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És a nossa Fé!

Esta Taça da Liga também é nossa

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O Sporting venceu ontem categoricamente o Benfica, vulgarizando o velho rival, na final da Taça da Liga em futsal. Vencemos por 6-2, com golos de Alex Merlim, Rocha, Zicky (2), Pauleta e João Matos. 

Foi o nosso terceiro troféu em seis edições desta competição - ainda mais saboroso por ter sido o primeiro que conquistamos derrotando o SLB na partida decisiva.

No momento em que celebramos mais um título no vastíssimo palmarés leonino, apetece dizer: grande Nuno Dias, grande Rúben Amorim (que em Janeiro, no futebol, também conquistou uma Taça da Liga pelo Sporting). Com treinadores destes tudo até parece fácil.

0nze de cada lado

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Hoje no canal 11 às 18H00.

Sporting vs. Benfica, as meninas portuguesas enfrentam a legião estrangeira com um roda de bicicleta no peito.

Mais tarde, às 21H00 no mesmo canal, os meninos do Sporting enfrentam os veteranos de Carnide, perdão, de São Domingos de Benfica.

Dois jogos que comentaremos depois, é curioso que Monopólio se escreva de vermelho e branco, será que as notas do monopólio valerão mais que o futebol e o futsal praticados no relvado e no pavilhão?

Mais logo saberemos.

Entrevista a Erick Mendonça - Jornal Sporting

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Maria Gomes de Andrade e Mário Morgado Ribeiro; Pedro Zenkl

 

Erick Mendonça renovou a ligação ao Sporting Clube de Portugal, onde chegou ainda em idade júnior. Depois de três épocas entre o CRC Quinta dos Lombos e a AD Fundão, o fixo regressou para se afirmar e tornar-se peça fundamental da equipa de Nuno Dias, tendo também já ganhado o seu espaço na selecção nacional. Em entrevista ao Jornal Sporting e à Sporting TV, Erick Mendonça falou do passado e do presente, deixando ainda um repto a todos os Sportinguistas.

 

Três temporadas depois do regresso, renovação. Era algo que já ambicionava?

Sim, por várias razões, mas principalmente porque se o Sporting CP renovou comigo é porque estou a fazer um bom trabalho e porque acredita em mim. É um casamento feliz e, por isso, cabe-me continuar a trabalhar para representar e dignificar esta instituição da melhor maneira.

 

Este novo contrato deu-lhe uma maior responsabilidade? 

Eu tenho uma forma muito peculiar de ver a responsabilidade. Sinto-me responsável, mas gosto de levar as coisas de ânimo leve. Ainda assim, obviamente, quem representa o Sporting CP sabe a responsabilidade que isso acarreta, mas gosto de pensar que tenho as mesmas obrigações que tinha antes de renovação.

 

O Erick Mendonça tem apenas 25 anos, é um jovem, mas ao mesmo tempo é já dos mais experientes do plantel. Vê isso de forma positiva?

Não sei se gosto que me coloquem no mesmo patamar do Cavinato, Merlim, Cardinal ou João Matos... (risos). Claro que é positivo ser dos mais jovens - ainda que agora tenhamos uma fornada ainda mais jovem - e já ter alguma experiência. Isso dá-me bagagem e a capacidade de transmitir algo aos mais novos.

 

"GOSTO DE PENSAR QUE TENHO A MESMA RESPONSABILIDADE QUE TINHA ANTES DE RENOVAÇÃO"

 

E os mais novos vêem-no como um exemplo e pedem-lhe conselhos ou não?

(risos) Alguns... o Zicky tem a mania que sabe tudo, a alcunha dele até é "o mais" porque ele diz que é o mais em tudo. Se alguém diz que salta 30 metros, ele diz que salta mais, se alguém faz quatro golos, ele diz que marca mais... Ele diz que só responde com trabalho, mas está de chuva (risos). Até é o pior no 25, que é um jogo que nós fazemos.

(...)

