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És a nossa Fé!

Para o apuramento do campeão nacional

Texto de Miguel Fernandes

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Sinceramente, e dado os interesses económicos em causa, acredito que a Liga 2019/2020 vá ser jogada até ao fim, o que considero uma falta de respeito para com a população em geral se o limite ao ajuntamento de pessoas se mantiver. Sem público nas bancadas, claro, pois isso seria criminoso, no mínimo.

No entanto, o que acho incrível é a FPF dar por findos os campeonatos e taças, mesmo de um campeonato profissional como o de futsal, e manter a final da Taça de Portugal em futebol. A direcção já devia ter tomado posição em relação a isto. Pelo menos no futsal, a Taça de Portugal dificilmente não seria nossa e no campeonato tínhamos o decisivo factor casa.

Finalmente, a minha sugestão para terminar o campeonato seria um playoff de quatro equipas ou então de todas as equipas com hipóteses matemáticas de serem campeãs, jogado em modo Taça da Liga - um jogo a eliminar - no estádio do melhor classificado ou, no caso de dois grupos, na casa dos dois melhores classificados. Tal seria a fórmula para a descida.

Seria mais rápido, só existiria uma deslocação e haveria um certo mérito.

 

Texto do nosso leitor Miguel Fernandes, publicado originalmente aqui.

E o nosso dinheiro de volta?

Os jogos das competições de futebol profissional e de futsal serão realizados à porta fechada já na jornada que vem aí. Uma decisão da Federação Portuguesa de Futebol hoje anunciada como medida para evitar a propagação do coronavírus - mesmo não havendo por enquanto notícia de qualquer dirigente desportivo infectado por cá, ao contrário do que sucede com o presidente do Benfica grego.

Em comunicado difundido há um par de horas, a FPF admite que estas restrições podem ser ampliadas e prolongadas. Falta esclarecer o que tencionam fazer com os lugares de época adquiridos pelos sócios até ao fim da corrente temporada. Estão já a ser estudadas medidas para reaver o dinheiro que gastámos para jogos que seremos impedidos de ver ao vivo?

É bom que nos esclareçam sem demora. Isto não é um pedido: é uma exigência.

De pedra e cal - Capitão Matos

Aproxima-se pela esquerda, todo ele simpatia e sorrisos para miúdos e graúdos. Ponho a minha melhor cara de má, afino a voz e disparo:


- Capitão, tenho uma pergunta para fazer-lhe...

JM: (sorridente, ignora por completo o tom sério e grave da malfadada adepta) Diga, diga...!

- Não se ria, Capitão, olhe que o assunto é sério...

JM: (sem desarmar, todo ele simpatia, para meu agudo desespero!) Diiiga...! 

- (mas não haverá nada que lhe desfaça o sorriso? que ameace a boa disposição?) Oh Capitão, tenho estado aqui a pensar... (interrompo o discurso, fito o chão, olho-o cabeça ainda reclinada em sentido descendente) é uma espécie de preocupação, sabe? Sente falta do carrapito!? 

JM: (contém a gargalhada in extremis, cabeça a abanar para os lados qual boneca havaina colada no tablier de um Cadillac) Hum, hum, hum, errr, não, sim, er, mais ou menos. 

Gargalha, enfim! Acompanho-o, claro.

- E então Capitão, super original, a pergunta, não?

JM: Ainda hoje ninguém ma tinha feito!

Ahahahahah

Completa hoje 33 anos, é nosso atleta desde 2002 e um símbolo maior do Sporting Clube de Portugal. É Sportinguista, dos pés à cabeça (incluindo ex-carrapito) e uma ajuda preciosa na hora de sedimentar a relação entre adeptos e Clube. Que a genuinidade do sorriso nunca se perca - especialmente para aqueles que estão longe do Pavilhão João Rocha -, que a alegria de jogar de Leão ao peito não se dissipe e que a dúvida nunca se instale: é também graças a si que estamos certos de que... o Sporting? Está de pedra e cal.

 

Feliz aniversário, Capitão Matos! Muitos parabéns - e obrigada -, capitão João Matos...!

Edição: correcção de 2005 para 2002 (em 2005, integrou a equipa sénior)

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Fotografia de minha autoria, tirada a 24 de Agosto de 2019 - Torneio Masters, Portimão 

Um dia de domingo em Alvalade, por ordem cronológica

1 – Excelente vitória da nossa equipa de futsal diante do arqui-rival S.L.B., permitindo aos comandados de Nuno Dias assumir o comando do campeonato.

