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És a nossa Fé!

Para festejar (10)

Primeiro bi em 74 anos, primeira dobradinha em 23

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Hoje há um motivo extra para celebrar: a conquista da segunda Liga das Nações pela selecção portuguesa. Com enormes profissionais formados no Sporting - destaco o eterno capitão Cristiano Ronaldo, com 138 golos marcados pela equipa das quinas (um contra a Alemanha na meia-final, outro contra a Espanha na final de Munique) e para Nuno Mendes, considerado o melhor jogador do torneio e já apontado como melhor ala esquerdo a nível mundial. Sem surpresa para quem viu esta final: o ex-ala do Sporting venceu cinco dos nove duelos com Lamine Yamal, seu antagonista directo.

Terceiro título da selecção em nove anos. Mas o mais saboroso continua a ser o primeiro: o Europeu de 2016. Disputado na épica final em Paris contra a selecção anfitriã - com aquele inesquecível golo de Éder enquanto CR7, lesionado logo no início da partida, ia dando instruções aos seus colegas do lado de fora.

É com um travo de nostalgia que vou escrevendo. Daí ter escolhido, para culminar estes festejos, uma bebida que muito aprecio mas raramente provo: Berneroy XO, calvados de suprema qualidade. Aguardente de maçã produzida exclusivamente na Normandia a partir da destilação de sidra e tornada emblema desta região no norte de França. Guardada para momentos de grande celebração.

Como este agora.

Para festejar (9)

Primeiro bi em 74 anos, primeira dobradinha em 23

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Não podia faltar nesta dupla celebração - a primeira em quase um quarto de século no futebol profissional do Sporting. Um dos grandes emblemas vinícolas de Portugal marca presença neste desfile de gala.

Vem de Portalegre, esta Tapada do Chaves reserva, de 2017. Castas Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet. Merece acepipe a condizer: arroz de carqueja, empada de perdiz, ensopado de javali ou vitela de Lafões. 

Após as conquistas nos relvados, a partilha à mesa. Aproveitando para lembrar as grandes proezas leoninas desta época: melhor ataque, melhor defesa, melhor artilheiro, rei das assistências para golos. Maior pontuação. Três campeonatos em cinco anos.

Bebida de excelência, futebol de excelência. Isto anda tudo ligado.

Para festejar (8)

Primeiro bi em 74 anos, primeira dobradinha em 23

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Sim, eu sei que a selecção nacional de futebol disputa este domingo a final da Liga das Nações com a da Espanha - emergem agora como as duas melhores do continente europeu. Mas não sou supersticioso. Por isso marcha hoje um vinho espanhol: este Izadi Crianza de 2021. Tinto da uva Tempranillo.

Liga bem com quase tudo: tortilha, paelha, cocido madrileno, batatas bravas, pica-pau de novilho, tostas com jamón ibérico ou queijo manchego. Culminando num cordero de leche assado, só para nos ficarmos por pratos e petiscos do país vizinho. 

Oriunda da província de Álava, no sul do País Basco, esta pomada traz a marca de qualidade da Rioja - primeira área vinícola de Espanha que recebeu denominação de origem qualificada há exactamente cem anos, tornando-se numa das cinco mais importantes do mundo. Para festejo duplo. Já a pensar no triplo. Salud!

Para festejar (7)

Primeiro bi em 74 anos, primeira dobradinha em 23

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Já era tempo de avançarem os tintos. Eis que chega o primeiro: escolhi este Cedro do Noval, colheita de 2022. Qualidade garantida: altamente recomendável para brindar (e marchar goela abaixo) neste prolongado período de celebração.

Vem da Quinta do Noval, situada em Vale de Mendiz, no belo concelho transmontano de Alijó - Douro Interior, uma das regiões vinícolas mais afamadas do mundo. 

Gosto dele a acompanhar cabrito assado em forno de lenha, com arroz de miúdos e batatinhas douradas. Ou um arroz de lebre, em época de caça. Prova superada com distinção. Depois de termos caçado com êxito dragões e águias, sabe melhor ainda.

Para festejar (6)

Primeiro bi em 74 anos, primeira dobradinha em 23

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Haverá desconfiança por eu trazer aqui um vinho rosé: alguns dirão que parece mais especialidade dos vizinhos do lado errado da Segunda Circular. Estão equivocados: esses preferem empinar bejecas daquela marca que não consumo e cujo nome já esqueci. 

