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És a nossa Fé!

Sustentabilidade - As Obrigações da Sporting SAD

Durante a passada semana e a propósito do vencimento em Maio de um empréstimo obrigacionista de 30 milhões de euros do Sporting - já lá iremos - , o jornalista Camilo Lourenço disse que "lhe cheirava a esturro". Num estilo leve, e certamente embalado pela brisa que emanava do rio que lhe servia de enquadramento, Camilo foi por aí fora e chamou a atenção para 4 coisas, das "continhas" (palavras dele) do Sporting. A saber:

 

  1. O Sporting está tecnicamente falido, ou seja, apresenta Capitais Próprios negativos;
  2. O Cash-flow é negativo;
  3. O Sporting tem de, nos próximos meses reembolsar "dívida, nomeadamente obrigações" no valor de 68 milhões de euros;
  4. Existe uma reserva do auditor PWC.

 

Adicionalmente, o jornalista pediu a todos que o ouviam para consultarem o último R&C depositado na CMVM. Confesso que já o tinha feito e daí apresentado resumo na rúbrica Sustentabilidade, mas dado aquilo que foi dito voltei lá, não fosse estar a precisar com urgência de uma consulta no oftalmologista. Dito isto, apresento aqui as minhas conclusões (que qualquer leitor/comentador pode verificar aqui), respondendo ponto-por-ponto ao enunciado por Camilo Lourenço. Então, aqui vai:

 

  1. O Sporting tem Capitais Próprios positivos superiores a 16M€ (exactamente 16.468M€), não estando portanto em situação de falência técnica;
  2. O Cash-Flow libertado no exercício (semestral) foi de 6.45M€, o que faz com que no final do período seja positivo em 12.756M€;
  3. De um analista como Camilo espera-se que saiba separar o que são financiamentos do que são obrigações e que não ponha tudo no mesmo saco. Falou em 12M€, 26M€ e 30M€, mas aqui cometeu diversos erros. Assim, os 2 primeiros valores referem-se, respectivamente, a um empréstimo bancário e ao factoring, sendo que eram arredondadamente (o correcto é, respectivamente, 12.682M€ e 26.19M€) os valores a 30 de Junho de 2017 e não ao período terminado em 31 de Dezembro de 2017 a que Camilo alude (último relatório). Estes valores desceram, sendo agora, respectivamente, de 8.285M€ e de 20.015M€. Quanto ao empréstimo obrigacionista, ele de facto existe e tem a sua maturidade em 25 de Maio deste ano. Sobre ele falaremos a seguir.
  4. Ao contrário do que é dito, não existe qualquer reserva (ou escusa de opinião) do auditor PWC. O que existe é um ênfase. Esse ênfase é dado ao abrigo do nº2, artigo 45º do Estatuto da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas (EOROC), que entre outros pontos diz, nomeadamente, que o auditor deve "referir outros aspectos através de parágrafos de ênfase sem afectar a opinião de auditoria". Nesse sentido, não afectando as conclusões apresentadas, o auditor chamou a atenção para o facto de o Passivo corrente suplantar o Activo corrente em 114.253M€. (por exemplo, no FC Porto este valor é deficitário em 148M€).

 

Arrumado este assunto, falemos agora da polémica em torno da emissão de 30 milhões de euros do Sporting. Em primeiro lugar, é importante dizer que o Sporting é, dos 3 grandes, o clube que tem um valor menor de emissões de obrigações. O FC Porto tem um valor de 79.5M€, o Benfica 152.5M€, o Sporting apenas 30M€. Todos os clubes têm vindo a renovar estas obrigações quando estas atingem a sua maturidade.

No caso do Sporting, a obrigação de 30 milhões de euros vence em 25 de Maio de 2018, foi emitida em 2015 (3 anos) e tem uma taxa de juro associada de 6,25%. Na altura da emissão, ela foi subscrita por 4241 investidores e a procura suplantou a oferta em 2,57 vezes.

