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És a nossa Fé!

Ponto da situação

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Foco máximo do presidente leonino: reunir verba suficiente para pagar daqui a cerca de um mês o empréstimo de 30 milhões de euros, acrescido de juros, a quem confiou no Sporting. Essa verba depende, em parte considerável, dos acordos que conseguir entretanto estabelecer com os clubes onde agora se encontram os jogadores que em Junho rescindiram unilateralmente os contratos que os vinculavam a Alvalade: Atlético de Madrid (Gelson Martins), Olympiacos (Podence) e Lille (Rafael Leão). Há também que assegurar o cumprimento dos novos prazos de pagamento entretanto estabelecidos com os clubes que nos forneceram jogadores como Acuña, Battaglia e Raphinha.

Tudo isto sabendo que ficámos fora da Liga dos Campeões e das quantias milionárias que este certame proporciona a quem nele participa. Sabendo também que não temos acesso a outro financiamento extraordinário, pois durante a presidência de Bruno de Carvalho já foram gastas por antecipação as receitas correspondentes a dois anos da vigência do contrato com a operadora NOS - e que contribuíram para despesas superiores a 100 milhões de euros só na época passada, entre futebol profissional e modalidades.

Este é o ponto da situação, com motivos mais do que suficientes para preocupar-nos. Alguns sócios, adeptos e simpatizantes do Sporting preferem discutir a permanência da actual equipa técnica. Acontece que Frederico Varandas tem prioridades mais imediatas. É a vida, como dizia o outro.

Não nos precipitemos, cada coisa a seu tempo...

José Peseiro não é um treinador querido junto dos sportinguistas, não foi preciso chegar à 7ª jornada para o perceber, logo no momento da contratação foram várias as vozes que manifestaram discordância, incluindo a minha, embora com a ressalva que uma vez contratado, José Peseiro é o meu treinador, posição que mantenho sem alterar uma vírgula. Até hoje está atravessada na nossa memória colectiva a sofrível época de 2004/2005, quando perdemos numa semana o campeonato, a final da taça UEFA em nossa casa e até o acesso à champions. Não existem duas hipóteses para causar uma boa primeira impressão e José Peseiro sabe-o, qualquer outro treinador que tivéssemos contratado estaria agora a beneficiar do chamado “estado de graça”, algo que o actual treinador leonino não teria logo à partida, pese embora os condicionalismos que muitos sportinguistas parecem ter esquecido, até os compreendo, também eu quero deitar para o baú do esquecimento o penoso final da época passada e principalmente o pesadelo em que o clube mergulhou no final do consulado da direcção anterior.

A contratação de Peseiro também se explica, é bom que se tenha memória, pela recusa que vários técnicos abordados foram manifestando. Face à incerteza que vivemos, poucos ousariam enfrentar o desafio e Peseiro aceitou, o que abona a seu favor. Certo que tem algo a provar, talvez seja mesmo a última oportunidade que venha a ter em Portugal, pelo menos nos principais clubes do nosso campeonato.

Mas aqui chegados, para decidir substituir Peseiro, é fundamental perceber o que ganharíamos com a eventual troca. Uma fortalecida candidatura ao título? Porque a não ser assim, não vejo motivos para uma substituição. Vejamos, José Peseiro tem contrato por um ano, com mais um de opção. Parece lógico que chegados ao fim da época a opção não seja exercida, tudo seja comunicado ao treinador dentro do prazo e que se comece no mais curto espaço de tempo possível a preparar a próxima época. Para José Peseiro permanecer no Sporting teria que ganhar o campeonato, ou no mínimo a Liga Europa, o que poucos nesta altura acreditam. Opções não faltam, algumas bem interessantes, andar em constantes chicotadas é que não nos leva a lado algum. Imagine-se despedir agora Peseiro, contratar alguém que trabalhando com todos os condicionalismos da falta de preparação da época em curso, mesmo que queiramos, o tempo não volta atrás, se porventura o resultado produzido não fosse imediato, lá estaríamos daqui a meia-dúzia de meses a avançar para um terceiro treinador no espaço de um ano.

Antes de pensar na próxima época e na substituição do plantel, mesmo até de ajustes com entrada de jogadores em Dezembro, o clube precisa resolver os graves problemas estruturais e financeiros em que mergulhou. O recém eleito presidente Frederico Varandas e restantes membros do Conselho Directivo sofrem constantes ataques de saudosistas do passado, mas também dos ressabiados candidatos a salvadores do presente, que se julgando iluminados, visionários acima das massas, não compreendem a injustiça dessa coisa chamada democracia. Trabalho duro pela frente, mas que a direcção precisa levar a cabo, mantendo o rumo, seguindo o programa que os sócios sufragaram, sem atender aos inúmeros oráculos e pitonisas que orbitam o Sporting.

