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És a nossa Fé!

Quando o marcador é empresário

No passado jogo contra o Portimonense assistiu-se a um facto insólito. Francisco Trincão remata fora da área, a bola bate num defesa algarvio que desvia a trajectória para a sua baliza.

Ainda assim o golo foi atribuído ao avançado leonino. Até aqui tudo bem!

Na segunda parte Pedro Gonçalves remata de cabeça para a baliza do guarda-redes do Portimonense que desvia num defesa para dentro da baliza fazendo golo. Logo ali a Liga decidiu atribuir o golo ao defesa Pedrão, portanto auto-golo!

Ora para duas situações bem semelhantes, atribuições diferentes. Fiquei a pensar na coisa… Na realidade o que difere os dois jogadores é que são representados por empresários diferentes, sendo que um deles é um DDT no futebol. Põe e dispõe a seu bel-prazer no futebol luso. E fá-lo quase à descarada…

Teve de ser o jogador Pedro Gonçalves a solicitar à Liga (que vergonha para esta instituição) que lhe atribuíssem também o golo, já que no caso de Trincão (imaginem quem é o empresário deste jogador) o remate certeiro foi-lhe atribuído não obstante o desvio.

São nestas minudências que se percebe quão mal vai o nosso futebol. Para factos análogos decisões bem diferentes. Tudo para valorizar um determinado jogador.

Portanto em Portugal um empresário também marca golos!

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

Das alterações promovidas pelo treinador. Uma forçada, duas por opção técnica. Paulinho, lesionado, cedeu lugar a Edwards no onze titular. Neto foi central à direita, com St. Juste no banco, permitindo a Gonçalo Inácio alinhar à esquerda, sua posição natural. Ugarte foi o médio defensivo inicial, ficando Morita no banco. Três mudanças face ao onze titular que começou na jornada anterior, contra o Braga. Todas resultaram.

 

Da vitória clara contra o Rio Ave. Dir-se-ia que era o adversário ideal para esta nossa estreia nos jogos em casa da Liga 2022/2023. Não teria de ser assim: nos três jogos anteriores, para duas competições, a equipa de Vila do Conde agora regressada à principal divisão do futebol português tinha-nos imposto empates em Alvalade. Desta vez o enguiço quebrou-se. Com triunfo leonino por 3-0.

 

De Pedro Gonçalves. Errante na nossa frente de ataque, começando por integrar o tridente ofensivo pela esquerda, como mais gosta, voltou a ser crucial para nos render os três pontos. Com dois golos: o primeiro à ponta-de-lança clássico, encostando em posição frontal para desfazer o nulo que se mantinha aos 36'; o segundo após tabelinha de luxo com Trincão fixando o resultado aos 75' num toque de classe à mercê de poucos. E ainda mandou uma bola à barra, quatro minutos depois. O homem do jogo.

 

Do golão de Matheus Nunes. A partir dos 20 minutos, dada a dificuldade do Sporting em romper linhas perante a compacta muralha defensiva vilacondense, terá havido instruções expressas do treinador para recorrer aos remates de meia-distância. E assim aconteceu, pondo à prova a resistência adversária e a pontaria dos nossos jogadores. Nenhum tão brilhante como Matheus Nunes, que marcou o segundo - primeiro da sua conta pessoal nesta Liga - num espectacular tiro, absolutamente indefensável, que fez levantar o estádio aos 67'. Candidato desde já a um dos melhores golos do ano.

 

De Edwards. Começou na frente do ataque, como falso ponta-de-lança, mas cedo descaiu para as alas, em movimentos de ruptura, criando desequilíbrios. Em duas dessas situações assistiu para golo. Foi ele a desenhar o primeiro, em brilhante manobra da direita para o centro perto da linha final, limitando-se Pedro Gonçalves a encostar para as redes; foi ele a assistir Matheus, no flanco oposto, para o segundo. Só lhe faltou marcar também para ser o melhor em campo. Sério candidato a manter-se no onze titular.

 

De Trincão. Começa a ver-se aquele que foi o reforço mais sonante deste Sporting da nova temporada. De início algo inconsistente, preso às marcações. Mas foi-se soltando, evidenciando boa técnica individual, neste seu segundo jogo oficial de verde e branco. Aos 26', num pontapé cheio de colocação, desferiu um tiro à trave. E assistiu Pedro Gonçalves no terceiro, em combinação perfeita com o colega. Como se jogassem juntos há vários anos. Mereceu os aplausos escutados aos 80', quando foi substituído.

