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És a nossa Fé!

Mérito, talento e competência

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É o seleccionador nacional que já orientou a equipa das quinas em mais jogos do que qualquer outro antes dele.

Há três anos, em França, levou Portugal a uma conquista histórica: o Campeonato da Europa em futebol. Somos, ainda hoje, campeões em título.

Ontem, no Porto, venceu a segunda final europeia. Desta vez levando a nossa selecção a conquistar a Liga das Nações, prova que se realizou pela primeira vez - e em palco nacional, o que muito nos lisonjeia.

Não só vencemos: também convencemos. Cumprimos sem derrotas a campanha de qualificação no nosso grupo. Agora, na fase final, vencemos a Suíça (por 3-1) e a Holanda (por 1-0). Com três golos de Cristiano Ronaldo e um de Gonçalo Guedes.

Apesar destas evidências, ainda há muitos portugueses que se recusam a reconhecer mérito, talento e competência a Fernando Santos. Dizem que vence com sorte, recorre a esquemas hiper-defensivos, sem dar espectáculo. São os mesmos que gritam por Messi à passagem de Ronaldo ou que dão vivas a Guardiola quando avistam Mourinho. Isto deriva do típico masoquismo nacional: idolatramos compatriotas que perdem por sistema e detestamos aqueles que regressam a casa com títulos e troféus.

Recomendo aos detractores de Fernando Santos que neste Dia de Portugal revejam com calma e paciência a final de ontem no Dragão, em que dominámos a selecção holandesa, uma das melhores da Europa. E pergunto-lhes se depois disso ainda serão capazes de negar atributos ao engenheiro que conduziu a selecção à melhor etapa da sua história.

Penálti de contrafacção

«Todo o trabalho detalhista que o argentino Mauricio Pochettino possa ter efectuado na planificação do jogo ruiu quase antes de a final [da Liga dos Campeões] começar, quando Salah abriu o marcador aos 107 segundos, após um lance em que o esloveno Damir Skomina (que é compadre do presidente da UEFA) confirmou a tendência de os árbitros castigarem cada vez mais a imprudência do que a intenção, algo que me custa a habituar. Depois das demonstrações de sobrevivência frente ao City e ao Ajax, o Tottenham demorou uma eternidade a recuperar do abalo provocado pelo penálti de contrafacção.»

 

Bruno Prata, hoje, no Record

(confirmando, no essencial, o que escrevi aqui logo após a final)

O árbitro estragou a festa

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A final da Liga dos Campeões, que ontem à noite opôs em Madrid o Liverpool ao Tottenham, foi das mais fracas que tenho visto. Numa demonstração clara de que o futebol inglês já não é o que era. Desde logo porque a esmagadora maioria dos jogadores nem são ingleses: dos 22 que iniciaram a partida, só havia seis súbditos de Sua Majestade ontem em campo, três para cada lado. E também porque um treinador inglês vai-se tornando raridade: o Liverpool é orientado pelo alemão Jürgen Klopp e o clube londrino tem como técnico o argentino Mauricio Pochettino. 

Confesso que torcia pelo Tottenham: basta ser o clube actual do nosso Eric Dier para tomar esta opção, embora Pochettino tenha deixado no banco o excelente defesa (agora mais médio defensivo) formado em Alvalade: quando entrou para render Sissoko, aos 74', já a sorte do jogo parecia quase lançada - ainda assim, correspondeu ao melhor período da sua equipa, que viria a sofrer o segundo golo em contra-corrente, aos 87', marcado por Origi. Também me pareceu demasiado tardia a entrada de Lucas Moura, um dos melhores brasileiros a actuar em Inglaterra.

Outro brasileiro, o guarda-redes Alisson, foi a figura da noite ao defender pelo menos dois disparos dos spurs que levavam selo de golo - primeiro do coreano Son, depois do dinamarquês Eriksen. Outra estrela em foco foi o holandês Virgil van Dijk, a quem o Liverpool muito deve nesta final: é talvez hoje o melhor central do mundo. Mas foi quase sempre uma partida muito táctica, em diversos momentos bastante mal disputada, com a bola sempre no ar, num desmentido vivo da festa do futebol. Uma partida em que o Tottenham teve a posse do esférico durante cerca de dois terços do tempo, o que desmente (uma vez mais) aqueles que adoram analisar os jogos apenas em função das estatísticas.

