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És a nossa Fé!

Sábado - Todos a Alvalade!

Durante estes meses de pré-campanha e campanha eleitoral vários tipos de texto ocorreram-me escrever. A verdade é que o voto nesta situação terá sempre algo de adepto. Por mais bem fundamentado que possa ser!

 

A minha conclusão deste processo todo é existir a transferência do adepto que temos em nós, o nosso lado emocional, para algo que é puramente racional - a capacidade de julgar os diversos modelos e propostas levadas a votos. Mas tal acontece, porque a generalidade dos sócios não têm conhecimento total da real dimensão das estruturas do clube. Fazendo desta forma com que se vote mais com o coração do que com a razão. Talvez isto explique anteriores resultados eleitorais.

 

Eu sou um desses. A verdade é que não domino todos os aspectos do clube, e aquilo que verdadeiramente importa para mim é o desporto. Aquilo que o clube representa no desporto, o que o clube faz pelo desporto, e por consequência, o que o desporto traz de bom à sociedade, no que toca à transposição de princípios e valores. E no Sporting, na cultura em que cresci, as duas coisas fundem-se, são uma e a mesma coisa. Sporting é desporto, são princípios e valores!

 

Tudo o que despoletou este processo eleitoral - advindo da crise institucional, e arrisco dizer de uma crise existencial - foi precisamente o distanciamento dessa cultura, dessa forma de estar, de Ser. No Sporting ganha-se com Esforço, Dedicação, Devoção, Transparência, Competitividade, Amizade, Verdade, Superação, Identidade, Solidariedade, e tantos outros valores universais e humanos, que fazem a Glória, da instituição - mas a instituição é formada pelos associados que perfilham a mesma identidade, onde e em cada um reside o exemplo de agir. A Glória do Sporting é a nossa, mas também a daqueles que nos rodeiam sejam de que clube forem. Porque nós devemos guiar pelo exemplo, pois não ganhamos a qualquer custo, sabemos jogar e sabemos ganhar.

 

Isto tudo para dizer, que na condição de sócio e adepto, tenho dois votos. E o que valem esses dois votos para mim? De forma a dar-lhes mais peso atribuí nomes. Um voto pelo Passado, e Um voto pelo Futuro, para mudar o presente. E para mim esses dois votos têm de ser canalizados ao candidato que melhor espelha a cultura e a identidade Sportinguista - que é o mesmo que escrever não serem séquitos do croquetismo, nem do brunismo. 

 

Como não tenho informações privilegiadas; daquilo que li, da postura que vi, e daquilo que sinto, escrevo-o conscientemente: o João Benedito terá os meus votos para Presidente do Sporting Clube de Portugal. Ninguém nasce presidente de nada, um presidente constrói-se à medida que se vai ultrapassando desafios. A capacidade que deve ter é a de liderança e de agregar pessoas com valências e conhecimentos. 

 

Depois de presidentes amantes de frituras, de presidentes-adeptos, quero um Presidente-Capitão, capitão de todos os atletas, de todas as equipas, mas especialmente capitão da família Sportinguista, que nos agregue e nos faça jogar, pela Glória ao Desporto, pela Glória do Sporting!


 Deixo um apelo a que todos vão votar para reforçar a legitimidade de quem for eleito.

Saudações Leoninas!

 

O Sporting sempre primeiro!

É dito e assumido por todos os sportinguistas que o Sporting é um clube diferente. Pelo seu nascimento, pela sua história e acima de tudo pelo seu (bom) exemplo à sociedade civil e desportiva.

Todavia nada na vida acontece sem um enorme esforço. Muito menos no Sporting onde toda a gente tem, e bem acrescente-se, opinião.

Sabemos que muitos sócios têm para a palavra dedicação ao Sporting um significado diamertralmente oposto aos interesses do clube. Mas faz parte da vida e mais tarde ou mais cedo a verdade virá ao de cima.

