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És a nossa Fé!

Jovane, o MVP do desconfinamento

Tive o prazer de assistir ao vivo a esta obra de arte de Jovane, há mais de um ano em Vila do Conde. 

Apesar de não ter sido uma aposta constante com Keizer e Silas, não parou de crescer. 

Neste desconfinamento do futebol, está a ser o nosso MVP (jogador mais valioso). Creio que mesmo da Liga.

Está em quase todos os golos do Sporting desde que o campeonato retomou. Ontem, esta nos 3 golos. 

Um jogador raçudo, sempre à procura da bola e a melhorar no momento da decisão. 

Venham mais golos destes Jovane. Muitos mais. 

Um genuíno momento de alegria

20200603_211426.jpg

 

Quatro minutos da segunda parte do Portimonense-Gil Vicente de ontem. Lucas Fernandes acaba de fazer um grande golo, num disparo em arco fora da área, carimbando a vitória tangencial da equipa algarvia. Num estádio despido de público em consequência das dúbias normas sanitárias emanadas do mesmo governo que já autorizou os portugueses a frequentar restaurantes, teatros, cinemas, salas de concerto e centros comerciais.

Acto contínuo, os colegas de equipa romperam o gelo, envolvendo Lucas em calorosos gestos de júbilo pelo golo, que lhes valeria os três pontos. Mandando assim às malvas as draconianas recomendações da Direcção-Geral da Saúde, entidade que assobia para o lado quando toca a encher voos comerciais enquanto ordena que as bancadas permaneçam vazias: «Nenhuma competição pode ocorrer com público no interior dos estádios até ao final da temporada.»  Mesmo naqueles - e são muitos - que já nem se lembram da última enchente registada.

Manda o código de conduta em vigor que se imponha o "distancimento social" (estúpida expressão) num jogo de futebol, desporto que vive do permanente contacto físico entre os protagonistas, em situações que vão da simples disputa da bola à marcação de livres ou cantos. E, claro, dos instantes que se sucedem aos golos - expoente máximo desta modalidade que apaixona o mundo.

 

Fizeram os jogadores do Portimonense muito bem. Ao contrário do que sucede na Alemanha, onde se recomenda expressamente aos profissionais do futebol que «evitem contactos com as mãos para comemorar os golos», devendo usar-se em alternativa os cotovelos ou os calcanhares. Coisa mais imbecil.

Foi um momento de genuína alegria numa partida amorfa e cinzenta que assinalou o controverso regresso às competições nesta era pandémica: um futebol "mascarado", sem emoção e sem público.

Chamar-lhe "25.ª jornada da Liga 2019/2020", que fora suspensa três meses atrás, é um embuste. Porque estamos, na prática, perante um futebol de pré-época. Num contexto tão diferente e tão cheio de condicionalismos específicos que só num exercício de profunda abstracção podemos estabelecer linhas de continuidade entre um período e outro.

 

No final do jogo, o treinador do Gil Vicente falou como de costume, sem papas na língua. Dizendo em voz alta o que quase toda a gente pensa mas evita exprimir: «Os clubes aceitaram tudo o que a DGS propôs para retomar o futebol, mas não o deveriam ter feito. Futebol sem público não é o futebol a que estamos habituados. Precisamos de público.»

Fez Vítor Oliveira muito bem.

O golo

 

O golo é o orgasmo do futebol. Como o orgasmo, o golo é cada vez menos frequente na vida moderna.

Há meio século, era raro um jogo acabar sem golos: Zero a zero, duas bocas abertas, dois bocejos. Agora, os onze jogadores passam o jogo agarrados à trave, dedicados a evitar os golos e sem tempo para os marcarem.

O entusiasmo que explode cada vez que a bala branca sacode a rede pode parecer mistério ou loucura, mas é preciso ter em conta que o milagre acontece poucas vezes. O golo, mesmo que seja um golinho, é sempre gooooooooooooooooooooolo na garganta dos locutores da rádio, um dó de peito capaz de deixar Caruso mudo para sempre, e a multidão delira e o estádio esquece-se de que é de cimento e desprende-se da terra e bobe no ar.