O trunfo é paus

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«Sou oposição.»
«Não estou disposto a ajudar esta direcção.»

 

Ricciardi, do alto dos seus esmagadores 15%, acaba de anunciar que lidera a "oposição" a Frederico Varandas. Apenas um mês após a realização de eleições no Sporting. Tornando-me ainda mais convicto de que o líder leonino está na rota certa.

É uma excelente notícia para o presidente verde-e-branco. Se ele pudesse escolher um opositor, aposto que a escolha seria precisamente esta.

O banqueiro jamais conseguirá, nem à décima vez, aquilo que Varandas conseguiu logo à primeira: a confiança dos sócios do Sporting expressa no voto.

Resta-lhe jogar à bisca lambida com Madeira Rodrigues, seu compagnon de route e parceiro da malograda coligação eleitoral. O trunfo é paus.

Um Leão duro de roer

 

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O vencimento do empréstimo obrigacionista de 30 milhões de euros já no próximo mês de Novembro e todas as obrigações financeiras correntes da SAD e do Clube  (salários, fornecedores....) estão a pressionar o presidente do Sporting para encontrar dinheiro fresco. Frederico Varandas dá, no entanto, sinais claros de que não cede a pressões para fazer acordos fáceis sobre activos do Sporting, ainda que tenham rescindido alegando justa causa. O último exemplo é revelado hoje pelo Record, em que os ingleses do Wolverhampton viram rejeitados os 20 milhões de euros brutos (13 milhões líquidos de comissões antigas à Gestifute) pelo acordo de venda de Rui Patrício. Uma nega que merece aplausos até porque se trata de um dos melhores guarda-redes do mundo.

Se não vejamos:

Kepa foi do Atlético de Madrid para o Chelsea por 80 milhões

Alisson Becker foi da Roma para o Liverpool por 62,5 milhões

Buffon foi do Parma para a Juventos por 53 milhões

Ederson foi do Benfica para o Manchester City por 40 milhões

Então, o Rui iria do Sporting para o Wolverhampton por 13 milhões?

As dificuldades financeiras do Sporting não justificam acordos a qualquer preço. Premissa que é válida também para outros como Gelson e Atlético de Madrid.  Varandas sabe bem ser um Leão nesta selva do futebol e começa a mostrar os dentes aos rivais. Até porque uma das promessas feitas nas eleições que lhe deram a cadeira de Presidente foi a de que o Sporting estaria sempre em primeiro lugar.

Estamos acordados e vigilantes para que o Leão seja um osso duro de roer.

O que Varandas herdou

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Frederico Varandas herdou um Sporting em grave crise financeira. Com problemas prementes de tesouraria. Com enormes dificuldades de financiamento, reflectidas no adiamento do empréstimo obrigacionista previsto para Junho. Com dois anos de receitas antecipadas do contrato com a NOS às quais já não poderá recorrer por terem sido gastas antes do tempo previsto para financiar despesas correntes. Com o brutal assalto de quase meia centena de criminosos aos jogadores e equipa técnica reunidos no centro de treinos em Alcochete, documentado por imagens que correram mundo. Com um plantel que ficou destroçado há escassos três meses (em parte refeito pela gestão interina de Sousa Cintra). Com os gravíssimos custos reputacionais provocados, até à escala internacional, pelo consulado Carvalho na sua desvairada recta final. Com um conflito aberto entre o clube e o principal accionista privado da SAD leonina. Com fortes suspeitas de desvio de verbas da SAD para financiar as modalidades. Com o nome do clube enlameado na chamada Operação Cashball. Com uma auditoria forense à equipa antecessora cujos resultados poderão condicionar a sua própria gestão.

São motivos mais que suficientes para ponderar muito bem o que se anuncia aos sócios, adeptos e simpatizantes do Sporting. E sobretudo para não cometer loucuras na gestão leonina sob o pretexto de alimentar uma insaciável espiral de promessas jamais cumpridas, como sucedeu nos cinco anos precedentes.

Ter a noção disto é condição fundamental para evitar erros. Bem basta o que ficou para trás.

O que eu espero (5)

Da nova equipa gestora do Sporting é que se mantenha arredada do campeonato do carisma. Andamos todos mais que saturados de pseudo-líderes carismáticos, prontos a transformar cada frase bombástica em títulos - não desportivos mas títulos de jornal. A verdadeira liderança dispensa explosões de carisma virtual na redoma das redes sociais, dissociadas da realidade. Quem sabe comandar tem os pés bem assentes no chão: não se remete a trincheiras nem se resguarda em bolhas.

Este é o caminho certo

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Vencemos o Marítimo por 3-1, iniciando da melhor maneira a defesa da Taça da Liga - único título que ganhámos na época que passou. Mas a maior vitória, hoje em Alvalade, desenrolou-se fora das quatro linhas. Na tribuna presidencial, com o gesto do novo presidente de convidar para assistirem com ele ao jogo os restantes candidatos às recentes eleições no Sporting.

