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És a nossa Fé!

Faz hoje um ano

 

Ao longo dos últimos sete anos, têm sido publicados neste blogue textos de inegável qualidade. Um dos melhores surgiu aqui em 13 de Dezembro de 2017 e foi assinado pelo Bernardo Pires de Lima.

Transcrevo-o, na íntegra:

«Não vejo bola há mais de um ano. Cortei com tudo o que cheire a programas sobre futebol. Desanimo quando um jogador é vendido por 200 milhões de euros. Chateiam-me as fugas ao fisco dos jogadores, a corja dos emails, o crime organizado, o ruído dos facebooks, as multas da liga, os cartilheiros, os especialistas em arbitragem, os recados na imprensa. Detesto esta conversa de "posição 5" e "ele é um verdadeiro 8", como se estivéssemos na playstation. Digo não ao futebol moderno, aquele que tirou genuinidade ao jogo, mecanizou jogadores, anulou as estórias de vida de cada um. Hoje sabemos mais sobre presidentes e vice-presidentes do que sobre jogadores e treinadores, já que aqueles se eternizam e estes não se fixam por muito tempo no mesmo sítio. E quando isso excepcionalmente acontece, parece que nos lembramos que afinal ainda há alguma coisa nisto da bola que nos toca, que nos agarra, que nos afasta desta teia de esquemas de enriquecimento, de personagens sinistras que aparecem na hora de assinar os contratos, e de marretas falantes nas televisões. E há.»

Faz hoje um ano

 

Acabara de ser anunciado que a televisão oficial do Benfica iria continuar a transmitir os jogos do próprio clube na época seguinte - algo inédito no mundo ao nível do futebol de primeira divisão. O contrato com a operadora NOS, conforme foi revelado, renovava-se por mais três anos sem uma palavra de reparo das estruturas federativas nem da Liga de Clubes que organiza a principal competição futebolística em Portugal.

«Inaceitável», observei aqui, a propósito, no dia 12 de Dezembro de 2017.

Faz hoje um ano

 

Íamos jogar com o Astana para a Liga Europa: assim ditou o sorteio. 

«Para trás do fim do mundo», como aqui assinalou o João Caetano Dias a 11 de Dezembro de 2017.

Comentários adicionais:

«A Aeroflot faz a coisa por 439,25€ (no Rumbo), ida e volta. Mais o excesso de bagagem, que com o friozinho que lá vai estar, é preciso levar uma camioneta de cobertores...», informou o Edmundo Gonçalves.

«O que mais me preocupa com esta eliminatória (num intervalo de uma semana) é a deslocação a Tondela pelo meio», observou o Filipe Moura.

«Mas não era suposto estarmos na Liga Europa? Essa equipa de ciclismo fica para lá do paralelo do Afeganistão... será Ásia?», questionou o Pedro Oliveira.

Faz hoje um ano

 

A propósito do Boavista-Sporting (1-3) da véspera, o Pedro Azevedo fez aqui, em 10 de Dezembro de 2017, um reparo crítico a Jorge Jesus:

«Destaque para os golos terem sido apontados por jogadores poupados no início do jogo em Barcelona, pormenor que JJ não deixou passar em claro na flash-interview, referindo-se aos críticos como "atrasados mensais". Independentemente da razão que lhe assista (afinal ganhou e a sua aposta provou-se correcta), JJ e a restante estrutura leonina poderiam sentar-se à mesa e entre os comensais ponderar abrir uma escola para alunos com necessidades especiais - tantos são aqueles já apelidados de "burros" ou "atrasados mensais" -, um modelo alternativo às escolas que Vieira pretende criar no Seixal... Mais humildade e menos adjectivação precisam-se, até porque tão importante como saber perder é saber ganhar e nós vamos ganhar.»

Faz hoje um ano

 

Prosseguia a rota ascendente do Sporting no campeonato. Desta vez, a 9 de Dezembro de 2017, com uma vitória frente ao Boavista, no Bessa, por 3-1. Com um golo de Fábio Coentrão (que se estreava a marcar pela nossa equipa) e dois de Bas Dost. Seguíamos no comando, à condição, com 36 pontos, mantendo intactas as aspirações ao título.

Resumi assim: «Vitória indiscutível de um Sporting moralizado, que não acusou o desgaste da recente eliminatória europeia em Camp Nou.»