Foi anunciado recentemente que devido à situação directiva o clube encarava reembolsar o título 6 meses mais tarde. Esta situação advém, provavelmente, da renitência do banco colocador em renovar a emissão dado o presumível vazio directivo. Esta percepção por parte do banco/investidores decorre primeiramente dos anunciados processos disciplinares e suspensões (que mais tarde não se vieram a se concretizar) a 19 futebolistas do plantel principal, e possíveis consequências financeiras desse acto, e foi muito agravada por declarações proferidas pelo nosso presidente da AG à TSF, em que anunciou a futura convocação de uma Assembleia Geral com o intuíto de demitir o presidente do clube/SAD (o que criou a perspectiva de vazio e concomitante incerteza).

Na minha modesta opinião, o Sporting deveria evitar postecipar o pagamento. Desde logo porque tal seria considerado como uma "moratória". Para os mercados obrigacionistas, uma moratória é considerada um evento de "default" e, como tal, afecta a notação de risco do emitente e terá consequências em futuras emissões, fazendo subir os prémios de risco (spread face à Euribor). O Sporting certamente apostava em conseguir uma taxa de juro bastante mais baixa em Maio e, por isso, nos últimos anos, ter-se-á escusado a emitir mais obrigações. Confrontado com este imponderável, o clube terá de reagir. É certo que a SAD não tem rating e que a colocação não deverá ser feita em mercados internacionais, mas sim em clientes domésticos, mas de qualquer forma dever-se-ia evitar a todo o custo o evento de "default". A liquidez necessária poderia ser encontrada via venda de um jogador. Acredito, no entanto, que a SAD não queira vender um activo ao desbarato, algo que poderia acontecer dada a percepção do mercado do futebol da necessidade do clube em vender. Por outro lado, o comprador raramente entrega a totalidade do dinheiro a pronto, pelo que o problema não se resolveria totalmente. Por tudo isto (e muito mais), tenho vindo a tentar sensibilizar no sentido de os problemas serem resolvidos em casa, evitando-se ao máximo declarações públicas que ponham em causa o clube/SAD perante investidores. A solução para esta crise tem de aparecer em breve, mas até lá pede-se sensatez e ponderação a todos os envolvidos.

 

Respondendo a algumas inquietações, aproveito a oportunidade para esclarecer porque, em certas situações, a um Resultado Liquido positivo pode não corresponder um abatimento de Passivo (ao contrário daquilo que já ouvi em certos comentadores afectos a outro clube da 2ª Circular). Os clubes portugueses ainda devem os seus lucros às vendas de jogadores. Estas vendas aparecem na Demonstração de Resultados como Resultados Extraordinários (rendimento com transação de jogadores). Imaginem agora que o Sporting vende um jogador por 50M€ e que o comprador paga a pronto 15M€. Então, teremos no Balanço, no Activo, em Caixa e Disponibilidades, um valor de 15M€ e, na rúbrica Clientes aparecerão os restantes 35M€, que constituirão um crédito do Sporting sobre o clube comprador. Como a maior parte do dinheiro está por receber, apesar de haver lucro, o clube poderá ter de recorrer a um financiamento, dado que a maior parte dos seus custos são de curto-prazo e existe um défice de exploração operacional (ordinário). O plantel é pago mensalmente e parte dos Fornecimentos e Serviços Externos também. Daí que, pedindo um financiamento, o Passivo aumenta.

 

Termino com uma declaração de interesses: não conheço ninguém do Conselho Directivo do clube e/ou do Conselho de Administração da SAD e apenas recorri ao conhecimento que tenho do funcionamento dos mercados financeiros e ao célebre relatório depositado na CMVM que Camilo Lourenço sugeriu ao seu auditório. 

 

Jesus: custos e benefícios

Fala-se por aí com insistência no astronómico salário de Jorge Jesus. A essas almas tão doridas chamo a atenção para este facto: na actual época futebolística o Sporting já ganhou 18,7 milhões de euros pelo desempenho nas competições europeias.

Sem Jesus, teria sido muito diferente. Só esta verba, amealhada nos últimos três meses, justifica o que o treinador recebe num clube que em 2013 ficou em sétimo lugar no campeonato e nem às competições europeias chegou.

Sustentabilidade - as contas da SPORTING SAD

Hoje irei abordar alguns indicadores de actividade da Sporting SAD, desde a época 2001/2002 até ao último relatório disponível, o intercalar do terceiro trimestre de 2016/2017.

