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És a nossa Fé!

Trocos

Não faço a mínima ideia de quem é adepto o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, mas Frederico Varandas que se ponha a fancos, que pela fervorosidade sportinguista da intervenção que proferiu na cerimónia a que presidiu nos Paços do Concelho, Carlos Moedas estará garantido como candidato à presidência do Sporting, se ou quando acabar o seu mandato na Câmara da capital do país (modo irónico ligado). Carlos Moedas teve uma intervenção notável (de sportinguismo, direi eu) onde enalteceu o óbvio, o que nos tempos que correm é coisa rara, tal como a entrega dos jogadores e equipa técnica, a competência da direcção, a homenagem aos Paulinhos, a Neto, Coates, Adán e Amorim, o convite a dois ex-presidentes da Câmara e do Sporting, Santana Lopes e Carmona Rodrigues, enfim, um discurso inflamado e inteiramente justo para com aqueles que convidou para homenagear.

Interveio também o presidente Frederico Varandas, num discurso assertivo, conciso, calmo, incisivo, puxando a brasa à sua sardinha naturalmente, mas ninguém lhe leva a mal por isso. Gostei do teor da intervenção. Gostei do protagonismo deixado aos verdadeiros obreiros da vitória. Varandas a marcar pontos positivos. Muito bem.

Mas meus senhores, tudo isto foram trocos (Moedas) comparado com os momentos ptotagonizados pela nova Mizé Valério. Cuca Roseta, de verde vestida, personificando todas as lindas leoas do nosso imenso plantel, entoou o hino do Sporting no início da cerimónia e no final, em apoteose com os sócios e adeptos que encheram a Praça do Município, cantou o Mundo Verde e Branco de forma sublime.

Posto isto, tenho dois pedidos a fazer:

1 - Que na próxima segunda-feira seja Cuca novamente a encantar;

2 - O João Botas que me perdoe, mas que na próxima época seja esta linda cantora a speaker do estádio! :)

Vencer com dignidade e com integridade

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«Vencer ajuda muito. Mas não há nada mais forte, mais aglutinador, mais inspirador do que vencer sob os nossos valores. O Sporting demonstra que é possível vencer com coragem, com dignidade, com integridade, sem a mancha de processos judiciais e sem qualquer guarda pretoriana paga.»

Frederico Varandas, esta tarde, na homenagem à nossa equipa que foi promovida pela Câmara Municipal de Lisboa

Unir o Sporting

Frederico Varandas apresentou-se às eleições de 2018 com este lema e ideias bem definidas como lá chegar, e não há dúvida de que conseguiu. A noite de domingo em Lisboa foi o reflexo disto. Não me recordo dum Sporting tão unido assim em torno da equipa, do capitão, do treinador e do presidente.

Este Sporting de 2024 já não o mesmo de 2018. As ruas e as bancadas encheram-se durante a época de mulheres e de jovens. Trata-se dum Sporting rejuvenescido e cada vez mais liberto de "associações" que o tentam aprisionar nos seus ideais sectários. 

Unir o Sporting ou outro grande clube é simples, basta ganhar jogos e títulos. O problema é saber como conseguir isso de forma honesta e sustentada, desportiva e financeiramente, na competição com os rivais. E escolher o treinador certo para o efeito. E saber com quem partilhar essas vitórias para alavancar as seguintes. 

Na base do sucesso de Rúben Amorim e a sua equipa está uma política desportiva que também podemos ver noutras equipas e noutras modalidades, e que assenta na estabilidade, na formação, na disciplina, na figura-exemplo do capitão, na força do balneário, na moderação dos orçamentos, e na competência do staff técnico. E não no protagonismo bacoco, na comunicação agressiva, na exigência da treta, na obrigatoriedade de ganhar a todo o custo e na montagem de "legiões estrangeiras" pagas a peso de ouro sem ligação afectiva ao clube.

Importa agora dar continuidade ao sucesso interno e promover a sua extensão à Europa, conjugar a chegada a fases avançadas da Champions com a conquista de títulos internos. Para isso são necessários plantéis com a  quantidade de qualidade necessária para o efeito.

O grande desafio do Sporting nas próximas épocas será então aumentar a fasquia de investimento, e consequentemente o valor do plantel, sem desvirtuar os princípios que o conduziram ao sucesso. 

É o tal novo ciclo de que ando a falar. Ainda bem que o Rúben Amorim decidiu fazer parte do mesmo. Porque com ele estaremos sempre mais perto do sucesso.

 

PS: Seis anos de Frederico Varandas no Futebol:

2018/2019 - 1/16 Liga Europa, 3.º lugar na Liga, Taça da Liga, Taça de Portugal

2019/2020 - 1/16 Liga Europa, 4.º lugar na Liga

2020/2021 - Sem Europa, Campeão Nacional, Taça da Liga

2021/2022 - 1/8 Champions, 2.º lugar na Liga, Taça da Liga

2022/2023 - Champions + 1/4 Liga Europa, 4.º lugar na Liga

2023/2024 - 1/8 Liga Europa, Campeão Nacional, Taça de Portugal ?

