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És a nossa Fé!

Hoje giro eu - Campeões !!!

30 (trinta!) anos depois, o Sporting vence o campeonato nacional de hóquei em patins, batendo o FC Porto por 4-3.

Em jogo disputado no João Rocha, marcaram para o Sporting Pedro Gil (2), Ferran Font e Caio. Defendeu (quase tudo) André Girão. Parabéns Campeões! Só falta o futsal para o pleno das "majors" nas modalidades (ainda não temos o basquetebol). Destaques para Pedro Gil, pelos dois golaços contra o clube onde anteriormente se tinha sagrado hepta-campeão, para Ferran Font, que marcou um belo golo de livre directo (ele que já tinha marcado um assim ao Benfica) e para o nosso treinador, Paulo Freitas, que implementou um modelo de jogo vencedor, assente no rigor defensivo.

 

P.S. Queria agradecer a todos aqueles que conseguiram tirar-me o sabor agradável de uma vitória do meu clube. Nem hoje, dia de uma conquista de campeonato nacional (30 anos depois), conseguiram esbater as Vossas diferenças em prol do ENORME Sporting Clube de Portugal. Receio que ter-se-ão certamente enganado no BLOG pois este é um espaço de civilidade, de tolerância e de urbanidade e não um receptáculo de frustrações. Mais importante: o seccionista, os treinadores, os jogadores e restante "staff" da equipa de hóquei, praticamente ignorados nos comentários, não mereciam esta desconsideração da Vossa parte. Muito obrigado!

Hoje giro eu - A maior potência desportiva

Não me lembro de uma coisa destas nos últimos 20 anos: em hóquei, a contar para a 24ª jornada do campeonato nacional, o Sporting deslocou-se ao Pavilhão da Luz e derrotou o Benfica por 7-4. Ferran Font marcou 2 golos espectaculares - vejam, por favor (TVI24), a sua execução técnica no 3º e, também, no 4º golo do Sporting - e, conjuntamente com o guarda-redes André Girão, foi o homem do jogo. Os restantes golos leoninos foram apontados por Caio (2), Martin Platero, Henrique Magalhães e Pedro Gil. A duas jornadas do fim, o Sporting segue isolado com 1 ponto de avanço sobre o FC Porto e 4 sobre o Benfica. Na próxima jornada, no Pavilhão João Rocha, podemos celebrar o título na recepção ao FC Porto.

Entretanto, na meia final da Taça de Portugal de andebol, o Sporting bateu o FC Porto por concludentes 30-21 e defronta amanhã o rival Benfica na final.  Adicionalmente, a nossa equipa de futsal bateu o Burinhosa por 5-3 e qualificou-se para as meias finais do play-off do campeonato nacional.

 

P.S. O nosso Leitor/Comentador Bosko acaba de me informar que na modalidade da bola oval (rugby), o Sporting se sagrou bicampeão nacional feminino. Parabéns leoas !!!

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Excelência - Os "fab 5" do hóquei

António Ramalhete, Júlio Rendeiro, João Sobrinho, António Livramento e Vítor Carvalho ("Chana"): são estes os nomes dos "fabulosos 5", a equipa maravilha do hóquei patinado nacional e internacional, todos eles titulares também da selecção nacional. Reunidos em 76/77 (com o ingresso de Livramento), nessa época venceram Campeonato Nacional, Taça de Portugal e Taça dos Campeões Europeus, esta última conquista, a primeira de qualquer equipa portuguesa, quebrando a hegenomia espanhola.

Ainda, menino, tive a oportunidade de os vêr jogar no antigo Pavilhão dos Desportos e, mais tarde, no Pavilhão de Alvalade (não confundir com a Nave), sito ali junto ao campo pelado.