Faz hoje um ano

 

Íamos jogar com o Boavista no dia seguinte. Nesse compasso de espera, a 8 de Dezembro de 2017, o Pedro Azevedo fez aqui um rasgado elogio a Bruno Fernandes: «Em Alvalade, reside um génio. (...) Aquilo que faz de Bruno a estrela maior da companhia é a sua capacidade de leitura de jogo. Ele é o jogador mais influente, o que mais contribuiu até à data para os golos da equipa em todas as competições. Com 20 contribuições, destaca-se de Bas Dost (18) ou Gelson Martins (apenas 13). Em comparação com os outros médios da equipa, podemos observar que Rodrigo Battaglia esteve presente em 5 golos, Bruno César em 3, Palhinha e William em 2, Alan Ruiz em 1.»

Faz hoje um ano

 

Saímos da Liga dos Campeões, chegávamos à Liga Europa. Da melhor maneira, com o Sporting como cabeça-de-lista do seu grupo.

Entretanto, ainda a propósito do Barcelona-Sporting, o José Navarro de Andrade deixou aqui uma reflexão cáustica nesse dia 7 de Dezembro de 2017: «Quem não gostaria de pisar o relvado de Camp Nou? Quem não ambicionaria tentar desarmar Messi, fazer uma finta a Piqué? Proponho então, graciosamente, ao departamento comercial do Sporting que o lugar de Alan Ruiz seja posto a leilão, obviamente com prioridade aos sócios. Ocupá-lo-ia quem o arrematasse ao valor mais alto o que, além de constituir uma simpática fonte de receita para os cofres do clube, em nada incomodaria o desempenho da equipa. Fica a sugestão.»

Faz hoje um ano

 

Dia de rescaldo, aqui no blogue, do Barcelona-Sporting da véspera.

 

Escreveu o Pedro Azevedo: «No ataque fomos uns gatinhos, os nossos jogadores não causando mais do que uns arranhões nos blaugrana (dois remates de Bruno Fernandes e uma arrancada voluntariosa de Battaglia aos 21 minutos), exceptuando o amorfo Alan Ruiz, subitamente despertado de uma prolongada letargia para, irresponsavelmente, marcar violentamente o tornozelo de um jogador da cidade condal, num lance em que o árbitro foi bondoso ao apenas o punir com o cartão amarelo, em vez de lhe conceder um prematuro duche escocês.»

 

Escreveu o Edmundo Gonçalves: «É preferível perder tentando do que perder com as calças na mão e Jesus assumiu o risco, que só não lhe sorriu por manifesta falta de competência de um Bas que ontem se esqueceu do Dost. Tivesse o nosso ponta-de-lança sido eficaz e talvez estivéssemos aqui hoje a registar a primeira vitória em Espanha. Mas pronto, marque ele muitos para a Liga, que a gente perdoa-lhe.»

 

Escrevi eu: «Não me preocupa termos saído da Liga dos Campeões: defrontámos de cabeça levantada dois dos maiores colossos do futebol mundial, Barcelona e Juventus. E o nosso objectivo principal mantém-se: vencer o campeonato nacional. Preocupa-me, isso sim, o facto de termos voltado a sofrer um golo nos minutos finais de uma partida. Ontem o autogolo de Mathieu foi mesmo marcado no minuto final. Isto preocupa-me por revelar extremo cansaço físico aliado à fadiga psicológica, mais acentuados em momentos de pressão acrescida. Ou, o que é ainda pior, por revelar défice de concentração competitiva.»

Faz hoje um ano

 

Jogo grande do Sporting na Liga dos Campeões, em Camp Nou, frente ao Barcelona. Fomos derrotados por 0-2, transitando para a Liga Europa. Mas com uma exibição que não envergonhou os adeptos leoninos. Da nossa equipa destacaram-se Coates e Rui Patrício, como assinalei aqui nesse dia 5 de Dezembro de 2017:

«O internacional uruguaio - o melhor jogador leonino no Camp Nou - esteve próximo da perfeição, defendendo tudo quanto havia para defender no espaço que lhe estava confiado no eixo da defesa e ainda teve oportunidade de impulsionar os seus colegas com precisão de passe dianteiro e boas arrancadas individuais, revelando inegável domínio técnico da bola. O nosso guarda-redes, sem culpa nos golos, fez duas excelentes defesas: a primeira (24') saindo com êxito para travar Luis Suárez, a segunda (82') impedindo Messi de marcar.»

