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És a nossa Fé!

Três jogadores para regressar

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Leio na imprensa desportiva que Bruno de Carvalho quer três regressos ao plantel para a próxima temporada, não admitindo sequer discussão neste tema: Domingos Duarte, Francisco Geraldes e Matheus Pereira devem voltar a Alvalade, onde o primeiro nunca teve sequer oportunidade de se estrear na equipa principal.

Faz todo o sentido.

 

Temos neste momento apenas três defesas centrais no plantel (e um deles, André Pinto, contratado ao Braga, já revelou muitas limitações de ordem técnica) quando um dos melhores a jogar nesta posição em todo o campeonato, Domingos Duarte, foi formado em Alcochete e pertence aos quadros leoninos.

Uma das posições em que estamos mais desguarnecidos é a de ponta direita, à guarda exclusiva de Gelson. Em casos de lesão ou sanção disciplinar há que adaptar sempre um jogador àquela zona do terreno. Acontece que essa é a posição natural de Matheus, que se tem evidenciado como emprestado do Sporting ao Chaves.

O caso de Geraldes nem merece discussão. Como organizador e pensador de jogo, actuando no corredor central ou na faixa direita, é um dos talentos indiscutíveis da I Liga. Emprestado ao Rio Ave, depois de ter conquistado na época anterior a Taça da Liga ao serviço do Moreirense, também emprestado. É mais que tempo de fazê-lo regressar.

 

Mas para jogarem, todos eles.

Não para serem remetidos ao banco ou relegados para a bancada, à mercê dos caprichos de um treinador que tem demonstrado muito pouco apreço pela formação leonina.

Sempre ele

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Em dois minutos, já no tempo extra, Cristiano Ronaldo virou o resultado: passámos esta noite de 0-1 contra o Egipto para uma vitória por 2-1.

O melhor do mundo faz sempre a diferença. Bem assistido, em qualquer dos casos, por Ricardo Quaresma.

Num jogo em que a equipa das quinas só começou a dar réplica aos egípcios, neste desafio disputado em Zurique como treino para o Mundial da Rússia, quando Gelson Martins e Bruno Fernandes entraram em campo, a meio do segundo tempo.

Todos com a inequívoca marca de qualidade. Da Escola de Alvalade.

"Uma máquina de criar golos"

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Mais uma assistência para golo ao serviço do Braga, onde é titular absoluto. Desta vez na goleada em Chaves (outras duas foram de Jefferson, emprestado pelo Sporting).

É o vice-rei das assistências para golo do campeonato português, já com nove, apenas ultrapassado pelo portista Alex Telles. E leva quatro marcados. "Uma máquina de criar golos", como lhe chama o Mais Futebol. Em Chaves, só no primeiro tempo, colocou três vezes os colegas em situações de golo.

Sei que ele já não é nosso. Mas sei também, paradoxalmente, que continua a ser nosso. Por ter sido formado na Academia de Alcochete.

À medida que o tempo passa, cada vez mais me interrogo se Ricardo Esgaio não deveria ter lugar, por mérito próprio e sem favor algum, neste plantel leonino 2017/18. Na posição em que agora joga, como médio-ala, e não como lateral direito (e esquerdo), a que foi remetido enquanto andou por cá.

E a minha resposta é positiva. Naturalmente.

Um júnior entre profissionais

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A nossa formação, ao contrário do que alguns apregoam, ainda é o que era. E quando falham todas as outras soluções - quando um Montero não carbura, quando um Bruno César não engrena, quando um Alan Ruiz se revela um fiasco - há sempre alguém da nossa formação pronto a resolver o problema.

Aconteceu nas duas últimas jornadas, em que Rafael Leão esteve em evidência. Com apenas 88 minutos somados em campo.

Começou por construir um golo para Gelson marcar, já no tempo extra, já com muita gente fora do estádio - um golo que nos valeu três pontos contra o Moreirense. No desafio seguinte, nada menos do que o clássico no Dragão, foi ele a saltar do banco para render o lesionado Doumbia e marcar um grande golo a Iker Casillas na primeira vez em que tocou na bola.