SL

Nem cabalas nem teorias da conspiração

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«Não entramos em cabalas da PSP, nem em teorias da conspiração mirabolantes contra o Sporting. Primeiro, porque isso não é verdade; e segundo porque isso nos desresponsabiliza, tira lucidez e tira foco à nossa missão, que é vencer. Queríamos que tivesse acontecido? Não. Mas aconteceu. Aconteceu e até já definimos um objectivo: chegar à data desse jogo, com menos um jogo e em primeiro. Quando houver oportunidade de calendário, seja Março, Abril ou Maio, estaremos preparados para jogar e para ir buscar os três pontos.»

Muito bem, o presidente do Sporting.

Temos muitas vezes azar com João Pinheiro

Foi o que disse o nosso presidente, e o que disse duma forma elegante e moderada expressa o sentir da nação Sportinguista, seita letal à parte, mas essa não conta.

O jornal A Bola de segunda-feira enumera as principais razões de queixa do Sporting relativamente a João Pinheiro: Sporting-Rio Ave de 19/20 com 3 mergulhos de Taremi, 3 penáltis, expulsão de Coates; Porto-Sporting de 21/22 com expulsão de Coates; final da Taça da Liga de 20/23, expulsão de Paulinho; Sporting-Benfica de 22/23 com falta sobre Coates no 2.º golo adversário; agora um penálti mal assinalado e uma expulsão perdoada no V.Guimarães-Sporting.

Como VAR, expulsão perdoada a Pepe no Sporting-Porto de 20/21. E já agora, acrescento, chamar Hugo Miguel a marcar depois de muito tempo de análise um penálti muito forçado a favor do Braga, no Sporting-Braga de há 2 anos. Ainda esta época, tivemos João Pinheiro em Alvalade, já não me recordo contra quem, a primar pela parcialidade e arrogância.

 

No mesmo jornal, na edição de terça-feira, a crónica do APAF Duarte Gomes reage às críticas do nosso presidente de forma geral, dando conta dos perigos que derivam para qualquer árbitro quando é apontado a dedo por um clube, no que concordo, mas acrescentando que:

"Do lado dos senhores árbitros, a capacidade de não se porem a jeito, evitando erros indesculpáveis em competições que contam com o apoio da videotecnologia. Há análises que são inadmissíveis em alta competição e só podem resultar de enorme desatenção, desconhecimento técnico ou falta de sensibilidade. Qualquer um é proibitivo a este nível."

Quer então o Duarte Gomes dizer que o erro indesculpável que ele reconheceu que aconteceu no V. Guimarães foi causado por um árbitro desatento, tecnicamente incompetente ou insensível.

Já não disse que a causa foi a falta de idoneidade ou premeditação causada por vontade própria ou a mando de terceiros, a troco de vantagens económicas ou de patrocínio para outros voos. Mas isso é coisa que não se pode dizer sem provas.

 

A pergunta que deixo aqui é se concordam com a análise do APAF Duarte Gomes, alguém metido até ao pescoço naquilo que se anda a cozinhar para a arbitragem portuguesa, ou se entendem que existem outras causas para o erro inadmissível em prejuízo do Sporting mais uma vez do apitador de Braga, João Pinheiro.

Já agora ficamos sentados à espera do que lhe vai acontecer, se vai ficar sem apitar, sem 10% do ordenado, fora dos "gratificados" no estrangeiro, etc. E do comunicado do CA sobre o tal erro inadmissível.

SL

Evidenciar o evidente

Arrefecidas as emoções, dissipada a azia, se calhar é altura de evidenciar o evidente, nomeadamente:

1. Que João Pinheiro, que anda a ser levado ao colo pela APAF, juntou mais um episódio ao já vasto cadastro de roubos ao Sporting, quer como árbitro quer como VAR. A lista de roubos de que A Bola dá notícia hoje peca apenas por defeito.

2. Que Frederico Varandas, ao contrário de intervenções anteriores sobre a arbitragem onde quis dar confiança a um APAF Fontelas Gomes sempre disponível para lhe enfiar uma faca nas costas, esteve muito bem naquilo que agora disse sobre o tema. E é exactamente nesse registo que o Sporting deve continuar, sem "ladrar ao vento" sem quaisquer consequências como fazia Bruno de Carvalho, mas sem deixar de passar em claro, sem calimerices, apontando factos evidentes, a parcialidade deste CA / APAF e o ressabiamento de determinados árbitros e ex-árbitros agora VAR ou comentadores relativamente ao Sporting. Isso inclui denunciar quaisquer tentativas desta gente de montar esquemas potencialmente ainda mais mafiosos do tipo Organismo Autónomo de Arbitragem ou lá o que seja. Frederico Varandas teve o pleno do Sporting com ele, incluindo até aparentemente a JuveLeo, tenha ou não tido mais uma cena canalha e caricata de mandar tochas para a área do Adán com o Sporting a ganhar.

