler. Fica o link:

https://as.com/futbol/2018/04/12/uefa/1523557708_787319.html?autoplay=1 

e a transcrição parcial:

La esencia rojiblanca quedó sobre la hierba del José Alvalade. Porque nadie sufrir como el Atleti, sobrevivir en el alambre. Es semifinalista pero tembló, tembló mucho en Lisboa, ante un gran Sporting. Estaba en el aire, en la semana europea, en esos tres minutos finales en los que el Sporting sólo era balones colgados sobrevolando a Oblak. Buscaba ese gol, el de la prórroga, ante un Atleti tembloroso. Lo intentaba Petrovic, Doumbia o Fernandes. Pero una vez el balón se fue fuera. Y otras, se topó con Saúl, con Savic, con Godín, hasta que el árbitro pitó y lo tres pudieron volver a respirar. Eran semifinalistas. Cuánto había costado.

Desde el túnel salieron los dos equipos formados como ejércitos. El Sporting sobre todo. Rui Patricio iba primero. Nada de bromas, pensando sólo en el balón. Jorge Jesús reforzó su equipo desde la alineación. Quería control, un tercer central, Pinto, por si a Coates y a Mathieu les daba por el show, como en el Metropolitano. Sólo había una manera de espantar la tormenta, no la que caía del cielo la otra, la del palco, desde el fútbol, con una remontada.

Desde el primer balón, buscó el gol rápido. Agarrado a la bota de Gelson Martins, cada uno de sus eslalon era un latigazo, un miedo, un agujero. Avisó el Sporting, con un remate de Acuña que buscaba la escuadra y respondió Costa con un cabezazo en plancha que se fue a un palmo del palo y resultó estrella fugaz: tardaría el Atleti en volver por allí. El José Alvalade se sentía Roma, se sentía Madrid. Golpe a golpe, contra a contra, con autoridad, el Sporting fue encerrando a los rojiblancos. Coates quiso ser Manolas con un cabezazo que buscaba red, el miedo en cuerpo rojiblanco, pero esa la salvó Oblak. Se suspendió en el aire para sacarla con la yema de los dedos. Su mano milagrosa de cada partido. Ante sus ojos, su equipo se había deshecho bajo la lluvia. Sin chispa ni contras. Sin asistencias de Koke, sin control de Gabi, sin remates de Costa, sin juego de Grizi, fiado sólo a la guarida de sus guantes.

Esos mismos a los que Fredy Montero les encontró un resquicio. Fue después de que Jorge Jesús perdiera a Mathieu, y Lucas un golpe en el pómulo que en el descanso le dejaría bajo la ducha. Fue después de que Acuña se hiciera el enésimo llavero con Juanfran: Oblak falló por alto y Montero cabeceó en el segundo palo mientras Saúl y Savic se miraban. El marcador confirmaba el juego. El Atleti era un equipo atemorizado, miedoso y pobre, ante un Sporting agigantado sobre las recuperaciones de Bruno Fernandes y los pasillos que Acuña encontraba a la espalda de Juanfran. Nueve veces le disparó a Oblak sólo en la primera parte. Nueve.

F4A318C6-C9C6-419A-AFE1-EEEC346244E3

22809F61-6649-4CE5-B6E2-0D07DEB0E37A

 Quem diria, apenas uma semana depois...

 

Jonas?

peyroteo.jpg

Este sábado cumpriu-se o centenário de Peyroteo. Um enorme jogador que o tempo e, acima de tudo, a natural inexistência de um alargado arquivo fílmico, foi obscurecendo no panteão desportivo nacional. Justiça seja feita, os dois grandes jornais diários desportivos assinalaram a efeméride. Melhor o "A Bola" do que o "Record".  Mas o esforço foi demasiado: nesta noite lá está no sítio do "A Bola" que Jonas (um excelente jogador, sem qualquer dúvida) ultrapassou, sei lá em quê, Peyroteo. 

A pequenez nota-se nisto. E não há nada a fazer. A partir de determinada e jovem idade já não se cresce.

Eu cá por mim...

Eu cá por mim, não preciso que me assobiem.