Ramalhete disputava com o barcelonista Carlos Trujols o título de melhor guarda-redes do mundo, Rendeiro tinha uma suprema leitura de jogo, Sobrinho enviava "pedradas" que ameaçavam a integridade física dos guardiões adversários, Livramento era o mago da patinagem, com as suas travagens súbitas, as suas fintas, condução (quase eterna) de bola, e Chana, bem Chana, foi o meu primeiro ídolo no desporto, pelo seu carisma, a sua técnica e capacidade goleadora, melhor marcador de sucessivos campeonatos nacionais. Relembro com saudade aquele seu movimento de, fugindo para um dos cantos, dali disparar, quase de ângulo morto, tiros certeiros que, invariávelmente, passando acima do ombro do guarda-redes, davam golo.

Chegado ao Sporting nessa época para substituír Salema - entretanto recrutado pela estraordinária AD Oeiras, dos irmãos Rosado e de Carvalho, aquele que não deslizava, mas sim corria sobre os patins -, Livramento trouxe aquele "plus" que conduziria à vitória europeia sobre o Adamastor da altura, os catalães do Voltregá, de Nogué, nas semi-finais (com quem havíamos perdido após prolongamento no ano anterior). A final seria praticamente um acto administrativo, tal a destruição imposta ao Villanueva, também de Espanha (6-0 e 6-3).

Ainda com estes jogadores, e superiormente orientados pelo técnico Torcato Ferreira durante este ciclo, completariámos na época seguinte o tetracampeonato, uma caminhada iniciada em 74/75.

Ficarão para sempre na memória de quem os viu jogar. 

Apesar de infelizmente António Livramento já não se encontrar entre nós, julgo que seria interessante a nossa actual direcção, tendo em conta até a criação do novo Pavilhão João Rocha, promover uma sentida e participada homenagem a estes homens que ficaram com os seus nomes gravados a ouro na história já de si gloriosa do Sporting clube de Portugal, podendo com essa iniciativa juntar o útil ao agradável, com maior participação nas bancadas.

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João Rocha. Voltaremos a ser muitos, estou certa

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Estreei-me esta semana no Pavilhão João Rocha, no Sporting 39 - Avanca 28, em andebol. 

Senti-me em casa, gostei do recinto, pretendo voltar. Éramos duas centenas de pessoas, e podemos ser mais. Seremos mais, tenho essa convicção. O que me leva à questão das assistências de que tanto se tem falado. Também eu tenho a minha opinião. 

Ainda tenho presente a Nave de Alvalade, e o ambiente em volta do estádio em dias de jogo de futebol. A vida por ali não era só perto da hora do jogo, ou apenas de passeio. Passava-se pela Nave, fazia parte. Havia os assíduos, e havia quem lá passasse. Mas fazia parte. Havia vida em redor do estádio por muitas horas. 

De 2003 ou 4, quando a Nave foi encerrada, a 2017 são pelo menos 13 anos. 13 anos é uma geração que se salta. Uma geração que não viu este movimento em volta do estádio, que sabia que o Sporting tinha modalidades, mas a menos que se deslocasse não as poderia acompanhar. E quando digo geração, não me refiro a todas as pessoas de uma idade concreta, saltámos uma vida de muita gente, mas saltámos acima de tudo o hábito de ir a um pavilhão do Sporting.

Junto a este facto os que sabiam, acompanhavam, mas perderam o lado prático de todo o clube funcionar no mesmo espaço. Dir-me-ão que quem é do Sporting não se importa com distâncias, e eu acho isso bonito, romântico até, mas no dia a dia não é prático e a verdade é que foi uma minoria que o pôde ou quis fazer nestes últimos anos. Há sempre quem saiba resultados, conheça as equipas, sei bem que nunca abandonámos as modalidades. Mas faltava-nos o pavilhão, faltava-nos ver de perto, e em casa, os nossos. 