3. Que Rúben Amorim tem de medir muito bem o risco antes de ir atrás da vitória num jogo desfavorável em vez de segurar o empate. O campeonato é longo e todos os pontos contam, é pela segurança do controlo do jogo e não pelo risco do descontrolo que o Sporting lá irá, quem não gostar de ver o Sporting a jogar por vezes para trás e para os lados que mude de canal para o campeonato inglês. E a equipa ter isso bem presente também. Sim, mas o Sporting foi campeão a arriscar no final dos jogos e a apostar na anarquia criativa? Realmente foi mas duvido que volte a ser. Se for ao casino, arriscar e sair de lá rico, o melhor que tenho a fazer é jogar com calma na próxima vez que lá voltar.

4. Que Hugo Viana, de acordo com Amorim, precisa de reforçar o plantel no mercado de Inverno a começar pela linha média. Pretender que nesta época  St. Juste seria um Diomande, Bragança um Matheus Nunes e Essugo um Ugarte, se calhar foi mesmo sonhar acordado. Pretender que Trincão seria um novo Sarabia também. Em vez de dois altos e louros, deviam ter vindo três ou quatro. O melhor onze do Sporting continua a ser o melhor onze da 1.ª Liga. O problema é quando deixa de poder estar em campo.

 

PS : Comentários de papagaios azuis, assumidos ou travestidos de sportinguistas ou tasqueiros, seguem directamente para a ETAR.

SL

Futebol: troféus dos últimos cinco anos

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Futebol Clube do Porto 9 (Campeonato 2020, Campeonato 2022, Taça de Portugal 2020, Taça de Portugal 2022, Taça de Portugal 2023, Taça da Liga 2023, Supertaça 2018, Supertaça, 2020, Supertaça 2022)

Sporting Clube de Portugal 6 (Campeonato 2021, Taça de Portugal 2019, Taça da Liga 2019, Taça da Liga 2021, Taça da Liga 2022, Supertaça 2021)

Sport Lisboa e Benfica 3 (Campeonato 2019, Campeonato 2023, Supertaça 2019)

Sporting Clube de Braga 2 (Taça de Portugal 2021, Taça da Liga 2020)

 

Nota:

Se incluirmos apenas os títulos, excluindo a Supertaça (mero troféu), a proporção altera-se ligeiramente: FCP 6, SCP 5, SLB 2, SCB 2.

Onde pára a oposição?

Mesmo depois duma época desportiva que muito deixou a desejar, a Assembleia Geral de sábado demonstrou que mais de 70% dos sócios estão com a Direcção eleita, e que existe uma paz e estabilidade no clube bem superior relativamente à que existia dois anos atrás. A derrota colossal de Nuno Sousa nas eleições fez desmobilizar muita gente que acreditava no legado de Bruno de Carvalho e queria ajustar contas com o passado. E na AG lá esteve ele, mais o Augusto Inácio, a dar a cara pela oposição, no caso dele a questionar a Direcção. De outros ex-candidatos nada se soube. 

Uns dias antes o mesmo Nuno Sousa tinha estado num podcast com os líderes da Juveleo, o Mustafá e o António Cebola, e a convergência de pontos de vista foi evidente. Basicamente o Varandas é o pior presidente de sempre, não tem vergonha na cara e tem de sair a bem ou a mal. Em caso de derrota no futsal teria havido confusão, mas com o título conquistado no salão de festas da Luz também a Juveleo terá dado por finda a época e ido a banhos, ignorando a AG. Fizeram bem porque estavam quase 40º em Lisboa.

 

Do que se disse na referida AG retive três coisas:

1. O clube tem contas equilibradas dentro duma política de controlo de custos nas modalidades de competição e de formação paga pelos próprios (ginástica, natação e... voleibol à cabeça).

2. O estádio de Alvalade vai ser intervencionado e melhorado, o que já não era sem tempo, mas vai ser bem difícil fazer daquela "Taveirada" com fosso e tudo um estádio que orgulhe o clube como o magnífico pavilhão João Rocha.

3. As modalidades mantêm-se com o mesmo nível de orçamentos, com o hóquei em patins feminino a dar lugar ao basquetebol, que tem outra capacidade em termos de formação.

O que não ouvi foi que o Sporting ia investir para ganhar em todas as modalidades, e que tudo o que não fosse conquistar títulos seria uma derrota. Isso ouvi relativamente a outra AG, doutro clube.

 

Sendo assim conviria que existisse uma oposição estruturada e liberta da "canga" brunista, que neste momento apenas significa radicalismo e derrota. Uma oposição que apresentasse uma visão diferente para o clube e para a SAD. Talvez com mais ambição, com outra atitude, com mais investimento, com mais vitórias, com mais muita coisa para conseguir dar luta sem tréguas ao rival do outro lado da 2.ª circular. Ou então com menos, ainda mais apostada na formação no futebol e nas modalidades, querendo comprar só jogadores baratos e preferencialmente sem empresários nem comissões, não mais negócios com o Jorge Mendes, pobrezinhos mas honradinhos.