Ao mesmo tempo há outros adeptos e sócios que olham para a nossa casa e sentem tal devoção que se sacrificam pelo clube, dando muitas vezes a cara por uma filosofia de vida, sem dele receber a compensação devida.

Finalmente sinto que este Sporting está serenamente a construir uma renovada identidade que nos levará mui brevemente à tão desejada glória.

Assim sejamos todos “feitos de Sporting

Feito de Sporting - um desabafo

Feito de Sporting. Somos todos. Cada um de nós tem uma história de descoberta deste amor e desta essência. Não me lembro bem quando foi, apenas sei que comecei a sentir este grande amor, e este sentido de ser numa idade muito jovem. 

Andava nos pátios da escola com a bola. Quando ocorria fazer uma jogatana contra outra turma, cada um escolhia o jogador que queria personificar em campo. Lembro-me de no ínicio não ser muito bom de bola, de dar chutos nela e cair para trás. Invariavelmente não me deixavam jogar, indo sempre parar ao banco, com direito a entrar nos últimos minutos do intervalo. Mas uma coisa era certa, escolhia sempre jogadores do Sporting Clube de Portugal.

 

Os craques eram muitas vezes escolhidos por aqueles que na época acertavam mais no esférico. Eu escolhia sempre um de dois, ou o Vidigal ou o Duscher. Para mim eram craques. Lembro-me de dizerem "se passa pelo Duscher não passa pelo Vidigal e vice-versa". Mas porquê? Hoje penso que é por eles serem combativos. Sempre gostei de jogadores combativos que deixavam o suor em campo, fosse pelo jogo ou pelo Clube.

Houve um dia que o "Vidigal" chegou feliz a casa, o jogo tinha ficado 3-2 para nós, com 4 golos do Vidigal (dois autogolos, e os dois golos que levaram ao empate). Foi nesse momento que comecei a treinar, a treinar. Primeiro no jardim de casa, depois numa escolinha. O bichinho do futebol nunca mais despareceu, mas a identidade Sportinguista estava lá:

Esforço, Dedicação, Devoção e Glória.

Mesmo sem conhecer nessa tenra idade o mote, estava dentro de mim porque já era Sportinguista. E sempre tive orgulho de dizer que o sou. Como eu existem milhões. Milhões que nunca tiveram a oportunidade de representar o Sporting Clube de Portugal em nenhuma modalidade. Nunca tiveram a oportunidade de entrar na Academia. Nunca pisaram o relvado, a pista ou o piso. Mas esses milhões sempre fizeram esforços para comprar o bilhete, fazer a viagem de carro, comprar a camisola do Leão, ser sócio do Clube, defender o nome do Clube em rixas amadoras de bate-bocas, tudo pelo Sporting.

 

O pagamento que queremos não são milhões, não são contratos milionários, vidas luxuosas, tribunas VIP em Alvalade. O único pagamento que queremos é a Glória. Não do A, B ou C, mas do Sporting Clube de Portugal. Que o Sporting seja um "clube tão grande como os maiores da Europa".

 

Somos nós, estes milhões representam verdadeiramente o clube. Treinadores passam, dirigentes passam, mas nós continuamos. Aqueles que vão ao estádio, vêem na televisão, ouvem na rádio, aguentam as falhas do streaming, ficam felizes quando se ganha cantando nas ruas, ou tristes quando se perde mantendo a esperança, são quem dá verdadeiramente tudo pelo Clube. São aqueles que já se imaginaram personificados num jogador do passado e que ainda hoje têm um pasmo na perna quando a bola vai para um dos nossos e sentimos que podíamos ser nós, a fazer o passe, o cruzamento, o corte, a simulação, a arrancada ou o golo. Seja em que parte for, seja que modalidade for. Isto é ser feito de Sporting, é ser Sporting, é viver o Sporting. Por isso somos diferentes dos outros. Não admitimos equipas banais, que não deixem tudo o que podem dar em campo. Nós deixamos nos campos em que somos titularíssimos toda a gota de energia que nos corre no corpo. É isso que pedimos, que façam o mesmo que nós. Que tenham amor ao Clube e se não têm pelo menos que respeitem a camisola que vestem e respeitem todos aqueles que fazem esforços para apoiar-vos em todos os momentos. Isto serve para os contratados e os da casa, os que são e não são Sportinguistas.

