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És a nossa Fé!

Erros de casting

No futebol os erros de casting são mais que frequentes. Quantas vezes vimos chegar um jogador que "parecia que" e afinal fomos de desilusão em desilusão até ao fim?

Mas também muitas vezes os julgamentos são precipitados e aqueles que pareciam uns flops nos supreendem e temos que engolir as nossas palavras.

O futebol é assim. Alguém disse, e com muita razão, que no futebol "o que hoje é verdade, amanhã é mentira".

Portanto, obviamente o que vou dizer em seguida vale o que vale, é apenas a minha opinião de hoje, muito avinagrada pelas últimas exibições, que aliás muito espero que seja desmentida no futuro próximo.

Esta estrutura de futebol do Sporting está contaminada por erros de casting mais do que evidentes, no relvado e fora dele, pessoas e profissionais que não correspondem ao que o Sporting precisava no momento actual, e que comprometem e destroem o trabalho daqueles poucos que se destacam e necessitam duma rectaguarda sólida e comprometida.

O Sporting com Jorge Silas, mudando de sistema e de jogadores em posições nucleares todos os jogos, sistematicamente joga mal e às vezes pessimamente. Contra equipas sempre de categoria inferior, tem ganho mais do que tem perdido, mas apenas isso. Tem sobrevivido à custa de rasgos individuais dos poucos artistas do plantel.

O Sporting precisa de mais profissionais de topo como Mathieu, Coates, Acuña e Bruno Fernandes.

Precisa dum treinador de guarda-redes como Nelson Pereira.

Precisa dum preparador físico de topo como Roger Spry ou Radisic.

Precisa dum treinador experiente e com grande capacidade de liderança como vários que já tivemos, cujos nomes todos conhecemos.

Mathieu colocou como condição para continuar a presença de Coates. Faz todo o sentido. O que não faz sentido nenhum é ver um Coates ao lado dum Ilori.

Bruno Fernandes se calhar não colocou condição nenhuma. Mas devia ter colocado. Um treinador de nível equivalente ao melhor que treine em Portugal. No mínimo com habilitações para orientar a equipa desde o banco.

Quanto ao director desportivo, o máximo responsável pelo "casting", chame-se ele Hugo Viana ou outra coisa qualquer, estamos conversados.

SL

Uma vitória muito importante

Este jogo num campo gelado contra o mais fraco do Grupo é um daqueles jogos em que não vale a pena discutir como, o que importa mesmo é ganhar. E o Sporting ganhou por 2-0 e ainda mais importante se tornou essa vitória com o resultado registado em Linz.

Parabéns então a Silas, e a todos que estiveram lá dentro mas muito particularmente a Renan, Neto, Coates e Bruno Fernandes.

Dói a alma abrir o jornal e ler sobre os desejos da "estrutura" vender Coates, Acuña e Wendel se calhar para conseguir comprar mais uns Rosiers, Iloris, Borjas, Eduardos e Camachos (foram mais de 20 M€ ...). É que dói mesmo.

A estupidez tem limites, não tem, Hugo Viana ? 

SL

Não é possível

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Vamos no quinto treinador da era Varandas, provavelmente a caminho do sexto, e o futebol leonino continua mergulhado na apagada e vil tristeza que sabemos.

Goleados na Supertaça pelo velho rival, eliminados da Taça de Portugal por um clube do terceiro escalão, praticamente excluídos da Taça da Liga, sem a menor hipótese de sonharmos sequer com a conquista do campeonato.

Os técnicos sucedem-se, mas nada melhora. Apesar disso, o director do futebol profissional do Sporting mantém-se no cargo como se nada fosse. Mas ninguém se ilude: ele tem pesadas responsabilidades na péssima organização da pré-temporada, na porta giratória em que se transformou o clube na recta final do período de inscrição de jogadores e na saída de grandes valores futebolísticos (Nani, Domingos Duarte, Matheus, Bas Dost, Raphinha) entretanto substituídos por gente sem categoria para representanter o nosso emblema.

