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És a nossa Fé!

O Soares tem Dias

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Tem dias que prejudica o Sporting.

Tem dias que beneficia o Porto.

Tem dias que é declaradamente peça do polvo.

O título deste post poderia ser também "Se queres ter um bom amigo, dá-lhe porrada". 

Soares Dias ainda sente os calos apertados pelas festas que lhe fizeram num célebre treino e do que o Soares Dias tem preocupação todos os dias, é de que a montra, a sua e a da pastelaria, no final dos dias continue inviolável. Afinal ele lembra-se que anda por aí um que ficou sem dentes...

Tudo a bem da nação, que é como quem diz do clube que diz que é de uma cidade que é uma Nação.

E ainda há por aí quem acredite que eles vão perder pontos.

Esperem sentados.

 

Nota: Neste lance Soares Dias foi avisado pelo VAR de que o cartão a mostrar teria que ser mais escuro que amarelo. O senhor foi ver na televisão e achou que a integridade física do jogador do Boavista não foi molestada. Sabem porquê? Porque quando olhou para o ecran a primeira coisa que lhe veio à memória foi a imagem da montra e o macaco a arrear-lhe. A ele e à montra.

O mestre de pastelaria

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Era uma vez um tipo que tinha uma pastelaria.

Acumulava com uma função arbitral e até havia quem o chamasse de "o melhor".

Um dia, numa reunião com os seus pares, enquanto davam conta do preparo do físico para o exercício da função, saíram-lhe ao caminho um bando de dragões, vomitando fogo.

O tipo, com receio de que tanto calor estragasse as regueifas e como quem tem cu tem medo e como tem morada fiscal na Invicta, por via das dúvidas toca de se acorrentar a um dos bichos e tem andado alegremente a fazer de pagem do dragão.

Ontem lá arranjou mais uns cordeirinhos para dar de comer ao animal.

E a arrogância com que ele enfrenta as vítimas? O Porro e o Adán que o digam, que se aqueles olhos matassem...

Bom, o que interessa é que a montra da pastelaria lá continua intacta e os dragões continuam a encher o papo.

A bem da nação.

 

Nota: Na imagem acima Soares Dias transforma uma agressão a Porro, num penalti contra o Sporting. Um nojo.

Para os negacionistas, parem o vídeo aos 7'' (sete segundos) e vejam quem bate primeiro em quem:

https://www.facebook.com/groups/sportingcp.contratudo.e.todos/posts/508864460662620/

Arbitrariedades de um rapaz com madeixas loiras

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Ainda ontem, à tarde, falava com um leitor sobre a veia de escritor, do nosso ex-capitão, Pedro Gomes.

A noite mostrou-nos a actualidade deste livro de contos sobre futebol.

Escreveu ele: "O jogo é outro" há "arbitrariedade" e "corrupção" (são títulos de três contos) parecem ilustrar na perfeição o que aconteceu ontem na Trofa.

Deixem-se de mariquices

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Hoje os detratores de Cristiano Ronaldo estão eufóricos.

- O gajo não jogou nada e ainda fez merda com a braçadeira de capitão. Deve deixar de ser o capitão, Fernando Santos e a federação têm que tomar medidas!

Pois é, mas mesmo não jogando nada ( e não jogou ), lá marcou o golito da ordem, que por acaso até nos daria a vitória e três pontos. Quer dizer ele marcar, marcou, mas o senhor holandês decidiu "improvisar" e não considerou que uma bola que esteve meio metro dentro da baliza fosse golo. Até pediu desculpa no fim, ao treinador Fernando Santos, mas como diz o Povo e com imensa razão, as desculpas evitam-se.

Tive o cuidado de, logo que acabou o jogo, dar uma volta pelos sites dos jornais desportivos de referência a nível mundial e o que aparecia? A foto de Ronaldo a atirar com a braçadeira ao chão e uma foto algo estranha de uma bola dentro da baliza com um jogador de vermelho a tentar evitar que tivesse entrado.

Algum de vocês que lê estas linhas pensará que se não fosse o episódio da braçadeira, algum desses jornais se referiria ao golo gamado descaradamente? Provavelmente passaria em rodapé ou até nem isso. Ao tomar a atitude que tomou, Ronaldo chamou a atenção para uma injustiça que nos pode custar o apuramento e alguns milhões de Euros deixarão de entrar na federação.

E ainda há virgens ofendidas com o gesto e a braçadeira e o diabo a sete.

Só há uma dúvida que terei que ir esclarecer e é se o árbitro é familiar do gajo que nos acusou de só querermos putas e vinho verde...

Vermelhíssimo, o sobrinho do Olarápio

Ou "Os filhos da Puta", versão revista, actualizada e o que mais vos aprouver.

