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És a nossa Fé!

A voz da leitora

«A determinada altura o jogo de futsal entre o Sporting e o Kairat, em Portimão, mais parecia um jogo entre selecção A e B do Brasil. Para mim, descaracteriza algo inaceitável: a identidade do país que uma equipa representa. E, sim, para mim uma equipa representa sempre um país. Futsal, vólei, futebol, socorram-se dos melhores profissionais com o objectivo de alcançar bons resultados "no imediato", mas sem perder de vista a necessidade de apostar na dinamização da formação local.»

 

CAL, neste meu texto

RonRon, NáNá (como jogar e comentar futsal)

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Este "post" pode parecer algo requentado e fora de época.

É uma resposta a alguns comentários aqui.

No dia que escrevi sobre futsal não sabia que NáNá (o comentador escolhido pela RTP para o quarto jogo, supostamente, o jogo do título, era um ex guarda-redes do Benfica).

Revi o jogo e os comentários, ver entre o minuto quatro e o minuto três da primeira parte:

"Ninguém ganhou três vezes seguidas ao Sporting".

"O Benfica está a um passo de o conseguir fazer".

Algumas pessoas têm dúvidas que o Benfica "tinha" de conquistar este título, vejam/leiam este "post" n´ O Artista do Dia e tirem as vossas próprias conclusões.

(aos comentadores que me acusaram de estar a faltar à verdade, não vale a pena virem a correr pedir desculpas, sei que erraram, sei que mentiram, sei que vão ter de viver com isso, as desculpas não se pedem, evitam-se).

Na imagem a tal mão de Roncaglio (RonRon) [como vimos pelo exemplo de Fernando (NáNá) os guarda-redes do Benfica têm os nomes infatilizados] que também mereceu um comentário do ex; algo do género: "Roncaglio muito bem, defende com a mão mas não faz nenhum gesto que o denuncie"; um excelente actor, portanto, já que não conseguem vencer com as regras do jogo, contornam-se, quebram-se, desrespeitam-se os colegas de profissão mas está tudo bem, desde que não sejam apanhados.

Mais uma vez um alerta para a televisão que é paga com o dinheiro dos meus impostos, menos, ok, menos palavras, menos teorias, menos parcialidade, enfim menos parvoíces durante os jogos.

Oliveira, a Oliveireirense e a capa d' A Bola, amanhã

"Verde foi meu nascimento

Mas de luto me vesti

Para dar a luz ao mundo

Mil tormentos padeci"

Uma quadra (lá está, o "brasileirismo" para o recinto onde se disputa um jogo de futsal, podemos considerar que o basquetebol, também, se disputa na quadra) que fala no meu fruto, o fruto da oliveira, a azeitona.

Uns serão azeiteiros (não acredito) outros ficaram com os azeites.

Parabéns, Oliveirense, grande jogo, grande vitória (amanhã têm um capa d' A Bola só para vós).

Parabéns, campeões europeus de futsal

Ontem perdemos o campeonato nacional de futsal, no pavilhão da Luz. Por um golo de diferença e com uma bola disparada ao poste a segundos do apito final.

Ainda assim, não conheço um sportinguista - um verdadeiro sportinguista - que não sinta orgulho por este magnífico grupo de trabalho que honrou o emblema leonino.

Perder com brio e galhardia nunca é indigno. 

 

Mesmo sem a vitória no campeonato, considero esta a nossa melhor época de sempre na modalidade. Porque pela primeira vez conquistámos a Taça dos Campeões Europeus - objectivo há muito perseguido mas só agora concretizado.

Uma proeza que dignifica não apenas o Sporting, mas o desporto português.

 

Além do inédito troféu europeu, nesta temporada o futsal leonino brilhou também com a conquista da Supertaça, a 8 de Setembro, e da Taça de Portugal, a 31 de Março.