Agora mais a sério, fora de brincadeiras.. não sou o mais velho e por isso também acabo por ter uma proximidade maior com eles, mas, ao verem-me como um jogador experiente, esses conselhos acabam por surgir de forma natural. Penso que mais com o Tomás Paçó, porque jogamos na mesma posição, ainda que dê conselhos a todos.

 

Que tipos de conselhos é que lhes costuma dar?

Técnicos mais ao Paçó, mas, por norma, os conselhos que mais dou têm a ver com a forma de estar e de como lidar com algumas situações porque não é fácil, e há uma diferença muito grande entre um plantel de séniores e um de júniores. Eu que fiz essa transição noutras equipas e sei como é complicado, sobretudo no balneário. O nosso balneário é espectacular, mas, por vezes, é difícil encontrar o nosso lugar.

 

E o Erick fez a transição em balneários e clubes com objectivos totalmente diferentes dos do Sporting CP. Ter vivido outras realidades foi importante para si e para a sua carreira?

Foi muito importante. Eu saí do Sporting CP para o CRC Quinta dos Lombos quando tinha acabado de chegar aos séniores e apanhei uma estrutura incomparável à do Sporting CP e depois saltei para a AD Fundão num patamar mais profissional. Acho que é importante passarmos por essas fases. Se não tivermos de as passar e se nos soubermos adaptar, melhor, mas acho que é importante por vários aspectos e até para vermos a diferença entre ser amador e profissional. Por vezes, quando temos tudo, não damos valor ao resto - que até é o mais normal.

 

De tudo aquilo que viveu nessas experiências, o que é que o ajudou mais a crescer?

A derrota. Nesses clubes perdia mais vezes do que ganhava, sobretudo no CRC Quinta dos Lombos. E isso fez-me também batalhar por objectivos diferentes. São outras realidades. E o balneário também é muito diferente. O nosso é incrível, mas num balneário profissional, como é o do Sporting CP, os objectivos são outros e a exigência também. Num treino no CRC Quinta dos Lombos ou na AD Fundão se as coisas não me corressem bem, ok, no próximo corre melhor, mas aqui se não correr bem tenho logo o Cavinato a chatear porque falhei ou não lhe passei a bola. É uma exigência diferente.

 

Regressou totalmente diferente após três anos fora ou não?

Obviamente que sim e regressei com muita ambição, mas também sem saber aquilo que me esperava. Saí da AD Fundão um menino e tornei-me num homem. Defrontava o Sporting CP e tinha perfeita consciência da qualidade da equipa, então pensava 'onde é que eu me vou integrar ali? Qual vai ser o meu papel?' Felizmente, acho que soube perceber onde seria importante e, por isso, o primeiro ano acabou por ser superpositivo para mim.

 

Ainda assim, o Erick já conhecia a estrutura... ou encontrou muitas diferenças?

Encontrei. A organização era outra, assim como a competitividade e a qualidade. No meu regresso encontrei um Sporting CP mais profissional do que já era na minha altura.

 

E acreditava que se poderia afirmar tão depressa como veio a afirmar?

Não, de todo. Fizemos um primeiro estágio em Ansião, no qual jogámos com o CCRD Burinhosa, e depois tivemos a Master Cup, no Algarve, contra o Inter FS e o Magnus Futsal, e tive muitos minutos, mais do que eu achava que ia ter. Com isso senti que poderia ser aposta, ainda que com algumas reticências. Depois, felizmente, o meu primeiro jogo em casa, frente ao CF "Os Belenenses", correu-me muito bem.

 

Aconselhou-se com alguém ou no regresso já sabia o que tinha de fazer?

Quando era novo, agarrei-me muito ao Matos, por várias razões. Vivíamos perto, ele dava-me sempre boleia e aí trocávamos muitas ideias. Quando regressei já conhecia o Matos, mas procurei beber um pouco de todos a todos os níveis. Inicialmente, acho que passei mais tempo com o Pany e, por isso, talvez seja aquele com quem me dou mais actualmente.

 

Que conselhos é que mais o marcaram?