Onde é que pára essa oposição? Que tem para propor de diferente? Que esperam para se chegarem à frente? 

A continuarmos assim, daqui a nada só mesmo se ele não quiser é que não é reeleito.

SL

Varandas: 28 títulos nas modalidades

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Em quatro épocas, eis o palmarés de Varandas (e Miguel Afonso) nas principais modalidades, ditas de pavilhão.

Vinte e oito títulos conquistados só a este nível, sem contabilizar os seis ganhos no futebol:

Basquetebol
1 título campeão nacional (2021)
3 Taças de Portugal (2020, 2021, 2022)
2 Supertaças (2021, 2022)
2 Taças Hugo dos Santos (2022, 2023)

Futsal
2 Ligas dos Campeões (2019, 2021)
3 títulos de Campeão Nacional (2021, 2022, 2023)
3 Taças de Portugal (2019, 2020, 2022)
1 Supertaça (2022)
2 Taças da Liga (2021, 2022)

Hóquei em patins
2 Ligas dos Campeões (2019, 2021)
2 Taças Continentais (2019, 2021)
1 título campeão nacional (2021)

Voleibol
1 Taça de Portugal (2021)
1 Taça de Portugal feminina (2023)

Andebol
2 Taças de Portugal (2022, 2023)

 

Nestas épocas, o Sporting foi ainda vice-campeão nacional de basquetebol (2023), hóquei em patins (2023), voleibol (2019, 2022) e andebol (2019, 2021, 2022, 2023).

 

Destaque para a brilhante época de 2020/2021, logo a seguir à pandemia.

E não esqueçamos que um ano inteiro dos cinco de mandato de Varandas ficou sem títulos (o de 2020, no geral) devido ao cancelamento das competições de pavilhão.

Varandas: quente, morno e frio

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Por motivos profissionais, que não vêm ao caso, só ontem à noite conseguiu ver finalmente a entrevista de Frederico Varandas à Sporting TV da passada quinta-feira.

Para memória futura, transcrevo aqui as principais declarações do presidente leonino, dividindo-as por três áreas. Talvez valha a pena vir a recordá-las num qualquer momento da próxima temporada. Seja por que motivo for.

 

Quente

«Jogadores como Daniel Bragança (está recuperado a 100%), Francisco Trincão, Marcus Edwards e Diomande vão apresentar-se a um nível diferente, com mais confiança. Vão crescer no processo competitivo.»

«O Arsenal foi a equipa mais forte que defrontámos. Fizemos [contra a turma inglesa] dos melhores jogos que vi na minha vida, em 44 anos de sócio.»

«Nos últimos dois anos, o Sporting bateu recordes de receitas em competições europeias.»

«Dois clubes bateram o valor da cláusula de rescisão por Manuel Ugarte.»

«Não vamos vender mais nenhum jogador do nosso plantel que consideramos nuclear.»

«Oito das dez melhores vendas do Sporting foram feitas por esta administração.»

«Este ano batemos o recorde de bilhética, o recorde de merchandising e o recorde de quotização.»

«Nos últimos três anos aumentámos 38 mil sócios na nossa massa de adeptos. Temos uma média de 12 mil [novos] sócios / ano. Os sócios que aumentámos mais foram nos escalões infantil e juvenil. Isto demonstra como o Sporting está vivo.»

«Confio muito no meu director desportivo.»

«Confio no processo de trabalho [de Rúben Amorim.]»

«[Rúben] tem cinco anos de carreira como treinador. Não há hoje nenhum treinador no activo em Portugal que tenha vencido o que ele venceu nos primeiros cinco anos de carreira.»

«Nestes últimos três anos temos vindo sempre a aumentar o investimento.»

«Hoje o Sporting tem uma estabilidade que não existia há décadas.»

«Não é a altura para mudar nada, do ponto de vista revolucionário, na estrutura do Sporting.»

«Vamos conseguir recuperar mais 40% do passe de Pedro Gonçalves.»

«Vamos buscar um avançado.»

«Viktor Gyökeres é um dos jogadores referenciados.»

 

Morno

«No Sporting não gerimos apenas pelos resultados.»

«O propósito de um clube desportivo é ter sucesso desportivo. E o sucesso financeiro é uma ferramenta indispensável para obter esse sucesso desportivo.»

«O que o Sporting está a fazer é, de forma equilibrada e racional, um crescimento sustentado.»

«Esta época foi de crescimento, de aprendizagem.»

«A formação vai ter que ser sempre uma base do plantel.»

«Até 2026 vamos fazer muita obra no Estádio José Alvalade. Tenho a ambição de em 2026 o sócio do Sporting ter orgulho pela primeira vez do seu estádio, coisa que nunca teve desde que o estádio nasceu. Quer internamente, quer por fora.»

«Eu nunca tive a ambição de ser presidente. Sou hoje presidente do Sporting por amor ao clube. Nunca me passou pela cabeça ser presidente do Sporting.»