 

Quando correm, corremos juntos. Quando estão desanimados, estamos todos desanimados. Quando festejam, festejamos mais que todos.

O Clube do Leão rampante é feito de Mulheres e Homens que o representam com brio e orgulho. É isto que se joga a cada partida, a dignidade de cada Leão anónimo, o esforço que cada um faz fora do terreno de jogo para que um de vocês, os 11, os 23, os que forem sejam intermediários da Glória do todo.

A vida contínua

No 5.º ano, devia eu ter uns dez anos, um dos temas do ano lectivo na disciplina de Português era o jornalismo. 

Os elementos básicos da notícia e da reportagem, o que destacar, como fazer, o que sublinhar.

A minha professora de Português (numa escola pública, já agora, desculpem lá o mash up dos temas), cujo nome agora se me olvida, entendeu que a melhor forma de percebermos o que estava ali em causa era nós próprios prepararmos uma peça jornalística, que apresentaríamos à turma.

Abordou-se os lixos que não eram recolhidos, o animal de estimação que era o melhor do mundo, entrevistou-se o pai, a mãe e o dono da mercearia.

Mas este que vos escreve, imbuído de espírito Sportinguista e fresquinho de ler num dos jornais que havia lá por casa que o Vasques, um dos Cinco Violinos, exercia funções na Loja Verde no antigo Estádio de Alvalade, decidiu que era esse o seu trabalho.

Convenci a minha mãe a acompanhar-me, liguei a confirmar que podia ser e lá fomos, rumo a Alvalade, para que um puto entrevistasse um dos maiores nomes de sempre do Sporting.

Não faço hoje a mais pequena ideia das perguntas e muito menos das respostas que as acompanharam, não guardei sequer um pedaço de papel que me servisse de prova deste momento triunfal, mas a memória segue comigo.

Sabem o que é que rima com memória?

Glória.

E sabem o que é que eu queria para este fim de semana.

Jackpot.

Agora vão lá pensar no que queriam para as vossas vidas desportivas e o que podem fazer para contribuir para alcançar esses objectivos.

Se este Domingo não der, outro Domingo haverá.

Esforço, Dedicação e Devoção

Ontem cumpriu-se o desígnio do nosso clube: esforço, dedicação, devoção e glória. Foi assim que a equipa de futebol encarou o jogo. No futebol é preciso correr, saltar e rematar mais do que o adversário. Muito diferente do que se havia verificado no jogo de Guimarães.

O Sporting voltou ontem a demonstrar que é a segunda melhor equipa do seu grupo na Liga dos Campeões. O jogo contra o Maribor é para ganhar. Depois é ir a Inglaterra e esperar o melhor possível. Eu acredito.

Embora Nani tenha feito ontem um grande jogo quero aqui destacar o Cédric. Correu que se fartou e foi sempre capaz de combinar bem com Nani, Mané ou Carrillo. Quando aumentar a taxa de sucesso dos seus cruzamentos será um dos melhores laterais da Europa.

A Glória dos Oitavos

Antes de o campeonato do mundo se iniciar e agora, por maioria de uma razão muito prática e desenganada com risonha crueldade, tem sido abundantemente difundida nos órgãos de comunicação social a extraordinária tese de que, para Portugal, o que interessa, a vitória tão sonhada, é a superação da fase de grupos, ou seja o acesso aos oitavos de final. Este objectivo parece-me de uma tal pobreza e tão desligado do que deve ser o conceito mais rudimentar do espírito desportivo que chega a ser chocante. Esta tese implicará que uma selecção forte, dirigentes federativos respeitados, jornalistas sagazes, centenas de comentadores certificados e patrióticas vagas de portugueses histericamente entusiasmados, todos eles portadores de um orgulho inflamado pelas qualidades e pela chama de um grupo que parecem considerar o melhor, ou quase, do mundo, se satisfarão com a vitória frente ao Gana e aos Estados Unidos, esses dois colossos lendários, como bem se sabe, do futebol mundial. Todos eles se satisfarão, portanto, com muito menos do que o triunfo final, o verdadeiro triunfo. A não ser que, imbuídos de imaculado espírito olímpico, se contentem com estar presentes. Mas, então, por que pedir os oitavos de final?