Há muito que não compro nem leio jornais desportivos e que não vejo programas sobre futebol ou outra qualquer modalidade desportiva, os jogos a que assisto na tv, ou é com comentários em inglês, ou se calha a ser numa das pantalhas nacionais, é sem som, portanto meus amigos, a recomendação é-me indiferente.

Aliás, parece-me que os sportinguistas são suficientemente sagazes para perceber o que devem ou não fazer em relação à comunicação social, sem precisarem que lhe apontem o "balde".

Não me incomodam os ditos "blackouts" e parece-me até que o presidente não terá mais que ido a reboque das caixas de comentários da blogosfera leonina. Sinal de que está atento e de que, se o não fez até agora, telo-á feito agora de forma ponderada. Não sei se asisada, mas se querem saber, é para o lado que eu durmo melhor.

Quero que fique claro que nada me move contra os jornalistas. Neste mundo cão onde vale tudo, nem todos têm arcaboiço para manter a coluna direita e pôr comida na mesa ao mesmo tempo. Percebo-os, contudo não os apoio. Sou a pessoa que me conhece melhor e dificilmente me agacharia perante qualquer sinal de condicionamento em qualquer actividade. Já sofri por isso, muito, sei o que é estar na "prateleira" meses, anos. Mas repito, não os condeno.

Já os jornais e as televisões e as rádios e quem dirige a sua linha editorial, é "outro número de obra", fia mais fino. A esses, parafraseando Boris Vian, irei cuspir-lhes (vos) nos túmulos. No entanto, a palha que diariamente estampam nas notícias só a come quem quer e eu palha, só de Abrantes.

O manto diáfano da imprensa desportiva online...e não só!

Quem consultar a imprensa desportiva online, em geral, fica com uma perceção aquém da realidade. Mas há mais vida para além daqueles títulos ou artigos. Há, sobretudo, o mérito baseado na resistência de muitos clubes, entre os quais o Sporting, que teimam em quebrar o "cordão sanitário" à volta da equipa socialite, que é uma espécie de namoradinha desse regime rendido ou vendido aos milhões que hipoteticamente lhes compram jornais ou garantem audiências. E depois há uns mais sofisticados que outros. Por exemplo, o benfica teve uma derrota escandalosa, ao ficar pelo caminho no futsal, não indo disputar a final com o Sporting Clube de Portugal. Uma passagem pelos desportivos e, ou não se lê a notícia, ou lá vem a subtileza de que o Sporting junta-se ao Braga no futsal. Pois é. A verdade é que a maravilha do clube da Luz perdeu na dita o segundo jogo e assim foi de férias mais cedo.

Outro pormenor. Nelson Évora sagrou-se campeão nacional do triplo salto. Nalguns jornais lá aparece o saltador do Sporting com o equipamento da seleção ou embrulhado na bandeira nacional. Incrível. O que lhes custa ver as listas verdes e brancas de leão ao peito. Elogios, sim para o hóquei benfiquista e a reviravolta operada com a Oliveirense. Insustentável silêncio sobre o que foram os últimos minutos do jogo e a atuação da arbitragem. Mas o último jogo é contra o Sporting. Queira Deus...

Para além da importância das quatro linhas e dos resultados, há assim como que esta asfixia antidemocrática a que temos que resistir, lutando incessantemente pelo pluralismo informativo e por jornalismo sério e isento. Nos jornais, nas rádios, nas televisões e nos online. 

O que leva a outro ponto. A responsabilidade dos dirigentes quando falam. O ego nunca se deve sobrepor à missão. Na política, no desporto e noutros setores da vida, há uma tentação irresistível perante os microfones. Mas, no caso do dirigismo desportivo, todo o cuidado é pouco para quem não está dentro do citado cordão sanitário. Falar pouco e bem, impõe-se,  para não dar pretextos a cortinas de fumo. Até porque há mails bem mais graves que declarações em off...

Este tema tem bem mais importância do que parece. 