 

De Ugarte. Regressado de lesão que o impediu de integrar o lote inicial de jogadores na partida contra o Braga, recuperou o lugar no onze. E cumpriu a missão de que Rúben Amorim o investiu: fazer de Palhinha, como primeiro dos nossos defensores, embora uns metros mais à frente pois o Rio Ave fechou-se muito no seu reduto. Foi ele o primeiro a tentar romper a muralha adversária num pontapé de meia-distância, aos 21'. Aos 40', noutro remate, fez a bola rasar a trave. Campeão das recuperações: destacou-se neste domínio. Já amarelado, deu lugar a Morita aos 65'. Missão cumprida.

 

Do nosso domínio absoluto. Desta vez não nos limitámos a exibir "posse de bola": soubemos mesmo o que fazer com ela. Criando oportunidades em série que podiam até ter duplicado o número de golos. Enquanto o Rio Ave não dispôs sequer de uma situação concreta para marcar.

 

De termos mantido as redes imaculadas. Nem uma ameaça séria à nossa baliza: folha limpa após os três sofridos em Braga. Assim é que é.

 

Dos seis golos em dois jogos. Começamos bem neste domínio, revelando capacidade ofensiva superior à da época passada. Há que manter este registo, mesmo sem ponta-de-lança titular. Numa equipa que adoptou como lema «onde vai um, vão todos» a palavra de ordem passa a ser «se um marca, os outros marcam também». 

 

Da arbitragem de Manuel Mota. Com critério largo, sem interromper a partida por tudo e por nada no excelente relvado de Alvalade nem procurar ser ele o protagonista com recurso ao apito, permiitiu que os lances fluíssem. Foi ajudado pelos jogadores, há que reconhecer. O espectáculo saiu valorizado: poucas paragens, 62' de tempo útil de jogo - média muito superior ao habitual. Só assim nos aproximaremos dos melhores parâmetros do futebol europeu.

 

Da sentida homenagem inicial a Chalana. Exemplar desportivismo num estádio com 31.760 espectadores quando se honrou a memória do craque do Benfica - e da selecção nacional - há dias falecido.

 

Do aplauso do estádio a Esgaio. O lateral nazareno entrou aos 80', rendendo Porro. Ocasião apropriada para uma das notas desta noite amena em Alvalade: ovação vibrante ao jogador, que teve um deslize em Braga e foi injuriado pela matilha do costume nas redes ditas sociais. Estas palmas a um brioso jogador da nossa formação funcionaram também como expressiva vaia à tal matilha, letal ao Sporting.

 

 

Não gostei

 

Do resultado ao intervalo. Aquele 1-0 sabia a pouco. E não dava garantias suficientes de que a vitória tangencial pudesse ser mantida num lance fortuito do Rio Ave capaz de encaminhar a bola para a nossa baliza. Merecíamos mais face às oportunidades criadas. 

 

Dos 20 minutos iniciais. Demasiada troca inconsequente da bola, para o lado e para trás, enquanto os de Vila do Conde cortavam com eficácia as nossas linhas de passe. Era preciso romper aquele cerco. O primeiro a lançar o aviso foi Ugarte, de meia distância. Edwards seguiu-lhe o exemplo três minutos depois, aos 24'. Estava dado o mote para o que viria a ser uma vitória que até pareceu demasiado fácil. 

 

De St. Juste. Segundo jogo oficial, novamente relegado para o banco sem integrar o onze inicial. Desta vez, com Gonçalo bem encaixado como central à esquerda, Neto teve prioridade à direita. O holandês entrou só aos 72', claramente para ganhar minutos que possam compensar o facto de quase não ter feito pré-temporada por lesão. Está ainda longe da melhor forma, indiciando que também não será titular na próxima ronda, no Dragão.

Uma exibição espectacular

2022088108_141610.png

Futebol à inglesa, grande espectáculo, um fantástico jogo com seis golos, duas equipas em busca da vitória, blá, blá, blá; blá, blá, blá.

O parágrafo anterior era a propósito do Braga vs. Sporting, ninguém diz o óbvio, uma equipa procurou ganhar e os outros empataram-nos.

O Sporting era o carro que ia 110 km/h na faixa da direita, a procurar ultrapassar e o Braga ia, pachorrentamente, na mesma faixa, nem se desviava, nem se deixava ultrapassar.

Basta ver quem foi a equipa que procurou sempre a vantagem, que procurou sempre vencer, para percebermos quem foi a melhor equipa, ontem.

- Então, afinal não gostas de jogos com seis golos?

- Gosto. Quando são todos marcados pelo Sporting, tipo o Barcelona, ontem.