 

Isto, como é óbvio, não é de agora. Já estamos habituados a ganhar sempre e, assim o queira a divina providência, havemos de continuar. Fomos dos piores, mas ganhámos o campeonato da descida, perdemos mas fomos à final, fomos tosquiados mas merecíamos o triunfo, levámos seis mas o resultado não espelha o que se passou em campo, o adversário ganhou não por ter exibido qualquer mérito digno de ser assinalado mas por uma falha de marcação da nossa defesa, etc…etc…etc.. Sempre a falta do mais elementar espírito desportivo ou, o que é o mesmo, o engrandecimento injustificado de desempenhos pouco felizes. Nunca deixa de aparecer qualquer coisa que ensombre a vitória do adversário. Apesar de tudo o que se viu no jogo com a Alemanha, ainda vai surgindo quem, envergonhadamente, é verdade, não consiga furtar-se a um breve e embaraçado remoque ao árbitro, dizendo, ou titubeando, que este talvez não tenha errado mas que podia ter apitado de maneira diferente, que, vamos lá a ver, o Pepe até é bom rapaz, não valia a pena ir às do cabo por algo que bem pode não ter passado de um afago sem consequências de maior, que o penalty do João Pereira existiu, mas, enfim, se não tivesse sido marcado não era escandaloso, não se perdia nada, e mais uma série de vice-versas tendentes a apagar o que ficou escrito na pedra. Alheando-se estes tais, com generosa distracção, do facto de a única ocasião de golo da selecção portuguesa ter nascido de um fora-de-jogo não vislumbrado pelo árbitro (sou um apaixonado pelo verbo vislumbrar que, praticamente, não existe fora da linguagem do futebol, tencionando passar a utilizá-lo com prodigalidade sempre que a oportunidade se apresentar).

 

Nesta questão dos oitavos, voltamos ao mesmo. Quem ganhou foi este ou aqueloutro, mas, bem lá no fundo, o vencedor não ganhou mais do que nós, é preciso ver que as suas condições eram bem superiores e, portanto, tinha outras expectativas. Convirá notar que as nossas não eram propriamente baixas, eram, antes, adequadas à nossa dimensão, à nossa capacidade financeira, à nossa realidade demográfica, que não pode comparar-se à do Brasil ou à da Alemanha, e por aí fora, até sabe-se lá onde. Quer dizer, se passarmos aos oitavos de final, acabaremos como vencedores, tanto ou quase tanto como os vencedores propriamente ditos. Como defesa, talvez esta não seja a pior. Um pouco anti-desportiva e pouco convincente, temos que reconhecer, mas, enfim, não se pode ter tudo.

 

Estas considerações não entram em conflito com a minha opinião de que o Sporting, na última época, ao classificar-se em segundo lugar no campeonato, ficou com um forte motivo para se considerar satisfeito. Isto porque, em meu entender, essa satisfação não decorre do resultado desportivo em si, mas apenas do facto de este lhe permitir disputar a Liga dos Campeões, que poderá constituir a origem de renovada ambição, desde logo no plano financeiro. Agora quanto à dimensão desportiva do resultado, só um clube pode ter ficado contente, o vencedor, o Benfica. Abaixo de primeiro, desportivamente falando, para mim é tudo último. O que não é vergonha nenhuma, só um pode ganhar. É por isso que sempre tenho dito com toda a convicção: o Sporting, independentemente das suas dificuldades, tem que ser sempre candidato, porque a vitória não pode deixar de ser o seu objectivo, porque a busca da glória do vencedor é exigida pela sua história e pelo seu estatuto. É, também, por isso que elogiei como elogiei as primeiras palavras de Marco Silva como treinador do Sporting. Há muito quem se interrogue sobre o que acontece se não ganharmos, se não sofreremos mais uma derrota às mãos de um objectivo não cumprido. Para mim, essa questão não tem qualquer razão de ser, tenho até alguma dificuldade em compreendê-la.  Não ganhámos, pronto. E daí? Não era muito pior não termos lutado pela vitória? Estará de acordo com a história do Sporting a renúncia à luta leal, firme e corajosa pelo triunfo? Como disse Marco Silva na sua apresentação O Sporting terá de ser, naturalmente, candidato ao título. Não faria sentido que fosse de outra maneira.