Manto de silêncio

Procuro na imprensa desportiva cá do burgo ecos da investigação multijornalística que está a abalar a Europa do futebol: o desvio para paraísos fiscais, designadamente as Ilhas Virgens britânicas, de centenas de milhões de euros em receitas publicitárias de craques da bola "aconselhados" por empresários do sector a ludibriar as autoridades tributárias.

Em vão: nem uma linha dedicada ao escândalo do Football Leaks. Só um doce e recatado manto de silêncio.

No pasa nada, hombre. As coisas são o que são.

Os truques do "Público" e de "O Jogo"

As imagens foram divulgadas e demonstram inequivocamente que é o presidente do Arouca que começa o conflito. Mesmo assim, o Público prefere dar mais destaque a uma hipotética "cuspidela" que Bruno de Carvalho teria lançado em resposta. Nenhum dirigente do Arouca a referiu na altura dos incidentes. Mas entretanto alguém notou o que poderia ser uma cuspidela. O Público decidiu adotar essa narrativa (o título original da notícia não tinha ponto de interrogação). O Arouca, convenientemente, também.
Agora, numa versão atualizada, o Público já diz que "pode ter sido uma cuspidela" (garantia antes que "foi"), mas afinal também pode ser fumo do cigarro eletrónico que Bruno de Carvalho estava a fumar.
As questões aqui são: quem inventou a narrativa da cuspidela? De que clube? Como teve o Público acesso a ela? E por que decidiu que era essa a narrativa verdadeira sem consultar mais ninguém?

(Adenda: a primeira página de "O Jogo" é ainda mais grave, pois toma mesmo como verdadeira a versão da cuspidela.)

O que escreveram em Espanha

Alfredo Relaño, As: «El Sporting se sentirá ahora desdichado, maltratado por la fortuna, y con razón. Jugó muy bien, mucho mejor que el Madrid, tenía el partido ganado en el 89’ y lo perdió de golpe. (...) Muy buen equipo este Sporting. Abajo y arriba, juntos, solventes, serenos. Buen mando de William Carvalho en la media, manejo del tico Bryan Ruiz, un peligro tremendo a la derecha del ataque, Martins, el merodeo de Bruno César... Me gustó prácticamente todo.»

 

Daniel Calle, El Español: «Con uno de los despliegues de aficionados más amplios y ruidosos en años en el Bernabéu, el equipo portugués trasladó su poderío en las gradas al césped. Qué manera de dominar tácticamente un partido. Parecían ellos los campeones y el Madrid los visitantes. Jorge Jesus, el excéntrico técnico portugués, se comió a un Zidane dormido. (...) Jesus maniató al Madrid, ahogó su salida de balón, electrocutó todas sus ideas y acabó llevando el partido por donde quería.»

 

Hughes, ABC: «Se supo que el Sporting era un equipo de una pieza en el cuarto o quinto segundo. Eso se nota. Es como lo que Raoul Walsh dijo de John Wayne: "Cuando coge el rifle el hijo de puta parece un hombre." (...) En el 20, el Sporting ya adormeció el partido. No era un equipo serio, era un equipo excelente. Menudo central es Semedo, menudo medio es William, qué rapidez la de Martins y César arriba y cuánta clase en la zurda del tico Bryan Ruiz.» 

 

Jesús Garrido, El Confidencial: «Todo empezaba en la pareja Carvalho-Silva en el medio y avanzaba hasta Dost y Ruiz. Fue más incisivo Martins en la derecha, pero acabó marcando Bruno, el de la izquierda. Fue tras un rebote en una jugada embarrada, pero pudo llegar en muchas otras oportunidades.»

 

José Aguado, La Razón: «El líder de la Liga portuguesa se plantó ayer en el Bernabéu con el descaro de los equipos que no tienen miedo y con el buen hacer de los conjuntos bien trabajados. (...) El Sporting supo apretar bien a Modric y Kroos y ambos pasaron por el partido de puntillas, sin marcar el ritmo en ningún momento.»