(pensa) Ui, não sei, recebi tantos, mas acho que aquele que foi fundamental para eu dar um salto qualitativo no meu jogo foi um do Leo e depois do Nuno Dias. O facto de ser fixo e a bola chegar ao pivô e eu querer ir lá e bater nele a toda a hora, mesmo que ele estivesse nos dez metros e eu no meio-campo. Foi uma das coisas que o Leo me ensinou: não preciso de ir lá bater e fazer uma falta parva - ajudou-me muito.

 

"CHAMPIONS? FOI INCRÍVEL E FOI LOGO NO MEU PRIMEIRO ANO"

 

E tinha regressado com que objectivos?

Muitos. Ganhar todas as competições internas - até agora escapou-me uma -, afirmar-me, conseguir que o Sporting CP me levasse à selecção nacional e vencer a UEFA Futsal Champions League, mas o objectivo da Champions estava guardado na gaveta... não achava que ia ser logo à primeira.

 

A conquista da Champions League foi o ponto mais alto até este momento?

Sim, não tem como não ser. Além de ser o maior título europeu, também porque nunca pensei que o pudesse ganhar logo no primeiro ano. Os astros alinharam-se todos e aquela semana foi incrível. Desde chegarmos lá e as malas com os nossos ténis não aparecerem, à forma como tudo se desenrolou. Foi incrível.

 

O árbitro apitou para o final do jogo e o Erick ajoelhou-se e agarrou-se à camisola. Do que é que se lembra mais?

Lembro-me de o Leo aliviar a bola lá atrás, começar a correr e, depois, de ver o Luis Ribeiro (fisioterapeuta) a entrar no campo com uma bandeira do Sporting CP e o Cardinal a mandar vir com o árbitro para ficar com a bola de jogo, porque ele gosta sempre de ficar com a bola, e o árbitro dizer-lhe que não (risos). Depois disso, acho que não me recordo de mais nada.. foi só festejar.

 

Foi uma semana inesquecível que acabou da melhor maneira...

Sim. Foi uma semana incrível. Desde chatear o Castelo (Luis Santos Castelo, jornalista do Jornal Sporting) - só ele sabe o que sofreu, é bom rapaz - ao almoço com o presidente depois de vencermos. Os jogos com o Carlinhos [roupeiro], o Andrew [fisioterapeuta], o doutor. Essas são as memórias que tenho dessa semana. Os astros estavam alinhados e mesmo aquilo que correu mal antes serviu para embelezar ainda mais essa vitória.

 

Teve logo noção daquilo que tinham acabado de conquistar?

Lembro-me de só querer festejar e de dizer para não falarem comigo porque só queria era aproveitar, mas não tinha bem a noção do que se tinha passado. Só percebi quando chegámos a Lisboa, disseram-nos que tinhamos de sair por outra porta e ir para o pavilhão. Ninguém sabia como é que estaria e quando chegámos... estava cheio. Aí é que nos caiu a ficha.

 

Dedicou essa conquista à sua avó. Porquê?

A minha avó foi como uma segunda mãe para mim. É um cliché, mas é verdade. Foi com ela que viemos viver quando a minha mãe veio do México com os filhos nos braços e era ela que ficava comigo quando a minha mãe ia trabalhar. Mesmo depois de já não vivermos com ela, quando a minha mãe saía de casa às 7h30 para ir trabalhar e eu ia jogar para o ringue até às 9h que era quando a minha avó ia à janela e me chamava para ir tomar o pequeno-almoço com ela. Para mim é especial. Era a melhor avó do mundo.

 

Apoiava-o nisto do futsal?

Infelizmente, ela partiu quando eu comecei a ter algum relevo, mas ela adorava futebol e era louca, mesmo louca, pelo Sporting CP - e pelo CS Marítimo porque era madeirense. A minha família é toda do Sporting CP e havia todo um ritual em casa dela quando o Sporting CP jogava e foi ela quem me passou alguns valores do Clube. Tenho pena que ela não tenha visto alguns dos momentos que tenho vivido.

 

Tem até uma tatuagem em homenagem a ela...

