Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

És a nossa Fé!

Os nossos ídolos (22): VASQUES.

 

À medida que o tempo passa, com o acumular dos anos, fui perdendo a capacidade de criar ídolos. Mas, na idade da inocência, tinha para aí 5 anos, decorria provavelmente a época de 1955/56, ou na pior das hipóteses a época seguinte, o gosto pelo futebol chegou quando criei o meu primeiro ídolo: Manuel Vasques - um dos jogadores que integrou os 5 violinos: aquela linha avançada dos «leões» que, nos últimos anos da década de 40, deslumbrou os adeptos pelo entrosamento, harmonia e magia de jogar futebol. Uma pequena orquestra afinada que deu 3 campeonatos nacionais seguidos ao Sporting. Vasques continuou a jogar até à época de 1958/59. Quando abandonou o futebol, depois de 13 épocas com a camisola do Sporting, tinha metido 317 golos. É ainda hoje o 3º melhor goleador de sempre do Sporting.

A memória não dá para tanto, mas certamente o apelido deve ter pesado naquele meu encantamento de infância, para além das descrições radiofónicas das suas jogadas e dos golos espectaculares, que ouvia religiosamente ao Domingo à tarde. Igual peso na descoberta de Manuel Vasques deve ter tido o facto de, na mesma altura, um tio – o João e o seu irmão Luís, ambos com o mesmo apelido do violino sportinguista - terem jogado em clubes da primeira divisão. Foi, pois, com 5 anos que, através de um dos maiores goleadores, de um jogador de excepção, cheguei também ao SPORTING CLUBE DE PORTUGAL. De onde nunca mais saí, obviamente!

Parabéns, querido Professor!

 

O professor Moniz Pereira festeja hoje 91 anos de idade. Parabéns, professor, de todos os autores deste blogue

  

Mário Alberto Freire Moniz Pereira (Lisboa, 11 de Fevereiro de 1921) é um professor, desportista, atleta, treinador e autor de canções. Foi praticante de andebol, basquetebol, futebol, hóquei em patins, ténis de mesa, voleibol e atletismo.

No atletismo sagrou-se campeão universitário de Portugal de triplo salto e recordista nacional, campeão regional e nacional de salto em altura, triplo e salto em comprimento, em veteranos, e recordista ibérico de salto em comprimento na mesma categoria.

No voleibol é campeão de Lisboa pelo Ginásio Clube de Lisboa, de Portugal pelo Sporting e da I Divisão ao serviço do CDUL. Desempenha funções de técnico nesta modalidade, nomeadamente no Sporting Clube de Portugal, Ginásio Clube de Lisboa, Centro Desportivo Universitário de Lisboa e do Ginásio Clube Português. Ganhou a medalha de bronze na prova de salto em comprimento e triplo salto, no Campeonato Mundial de Veteranos em 1977 (Gotemburgo) e também no triplo salto do Campeonato Europeu de 1982, em Estrasburgo.

É licenciado em Educação Física pelo Instituto Nacional de Educação Física de Lisboa, onde foi professor durante 27 anos. Como técnico de atletismo esteve presente em 12 Jogos Olímpicos, em 13 Campeonatos da Europa e em 21 Campeonatos do Mundo de Crosse.

De 1976 a 1983 foi director do Estádio Nacional e em 1982 presidiu à Comissão de Apoio à Alta Competição. Foi director técnico da Federação Portuguesa de Atletismo, Seleccionador Nacional de Atletismo e de Voleibol, Presidente da Comissão Central de Árbitros de Voleibol e Árbitro Internacional no Campeonato do Mundo de Paris, em 1956.

É sócio honorário da Associação Internacional de Treinadores de Atletismo. Foi distinguido com a Medalha de Mérito Desportivo em 1976 e 1984, foi condecorado com a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique (1980) e com a Comenda da Ordem de Instrução Pública (1984). Foi Galardoado com a Medalha de Mérito em Ouro (1985), foi nomeado Conselheiro da Universidade Técnica de Lisboa (1985), galardoado com a Ordem Olímpica (1988) e foi condecorado com o grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique (1991).

Em 2001 recebeu o Emblema de Ouro da Associação Europeia de Atletismo, a mais alta condecoração individual na modalidade. A pista de atletismo do antigo Estádio José Alvalade recebeu o seu nome, em homenagem ao homem que mais contribuiu para o desenvolvimento do atletismo "leonino". Foi vice-presidente do Conselho Directivo do Sporting para as modalidades Amadoras até 2011. É, neste momento, o sócio n.º2 do Sporting Clube de Portugal.

Moniz Pereira é ainda autor dos livros "Manual de Atletismo do Conselho Providencial de Educação Física de Angola" (1961) e "Carlos Lopes e a Escola Portuguesa do Meio-Fundo" (1980) e compositor de 114 temas musicais registrados na Sociedade Portuguesa de Autores. Compôs para cima de 120 sucessos entre fados e canções, assim como algumas algumas letras, que têm sido interpretados por nomes grandes da nosso panorama musical, desde Amália Rodrigues, Lucília e Carlos do Carmo, passando por Carlos Ramos, Tony de Matos, Fernando Tordo, João Braga, Camané, Paulo de Carvalho, Maria da Fé, Rodrigo e Maria Armanda.

 

In Wikipédia

O Ernesto vai para o Sporting

 

 

Quando eu era aluno do Instituto Vaz Serra, em Cernache do Bonjardim, a equipa de futebol local era reforçada com jogadores de primeira água que frequentavam o colégio, nomeadamente o Parente, o Duarte, o Paes e o Ernesto. Todos estes haveriam de ir parar à Primeira Divisão. Mas o Ernesto era um fora-de-série. Num jogo contra o Lamego em que o Cernache venceu por 13-1, o Ernesto marcou 7. Um belo dia, cheguei ao recreio e gritei: "Ei, malta! O Ernesto vai para o Sporting!". A minha alegria era imensa por se tratar do clube do coração. Entretanto, a nova temporada iniciou-se e aos domingos à tarde não largávamos o aparelho de rádio para acompanhar os relatos dos jogos. Um domingo, nada de Ernesto no Sporting. Outro domingo e nada. Ao terceiro domingo desesperei. Na aula de ginástica seguinte perguntei ao professor, também ele um sportinguista doente, por que razão não jogava o Ernesto no Sporting. A resposta foi surpreendente, com um toque de mágica: "Ó rapaz, o que dizes tu? Está a jogar e já marcou golos!" O Ernesto no Sporting era afinal conhecido por outro nome. No Sporting ele era o Figueiredo, o grande Figueiredo...

Os meus heróis (2)

 

Manoel da Silva Costa (n.1953, Brasil). Avançado também conhecido como Manuel do Ó, mas na Luz é capaz de ainda ser conhecido como Man000el. Sim, três zeros. São os três golos que marcou na goleada contra o Benfica na Taça de Portugal (13 de Março de 1977). Jogou no Sporting entre 1975 e 1981 e brilhou ao lado de estrelas como Jordão, Manuel Fernandes e Keita. 148 jogos. 56 golos. 1 Campeonato Nacional. 1 Taça de Portugal. Onde é que encontramos mais avançados como estes?

{ Blog fundado em 2012. }

Siga o blog por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D