 

Frio

«A época 2022/2023 não correu bem. Tínhamos expectativas de terminarmos a época num dos dois primeiros lugares, o que tínhamos feito nas duas épocas anteriores. Mas não correu bem do ponto de vista desportivo. (...) Muito aquém do que esperávamos.»

«Desperdiçámos duas vitórias contra o Benfica, numa delas a segundos do fim. Com um erro de arbitragem.»

«Com a Juventus fizemos dois jogos brilhantes, acabámos por claudicar nos últimos segundos.»

«Fomos eficazes? Não, não fomos. E pagámos muito caro essa eficácia.»

«Um clube em Portugal, esteja ou não na Liga dos Campeões, vai ter de vender [passes de jogadores].»

«Vendemos em Janeiro - sem querer, porque não queríamos - o Pedro Porro, pela cláusula de rescisão.»

«Um dos problemas que herdámos foi a falta de investimento e a degradação das infraestruturas do Sporting. Tanto na Academia como no estádio.»

Sai o Manuel, entra o Viktor

Foi a ideia para a próxima época que Frederico Varandas deixou na entrevista de ontem à Sporting TV, considerando que nesta que terminou a equipa esteve forte com os fortes e fraca com os fracos, ou seja, evolução na estabilidade de estrutura e processos e aposta na eficácia atacante.

Com as vendas de Porro e Ugarte o suporte financeiro da época está assegurado e vai permitir investimento cirúrgico no plantel. Além do sueco mais alguns serão contratados e alguns de segundo plano serão vendidos.

Por mim até poderia haver maior intervenção no onze-base, vendendo mais dois ou três valorizados pela Champions ou pelo Mundial, como Edwards, Morita ou Nuno Santos, que deixariam mais espaço a jovens e a reforços que pudessem fazer a diferença.

Mas é preciso ver que para Adán, Coates e Neto será provavelmente a última época. Pretende-se uma aposta forte no núcleo duro que resta daquele que nos deu os títulos de há dois e três anos. Para isso os melhores que chegaram no ano passado são essenciais.

Claro que alguns falarão nos favoritos de Rúben Amorim que sempre treinam e jogam, mas é assim que funcionam as grandes equipas, com uma base estável e experiente que vai acolhendo e ajudando a potenciar os mais novos.

Pela evolução desses mais novos, como Israel, Diomande, Tanlongo, Essugo, Fatawu e Chermiti, mais alguns da equipa B que Amorim já deu indicação de levar para estágio, passará muito do sucesso da próxima época.

SL

A mulher de César

Tudo começou numa Junta de Freguesia de um concelho às portas de Lisboa.

Aproveitando uma abertura na Lei, um relapso membro da Assembleia de Freguesia, pede escusa do seu emprego para exercer funções de fisioterapeuta num clube da margem do Sado.

Pela mão do seu irmão, dirigente de um clube da segunda circular em Lisboa, é convidado para chefe do departamento clínico, cargo que segundo os especialistas exerce com competência.

Após uma desgraçada e triste investida de alguns energúmenos a mando sabe-se lá de quem, ao centro de treinos, o  clube entrou em parafuso e sem saber ler nem escrever, o relapso nessa altura ex-membro da AF, acabou em presidente desse clube, sendo eleito de forma sui generis, com menos eleitores, mas mais votos que o seu adversário mais directo. Um sistema eleitoral também ele sui generis e que urge alterar, mas não é disso que hoje aqui se quer falar.

E começaram as ligações perigosas.

Manda a Lei e o bom senso, que neste particular deveria ter ainda mais força que a própria Lei, que a mulher de César não seja apenas séria mas que, mais importante, também pareça séria.

Assim, o irmão do nóvel presidente entretanto reeleito para um segundo mandato com uma vantagem abissal sobre o candidato "da oposição", o irmão dizia eu, ao que consta é advogado e consultor na empresa que avaliza e avança dinheiro sobre o contrato da NOS para os direitos de transmissão. É ilegal? Não! É sério? Será, eventualmente, não faço ideia. Era necessário? Definitivamente não, há um evidente conflito de interesses.

Entretanto o ex-"autarca" tornou-se proprietário de clínicas do ramo da fisiologia e fisioterapia e coisas assim, ligadas à recuperação física, sendo acusado de fornecer serviços ao clube e SAD, nessa mesma área. O próprio garante, através do seu órgão oficial, o jornal Record, que não há qualquer ligação entre as suas clínicas e o clube. No entanto é sabido que profissionais das suas clínicas prestam serviço ao clube a que preside. É ilegal? Não! É sério? Será, eventualmente, mas definitivamente não era necessário. Do ponto de vista do conflito de interesses há matéria para um Mundo de especulação, desde logo um que ressalta à vista e que é este: Será que o facto de estes técnicos estarem ao mesmo tempo no clube funciona como complemento salarial ao que auferem nas clínicas de Varandas? Será que o facto de serem funcionários das clínicas lhes dá vantagem no acesso aos cargos que exercem no clube/SAD?