Sim. Tenho uma estrelícia, a flor favorita dela - acho que é típica da Madeira -, e um M. L. de Maria Lídia para eternizar a memória dela. Com isso acabo por ter um ritual de jogo que é beijá-la a ela e ao meu avô.

 

Além dessa particularidade, o Erick tem também algo que o caracteriza muito. Porquê tantos penteados e cores de cabelo?

(risos) Há quem me diga 'Erick, representas o Sporting CP e já tens outro tipo de imagem no Clube, se calhar isso não cai bem aos adeptos', mas eu não deixo de ser quem eu sou pelo penteado verde, rosa ou amarelo porque cumpro dentro de campo. Eu sou assim, acabo por ter alguma irreverência e gosto que as pessoas se divirtam comigo. Não o faço para ser engraçado, é assim que eu sou e não tenho de ser julgado - atenção, não sou - por causa do cabelo. Esse é para aproveitar que seja agora enquanto não tenho filhos porque quando tiver eles vão querer fazer como eu (risos).

 

Sendo assim, qual vai ser a próxima cor?

Não costumo revelar, mas acho que vai ser rosa (risos).

 

Voltando ao futsal e falando sobre esta época. Soma 25 jogos e 14 golos marcados, tendo ultrapassado a sua melhor marca de golos. Podemos dizer que estamos perante o melhor Erick.

Eu quero acreditar que o melhor ainda está para chegar. Estou bem, mas ainda estou longe daquilo que posso fazer. Ainda assim, sim, estou no melhor momento tanto a nível de golos, como de assistências e de jogo jogado. Resta-me continuar.

 

"O SPORTING CP FORMA HOMENS DE CARÁCTER QUE SABEM LUTAR PELO CLUBE"

 

João Matos, Erick Mendonça e Tomás Paçó: os três formados no Sporting CP. Isso quer dizer que o Clube produz bons fixos?i

(risos) Isso quer dizer que se produzem, pelo menos, atletas com raça. Acho que ser fixo não é difícil, ainda que tenha de se saber ler o jogo, mas isso ganha-se, acho que é preciso é ter raça. Acho que a nível ofensivo é preciso possuir uma capacidade que se tem ou não, mas ao nível defensivo o fundamental é ter atitude. Só passa por mim quem eu quiser e se eu permitir. Ainda assim, mais do que se formarem bons fixos, formam-se homens de carácter que sabem o que é lutar e batalhar pelo Clube.

 

E o que dizia o Erick de hoje àquele que se estreou na equipa principal do Sporting CP em Agosto de 2013?

Diria tu não jogas nada (risos). Ainda hoje sou gozado, principalmente pelo Pauleta, que diz aos miúdos 'se vocês tivessem noção de como jogava o Erick quando era júnior, ninguém diria que estar aqui agora' (risos). Por isso, acho que era isso que lhe dizia: 'sai daí que não estas aí a fazer nada'.

 

E se não estivesse aqui hoje, estaria onde e a fazer o quê?

Boa pergunta. Gosto de muitas coisas, mas o que estaria a fazer não sei. Estou muito bem como e onde estou e não quero mudar para já.

 

Que objectivos é que se seguem então?

Ganhar tudo e aquilo que ainda não venci. Tenho em mente o Campeonato Nacional, que ficou pendurado no ano passado.

 

"NADA ME DÁ MAIOR PRAZER DO QUE VER O SPORTING CP A UNIR-SE NOVAMENTE"

 

E aos adeptos quer dizer alguma coisa?

Sim, que continuem a ser ecléticos e a apoiar o Sporting CP.

Nada me dá maior prazer agora do que ver o Clube a unir-se novamente e falar com algum amigo Sportinguista que estava bem escondido, porque não sentia a mística, e agora sente e diz que está nervoso antes de um jogo. Que isto nunca se perca. Somos o melhor Clube do mundo. Certamente que quando houver público isto vai ser ainda mais bonito e, se remarmos todos para o mesmo lado, o futuro será risonho.