Finalmente uma direcção cumpre a promessa de erguer um pavilhão, mas não temos calma, reclamamos que está vazio. Sinceramente, para já não acho preocupante a pouca adesão num primeiro ano de pavilhão. Não há culpados, nem desculpas, foi como foi. Mas o facto é que há um intervalo temporal que mina os hábitos, que faz cair a curiosidade do que se passa com cada equipa, que nos fez afastar do pavilhão.

As pessoas perderam o costume, e tal como se perdem, os hábitos voltam a ganhar-se. Seja porque dá jeito passar num jogo antes do futebol, ou porque "hoje até me dá jeito lá passar quando sair", porque os amigos vão e aproveitamos a companhia, uns mais para o hóquei (o meu caso), outros mais do futsal, do volley ou andebol, ou simplesmente porque é o Sporting Clube de Portugal e isso basta, tenho a certeza que todos havemos de frequentar o Pavilhão João Rocha.

Desde 1908 a fazer rir Portugal

Ramalhete, Sobrinho, Rendeiro, Chana e Livramento julgo que não há nenhum sportinguista que não saiba de cor (saber de cor significa conhecer com o coração) estes nomes, significam perfeição ou dream team como se diz agora na novilíngua portuguesa. 

Para nós, sportinguistas, o hóquei patins vence-se ou perde-se dentro do rinque, outros preferem jogá-lo fora do rinque, disputam todos os jogos num ringue de "vale tudo", ia a escrever luta livre, mas a luta, a disputa, o jogo que os fundidos em 1908 sabem jogar é o jogo condicionado, o jogo com as regras subvertidas, se não podem jogar esse jogo, preferem não participar.

Vamos então, ao filme dos últimos cinco minutos do Sporting 5 vs. Benfica 5 disputado em Alverca:

04:17 - Magnífica condução de bola de Tuco a deixar à boca da baliza em João Pinto que com o stick fez a bola beijar a rede, 5 -2.

04:06 - Livre indirecto para os vermelhos, golo marcado por João Rodrigues com o stick, 5 - 3.

03:42 - Livre directo convertido por Carlos Nicolia com o stick, 5 - 4.

03:13 - Mais uma falta marcada a favor do Benfica, expulsão do sportinguista Pedro Gil. Nicolia falha.

01:13 - Desta vez é um penalty convertido por João Rodrigues com o stick, 5 - 5

00:23 - Nicolia assiste João Rodrigues que com a caneleira coloca a bola dentro da baliza do Sporting. As regras impedem que os golos não sejam marcados com o stick, mas o que interessam as regras?

00:11 - Nicolia falha penalty

Resumo, nos últimos quatro minutos o Benfica está (quase) sempre a jogar em superioridade numérica, marca três golos com faltas e faltinhas concedidas pelos árbitros e falha um penalty a 11 segundos do final do jogo, seria campeão se o convertesse.

De quem é a culpa do Benfica não ser campeão?

Do Sporting e da arbitragem.

Mais que um clube, uma organização circense com cavalos amestrados e palhaços que nos fazem rir.

Rir muito.

Nota final: Os meninos da Luz estão amuados e recusam-se a disputar a Final da Taça de Portugal, conferir aqui.

Grande galo

SportingBarcelos.jpg

Muita expectativa à partida do Óquei de Barcelos x Sporting, em hóquei.

O Sporting seguia, até então, só com vitórias no campeonato. Porém, a equipa de Barcelos apresentava-se, verdadeiramente, como o primeiro teste a sério à equipa comandada por Guillem Pérez.

Apesar do seu estatuto de candidato ao título, o Óquei de Barcelos, na actual edição do campeonato, só tinha conquistado apenas uma vitória, tendo perdido todos os confrontos directos já disputados com os principais rivais do Sporting. Acrescia ainda, como condimento para o jogo, o facto de o Sporting raramente ter conseguido levar de vencida os jogos a norte. Qual dos referidos factores falaria, então, mais alto no final dos 50 minutos?

Infelizmente, o resultado de 7-3, a favor da equipa minhota, reforçou a besta negra que é o solo nortenho.