 

Em primeiro lugar, devo referir que os RESULTADOS LÍQUIDOS ACUMULADOS registam uma PERDA DE 138,5 MILHÕES DE EUROS. No mesmo período (desde 2001/2002), os RESULTADOS LÍQUIDOS ACUMULADOS SEM RENDIMENTOS EXTRAORDINÁRIOS registam uma PERDA DE 427,2 MILHÕES DE EUROS. A rubrica de RENDIMENTOS EXTRAORDINÁRIOS apresenta um valor positivo de 288,7 MILHÕES DE EUROS, que se segmentam desta forma: 223,2 MILHÕES DE EUROS de VENDAS DE JOGADORES, 65,5 MILHÕES DE EUROS de ALIENAÇÃO DE PATRIMÓNIO IMOBILIÁRIO.

 

Segmentando, embora hajam algumas sobreposições devido ao facto de os mandatos presidenciais não corresponderem com as épocas desportivas sobre as quais incidem os Relatórios e Contas (aspecto a rever urgentemente, do meu ponto-de-vista), teremos as seguintes indicadores por Presidente:

 

RESULTADOS LÍQUIDOS: Antonio Dias da Cunha -59,2 M€ (de 2001 a 2004), Filipe Soares Franco +58 M€ (inclui venda de património de 65,5 M€, de 2004/2005 a 2009), José Eduardo Bettencourt -70,3M€ ( 2009/10 e 2010/11), Luiz Godinho Lopes -89,7M€ (2011/12 e 2012/13) e, finalmente, Bruno Carvalho +22,7M€ (desde 2013/14).

 

RESULTADOS SEM RENDIMENTOS ESTRAORDINÁRIOS: Antonio Dias da Cunha -89,5M€, Filipe Soares Franco -43,0M€, José Eduardo Bettencourt -88,7M€, Luiz Godinho Lopes -112,1M€, Bruno de Carvalho -93,9M€.

 

Números preocupantes, sem duvida, que mostram uma gestão com maior sucesso nos mandatos de Filipe Soares Franco e de Bruno de Carvalho, embora dependentes maioritariamente de vendas de património, no primeiro caso, e de alienação de passes de jogadores, no segundo.

 

Outros indicadores que julgo relevante trazer aqui:

Filipe Soares Franco herdou Rendimentos Ordinários (receitas correntes, por oposição a receitas extraordinárias) de 25,4M€ (2003/4, Dias da Cunha) e subiu-as para 46,8M€ (2008/9), no tempo de JEB as receitas correntes desceram para cerca de 35M€, valores semelhantes aos de GL (40,7M€ e 32,0M€), subindo depois com Bruno de Carvalho (68,7M€ em 15/16 e 63,3 no final do terceiro trimestre de 16/17).

 

Outro indicador que considero digno de análise é o racio CUSTOS COM PESSOAL vs PROVEITOS ORDINÁRIOS (ou Rendimentos Correntes): Antonio Dias da Cunha (114,98%, 119,27% e 80,71%), FSF ( 61,38%, 52,41%, 53,87%, 43,61%, 50,64%), JEB (67,74%, 83,85%), GL (104,42%,130,00%) e BC (70,82%,43,05%,71,03%,76,46%). Os melhores resultados para este racio são de FSF e os piores de GL, o que ajuda a explicar o impacto nos resultados.

 

Enfim, Bruno de Carvalho tem estado a fazer crescer os Proveitos Ordinários e tem mantido o racio custos com pessoal vs proveitos Ordinários dentro de limites ainda aceitaveis, embora a subida recente dos custos com pessoal (48,8M€ em 15/16 e 48,4M€, apenas em 3 trimestres de 16/17) mereça a maior atenção porque um eventual retrocesso no ciclo económico pode enviabilizar vendas de jogadores e comprometer os resultados.

 

Voltarei a este assunto para um comparativo com os restantes "grandes", mas por agora gostaria de obter as Vossas opiniões.

 

SL

As contas e a entrevista

Bruno de Carvalho vai hoje conceder uma entrevista em directo, no jornal das 20.00 horas da SIC.