Uma festa que começou a ser estragada aos 28 segundos, quando o árbitro esloveno Damir Skomina assinalou grande penalidade contra o Tottenham por bola na mão (e não mão na bola) de Sissoko. Chamado a convertê-lo, o egípcio Salah não falhou. O destino compensou-o após a final do ano passado em que se viu forçado a abandonar mais cedo devido à lesão que lhe foi provocada pelo sarrafeiro Sergio Ramos no confronto com o Real Madrid.

Fica a lição para todos aqueles que em Portugal suspiram pela importação de árbitros estrangeiros. Como se lá fora não houvesse roubos de catedral nos campos de futebol. 

Pódio: Mathieu, Renan, Acuña

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores na final da Taça de Portugal (Sporting-FCP) pelos três diários desportivos:

 

Mathieu: 21

Renan: 20

Acuña: 18

Coates: 18

Bas Dost: 17

Gudelj: 17

Bruno Fernandes: 17

Luiz Phellype: 16

Raphinha: 15

Diaby: 14

Wendel: 14

Ilori: 14

Jefferson: 13

Idrissa Doumbia: 13

Bruno Gaspar: 11

 

Os três jornais elegeram Mathieu como melhor em campo.

Quente & frio

Gostei muito da conquista da Taça de Portugal no termo de uma partida épica, que jamais esqueceremos. Uma das finais mais esforçadas, uma das mais sofridas, uma das mais saborosas. Uma final em que soubemos fazer das fraquezas força, tendo alinhado de início sem nenhum lateral titular e com um banco de suplentes onde era notória a debilidade do plantel leonino. Marcel Keizer merece os nossos parabéns: soube interpretar muito bem estes pontos fracos e adaptá-los ao desígnio estratégico da equipa neste embate contra o FC Porto, fazendo diversas modificações tácticas no decurso da partida. Assim, tivemos uma defesa a quatro e depois uma defesa a três. Chegámos a jogar com dois pontas-de-lança. Jefferson entrou para ponta esquerda. Raphinha andou num vaivém, protegendo a manobra defensiva no seu corredor. Bruno Fernandes foi muito mais formiga do que cigarra, sacrificando o brilho individual em favor do esforço colectivo. Este é o Sporting de que eu mais gosto: o Sporting obreiro, o Sporting que sua, que sofre, que aguenta os embates. O Sporting que vence.

 

Gostei da condição anímica dos nossos jogadores, que foram capazes de superar o profundo trauma ocorrido um ano antes no Estádio Nacional, numa derrota frente ao Aves escassos dias após o assalto da jagunçada a Alcochete. Esta força mental bastou para compensar algumas insuficiências no plano físico, possibilitando que no mesmo palco do Jamor desta vez saíssemos vencedores. E logo frente ao fortíssimo onze portista, cheio de craques (vários deles preparam-se para rumar a Madrid, onde jogarão no Real e no Atlético). Destaco aqueles que para mim foram os maiores heróis desta conquista: desde logo esse gigante que se chama Mathieu, o melhor em campo: intransponível frente às vagas ofensivas da equipa adversária, lideradas por Marega. Mas realço também Renan, que por quatro vezes impediu o golo e ainda defendeu uma grande penalidade no fim. E Coates, que fez uma parceria irrepreensível com Mathieu. E ainda Bas Dost, inicialmente relegado para o banco de suplentes mas que entrou com ganas redobradas, marcando um golo que se revelaria decisivo. E Luiz Phellype, sem vacilar na hora de marcar o penálti que ditou o vencedor da Taça. E o nosso capitão Bruno Fernandes, que em boa hora Sousa Cintra recuperou para o plantel. Eles e os colegas estão todos de parabéns. 

 

Gostei pouco do estado do relvado. Há anos que se fala na má qualidade do tapete verde do Jamor. Tive esperança de que a Federação Portuguesa de Futebol corrigisse o erro a tempo de proporcionar condições aos jogadores para um bom espectáculo. Infelizmente, não foi assim: aquele "ervado" parecia ter sido invadido por toupeiras. Algo que considero inadmissível.

 

Não gostei da actuação do árbitro Jorge Sousa. Mas pior esteve o vídeo-árbitro Rui Costa, que devia ter analisado com atenção as imagens ao seu dispor na Cidade do Futebol, vendo Herrera ajeitar a bola com o braço direito no lance da marcação do primeiro golo portista. Um erro de palmatória, aliás denunciado por diversos especialistas de arbitragem (Duarte Gomes, Jorge Faustino, Jorge Coroado). 