Rafael Leão, 18 anos, natural de Almada e formado desde os oito na Academia de Alcochete: aqui eleito promessa do ano em 2017. Já então tinha marcado, frente ao Oleiros na Taça de Portugal, apesar de ter entrado apenas aos 71 minutos.

Um júnior entre profissionais, que não se atemoriza quando vê pela frente um guarda-redes bicampeão do mundo. Vai longe, não custa adivinhar. Nós cá estaremos para aplaudir.

Hoje giro eu - Prioridades

Os resultados, bem mais que as exibições, foram criando uma ilusão, um placebo. É sempre errado avaliar alguém apenas pelos resultados, sem cuidar de querer entender o processo. Se o processo não é bom, se as escolhas não se entendem, quando os resultados falham o que nos resta? Esta é a encruzilhada em que estamos: o que fazer quando um treinador essencialmente resultadista não tem resultados? Sim, porque o processo, a rendibilização do investimento feito na Academia há muito que se percebeu que regrediu na sua optimização, por muitos méritos que se possam atribuir à venda de João Mário ou ao valor de mercado de Gelson. Com esta reflexão - sem prejuízo dos comentários que vier a fazer aos jogos por disputar, na rúbrica "Tudo ao molho e FÉ em Deus" - encerro aqui, até ao final da época, a análise mais geral, neste espaço "Hoje giro eu", ao trabalho do nosso treinador actual.

 

Em tempo de crise é necessário definir prioridades. Se a ideia não é despedir o treinador de imediato, de que serve aos adeptos perorarem sobre os deméritos de Jorge Jesus? Algo melhorará com essa atitude? Passará a ser mais fácil termos sucesso nas competições que nos restam? A relação entre jogadores e treinador ficará fortalecida com os ecos desse descontentamento? 

 

Há uma época por terminar e objectivos ainda por atingir. Especificamente, temos a obrigação de lutar pelo 2º lugar no campeonato nacional - posição que nos permitirá o acesso à 3ª pré-eliminatória da Champions (imediatamente anterior ao "play-off") - , a meta de tentar ganhar a Taça de Portugal e a ilusão de ir o mais longe possível na Liga Europa, não descurando que uma eventual vitória nesta última garantiria o acesso directo à fase de grupos da Champions.

 

Até ao final da época é nisto que nos temos TODOS de concentrar, com o mínimo ruído possível. Depois sim, será o tempo da avaliação, das opções a tomar para o futuro. Só espero que a decisão final seja estratégica e não conjuntural e que não sacrifique a rendibilização da nossa Formação em detrimento de cantos de sereia de vitórias a curto-prazo. Até porque ainda me estão para provar que as duas coisas não sejam possíveis de obter, em simultâneo. Basta ver o Mónaco de Leonardo Jardim, na época transacta, e retirar daí as devidas conclusões...

 

Hoje giro eu - Querem um ala? Rafael Leão

Se a necessidade aguça o engenho, a ausência de Gelson Martins deve proporcionar o lançamento de uma jovem promessa. Não havendo no actual plantel mais ninguém capaz de assegurar velocidade pelos corredores, Rafael Leão é o "wild card" que Jesus pode lançar a qualquer momento. Com apenas 18 anos (só completa 19 em Junho), a pérola da Academia de Alcochete é um jogador que dá verticalidade ao jogo. Para além disso, tem uma óptima relação com o golo: em 13 jogos realizados como profissional, a que corresponderam 686 minutos de utilização, marcou 8 golos, uma média de 1 golo a cada 86 minutos. 

Campeão europeu de sub-17 em 2016 e já internacional sub-21, alto (1,88m), forte fisicamente, bom drible em progressão, movimentos diagonais para a baliza e eficácia no remate, Leão tem muitas parecenças com um antigo produto da nossa Formação: Cristiano Ronaldo.

Rafael é um grande desafio para Jorge Jesus. O jovem parece reunir todas as características que o treinador preza. Saiba JJ complementar a sua formação e destruir-se-á o mito sobre a sua inabilidade em potenciar e dar oportunidades a jovens talentos. A equipa parece precisar das qualidades de Rafael Leão. Tem a palavra o treinador.