Sabem que eu sou pouco de rodriguinhos, por isso não vou perder muito tempo com isto e então cá vai: Este filho da puta mostrou deliberada e conscientemente um cartão amarelo numa jogada onde nem existe qualquer falta, a um jogador que sabia que se o visse, falharia o próximo jogo.

Trabalho encomendado, trabalho executado! Tal qual como seu competentíssimo tio, que lhe terá ensinado que só se progride na carreira com coluna de minhoca, este merdas saiu do Bessa com o sentimento de dever cumprido. Esperou 79 minutos pela presa, dando um baile de apitadeiro com um "critério largo", deixando o desgraçado do Jovane fazer de saco de porrada até o treinador o ter feito sair, sob risco de ficar todo negro (sem piada, forma de expressão). Esperou acoitado numa arbitragem que tudo permitiu ao adversário, com um único fito, o de prejudicar um clube  e o de beneficiar outro, o adversário do jogo seguinte. Sim, o Benfica.

Foi o Vieira que lhe untou as unhas? Não! O gajo não recebeu um pacote de coca saído pela porta 18 e transportado no carro conduzido pelo Zé. O que acontece é que este árbitro de proveta, proveniente dos cursos do Inatel patrocinados pelo Benfica, promovido a internacional sem o mínimo de jogos obrigatórios para tal nas divisões inferiores, sabe que se não apitar desta forma não progride na carreira, nem é preciso dizer-lhe nada, a notinha boa que é precisa, no final da época lá estará.

Triste futebol este em que os adeptos de um clube criticam o treinador por colocar em campo um jogador "à bica" com os cartões amarelos, porque toda a gente sabia que isto ia acontecer. E não devia, o treinador meteu quem entendeu, a estratégia de um treinador nunca pode ser condicionada pela previsível amostragem de um cartão a um seu jogador. Mas é! Infelizmente neste futebolzinho de merda em que se tornou o futebol português, o treinador não só precisa de se preocupar com a sua missão, como também tem que estar preocupado com o gajo que vai apitar o jogo. Será certamente caso único no Mundo. 

A questão é esta, meus caros: O futebol está podre! Tudo fede, inclusive o que gravita à sua volta, observadores, delegados, árbitros, a maior parte dos comentadeiros, a maior parte dos "jornalistas" desportivos (peço desculpa aos jornalistas verdadeiros), tudo, enfeudado a dois emblemas que querem de qualquer forma aceder ao bolo da Liga dos Campeões. Foi ver o Mota em Faro todo acagaçado reverter uma raquetada com a mão dum gajo do Porto, porque sabe que o macaco lhe ia tratar das montras dos talhos e foi ver este lambuças, no primeiro lance em que Palhinha interveio, três minutos depois de estar em campo, mostrar-lhe um cartão amarelo, injustificado à luz de qualquer das leis do futebol, que o atira para a bancada na recepção ao Benfica.

Era um pau enfiado pelo fundo das costas! Não por castigo, apenas para lhe endireitar a coluna.

 

Adenda: A coisa foi tão evidente, tão comentada por todos, toda a gente se referiu ao lance como normal (excepto o inconfundível Leirós, conselheiro de arbitragem do... Benfica), que o larápio sobrinho já reconheceu que errou. Valha-nos isso, mas ainda falta a despenalização.

O milhão de euros do Conceição, ou um novo record mundial

Com muito mais certeza que o treinador dos portistas, eu atrevo-me a oferecer o milhão de euros, que não tenho, se alguém me apresentar aqui um esclarecimento tão célere do Conselho de Arbitragem a um lance ajuizado pelo VAR, menos de uma hora depois de um jogo terminar.

Já começam a perceber o que é o POLVO?

Godinhices

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O título deste post podia ser mais uma vez "Os filhos da puta", mas eles são tantos que desta vez vale a pena individualizar. O filho da puta de hoje foi um rapaz de nome Godinho e apelido Gatuno.

Mas não foi apenas ele, outros em Oeiras fizeram parte da pandilha que mais uma vez descaradamente nos roubou, uma pandilha que se intitula de VAR (Vamos Ali Roubar).

Esta jogada, a ser analisada correctamente, daria a possibilidade de o Sporting marcar, a expulsão do jogador que cometeu o penalti e a do treinador Sérgio Conceição, pelo "vai pó caralho, pá!" com o que isso poderia significar com toda uma segunda parte para jogar.

Ao contrário, o animal não só reverteu a decisão, como fingiu não ouvir a boca de Conceição. Mas ouviu um "vergonha" vindo do banco do Sporting, que atribuiu a Ruben Amorin, expulsando-o.

E eis como um filho da puta consegue em dois minutos esfrangalhar uma equipa e moralizar a outra.