Balanço (31)

Golos marcados pelos jogadores do Sporting na Liga 2021/2022:

 

Sarabia: 21

(Besiktas, Besiktas, Tondela, Benfica, Boavista, Casa Pia, Santa Clara, Santa Clara, Benfica, Belenenses SAD, Famalicão, Estoril, FC Porto, V. Guimarães, Paços de Ferreira, Tondela, Tondela, Gil Vicente, Portimonense, Portimonense, Santa Clara)

Pedro Gonçalves: 15

(Braga, Vizela, Vizela, Braga, Besiktas, Besiktas, Paços de Ferreira, Varzim, Varzim, Borussia Dortmund Borussia Dortmund, Vizela, Braga, Estoril, Gil Vicente)

Paulinho: 14

(Vizela, Ajax, Besiktas, Besiktas, Tondela, Benfica, Portimonense, Portimonense, Portimonense, Belenenses SAD, Belenenses SAD, FC Porto, Moreirense, V. Guimarães)

Nuno Santos: 10

(FC Porto, Arouca, Belenenses, Famalicão, Ajax, Boavista, Gil Vicente, Leça, FC Porto, Paços de Ferreira)

Tabata: 6

(Ajax, Leça, Leça, Boavista, Portimonense, Santa Clara)

Coates: 5

(Besiktas, Besiktas, Moreirense, V. Guimarães, Casa Pia)

Gonçalo Inácio: 5

(Belenenses SAD, Paços de Ferreira, Gil Vicente, Benfica, Tondela)

Porro: 5

(Estoril, Marítimo, Borussia Dortmund, Belenenses SAD, Santa Clara)

Slimani: 4

(Marítimo, Arouca, Arouca, Moreirense)

Matheus Nunes: 4

(Arouca, Benfica, Leça, Boavista)

Palhinha: 3

(Belenenses SAD, Famalicão, Santa Clara)

Edwards: 3

(V. Guimarães, Gil Vicente, Santa Clara)

Jovane: 3

(Braga, Braga, Belenenses)

Tiago Tomás: 3

(Belenenses, Belenenses, Penafiel)

Daniel Bragança: 2

(Gil Vicente, Vizela)

Matheus Reis: 2

(Famalicão, Estoril)

Ugarte: 1

(Famalicão)

Abascal: 1

(defesa do Boavista, autogolo)

Lucas Cunha: 1

(defesa do Gil Vicente, autogolo)

 

Na época 2014/15, os melhores marcadores foram Slimani, Montero e Adrien.

Na época 2015/16, os melhores marcadores foram Slimani, Teo Gutiérrez, Adrien e Bryan Ruiz.

Na época 2016/17, os melhores marcadores foram Bas Dost, Alan Ruiz e Gelson Martins.

Na época 2017/18, os melhores marcadores foram Bas Dost, Bruno Fernandes e Gelson Martins.

Na época 2018/19, os melhores marcadores foram Bruno Fernandes, Bas Dost e Luiz Phellype.

Na época 2019/20, os melhores marcadores foram Bruno Fernandes, Luiz Phellype e Vietto.

Na época 2020/21, os melhores marcadores foram Pedro Gonçalves, Jovane e Nuno Santos.

Balanço (30)

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - V

Nuno Santos, no FCP-Sporting

(11 de Fevereiro de 2022)

 

Num dos jogos mais frustrantes da época, em que só não saímos vencedores graças à escandalosa arbitragem do senhor João Pinheiro, aplaudimos um dos nossos melhores golos da temporada. Sobretudo pela soberba jogada colectiva: 42 segundos de puro futebol, com a bola a transitar de baliza a baliza sempre ao primeiro toque, com toda a equipa envolvida (14 toques no total). O desfecho foi assim: Matheus Nunes coloca-a em Matheus Reis, que a leva a sobrevoar a área portista para Sarabia, atento ao segundo poste, cruzar recuado e ali surgir Nuno Santos a encostar sem contemplações. Tudo bem feito. 

Balanço (29)

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - IV

Sarabia, no Sporting-Estoril

(20 de Fevereiro de 2022)

 

O melhor jogador estrangeiro que jogou desde sempre por empréstimo de verde e branco assinou este fabuloso disparo que fez levantar o estádio, aos 81' da nossa recepção à turma estorilista. Algo só ao alcance de um futebolista muito evoluído tecnicamente, como é o internacional espanhol, melhor marcador leonino da época 2021/2022 - absurdamente excluído do Onze Ideal do campeonato português organizado pela Liga. Nódoa para a Liga, medalha para ele.