Chegou a hora de Hugo Viana se sacrificar pelo Sporting, apresentando a demissão com carácter irrevogável. As árvores julgam-se pelos frutos: não é possível continuarmos com este director desportivo que se mostra incapaz de levar a bom porto a missão de que foi encarregado.

 

ADENDA: Alguns leitores/comentadores apareceram aqui a defender Hugo Viana. Defendem o indefensável. Bastaria o clamoroso erro da não-inscrição de Pedro Mendes - melhor marcador da Liga Revelação - nas competições internas da equipa principal para ditar a porta de saída ao ainda director do futebol profissional do Sporting.

Isto sim é o diagnóstico do ano

Leio hoje no meu jornal habitual que Silas "rapidamente identificou a principal lacuna no plantel", prioridade essa "já transmitida a Administração da SAD": um avançado "com envergadura física, com posicionamento mais fixo... e sobretudo "que sirva de principal referência para os cruzamentos tanto dos extremos como dos laterais". No fundo, um verdadeiro número 9.

Este nosso treinador tem tanto de inteligente como de educado. Podia simplesmente ter feito como a JuveLeo e chegado ao pé do Hugo Viana e dizer: "Quero o Bas Dost de volta e amanhã,  c..."

SL

Match Point (parte 2)

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E o Mr. Murphy tirou folga. Mesmo com grande dificuldade e baixa nota artística, a bola... passou a rede.

Posto isto e esquecendo o "casual outsider", o Famalicão, estamos na posição da época passada, atrás dos rivais e à frente dos candidatos ao 3.º posto. Na Liga Europa também, em 2.º lugar no grupo, com grandes hipóteses de passar à fase seguinte, mas a Taça de Portugal já foi e a Taça da Liga está no ir também.

Fazendo um balanço aos reforços da era Varandas/H.Viana, o único que se tem revelado de classe superior chama-se Vietto. Depois vêm uns utilitários a roçar a mediania: Rosier, Doumbia, Quaresma, Borja, Bolasie, Neto, Luiz Phellype, uma jovem promessa que precisa de enquadramento táctico, Plata,  um ex-craque em recuperação (Jesé) e alguns casos enigmáticos: Ilori, Camacho e Fernando, que convinha alguém explicar. Com as saídas de Gudelj, Bas Dost e Raphinha e com tão pouca quantidade de qualidade, torna-se complicado competir com Benfica e Porto. Estamos bem mais perto de Guimarães e Braga no que ao plantel diz respeito.

Silas está a fazer pela vida, a equipa está lentamente a melhorar a sua produção, mas parece-me que é a equipa técnica (incluindo o "team manager") mais fraca que o Sporting tem desde há muito tempo (não contando com os treinadores transitórios, considerando apenas Keizer, Peseiro, Jesus, Marco Silva, Leonardo Jardim, Jesualdo Ferreira) e que ainda se deu ao luxo de dispensar os serviços do treinador de guarda-redes mais qualificado da Liga, Nelson Pereira, com resultados (negativos) já visíveis em Renan. Foi sem dúvida uma jogada de alto risco do presidente.

Agora vamos ter três jogos consecutivos fora de casa com equipas menores que poderão consolidar a melhoria da qualidade de jogo desta equipa, e possibilitar-lhe outra capacidade e ambição.

Sobre o mercado de inverno, se calhar começar por manter Acuña e Wendel e exportar Hugo Viana para um mercado a seu gosto não era mal pensado.

SL

Faz hoje um ano

 

O Sporting de Braga festejava a conquista da Taça da Liga. O que me levou a escrever isto: "Penso como hoje nos fariam falta dois ex-jogadores formados na nossa academia ou que ganharam experiência nas nossas camadas jovens e agora integram as fileiras bracarenses: Hugo Viana e Custódio. O Sporting continua a ser uma escola de campeões. Só é pena que nem sempre saiba aproveitá-los tão bem como sabe formá-los."