 

In.: GALEANO, Eduardo - Futebol ao sol e à sombra. 1ª ed. Lisboa : Antígona, 2019. p. 19

Um dos grandes golos da história do futebol

«A chilena ou pontapé de bicicleta

Ramós Unzaga inventou a jogada, no campo do porto chileno de Talchuano: com o corpo no ar, de costas para o chão as pernas disparavam a bola para trás, num vaivém repentino de lâminas de tesoura.

Mas esta acrobacia só se chamou chilena alguns anos depois, em 1927, quando o Colo-Colo foi à Europa e o avançado David Arellano a exibiu nos estádios de Espanha. Os jornalistas espanhóis festejaram o esplendor daquela cabriola desconhecida e baptizaram-na assim porque tinha vindo do Chile, como os morangos e a cuenca (n.r.: dança típica chilena).

Depois de vários golos acrobáticos, Arellano morreu nesse ano, no estádio do Valladolid, devido a um choque fatal com um defesa.»

In.: GALEANO, Eduardo - Futebol ao sol e à sombra. 1ª ed. Lisboa : Antígona, 2019. p. 70

2019 em balanço (9)

 

GOLO DO ANO

Apesar do nosso desencanto e da nossa frustração em parte do ano futebolístico, há que reconhecer: não faltaram excelentes golos de verde e branco em 2019. De tal maneira que desta vez tive alguma dificuldade na escolha. Podia ter seleccionado o de Pedro Mendes contra o PSV, na Holanda (19 de Setembro). O de Mathieu na recepção à mesma equipa, em Alvalade (28 de Novembro). O primeiro de Vietto na partida contra o Belenenses SAD (10 de Novembro). Ou, recuando alguns meses, o de Wendel contra o Feirense para os quartos da Taça de Portugal (16 de Janeiro).

Confesso que a escolha se deveu a diversos factores conjugados: ter ocorrido num dos nossos melhores jogos dos últimos meses, revelar irrepreensível execução técnica, culminar uma excelente demonstração de futebol colectivo e ter sido vital para a conquista do nosso mais saboroso troféu do ano.

Aconteceu em Alvalade a 3 de Abril, na segunda mão da meia-final da Taça de Portugal contra o Benfica. Um golaço de Bruno Fernandes que ajudou a desfazer o nó frente aos nossos mais velhos rivais, que nos haviam batido por 1-2 na primeira mão, a 6 de Fevereiro. O capitão leonino recebeu a bola na ponta direita, libertou-se de marcação pregando um defesa adversário no chão e serviu-se do pé esquerdo para um potente remate, sem defesa possível para o guardião encarnado, Svilar. Já tinha sido ele a marcar na Luz.

Era a nossa primeira vitória frente ao Benfica, em futebol profissional, desde Novembro de 2015. Seguíamos em frente na competição e acabámos por levantar o caneco no Jamor.

Sem este golo não teríamos chegado lá.

 

 

Golo do ano em 2012: Xandão, contra o Manchester City

 Golo do ano em 2013: Montero, contra a Fiorentina

Golo do ano em 2014: Nani, contra o Maribor

Golo do ano em 2015: Slimani, na final da Taça de Portugal

Golo do ano em 2016: Bruno César, contra o Real Madrid

Golo do ano em 2017: Bruno Fernandes, contra o V. Guimarães

Golo do ano em 2018: Jovane, contra o Rio Ave

Os melhores golos do Sporting (29) - A

Alda Teles na sua escolha sobre os melhores golos do Sporting, refere aqueles que Peyroteo marcou contra o Leça num jogo ocorrido a 22 de Fevereiro de 1942.

Lamenta-se o Pedro Correia, no comentário que deixou, «não haver registo filmado desses golos».

Numa ida a uma biblioteca pública lembrei-me de solicitar a leitura de um jornal da época para ver o que sobre esse jogo foi escrito. Deixo aqui a transcrição.

 

Para a Alda e para o Pedro.

 

"No Lumiar

Os «Leões» esmagaram o adversário e fizeram goals para todos os paladares: Sporting, 14 – Leça, 0.

 

O sacrifício dos clubes de menos valor, ante o Sporting, continuou ontem com o Leça… 14 goals sem resposta – e é tudo quanto haveria a dizer do desnível entre algumas equipas que concorrem à prova e, mais concretamente, da diferença entre o Sporting e os de Leça da Palmeira.

