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És a nossa Fé!

Logo joga a selecção

Histórico Portugal-Suécia: Em terras lusas mandam os vikings (e de que maneira). No 1.º jogo, Portugal levou 6-2

 

No seguimento do excelente post do AntónioF, mesmo aqui antes deste, quero lembrar que hoje teremos uma equipa "de todos nós" como é usual dizer-se, muito mais coesa, a fazer circular muito melhor a bola, a ter muito mais recursos de jogo, a fazer brilhar as estrelas que constituem este emblema ainda campeão da Europa em título. E tudo isto por culpa, perdão, pela feliz coincidência da ausência de Ronaldo, covidado, que não deixa irradiar a magnitude dos colegas e qual puto dono da bola a quer só para ele, tornando o jogo da selecção maçador, entendiante, previsível e deixando todos os outros reféns do seu humor futebolístico, que como se viu nos dois últimos jogos foi um dó de ver.

Quem me disse isto foi o Tadeia e o Lobo e o Rita, quando lhes perguntei o que achavam do jogo de logo à noite.

Entretanto ontem ouvi o seleccionador/treinador dizer que um grupo nunca fica melhor sem o seu melhor.

Tendo em dar mais crédito aos primeiros. O que é que o Fernando Santos percebe de bola, pá?

Zoom?

Screenshot_20200823-110710.png

Imgem: Perfil IG Sporting Clube de Portugal

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Imagem: Perfil IG de Marcos Acuña

Sinais dos tempos. A utilização da aplicação Zoom prolongou-se muito para além do período de confinamento. Enquanto a equipa de futebol treina em Lagos, Marcos Acuña treina em Alcochete.

Na vanguarda, como sempre.

 

*Edição

Parece que o treino em Lagos incluiu o Sporting Clube Farense

Screenshot_20200823-113929.png

Que o resultado suplante o alcançado frente à nossa equipa B.

Última imagem: Perfil IG Sporting Clube Farense

Edição 2:

O Sporting Clube de Portugal perdeu e Ryan Gauld marcou um dos golos. A favor do Farense, diga-se.

Cheira-me, cheira bem, cheira a Lisboa (e Benfica)

0.slb.png

Cheira, cheira-me que aqui há gato ou melhor há, alegadamente, águia.

Há quem diga que em tempos de confinamento nada melhor que cheirar umas linhas brancas para animar.

Até as iniciais do nome do barco parecem indiciar que ali há coisa: SLB T (ship long beach trader [slb traficantes?]

Resta à justiça apurar. 

O primeiro-ministro que foi tão lesto a pronunciar-se na assembleia da república sobre um "bate-boca", nas redes sociais, entre um futebolista e um político, será, certamente, muito mais assertivo a esclarecer este caso de justiça, de tráfico de droga internacional que envolve o maior clube português, aguardo a conferência de imprensa, hoje, às 20H00.

Bibliografia:

https://www.jn.pt/mundo/pacotes-de-droga-com-simbolo-do-benfica-apreendidos-no-mexico-12173427.html

Resumo "sertralínico" da tarde de hoje

O Bruno mandou calar o Pep, o Cristiano cumprimentou adeptos imaginários, o Wendel acha que foi importante ter ficado em Portugal e o Sporting ainda conseguiu (ninguém sabe como, depois de duas expulsões!) amealhar três pontos. 

Quem é que tem coragem para repetir a pergunta ao motorzinho*?

 

Sertralina: medicamento antidepressivo da classe dos inibidores seletivos de recaptação de serotonina**

*copyright Leão de Queluz

**Edição a 12/06/2020

 

Prognósticos. Ou um resultado adivinhado

Disputa-se amanhã, sábado, pelas 18.00 horas TMG, no pré-fabricado de São Domingos de Benfica, um emocionante match de football entre as equipas A e B do clube da Estrada da Luz.

Recordando as "excelentes" performances da equipa B nos últimos jogos entre ambas, o desafio aqui é saber dos leitores e dos colegas de blogue por quantos irá perder a equipa B.