 

Não gostei nada da reacção grosseira de Sérgio Conceição: o treinador do FCP voltou a revelar-se incapaz de aceitar a derrota com dignidade e galhardia. A recusa de cumprimentar o presidente do Sporting, na tribuna de honra do Estádio Nacional, foi o pior exemplo que podia dar a milhares de jovens que acompanhavam as imagens no estádio e pela televisão. O desporto nada tem a ver com isto. Pelo contrário: Sérgio Conceição, com estas atitudes reprováveis, acaba de cometer mais um acto de lesa-desporto. Não pode ter atenuantes pois está longe de ser o primeiro do género que protagoniza. Muito longe.

As regras e o jogo

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Ontem estava a ver o jogo sem um lápis entalado na orelha e sem um papel para ir tomando notas.

Fui escrevendo na caixa de comentários deste post, para memória futura.

Nas primeiras imagens, falta de Soares sobre Raphinha e, posteriormente, a pontapear a bola para fora do campo,  impedindo a marcação rápida do livre [cerca dos 30 minutos].

Cartão amarelo por mostrar, mais tarde, pelo "mesmo" motivo, o 29 dos leões seria amarelado, embora, não tivesse enviado a bola para fora do campo.

Na segunda imagem, Soares atropela Bruno Fernandes, não o deixa levantar, "apertando-lhe" o pescoço (ver onde está a bola) e segue com a jogada, neste lance não é marcada falta... seria a expulsão do atacante brasileiro numa altura em que o jogo ainda estava zero a zero [cerca dos 32 minutos].

Seria estragar o espectáculo, dir-me-ão; se for o Cédric ou o Ristovski, já não.

(e no fim ainda chora o Conceição, ai, ai que fui roubado, ai, ai que o Porto jogou muito melhor; pior que isto, há sportinguistas que vão nesta conversa).

Notas sobre o jogo e o pós-jogo

 

  1. Impressionante a arbitragem a tratar o Sporting como “equipa pequena”, amarelando logo, depressa e muito os nossos jogadores como se os do Porto fossem “artistas” que é necessário proteger.
  2. Bizarro e inexplicável como o lance de Herrera (bola dominada com braço) não foi a VAR ou o VAR não zumbiu ao ouvido do árbitro. Não percebo nada de VAR, mas se não é usado num lance explícito e claro como este então é para quê?
  3. Substituições e armação de jogo final de Conceição (com muito melhor banco que o nosso) foi de amador e perdeu a final com isso. E no entanto, todos os tudólogos bem pagos da bola e “escribas” dos desportivos que ouvi e li passaram à margem, temendo certamente represália do nervosinho treinador perdedor e do sistema que o envolve.
  4. Próprio de uma criança mimada, o anti-desportivismo do treinador do Porto. Podemos dar as voltas que quisermos, mas há crianças e jovens a ver aqueles momentos em direto nas televisões, cuja personalidade, comportamentos e sistema de valores se está a formar. Vão achar legítimo que numa circunstância oficial e solene, de cumprimentos entre vencedores e vencidos, se possa ser birrento e infantil. Ora não se pode, não se deve,
  5. O tuguismo ainda mais infantil e degradante de justificar o ato do mau perdedor dá-me vontade de vomitar e confirma-me que Portugal nunca irá a lado nenhum. Um país onde a decência é relativa é um país mesquinho, pequenino, que pretende continuar assim.
  6. Continuamos a ser uma nação feita de regras arbitrárias que ora são para aplicar, ora não são, protegida pela sorte, pela posição geográfica, pelo ouro do Brasil e agora pela Óropa, para quem um comportamento adulto, responsável, assente em conceitos como a honra, a hombridade, o respeito e o fairplay são somente denotadores de ingenuidade.
  7. O assobiar para o lado do nosso football system, de dirigentes, assessores, comentadeiros, jornaleiros, exércitos de funcionários e apensos da FPF e da Liga, políticos e demais basbaques que vivem à custa da bola, demonstra que as unanimidades oportunistas e sonsas dos corporativos que viviam na esplanada da União Nacional do Estado Novo persistem.
  8. É evidente que o fulano que treina o Porto deveria ser censurado publicamente e castigado ou multado severamente.
  9. Também me é evidente que jamais acontecerá.

Os heróis da Taça

Há um ano, numa das piores fases de sempre da história do Sporting, chorávamos a perda da Taça de Portugal frente ao Aves.

Hoje, no mesmo local, comemoramos a conquista da Taça de Portugal frente ao FC Porto.