 

Deixemos, por isso, o esplendor dos oitavos para espíritos menos exigentes e esclarecidos e, no que respeita ao Sporting, mesmo em circunstâncias que tornem a vitória num objectivo quase utópico, procedamos de acordo com a sua grandeza, seguindo o conselho do famoso graffiti de Maio de 68: sejamos razoáveis, peçamos o impossível.

O que é que é? É que têm que dar sempre tudo em campo!

Durante uma boa parte do jogo com o Gil Vicente senti um desconforto que durou praticamente 88 minutos: a partir do 2º minuto e até ao 90°. Como exprimir esse aborrecimento que vinha de dentro do campo, com algumas exceções de jogadores empenhados? Tenho que agradecer ao Luciano Amaral que aqui já explicou no comentário "O que é que é?". Ele não sabe, mas eu pensei o que ele escreveu, o que só acrescenta mérito à sua capacidade de interpretar os sentimentos, meus e de certamente muitos Sportinguistas. Mas eu ainda acrescentaria mais qualquer coisa que também pensei e comentei no jogo. Depois de uma época trágica, a equipa elevou imenso a fasquia, sem que lhe tivesse sido pedido tamanha altura. O que veio trazer maior responsabilidade aos jogadores face às expetativas criadas aos milhares e milhares de adeptos leoninos que se ergueram pelo país fora numa demonstração de que não há só "preto e branco" (e encheram estádios). Mas, lá aparece sempre o terrível mas, como referiu o Luciano, de repente, quando nós nos vemos no 2º lugar a 7 pontos do Olimpo (e nós sabemos porque são tantos...), começámos a pisar o relvado só para prestar serviços mínimos. Sobretudo em Alvalade. E ontem, quando vi os muitos milhares de Sportinguistas nas bancadas, em particular na B, pensei quantos daqueles não tiveram que fazer sacrifícios para pagar quotas, comprar bilhete ou ter a gamebox da época. E depois olhei para dentro do campo e não vi o mesmo espírito do dar tudo por parte de alguns jogadores, a dar o litro para estarem ali nas quatro linhas e merecerem o apoio, os gritos e as ovações de quem, estando de fora, fez das tripas coração para dizer presente, cantando o Sporting nunca vai acabar. Por isso não chega ganhar. Nem ganhar é tudo. Honrar a camisola e merecer o entusiasmo e dedicação dos milhões de adeptos em qualquer circunstância, sim, sem nunca desistir. Faltam 3 jogos para terminar uma época surpreendente. Talvez se os jogadores perceberem isto, todos como equipa, a próxima época ainda traga maiores surpresas. O que é que é? É que têm que dar sempre tudo em campo! Não é por acaso que a nossa divisa é "esforço, dedicação, devoção e glória".

A Glória Ronda Alvalade

Foi sabido hoje que o edifício Metropólis/Interface do Campo Grande (que servirá para os futuros escritórios da Zon) ganhou o Prémio Sil de Arquitectura. A minha amiga arquitecta Joana Cabral, chefe de projecto desta obra, está aqui comigo a jantar em Maputo e concorda, algo contrariada, que o prémio obtido muito se deve ao facto deste edifício ter sido aspergido pelo magnificência e glória da sacra vizinhança.

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