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Hoje giro eu - o Futuro

Confesso que me estava a custar sair da cabeça, mais ainda do que é habitual, o insucesso do Bonfim. Desde sexta-feira, nada me parecia consolar. Mesmo a mezinha costumeira, que consiste em me afastar de toda e qualquer coisa que, mesmo que remotamente, me faça pensar no mundo da bola, não parecia resultar. Um jantar de primos, que sempre constitui um reencontro mágico, um regresso mítico ao passado feito de mil-e-uma pequenas estórias, também não melhorou o sentimento, porque todos são sportinguistas - e estavam com a tristeza estampada no rosto, fruto das inquietações do dia anterior - , com a honrosa excepção de um irredutível "pastel", também ele com uma costela de leão ou não fosse desde pequenino subjugado, mas não ostracizado, pelo esmagador fervor leonino.

Eis quando, esta manhã, ligo a SportingTV e vejo, já em desenvolvimento, um Sporting-Vitória de Setúbal em iniciados (3-0). E não é que isso me permitiu reconciliar com o meu clube? Não porque o tenha encarado como uma revanche do jogo dos séniores, longe disso, mas por me ter enchido de esperança daquilo que será o nosso futuro, e isso ter feito esquecer um pouco o presente.

Lembrei-me então de fazer esta crónica. Um trecho prospectivo sobre a nossa Formação, os futuros craques do amanhã que despontam no horizonte da Academia de Alcochete.

Começando pela categoria de iniciados, numa equipa treinada por Pedro Coelho, julgo termos ali 4 jogadores de que muito iremos ouvir falar. O primeiro, e mais óbvio, é Joelson Fernandes, de quem os nossos Leitores certamente já ouviram falar. Joelson é um destro rápido e muito habilidoso, que se posiciona sobre a ala esquerda, iniciando desde aí diagonais em drible que semeiam o pânico no último reduto das equipas adversárias. Com boa relação com o golo, é um jogador que promete muito. Está no segundo ano de escalão e para o ano subirá a juvenil, esperando-se que continue a progredir. Outro jogador que tem dado nas vistas é o médio, "10", Lucas Dias (Luquinhas). Lucas é um jovem com técnica apurada - passe, recepção, remate - e muita habilidade - muito forte no um para um - , destacando-se também pelos golos que marca. A revêr. Depois, o lateral direito Rafael Costa demonstra ter muito pulmão e boa técnica, o que lhe permite auxiliar bastante o ataque (marcou o terceiro esta manhã). Finalmente, o ponta-de-lança Tristan Hammond mostra muita mobilidade e leitura do jogo da equipa, virtudes bem assentes numa técnica apurada.

No escalão de juvenis, treinado pelo grande João Couto, destacaria Bruno Tavares, Felix Correia e Nuno Cardoso, dois alas e um segundo avançado. Bruno é, entre os alas, aquele que se movimenta melhor em espaços interiores podendo jogar também no apoio ao ponta-de-lança. Dono de excelente técnica e muito drible, é um desequilibrador por natureza. Felix Correia tem muitas semelhanças com Bruno, mas talvez seja menos inclinado a explorar terrenos mais centrais. Tem sido, no entanto, mais decisivo que o seu colega, fruto de uma maior experiência (está no segundo ano de juvenil). Nuno Cardoso é um miúdo com muita capacidade de se movimentar entrelinhas e posicionamento correcto na área na hora de finalizar as jogadas.

Finalmente, nos juniores, orientados por Tiago Fernandes, teremos talvez os melhores prospectos da nossa Academia. Rafael Leão é um ala possante (geralmente a partir da esquerda) e de óptima técnica, com diagonais muito interessantes e golo no seu ADN. Nesse sentido, pode jogar como um ponta-de-lança de grande mobilidade, preenchendo todas as posições atacantes. Tem explosão, algo muito importante no futebol actual e igualmente caro a Jorge Jesus. Um verdadeiro atleta, faz lembrar um pouco Cristiano Ronaldo. O jogador que mais me caíu no goto chama-se Diogo Brás. Este jovem é um prodígio. Tem uma condução de bola "à Crujff", visão de jogo, finta curta e em velocidade, com os dois pés. Um ambidestro genial que marca muitos golos. Outros dois jogadores acima da média são o lateral esquerdo Gonçalo Costa e o médio de ataque Bernardo ("Benny") Sousa. O defesa tem grande amplitude de movimentos e bom remate, o médio tem uma colocação de bola à distância fantástica, excelente remate e marca muitos golos. Talvez lhe falte mais velocidade de base para o futebol profissional.