Peyroteo o magnífico avançado-centro da equipa nacional, fêz só por si nove «goals» - para todos os gostos. Refastelou-se com o 2.º, 3.º, 4.º, 6.º, 7.º, 8.º, 9.º, 12.º e 14.º ou seja, quatro no primeiro tempo e cinco no segundo.

Que dizer, repetimos, desta avalanche de «goals»?

É na verdade difícil segurar os avançados leoninos, a jogar em campo largo, com os recursos técnicos de que dispõem e poder de remate que supera de longe os de qualquer outra equipa. É difícil, na verdade. Mas é incontroverso que o volume dos resultados conseguidos pelo Sporting ante certas equipas só é possível porque êsses mesmos adversários estão longíssimo de poderem corresponder ao esfôrço que lhes exige um prova dura como é o Campeonato Nacional, e longíssimo, também, do valor necessário a tal emprêsa.

O Leça e está precisamente nestes casos. É possível que a equipa valha alguma coisa no pequeno campo que possue na linda vila que lhe dá o nome e que suba mais ainda quando o grupo dos seus adeptos a acarinhe e ampare. Mas – só isso. A jogar fora de casa, contra as equipas mais qualificadas, há-de sofrer resultados esmagadores ou, quando não os sofra, terá que levantar as mãos aos Céus…

Equipa atlèticamente bem constituída – talvez a mais forte depois da dos campeões – joga, contudo, o futebol embrionário que fêz as delícias da nossa gente há uns bons vinte anos.

Em tôda a tarde, a equipa não desenhou um ataque em forma, qure [sic] dizer, nem uma única vez conseguiu fazer perigar as rêdes de Azevedo. Pode até dizer-se, sem faltar à verdae, que o resultado seria igual se Azevedo lá não estivesse.

Claro – desta forma o Sporting não teve a mais ligeira preocupação. Para tudo ainda ser mais fácil, fêz o seu primeiro «goal» ao primeiro minuto e levou a mesma vida descansada e a fazer «goals» até ao último minuto de jôgo. Peyroteo, como dissemos, fêz nove dos catorze tentos. Soeiro, fêz dois (o 1.º e o 5.º); Daniel, de recarga, também molhou a sôpa (10.º); Canário, fêz outro o (11.º) e, finalmente o defesa Cardoso, à falta de outro trabalho que lhe exigisse, fêz o penúltimo da série.

O ataque sportinguista foi, como não podia deixar de ser, a formação mais em evidência no terreno. Ante um adversário temeroso do seu grande nome, os dianteiros leoninos embrulharam constantemente a defesa dos visitantes sem que fôsse necessário grandes pressas e grande esfôrço. Jogaram com tôda a naturalidade – e bem. Mourão e Cruz foram, a nosso ver, os melhores, logo seguidos de Canário. Peyroteo fêz nove «goals» - muito mais, portanto, do que era sua obrigação.

Os médios acompanharam de perto o ataque e deram jôgo jogável, constantemente. Daniel vai-se afirmando dia a dia o jogador que a equipa precisava. Paciência e Marques, bem.

Os defesas e Azevedo – descansaram.

O Leça foi inferior – talvez, mesmo inferior a si próprio. Jaguaré, na balisa [sic], foi impontente para evitar a mais severa derrota que o grupo terá obtido até hoje.

Os restantes nada fizeram que mereça referência.

 

Os «teams» alinharam:

Sporting: Azevedo; Rui e Cardoso; Paciência, Daniel e Marques; Mourão, Soeiro, Peyroteo, Canário e Cruz.

Leça: Jaguaré; Godinho e Waldemar; Juca, Elísio e Rocha Lino; Chelas, Nini, Lúcio, Quecas e Joaquim.

Arbitrou o sr. Palma Soeiro – com pouca felicidade.”

 

In. STADIUM, n.º 513, 23 de Fevereiro de 1942. p. 5.

 

--

 

Ilustra esta peça jornalística uma fotografia com a seguinte legenda: “SPORTING – LEÇA – Mais um «goal» do Sporting, o 6.º, obtido por Peyroteo sôbre passe de Cruz…”

Nesta foto podemos observar um jogador do Leça em plano de fundo vestido «à Sporting» enquanto Peyroteo, sendo a foto - naturalmente - a preto e branco, aparece com um camisola em tons de cinza - presumo verde, calções e meias pretas.