E o que dizer dos terrenos onde estava o antigo estádio? Alguém explica porque é que tendo o clube direito de preferência na reversão da venda, deixou escapar um negócio de milhões? Terá sido porque também aqui havia conflito de interesses, i.e. administradores das empresas em causa sendo em simultâneo dirigentes do clube?

Há uma nuvem muito escura que escusadamente paira sobre a zona e que poderia ser afastada com a maior das facilidades, bastava que a mulher de César parecesse ser séria, admitindo sem qualquer rebuço que o é e afastar a suspeita clara de conflito de interesses. Seria de bom tom.

Ainda sobre o mesmo assunto

Ainda sobre a indigna proposta de aumentos salariais da Direcção do Sporting, que numa canhestra manobra de spin declara-se agora como "moldura" em vez de aumentos efectivos.

Está a tentar fazer caminho um argumento por demais incorrecto, se não mesmo falacioso. Vem ele exposto num post de José Duarte, no seu blog "Norte de Alvalade" que o meu prezado colega e consócio Pedro Correia cita.

Por extenso, o argumento reza assim:

"Se o Sporting quer atrair bons administradores deve ter uma política de remunerações atractiva e que proporcione uma previsibilidade mínima, que permita os pretendentes olharem para o Sporting como um projecto, onde a necessária  interrupção das  suas carreiras profissionais não signifique uma atitude suicida e comprometedora das suas vidas e respectivos familiares."

Este raciocínio assenta num equívoco de fundo que é, no caso objectivo do Sporting, confundir cargos executivos com cargos administrativos. Na contratação de quadros executivos (um director desportivo, um director financeiro, um director para as modalidades) pode o Sporting tentar estipular uma moldura de remunerações na procura do melhor perfil para preencher esse lugar. Poderia, mas obviamente não o faz porque não são essas as regras habituais desse mercado de trabalho: um treinador contrata-se através de um processo negocial individual, mediante as condições apresentadas e as disponibilidades do clube, e seria uma excentricidade trazer no bolso uma tabela salarial.

Ora a Direcção do Sporting não é contratada, mas eleita. Vai a votos tentando convencer os sócios de que tem um programa capaz e é uma equipa capaz de o executar. A remuneração que irá auferir não é mais nem menos atractiva para os candidatos, pura e simplesmente não é um factor. A profissionalização dos quadros executivos não tem nada a ver com a profissionalização dos dirigentes. Alguém candidatar-se-ia a Presidente do Sporting porque o ordenado é interessante? Os sócios votariam num candidato competentíssimo que fosse um reputado lampião, feito sócio à última hora para poder concorrer?

Por outro lado, pertencer à Direcção do Sporting em que afecta as carreiras profissionais dos seus elementos? No caso desta Direcção bastaria olhar para os CVs para perceber de imediato que representa, isso sim, um upgrade no seu percurso profissional. Fazer parte da Direcção do Sporting não é uma interrupção, como ser deputado ou ministro, é a aplicação das suas competências a uma indústria.

Por fim, há sempre a solução mais prática: quem não gosta das condições do cargo a ele não se candidata.

A impaciência

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De repente, noto imensa impaciência à minha volta. De adeptos do Sporting, que esteve 19 anos sem vencer o título de campeão nacional. Durante os mandatos integrais dos presidentes Filipe Soares Franco, José Eduardo Bettencourt, Godinho Lopes e Bruno de Carvalho.

O maior jejum da nossa história secular.

Em muitos desses períodos, não vi tanto nervosismo como detecto agora.

Agora a impaciência acontece porque não vencemos esse título... há dois anos.

É um excelente sinal. Significa que o patamar de exigência subiu imenso.

Acuso.

Todos os anos a Direcção do Sporting tem vendido activos importantes do clube com a justificação de que é crucial equilibrar as finanças.

Neste contexto, e numa situação em que a massa salarial dos portugueses tem vindo a decrescer e afastar-se ainda mais da média europeia, a Direcção do Sporting decidiu aumentar as suas remunerações: Varandas em 32%, 45% para Salgado Zenha e André Bernardo - um ser particularmente estúpido que afirmou querer mudar o emblema do clube mesmo que os sócios se oponham - louvando-se num relatório de consultadoria que é uma autêntica fraude. Está para nascer o consultor que faça recomendações contrárias aos propósitos de quem o contratou.

Com esta manobra ignóbil e infame Frederico Varandas, Salgado Zenha e André Bernardo desmascararam-se como uma camarilha de oportunistas da pior espécie, que esbulha o Sporting e, por conseguinte, os seus sócios, que lesa o Clube, provando que o seu intuito é servirem-se do Sporting, sacarem dele o mais possível o mais depressa possível, e não servir o Sporting como qualquer executivo e administrador decente.

Com este acto de pura rapina Frederico Varandas, Salgado Zenha e André Bernardo puseram-se ao nível mais baixo atingido pelo Sporting, o nível demencial e delinquente de um Bruno Carvalho de má memória.