Ao intervalo, registava-se um empate a zero. O segundo deles foi marcado por infelicidade de um defesa nosso, Mathieu, mesmo ao cair do pano. E talvez a história do jogo tivesse sido diferente com menos inovações de Jorge Jesus no habitual onze titular: Acuña rendeu Coentrão na lateral esquerda fazendo o corredor inteiro, Ristovski entrou para o lugar de Gelson como médio-ala no flanco direito e «o inútil Alan Ruiz» (como lhe chamei aqui) ultrapassou Bas Dost na equipa inicial. Mexidas que não funcionaram, como era de presumir.

 

Também no rescaldo imediato deste jogo em Barcelona, o JPT fez um balanço mais detalhado da nossa participação na Champions, sublinhando isto: «Para melhorar é preciso continuar nesta senda. Para melhorar na Europa é preciso fazer pontos no ranking da Europa, para evitar grupos tão ingratos como este. Mas para melhorar em absoluto é preciso manter esta equipa - dirigentes, treinador(es) - e um plantel condigno. As condições para isso são óbvias: é preciso um campeonato (pelo menos). Pois só isso acalmará as quezílias internas e a óbvia tendencial autofagia das nossas lideranças. Ganhar o campeonato é o degrau para continuar este crescimento, que tão bons frutos está a ter.»

Faz hoje um ano

 

Ainda no rescaldo da nossa vitória caseira frente aos azuis de Belém, que nos impulsionou para o topo da classificação na Liga 2017/2018, o Pedro Boucherie Mendes deixou aqui uma confissão, faz hoje um ano: «O nosso jogo com o Belenenses foi um teste ao meu batimento cardíaco. Não acho que se deva dramatizar, mas Adrien faz mais falta no meio-campo do que julgava e Bas Dost precisa de companhia mais sólida (à la Teo “irritante” Gutierrez). Temos grande guarda-redes e uma muito boa defesa, mas estamos demasiado dependentes de Gelson e vulneráveis à fragilidade do banco. Entendo, subscrevo e assino por baixo as palavras do nosso presidente. É bater a bola baixa e ver se chegamos ao final em primeiro, nem que seja ganhando meio a zero. Vai ser ser muito muito complicado, mas é possível.»

Nesse dia 4 de Dezembro de 2017, deixou também aqui um vaticinio: «Depois do que se passou neste fim de semana, considero o Benfica o principal candidato ao título. Está na corrida a 100%, tem mais soluções, está fora da Europa, vai reforçar-se e tem o revestimento de tetra campeão que lhe dá uma ponderação que aos outros foge. Rui Vitória parece uma espécie de Captain Obvious que caiu no caldeirão da sorte quando era garoto, mas por vezes é mesmo isso que se precisa.»

Faz hoje um ano

 

Seguíamos na frente do campeonato, com os mesmos pontos dos portistas, após a vitória em casa frente ao Belenenses e o empate a zero entre os nossos principais rivais. Na habitual ronda de palpites deste blogue, entretanto, ninguém acertou no resultado: uma magra vitória por 1-0. «Felizmente para nós, os triunfos tangenciais, como este da passada sexta-feira, garantem-nos os mesmos pontos que uma goleada. E assim lá estamos nós, sem depender de terceiros, de regresso ao topo da classificação do campeonato. Onde queremos ficar até ao fim», assinalei a 3 de Dezembro de 2017.

Faz hoje um ano

 

Rescaldo da magra vitória em casa, na véspera, frente ao Belenenses. Que, apesar de escassa (1-0, com Bas Dost a marcar de penálti), foi quanto bastou para nos impulsionar ao topo da classificação no campeonato - em parceria com o FC Porto, que empatara em casa (0-0) com o Benfica.

 

Destaque meu, nesse dia 2 de Dezembro de 2017: «O melhor, para mim, jogou atrás. Foi Coates, irrepreensível a defender e com capacidade de lançar a equipa para a frente. Ele, sem dúvida, queria ter vencido por margem mais dilatada. Ele, sem dúvida, fez tudo para valorizar o espectáculo.»

Destaque do Pedro Azevedo: «Sobressaiu Coates: o Ministro da Defesa, além de ter bloqueado todas as tentativas de invasão do espaço defensivo leonino pelas forças de Domingos, ainda encontrou tempo e vigor para duas arrancadas até à trincheira azul, uma em cada parte, semeando o pânico no último reduto belenense. O uruguaio foi muito bem coadjuvado pelo seu Secretário de Estado, o gaulês Mathieu, complemento ideal na dissuasão da ofensiva adversária.»

 

Tinha sido um fim de semana em cheio: conquistámos sete pontos. Três em Alvalade e quatro no Dragão. Toda a esperança permanecia intacta.

Faz hoje um ano

 

Veio a 13.ª jornada do campeonato e vencemos. Em casa, contra o Belenenses, por apenas 1-0. Mas conseguimos os três pontos que nos mantinham à tona na classificação, em igualdade pontual com o FCP, que no mesmo dia empatou em casa (0-0) com o Benfica. Marcador do nosso golo solitário: o inevitável Bas Dost, de grande penalidade. Foi o décimo do holandês na Liga 2017/2018.

Coates e Mathieu destacaram-se na muralha defensiva leonina. Mas a nossa exibição no segundo tempo roçou a mediocridade, o que decepcionou muitos dos 46.881 espectadores que acorreram a Alvalade em dia feriado e entoaram o hino nacional antes da partida. Bruno Fernandes foi uma nulidade, Bryan Ruiz - que voltava a pisar o nosso relvado seis meses depois - passou ao lado do jogo e Acuña, vindo de lesão, esteve muito abaixo do nível a que nos habituara.

Nada disso, no entanto, justificava os sonoros assobios que se fizeram ouvir no estádio, dirigidos aos jogadores. «Compreendo a irritação, mas não havia necessidade. E alguns dos mais assobiados, como Piccini e William Carvalho, não mereciam isto», escrevi aqui a 1 de Dezembro de 2017. Típica atitude do "tribunal" leonino: nem o facto de irmos na frente contribuía para alegrar as hostes.

Faz hoje um ano

 

Vinha aí a 13.ª jornada do campeonato: recebíamos o Belenenses no dia seguinte. «Oxalá nos traga sorte», antecipei aqui a 30 de Novembro de 2017

Há um ano exacto, mantinha-se o optimismo nas hostes leoninas. «Todos nós acreditamos que o Sporting vai ser campeão. Vamos em segundo, mas colados ao líder: o Porto está a dois, voltamos a depender apenas de nós.» Palavras minhas, exprimindo um sentimento então generalizado entre os adeptos do Sporting.

Faz hoje um ano

 

A Direcção do Sporting era condenada, em tribunal, a pagar mais de 300 mil euros a Maurício do Vale, que trabalhou durante quase 20 anos no departamento de relações públicas de Alvalade. O que levou o António de Almeida a escrever aqui, em 29 de Novembro de 2017: «Não gosto de ver relações profissionais terminarem nos tribunais. Nem o valor em causa é tão elevado ao ponto de justificar a não existência de acordo entre as partes envolvidas. Aqui chegados mais vale pagar de uma vez e enterrar o assunto. Já no caso Doyen a litigância desnecessária acabou por sair cara ao nosso Sporting. Rasgar contratos, não cumprir acordos está no ADN de outros emblemas, não do nosso que sempre foi diferente. Costumo dizer que ser do Sporting está para além de mera fé clubística, também é uma forma de estar na vida. Viva o Sporting.»

Faz hoje um ano

 

Há um ano, o Pedro Boucherie Mendes apontava o Benfica como principal candidato à conquista do título de campeão nacional de futebol. E justificava assim o seu palpite: «No futebol a que chegamos hoje, cheio de competições e selecções, os encarnados têm de longe mais soluções em todos os lugares, incluíndo jovens da B que podem subir se for preciso.» Acrescentando, de qualquer modo, com uma pitada de optimismo: «Se não houvesse VAR já estaríamos provavelmente na conversa do p'rò ano é que é.»

Estavam cumpridas 12 jornadas nesse dia 28 de Novembro de 2017. E mais dez jogos leoninos nessa temporada: sete para a Liga dos Campeões, dois para a Taça de Portugal e um para a Taça da Liga.

O melhor marcador da nossa equipa era o inevitável Bas Dost: já tinha 13 na sua conta pessoal.

Faz hoje um ano

 

Rescaldo do Paços de Ferreira-Sporting (1-2), disputado na véspera. Nesse dia 27 de Novembro de 2017, digeríamos o magro triunfo alcançado para o campeonato.

 

«O Sporting teve uma grande vitória, mais especial quando olhamos para o calendário da próxima ronda, mas é desnecessário terminar os jogos assim. É uma sina. O Sporting a vencer por 2 ou 3 golos acaba sempre com um golo manhoso sofrido entre os 80/85, e a sofrer até ao apito final. Às vezes, a coisa acaba mesmo por correr mal. Braga, na penúltima jornada, é um exemplo. Não sei se estas coisas se treinam, mas se há realidade a mudar é esta», escreveu o Alexandre Poço.

 

«Um jogo do Sporting não seria a mesma coisa se Jorge Jesus não realizasse uma substituição, a equipa caísse vertiginosamente e, em consequência, os adeptos fizessem fila para uma visita ao psicólogo. Menos mal, porque na capital do móvel os divãs devem ser mais em conta...», escreveu o Pedro Azevedo.

 

«Esta coisa da reintegração do Bryan Ruiz deixa-me em pânico. Das duas uma: ou é para expulsar a malapata de há dois anos ou é para o homem continuar a funcionar como boneca de vudu. Nem sei o que faço se perdemos o campeonato outra vez por causa dele. Também não sei o que faço se o ganharmos por causa dele», escreveu o Luciano Amaral.

 

Faz hoje um ano

 

Fomos a Paços de Ferreira - campo bem difícil - e viemos de lá com uma vitória suada, por 2-1, para o campeonato.

Com golos de Battaglia (que se estreava a marcar de verde e branco) e Gelson Martins - de longe o melhor em campo. «Culminou a sua actuação com um grande golo, aos 75': recebeu bem a bola no centro da área, fez uma magnífica rotação para se libertar de marcação e disparou para a baliza. Foi o seu quarto golo nesta Liga - um golo decisivo, que nos valeu os três pontos», anotei aqui em cima do acontecimento, nesse dia 26 de Novembro de 2017.

O nosso ataque mostrou grande eficácia: em quatro remates, dois para o fundo das redes. Aos 75', após seis meses de inexplicável ausência, Bryan Ruiz voltava a actuar pelo Sporting numa partida em que também Mathieu justificou destaque. Nas minhas pontuações, só ele e Gelson mereceram nota 8.

Isto numa jornada em que o líder, FC Porto, empatava em casa do Aves. Seguíamos em segundo, separados apenas por dois pontos, o que nos alimentava a esperança de disputarmos o título de campeões nacionais de futebol.

Faz hoje um ano

 

A participação dos leitores foi sempre fundamental no És a Nossa Fé. Não há dia nenhum sem que aqui escrevam, não apenas nas caixas de comentários mas no próprio espaço principal do blogue. Vários leitores têm até passado para o lado de cá, tornando-se autores. O mais recente, recém-estreado, é Luís Lisboa, que como comentador assinava SportingSempre.

 

25 de Novembro de 2017, um dos nossos leitores, A. Coelho, via aqui o seu comentário destacado. Com este trecho, que um ano depois continua pertinente e oportuno: «É importante que não nos esqueçamos de Peyroteo e Travassos, nem de Livramento e de Joaquim Agostinho ou dos irmãos Castro. Nem das equipas de básquete e andebol na presidência de João Rocha. Para quando uma homenagem a Armando Aldegalega?»

Faz hoje um ano

 

Bruno de Carvalho continuava inseparável do Facebook. O que levou o João Távora, faz hoje um ano, a escrever estas linhas: «Ao visitar o seu perfil no Facebook por vezes dá ideia de que o presidente Bruno de Carvalho foi vítima de facejacking por parte de um qualquer grunho lampião para o deixar ficar mal e prejudicar a imagem do Sporting. Por prudência mais valia apagar definitivamente a conta.»

 

Se o presidente nos merecia atenção, inevitavelmente, também íamos acompanhando com interesse a evolução dos jogadores. Como neste texto do Duarte Fonseca, também aqui publicado a 24 de Novembro de 2017, com um repto vibrante a Nani:

«Anda daí! Para nos ajudares a vencer o campeonato! Para ires ao Mundial! Para voltares a ser feliz! Para mostrares ao mundo o craque que és! Por estas e outras razões acredito que é possível, em Janeiro, trazer Nani. Não duvidem que, com ele, a probabilidade de vencer o campeonato seria substancialmente maior.»

Não foi em Janeiro, mas aconteceu no Verão. Lá o temos hoje de volta, para nossa alegria.

{ Blog fundado em 2012. }

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