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Fonte: Edição N.° 3809 do Jornal Sporting

2020

Que melhor maneira de terminar o ano do que com a conquista de um título? O Sporting venceu ontem a sua oitava Taça de Portugal em futsal, a terceira consecutiva.

Sim, foi um ano complicado a todos os níveis. Desde a perda de receita à contestação, passando pelos estádios vazios. Mas, acima de tudo, foi um ano onde o Sporting mostrou que está vivo. O primeiro lugar no campeonato de futebol, os primeiros lugares na maior parte das modalidades e o discurso afirmativo #OndeVaiUmVãoTodos só nos pode encher o coração. Uma espécie de combustível para o provavelmente ainda mais duro 2021.

Jogo a jogo lá chegaremos, onde quer que o "lá" seja. Uma coisa é certa, pelo menos chegaremos de cabeça levantada. Sem dirigentes a serem chamados a Comissões de Inquérito no Parlamento, sem adeptos a serem julgados por assassinato e sem a sombra do Café com Leite e Chocolatinhos a cada jogo. Sabemos que as nossas vitórias são honestas como nós. Nem todos podem sequer pensar o mesmo, quanto mais dizê-lo...

Boas entradas e um grande 2021, Sportinguistas. Para os outros, um ano assim-assim que também não vos quero mal.

Soma e segue

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Nuno Dias: terceira Taça de Portugal consecutiva para o futsal do Sporting

 

Alguns abutres andam a esvoaçar por aí. Sedentos de sangue, ansiando por derrotas do Sporting. Apesar de se intitularem sportinguistas.

Entre eles, lamentavelmente, incluem-se ex-dirigentes e ex-jogadores do nosso clube. Confirmando assim que a sua militância leonina emigrou para parte incerta. 

Mas andam com azar. E não apenas no futebol

 

Repare-se no que aconteceu ontem, em duas outras modalidades.

No basquetebol, em boa hora reintroduzido no Clube pelo actual presidente, vitória categórica do Sporting sobre o nosso principal competidor, o FC Porto, que derrotámos por 63-57, com exibição notável de Diogo Ventura. Lideramos isolados o campeonato, com onze triunfos em onze partidas. Não podia ser melhor.

No futsal, acabamos de conquistar a Taça de Portugal pelo terceiro ano consecutivo. Goleando na final o Braga, por 7-1. Sem espinhas.

Parabéns aos jogadores. E ao treinador Nuno Dias.

 

O Sporting, como se vê, soma e segue.

Péssimas notícias para os abutres.

Derby de futsal

O fim do mundo em cuecas

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"Bomba em dia de derby, Luís Filipe Vieira bate com a porta"

Faltam cerca de dez minutos, no canal 11.

Sporting vs. Benfica.

Vieira, o presidente que comemorou, em cuecas, um título de campeão  nacional de futsal vs. Varandas, o presidente que foi campeão europeu de futsal e não apareceu nas fotografias.

Faltam cerca de cinco minutos...

A Stromp o que é de Stromp

Num dia de regresso de três equipas ao João Rocha, foram três os Troféus Stromp que ficaram em casa. 

O Volei venceu o Castêlo da Maia GC por 3-0.

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O futsal venceu o Viseu 2001 ADSC por 10-1

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hóquei goleou o HC Turquel por 10-4.

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Num pavilhão infelizmente ainda sem adeptos, é bom ver que as vitórias continuam. Que seja breve a nossa ausência nestes triunfos. 

Para o apuramento do campeão nacional

Texto de Miguel Fernandes

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Sinceramente, e dado os interesses económicos em causa, acredito que a Liga 2019/2020 vá ser jogada até ao fim, o que considero uma falta de respeito para com a população em geral se o limite ao ajuntamento de pessoas se mantiver. Sem público nas bancadas, claro, pois isso seria criminoso, no mínimo.

No entanto, o que acho incrível é a FPF dar por findos os campeonatos e taças, mesmo de um campeonato profissional como o de futsal, e manter a final da Taça de Portugal em futebol. A direcção já devia ter tomado posição em relação a isto. Pelo menos no futsal, a Taça de Portugal dificilmente não seria nossa e no campeonato tínhamos o decisivo factor casa.