Parecia combinado, mas não foi. Quase ao mesmo tempo, nesse dia 14 de Abril de 2013, o Tiago Loureiro escrevia isto: "Se a pressa do Sporting em fazer milhões na primeira vez e a falta de milhões do Sporting para o segurar em definitivo da segunda provocaram separações compreensíveis, a História registará para sempre, como uma incompreensível oportunidade perdida, a falha no resgate do filho pródigo no início da época de 2010/2011. Hugo Viana, com o passe na mão, queria regressar e o Sporting interessou-se pela ideia. Hugo Viana dispôs-se a reduzir significativamente o vencimento que trazia de Valência; o Sporting, por intermédio do então director-desportivo Costinha, disse não."

Também no futebol convém ter boa memória...

Mais um forçado a emigrar

         

 

Como sabemos, as entrevistas concedidas pelos futebolistas à imprensa desportiva raras vezes ultrapassam o patamar da mediania, para não empregar uma expressão menos eufemística e porventura bastante mais deselegante. Mas felizmente há excepções. Como esta, dada pelo nosso Hugo Viana à edição de hoje do Record. São três páginas que merecem ser lidas. Nas linhas e nas entrelinhas.

Eis uma das suas frases que mais me impressionaram: "Em Portugal, aos 30 anos, já somos velhos." Talvez por ser tão certeira. E por reflectir uma realidade tão injusta.

Chego ao fim e questiono-me: como pode o futebol português, tanto ao nível de clubes como de selecção, dar-se ao luxo de dispensar um jogador como este?

Hugo Viana

 

 

Custa acreditar que aos 30 anos e já com muito futebol nas pernas, Hugo Viana tenha jogado apenas duas épocas na equipa principal do clube que o formou. Mal aproveitado em Newcastle e em Valência, onde sempre lhe exigiram ser o que não era, encontrou em Braga o reconhecimento da classe com que joga futebol. Mas foi nas duas épocas à Sporting que melhor jogou até hoje. Duas épocas apenas. Custa acreditar e provoca uma angústia enorme pensar como poderia ter sido, para e ele e para o Sporting, se a história entre ambos tivesse durado mais tempo. Nessas duas épocas foi a grande revelação da equipa que pela última vez nos deu a alegria da conquista do campeonato e o artista que desenhava a régua e esquadro o mais belo futebol da última década e que nos conduziu à final da Taça UEFA. Mas se a pressa do Sporting em fazer milhões na primeira vez e a falta de milhões do Sporting para o segurar em definitivo da segunda provocaram separações compreensíveis, a História registará para sempre, como uma incompreensível oportunidade perdida, a falha no resgate do filho pródigo no início da época de 2010/2011. Hugo Viana, com o passe na mão, queria regressar e o Sporting interessou-se pela ideia. Hugo Viana dispôs-se a reduzir em significativamente o vencimento que trazia de Valência; o Sporting, por intermédio do então director-desportivo Costinha, disse não. O Sporting contratara Maniche para esse lugar, com os resultados que se conhecem. Hugo Viana foi para o Braga (onde já tinha cumprido uma época de empréstimo) com os resultados que se conhecem.

 

Para o Braga que ganha dimensão de ano para ano, os contributos foram vários. Desde a magia de Mossoró, Wender e Alan até aos golos de Meyong, Lima e Éder, passando pela segurança de Vandinho e Custódio. Mas ninguém lhe deu dimensão, estofo e classe como Hugo Viana. Porque é isso que ele faz quando está bem: transforma o banal em mágico. 

