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És a nossa Fé!

Faz hoje um ano

 

Daí a dois dias iria realizar-se o jogo Sporting-Chaves, para o campeonato nacional de futebol.

Neste interregno, tempo para algumas reflexões.

 

Esta, do Ricardo Roque:

«É voz corrente que hoje em dia, no futebol, já não há amor à camisola. A nova versão legitimadora de trocas clubísticas designa-se de profissionalismo, sendo que esta palavra serve também para honrar a dedicação de jogadores e treinadores a quem lhes paga.»

 

E esta, do Tiago Cabral:

«Que há situações no futebol em Portugal que no mínimo são pouco claras e nos levam a pensar que há de facto acções de intervenientes directos, que podem alterar ou condicionar resultados, é evidente para todos. Mas estes todos, nós todos, não chegamos para que algo possa ser mudado. Pede-se à justiça, que é apenas neste caso uma espécie de conceito vago, constituída por órgãos a que pertencem pessoas, algumas ou mesmo todas que também pertencem ao "nós todos", que actue com rapidez e, lá está, que faça justiça, que consiga provar algo que é denunciado e que condene quem o fez ou faz, permitindo que a verdade desportiva, outro conceito tão vago como a própria justiça, seja reposta.»

Faz hoje um ano

 

Reacções aqui no blogue, nesse dia 19 de Outubro de 2017, à derrota tangencial do Sporting ocorrida na véspera frente à Juventus, em Turim, para a Liga dos Campeões.

 

Escreveu o Pedro Azevedo: «Nos nossos, Patrício a grande nível, bem acompanhado por Piccini, Mathieu e Coates. Do meio-campo para a frente, o melhor foi Acuña, embora Bruno Fernandes tenha estado nos lances das nossas duas oportunidades. Uma pena nunca podermos ver o argentino recuar para lateral e partir para o ataque em combinações com... Bryan Ruiz. Em resumo, exibimo-nos mostrando qualidade como nunca, perdemos com os mesmos erros de sempre...»

 

António F. dividiu o breve comentário entre o título irónico e o texto a condizer: «Paulinho, o nosso magnífico roupeiro foi o culpado de ontem o Sporting não ter vencido a Juventus. Por certo, enganou-se na entrega das botas, tendo dado a Doumbia umas com o número inferior ao tamanho do pé. Isso impossibilitou que este jogador aos 90+2 tivesse feito o empate.»

 

Luciano Amaral foi o mais sintético: «Lá "batemos o pé" à Juventus.»

Faz hoje um ano

 

Perdemos em Turim. Mas com boa exibição e um resultado que não envergonhou ninguém, frente ao multicampeão italiano e finalista vencido da Liga dos Campeões. Registou-se um empate até seis minutos do fim do tempo regulamentar.

Juventus-Sporting, disputado a 18 de Outubro de 2017, terminou em 2-1, favorável à equipa da casa. Golos marcdos por Alex Sandro, na própria baliza, aos 12', Pjanic, aos 29', e Mandzukic, aos 84'.

A turma italiana jogou com Buffon, Chiellini, Benatia, Alex Sandro, Pjanic, Khedira, Sturaro, Cuadrado, Higuaín, Dybala e Mandzukic. Suplentes utilizados: Barzagli, Matuidi e Douglas Costa. 

O Sporting alinhou com Rui Patrício, Piccini, Coates, Mathieu, Coentrão, William, Battaglia, Bruno Fernandes, Gelson Martins, Bas Dost e Acuña. Palhinha e Doumbia foram os suplentes utilizados. Pormenor importante: nove destes 13 jogadores não têm estado fora do onze leonino na época actual - por transferência, empréstimo ou lesão.

Só no dia seguinte tivemos as apreciações ao jogo aqui no blogue. 

Na Liga Jovem, goleámos por 4-1. Com dois golos de Rafael Leão - outro que entretanto já saiu de Alvalade.

Faz hoje um ano

 

17 de Outubro de 2017, véspera do Juventus-Sporting. 