Rescaldo do jogo de hoje

Portimonense - Sporting[1].jpg

 

 

Gostei

 

 

Do triunfo indiscutível do Sporting esta tarde em Portimão. Vitória concludente da nossa equipa num estádio sempre difícil. Vencemos a turma da casa por 3-1, com dois golos de Raphinha e um de Luiz Phellype - ambos em estreia a rematar com êxito às redes adversárias nesta Liga 2019/2020. Sem discussão, foi até agora a melhor exibição leonina nesta temporada.

 

Do excelente arranque leonino. A partida não podia ter começado melhor para as nossas cores. Aos 5' já vencíamos por 2-0 em consequência do dinâmico futebol de ataque desenvolvido pelo Sporting, claramente apostado em sair de Portimão com os três pontos. Chegou a pairar a sensação de que poderia registar-se uma goleada. Embora a equipa da casa tenha conseguido gerar equilíbrios no centro do terreno por volta da meia hora, a verdade é que praticamente teve escassas hipóteses de marcar. E só conseguiu marcar de penálti, aos 9'.

 

De Raphinha. Voto nele como o melhor em campo. Por ter bisado, desde logo, sendo a partir de agora o marcador mais destacado da nossa equipa. Mas sobretudo pela qualidade dos golos que marcou. Merece especial destaque o primeiro, com um remate muito forte desferido do bico da área, em arco, sem defesa possível para o guardião adversário. O segundo também justifica aplauso, pela impecável recepção a um passe longo de Bruno Fernandes, metendo-a lá dentro sem a deixar bater no chão - ainda por cima com o seu pior pé, que é o direito. Participou sem egoísmo no processo defensivo e podia ter marcado um terceiro golo ao isolar-se após soberbo passe de Vietto, aos 88', mas permitiu a intervenção do guarda-redes.

 

De Vietto. Exibição muito positiva do argentino contratado este Verão. Alternou com Bruno Fernandes entre a ala esquerda e o corredor central do nosso ataque, tendo ambos rubricado algumas das jogadas mais vistosas do desafio. O ex-Atlético de Madrid mostrou qualidades na leitura de jogo e na precisão de passe, com bom domínio de bola. Participou na construção dos três golos. E destacou-se a desenhar lances ofensivos para Bruno Fernandes (37' e 40') e Raphinha (88').

 

De Bruno Fernandes. Não tem apenas mérito individual: é também um caso muito sério enquanto jogador de equipa, como ficou demonstrado aos 5' quando, sem oposição na grande área, podia ter marcado mas preferiu oferecer o golo a Luiz Phellype, que se limitou a encostar o pé esquerdo, empurrando a bola para a baliza. Já tinha sido dele a assistência para o golo de Raphinha. E quase marcou, ele também, num "chapéu" aos 37' salvo in extremis por um defesa, com o guarda-redes já batido.

 

De Thierry. Boa exibição do jovem lateral direito, que confirmou a sua vocação para o futebol de ataque sem comprometer na dinâmica defensiva. Foi à frente cruzar bem. Destacou-se a lançar Bruno Fernandes aos 19'. Está a lutar pela titularidade na equipa principal após ter sido campeão europeu sub-17 e sub-19. Merece que o técnico continue a apostar nele.

 

Da ausência de Diaby. Não fez falta nenhuma.

 

Da nossa vingança. No campeonato 2018/2019 saímos derrotados de Portimão, por 2-4 - um desfecho que apressou a saída do treinador José Peseiro. É verdade que o Portimonense já não conta com o seu protagonista dessa partida, Nakajima, entretanto transferido para o FC Porto. Mas a desforra concretizou-se. E soube muito bem.

 

Do excelente relvado. Os bons espectáculos de futebol dependem em larga medida das condições proporcionadas pelos clubes aos profissionais deste desporto que apaixona multidões. O emblema de Portimão merece parabéns pela qualidade do seu tapete verde, que valorizou a circulação da bola e o desempenho dos jogadores.

 

Da inesperada subida ao primeiro lugar. No momento em que escrevo estas linhas, o Sporting acaba de ascender ao comando do campeonato, aproveitando os três pontos perdidos pelo anterior líder, o Benfica, ontem derrotado em sua casa pelo FC Porto. Na próxima jornada vamos receber o Rio Ave. Com a esperança de nos mantermos lá em cima.