 

Convém lembrar, a propósito, os números da última década. Que confirmam a hegemonia do nosso clube nesta modalidade que vai apaixonando um número cada vez maior de portugueses:

- 1 taça dos campeões europeus

- 7 campeonatos

- 5 Taças de Portugal

- 5 Supertaças

É por isso com inteiro orgulho que escrevo estas linhas dedicadas aos nossos jogadores, campeões europeus e vice-campeões nacionais.

O meu aplauso, rapazes. Extensivo ao treinador Nuno Dias e ao director das modalidades leoninas, Miguel Albuquerque.

 

Contamos convosco para uma nova época ainda com mais esforço, mais dedicação, mais devoção e mais glória.

Podem contar também connosco. O apoio dos verdadeiros adeptos não vos faltará.

Hoje, às 14 horas e 20 minutos

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Finalmente.

Hoje decide-se.

Não decidam antes do jogo começar, deixem que sejam os jogadores dentro do campo a decidir, todos os jogadores desde André Correia, um dos guarda-redes do Benfica (que fez uma exibição fantástica no João Rocha) nasceu no dia 18 de Fevereiro de 1998 (tem 19 anos para os comentadores da RTP) até Merlim, o mágico.

Já falei da RTP, por favor, não sejam Malatos, dispam a camisola do Benfica. No último jogo, foi de mais, tive de desligar o som, tantos e tão grandes foram os disparates, já referi um mas foram muito mais, um antológico e numa altura em que o Sporting vencia por 2-1, foi: "o Benfica vai ser a primeira equipa a vencer o Sporting três vezes seguidas, nunca aconteceu".

Nunca aconteceu (a não ser nos teus sonhos, pá) e continuou sem acontecer, apesar dos cartões vermelhos por mostrar a jogadores do Benfica e do guarda-redes vermelho (o outro) vir defender uma bola com a mão quase no meio campo... e siga a dança, nem falta, nem cartão.

O que peço para o jogo de hoje é um comportamento exemplar de todos, dos dirigentes, dos treinadores, dos jogadores, dos adeptos e, fundamentalmente das claques (organizadas e desorganizadas).

Que vença o melhor e que assistamos a um excelente jogo de futsal.

Nota: Foi inserida fotografia no intervalo do jogo para aqueles que ficaram com dúvidas sobre o corte com a mão de Fábio Cecílio. Penalty por marcar e vermelho por mostrar, tudo normal, portanto.

Sporting Sempre

Ao longo desta temporada o Sporting em cada jogo, no estádio e no pavilhão, dentro e fora de casa, defrontou dois adversários, aquele com quem disputava os lances em campo, e aquele ressabiado e letal ao Sporting que não se cansou de insultar e ofender a direcção eleita e os jogadores, e que ansiava pelo desaire para "pôr tudo cá fora" e berrar "demissão imediata". 

Como em todo os movimentos, há aqueles que assumem a primeira linha de luta e aqueles que ficam na retaguarda a endoutrinar e acicatar os guerrilheiros. Basta passar os olhos pelas redes sociais e alguns blogues, e vemos algumas personagens farisaicas que alimentam de carvão a caldeira na esperança de rebentar com o clube de vez. Esses se calhar são bem mais censuráveis, para não dizer outra coisa, do que a jagunçada que vai para a primeira linha.

A ultima vitória do futsal foi paradigmática. Do lado do sector das claques, parecia estar tudo feito para que em caso de insucesso tivéssemos uma insurreição no pavilhão, às custas do clube e do seu presidente.

Amanhã vamos ter a final do futsal no pavilhão da Luz. Do outro lado o nosso grande rival Benfica, sempre a funcionar na corda bamba da trafulhice, que vai fazer mesmo muita coisa dentro e fora das quatro linhas para dificultar a nossa tarefa e impedir mais um nosso título caseiro, depois do título europeu. E vão contar com o auxílio destas verdadeiras melancias letais ao Sporting.

Mas o Sporting é grande, as lágrimas do Cardinal e do Varandas disseram tudo, mesmo sem contar com um ou outro jogador importante, o Sporting vai entrar com tudo e vai vencer. Depois podem fechar a luz e ligar a água... E os letais esgotarem o stock das pastilhas para a azia.