Balanço (28)

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - III

Paulinho, no Besiktas-Sporting

(19 de Outubro de 2021)

 

Foi uma das nossas melhores exibições no plano internacional dos últimos anos. Resultou em goleada na Turquia (1-4), para a Liga dos Campeões. E o resultado podia ter sido ainda mais dilatado: Paulinho, por exemplo, mandou duas bolas aos ferros, aos 67' e aos 72'. Mas não desperdiçou a terceira oportunidade, metendo-a lá dentro aos 89': um golão que selou o resultado.

Balanço (27)

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - II

Tabata, no Leça-Sporting

(11 de Janeiro de 2022)

 

Exibição de luxo do ex-internacional olímpico brasileiro neste desafio da Taça de Portugal, disputado a horas impróprias, em noite muito fria. Bruno Tabata marcou dois nesta goleada (0-4). O mais vistoso foi o primeiro, que aqui se reproduz, coroando da melhor maneira uma excelente jogada individual. Não restam dúvidas quanto ao requinte técnico deste futebolista, que merece ser mais aproveitado em Alvalade.

Balanço (26)

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - I

Edwards, no V. Guimarães-Sporting

(19 de Março de 2022)

 

No regresso pela primeira vez a um estádio onde já havia sido feliz, desta vez contra a sua antiga equipa, Marcus Edwards assina um daqueles golos dignos de levantar um estádio. Recebe fora da grande área a bola de Daniel Bragança e numa semi-rotação, com o seu pé menos bom (o direito), remata mais em jeito do que em força, em arco ao ângulo superior esquerdo da baliza, sem qualquer hipótese de defesa para o guardião vitoriano. Benze-se, mas não festeja. Era o seu primeiro golo pelo Sporting: vai recordá-lo para sempre.

O preço certo

202206283128_183931.png

Pedro Correia escreveu um postal sobre a importância de comprarmos um Peyroteo.

Com Peyroteo na equipa teríamos vencido o campeonato passado?

O FC Porto terminou com mais 13 golos que o Sporting (vamos esquecer os 7-0 ao Portimonense) facto.

Ao esmiuçarmos os jogos que o FC Porto e Sporting terminaram em superioridade numérica e os golos obtidos nesses jogos, constatamos que o FC Porto obteve 27 golos nessas condições e o Sporting 8.

Depois da goleada de pontos que já tinha sido referida no postal de 24 de Maio, a goleada obtida em vantagem numérica.

Podemos continuar a assobiar, cantando e rindo, podemos pensar que um Peyroteo é que fazia falta ou então podemos olhar para a realidade dos números e pensar que, provavelmente, as arbitragens foram determinantes na atribuição do título ao FC Porto.

Escolham o golo do ano

Todos os anos, no És a Nossa Fé, elejo os melhores golos da época futebolística. Desta vez conto com o vosso contributo, esperando que votem naquele que consideram o mais espectacular, o mais decisivo, o mais inesquecível.

Felizmente não faltam opções à escolha. Seleccionei sete, de entre outros possíveis, para que possam pronunciar-se. É isso que espero.

Podem optar por outro qualquer, se assim entenderem.

 

19 de Outubro de 2021. Golo de PAULINHO (Besiktas-Sporting):

 

11 de Janeiro de 2022. Golo de TABATA (Leça-Sporting):

 

2 de Fevereiro de 2022. Golo de PORRO (B-SAD-Sporting):

 

6 de Fevereiro de 2022. Golo de MATHEUS REIS (Sporting-Famalicão):

 

20 de Fevereiro de 2022. Golo de SARABIA (Sporting-Estoril):

 

2 de Março de 2022. Golo de SARABIA (Sporting-FC Porto):

 

19 de Março. Golo de EDWARDS (V. Guimarães-Sporting):

Há VAR e VAR, há golo e não validar

Já não comemoro golos em Alvalade. Desde que há o VAR aquilo que é a bola entrar na baliza adversária deixou de ter graça.

Dizem que o vídeo-árbitro veio para colocar mais verdade no futebol. Mas veio também para estragar a festa aos milhares de adeptos presentes no estádio.

Quantas vezes gritamos a plenos pulmões golo, para cinco minutos depois vir o VAR (desculpem-me este trocadilho!) dizer que o marcador estava em situação de fora de jogo por um… pelo de barba.

Percebo que o VAR possa ajudar os árbitros nas decisões mais controversas, mas retirou ao jogo aquela alegria e espontaneidade que era assaz fértil no futebol.