Parafraseando um boneco do genial Victor de Sousa, "fété vó jé"!

 

Nota: Menos que dois de diferença não será considerado prognóstico!

O golpe de asa do speaker

Se há lugar que temos bem preenchido é o de speaker. Então agora com o PA* novo o homem ouve-se em Cacilhas...

A coisa na primeira parte não estava a correr. Nem bem, nem mal, não estava a correr mesmo, que eles era só com três velocidades: Devagar, devagarinho e parado e quando lá por baixo de mim começaram com aquela cantoria do "e óóó Va-ran-das, o que é que tu fa-ze-za-qui-a-pre-si-denteeeeeee?" foi quando ouvi algum sonzinho vindo da central, umas assobiadelas lá para os de baixo de mim, que para os marmanjos que se arrastavam em campo nem uma palminha e um "vaz'mbora!" Pronto, justiça seja feita, lá para a segunda parte, quando um dos do falso Belém se espojou junto à linha lateral a imitar os nossos, trataram de o assobiar quase com tantos decibéis como o do PA* novo e ao árbitro por tabela.

O golpe de asa do speaker aconteceu ao intervalo quando, certamente a recado de Varandas que de futebol percebe o homem, através do novo PA*, se virou para as bancadas e perguntou, alto e bom som "quem é que aí nas bancadas já jogou à bola?" e logo duas ou três centenas de barrigudos e outros menos se levantaram das cadeiras, pensando que iam ser convocados para um jogo das velhas guardas. Estavam redondamente enganados, como se viu na segunda parte quando entraram em campo já depois de nos terem rebentado com os ouvidos com mais uma exibição do PA* novo, que se não ultrapassou os 100 dB pouco faltou. Demoraram algum tempo a começar a carburar, mas não é que ali em dez minutos, entre os 70 e 80 deram uma lição de bola aos coxos que começaram o jogo? Marcaram dois golos e poderiam ter marcado outros dois pelo mesmo rapaz que nos seus tempos áureos foi ponta-de-lança (atenção Varandas, agarra este!) no Grupo Desportivo de Matrena. Claro que no final as barriguinhas falaram mais forte e os últimos dez minutos foram a um ritmo mais lento, mas mesmo assim meteram num chinelo as aventesmas que se arrastaram agonizantes na primeira parte.

E foram os responsáveis por não haver mais uma faustosa exibição do PA* no final do jogo, que a malta do "e óóó Va-ran-das, o que é que tu fa-ze-za-qui-a-pre-si-denteeeeeee?" ficou sem munições, pelo menos por hoje...

E livraram o Pedro Correia da chatice de ir à Câmara de Lisboa,  fazer queixa daquela barulheira infernal que me ia rebentando com os tímpanos logo a seguir ao intervalo. "Ná-via" necessidade, porque toda a gente via que com aqueles onze que entraram na segunda parte, aquilo eram favas contadas. Eheh

 

*PA: palavras em inglatónico para aparelhagem de som, mas eu às vezes gosto de dar uma de cagão e mostrar à malta que sou erudito...

Que tédio

Sair pé do mar, num domingo à nôte para ir assistir a um jogo de bola, fazer para isso cerca de 100 km, pagar 5,80€ de portagem e regressar devagarinho porque chovia que Deus a dava (a 60 km/h quase todo o caminho), para quem estava ali mesmo à babuje do estádio, por enquanto, que o hábito ainda não está enraizado, é um grande incómodo.

Mas como quem corre por gosto não cansa e eles até se portaram lindamente na quarta-feira, lá saí eu de casa (eu e mais 26 mil e qualquer coisa, muito poucos) e a que é que assisti? A uma pasmaceira de jogo.

Assisti a um jogo sem cartões amarelos para nenhum dos nossos (coisa nunca vista esta época, parece-me), nem sequer para os rapazes de Vila do Conde, com apenas 30 faltas (19 nossas e 11 do Rio Ave), sem um único caso para amostra, um penálti indiscutível e indiscutido, uma equipa que calmamente chegou ao 3-0 e depois descansou, que fez uma exibição tão certinha, tão certinha, que o momento de êxtase que quase esteve para acontecer, o inevitável golo do adversário, foi evitado in extremis pelo Renan, que não sei o que lá esteve a fazer, sinceramente, o Kaizer é um nabo, p'ra quê guarda-redes?