Um mau jogo do Sporting (de resto, logo afirmado pelo seu treinador), que não esteve ao nível da qualidade de jogo dos seus principais hoquistas.

Depois de uma pré-temporada vitoriosa e de, até ontem, todos os jogos oficiais terem sempre sido levados de vencida, a derrota de ontem representa a primeira descida das nuvens à realidade por parte da equipa leonina. 

Importante agora é vingar a derrota já no próximo jogo e, sobretudo, não deixar que o factor «norte» seja um real condicionamento. Daqui por duas jornadas há uma deslocação a Viana, antes da recepção ao Porto, e é importante que a equipa vença esse jogo.

Última nota para felicitar a TVI24, que agora transmite semanalmente um jogo principal do campeonato de hóquei. Foi uma grande tarde desportiva a rivalizar com as grandes tardes de domingo desportivo do passado (na rádio e na RTP2): pavilhão lotado, jogo muito disputado e uma narração sempre vibrante. 

Tomara que seja o princípio do renascimento do hóquei, que depois do futebol, foi sempre a modalidade mais acarinhada pelos portugueses.

Ok em patins

Fase de grupos:

PORTUGAL-Suíça, 8-0

Espanha-PORTUGAL, 1-6

PORTUGAL-Áustria, 14-1

Quartos de final:

PORTUGAL - Inglaterra, 12-0

Meias finais:

Portugal vs. Suiça e Espanha vs. Itália

Os resultados estão aí e, obviamente, não garantem nada.

Portugal venceu a Suiça por 8-0 na fase de grupos mas é garantido que volte a vencê-los hoje?

Se for à final com a Espanha é garantido que repita a meia dúzia?

Percebo quando algumas pessoas dizem que os resultados consistentes são os empates, assim as desilusões nunca são muito grandes.

Neste momento, Portugal tem quatro jogos, quatro vitórias, 35 golos marcados e 2 sofridos.

Teríamos mais hipóteses de ser campeões europeus com quatro jogos, quatro empates, 2 golos marcados e 2 sofridos?

Espero que não, espero que o "caneco" fique em Portugal, as gentes de Oliveira de Azeméis merecem-no pelo apoio e carinho que têm transmitido à equipa.

 

Balanço do hóquei

hóquei.jpg

Terminou no passado fim de semana, com a final four da Taça de Portugal, a temporada desportiva da equipa sénior de hóquei em patins do Sporting, modalidade que, muito propriamente, se poderá dizer ser também outra menina dos olhos do presidente Bruno de Carvalho.

Tentando ser justo, diria que, face ao investimento feito e expectativas geradas, o balanço da época ora finda não é positivo.

É certo que houve a conquista de um título (supertaça), que a equipa conseguiu o apuramento para a Liga Europeia (a Champions do hóquei), que foram repetidas as presenças nas final four da Taça CERS e Taça de Portugal, e que existiu, ainda, o brilharete de vencer em casa o Barcelona, a maior potência mundial do hóquei.

No entanto, em contraponto, o clube não conseguiu repetir as finais da Taça CERS (repetindo o título conquistado no ano anterior) e Taça de Portugal. Domesticamente, a equipa esteve muito longe das principais referências internas (Benfica e Porto), a quem nunca conseguiu vencer qualquer jogo (pela negativa, derrotas na Luz por 9-0 e no Dragão Caixa por 8-0). Em 26 jogos para o campeonato, o Sporting perdeu 8 (logo na 2ª jornada, derrota contra o recém-promovido Braga), o que se traduz num saldo vitorioso de 58%. Poucochinho para quem tanto investiu nesta época. 

E é neste último ponto que gostaria de pegar. As contratações acabaram por não trazer o salto qualitativo tão desejado. Luís Viana, melhor marcador das últimas duas temporadas, com mais de 50 golos, marcou menos de 30 nesta temporada. Cacau também não teve uma prestação por aí além. A aposta em jogadores veteranos foi mal sucedida. Entretanto, os jornais dão conta do trintão (35 anos) Pedro Gil, portista ferrenho, para reforçar a equipa...