 

As suas lágrimas no final do jogo de ontem têm mais qualquer coisa do que alegria. São já sinal de despedida. Hugo Viana acaba contrato no final da época e prepara-se para abraçar aquele que será provavelmente o último grande projecto desportivo da sua carreira. Sei, por isso, que corro o risco de o ver com uma camisola de uma côr de que não gosto na próxima época, como já vi outros, mal aproveitados pelo meu clube e oportunamente acolhidos por outros. Mas alimento a esperança de o ver com o verde e branco que sempre o embalaram para jogar o melhor futebol que já saiu dos seus pés. Espero que o Correio da Manhã, por uma vez, tenha conseguido a proeza de acertar numa notícia sobre o Sporting.

 

PS: Este post parece combinado com o Pedro Correia, que escreveu este, mas é apenas uma coincidência, fruto do acaso. E também, certamente, fruto do reconhecimento da classe evidente do futebol do Hugo Viana. 

Ó Hugo!

(Vi eu com estes que a terra há-de comer)

Nesse verão de 2004 o campeonato tinha começado mal. O novo treinador era um rapaz obscuro que vinha prestigiado como adjunto do Prof. “Projectos” Queiroz durante a hilariante época no Real Madrid. Corria à boca pequena que num treino ele quis dar uma instrução a Beckham e este, com toda a complacência do mundo, deu-lhe um valente calduço e aconselhou-o amigavelmente: “fuck off!”

O certo é que chegávamos à sexta jornada num estado miserável: uma vitória, duas derrotas e dois empates e ainda não tínhamos jogado contra qualquer equipa da primeira metade da tabela. Assim, no dia 16 de Outubro, por uma noite de chuvisco lá fomos ao Estoril ver o que resultava dali; era perto e pacato e movia-nos a curiosidade de ver se a equipa melhorava com as presenças de Custódio e Rochemback, finalmente recuperados.

Os nossos lugares calharam mesmo atrás do banco do Sporting, estando a bancada bem perto do relvado, como daqui para ali. No início da 2ª parte uma vozinha de cana rachada levantou-se do banco e começou a gritar para o campo “Ó Hugo! Ó Hugo!”. Peseiro bem chamava, mas o Hugo, O Viana, moita-carrasco. “Ó Hugo! Ó Hugo!”, a pouco mais de cinco metros dele, o jogo a decorrer e Hugo Viana népias. Já na bancada por chacota se começava a gritar “Ó Hugo! Ó Hugo!” em voz de falsete.

Até que o atleta por um momento se distraiu do jogo e virou-se para Peseiro de mão na anca: “o que queres, caralho?” O treinador embezerrou, sobretudo porque houve uma gargalhada monumental no povo atrás dele.

O jogo foi resolvido por Hugo Viana, que saiu da casca e espetou duas bolas nas redes contrárias, a segunda após um slalom monumental. Isto sem nunca mais ter feito caso de Peseiro. Como aliás o resto da equipa.

Para o ano voltam a encontar-se em Braga.

Caro Paulo Bento

Pessoalmente, desde o princípio que me manifestei contra a tua exclusão do Hugo Viana dos selecionados. Tu és um gajo único em muitos sentidos, e também nisto: és o único treinador do mundo que prefere o Rúben Micael (o exemplo acabado do "brinca-na-areia") ao Hugo Viana. Será por ser madeirense e ter um nome duplo invulgar, algo americanizado e de gosto duvidoso? Enfim, tu lá sabes. São as tuas opções. Independentemente de nem sempre concordar com elas (tal como no Sporting), sempre te considerei um bom treinador.

De qualquer maneira não creio que as devas justificar. Deves responder que é um critério teu e é para isso que te pagam. Quando te ouvi, conciliador, como se estivesses a pedir desculpas pelo teu trabalho, a dizeres que o Hugo Viana "não tem lugar neste grupo", pensei logo que ia haver barraca. E eis que a barraca aconteceu - não com o Rúben Micael mas com o Carlos Martins. Se o Hugo Viana não tinha lugar, não tinha lugar e ponto final. Então basta sair o Carlos Martins para afinal o Hugo já ter lugar? Qualquer pessoa vê, Paulo, que aqui te cobriste de ridículo. Deverias aprender com o antecessor do teu antecessor, Scolari, que foi responsável por exclusões bem mais polémicas que a do Hugo Viana, e nunca o ouvimos justificar nenhuma. Nem tinha de o fazer! Nunca se viu por isso numa situação como esta em que tu te meteste.