2 – Javardos serão sempre javardos. Imbecis agrediram, insultaram e cuspiram dirigentes e familiares do S.C.P., mais um triste episódio protagonizado pela turba arruaceira. Que fique claro, jamais o clube poderá reabilitar estas claques, pelo menos enquanto forem dirigidas por delinquentes cadastrados. Não pode haver cedências ou sequer diálogo com marginais.

3  - O mais antigo gang da curva Sul promoveu uma manifestação de descontentes com a actual direcção, exigindo demissão ou destituição. Ao todo uns 3 mil estiveram presentes. Muitos passaram perto, ignorando-os. No interior do estádio, mal entoaram os cânticos foram apupados, assobiados. Hoje felizmente nem sequer apresentaram o já habitual show de piro-javardice. Estou plenamente convencido que na hipótese de ser agendada a AG destituitiva, irão sair derrotados. No fundo servem como idiotas úteis a F. Varandas, porque boa parte dos sócios, entre os actuais órgãos sociais e qualquer possibilidade de regressar ao passado de má memória, nem hesita. Prefere o presente à ordinarice reles que aturámos tempo demais.

4 – Apesar dos equívocos tácticos de J. Silas, dando uma parte de avanço ao adversário, o Sporting C.P. conquistou 3 pontos diante do Portimonense e regressou ao 3º lugar no campeonato. Vitória sofrida, mas merecida e necessária, para tranquilizar o plantel.

Desporto mafioso

No desporto tuga, o que parece é. Existe um clube ao qual todos os poderes se vergam e tentam servir. Os dirigentes desportivos comportam-se como gangster de rua, procurando agradar ao padrinho, para subirem na hierarquia da famiglia...

É ver os meses que decorreram desde os actos em causa, o tempo que demoraram a decidir o castigo e quem são os adversários que teremos que defrontar à porta fechada. Isto se o recurso para o Tribunal Arbitral não der razão ao Sporting, o que duvido possa acontecer. Mas que ninguém duvide que os membros do CD da FPF não tentam tudo para uma vez mais nos prejudicarem. Nada de novo, nojentos como sempre...

A voz da leitora

«A determinada altura o jogo de futsal entre o Sporting e o Kairat, em Portimão, mais parecia um jogo entre selecção A e B do Brasil. Para mim, descaracteriza algo inaceitável: a identidade do país que uma equipa representa. E, sim, para mim uma equipa representa sempre um país. Futsal, vólei, futebol, socorram-se dos melhores profissionais com o objectivo de alcançar bons resultados "no imediato", mas sem perder de vista a necessidade de apostar na dinamização da formação local.»

 

CAL, neste meu texto

RonRon, NáNá (como jogar e comentar futsal)

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Este "post" pode parecer algo requentado e fora de época.

É uma resposta a alguns comentários aqui.

No dia que escrevi sobre futsal não sabia que NáNá (o comentador escolhido pela RTP para o quarto jogo, supostamente, o jogo do título, era um ex guarda-redes do Benfica).

Revi o jogo e os comentários, ver entre o minuto quatro e o minuto três da primeira parte:

"Ninguém ganhou três vezes seguidas ao Sporting".

"O Benfica está a um passo de o conseguir fazer".

Algumas pessoas têm dúvidas que o Benfica "tinha" de conquistar este título, vejam/leiam este "post" n´ O Artista do Dia e tirem as vossas próprias conclusões.

(aos comentadores que me acusaram de estar a faltar à verdade, não vale a pena virem a correr pedir desculpas, sei que erraram, sei que mentiram, sei que vão ter de viver com isso, as desculpas não se pedem, evitam-se).

Na imagem a tal mão de Roncaglio (RonRon) [como vimos pelo exemplo de Fernando (NáNá) os guarda-redes do Benfica têm os nomes infatilizados] que também mereceu um comentário do ex; algo do género: "Roncaglio muito bem, defende com a mão mas não faz nenhum gesto que o denuncie"; um excelente actor, portanto, já que não conseguem vencer com as regras do jogo, contornam-se, quebram-se, desrespeitam-se os colegas de profissão mas está tudo bem, desde que não sejam apanhados.

Mais uma vez um alerta para a televisão que é paga com o dinheiro dos meus impostos, menos, ok, menos palavras, menos teorias, menos parcialidade, enfim menos parvoíces durante os jogos.

Oliveira, a Oliveireirense e a capa d' A Bola, amanhã

"Verde foi meu nascimento

Mas de luto me vesti

Para dar a luz ao mundo

Mil tormentos padeci"

Uma quadra (lá está, o "brasileirismo" para o recinto onde se disputa um jogo de futsal, podemos considerar que o basquetebol, também, se disputa na quadra) que fala no meu fruto, o fruto da oliveira, a azeitona.