Finalmente, a minha sugestão para terminar o campeonato seria um playoff de quatro equipas ou então de todas as equipas com hipóteses matemáticas de serem campeãs, jogado em modo Taça da Liga - um jogo a eliminar - no estádio do melhor classificado ou, no caso de dois grupos, na casa dos dois melhores classificados. Tal seria a fórmula para a descida.

Seria mais rápido, só existiria uma deslocação e haveria um certo mérito.

 

Texto do nosso leitor Miguel Fernandes, publicado originalmente aqui.

E o nosso dinheiro de volta?

Os jogos das competições de futebol profissional e de futsal serão realizados à porta fechada já na jornada que vem aí. Uma decisão da Federação Portuguesa de Futebol hoje anunciada como medida para evitar a propagação do coronavírus - mesmo não havendo por enquanto notícia de qualquer dirigente desportivo infectado por cá, ao contrário do que sucede com o presidente do Benfica grego.

Em comunicado difundido há um par de horas, a FPF admite que estas restrições podem ser ampliadas e prolongadas. Falta esclarecer o que tencionam fazer com os lugares de época adquiridos pelos sócios até ao fim da corrente temporada. Estão já a ser estudadas medidas para reaver o dinheiro que gastámos para jogos que seremos impedidos de ver ao vivo?

É bom que nos esclareçam sem demora. Isto não é um pedido: é uma exigência.

De pedra e cal - Capitão Matos

Aproxima-se pela esquerda, todo ele simpatia e sorrisos para miúdos e graúdos. Ponho a minha melhor cara de má, afino a voz e disparo:


- Capitão, tenho uma pergunta para fazer-lhe...

JM: (sorridente, ignora por completo o tom sério e grave da malfadada adepta) Diga, diga...!

- Não se ria, Capitão, olhe que o assunto é sério...

JM: (sem desarmar, todo ele simpatia, para meu agudo desespero!) Diiiga...! 

- (mas não haverá nada que lhe desfaça o sorriso? que ameace a boa disposição?) Oh Capitão, tenho estado aqui a pensar... (interrompo o discurso, fito o chão, olho-o cabeça ainda reclinada em sentido descendente) é uma espécie de preocupação, sabe? Sente falta do carrapito!? 

JM: (contém a gargalhada in extremis, cabeça a abanar para os lados qual boneca havaina colada no tablier de um Cadillac) Hum, hum, hum, errr, não, sim, er, mais ou menos. 

Gargalha, enfim! Acompanho-o, claro.

- E então Capitão, super original, a pergunta, não?

JM: Ainda hoje ninguém ma tinha feito!

Ahahahahah

Completa hoje 33 anos, é nosso atleta desde 2002 e um símbolo maior do Sporting Clube de Portugal. É Sportinguista, dos pés à cabeça (incluindo ex-carrapito) e uma ajuda preciosa na hora de sedimentar a relação entre adeptos e Clube. Que a genuinidade do sorriso nunca se perca - especialmente para aqueles que estão longe do Pavilhão João Rocha -, que a alegria de jogar de Leão ao peito não se dissipe e que a dúvida nunca se instale: é também graças a si que estamos certos de que... o Sporting? Está de pedra e cal.

 

Feliz aniversário, Capitão Matos! Muitos parabéns - e obrigada -, capitão João Matos...!

Edição: correcção de 2005 para 2002 (em 2005, integrou a equipa sénior)

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Fotografia de minha autoria, tirada a 24 de Agosto de 2019 - Torneio Masters, Portimão 

Um dia de domingo em Alvalade, por ordem cronológica

1 – Excelente vitória da nossa equipa de futsal diante do arqui-rival S.L.B., permitindo aos comandados de Nuno Dias assumir o comando do campeonato.

2 – Javardos serão sempre javardos. Imbecis agrediram, insultaram e cuspiram dirigentes e familiares do S.C.P., mais um triste episódio protagonizado pela turba arruaceira. Que fique claro, jamais o clube poderá reabilitar estas claques, pelo menos enquanto forem dirigidas por delinquentes cadastrados. Não pode haver cedências ou sequer diálogo com marginais.