Escreveu aqui o Pedro Azevedo: «Não jogaremos contra uma equipa qualquer: a Juventus é só a finalista vencida da última edição da Champions, tem no seu plantel um "monstro sagrado", campeão do mundo, como o guarda-redes Gianluigi Buffon, centrais experientes (todos acima dos 30 anos) como Chiellini, Benatia ou Barzagli, laterais da classe de um Lichsteiner ou Alex Sandro, um meio-campo com várias opções que vão de Pjanic a Cuadrado, passando por Khedira, Matuidi (ex-PSG) ou Sturaro, e um ataque onde pontificam Higuain, Douglas Costa (contratado ao Bayern), Mandzukic, Bernardeschi (jovem promessa proveniente da Fiorentina) e a estrela Dybala.»

Passado um ano, por caprichos do destino, Sturaro está prestes a estrear-se em Alvalade - de verde e branco. Por vontade nossa, até já se teria estreado.

Faz hoje um ano

 

Daí a dois dias jogaríamos em Turim, frente à poderosa Juventus. Já a pensar nesse desafio, faz hoje um ano, não deixávamos no entanto de abordar aqui outros temas. 

 

A propósito de uma notícia em grande destaque divulgada nesse dia 16 de Outubro de 2017 pelo Record, sob o título «Bremen vem a Lisboa tentar Battaglia», sugerindo-se que se tratava de um propósito firme e a ser tratado muito em breve, o Pedro Azevedo protestava nestes termos: «Lá dentro, na página 6, é que nos explicam que o Werder Bremen pode concretizar este interesse mais tarde, nas tais "próximas semanas", só isto, sem referência a montantes que os alemães estariam dispostos a pagar (o argentino tem uma cláusula de rescisão de 60 milhões de euros). Nesta aparente contradição ficamos com a convicção de que, afinal, nada mais se tratou do que de uma luz intensa, mas de curta duração. O suficiente para "dar à luz" uma manchete. Assim vai o jornalismo desportivo português...»

 

Na véspera, no seu estilo habitual, Bruno de Carvalho escrevera no Facebook: «Esta última notícia do Correio da Manhã levantou um problema grave de segurança aos seus profissionais nas suas deslocações a jogos ou eventos do Sporting. Tenho recebido várias mensagens de Sportinguistas revoltados, e, por isso, tomei a decisão de, para segurança dos profissionais do Correio da Manhã, avisar a segurança do Sporting para não deixar permanecer nenhum em instalações afectas ao Clube.»

Edmundo Gonçalves reagiu assim: «Sou por convicção defensor da liberdade de opinião, portanto, apesar de por vezes me insurgir contra o que alguns OCS [órgãos de comunicação social] publicam sobre o Sporting e os seus dirigentes, entendo que a função do jornalista deve ser sempre tolerada. O princípio da censura não é, digamos, saudável. Há no entanto um mecanismo na actuação dos jornalistas que os obriga a serem responsáveis e que dá pelo nome de código deontológico. O jornalista tem um compromisso com a verdade, doa ela a quem doer, e é-lhe vedado o exercício da invenção.»

 

Faz hoje um ano

 

Todas as esperanças se mantinham intactas. «Não nos podemos desconcentrar: os objectivos são títulos e receitas financeiras. Destacando-se as competições europeias e os campeonatos nacionais, obviamente.» Palavras do nosso leitor MB, a 15 de Outubro de 2017.

Faz hoje um ano

 

Ainda o jogo de véspera, para a Taça de Portugal, contra o Oleiros. No rescaldo desta partida, a 14 de Outubro de 2017, o Pedro Azevedo concluiu aqui: «Podence e muito Palhinha foram suficientes para bater a briosa equipa da antiga vila pertencente à Ordem de Malta. Destaque ainda para um Leão (Rafael) que marcou na estreia.»

Mas já estávamos virados, essencialmente, para o desafio seguinte, quatro dias depois: a deslocação do Sporting a Turim, visitando a Juventus para a Liga dos Campeões.