E entre nós, se há lágrimas, é só de alegria. Que diferença...

 

Os jogadores merecem estes risos e estas lágrimas. Eles são os heróis do Jamor. Todos, sem excepção. 

Aqui ficam, para registo futuro, os nomes dos 15 que defrontaram a turma portista: Renan, Bruno Gaspar, Coates, Mathieu, Acuña, Gudelj, Wendel, Bruno Fernandes, Raphinha, Diaby, Luiz Phellype, Ilori, Bas Dost, Idrissa e Jefferson.

Os nossos golos em bola corrida foram marcados por Bruno Fernandes (45') e Bas Dost (101'). No desempate por grandes penalidades após o prolongamento, quatro foram convertidas pelo nosso lado. Por Bruno, Mathieu, Raphinha, Coates e Luiz Phellype. Renan defendeu uma.

 

Nós, adeptos, também merecemos este dia de celebração e júbilo.

Jamor?

Foi no final da época de 1993/1994 que vi, pela primeira vez, uma final da Taça de Portugal. O jogo foi contra o Porto, a mesma equipa que vamos defrontar amanhã. Empatámos a zero e teve de se realizar uma finalíssima (felizmente que alguém se lembrou de acabar com isso!). Na minha memória o estádio não estava cheio, sobretudo em comparação com a final a que assisti no final da época seguinte contra o Marítimo e que, felizmente, ganhámos. 

Desde 1993/1994 falhei apenas a final da época de 1995/1996, o jogo em que Rui Mendes caiu atingido por um very light, num dos mais tristes momentos do futebol português. 

Da última final, no ano passado, não guardo boas memórias. Não pelo resultado que, em muitas circunstâncias, pouco importava, mas antes devido a tudo o que se havia passado poucos dias antes e que deixou a larga maioria dos sportinguistas de rastos.

Este texto, porém, não é sobre as minhas memórias de finais de Taça de Portugal, é sobre o estádio. O Jamor, embora esteja num local aprazível, é um estádio sem quaisquer condições para receber encontros de futebol de grandes competições. Aliás, a avaliar pelas notícias saídas em diversos órgãos de comunicação social, a UEFA terá mesmo determinado que o estádio do Jamor não estaria apto para receber jogos europeus.

O estádio do Jamor é uma tragédia à espera de acontecer. Dentro do estádio e, principalmente, fora dele, todo o espaço revela fragilidades (falta de cobertura das bancadas, debilidades várias nos parques de estacionamento, condições deploráveis nas casas de banho, ausência de ligações adequadas a transportes públicos) que muito dificilmente podem ser superadas. Ademais, a lotação é claramente insuficiente para um jogo que atrai sempre dezenas de milhares de pessoas.

Por qualquer motivo que tenho dificuldade em compreender, existem, apesar de tudo, muitas pessoas que defendem a realização do jogo da final no Jamor. É difícil de entender, uma vez que nem a seleção nacional ali joga. O problema do Jamor só poderia ser resolvido com um investimento muito significativo no estádio e no lugar circundante que custaria certamente algumas centenas de milhões de euros, o que talvez não se justifique quando temos no nosso país três estádios ao nível do melhor que existe na Europa.

Prognósticos antes da Taça

Abrirei uma excepção a esta galeria de prognósticos, que costuma estar reservada para os jogos do campeonato. A Taça de Portugal merece tal distinção.

Fica, portanto, a pergunta à consideração de quem me lê: qual será o resultado da final que irá disputar-se depois de amanhã no Estádio Nacional?

Peço que me indiquem também os marcadores dos golos que irão eventualmente ser marcados neste Sporting-FC Porto que promete ser um jogo de emoções fortes.

Sábado no Jamor vamos ser felizes !!!

jamor.jpg

 

No próximo sábado mais uma vez o Sporting Clube de Portugal estará naquele estádio emblemático e histórico para tentar ganhar mais uma Taça de Portugal.

Isso acontece um ano depois de ter lá estado numa situação miserável, com o plantel acossado e violentado por um alucinado presidente e pela sua tropa de choque, e ter saído com uma derrota, se calhar inevitável, e com mais uma humilhação pública por parte da jagunçada das claques nas escadarias do Jamor. Quem lá esteve viu os choros de raiva e impotência ao vivo, o ódio dos javardos nas escadarias sob o olhar contemplativo da polícia, quem não esteve viu pela TV. Mas ao vivo as coisas tornam-se bem diferentes. Quem lá não esteve foi o presumivel líder do assalto terrorista a Alcochete, barrado à entrada (Uma palavra de lamento pela doença de que conforme ouvi padece).