 

José Samano, El País: «El Madrid evitó un chasco con goles de Cristiano y Morata en el penúltimo y último suspiro. Hasta entonces, el equipo se vio ante un inopinado precipicio. (...) Parasitado el Madrid, el Sporting desfiló con una sorprendente fluidez. El club lisboeta siempre fue la gran factoría del fútbol portugués y, pese a su escaso vuelo en Europa, ahora tampoco le faltan buenos peloteros, caso de Adrien Silva, William Carvalho y esa veta juvenil que es Gelson Martins.»

 

Josep M. Artells, Mundo Deportivo: «El Real Madrid siempre gana así. Fue netamente inferior al Sporting pero remontó en la última jugada del descuento. De fútbol, mejor no hablar porque solamente lo puso el valiente equipo de Jorge Jesus que fue ganando hasta que Cristiano empató en el minuto 88 transformando una falta inexistente, otro clásico.»

 

Orfeo Suárez, El Mundo: «Remontada ante un magnífico Sporting que no mereció perder. (...) Existen dos tipos de velocidad, la física y la mental. En un mediocentro es más importante la segunda. El portugués [William Carvalho] la tiene. Mientras trota, da soluciones rapidísimas.(...) El histriónico Jorge Jesús, pese a su expulsión, ganó la batalla a Zidane.»

 

Oriol Dotras, La Vanguardia: «Un gol de Cristiano Ronaldo en el 88’ y otro Álvaro Morata con el tiempo cumplido dieron al campeón los primeros tres puntos de esta fase ante un dignísimo Sporting de Portugal. (...) Incluso se atrevían los de Jorge Jesús salir jugando el balón para desespero del Bernabeu, que empezó a impacientarse con algunos pitos, sobre todo después de que Bas Dost estuviera a punto de conectar el segundo gol.»

 

Rúben Jiménez, Marca: «Bruno César aprovechó un barullo, una asistencia involuntaria de Modric para ponerle una rosca imposible a Casilla al palo largo. Hubo un runrún en el estadio y con el paso de los minutos alguno hacía cuentas sobre la futura visita a Dortmund, el viaje a Lisboa... Susto.»

Para quando?

Para quando uma comunicação social isenta que não se deixa manipular pelos interesses de um departamento de comunicação, com o intuito de engrandecer os feitos de uns e abafar os feitos de outros?

Para quando uma punição severa aos àrbitros, observadores, delegados da liga e dirigentes que prejudicam a verdade desportiva?

Para quando a existência de uma competição limpa, sem manobras de bastidores, e o fim do clima de suspeição em que vive o nosso futebol?

 

É caso para dizer: "É bom que seja para ontem!"

Dia de Jorge Jesus à luz da comunicação social (e) do benfica.

6h00 – Jorge Jesus acorda. Rui Vitória sente-se indignado por Jorge Jesus acordar a um horário que lembra as temporadas no benfica.

 

7h00 – Jorge Jesus toma o pequeno almoço pondo queijo vitória na torrada, Rui responde dizendo que não admite este tratamento de inferiorização por parte do antecessor.

 

8h00 – Jorge Jesus pega no carro metendo a primeira. Rui Vitória relembra que ainda há muito campeonato pela frente e que antes de sair de casa conseguiu meter mais 5 vezes a primeira do que JJ, esquecendo-se que efectivamente tinha engatado 8 vezes a marcha-atrás.

 

9h00 – Jorge Jesus começa o treino. Chama Gelson e Matheus para acertar pormenores tácticos. Sai capa adicional d’ A Bola, em letras gordas dizendo, Vitória na formação: Renato Sanchez no Man. United por 50 milhões de euros.

 

11h00 – Jorge Jesus dá uma conferência de imprensa falando do estado do campo. Rui Vitória entra atrasado (depois de pagar um bolo rei à equipa) referindo que não entra em jogos psicológicos, e que para batatais ele dará a resposta.

 

13h00 - Jorge Jesus come bifes de cebolada. Rui Vitória sente-se ofendido e denegrido por um colega de trabalho, dizendo que não aceita ser comido de cebolada.

 

15h00 – Jorge Jesus inicia o treino com marcação de penáltis. Rui Vitória dá uma entrevista dizendo que a sua equipa não precisa de penáltis para continuar na corrida do título, que ganham por mérito próprio, sendo exemplo disso a 15º Jornada.