3  - O mais antigo gang da curva Sul promoveu uma manifestação de descontentes com a actual direcção, exigindo demissão ou destituição. Ao todo uns 3 mil estiveram presentes. Muitos passaram perto, ignorando-os. No interior do estádio, mal entoaram os cânticos foram apupados, assobiados. Hoje felizmente nem sequer apresentaram o já habitual show de piro-javardice. Estou plenamente convencido que na hipótese de ser agendada a AG destituitiva, irão sair derrotados. No fundo servem como idiotas úteis a F. Varandas, porque boa parte dos sócios, entre os actuais órgãos sociais e qualquer possibilidade de regressar ao passado de má memória, nem hesita. Prefere o presente à ordinarice reles que aturámos tempo demais.

4 – Apesar dos equívocos tácticos de J. Silas, dando uma parte de avanço ao adversário, o Sporting C.P. conquistou 3 pontos diante do Portimonense e regressou ao 3º lugar no campeonato. Vitória sofrida, mas merecida e necessária, para tranquilizar o plantel.

Desporto mafioso

No desporto tuga, o que parece é. Existe um clube ao qual todos os poderes se vergam e tentam servir. Os dirigentes desportivos comportam-se como gangster de rua, procurando agradar ao padrinho, para subirem na hierarquia da famiglia...

É ver os meses que decorreram desde os actos em causa, o tempo que demoraram a decidir o castigo e quem são os adversários que teremos que defrontar à porta fechada. Isto se o recurso para o Tribunal Arbitral não der razão ao Sporting, o que duvido possa acontecer. Mas que ninguém duvide que os membros do CD da FPF não tentam tudo para uma vez mais nos prejudicarem. Nada de novo, nojentos como sempre...

A voz da leitora

«A determinada altura o jogo de futsal entre o Sporting e o Kairat, em Portimão, mais parecia um jogo entre selecção A e B do Brasil. Para mim, descaracteriza algo inaceitável: a identidade do país que uma equipa representa. E, sim, para mim uma equipa representa sempre um país. Futsal, vólei, futebol, socorram-se dos melhores profissionais com o objectivo de alcançar bons resultados "no imediato", mas sem perder de vista a necessidade de apostar na dinamização da formação local.»

 

CAL, neste meu texto

RonRon, NáNá (como jogar e comentar futsal)

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Este "post" pode parecer algo requentado e fora de época.

É uma resposta a alguns comentários aqui.

No dia que escrevi sobre futsal não sabia que NáNá (o comentador escolhido pela RTP para o quarto jogo, supostamente, o jogo do título, era um ex guarda-redes do Benfica).

Revi o jogo e os comentários, ver entre o minuto quatro e o minuto três da primeira parte:

"Ninguém ganhou três vezes seguidas ao Sporting".

"O Benfica está a um passo de o conseguir fazer".

Algumas pessoas têm dúvidas que o Benfica "tinha" de conquistar este título, vejam/leiam este "post" n´ O Artista do Dia e tirem as vossas próprias conclusões.

(aos comentadores que me acusaram de estar a faltar à verdade, não vale a pena virem a correr pedir desculpas, sei que erraram, sei que mentiram, sei que vão ter de viver com isso, as desculpas não se pedem, evitam-se).

Na imagem a tal mão de Roncaglio (RonRon) [como vimos pelo exemplo de Fernando (NáNá) os guarda-redes do Benfica têm os nomes infatilizados] que também mereceu um comentário do ex; algo do género: "Roncaglio muito bem, defende com a mão mas não faz nenhum gesto que o denuncie"; um excelente actor, portanto, já que não conseguem vencer com as regras do jogo, contornam-se, quebram-se, desrespeitam-se os colegas de profissão mas está tudo bem, desde que não sejam apanhados.

Mais uma vez um alerta para a televisão que é paga com o dinheiro dos meus impostos, menos, ok, menos palavras, menos teorias, menos parcialidade, enfim menos parvoíces durante os jogos.