Ontem não foi excepção. Se não foi no golo foi na decisão da grande penalidade. Muitos minutos perdidos até que saia, por fim, um veredicto.

É tempo de o VAR actuar de uma forma mais célere e mais assertiva de maneira a não haver tantas perdas de tempo.

Para bem do futebol e do espectáculo!

Poder de fogo

O Sporting soma 59 golos marcados em 30 jogos de campeonato. Menos 16 do que o adversário de ontem e menos 20 do que o de quinta-feira, para outra competição. Esta diferença ajudará a explicar o ataque em falso ao bicampeonato? Bem sei que as goleadas valem os mesmos pontos do que os 1-0 mas...

Outra marca leonina

O Sporting é o clube com mais golos marcados por futebolistas portugueses neste campeonato 2021/2021.

Fica a lista, até ao momento, com os cinco mais - com claro domínio leonino:

Sporting - 28

SC Braga - 26

Estoril - 18

Benfica - 14

Vitória Guimarães - 11

 

O FC Porto só tem oito golos portugueses. O Boavista, em último, regista apenas um - marcado por Ilori.

 

Fonte: Canal 11

2021 em balanço (9)

 

GOLO DO ANO

Este não foi, seguramente, o golo que merece melhor nota artística nem o que resultou de uma das jogadas mais soberbas. Mas justifica-se que seja destacado como o nosso golo do ano que agora terminou. Porque graças a ele nos sagrámos campeões nacionais de futebol após um insuportável interregno que durou quase duas décadas.

Foi o golo da vitória do Sporting na 32.ª jornada da Liga 2020/2021. O que nos valeu a vitória decisiva, o que nos garantiu o título, o que nos fez explodir de alegria. Na recepção ao Boavista, a duas rondas do fim da prova. Um tiro certeiro disparado por Paulinho ao minuto 36 dessa partida do nosso contentamento.

Um golo que começa a ser construído por João Mário no meio-campo defensivo dos axadrezados: liberta-se de dois adversários e endossa a bola para Nuno Santos, que da esquerda cruza para a pequena área, onde o ponta-de-lança que Rúben Amorim tanto desejou ver de verde-e-branco lhe dá o toque decisivo para o fundo das redes.

A ver e a rever. Sempre. 

 

Vale a pena destacar três menções honrosas, todas para lembrar também:

- O golo de Porro no Boavista-Sporting a 26 de Janeiro (vencemos 2-0);

- O golo de Palhinha no Sporting-Paços de Ferreira, a 15 de Fevereiro (ganhámos 2-0);

- O golo de Plata no Sporting-Marítimo, a 19 de Maio (ganhámos 5-1).

 

 

Golo do ano em 2012: Xandão, contra o Manchester City

 Golo do ano em 2013: Montero, contra a Fiorentina

Golo do ano em 2014: Nani, contra o Maribor

Golo do ano em 2015: Slimani, na final da Taça de Portugal

Golo do ano em 2016: Bruno César, contra o Real Madrid

Golo do ano em 2017: Bruno Fernandes, contra o V. Guimarães

Golo do ano em 2018: Jovane, contra o Rio Ave

Golo do ano em 2019: Bruno Fernandes, contra o Benfica

Golo do ano em 2020: Nuno Mendes, contra o Portimonense

Foi só emPorrar... para os milhões!

O jogo entre Sporting e Borussia de Dortmund previa-se de grau de dificuldade elevada. Pelo resultado anterior (derrota da equipa leonina na Alemanha) e pela pressão dos euros da UEFA.

Os sportinguistas apareceram em grande número como se pode ver no pequeno filme que segue:

Depois aquele início de jogo com o meio campo leonino a ter dificuldade de manter a bola no pé resultado de um nervoso miudinho estranho e que passou paulatinamente para alguma plateia.

Finalmente vieram os golos e com isso equipa cresceu até ao intervalo,

A segunda parte mostrou uma turma alemã decidida a dar outro rumo ao jogo, mas aí o Sporting manteve-se competente a defender.

Até que aos 81 minutos num contra-ataque leonino o VAR indica grande penalidade sendo Pedro Gonçalves responsável para cobrar a falta. Não sei se foi mérito de um ou demérito de outro a verdade é que o guarda redes alemão travou o remate de Pote, para vir outro Pedro emPorrar com a cabeça para o véu da noiva fazendo o 3 a zero!

O filme supra não terá a melhor imagem, mas inclui tudo o resto!

Um golo que acabaria por ser muito importante carimbando o Sporting com ele o passaporte para os oitavos de final da competição.

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