Com votos de felicidades para a seleção e estima pessoal,

Filipe Moura.

Os Hugos do Minho

 

Na minha primeira participação neste espaço, exige a boa educação agradecer o convite que me foi feito para pertencer a tão nobre casa, que se dedica a defender essa mui nobre instituição, que a todos nos une, chamada Sporting Clube de Portugal. Tal como espero de todos aqueles que representam o nosso clube, prometo "esforço, dedicação, devoção" e faço votos que do lado do nosso clube, venha a sempre bem-vinda "glória". Um bem-hajam a todos e Viva o Sporting!

 

Chegou a silly season do futebol português. Se bem que temporária, tendo em conta que o Europeu vai centrar novamente as atenções no futebol jogado e não, no baile de jogadores característico do Verão. Depois do Europeu, volta em força (é preciso vender jornais). Mas neste género de limbo que nos separa do Euro no qual de relevante só temos a final da Taça de Portugal, é necessário alimentar o debate sobre a próxima época, 2012/2013. Os cafés agradecem igualmente, pois o que seria uma esplanada sem aquela animosidade de uma discussão sobre futebol?

 

Os jornais desportivos cá do burgo, como é habitual, andam em delírio com os milhares de contratações que o clube a sul da 2ª circular está a fazer. Para os lados de Carnide, o plantel já deve ter 60 jogadores e à vontade, 5 treinadores. Lá em cima, especula-se sobre o futuro do treinador-adjunto que liderou o fraco campeão nacional este ano e discutem-se os milhões que algum excêntrico quererá dar pelo jogador que tem nome de monstro verde. Entretanto, lembraram-se de falar do Sporting. E após a novela em torno de Labyad e das tentativas de outros de o desviar, os jornais garantem que o extremo do Gil Vicente, Hugo Vieira, está a caminho da equipa leonina.

 

Hugo Vieira é um jogador talentoso, um lutador em campo e dotado de grande técnica. É novo, tem 23 anos e é português. Esta época soma um total de seis golos, cinco na Liga e um na Taça da Liga. E está em final de contrato, pelo que poderá vir a custo zero ou por uma módica quantia relativa aos direitos de formação devidos ao Gil Vicente e ao Santa Maria. Estando o acordo quase consumado, Hugo Vieira disse estas bonitas palavras: “Jogar no Sporting seria fantástico.” E se a Barcelos vamos buscar um jovem talentoso, deveríamos fazer 25 km para o interior e ir a Braga, trazer de volta um filho da casa: Hugo Viana. Um dos melhores produtos da nossa academia, que esteve ao lado de uma grande carreira internacional por ter falhado no clube de destino quando saiu de Alvalade no Verão de 2002, devia regressar ao Sporting.

 

Nos últimos anos, ao serviço do emblema do Minho, Hugo Viana tornou-se o cérebro e a pedra fulcral da equipa. Inteligência, organização, comando da equipa e talento são sinónimos do nosso antigo craque. Para não falar da resistência a lesões que o caracteriza e que tem sido um problema constante dos nossos médios, como amargamente todos sabemos. Poderá ser apenas um sonho, uma vontade pessoal de alguém que tem saudades de ver o antigo 45 de Leão ao peito, contrastando com a quase certeza da contratação de Hugo Vieira, mas contar com Viana acrescentaria muita qualidade e consistência à nossa equipa. E Hugo Viana seria mais um português e para mim, é motivo de orgulho ter uma equipa onde ainda se fala o idioma de Camões (sem sotaque). Duque, Freitas e Godinho, ide ao Minho e trazei os dois!

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