Até ao fim. Sporting Sempre. Viva o Sporting !!!

SL

Vamos à negra...

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Bravos leões, venceram um difícil e valoroso adversário, contra ventos e marés. Não bastam as dificuldades, a cada jogo de capital importância para o clube, assistimos nas redes sociais à manifestação do bando de hienas letais ao Sporting, aproveitando cada derrota, por vezes como hoje nem esperam pelo final do jogo e acabam ridicularizados, à semelhança do patético guru que servem. 

Agora é esperar que no último jogo da final os nossos deixem tudo em campo. Obviamente que para alguns energúmenos que se dizem sportinguistas, em caso de vitória o mérito irá inteirinho para o alucinado que os deixou órfãos, está prestes a fazer um ano, mas se perdermos, a culpa será dos actuais órgãos sociais. Tamanha imbecilidade já cansa, mas brevemente os legítimos e únicos donos do clube, os sócios, lhes darão a resposta adequada. 

Preciso entender!

O segundo jogo da fase final do campeonato de futsal está agendado para a próxima quinta-feira no Pavilhão João Rocha às 21 e 55 horas. Isto é mui perto das 10 da noite.

Se o jogo for para prolongamento, como foi o último, ou para grandes penalidades arriscam os adeptos que forem ao pavilhão a saírem do recinto provavelmente muito para lá da meia-noite.

Portanto o jogo realizar-se-á tardiamente na véspera de um dia de trabalho. Faz algum sentido?

Sinceramente não sei de quem é a responsabilidade da marcação destes jogos ou que eventuais interesses estarão por detrás desta calendarização. Deste modo, tenho alguma necessidade em entender o porquê desta hora tão tardia.

Será que algures me escapou alguma coisa?

PS - alertaram-me para o facto de o jogo ser assim tarde por causa da transmissão  televisiva  do Inglaterra-Holanda para a Taça das Nações que tem o início  marcado para as 19 e 45 horas.

Face a esta  actualização já  entendo a hora tardia, mas pergunto se o jogo tinha que ser mesmo na quinta feira?

 

2701!

Este foi o número de espectadores presentes na noite passada no pavilhão João Rocha, onde a equipa de futsal cilindrou o Modicus Sandim por um expressivo 7 a zero.

Ambiente infernal, com os adeptos o tempo todo a puxar pela nossa equipa.

Estamos na fase final. Seja com quem for é para ganhar.

Quando somos competentes

Nada nos impede de ganhar.

Lembro a vergonha do primeiro jogo da meia-final de futsal, o roubo descarado para impedir a vitória nesta ronda e a ida a mais uma final do campeonato.

Não valeu de nada. Contra a incompetência e a sacanice, os rapazes do futsal demonstraram porque são dos melhores do mundo e já lá estão, para tentar o feito inédito do quarto título nacional consecutivo.

Hoje a coisa ficou por 7-0.

Vamos lá, rapazes!

Enquanto a noite cai

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Hoje foi o futsal, bem auxiliado pela arbitragem, que engendrou a expulsão de Léo Jaguará e o livre directo do quinto golo do adversário, e a disputa do tetracampeonato fica a depender de duas vitórias no Pavilhão João Rocha, sem poder contar com Guitta (bem expulso por defender com a mão em cima da linha de meio-campo, após uma incursão ofensiva infeliz) e Léo.

Ontem foram o hóquei em patins e o andebol a entregarem de vez o título ao FC Porto, com duas derrotas tangenciais em deslocações teoricamente acessíveis. 

Tratando-se de duas equipas campeãs europeias e de uma terceira que não andou demasiado longe disso (e caminhava para o tricampeonato nacional), este fim-de-semana negro nas modalidades não deve servir para atirar o bebé com a água do banho, claro está. Mas convém reflectir e aumentar níveis de exigência que já viram melhores dias.