 

 

 

Não gostei

 
 

Do golo que sofremos aos 9'. O Portimonense só foi capaz de marcar devido a uma grande penalidade que nasce de uma falta cometida sem necessidade por Mathieu em lance que estava controlado pelo nosso bloco defensivo. Renan, na linha de baliza, ainda chegou a tocar na bola, mas foi incapaz de detê-la devido à força do remate.

 

Do penálti que Carlos Xistra não assinalou. Luiz Phellype foi carregado claramente à margem da lei, aos 10', dentro da grande área. Espantosamente, o árbitro Xistra mandou marcar fora, ordenando livre directo. Alertado pelo VAR, Vasco Santos, reconsiderou. Alertado no entanto novamente pelo VAR, anulou tudo - por uma putativa falta de Thierry que não existiu. E, mesmo que existisse, teria sido cometida muito antes do lance em análise, com posterior posse de bola do Portimonense. Erro grosseiro, com dupla autoria. De Xistra e do vídeo-árbitro.

 

De Wendel. Remetido para uma posição mais recuada, em duplo pivô defensivo praticamente em linha com Idrissa Doumbia, o brasileiro esteve hoje muito longe do fulgor revelado há uma semana, em Alvalade, frente ao Braga. Rende claramente mais quando avança no terreno. É um desperdício confiar uma tarefa muito posicional a um jogador com os seus dotes criativos.

 

Que Keizer não tivesse esgotado as substituições. Vencíamos por 3-1 e vários jogadores davam sinais evidentes de extrema fadiga, mas o treinador só mexeu na equipa aos 79', trocando Wendel por Eduardo. Viria ainda a meter em jogo Borja, aos 87', por troca com Acuña. Podia - e talvez devesse - ter feito a terceira alteração de que acabou por prescindir.

 

De ver Plata e Camacho só no banco. Havia natural curiosidade em ver estes dois reforços mostrarem finalmente o que valem neste campeonato, ainda que jogando apenas alguns minutos. Mas ainda não foi desta.

Balanço (34)

Golos marcados pelos jogadores do Sporting na Liga 2018/19:

 

Bruno Fernandes: 20

(Moreirense, Marítimo, Boavista, Rio Ave, Nacional, Nacional, Moreirense, Benfica, Feirense, Feirense, Braga, Braga, Portimonense, Boavista, Rio Ave, Aves, Belenenses  SAD, Belenenses SAD, Belenenses SAD, Tondela)

Bas Dost: 15

(Moreirense, Moreirense, Santa Clara, Chaves, Chaves, Rio Ave, Aves, Aves, Nacional, Nacional, V, Setúbal, Benfica, Braga, Braga, Belenenses SAD)

Luiz Phellype: 8

(Chaves, Chaves, Rio Ave, Aves, Nacional, V. Guimarães, Belenenses SAD, FC Porto)

Nani: 7

(V. Setúbal, V. Setúbal, Benfica, Boavista, Boavista, Aves, Moreirense)

Raphinha: 4

(Portimonense, Santa Clara, V. Guimarães, Belenenses SAD)

Mathieu: 3

(Nacional, Tondela, Aves)

Montero: 2

(Marítimo, Portimonense)

Jovane: 2

(Feirense, Rio Ave)

Diaby: 2

(Aves, Portimonense)

Coates: 1

(Portimonense)

Acuña: 1

(Santa Clara)

Miguel Luís: 1

(Belenenses)

Bruno Gaspar: 1

(Belenenses SAD)

Wendel: 1

(Rio Ave)

Idrissa Doumbia: 1

(Belenenses SAD)

Gudelj: 1

(Belenenses SAD)

Houve ainda um autogolo do Feirense em Santa Maria da Feira e outro do Boavista no Bessa.

 

Na época 2014/15, os melhores marcadores foram Slimani, Montero e Adrien.

Na época 2015/16, os melhores marcadores foram Slimani, Teo Gutiérrez, Adrien e Bryan Ruiz.

Na época 2016/17, os melhores marcadores foram Bas Dost, Alan Ruiz e Gelson Martins.

Na época 2017/18, os melhores marcadores foram Bas Dost, Bruno Fernandes e Gelson Martins.