Oliveira, a Oliveireirense e a capa d' A Bola, amanhã

"Verde foi meu nascimento

Mas de luto me vesti

Para dar a luz ao mundo

Mil tormentos padeci"

Uma quadra (lá está, o "brasileirismo" para o recinto onde se disputa um jogo de futsal, podemos considerar que o basquetebol, também, se disputa na quadra) que fala no meu fruto, o fruto da oliveira, a azeitona.

Uns serão azeiteiros (não acredito) outros ficaram com os azeites.

Parabéns, Oliveirense, grande jogo, grande vitória (amanhã têm um capa d' A Bola só para vós).

Parabéns, campeões europeus de futsal

Ontem perdemos o campeonato nacional de futsal, no pavilhão da Luz. Por um golo de diferença e com uma bola disparada ao poste a segundos do apito final.

Ainda assim, não conheço um sportinguista - um verdadeiro sportinguista - que não sinta orgulho por este magnífico grupo de trabalho que honrou o emblema leonino.

Perder com brio e galhardia nunca é indigno. 

 

Mesmo sem a vitória no campeonato, considero esta a nossa melhor época de sempre na modalidade. Porque pela primeira vez conquistámos a Taça dos Campeões Europeus - objectivo há muito perseguido mas só agora concretizado.

Uma proeza que dignifica não apenas o Sporting, mas o desporto português.

 

Além do inédito troféu europeu, nesta temporada o futsal leonino brilhou também com a conquista da Supertaça, a 8 de Setembro, e da Taça de Portugal, a 31 de Março.

 

Convém lembrar, a propósito, os números da última década. Que confirmam a hegemonia do nosso clube nesta modalidade que vai apaixonando um número cada vez maior de portugueses:

- 1 taça dos campeões europeus

- 7 campeonatos

- 5 Taças de Portugal

- 5 Supertaças

É por isso com inteiro orgulho que escrevo estas linhas dedicadas aos nossos jogadores, campeões europeus e vice-campeões nacionais.

O meu aplauso, rapazes. Extensivo ao treinador Nuno Dias e ao director das modalidades leoninas, Miguel Albuquerque.

 

Contamos convosco para uma nova época ainda com mais esforço, mais dedicação, mais devoção e mais glória.

Podem contar também connosco. O apoio dos verdadeiros adeptos não vos faltará.

Hoje, às 14 horas e 20 minutos

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Finalmente.

Hoje decide-se.

Não decidam antes do jogo começar, deixem que sejam os jogadores dentro do campo a decidir, todos os jogadores desde André Correia, um dos guarda-redes do Benfica (que fez uma exibição fantástica no João Rocha) nasceu no dia 18 de Fevereiro de 1998 (tem 19 anos para os comentadores da RTP) até Merlim, o mágico.

Já falei da RTP, por favor, não sejam Malatos, dispam a camisola do Benfica. No último jogo, foi de mais, tive de desligar o som, tantos e tão grandes foram os disparates, já referi um mas foram muito mais, um antológico e numa altura em que o Sporting vencia por 2-1, foi: "o Benfica vai ser a primeira equipa a vencer o Sporting três vezes seguidas, nunca aconteceu".

Nunca aconteceu (a não ser nos teus sonhos, pá) e continuou sem acontecer, apesar dos cartões vermelhos por mostrar a jogadores do Benfica e do guarda-redes vermelho (o outro) vir defender uma bola com a mão quase no meio campo... e siga a dança, nem falta, nem cartão.

O que peço para o jogo de hoje é um comportamento exemplar de todos, dos dirigentes, dos treinadores, dos jogadores, dos adeptos e, fundamentalmente das claques (organizadas e desorganizadas).

Que vença o melhor e que assistamos a um excelente jogo de futsal.

Nota: Foi inserida fotografia no intervalo do jogo para aqueles que ficaram com dúvidas sobre o corte com a mão de Fábio Cecílio. Penalty por marcar e vermelho por mostrar, tudo normal, portanto.

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