Em resumo, estes são os jogadores que penso estarem mais perto do sucesso, independentemente de haver outros prestes a despontar. Não lhes conheço a forma de pensar, a mentalidade, aspecto que faz toda a diferença no alto nível. Se forem jovens bem estruturados, então o nosso futuro será radioso.

E, pronto, eis como desta crónica fiz panaceia para todos os meus males resultantes de um Mau Fim. Espero que Vos ajude, também. Obrigado pela Vossa atenção!!! 

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                             (Diogo Brás)

Ética - O negócio da bola e o amor à camisola

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Não é mais possível pedir a um futebolista para, em nome do amor ao clube que representa, abdicar de procurar melhores condições para a sua carreira. Hoje, o futebol é visto como um negócio, uma indústria - desde logo pela entidade patronal -, e os jogadores são uma mercadoria que se compra/venda, sob o título de "direitos económicos", o passe dos jogadores de futebol. 

No tempo em que a bola era um jogo, os jogadores criavam laços com o clube que representavam e era possível ver quase um plantel inteiro manter-se durante mais de uma década. Evidentemente, tal permitia criar uma identificação, uma identidade, uma rotina, um laço biunívoco entre jogadores e clube (e os seus adeptos), o "amor à camisola".

No entanto, amarrados à Lei da Opção, os jogadores não eram mercadoria, mas sim escravos dos seus clubes, uma mão-de-obra relativamente barata para a arte que produziam em campo. Em consequência, diversos craques do passado encararam dificuldades financeiras mal "penduraram as chuteiras", algo difícil de acontecer com os ídolos do presente, caso a cabeça acompanhe minimamente a arte que alardeiam nos pés.

Por tudo isto, mais do que pedir juras de amor eterno a um clube, o que devemos exigir é profissionalismo e compromisso, algo que vimos em todo o mundo Sporting durante este fim-de-semana, em que ficou bem patente o espirito de grupo (ou corporativo) entre as modalidades, com declarações cruzadas de apoio. Embora perceba o mote, não aceito lemas do tipo "zero ídolos", porque isso cai num paradoxo: o futebol é paixão, é emoção, é arte, e quem as transmite são os jogadores, sem eles não há assistência nas bancadas, não há jogo, nem espectáculo, nem negócio. 

Assim, em vez de ficarmos irados porque um determinado jogador mostrou vontade de abandonar o nosso clube, devemos, isso sim, exigir-lhe que dê tudo em campo enquanto nos representa, que ponha a cabeça no lugar, se focalize e entenda que este é o clube que lhe paga, por quem tem de suar a camisola e estar à altura das expectativas dos adeptos.

Tenho a certeza de que essa será a postura de William Carvalho, o nóvel capitão do ENORME Sporting Clube de Portugal. Independentemente do seu desejo natural de ir ganhar mais dinheiro - a sério, Sir, como poderias enquadrar o teu talento num "presunto ocidental" londrino? -, das promessas e pressões de empresários, esses sim a viver a 100% da "mercadoria", William saberá compreender o desígnio de representar uma grande instituição e, como pérola que é da nossa Formação, dar o rendimento desportivo que se espera dele.

Haveria melhor forma de ficar na história do clube do que, envergando a braçadeira de capitão, oferecer à nossa indefectível massa adepta o título de campeão nacional?

Will-I-am? You will!

DIA D

E nunca mais acaba o dia de hoje…

 

Já estou cansado das possíveis saídas e entradas.

 

Mais do que entradas, o que eu pretendia é que nenhum dos nossos jogadores saísse.

 

Adorava poder contar durante este ano com Rui Patrício, Fábio Coentrão, William Carvalho, Adrien Silva, Bruno Fernandes e Gelson Martins.

 

Parece que esta seria a melhor prenda que o Sporting Clube de Portugal poderia dar a Fernando Santos.

 

As rotinas de uma época poderiam ser o melhor trunfo para o Mundial e este argumento deveria ser ponderado por todos.