E assim se passou mais uma jornada, sem nada a acrescentar, sem se poder dizer mal do treinador, sem cascar no Gudelj, sem azucrinar as orelhas do Wendel. Até as claques hoje se portaram bem. Até houve hola, até houve luzinhas. Que pasmaceira...

Vá lá que o Braga perdeu, única nota dissonante nesta jornada.

Proposta de negócio!

Após a vitória no dérbi de ontem à noite, com uma vez mais Bruno Feranades (o regressado) em grande evidência, fico com a ideia de que este "craque" como lhe chamaram os repórteres da Antena 1, dificilmente ficará mais uma época no Sporting. Mesmo que lhe paguem o dobro do que estão a pagar agora...

Ao mesmo tempo li, ainda esta semana, que o jornal "A Marca" mui ligado ao Real Madrid apresentou treze, repito treze jogadores, numa lista de dispensas para a próxima época.

Ainda do que li, entre eles estariam Bale, Benzema, Isco, Varane...

Ora bem... seria a altura ideal para os dirigentes do Sporting perguntarem aos responsáveis do clube merengue se a notícia é verdadeira e se o fosse fazer uma simples proposta de negócio: nós ficaríamos com os jogadores dispensados e o Real ficaria com o nosso capitão.

Não receberíamos dinheiro mas pela quantidade e qualidade dos atletas do Real, para a próxima época ficaríamos com uma belíssima equipa...

Doutor Varandas já pensou na eventualidade deste negócio?

À atenção da FPF!

Não vi o jogo da selecção contra a Ucrãnia, mas vi o jogo de ontem!

A minha conclusão é que a FPF tem de investir urgentemente da iluminação do estádio.

Não obstante o jogo ser na Luz a verdade é que as lâmpadas deviam estar todas fundidas, de tal forma que os jogadores portugueses só por uma vez conseguiram ver as redes adversárias.

No mínimo

Numa homenagem a um enorme jogador de futebol, Fernando Chalana, o Benfica "espetou" 10 ao Nacional.

O que se exige no nosso próximo jogo em casa, numa homenagem merecida aos sócios e adeptos que ainda lá vão, apesar dos pesares, o que se exige é no mínimo uma vitória tão expressiva como aquela do Benfica sobre o Nacional. Afinal estamos a falar de adversários pequenos, ontem, como na próxima jornada em Alvalade.

Tudo ao molho e FÉ em Deus - Televisão e outras cenas

O futebol português é um negócio sui-generis, onde os estádios estão às moscas e os cafés, pastelarias, bares e tascas enchem à hora dos jogos. Neste ramo de actividade, e sem que a Liga ligue o suficiente ao que se passa, os consumidores de futebol não dão dinheiro aos clubes, mas sim ao sector de restauração e bebidas. (Às televisões também, embora mesmo assistindo do sofá contribuam indirectamente para os proveitos dos clubes via valor da venda dos direitos de transmissão televisiva.)

 