 

17h00 – Jorge Jesus olha para o relógio e sorri. Rui Vitória sente-se desdenhado pelo colega de profissão, uma vez que o sorriso deste relembra-lhe os sete golos sofridos contra o Sporting esta época.

 

18h00 – Jorge Jesus dá o onze titular aos jogadores. Pedro Guerra fala na CMTV dizendo que  ao alinhar com estes jogadores ele, seguramente, está em PÂNICOOO.

 

20h50 – Jorge Jesus enaltece a qualidade do futebol praticado pelo Sporting. Rui Vitória recorda o minuto 70... e Gonçalo Guedes refere que não ganhou a melhor equipa, respondendo assim três vezes à pergunta “qual o seu grau de escolaridade?”.

 

22h00 – Jorge Jesus chega a casa e vai ver os resultados dos jogos do porto e do benfica. Rui Vitória fala em obsessão do treinador do Sporting com o benfica, dizendo que só ele pode ser obcecado pelo benfica, numa obsessão tão obsessiva que chega a ser obsessiva a obsessão que este homem obcecado, tem pelo Jesus.

 

(Qualquer semelhança com ficção é pura realidade.)

Cinco inegociáveis

19011921_32Fv5[1].jpg

 

Revela hoje A Bola que há cinco jogadores considerados inegociáveis no Sporting: Rui Patrício, Paulo Oliveira, William Carvalho, Adrien e Slimani. Todos jogadores de selecção (Slimani acaba de marcar mais golos pela selecção argelina). Todos favoritos da massa adepta leonina.

É bom que esta questão fique clarificada desde já. Antes de começarem as habituais especulações que agitam a imprensa nos meses de Dezembro e Janeiro - boas para vender papel e desestabilizar plantéis, péssimas na relação entre o jornalismo e a verdade.

Sou só eu?

Sou só eu, ou o presidente do nosso Clube, depois de ter sido acusado por tudo o que é jornal e tv's de ser prepotente, mandão, ditador e mais uns epítetos menos abonatórios que agora não vêm à memória, com o objectivo claro de denegrir a sua imagem e o desanimar na luta pelo nosso Clube e pela limpeza no futebol, o presidente do nosso Clube, dizia, é agora relegado para segundo plano, com a "informação" de que Jorge Jesus manda em tudo; O homem manda o presidente despachar-se quando dá uma entrevista à chegada à RSA; O homem manda o presidente despachar-se a tomar o pequeno almoço; o Homem diz ao presidente que o tempo na casinha tem que ser a correr; O homem manda o presidente engraxar as chuteiras do Teo; O homem diz que não deixa o presidente vender ninguém até à super-taça, etc., etc.

Ou seja, Bruno de Carvalho não risca nada, quem é o manda-chuva agora é Jorge Jesus!

Sou só eu que acho, ou a estratégia é a mesma, apenas mudaram os métodos?

Talvez a manchete mais anedótica do ano

255632_med_.jpg[1].jpg

 

Esta, do AS espanhol, que há quatro dias já se propunha trocar o campeoníssimo Ancelotti pelo derrotadíssimo Lopetegui.

O diário madrileno revelou uma galopante miopia com esta primeira página: tal como o D. Quixote, também imaginou ver um gigante onde apenas havia um moinho insuflado por uma brisa do vento norte...

Confesso: nestas ocasiões consigo até, sem favor algum, fazer rasgados elogios à imprensa desportiva portuguesa.

O fim da história em 16 linhas

Record de hoje, pág. 8. Escondida ao fundo da página, uma notícia com o seguinte título: «Um abraço a selar a paz».
Que diz essa notícia? Bruno de Carvalho e Marco Silva «partilharam um abraço após o final do desafio», celebrando juntos a vitória sobre o Famalicão.
Após tanto alarido durante três semanas, o epílogo da história surge ao fundo de uma página par, em lugar discretíssimo. Mereceu uma singela notícia de 16 linhas.

{ Blog fundado em 2012. }

Siga o blog por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
Error running style: Style code didn't finish running in a timely fashion. Possible causes: