Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

És a nossa Fé!

Achtung Baby

Na época da graça de 2013/2014, depois de uma entrada de leão, o artilheiro-mor leonino, Fredy Montero, iniciou uma agonizante travessia do deserto, isto é, uma prolongada seca de golos. O início desse período coincidiu com o nascimento da sua filha.

Colega de trabalho, leão dos sete costados, pai de 3 filhos, num dos nossos inúmeros concílios sobre o estado do leão, avançava o seu veredicto: a crise de confiança de Montero com os golos deve-se à falta de sono, própria de quem acaba de ser pai e que, inevitavelmente, acaba por ter reflexo no resto.

Na altura achei um tanto ou quanto estapafúrdia a tese, mas anos depois, tendo eu próprio estreado nessas lides da parentalidade, acabei por entender, e muito bem, o que queria dizer o meu colega.

Ora, tudo isto serve para chegar ao seguinte ponto: Bas Dost, nosso artilheiro-mor, também se estreou há poucos meses no papel de "pai" e, curiosamente, vive nesta altura a pior fase da sua carreira.

Não deixa de ser sintomático que as crises de golo de Montero e Bas Dost ocorram, precisamente, pouco tempo depois de terem sido pais.

Se acham que esta possível explicação para o divórcio de Bas Dost com os golos é absurda, sugiro-vos então reverem o Alta Definição que teve como convidado Jorge Jesus, em que o então ainda treinador do Sporting abordava essa questão, nomeadamente, dizendo que o jogador precisa de descansar muito bem para os treinos e que o cuidado dos filhos bebés ou ainda muito pequenos tem de ser deixado para a mulher ou família. 

Vale o que vale, mas esta tese não deixa de dar que pensar...

Do vício de ir ao estádio. Golos precisam-se.

Esta época já estive apreensiva, esperançosa, animada qb com os infelizmente breves momentos de keizerball, apreensiva novamente, para voltar a estar mais triste que outra coisa qualquer. No estádio tudo foi triste na quinta, tudo.

Mesmo assim, amanhã não saberia estar noutro lado à hora do jogo. Não faz de mim mais nem menos que os outros, tenho o lugar pago e sei que estaria com o sentido no jogo estivesse onde estivesse. Não consigo não estar, nem quero. 

Sei que o futsal hoje já ganhou, fico contente, quero o Sporting sempre a ganhar. Por vezes vou ao pavilhão ver outra rapaziada das modalidades e admito que é muito diferente e mais feliz. Sente-se no público também. Mas é o futebol que me dói e vicia. Cada um vive o clube como vive.

Queria poder dizer lá para dentro - não me ouviriam, já sei - o que é para nós o clube, o jogo, o estádio, o verde às riscas. O leão rampante. Que não nos impressionam a nós que já vimos tantos outros por ali passarem, mas que são os nossos e é com eles que contamos e com quem queremos estar num só objectivo. Que sabemos reconhcer a raça, a eficácia, gostamos de ver bom futebol e é isso que esperamos época após época. O que é celebrar um golo do Sporting, que percebessem o que é um golo do Sporting para nós. Alguns o entenderão, quero acreditar que quase todos. Não tem a ver com profissionalismos e essa conversa formatada que se faz, isso já sabemos de cor nós também. É tudo muito diferente de há vinte anos, do jogo ao público, mas alguma coisa tem de passar para o lado de lá. 

Sou uma pessoa calada por natureza, vejo jogos quieta no meu lugar. Mas um golo faz-me levantar, gritar, aplaudir e urrar sem sequer pensar no assunto (tanto que celebrei efusivamente o belo golo de Raphinha, depois anulado, frente ao Moreirense. Mas enquanto não o foi, vibrei bastante). 

São golos que vos pedimos. 

2018 em balanço (9)

 

 

GOLO DO ANO

Felizmente não podemos queixar-nos da falta de muitos e bons golos em 2018. De tal maneira que o mais difícil é escolher só um. O meu critério foi seleccionar não apenas um golo bonito ou até magistral, mas que resultasse do esforço colectivo, da nossa organização ofensiva, desta imensa vontade de vencer que o Sporting de Frederico Varandas transporta consigo, sobretudo desde a contratação de Marcel Keizer.

Poderia ter elegido grandes golos de Bruno Fernandes e Nani, aliás já representados nesta antologia anual do És a Nossa Fé. Mas decidi seleccionar o golaço de Jovane que confirmou a nossa vitória por 3-1 contra o Rio Ave, a 3 de Dezembro, no estádio dos Arcos - um dos mais difíceis da Liga portuguesa, como bem sabemos. De tal modo que não ganhávamos lá desde 2004 por dois de diferença.

Escolhi este golo também porque 2018 foi o ano de Jovane, júnior da formação de Alcochete promovido ao primeiro escalão e estreado na equipa principal do Sporting, para o campeonato, durante o curto período em que José Peseiro comandou o plantel leonino. Keizer tem reiterado esta aposta, traduzida em resultados: Jovane continua a funcionar como uma espécie de talismã. Quando entra, geralmente a sorte vira-se a nosso favor.

Foi, uma vez mais, o que aconteceu aqui. O jovem caboverdiano entrou aos 69' e três minutos volvidos já estava a marcar este belíssimo golo, que vale a pena ver e rever. Corolário de uma jogada de insistência do onze leonino, inicialmente conduzida por Nani na ponta esquerda. A bola sobrou para Bruno Fernandes, autêntica inteligência em movimento, que numa fracção de segundo resistiu à tentação do remate, percebendo que o colega à direita estava solto de marcação, endossando-lhe a bola. Mal a recebeu, Jovane desferiu um potente remate com o pé esquerdo, sem tomar balanço, conduzindo a redondinha ao canto superior mais distante da baliza do Rio Ave: nenhuma guarda-redes seria capaz de travá-la.

Fez-nos vibrar de alegria. Com golos destes, o céu é o limite. Tudo se torna possível neste Sporting 2018/2019.

 

 

Golo do ano em 2012: Xandão, contra o Manchester City

 Golo do ano em 2013: Montero, contra a Fiorentina

Golo do ano em 2014: Nani, contra o Maribor

Golo do ano em 2015: Slimani, na final da Taça de Portugal

Golo do ano em 2016: Bruno César, contra o Real Madrid

Golo do ano em 2017: Bruno Fernandes, contra o V. Guimarães

Soma e segue

img_818x455$2018_06_27_23_34_25_752207[1].jpg

 

 

Bas Dost leva 83 golos de Leão ao peito.

Na primeira época ao serviço do Sporting, em 2016/2017, marcou 36. Na temporada seguinte, 34. Esta época já contabiliza 13. Dá sorte, não azar.

Um dos melhores avançados de sempre na história do nosso clube.

 

ADENDA: com mais dois golos marcados hoje, ao Rio Ave, já vai em 15 nesta época. 85 no total.

Já cheira! – parte 2

Aproveitando a dica do André Fernandes Nobre, recordo Liedson neste texto (Correio Verde) do João Caetano Dias.

 

“Estava o resultado em 1-2, a favor dos leões, quando aconteceu o momento do jogo. Num rápido contra-ataque Liedson apareceu isolado em frente a Moretto, contorna-o e faz o 3-1 final.

Há jogadas de combinação magníficas, remates imparáveis, toques de génio, jogadas individuais que nunca se esquecem. Há golos que resolvem desafios, golos que nos fazem avançar em eliminatórias, golos que esvaziam a ansiedade e a adrenalina acumulada. Este golo de Liedson não tem nada disso. É apenas um bom golo, mas o que o faz especial passa-se atrás da baliza.

Nos painéis luminosos que circundam o rectângulo de jogo há publicidade dinâmica. Os CTT publicitam um novo produto. No momento em que Liedson contorna Moretto pode ler-se nos painéis "É só enviar". Liedson envia. E assim que a bola entra na baliza, no preciso momento em que cruza a linha de golo, o texto nos painéis muda para "Correio Verde". Melhor, só por encomenda.

(…)

No vídeo, a entrega de Liedson começa aos 3:05.”

 

 

Balanço (31)

Golos marcados pelos jogadores do Sporting na Liga 2017/18:

 

Bas Dost: 27

(V. Setúbal, V. Guimarães, V. Guimarães, Feirense, Chaves, Chaves, Chaves, Rio Ave, Braga, Belenenses, Boavista, Boavista, Portimonense, Marítimo, Marítimo, Marítimo, Aves, Aves, Aves, Tondela, Chaves, Chaves, Rio Ave, Paços de Ferreira, Belenenses, Boavista, Marítimo)

Bruno Fernandes: 11

(V. Guimarães, V. Guimarães, Estoril, Feirense, Tondela, Braga, Portimonense, V. Setúbal, Belenenses, Portimonense, Portimonense)

Gelson Martins: 8

(Aves, Aves, Estoril, Paços de Ferreira, Benfica, Moreirense, Rio Ave, Belenenses)

Acuña: 4

(Chaves, Chaves, Marítimo, Belenenses)

Mathieu: 2

(Tondela, V.Guimarães)

Coates: 2

(Feirense, Tondela)

Bryan Ruiz: 2

(Marítimo, Paços de Ferreira)

Adrien: 1

(V. Guimarães)

Battaglia: 1

(Paços de Ferreira)

Fábio Coentrão: 1

(Boavista)

William Carvalho: 1

(Feirense)

Montero: 1

(Feirense)

Rafael Leão: 1

(FC Porto)

 

Na época 2014/15, os melhores marcadores foram Slimani, Montero e Adrien.

Na época 2015/16, os melhores marcadores foram Slimani, Teo Gutiérrez, Adrien e Bryan Ruiz.

Na época 2016/17, os melhores marcadores foram Bas Dost, Alan Ruiz e Gelson Martins.

Balanço (30)

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - V 

 

Mathieu, no Sporting-V. Guimarães

(31 de Janeiro de 2018)

 

William, com visão de jogo, encaminha a bola para a corrida de Acuña, que num lance de extremo clássico a centra para a área vimaranense, onde Mathieu lhe dá o melhor destino em semi-rotação, ao primeiro toque com o pé canhoto, sem a deixar poisar na relva.

Balanço (28)

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - III

 

Gelson Martins, no Sporting-Rio Ave

(18 de Março de 2018)

 

Bruno Fernandes, em corrida pela ala direita, centra para a grande área procurando Bas Dost. O holandês opta por um passe de calcanhar em direcção a Gelson. Este recebe, temporiza, contorna a marcação directa com um excelente drible e procura o ângulo exacto para o remate, perante a impotência de três defesas adversários, além do guardião. 

Balanço (27)

  

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - II

 

Rafael Leão, no FC Porto-Sporting 

(2 de Março de 2018)

 

William Carvalho recupera a bola junto à linha do meio-campo, endossa-a a Bryan Ruiz, que desenha todo o lance de ataque: progride no terreno e abre uma espectacular linha de passe muito bem aproveitada por Rafael Leão, que sempre em corrida, antecipando-se em velocidade à marcação de Dalot, cruza com êxito para a baliza de Casillas.

Hoje giro eu - Não ter golo

O Sporting entra na última jornada do campeonato nacional com 62 golos marcados, menos 12 que o Braga, 17 que o Benfica e 19 que o Porto. Em termos de golos sofridos, a equipa leonina consentiu 22, os mesmos que o Benfica e mais 4 que o Porto. Já agora, o Braga só consentiu mais 6 do que nós pelo que o seu "goal-average" é melhor (!) do que o nosso.

 

Como está bom de ver, o nosso problema tem sido a criação de oportunidades de golo bem como a sua concretização. Sabendo-se que Bas Dost tem o melhor rácio da Liga na proporção golo/remate e que Bruno Fernandes e Gelson têm números interessantes, como se explica isto? Tenho uma teoria.

 

Optando Jorge Jesus muitas vezes por um sistema de 4-4-2, seria obrigatório que o jogador posicionado nas costas de Dost marcasse um bom número de golos. Bruno Fernandes, jogando como terceiro médio ou segundo avançado, fê-lo, o problema é que houve muitos jogos em que JJ optou por colocar Alan Ruiz, Podence, Ruben Ribeiro ou até Bryan Ruiz nessa posição. No conjunto da época, considerando todas as competições, os Ruizes marcaram em conjunto 3 golos e Podence e Ribeiro nunca fizeram "abanar o véu da noiva". Curiosamente, alguns destes jogos coincidiram com uma inesperada perda de pontos. Foi assim em Moreira de Cónegos, um campo para homens de barba rija onde Alan entrou de saltos altos, ou em Setúbal, onde o ex-vilacondense jogou atrás do holandês. Por outro lado, na ausência de Dost, os pontas-de-lança alternativos também não mostraram eficácia. Doumbia foi titular no Estoril e no Dragão, jogos em que o Sporting perdeu e o costa-marfinense ficou em branco. 

 

Perante este cenário, eis o que mudaria para a temporada 18/19: contratar um ponta-de-lança que seja, efectivamente, uma boa alternativa ao titular, de preferência sem tendência para engordar, algo que costuma acontecer com avançados "peitudos" que visitam muito o banco de suplentes. Ir ao mercado buscar um segundo avançado com golo e que não jogue apenas em pequenos espaços, capaz de desenhar umas hipérboles que desestabilizem as marcações adversárias, ao melhor estilo de um Teo mas com pelo menos dois neurónios na cabeça. Terminar com a invenção de Podence a segundo avançado, desviando-o para uma ala (esquerda, se Gelson ficar). Adaptar Acuña à lateral esquerda, pois não desequilibra no 1x1. Fazer evoluir o sistema de 3-5-2 (onde se retiraria o melhor de Acuña e de Ristovski, por exemplo), que a meu ver deveria ser utilizado em todos os jogos em Alvalade, com a possível - mas não obrigatória, veja-se o encontro com o Atlético de Madrid - excepção das partidas contra Benfica e Porto. A não sair ninguém, não mudaria mais nada para além do regresso obrigatório de Geraldes, Gauld, Mané, Domingos Duarte e Matheus (só com um T, não aquele que Bebeto andou a embalar no Mundial dos Estados Unidos) e a saída daqueles jogadores que ficaram aquém dos serviços mínimos, como Doumbia, Ruben Ribeiro, Bruno César (se é para jogar numa ala não serve) e, talvez, Petrovic (aos 30 anos estará a tirar o lugar ao jovem Palhinha) e Bryan Ruiz (poderia ir completar a sua Enciclopédia de Mil e Uma Maneiras de Falhar um Golo para outras paragens).

 

Em resumo, duas contratações apenas, cinco regressos e cinco saídas, com alguma oportunidade de venda de um dos nossos jogadores "top" a ser colmatada pela contratação de um jogador de idêntico perfil (exceptuando se for William a sair, pois temos Battaglia, Wendel, Palhinha e até Misic para essa posição), proveniente de um mercado emergente ou adjacente (mais barato). Estou certo de que assim, não só melhoraríamos o nosso desempenho desportivo como também as nossas Contas, nomeadamente a nível de Passivo (depois do encaixe de uma venda "top") e de Resultados Liquidos, estancando a enxurrada de jogadores que todos os anos chegam a Alvalade. 

 

#savingprivateryan

 

Os marcadores dos nossos golos na Liga

Bas Dost 26

Bruno Fernandes 11

Gelson Martins 8

Acuña 4

Mathieu 2

Coates 2

Bryan Ruiz 2

Adrien

Battaglia

Fábio Coentrão

William Carvalho

Montero

Rafael Leão

autogolo do Moreirense

 

«Vinte e dois anos depois, um médio do Sporting [Bruno Fernandes] ultrapassou os 15 golos numa só temporada [no conjunto das competições]. Pedro Barbosa, em 1996, em 33 jogos marcou 15 golos e foi o último médio a conseguir tal feito.»

Do jornal Record de ontem

Os marcadores dos nossos golos na Liga

Bas Dost 26

Bruno Fernandes 9

Gelson Martins 8

Acuña 4

Mathieu 2

Coates 2

Bryan Ruiz 2

Adrien

Battaglia

Fábio Coentrão

William Carvalho

Montero

Rafael Leão

autogolo do Moreirense

 

«Bas Dost continua a ser abono: holandês já deu 47 pontos aos leões, por quem soma 69 golos. Está apenas a três golos do registo da última época (36 golos), mantém a veia que sustenta o Sporting na I Liga e também mostra apetência para os penáltis.»

Do jornal o Jogo de anteontem

Os marcadores dos nossos golos na Liga

Bas Dost 25

Bruno Fernandes 9

Gelson Martins 8

Acuña 4

Mathieu 2

Coates 2

Bryan Ruiz 2

Adrien

Battaglia

Fábio Coentrão

William Carvalho

Montero

Rafael Leão

autogolo do Moreirense

 

«Bas Dost marcou ontem [domingo] o 32.º golo na época, 25.º na Liga, chegando mais uma vez a um número ao alcance de poucos. Em toda a história dos leões no campeonato, apenas mais cinco goleadores marcaram 25 ou mais golos em mais do que uma época: João Martins, Peyroteo, Yazalde, Jordão e Manuel Fernandes.»

Do jornal Record de ontem

Os marcadores dos nossos golos na Liga

Bas Dost 24

Bruno Fernandes 8

Gelson Martins 7

Acuña 3

Mathieu 2

Coates 2

Bryan Ruiz 2

Adrien

Battaglia

Fábio Coentrão

William Carvalho

Montero

Rafael Leão

autogolo do Moreirense

 

«São já nove jogos consecutivos na Liga sem sofrer golos em casa. O Sporting de Jorge Jesus tem o melhor registo desde a época 1985/86, quando Manuel José era o treinador dos leões.»

Do jornal Record de 9 de Abril

{ Blog fundado em 2012. }

Siga o blog por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D