É esta a desgraçada sina dos sportinguistas: ter ano após ano crápulas abancados na Direcção a roubarem o Sporting sem um pingo de vergonha.

Assim sendo desde já declaro que jamais votarei em qualquer um destes meliantes para qualquer cargo, e anseio para que cheguem as eleições, porque é no voto que os sócios do Sporting manifestam as suas intenções.

A grande mudança

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Gosto de observar como o grau de exigência dos sportinguistas aumentou imenso durante o mandato de Frederico Varandas.

Vejo agora muito mais adeptos impacientes e nervosos por não ganharmos o campeonato nacional há dois anos do que via quando estivemos quase duas décadas sem o vencer. Excelente sinal.

Quando se fala em mudanças ocorridas em Alvalade, eis um exemplo concreto. É uma grande mudança.

Mr. President

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Como excelente escriba que é, com dezenas de anos a "virar frangos",  o Pedro Correia, consegue "traduzir" para português entendível aquilo que com dislexia, atabalhoamento e alguma falta de habilidade para a oratória, o presidente Frederico Varandas vai dizendo nas várias entrevistas, que não são muitas e entende-se porquê, que vai concedendo. Ainda assim os tempos escolhidos para intervir parecem-me adequados. Diz o Povo e com toda a razão, que quem muito fala pouco acerta e se Frederico Varandas é pródigo em "calinadas", mais vale aparecer pouco e razoavelmente bem, do que andar constantemente a "cuspir perdigotos".
Quanto ao que o Pedro "traduziu" no post abaixo, concordo que foi uma entrevista com sumo, finalmente. Virada para fora quase exclusivamente e abordando o que interessa da forma que interessa e fazendo saber que se está atento ao que se passa nos tribunais.
Passou um pouco ao lado na "frente interna", mas como a encomen...entrevista tinha um objectivo definido, ele foi plenamente atingido. Esperemos que para assuntos internos haja uma segunda entrevista de balanço desta época e lançamento da próxima, com muitas novidades em relação à facilitação do acesso ao estádio, à bilhética, àquilo a que por estes tempos se apelida de experiência vivenciada e à política de finanças e de plantel. Será igualmente importante.

Não vou escalpelizar a entrevista,  o Pedro Correia já espremeu o que havia a espremer com maestria, mas sim, a posição do Sporting neste assunto da corrupção no futebol está (já estava, mas nunca é demais afirmá-lo) clarificada.
Resta agora não deixar arrefecer o ferro, porque a velocidade da justiça infelizmente é lenta e se os assuntos quentes não forem abordados com uma regularidade constante, passam ao rol do esquecimento e daqui a alguns anos, muitos para arrefecer o suficiente, alguém lavra uma sentença sobre uma qualquer toupeira, tão insignificante e inóqua, que a bicha continuará, até porque é cega, alegremente a escavar túneis para os amigos. Pro bono, como o Boaventura e o Gonçalves, assunto aliás muito bem "esgalhado" quando comparado, dando uma patada (de Leão) ao Ministério Público: "O MP considera que César Boaventura sente-se na disponibilidade de, por iniciativa própria, gastar 480 mil euros para a sua equipa ganhar… Isto não faz sentido para ninguém." "Paulo Gonçalves era assessor jurídico e braço direito de Luís Filipe Vieira… De Paulo Gonçalves não se podia dizer o que o MP diz de César Boaventura, que não tinha cargos na SAD…" 

E termino com uma concordância plena com Frederico Varandas: "Prefiro nunca ganhar do que ganhar com estes esquemas."

Varandas sobre a corrupção no futebol

«Nojo que a justiça deve ter coragem de limpar»

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«O Ministério Público está a matar o mensageiro [César Boaventura], mas não está a acusar o verdadeiro mentor e beneficiário de todo este esquema de crime organizado [no SLB]. Vamos pedir a abertura da instrução deste caso. César Boaventura tinha uma relação de grande confiança e proximidade com Luís Filipe Vieira, falavam constantemente.»

 

«Na cabeça de qualquer pessoa não faz sentido algum que um intermediário esteja na disponibilidade de gastar 480 mil euros para corromper quatro jogadores para o Benfica vencer um jogo. O mensageiro [Boaventura] está acusado, mas os principais beneficiários, neste caso Luís Filipe Vieira e a Benfica SAD, não estão. É um erro que esperamos seja corrigido.»

 

«Paulo Gonçalves era assessor jurídico e o braço direito de Luís Filipe Vieira. Estava nas reuniões da Liga. Paulo Gonçalves era um funcionário [do SLB[. Foi condenado considerando que corrompia funcionários judiciais sem a administração do Benfica saber.»

 

«No caso Saco Azul, o clube [SLB] tem um esquema falso de facturas para libertar mais de um milhão de euros em cash. De empresas de um amigo do anterior director financeiro do clube. Para que era um milhão em cash? É normal um clube ter um milhão em cash? Espero que a investigação não fique pela evasão fiscal.»