Os cânticos

Compreendo as críticas a alguns adeptos do Sporting pelos cânticos entoados aquando da receção aos campeões europeus de futsal. Sou daqueles que sempre viram o Sporting como o clube exemplar, e justamente por isso acham que o Sporting deve dar o exemplo em tudo. Mas o dever dar o exemplo não implica que não vejamos as coisas como elas são. Incomparavelmente mais graves que os cânticos ouvidos na semana passada no Pavilhão João Rocha são cânticos evocando mortes e reproduções do som de "very-lights". Era isto que uma imprensa desportiva imparcial deveria fazer ver. Mas, pela atenção que dedicam a uns e não aos outros, não parece ser essa a opinião deles.

Foder os lampiões?

A rivalidade é estruturante dos clubes desportivos. Talvez não tanto dos clubes formativos, como o Ginásio Clube Português ou o Algés e Dafundo, ou dos antigos clubes-empresa, como os saudosos Riopele ou CUF (onde brilhou o nosso grande Manel Fernandes). Mas nos outros clubes as formas de congregação e mobilização são sempre fruto da mescla entre as capacidades de exercício demonstradas (as "vitórias") e as de afirmação face a "outros", tornados adversários preferenciais. Uns "outros" escolhidos por critérios geográficos - a aldeia ao lado, o vizinho (Varzim-Rio Ave), a recusa dos centralistas (Vizela vs Guimarães), o histórico oponente (Braga-Guimarães, o arcebispado vs o berço da nação), o lado de lá do rio (S.L. Olivais vs Alcochetense), bairros urbanos contíguos (Atlético-Oriental, mas aqui forço um pouco pois a rivalidade não era tão marcante) os pólos dominantes (Porto vs Lisboa), etc. - ou histórico-sociais (Benfica popular vs Sporting burguês ou Belenenses "classe média" e o Atlético operário, mesmo que essas fossem construções algo míticas mas que tinham o efeito de nelas se acreditar). Num país homogéneo como Portugal não surgem clubes "nacionais", representando "comunidades político-culturais", "étnico-religiosas" (como a ex-Liga Muçulmana de Moçambique, as origens do Tottenham ou o actual Barcelona).

Arengo para reforçar, as rivalidades são constitutivas dos clubes, principalmente dos que se centram em desportos colectivos. Não há qualquer mal nisso. O mal está no estado de boçalismo a que essas dinâmicas opositivas podem conduzir, de "incultura", de "incivilidade". Um boçalismo que é induzido pelas direcções dos clubes, pelas autoridades político-administrativas que a estes tutelam, pois uma massa adepta boçal e energúmena é mais dócil face aos poderes, mais rastejante face à qualquer cenoura que se lhe acene. E que na actualidade também o é pela imprensa, por razões parcialmente mercantis (ânimos exaltados aumentam os lucros) mas também pelo baixo nível da mescla de jornalistas e comentadores que a habita, eles-próprios frutos desta ... educação.

O Sporting é um enorme clube europeu, eclético como quase nenhum, com um precioso rol de títulos continentais, e de atletas com títulos mundiais e olímpicos. Um rol que continua a enriquecer-se, e de que forma, nesta era de tão diferente economia desportiva. Ganha agora mais um título europeu. E os adeptos, em euforia, juntam-se para celebrar e são conduzidos pelo clube (pela organização do evento) a cantar "De  manhã começa o dia a foder os lampiões ...". É um sinal de pequenez atroz, de nanismo clubístico, e também, e acima de tudo, de um culto da imundície. Mas é também a violação dos estatutos do clube (que explicitam a expulsão de quem ofenda a moral pública) e do seu enquadramento institucional - o clube é uma instituição de utilidade pública, com benefícios por isso, devido a ser considerado uma associação de intuitos formativos, educacionais. No javardismo actual, do vale tudo para ganhar, isso está esquecido, até pelo Estado - mais interessado em cobrar impostos e sacar votos.