Sem surpresa, a imprensa dá também conta que Luís Viana e Cacau estão fora dos planos para a próxima época. Não sei se foi por essa razão, mas nos últimos jogos do campeonato, assim como na final four da Taça de Portugal, Luís Viana e Cacau não mais voltaram a calçar os patins. Eles e também Tiago Losna e Ricardo Figueira. Nos seus lugares, foram chamados miúdos dos juniores.

Se no início pensei que seria para dar algum rodagem aos mais novos, hoje não consigo perceber as razões de política desportiva que levaram a que o clube, numa competição tão importante como é a Taça de Portugal, se tivesse dado ao luxo  de dispensar quatro dos seus jogadores com mais tarimba, para se apresentar com maçaricos. O que terá acontecido? Explicações agradecem-se.

Sobretudo quando uma das partes envolvidas é o capitão da equipa, Ricardo Figueira, figura que até foi usada na propaganda da Missão Pavilhão, jogador super-titulado na equipa que ajudou o clube a manter-se na 1ª divisão, autor do golo que nos colocou na final da Taça CERS do ano passado e que nas diversas entrevistas/reportagens da Sporting Tv sempre deu provas de grande lealdade e dedicação à causa leonina.

Ricardo Figueira até é um dos raros bons exemplos no desporto de quem conseguiu aliar a modalidade aos estudos (medicina). Quem não se lembra do episódio do ano passado em que em pleno jogo socorreu um colega adversário?

Lamento muito este desfecho. Sobretudo quando o Ricardo Figueira expressou o desejo de acabar a carreira no Sporting, jogando no novo pavilhão. 

Os jogadores passam e o clube fica, grande máxima do desporto. Porém, ao Sporting exige-se memória e respeito pelos jogadores que contribuíram para o engrandecimento do seu nome, sobretudo quando se trata de alguém que, à data, envergava a braçadeira de capitão.

Se não bastassem mais razões, só por isto, nós sócios e adeptos há muito que merecemos uma explicação sobre o que se terá passado.

Uma questão de...mentalidade!

Jorge Jesus, no final da partida contra o Vitória de Guimarães, manifestou o descontentamento pelo golo sofrido: "Foi pena isso ter sucedido. A equipa pensou que já chegava, mas eu não. Não pode ser. É necessária a tal mentalidade de campeão, o que se está a incutir", disse o nosso técnico. 

A necessidade de mentalidade de campeão não é um exclusivo da equipa sénior de futebol do Sporting.

Sábado, na recepção da equipa de hóquei à Sanjoanense, o Sporting vencia ao intervalo por 7-0. Sempre pensei que o cinco leonino chegaria à dezena. Tal não veio, porém, a suceder.

O Sporting acabou por permitir 2 golos do adversário na 2ª parte, tendo o marcador final ficado em 8-2. Por comparação, Porto e Benfica, nos respectivos jogos, chegaram aos 10 golos cada um. No final da partida contra a Sanjoanense, Luís Viana, autor de dois golos, justificou a 2ª parte menos conseguida com o relaxamento que, de certo modo, pesou no subconsciente dos jogadores. 

Ontem no andebol, depois de ter estado a vencer por 6 golos de diferença na 2ª parte (!!!) contra o Porto, o Sporting permitiu a recuperação dos tripeiros, tendo perdido por 26-27.

Um longo trabalho psicológico aguarda Jorge Jesus, Nuno Lopes e Zupo. Não basta a qualidade técnica intrínseca das suas equipas. É fundamental a mentalidade de campeão, que só dá uma partida como concluída quando soar o apito final.

Só dessa forma é que o Sporting conseguirá fazer bem a transição que ambiciona de um clube que "ganha de vez em quando" para um ganhador crónico.