Assim, vai ser muito difícil. Assim e receber um campeão europeu e não o meter de início na equipa, mas esses são outros quinhentos.

Gamanço Futebol Clube

Se isto não tem nada a ver com eleições, vou ali e já venho:

Ao minuto 82 deu-se o caso do jogo. Golo mal anulado ao Sporting. Alan Ruiz estava em posição legal quando fez o 3-2 para o Sporting. Decisão errada da equipa de arbitragem.

 

Já agora, a talhe de foice, não seria altura de Jesus meter a boca no trombone, uma vez que já viu que não o deixam ganhar nada no Sporting?

Não adianta nada? Também não atrasa!

Eis algumas medidas, porventura inócuas mas que marcam uma posição, que na minha opinião o Sporting deve tomar a partir de agora:

 

1- Ignorar os árbitros e assistentes antes, durante e depois dos jogos (equipa e staff) e isto inclui a mais elementar regra da urbanidade, que é o "aperto de mão".

2- Apupar os senhores sempre que possível ( no aquecimento, na apresentação, durante o jogo, na saída para o intervalo, no regresso do intervalo e na despedida), independentemente do seu comportamento perante as leis do jogo. 

3- Conceder-lhes apenas e restritamente as condições que o regulamento da liga impõe, nem mais uma garrafa de água. Se possível arranjar forma de se acabar o gás a meio do duche.

4- Publicitar o CV dos senhores e desempenho em jogos anteriores onde apitaram jogos do Sporting, antes das partidas onde vão intervir, para se conhecerem as bestas.

5- Não comparecer a CI e entrevistas rápidas, ou comparecendo, responder por monossílabos. "Sim" e "Não" seriam suficientes, mas acrescentaria "ao seu jornal/TV não respondo".

6- Jogar todos os jogos sob protesto. Os motivos são tantos que é escolher de uma lista extensa.

7- Deixar bem claro que cede jogadores à selecção apenas por respeito aos portugueses, caso contrário dificultaria a sua convocatória.

8- Mover processos em tribunal a todos os que prejudiquem o Sporting sob qualquer forma e fazer disso publicidade.

9- Repetir à exaustão, nos OCS do Clube, imagens de roubos descarados de que fomos vítimas.

10- Pedir aos "representantes" do Sporting em programas de opinadeiros que se escusem a participar neles, nem que para isso se lhes pague o que ali auferem. Será menos que um qualquer pau de sebo que veio em Agosto passado.

 

Isto terá algum resultado visível? Talvez não, provavelmente não, certamente que não, mas sempre será um pouco melhor que dizer que se voltaria a escolher o Jorge Sousa para o derby.

Também há a opção Pinto da Costa, que percebeu, há trinta anos, que sendo honesto não ia lá.

É escolher.

A sério?

Abaixo transcreve-se o relato do jogo de ontem, em Setúbal.

Alvíssaras a quem descobrir de onde foi retirado:

 

"Penálti assinalado por Rui Oliveira no último minuto de jogo selou a derrota do Sporting CP no Bonfim

O Sporting CP foi esta quarta-feira derrotado pelo Vitória de Setúbal no Bonfim (2-1), num jogo em que o árbitro Rui Oliveira decidiu ser o protagonista do encontro, mas pelas piores razões, ao assinalar um penálti no último minuto de jogo que sentenciou o afastamento dos leões da Taça da Liga.

Polémico, no mínimo, uma vez que nem as imagens televisivas permitem perceber o que se passou na cabeça do juiz da partida, ao assinalar uma falta inexistente dentro da área leonina já perto do apito final. Na conversão da grande penalidade, numa altura em que o último e decisivo duelo do Grupo A estava empatado (1-1), Edinho aproveitou para fazer a festa sadina (2-1).

Em contraste, a desilusão leonina era total. E com razão: a igualdade no marcador servia na perfeição as ambições do Sporting CP, líder na tabela antes da deslocação a Setúbal, uma vez que apenas um ponto era suficiente para carimbar o apuramento para a próxima fase da competição.

Os comandados de Jorge Jesus até nem começaram o jogo da melhor maneira, já que Frederico Venâncio abriu o marcador para o Vitória logo aos 19', mas conseguiram equilibrar a balança no segundo tempo, após um golo de Elias aos 79'. Oportunidades não faltaram até ao final para os leões sentenciarem a partida, mas André revelou-se sempre pouco pragmático em zonas de finalização.

Como quem não marca sofre, o Sporting CP acabou por ver fugir o bilhete para a final-four da Taça da Liga no último suspiro, como já aqui referimos. Fora daquilo que se passou dentro das quatro linhas, a explicação é simples: em igualdade pontual no topo do Grupo A, com seis pontos em três jogos, a diferença na média de idades (critério de desempate) sorriu à formação de Setúbal.