 

«Em Itália houve um clube, Juventus, a que foram tirados 15 pontos por evasão fiscal e manipulação dos balanços financeiros - e todos os administradores suspensos.»

 

«Obviamente que o Sporting foi uma das principais vítimas deste esquema criminoso.»

 

«O Sporting vai lutar na justiça por isto. Isto é um nojo, não há outra forma de o classificar. Não diferente do Apito Dourado de há 20 anos. Não é diferente. Um nojo que não pode ter lugar no futebol português. Um nojo que a justiça deve ter a coragem de limpar.»

 

«Espero que não haja clubite na justiça e que a justiça não tenha medo da clubite.»

 

«Para um sócio do Sporting, os valores interessam. Para um sócio do Sporting, interessa que o seu presidente não tenha escutas a corromper árbitros com prostitutas. Para um sócio do Sporting interessa muito que o seu presidente não seja apanhado em escutas a escolher um árbitro para uma final da Taça. Para um sócio do Sporting interessa que na administração da sua SAD não haja sacos azuis de um milhão de euros. O sócio do Sporting quer ganhar. Mas, mais do que ganhar, é a forma como se ganha. Isso é o que mais importa. Eu, enquanto presidente do Sporting, prefiro nunca vir a ganhar do que ganhar com estes esquemas. É assim que o Sporting é, é assim que eu sou.»

 

«Vejo centenas de comentadores a elogiar a Premier League. Mas aquela liga não tem Césares Boaventuras, não tem Paulos Gonçalves, não tem presidentes a corromper árbitros. Aquela liga é limpa.»

 

«Não vale a pena preocuparmo-nos com direitos de centralização para valorizar a Liga quando assobiamos para o ar e vemos corrupção do pior que há ainda no futebol português.»

 

«Não ter telhados de vidro ajuda a ter muita força.»

 

 

Frederico Varandas, esta noite, em entrevista à Sporting TV. Talvez a sua melhor entrevista até hoje.

2022 em balanço (10)

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FRASE DO ANO:

"UM PAÍS SEM VALORES É UM PAÍS SEM FUTURO"

Frederico Varandas venceu as eleições para um segundo mandato com muitas facilidade. Enfrentou dois adversários, debateu com eles sem qualquer problema e a 5 de Março arrasou nas urnas: obteve 86% dos votos dos sócios expressos neste sufrágio. Deixando a larga distância os antagonistas - Nuno Sousa (7%) e Ricardo Oliveira (3%).

Nas declarações aos sportinguistas, confirmada a vitória eleitoral, deixou a promessa que este segundo mandato de quatro anos será o último. Em 2026, passará o testemunho a outro com toda a normalidade. É isso que pretende. E deixou claro porquê.

«Houve presidentes do Sporting reeleitos. O que não aconteceu é que tenham cumprido dois mandatos. Hoje, oito anos é muito. Será para mim, para quem me rodeia, para quem sofre ao meu lado. Muito mal estaria o Sporting se tivesse um presidente 40 anos.»

Era também uma óbvia indirecta ao presidente do FC Porto, que se vem perpetuando há quatro décadas no topo daquele clube, sem perceber que o tempo dele já passou e que é fundamental dar lugar às gerações mais jovens. 

Varandas, aliás, não poupou em 2022 nas críticas ao vetusto líder portista, tal como fizera em anos anteriores. A declaração mais contundente aconteceu a 29 de Maio, rebatendo uma afirmação do recém-empossado secretário de Estado do Desporto, João Paulo Correia, que havia considerado Pinto da Costa uma «referência do desporto nacional».

O presidente leonino foi duro: «[PdC] é um corruptor activo e uma vergonha para o desporto português. (...) Um país que o reconhece como uma referência é um país sem valores. E um país sem valores é um país sem futuro. Portugal não pode nem nunca poderá ser esse país.»

 

Outra frase do ano, a 16 de Outubro, veio da boca de Rúben Amorim. No rescaldo imediato da nossa derrota frente ao Varzim que nos pôs fora da Taça de Portugal. 

«A culpa não vai morrer solteira», assegurou o treinador do Sporting, desta vez nada sorridente. A declaração funcionou como uma espécie de murro na mesa para mobilizar o grupo de trabalho. E parece ter produzido efeito, pois fechámos 2022 a jogar bem e a somar vitórias. São sempre bem-vindas.

 

Frase do ano em 2013: «O Sporting é nosso outra vez»

Frase do ano em 2014: «Estamos em casa»

Frase do ano em 2015: «Temos de acordar o Leão adormecido»

Frase do ano em 2016: «Pelo teu amor eu sou doente»

Frase do ano em 2017«Feito de Sporting»

Frase do ano em 2018: «Foi chato»

Frase do ano em 2019: «Um clube de malucos»

Frase do ano em 2020: «Para onde vai um vão todos»

Frase do ano em 2021: «É ir jogo a jogo»

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