O público que aí se concentra funciona como caixa de ressonância do que se passa num campo por vezes distante em muitas centenas de quilómetros. De facto, há todo um mimetismo a acompanhar este fenómeno: uma grande penalidade a favor da nossa equipa é usualmente comemorada com um “penalty” numa taça de vinho branco - a sua concretização merece logo um golo num cálice de Brandymel (o Santo Graal do “merchandising da bola” no seu estado líquido) - e o seu grau de conformidade, que no estádio envolve a figura do VAR, pode ser atestado por uma visita de um perito da ASAE. E todo o adepto impersonifica o treinador sentado no banco e emite comentários mais ou menos doutos e elaborados sobre o que vê e o que é preciso fazer, como se o simples acto de escovar os dentes e neles passar fio dentário numa base diária lhe desse automaticamente qualificação como estomatologista. Isto não acontece por acaso: é que, de todas as ciências, o futebol é a mais intuitiva, aquela em que o conhecimento se democratizou e se estendeu ao homem comum. Por exemplo, no que concerne aos sportinguistas, toda a gente sabe que em cada um de nós há um treina-(a)-dor. Também “olheiro”, ou membro do Scouting como agora pomposamente se diz, aparentemente qualquer um pode ser. Proponho até que se passe a designar de “zarolho”, principalmente a partir do momento em que um clube do sul de Itália (Nápoles) ultrapassou os nossos e foi o primeiro a ver valor num tal de Carlos Vinícius que jogava no Real (Massamá) e agora anda por aí, emprestado ao Rio Ave, a levantar as redes adversárias, perante alguns defesas que mais valia se dedicarem à pesca, de tal maneira são infernizados em terra por esse dianteiro brasileiro.

 

Tal como nos filmes, é da ilusão de se estar lá dentro que se faz o sortilégio do futebol. Disso e de se fazer parte de algo grandioso, maior do que nós e do que as nossas vidas, razão pela qual em Portugal (Guimarães talvez seja a excepção) quase todos escolhem um “grande” como clube da sua paixão (razão?), mesmo que o estádio do clube da nossa cidade esteja ali ao virar da esquina.

Passada esta introdução, esta noite o Sporting desloca-se a Tondela, uma cidade do distrito de Viseu com cerca de 29000 habitantes e um clube na Primeira Liga. Ao contrário da época de 2016/17, em que após uma viagem acidentada de carro, que envolveu o rebentamento de um pneu a cerca de 200 km/h (os senhores da Brigada de Trânsito queiram fazer o favor de saltar esta parte) e a concomitante impossibilidade de degustação prévia de um leitãozinho, ainda assim observei os leões a vencerem ao vivo os tondelenses, em Aveiro, com um golo marcado nos últimos minutos por Adrien e, no fim, celebrei…a vida - e de uma noite longa (golo de Coates aos 98 minutos) na temporada passada em que acabei com um nó no estômago e quase agarrado ao desfibrilador - , desta vez o jogo disputar-se-á no estádio João Cardoso, em Tondela, e eu, com essas emoções fortes ainda bem presentes (e de novo sem leitão), irei optar pelo conforto do sofá cá de casa para acompanhar a partida através das imagens, que não os sons, que me chegarão por via da SportTV. Que venha a décima (vitória de Keizer)!

Tudo ao molho e FÉ em Deus - Pirilampo vermelho

Alguém explique ao Rui Vitória que o objectivo (goal, em inglês) do jogo é o golo, não o auto-golo. Não é normal, é paranormal, caso suficiente para convocar (S)vilar (dois golos na Champions de 2017/18) das Perdizes, a fim de esconjurar o mal, pelo menos enquanto não surge uma solução das Arábias. Vitória com Abel foi um monstro, com José esteve para ir de Mota e em Portimão viu fazerem-lhe a Folha. Por isso, estou em crer que, a acender e a apagar desta forma, se calhar a luz que Luis Filipe Vieira viu foi a de um pirilampo. Em todo o caso, termino, desejando um bom ano de 2029 (estão 10 anos à frente) a todos os benfiquistas!

Pedro, o super-agente!

O nosso "treinador" Pedro Correia terá por aí uma agenda paralela e uma actividade também ela a circular ao lado de outras que exerce com reconhecida competência: A de agente de jogadores de futebol.

Senão vejamos, Pedro Correia insinuou aqui que dois jogadores estariam a fazer uma temporada menos boa no seu clube, disfarçada com um tom jocoso e tal, mas que vemos agora ter um interesse claro: Colocar os jogadores em clubes onde joguem e onde são cobiçados e que lhe tragam uns belos cobres em comissões. A tabela parece ser a mesma de sempre, quinje, quinje milhões...

Pedro, penso que não é sério usar o blogue como plataforma de negócios!*

 

* A não ser que a comissão seja gasta em bifes e imperiais no Império. eheh

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