Prometer e cumprir

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Há dez meses, Bruno de Carvalho anunciou a reintegração do hóquei em patins como modalidade oficial do Sporting, de onde nunca devia ter saído.

Fê-lo na qualidade de assumido admirador desta modalidade, que tantas alegrias tem dado durante décadas aos portugueses em geral e aos sportinguistas em particular.

E não se limitou às palavras, anunciando desde logo reforços. Incluindo João Pinto e o guarda-redes Girão.

Menos de um ano depois, o Sporting regressa às conquistas europeias no hóquei, batendo o Réus na emocionante final de ontem à noite. A Taça CERS é nossa, pela segunda vez na história leonina. Estão todos de parabéns: jogadores, presidente e Nuno Lopes, que treinou muito bem a equipa.

É um regresso pela porta grande. No mais curto prazo possível. Confirmando um dos valores que mais prezamos em Alvalade: o ecletismo. E reforçando aquele que é, de longe, o mais saboroso título leonino: o clube europeu com mais vitórias internacionais em modalidades colectivas.

Tão grande como os maiores da Europa

Não é um desígnio nem uma realidade do passado. Sim, somos pelo menos tão grandes como os maiores da Europa!

Esta noite, o Sporting conquistou mais uma vez a Taça CERS em hóquei em patins. Este é mais um triunfo que se junta a tantos outros e que faz da equipa verde e branca uma das maiores potências desportivas do mundo com títulos europeus em diversas modalidades (andebol, hóquei em patins, futebol, atletismo). Acresce ainda, uma longuíssima lista de grandes campeões como Carlos Lopes, António Livramento, Naide Gomes, Rui Silva, Francis Obikwelu, Joaquim Agostinho, Jesus Correia, Emanuel Silva, João Benedito, Travassos ou Cristiano Ronaldo.

Ao mesmo tempo, a nossa equipa de futsal conseguiu o 3.º lugar na final four da UEFA Futsal Cup. Mais uma vez não ganhámos mas demonstrámos, de forma cabal, que temos uma das melhores equipas do mundo.

Como tudo isto, como é possível não rejubilarmos permanentemente com o nosso clube?! Sim, nós somos tão grandes como os maiores da Europa!

20 anos depois...

O Sporting chega ao primeiro terço do campeonato de hóquei em patins posicionado no top-3 da classificação.

No último sábado, jogo complicado no pavilhão do Paço d'Arcos superado com sucesso, com vitória por 3-1. 

Extraordinária exibição do guarda-redes leonino Ângelo Girão, a fazer lembrar outro gigante na baliza, Peter Schmeichel, quer a defender, que a puxar as orelhas aos colegas. Neste momento, o Sporting tem a melhor defesa do campeonato o que é bem evidenciador da elevada qualidade do seu guarda-redes.

Outro atleta a fazer as delícias do adepto é João Pinto. Já são um clássico as "picadinhas" do virtuoso hoquista leonino, decisivo no desempate do jogo frente ao Paço d'Arcos, como aliás já havia sido na jornada anterior frente ao Óquei de Barcelos.

A última jornada marcou a primeira transmissão, fora de casa, da Sporting Tv em jogos de hóquei. A dupla de comentadores é muito competente, sendo os comentários um importante complemento do jogo que é transmitido. Tem sido um gosto ouvi-los.

A bonita repórter de campo, Catarina Cardoso, cumpriu na flash interview. Era escusado ter perguntado ao treinador derrotado se tinha ficado contente com o resultado (esta pergunta está tão institucionalizada junto dos repórteres desportivos), mas certamente que com mais prática questões como esta deixarão de fazer parte do bloco de apontamentos.

O próximo jogo disputa-se no sábado, frente ao Candelária, pelas 16h, com nova transmissão na Sporting Tv. Para quem ainda não viu qualquer jogo de hóquei esta época, fica o desafio, que vale bem a pena.   

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