 

Faz hoje um ano

 

Houvera grande alarido na semana anterior a propósito do Sporting-FC Porto, por coincidir em dia de eleições autárquicas, mas só a 13 de Outubro de 2017 o tema mereceu análise neste blogue, pela pena do Filipe Moura. Escreveu ele: «Tudo parece assim apontar para não haver jogos no dia das eleições, portanto. Ora, supondo que esta proibição já tinha entrado em vigor este ano, com os mesmos calendários eleitoral e futebolístico, em que data decorreria o Sporting-FC Porto? Na segunda-feira? Não é o melhor dia para um jogo grande, e havia a concentração da seleção. No sábado? Seria a única opção viável, mas isso implicaria um dia a menos de descanso após a jornada europeia. Neste caso isso iria penalizar mais o Sporting, que jogou um dia mais tarde que o FC Porto. Quem propõe a proibição dos jogos em dias de eleições tem que compreender que os clubes não são soberanos para marcarem as datas dos seus jogos, principalmente os jogos europeus.»

Enquanto o Francisco Chaveiro Reis mencionava um facto curioso relacionado com a equipa que o Sporting acabara de defrontar para a Taça de Portugal: «O modesto Oleiros, do Campeonato de Portugal, conta, no seu plantel de 27 jogadores, com 6 brasileiros, 3 chineses, 1 coreano, 1 guineense e 1 congolês. É globalização.»

Faz hoje um ano

 

Fomos a Oleiros - concelho então recentemente devastado pelos fogos florestais - vencer por 4-2 a simpática mas modesta equipa da casa para a Taça de Portugal. Com dois golos de Palhinha, um de Mattheus Oliveira e outro de Rafael Leão. A nossa parte da receita desta partida foi doada aos Bombeiros Voluntários de Oleiros por decisão muito louvável do presidente Bruno de Carvalho, aqui justamente enaltecida.

Para mim, o homem do jogo foi João Palhinha: «Grande exibição do nosso médio defensivo, que se adiantou várias vezes no terreno, em benefício da equipa, sem perder o sentido posicional.»

 

Nesse dia 12 de Outubro de 2017, também divulguei no blogue a votação dos nossos leitores para o trio de melhores jogadores leoninos nesse primeiro quarto de época. Ficou assim ordenada: Rui Patrício, Mathieu e Bruno Fernandes. Daí a três meses haveria mais.

Faz hoje um ano

 

Portugal ganhara, na noite de véspera, o passaporte para o Mundial da Rússia. Vencendo a Suíça por 2-0, no estádio da Luz.

Numa breve análise ao jogo, a 11 de Outubro de 2017escrevi o seguinte parágrafo: «Este Portugal-Suíça não foi um jogo épico, longe disso. E só um autogolo dos nossos adversários, aos 42', abriu caminho para a vitória. Mas dele retive, sobretudo, algo que não esquecerei: o estádio da Luz em peso a aplaudir o nosso William, aos 49' e aos 56', sublinhando com toda a justiça dois lances de virtuosismo técnico do nosso capitão que fascinou e empolgou quem lá se encontrava.»

 

Analisando a fase de qualificação, o Francisco Chaveiro Reis concluiu isto: «Se a Alemanha alcançou 10 vitórias, Portugal, Suíça, Bélgica e Espanha não ficaram muito atrás, somando 9. Inglaterra e Polónia venceram 8 vezes. No que toca a empates, a vitória vai para País de Gales e Geórgia, do Grupo D, que empataram cinco vezes, cada uma. Em termos de derrotas, destaque para Gibraltar, San Marino e Liechtenstein que só souberam perder. Malta e Kosovo ficaram-se pelas 9 derrotas.»

Faz hoje um ano

 

Vinham aí dois encontros cruciais - e muito difíceis - com o Barcelona para a fase de grupos da Liga dos Campeões. E ocorria também, por coincidência, o auge do movimento independentista neste território autonómico espanhol. 