Uns serão azeiteiros (não acredito) outros ficaram com os azeites.

Parabéns, Oliveirense, grande jogo, grande vitória (amanhã têm um capa d' A Bola só para vós).

Parabéns, campeões europeus de futsal

Ontem perdemos o campeonato nacional de futsal, no pavilhão da Luz. Por um golo de diferença e com uma bola disparada ao poste a segundos do apito final.

Ainda assim, não conheço um sportinguista - um verdadeiro sportinguista - que não sinta orgulho por este magnífico grupo de trabalho que honrou o emblema leonino.

Perder com brio e galhardia nunca é indigno. 

 

Mesmo sem a vitória no campeonato, considero esta a nossa melhor época de sempre na modalidade. Porque pela primeira vez conquistámos a Taça dos Campeões Europeus - objectivo há muito perseguido mas só agora concretizado.

Uma proeza que dignifica não apenas o Sporting, mas o desporto português.

 

Além do inédito troféu europeu, nesta temporada o futsal leonino brilhou também com a conquista da Supertaça, a 8 de Setembro, e da Taça de Portugal, a 31 de Março.

 

Convém lembrar, a propósito, os números da última década. Que confirmam a hegemonia do nosso clube nesta modalidade que vai apaixonando um número cada vez maior de portugueses:

- 1 taça dos campeões europeus

- 7 campeonatos

- 5 Taças de Portugal

- 5 Supertaças

É por isso com inteiro orgulho que escrevo estas linhas dedicadas aos nossos jogadores, campeões europeus e vice-campeões nacionais.

O meu aplauso, rapazes. Extensivo ao treinador Nuno Dias e ao director das modalidades leoninas, Miguel Albuquerque.

 

Contamos convosco para uma nova época ainda com mais esforço, mais dedicação, mais devoção e mais glória.

Podem contar também connosco. O apoio dos verdadeiros adeptos não vos faltará.

Hoje, às 14 horas e 20 minutos

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Finalmente.

Hoje decide-se.

Não decidam antes do jogo começar, deixem que sejam os jogadores dentro do campo a decidir, todos os jogadores desde André Correia, um dos guarda-redes do Benfica (que fez uma exibição fantástica no João Rocha) nasceu no dia 18 de Fevereiro de 1998 (tem 19 anos para os comentadores da RTP) até Merlim, o mágico.

Já falei da RTP, por favor, não sejam Malatos, dispam a camisola do Benfica. No último jogo, foi de mais, tive de desligar o som, tantos e tão grandes foram os disparates, já referi um mas foram muito mais, um antológico e numa altura em que o Sporting vencia por 2-1, foi: "o Benfica vai ser a primeira equipa a vencer o Sporting três vezes seguidas, nunca aconteceu".

Nunca aconteceu (a não ser nos teus sonhos, pá) e continuou sem acontecer, apesar dos cartões vermelhos por mostrar a jogadores do Benfica e do guarda-redes vermelho (o outro) vir defender uma bola com a mão quase no meio campo... e siga a dança, nem falta, nem cartão.

O que peço para o jogo de hoje é um comportamento exemplar de todos, dos dirigentes, dos treinadores, dos jogadores, dos adeptos e, fundamentalmente das claques (organizadas e desorganizadas).

Que vença o melhor e que assistamos a um excelente jogo de futsal.

Nota: Foi inserida fotografia no intervalo do jogo para aqueles que ficaram com dúvidas sobre o corte com a mão de Fábio Cecílio. Penalty por marcar e vermelho por mostrar, tudo normal, portanto.

Sporting Sempre

Ao longo desta temporada o Sporting em cada jogo, no estádio e no pavilhão, dentro e fora de casa, defrontou dois adversários, aquele com quem disputava os lances em campo, e aquele ressabiado e letal ao Sporting que não se cansou de insultar e ofender a direcção eleita e os jogadores, e que ansiava pelo desaire para "pôr tudo cá fora" e berrar "demissão imediata". 

Como em todo os movimentos, há aqueles que assumem a primeira linha de luta e aqueles que ficam na retaguarda a endoutrinar e acicatar os guerrilheiros. Basta passar os olhos pelas redes sociais e alguns blogues, e vemos algumas personagens farisaicas que alimentam de carvão a caldeira na esperança de rebentar com o clube de vez. Esses se calhar são bem mais censuráveis, para não dizer outra coisa, do que a jagunçada que vai para a primeira linha.

A ultima vitória do futsal foi paradigmática. Do lado do sector das claques, parecia estar tudo feito para que em caso de insucesso tivéssemos uma insurreição no pavilhão, às custas do clube e do seu presidente.