Mas voltando a este ano, o Sporting só lá vai estar porque, com Keizer ao comando, conseguiu eliminar o vencedor da Liga, numa jornada dupla, e logo na melhor fase do mesmo, na fase Bruno Lage. Ou seja, vai lá estar com todo o mérito.

Vai enfrentar um Porto com um plantel muito mais rico que o do Sporting, e a prova é que 5 ou 6 titulares, com Militão à cabeça, estão de saída para grandes de Espanha e Inglaterra, e com um treinador no seu 2º ano no clube, vencedor da Liga no ano transacto, mas um verdadeiro labrego na forma de ser e estar, que fez tudo para retirar alguns dos nossos melhores da final de sábado. Mas não conseguiu, ele ficou sem Corona e (notícia de hoje) Aboubakar, nós vamos mesmo contar com Acuna e Bruno Fernandes no próximo sábado. 

Mas vai enfrentar também um Porto que já venceu, também sob o comando de Keizer, para a Taça da Liga, para grande azia do referido labrego e do seu adjunto.

A nossa equipa de futebol profissional vai entrar no Jamor tranquila (e sem posts no facebook ou SMS idiotas), focalizada, unida, com toda a hierarquia de liderança, de Varandas aos capitães, a ajudar a que a vitória aconteça. A transformação mais que positiva de Acuña (um senhor no Dragão) post-não saída para o Zenit, e a renovação de Mathieu são demonstrativos que as coisas estão bem. Também a continuação de Keizer, contrato à parte, depois da vitória na Taça da Liga, do 3.º lugar na Liga e da eliminação do Benfica no acesso ao Jamor, está mais que assegurada.

E com a nossa ajuda, a dos Sportinguistas que lá irão estar e a de todos os outros que vão sofrer à distância (e já agora também a divina para os mais crentes), isso vai acontecer, porque de facto mereçemos ! Vamos mesmo ser felizes !!!

Viva o Sporting Clube de Portugal !!!

 

PS1: Fora de casa e sem grande tempo para comentar, foi com grande pena que assisti ao abandono do JPT deste blogue, mesmo compreendendo as razões invocadas e a impotência do mesmo para obviar à javardice comunicacional de idiotas e avençados, estes não tão idiotas como isso. Para que isso não aconteça comigo, e de acordo com as regras de gestão do blogue do Pedro Correia, fica desde já comunicado que comigo o "tempo de antena" a anónimos "profissionais" e a cartilheiros lampiões e/ou brunistas terminou. 

 

SL

Conceição fora do Jamor

As últimas imagens não deixam margem para quaisquer dúvidas: Sérgio Conceição não só tentou como conseguiu agredir Renan. Como tal, aguarda-se a apresentação de uma exposição por parte do SCP ao Conselho de Disciplina da FPF. Conceição não sabe estar, não é a primeira vez e não será certamente a última que participa em cenas deploráveis.

 

Nós já tivemos o presidente-adepto, de má memória, parece que o FCP agora tem um treinador-adepto que merece ser alvo de sanção e ficar fora da final da Taça de Portugal. A bem do futebol e da urbanidade.

A melhor época de sempre

Esta é, provavelmente, a melhor época de sempre do Sporting nas modalidades. Duas semanas depois após termos sido campeões europeus de futsal, hoje sagrámo-nos campeões europeus de hóquei em patins, derrotando o FC Porto por marca concludente: 5-2. Com o requinte acrescido de termos conseguido o título no próprio pavilhão João Rocha, que voltou a encher após o recorde de assistência alcançado na meia-final frente ao Benfica, há oito dias.

Outro triunfo inesquecível do hóquei leonino, que nos leva a recordar aquele já longínquo dia de 1977 em que nos sagrámos igualmente campeões europeus. Um triunfo que confirma o nosso grande clube como um dos mais ecléticos e brilhantes da Europa.

Parabéns aos jogadores - e desde logo a esse enorme guarda-redes que é o Ângelo Girão. Parabéns ao treinador Paulo Freitas. Parabéns ao director leonino para as modalidades, Miguel Albuquerque - já bicampeão europeu nas actuais funções. E parabéns, claro, ao presidente Frederico Varandas. Que fala pouco mas consegue muito.

O caminho faz-se caminhando.

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