Neste contexto, o Francisco Chaveiro Reis escreveu aqui, com muita graça, a 10 de Outubro de 2017: «Somos todos Puigdemont - se já não tivermos que jogar no Camp Nou.»

Puigdemont, para quem não se recorde, é o líder separatista catalão, entretanto exilado em Waterloo, na Bélgica.

Faz hoje um ano

 

Íamos entrar em campo na Taça de Portugal. Com uma deslocação a Oleiros, três dias depois.

Pretexto para o Francisco Melo aqui deixar uma reflexão a 9 de Outubro de 2017: «Seria inglório que, após tanto investimento feito nos últimos dias pelo município, os oleirenses não tivessem a oportunidade de ver ao vivo o maior clube desportivo do País. A magia da Taça de Portugal reside na oportunidade de os principais clubes portugueses, sobretudo os grandes, jogarem pelo País fora (um pouco ao estilo do ciclismo). Daí que a Federação, e bem, tenha instituído que nesta primeira fase as equipas da 1ª liga jogam sempre fora. Creio mesmo que esta prática deveria vingar até aos quartos-de-final.»

Faz hoje um ano

 

O bom humor foi sempre uma característica deste blogue, alimentado em grande parte pelos nossos leitores. Um deles, Carlos Silva, fazia esta sorridente alusão ao nosso rival da Segunda Circular, faz agora um ano, a 8 de Outubro de 2017: «O Carnide, para compensar a fuga dos seus atletas no atletismo, criou uma nova modalidade: o lançamento de cadeiras. Produto da sua formação do Seixal, já actuam na catedral. Embora por vezes seja frequente ver-se quem argumente coisas sem pés nem cabeça, ao menos estes tinham quatro pés e no final uma cabeça à sua espera. Só não tiro o chapéu a esta iniciativa pois, pelo sim pelo não, sempre me pode proteger qualquer coisita.»

Faz hoje um ano

 

Jorge Jesus, com a época já em pleno andamento, reivindicava novos reforços. Era a notícia do dia no Sporting.

«É tempo de Bruno de Carvalho pôr termo a estas constantes exigências de Jorge Jesus, à sua impaciência, incapacidade de aproveitar o plantel ao seu dispor e melhorar os jogadores - que contrasta fortemente com o que Sérgio Conceição está a fazer no FC Porto - e permanente desculpabilização», escreveu aqui o Pedro Azevedo, reagindo à notícia.

Nesse dia 7 de Outubro de 2017, também me pronunciei sobre o assunto. Nestes termos: «Jesus quer reforços? Aí os tem: Francisco Geraldes, Gelson Dala, Matheus Pereira. Um joga no Sporting B, os outros integram o plantel leonino e estão de momento emprestados (um ao Chaves, outro ao Rio Ave). Num plantel onde figuram Mattheus Oliveira, Alan Ruiz e Petrovic, haverá certamente lugar para aqueles três "mosqueteiros".»

O treinador leonino, naturalmente, não fez caso.

Faz hoje um ano

 

Os nossos leitores andavam preocupados.

«Ainda sofremos as consequências do conjunto desastroso de contratações do ano passado. Não se aproveitou quase nada, de modo que para este ano temos 12, 13 jogadores com qualidade para atacar o título. É curto. Teremos que ir ao mercado em Janeiro.»

Palavras do leitor J. Ramos, aqui publicadas a 6 de Outubro de 2017. Tinha plena razão, como se viu. Mas nem assim o problema ficou resolvido, como se viu também.

Faz hoje um ano

 

À falta de outro assunto, a Panini pode fazer-nos rir. Foi o que aconteceu há um ano, quando o Pedro Oliveira se debruçou sobre o tema. Trazendo-nos aqui algumas definições hilariantes desses cromos:

Sobre Bruno Varela: «Seguro e atento entre os postes e determinado e veloz nas saídas.»

Sobre André Gomes: «Retumbantes dotes no tratamento do esférico e qualidade de passe.»