 

Saudações Leoninas

Olha que dois

Quase concluída a ronda inaugural do campeonato, verifica-se que dois talentos da formação leonina figuram já na lista dos marcadores de golos.

Gelson Martins, com dois apontados na vitória do Sporting no campo do Aves.

E Francisco Geraldes, no golo que valeu três pontos ao Rio Ave no confronto caseiro com o Belenenses.

Prometem ambos. Muitos e bons.

Uma péssima tradição

Mantém-se a tradição: continuamos a formar bons jogadores... para outros clubes beneficiarem deles. Que o digam Carriço, Eric Dier e Cédric, por exemplo.

Exemplo mais recente: no dia em que o Sporting naufraga frente ao V. Guimarães, terminando o jogo com apenas um defesa central de raiz em campo, Rúben Semedo marca o golo da vitória da sua nova equipa, o Villarreal.

É extraordinário sermos nós próprios os mais descrentes quanto aos méritos dos jogadores que formamos. Os outros, que lucram com eles, agradecem.

Confesso que nunca hei-de habituar-me a isto.

Grandeza

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 Eusébio orgulhosamente vestido de verde e branco, na temporada 1958/59

 

A grandeza do nosso Sporting mede-se de várias formas, como ontem especifiquei aqui.

Os exemplos que indiquei estão longe de ser exaustivos. Porque esta grandeza mede-se também pelo facto de o único jogador do Sport Lisboa e Benfica que alguma vez alcançou reputação mundial traduzida em galardões, o saudoso Eusébio, ter sido formado não na cantera encarnada mas no Sporting de Lourenço Marques. Então filial n.º 6 do Sporting Clube de Portugal.

Os melhores e o pior

Quatro golos da cantera leonina contra a Macedónia no Europeu de sub-21: Bruma (2), Edgar Ié e Podence - este com uma soberba assistência de Iuri Medeiros. A selecção venceu 4-2, resultado no entanto insuficiente para transitar para as meias-finais, na sequência da anterior derrota frente à Espanha (1-3).

O pior em campo - a larga distância de qualquer outro - foi um tal Renato Sanches, que o treinador mandou retirar de campo aos 55 minutos. Uma nulidade.

Boa notícia: juniores somam e seguem!

Os juniores masculinos obtiveram mais uma vitória, consolidando o 1° lugar da classificação. A 4 jornadas do fim, têm uma vantagem de 6 pontos sobre o Belenenses e de 8 sobre o Guimarães (e ainda recebem em casa às duas equipas). O Clube que tem escola no Seixal averbou mais uma derrota caseira, estando em penúltimo lugar. Desconhece-se se o selecionador do escalão assistiu ao jogo dos vimarenenses. O Sporting no bom caminho para mais um título da sua formação!

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Olhar em frente

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Quando estamos a oito pontos de distância do primeiro classificado, este tem vindo a ser o melhor período do Sporting na actual temporada: seis vitórias nos últimos sete jogos.
Mas não podemos contentar-nos com tão pouco.

Devemos exigir do treinador uma aposta decidida nos jovens da formação, que vão integrar a linha dorsal do Sporting da próxima temporada e da próxima geração da selecção nacional de futebol.

Apostar em trintões do actual plantel, estrangeiros que em breve deixarão o futebol português, é olhar para trás. Quando nós precisamos é de olhar em frente.

 

Dúvida justificada(?)

De repente dou por mim a pensar que o regresso dos miúdos que estavam emprestados não passou de um número para nos calar, a todos aqueles que vinham reclamando o seu regresso. 

Se foi, por mim não me calarei enquanto os não vir no lugar que por ora, não tenho dúvida e dadas as lesões e baixas de forma dos habituais titulares, é deles por competência.

"É pá, mas não podem jgar todos ó mêmo tempo."

- Concordo, mas tens aí melhor que o Xico para o lugar do Adrien? Tens aí melhor que o Dani para o lugar do Bryan? 

E ainda há o outro Geraldes na lateral direita e o "Messi" atrás do Dost, se não o quiseres colocar de início, mete-o quando o Alan rebentar, aí por volta da hora de jogo, 'tás à vontade...

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