Um sorriso amarelo, diga-se."

 

Os sublinhados são meus, bem como a cara de espanto, que os caros leitores não podem ver, felizmente.

O que é isto, comparado com uma carrinha bloqueada?

"Luis Filipe Vieira, gestor do futebol da sociedade anónima desportiva(SAD) do Benfica, foi condenado por roubo. O caso remonta a Julho de 1993, altura em que o homem todo-poderoso do futebol da Luz foi julgado e condenado no Tribunal da Boa-Hora, em Lisboa, pela prática de um crime de roubo. Luis Filipe Vieira foi mesmo condenado a 20 meses de prisão. E não mostrou arrependimento pelo que fez.

O ex-presidente do Alverca foi sentenciado juntamente com mais cinco arguidos, que também foram condenados por roubo. Um deles apanhou, tal como Luis Filipe Vieira, 20 meses de cadeia, e os restantes quatro foram condenados em 18 meses.

A sorte dos seis arguidos, Luis Filipe Vieira incluído, foram as duas leis da amnistia - uma de 1986 e a outra de 1991 -, que lhes valeram o perdão total das penas de prisão que lhes foram aplicadas pelo colectivo do 3ºJuízo Criminal de Lisboa. No acordão, o juiz-presidente, Afonso Henrique Cabral Ferreira, destaca o facto de Luis Filipe Vieira ter sido o único que não se declarou arrependido pelo crime cometido.

Os factos remontam aos princípios de Março de 1984, altura em que José Luis Gama, um industrial de Arganil, de 62 anos de idade, se queixou a Luis Filipe Ferreira Vieira, na altura com apenas 35 anos e com a profissão de comerciante, do comportamento de Adriano Varela. Trata-se de um caso de contas que não foram honradas, reclacionado com uma cessão de quotas na TIM - Transportes Internacionais de Mercadorias, Lda., empresa sediada em Lisboa. Do património desta sociedade fazia parte um camião (veículo tractor) e o respectivo semi-reboque. Tudo no valor de 4400 contos.

Em julgamento provou-se que, vendo o seu amigo José Gama agastado com a situação, Luis Filipe Vieira instigou-o a contratar os serviços de António Manuel Suzano como sendo a pessoa certa para lhe resolver o problema. Luis Filipe Vieira explicou a José Gama que já havia utilizado os serviços de António Suzano para cobrar um cheque. Em julgamento ficou também provado que foi Luis Filipe Vieira quem fez os contactos com o homem das cobranças difíceis, dando-lhe instruções para forçar António Varela, tido por mau pagador, a liquidar a alegada dívida, de milhares de contos.

Para esse efeito, traçaram um plano que consistiu em roubar os referidos veículos a António Varela e à empresa TIM. Vieira contratou os serviços de Suzano, e este não perdeu tempo em apresentar-se com um grupo composto por três "amigos": António Mourato, motorista, então com 40 anos, Albino Rosendo, de 32 anos, e Francisco Aboim. Luis Filipe Vieira pagaram, como acontece nos casos de cobranças difíceis, os serviços da rapaziada musculada.

Foi no dia 28 de Março de 1984 que tudo se concretizou. Por volta das duas horas da madrugada, e depois de terem tentado localizar o camião e o semi-reboque em Setúbal, António Suzano e a sua equipa acabaram por encontrá-los no parque da Alfandega de Lisboa, onde estavam guardados pelo motorista António Casaleiro. O "quarteto" bateu na cabina do tractor, e o seu motorista, que pernoitava no seu interior, abriu o vidro lateral. Foi então que António Mourato teve a ideia de identificar-se, tal como os seus acompanhantes, como sendo da Interpol, e disse a Casaleiro que vinham apreender os veículos.

Não satisfeitos com este anúncio, Suzano e os seus "boys" mostraram os coldres, que não tinham qualquer arma, ameaçando-o de prisão se não conduzisse os veículos para o local que lhe seria indicado. António Casaleiro acabou por aceder, conduzindo o camião para as instalações da Caterpneus, firma de Moscavide de que Vieira era um dos sócios. Após ter estacionado, o quarteto revelou-se simpático: deu ao motorista dinheiro para pagar o táxi e regressar a casa. José Gama ordenou a António Mourato que os veículos fossem escondidos em Matosinhos, acabando o camião por ser interceptado em Pombal numa operação-stop.

No acordão, os juízes referem, com ironia à mistura, que esta história é "digna da sétima arte e constituiu, sem margem para dúvidas, um crime de roubo".

Luis Filipe Vieira recorda a história com alguma revolta: "O queixoso, que nos devia dinheiro, nunca foi julgado. É a justiça que temos".

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