Este é o caminho certo. A união de que tanto precisamos constrói-se assim: com gestos que a promovem na prática. Valem mais que mil discursos.

O homem certo?

Estive fora da pátria querida durante muito tempo, mas acompanhei a campanha ao longe e cheguei mesmo a tempo de votar. O resultado das eleições já se nota. O Sporting desapareceu das notícias por causa de merdices incompreensíveis e passou a aparecer por bons motivos: por exemplo, por causa de uma miúda sueca gira que namora com o presidente. Assim, o espaço pode ficar todo para quem de direito: o Benfica e os seus esquemas manhosos. Bruno de Carvalho bem tenta continuar a tirar o Benfica da má imprensa - já estive mais longe de achar que isto não é acidental. Mas felizmente agora ninguém lhe liga muito.

O delírio dos últimos tempos de Bruno de Carvalho não ofusca o facto de ele ter desempenhado um papel muito importante depois do annus horribilis de 2013. Naquela altura, era preciso pôr o pé na porta e berrar contra o duopólio Porto-Benfica que se estava a tentar construir (as célebres "nádegas"). O problema de Bruno de Carvalho foi nunca ter conseguido passar do registo esfera demolidora para outro, que aqui já há algum tempo chamei "smart". A certa altura, esse estilo transformou-se num caso de manicómio, desastroso até para o próprio clube, que esteve outra vez por momentos à beira do colapso. Carvalho estava certo sobre a corrupção fundamental do Benfica, sobre o vídeo-árbitro (e a "verdade desportiva"), sobre a necessidade de fazer do Sporting um clube mais popular. Foi por isso que votei nele. Se alguma coisa, Varandas tem de agarrar esta agenda e continuá-la. Mas, precisamente, de maneira mais "smart": menos barulho, mais trabalho, mais concentração, mais profissionalismo. Até agora, parece estar a desempenhar bem o papel.

O que eu espero (4)

De Frederico Varandas é aquilo que ele tem demonstrado nesta primeira semana como presidente do Sporting:  basta-lhe proceder ao contrário do outro. Não ter Facebook activo ajuda muito. O Sporting precisa de manter-se fora da algazarra noticiosa, da baba opinativa que enche chouriços televisivos serão após serão e da esterqueira das "redes sociais", sempre prontas a divulgar o último boato e a penúltima calúnia. Quem medra nas redes, morre nas redes.

O que eu espero (3)

Da nova gerência leonina é que promova um verdadeiro trabalho de equipa, substituindo o culto narcísico do "eu" pela eficácia do "nós". Com espaço para o protagonismo de figuras tão diversas como Rogério Alves (no domínio institucional), Francisco Zenha (na área financeira) ou Miguel Albuquerque (no capítulo das modalidades). Sem nunca esquecer que o futebol, mola do clube, e as principais modalidades de pavilhão são desportos colectivos.

Parabéns ao Sporting

Não fui votar.

A minha indecisão foi resolvida em tempo e o meu apoio seria para Benedito. Mas nem sempre somos nós que comandamos o ritmo dos nossos dias, por isso apenas hoje estou em casa e por isso apenas na madrugada/manhã de ontem, Domingo, soube o resultado da eleição.

Ouvi quase nada da declaração do novo presidente do Sporting, ainda estou a colocar o fuso no lugar, mas pareceu-me entender que já prometeu títulos. Nada a opor, se não fosse para obter títulos, os sócios (ou votos, se quisermos) não teriam confiado nele e na sua equipa, mas parece-me que será assunto a ser tratado com pinças, para evitar erros recentes, que me parece que não virão a ser cometidos, apesar de tudo (pelo menos é o meu desejo e certamente de todos os sócios e adeptos).

Já aqui escrevi que nada me move contra Frederico Varandas como pessoa e que até nutro alguma simpatia por ele, reconhecendo-lhe, na minha humilde ignorância na matéria, capacidade excepcional na sua área profissional, a ver pelo que dele dizem os seus pares. Não lhe dei o meu apoio apenas pelo "lastro" que carregava na lista, não me incomodando a forma como entende dirigir o clube, afinal todas as fórmulas são boas desde que vencedoras e cá estaremos para ver os resultados, que é o que comanda a vida de quem entra num jogo do qual não domina todas as vertentes, porque honesto, porque não entende o jogo sujo como um fim para atingir resultados.