Será entrevistado, segundo o próprio, pelo apresentador/jornalista R.G. de Carvalho. Ainda pensei que o presidente corria o risco de ser entrevistado pelo Dolbeth, pelo Inácio e pelo Saraiva, mas felizmente iremos assistir a uma entrevista, estou certo.

Não terá sido inocente a publicitação hoje, do relatório e contas da SAD relativo à época 2015/16, havendo assim oportunidade para esclarecer os cerca de 30M€ negativos neste resultado.

Não sendo versado na matéria (eu só sei que não posso gastar mais que o que ganho), do que vi, confesso que estou descansado. Este relatório, divulgado com toda a transparência, e sem maquilhagem de números, convém sublinhar, reflecte os valores a acertar com a Doyen (que numa hipótese muito remota podem até nem ser pagos) e sofre do falhanço no acesso à CL e ainda reflecte as aquisições de jogadores em valores a rondar os 11M€, reforços já para a presente época. Poderia ser maquilhado com a inclusão dos valores de cerca de 18M€ do prémio de acesso à CL deste ano e sem o pagamento à Doyen, que ainda não foi efectuado e as contas estariam praticamente no zero, ou perto disso. Optou e bem a SAD por números concretos. 

Duma coisa podemos ter já a certreza, o exercício desta época será significativamente positivo, com os vários patrocínios, o prémio de entrada na CL e as vendas de jogadores por valores record.

E depois é um consolo, a gente olha para as contas e nem cheiro de fritos.

 

Aquilo que o Pina ontem deveria ter respondido à morsa

"Após sucessivas intervenções nos últimos anos que relembramos (Rui Gomes da Silva, Pedro Guerra, José Eduardo Moniz e o próprio Presidente, Luís Filipe Vieira) a manipularem a opinião pública com um não existente perdão de dívida, voltam agora os mesmos ou novos que funcionam como gramofone da propaganda e desespero benfiquista, nomeadamente António Figueiredo e Jaime Antunes, a querer levantar novas suspeitas fazendo insinuações sobre perdões de dívidas e não pagamento de juros ou pagamento de juros baixos.

Sobre o mesmo queremos esclarecer, novamente, de forma sucinta alguns pontos:

1º - Não existiu qualquer perdão de dívida. Existiu apenas uma negociação difícil, complexa, prolongada e detalhada para uma reestruturação financeira onde o Sporting Clube de Portugal inclusivamente já amortizou nesta data mais dívida do que o previsto.

2º - A reestruturação financeira, como é do conhecimento público, tem um prazo até 2026, o que significa que ficam vários actos, acordados com os bancos e  (depois de minuciosa explicação) aprovados pelos Sócios em Assembleia Geral do Clube, para serem realizados ao longo do tempo, nomeadamente aumentos de capital, prolongamento de prazos de VMOC´s, emissão de VMOC´s e empréstimos obrigacionistas.

Que fique esclarecido que todos estes actos vão sendo praticados na altura devida, como foi o caso na semana passada do prolongamento do prazo das VMOC´s antigas, derivados todos do acordo inicial e não de novas negociações ou de novos actos não planeados desde o início.

Todo este ataque concertado pelos comentadores afectos ao Benfica, primeiro no caso do contrato de direitos televisivos/patrocínio da camisola/exclusividade do canal e, agora novamente, sobre as condições da reestruturação financeira, deixam clara tão somente a incapacidade crónica que o Benfica tem em fazer bons negócios ou bons acordos.

Não devem os benfiquistas estar tão preocupados ou tão desesperados com o que o Sporting Clube de Portugal fez de bom, mas ao invés deveriam, se assim o entenderem, preocupar-se com a incapacidade negocial do seu clube e o constante “choradinho” para ver se alguém, com pena, lhes dá a possibilidade de, no mínimo, aprenderem a negociar."

Aqui.

Um clube bem gerido

Nos últimos três meses, conquistámos dois troféus no futebol profissional: a Taça de Portugal e a Supertaça.