Balanço (33)

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - V

 

Wendel, no Feirense-Sporting

(16 de Janeiro de 2019)

 

Quartos-de-final da Taça de Portugal, em Santa Maria da Feira. Wendel pegou na bola no meio-campo, progrediu com ela dominada no corredor esquerdo, afastou um defesa e rematou bem colocado, numa zona mais central, fazendo a bola seguir uma trajectória indefensável para o guarda-redes adversário, ligeiramente adiantado. Um belo golo do jovem médio brasileiro, que assim consolidava a sua posição como elemento do onze titular leonino.

Balanço (32)

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - IV

 

Bruno Fernandes, no Benfica-Sporting

(6 de Fevereiro de 2019)

 

Bruno Fernandes foi decisivo nesta primeira mão da meia-final da Taça de Portugal. Perdida por 1-2 na Luz, mas com o golo do nosso n.º 8 a revelar-se vital para a reviravolta verificada no embate posterior, em Alvalade, que nos abriu caminho para a conquista do ambicionado troféu. Já bastaria isto para torná-lo especial, mas foi um belíssimo golo, marcado de livre, a 30 metros das redes. Um tiraço do capitão leonino, sem defesa possível para o guarda-redes Svilar, dirigido ao canto superior mais distante da baliza. O livre nasceu de uma falta sobre o próprio Bruno, de longe o melhor em campo neste clássico.

Balanço (31)

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - III

 

Bruno Fernandes, no Sporting-Benfica

(3 de Abril de 2019)

 

Um golaço. Que ajudou a desfazer o nó frente aos nossos mais velhos rivais na meia-final da Taça de Portugal. Bruno Fernandes recebe a bola na ponta direita, liberta-se de marcação pregando um defesa adversário no chão e serve-se do pé esquerdo para um potente remate, sem defesa possível para o guardião encarnado, Svilar. Foi a nossa primeira vitória frente ao Benfica em futebol profissional desde 15 de Novembro de 2015. Seguimos em frente na competição, que viríamos a vencer. Graças a este grande golo do nosso capitão, iniciado com uma recuperação de bola que ele próprio protagonizou.

Balanço (30)

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - II

 

Jovane, no Rio Ave-Sporting 

(3 de Dezembro de 2018)

 

Lance de insistência do ataque leonino. A bola ressalta para Bruno Fernandes no corredor central. O médio criativo resiste à tentação de disparar, face à muralha que tem na frente: simula o remate mas toca para a direita, onde aparece Jovane, livre de marcação junto ao ângulo da grande área. Com o pior pé, o esquerdo, o jovem luso-caboverdiano desfere um potente remate que leva a bola a desenhar uma ogiva e a anichar-se ao canto superior direito da baliza. Selava-se a nossa vitória (3-1): três prontos trazidos de Vila do Conde.

Balanço (29)

 

OS CINCO MELHORES GOLOS DO SPORTING - I

 

Bruno Fernandes, no Feirense-Sporting 

(29 de Dezembro de 2018)

 

Um grande golo com apenas dois toques. Começa num soberbo passe de Coates que percorre 50 metros sobrevoando todos os jogadores de campo da equipa adversária para servir Bruno Fernandes lá à frente. O nosso médio criativo, numa inegável demonstração de virtuosismo técnico, deixa a bola bater uma só vez na relva e, vendo o guarda-redes de Santa Maria da Feira adiantado, dispara-a em arco, num ângulo indefensável. Foi o segundo da nossa goleada por 4-1, para a Taça da Liga.

Eusébio e Ronaldo

É quem mais lhes dói, o Cristiano Ronaldo.
Saiu do Sporting para o Manchester, o Real Madrid, a Juventus.
São encarnados, mas ficam verdes. De inveja.

Com Eusébio foi muito diferente: saiu do Benfica para andar a arrastar-se em clubes quase desconhecidos do Canadá, México e EUA. Terminou a carreira no União de Tomar. O clube lampiânico nunca mais o quis de volta.


Ronaldo - que na fase final da Liga das Nações marcou mais três golos pela selecção, onde já soma 88, mais 41 do que Eusébio - voltará a jogar pelo Sporting, nem que seja aos 40 anos. Com o aplauso unânime dos sportinguistas.

Esta é outra diferença. Enorme.

 

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