Frederico Varandas foi eleito com uma diferença de votos não correspondente ao número de eleitores. Teve menos pouco mais de mil votos que João Benedito, ou seja, o segundo classificado teve mais eleitores que o vencedor. Não é novidade, já aconteceu noutras eleições e apesar de não retirar qualquer legitimidade aos resultados, abre a porta a uma discussão entre os sócios sobre a busca de uma nova fórmula de distribuição do número de votos, não perdendo de vista o factor antiguidade, mas permitindo que o leque feche de modo a que não haja uma diferença tão grande, sendo que o que eu defendo é mesmo um sócio/um voto, mas admitindo uma solução como a que referi atrás. Este acto de reflexão servirá também para resolver a questão da segunda volta. Felizmente houve uma concentração de votos em dois (três se considerarmos Ricciardi) candidatos e o espectro de uma clivagem que resultaria da eleição de um presidente com pouco mais de 15% dos votos e seria trágico, foi afastado.

Estas são as regras do jogo e com elas Varandas venceu, está portanto no lugar de presidente em pleno direito e a sua vitória é incontestável. Quando refiro está no lugar de presidente, reporto-me ao que li no post do Pedro Correia, onde o nóvel presidente diz que não é o Sporting. Começa bem, não se confundindo com o clube. Que continue, que terá aqui um apoiante tardio (que a exemplo das colheitas tardias de uvas, poderá ser dos bons) e por tardio quero inferir convicto, que o apoio "institucional" tem, a partir da tomada de posse

Ainda assim quem está mesmo de parabéns é o Sporting, que julgo, espero e desejo, com este resultado inequívoco terá começado a fase de cicatrização das feridas abertas no passado recente.

E agora uns dediquem-se ao seu trabalho de dirigir e outros à sua obrigação de apoiar o clube e as suas mais variadas equipas e atletas. Sem que deixem de estar vigilantes, porque a qualquer altura, quando menos esperarmos, isto pode virar-se tudo ao contrário e se à primeira caem todos, à segunda...

 

Publicado também aqui.

Primeiro desafio de FV

Claro que FV vai beneficiar de estado graça, quanto mais não seja por oposição ao que vinha dantes. Terá tempo para melhorar o modo como se exprime e como exprime o que quer dizer. Percebe-se bem que pretende que o Sporting vença o campeonato (este ano, para o próximo, etc) mas vai ser enrolado na centrifugação do dia-a-dia muito depressa. Empresas e marcas em ambientes hiper-concorrenciais e visibilidade pública total e intensa apelam a salvadores, messias e ao entusiasmo do indivíduo e da multidão, mas têm do outro lado uma exigência de imediatez, uma tolerância para o erro próxima de zero e pouca ou nenhuma piedade para quem não ganha.  
O primeiro erro é achar que se é imune à centrifugação. Infelizmente é um erro mais comum do que se julga. É um pouco como achar que seremos capazes de arrumar o carro mesmo à porta do restaurante só porque achamos com muita força. E o pior é quando arranjamos lugar e ficamos convencido que foi a nossa convicção que mandou o outro tipo sair do lugar no instante em que chegávamos.
A tal estrutura de que JJ falava muito é esta imunização do dia-a-dia. É conseguir que os chamados micro problemas não cheguem aos decisores lá de cima. Como se sabe em países centralizadores, alatinados e dados ao imponderável e à falta de ordem e planeamento, é muito comum termos boards com excelentes salários, excelentes carros, bónus, cartões de gasóleo a discutir durante uma hora o lettering dos convites para as festas de Natal.  
O primeiro desafio de Frederico Varandas é precisamente esse: não ter nada a ver com os convites para a festa de Natal.

Enquanto estava na fila para votar...

...encontro um amigo que é funcionário do Sporting.

Durante a hora em que estive na fila falámos sobre o Sporting, sobre as pessoas, sobre os candidatos, sobre a Academia.

Eu a dizer que iria votar Benedito ele a dizer-me que já tinha votado Varandas.

Ele que conhecia a maioria das pessoas que integravam a lista do Varandas para gerirem a Academia, que é onde trabalha. Que era gente boa e profissional, que sabem os problemas, que querem ajudar o Sporting, que pedem opiniões a quem lá trabalha.

Eu a argumentar que apesar disso não gostava do modelo presidencialista que tinha para gerir o futebol, que preferia o do João. Aqui estivemos de acordo.

A conversa desenrolou, mantive o meu voto, mas fiquei mais descansado.

Agora que temos, todos, um novo presidente, vamos apoiá-lo e continar a lutar pelo nosso Grande Sporting!

O que disse Varandas

«Eu nasci Sporting, cresci Sporting, respiro Sporting, mas não sou o Sporting. A minha missão é servir o Sporting Clube de Portugal.»

 

«Enquanto não formos unidos não vamos conseguir bater os nossos rivais.»

 

«A minha prioridade é unir o Sporting Clube de Portugal. Ontem começámos a vencer o adversário mais terrível que tivemos em toda a nossa história: o Sporting fracturado.»

 

«Virámos uma página, o passado ficou para trás. O futuro é nosso.»

 

 

Excertos do breve discurso de investidura do presidente Frederico Varandas

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