Amanhã vamos ter a final do futsal no pavilhão da Luz. Do outro lado o nosso grande rival Benfica, sempre a funcionar na corda bamba da trafulhice, que vai fazer mesmo muita coisa dentro e fora das quatro linhas para dificultar a nossa tarefa e impedir mais um nosso título caseiro, depois do título europeu. E vão contar com o auxílio destas verdadeiras melancias letais ao Sporting.

Mas o Sporting é grande, as lágrimas do Cardinal e do Varandas disseram tudo, mesmo sem contar com um ou outro jogador importante, o Sporting vai entrar com tudo e vai vencer. Depois podem fechar a luz e ligar a água... E os letais esgotarem o stock das pastilhas para a azia.

Até ao fim. Sporting Sempre. Viva o Sporting !!!

SL

Vamos à negra...

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Bravos leões, venceram um difícil e valoroso adversário, contra ventos e marés. Não bastam as dificuldades, a cada jogo de capital importância para o clube, assistimos nas redes sociais à manifestação do bando de hienas letais ao Sporting, aproveitando cada derrota, por vezes como hoje nem esperam pelo final do jogo e acabam ridicularizados, à semelhança do patético guru que servem. 

Agora é esperar que no último jogo da final os nossos deixem tudo em campo. Obviamente que para alguns energúmenos que se dizem sportinguistas, em caso de vitória o mérito irá inteirinho para o alucinado que os deixou órfãos, está prestes a fazer um ano, mas se perdermos, a culpa será dos actuais órgãos sociais. Tamanha imbecilidade já cansa, mas brevemente os legítimos e únicos donos do clube, os sócios, lhes darão a resposta adequada. 

Preciso entender!

O segundo jogo da fase final do campeonato de futsal está agendado para a próxima quinta-feira no Pavilhão João Rocha às 21 e 55 horas. Isto é mui perto das 10 da noite.

Se o jogo for para prolongamento, como foi o último, ou para grandes penalidades arriscam os adeptos que forem ao pavilhão a saírem do recinto provavelmente muito para lá da meia-noite.

Portanto o jogo realizar-se-á tardiamente na véspera de um dia de trabalho. Faz algum sentido?

Sinceramente não sei de quem é a responsabilidade da marcação destes jogos ou que eventuais interesses estarão por detrás desta calendarização. Deste modo, tenho alguma necessidade em entender o porquê desta hora tão tardia.

Será que algures me escapou alguma coisa?

PS - alertaram-me para o facto de o jogo ser assim tarde por causa da transmissão  televisiva  do Inglaterra-Holanda para a Taça das Nações que tem o início  marcado para as 19 e 45 horas.

Face a esta  actualização já  entendo a hora tardia, mas pergunto se o jogo tinha que ser mesmo na quinta feira?

 

2701!

Este foi o número de espectadores presentes na noite passada no pavilhão João Rocha, onde a equipa de futsal cilindrou o Modicus Sandim por um expressivo 7 a zero.

Ambiente infernal, com os adeptos o tempo todo a puxar pela nossa equipa.

Estamos na fase final. Seja com quem for é para ganhar.

Quando somos competentes

Nada nos impede de ganhar.

Lembro a vergonha do primeiro jogo da meia-final de futsal, o roubo descarado para impedir a vitória nesta ronda e a ida a mais uma final do campeonato.

Não valeu de nada. Contra a incompetência e a sacanice, os rapazes do futsal demonstraram porque são dos melhores do mundo e já lá estão, para tentar o feito inédito do quarto título nacional consecutivo.

Hoje a coisa ficou por 7-0.

Vamos lá, rapazes!

Enquanto a noite cai

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Hoje foi o futsal, bem auxiliado pela arbitragem, que engendrou a expulsão de Léo Jaguará e o livre directo do quinto golo do adversário, e a disputa do tetracampeonato fica a depender de duas vitórias no Pavilhão João Rocha, sem poder contar com Guitta (bem expulso por defender com a mão em cima da linha de meio-campo, após uma incursão ofensiva infeliz) e Léo.

Ontem foram o hóquei em patins e o andebol a entregarem de vez o título ao FC Porto, com duas derrotas tangenciais em deslocações teoricamente acessíveis. 

Tratando-se de duas equipas campeãs europeias e de uma terceira que não andou demasiado longe disso (e caminhava para o tricampeonato nacional), este fim-de-semana negro nas modalidades não deve servir para atirar o bebé com a água do banho, claro está. Mas convém reflectir e aumentar níveis de exigência que já viram melhores dias.

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