Sobre André Almeida: «Brioso, concentrado e carismático, fecha o corredor direito à chave.»

Foi a 5 de Outubro de 2017. Mas podíamos rir-nos novamente hoje mesmo. Talvez até com mais gosto.

Faz hoje um ano

 

Outra vez os nossos leitores em destaque. Desta vez, o leitor SportingSempre. Que a 4 de Outubro de 2017 viu um seu comentário destacado aqui.

Um comentário em que sublinhava isto: «Prefiro ganhar nas quatro linhas do que na secretaria, até porque não há memória de alguma vez termos ganho alguma coisa nesse lado... E no campo já ganhámos!»

Com toda a razão.

Faz hoje um ano

 

Por vezes as melhores opiniões são as dos leitores. Repare-se nesta, publicada na nossa página principal a 3 de Outubro de 2017, subscrita pelo nosso leitor Plínio:

«O Porto não precisou de ir ao mercado porque recuperou Marega, Aboubakar, Ricardo Pereira e Sérgio Oliveira, e está a fazer-se equipa com estes. Precisava de gastar milhões para quê, quando tinha soluções dentro de casa? Já nós temos o Iuri que não rende, o Podence a aparecer e desaparecer, Palhinha "morreu", Francisco Geraldes dispensado, Gelson Dala não calça and so one and so on

Um ano depois, é difícil não lhe dar razão.

Faz hoje um ano

 

Resultado lisonjeiro para nós: o 0-0 final do Sporting-FC Porto, disputado na véspera, em hora já tardia.

 

A 2 de Outubro de 2017, fazíamos aqui o rescaldo.

 

Escrevi eu: «O primeiro clássico da temporada foi dominado na primeira parte pelo portistas, conseguindo o Sporting supremacia em largos períodos do tempo complementar. Mas o nulo inicial não chegou a ser desfeito. Nota negativa para as fracas exibições de vários dos nossos jogadores. Ou por cansaço físico ou por acusarem em excesso a responsabilidade deste jogo. Nota negativa também para a ausência de Fábio Coentrão do onze titular. Começa a ser intrigante - e preocupante - a condição física do lateral esquerdo.» Piores desempenhos: Battaglia, Bruno Fernandes e Jonathan Silva. Melhor: Rui Patrício.

 

Escreveu o Pedro Azevedo: «Tenho de admitir que o empate verificado no campo foi lisonjeiro e soube a vitória, até porque entrámos em campo com apenas dez jogadores e sem alternativa para Bas Dost, caso este se tivesse lesionado. Assim, o fantasma de Fábio Coentrão andou muito tempo a passear-se pelo relvado, apenas eclipsando-se por momentos quando acometido por umas súbitas mialgias. Já o espirito do "Bas Dost do ano passado" não parou um segundo de assombrar a mente dos nossos adeptos.»

 

Escreveu o JPT: «Quando em casa com o Porto o nosso melhor jogador é o guarda-redes, isso mostra como foi. Também não tenho grande coisa para resmungar, os rapazes vindos lá de cima jogaram bem, na primeira parte impuseram-se, amarfanharam até. Na segunda parte nem tanto, que aquilo foi oscilando, podia ter "caído" para qualquer um dos lados. Mas, de facto, não se perdeu o jogo porque o Rui Patrício foi o Muro de Lisboa a que nos vem habituando. Jogo sem "casos" nem porradas, protestos e desvairos.»

Faz hoje um ano

 

Tropeçámos no primeiro clássico da temporada 2017/2018. E logo num jogo disputado intramuros, em dia de recepção ao FC Porto. Era o nosso quarto desafio consecutivo sem vencer: empate caseiro com o Marítimo para a Taça da Liga, empate em Moreira de Cónegos para o campeonato, derrota em Alvalade com o Barcelona e enfim o nulo imposto pelo FCP nesta deslocação a Lisboa em 1 de Outubro de 2017.

A pedalada revelada pelo Sporting no início da época parecia ter-se desvanecido.

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