Mas nem no capítulo desportivo o Sporting vem conquistando troféus: isso também acontece no capítulo financeiro. A SAD leonina acaba de registar os melhores resultados operacionais da sua história, referentes à época 2014/15 e já transmitidos à CMVM: 23,4 milhões de euros. Com 19,3 milhões de resultado líquido positivo.

Desta forma, cumprimos o acordo assumido com a UEFA em matéria de fair play financeiro - imposição a que fomos sujeitos após dois exercícios negativos consecutivos durante o mandato de Godinho Lopes, em que a SAD registou resultados negativos que rondaram os 85 milhões de euros.

Mais um teste superado com distinção pela equipa directiva de Alvalade: um novo troféu acaba de ser erguido por Bruno de Carvalho. Para todos nós, sócios e adeptos, faz toda a diferença saber que o Sporting é bem gerido. Porque sem isso nada mais se consegue.

Dois pesos, duas medidas

"Interessante como a chegada de Jesus a Alvalade, bem como de jogadores com salários mais elevados do que vinha sendo hábito, leva alguns comentadores a perguntar de onde vem o dinheiro. Mais engraçado, essa preocupação nunca ter existido quando os craques desembarcavam na Luz ou no Dragão. Afinal, os passivos de Benfica e FC Porto são hoje, recorde-se, maiores do que os do Sporting."

Bernardo Ribeiro, no editorial de hoje do Record

Tenho uma lágrima no canto do olho

Eu também quero saber como é que em 24 horas passámos de uns tipos que não conseguiam mandar cantar um cego para contratarmos o grande chiclas por mais do que lhe davam lá na capoeira. Mas tenho registado, comovido, diga-se, a preocupação da nação benfiquista com o mesmíssimo problema: que Bruno de Carvalho vai levar o Sporting à ruína, que isto é o fim do Sporting, etc. É realmente encantadora tanta preocupação. Quando o Sporting se esvaía em equipas miseráveis pagas a peso de ouro, era só rir. Era o tempo do "quero é que eles despareçam, pá". Então não é que é justamente agora, quando o Sporting foi lá sacar o seu pequeno ídolo, que estão todos preocupados com o futuro do Sporting. Uma pessoa, realmente, não pode deixar de largar uma lágrima furtiva. Até porque eles se preocupam mais com o futuro do Sporting do que com o do Benfica: tanta dívida ao BES, tanto negócio mal explicado, tanto jogador vendido a preço inexplicável. Nunca isto suscitou o mais pequeno receio. Mas lá connosco estão muito preocupados. Tanto altruísmo comove.

Costa ajuda a pagar uma perna do Talisca

MAS ANDA TUDO BÊBADO OU QUÊ?

Então a mim e a centenas de milhares de tugas contribuintes vão-nos ao bolso e a estes é assim?

 

1- E lembrar-me que um presidente do nosso Clube fez o mesmo ou pior...

2- Sendo António Costa putativo candidato a primeiro-ministro, gostava que tivéssemos a fineza de ver isto fora do âmbito da luta política, p.f.

Liga dos Campeões: marca superada

«O Sporting já recebeu 8,6 milhões de euros por ter garantido uma vaga na fase de grupos da Liga dos Campeões e 2,5 milhões de euros pelas duas vitórias (1 milhão por cada) e o empate (500 mil euros na fase de grupos). Estes 11,1 milhões já garantidos significam o maior encaixe financeiro da história do clube na Champions. Anteriormente, a maior verba alcançada pelos leões na prova milionária foi em 2008/09, quando chegaram aos oitavos-de-final da prova, somando um total de 10 milhões de euros.»

No Record de hoje

Ativos

A gestão de ativos desportivos (e dos outros também) do clube tem sido surpreendente, para melhor, neste ano de 2013-2014. Valorização do que havia para valorizar, incluindo recuperação de casos «perdidos» (Bruma, p.e.), aproveitamento financeiro até ao tostão de cada transferência, compra barata de ativos de rentabilidade desportiva e financeira muito provável a um ano ou dois de distância. Se incluirmos nisso o excelente comportamento da equipa na I Liga - com retorno financeiro da Champions e mais valorização de jogadores e das receitas comerciais - este primeiro ano tem sido certinho, certinho.

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