E num clube que há um ano passou a maior crise da sua história devido às liberdades dadas à sua ralé interna é inacreditável que nada se tenha aprendido, que se continue a acarinhar este tipo de mentalidade, a acoitar (e até a contratar, como "animador" de actividades, como "excitador" das massas) gente desta.  A visão de uma mole de adeptos sportinguistas a comemorar uma grande vitória europeia gritando "a foder os lampiões" é a maior derrota que já vivi no clube. Jogadores campeões no palco, com os filhos no braços, a ulular "de manhã começa o dia a foder os lampiões" é tétrico, vergonhoso, patético.

Mas o pior de tudo é o silêncio da direcção. Que nem de uma forma suave, pedagógica, mesmo que humorística tipo num "não havia necessidade" a la Herman José, surge a afastar-se deste tipo de mentalidade, de expressão, a convidar, até a convocar, os sportinguistas a outro tipo de mentalidade, de visão do mundo. E não o faz porque a direcção ... é isto. É constituída por gente educada, doutores, alguns com apelidos compósitos até conhecidos, e vestem os fatos daquele azul-mais-que-Carris típicos da elite administrativa portuguesa. Por isso tudo, por essa "elevação" social, dirão ao levantar-se "de manhã começa o dia ... a fornicar os lampiões".

Estamos fodidos. Não exactamente os sportinguistas. Não os tais lampiões. Mas a gente. Que sofre este país.

Órfãos, viúvas e agora pândegos...

Alguns ressabiados com o bom momento que o Sporting atravessa colocaram ontem a circular nas redes sociais mais delírios conspirativos, desta vez a teoria que a direcção do Sporting evitou a saída pelo aeroporto da Portela, preferindo o Figo Maduro para fugir aos sócios. Estas patéticas almas nem se dão conta do ridículo a que se expõem, uma vez que a comitiva foi à praça do município para ser recebida oficialmente na C.M.L. e depois o pavilhão João Rocha foi aberto aos sócios que quiseram receber os jogadores, o que deita por terra qualquer tese destes saudosos do defunto aspirante a Napoleão do Sporting Clube de Portugal, que em boa hora os sócios resolveram destituir. 

Oa acólitos da seita da igreja universal do reino do Bruno tiveram muito espaço e tempo para mostrar cartazes, mas cada vez menos sportinguistas lhes passam cartão, porque a agenda está gasta e não será pelo cansaço que nos vencem. Por duas vezes a esmagadora maioria dos sócios se pronunciou e muito provavelmente não haverá duas sem três. No passado sábado o estádio voltou a encher, ontem assistimos a um banho de multidão na recepção à equipa de futsal, estamos no bom caminho.

Metam uma coisa na cabeça, se querem continuar ou não a ser sócios e apoiar o clube, ou preferem continuar a carpir mágoas pelos cantos, é convosco, mas fiquem com a certeza que os sócios não querem regressar a um triste passado que nos envergonhou e enxovalhou, por isso podem ter a certeza, o nosso presidente chama-se Frederico Varandas e no dia em que deixar de o ser, alguém lhe sucederá no cargo, mas não será o vosso líder espiritual, porque tal profeta só traz desgraça, o clube pertence aos sócios e a esmagadora maioria quer ver tal figurão bem longe...

No reino do Belzebu

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Há muito que a Igreja Universal do Reino do Bruno nos tinha avisado, o Belzebu entrou no clube para fazer dele um nojo de mansos e croquetes, e vendê-lo ao pataco aos demónios ricos deste mundo, os J.Mendes, Sobrinhos e que tais, destruindo a herança do melhor presidente de todos os tempos, rei do Facebook e guerreiro sem medo (se não vai, é porque não pode).

Mas enquanto isso não acontece vamos pelo menos festejando um título europeu e apreciando uma festa na Câmara Municipal de Lisboa com toda a gente a festejar, no palácio e na praça, e sem um treinador triste, marginalizado e à beira do despedimento.

Sendo assim, siga o Belzebu. 

 

PS: Com um grande agradecimento aos dois treinadores referidos, Nuno Dias e Marco Silva.

 

SL

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