Nesta fase do ano, em que o calor aperta, apetece vinho refrescado mas genuíno, sem artifícios. Como este Valle Pradinhos (2023) de boa cepa transmontana, produzido e engarrafado em Macedo de Cavaleiros - a cerca de 24 quilómetros de Mirandela, terra natal do nosso treinador campeão.

Acompanha sem desmerecimento petiscos vários: queijos, torresmos, cogumelos salteados. Ou omelete de espargos gloriosamente verdes. Ou até uma alheira com grelos, porque não? Saravá, Rui Borges! Ergo o meu copo à tua saúde e a futuros títulos do Sporting. Contigo à frente.

Para festejar (5)

Primeiro bi em 74 anos, primeira dobradinha em 23

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Em matéria de vinhos brancos, é o clássico dos clássicos de produto nacional. Este Cartuxa, colheita de 2020. Ano de boa memória para o Leão: foi aí que começou a nossa escalada para a conquista do campeonato nacional, em Maio de 2021, pondo fim ao mais longo e penoso jejum da história do Sporting.

Mérito absoluto de um trio irrepetível: Frederico Varandas, Hugo Viana e Ruben Amorim (por ordem de entrada em cena). Depois deles, nada ficaria na mesma. Neste blogue houve quem percebesse isso desde a primeira hora.

Novamente campeões, agora pela segunda vez consecutiva, a vontade de festejar continua a ser imensa. Daí eu estar pronto a desrolhar esta garrafa do excelente néctar produzido em Évora, pela Fundação Eugénio de Almeida, com uvas das castas Antão Vaz e Arinto - em homenagem aos monges do convento homónimo que ali se estabeleceram no século XVI.

Ideal para acompanhar rissóis de camarão ou coelho de escabeche, por exemplo. Enquanto sonhamos com novas conquistas e juramos nunca mais jejuar em tempo algum.

Para festejar (4)

Primeiro bi em 74 anos, primeira dobradinha em 23

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Conquistas verdes, na hora da festa, exigem os melhores vinhos verdes do País. É o caso deste, oriundo da Quinta da Pedra, Monção. Fresco e encorpado. Colheita de 2019 - ano em que vencemos Taça de Portugal e Taça da Liga.

Não podia faltar, um Alvarinho. Para a dupla celebração - primeiro bicampeonato desde 1951, primeira dobradinha desde 2002. Tem nome algo irónico: Milagres. Por ser quase milagre, na perspectiva de alguns, o Sporting conquistar tantos títulos em tão poucos anos. Frederico Varandas tornou-se o presidente mais titulado da história leonina.

A garrafa é bonita. O conteúdo, adequado ao visual. Companhia ideal para acompanhar marisco. Enquanto pensamos que, para superar todos os obstáculos no futebol, o melhor é não aguardarmos milagres, mas aplicar a receita que bem sabemos: esforço, dedicação, devoção. Assim se alcança a glória. 

Para festejar (3)

Primeiro bi em 74 anos, primeira dobradinha em 23

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Para refrescar e celebrar em simultâneo, quando o calor aperta, eis uma bebida apropriada. Festiva por natureza. Boas-vindas ao Vinhão, o melhor complemento líquido para pratos de cabidela em geral e arroz de lampreia em particular.

Também serve de prelúdio a uma refeição, cumprindo com galhardia a função aperitiva. Para acompanhar chamuças, por exemplo - em homenagem ao bravo moçambicano Geny, um dos nossos melhores jogadores.

Este Raza Lagares biológico vem do Minho - produzido na Quinta da Raza, em Celorico de Basto. Excelente cartão de visita dessa região vinícola com tantos pergaminhos. O minhoto Trincão - rei das assistências da Liga 2024/2025 - é bem capaz de apreciar Vinhão.

Para festejar (2)

Primeiro bi em 74 anos, primeira dobradinha em 23

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Este Prosecco Piccini, extra-seco. Oriundo de Castellina in Chianti, aldeia italiana da província de Siena, na Toscânia - uma das mais célebres regiões vinícolas do mundo.

O apelido coincide com o de um brioso lateral direito que representou o Sporting na época 2017/2018: Cristiano Piccini, que agora joga na Sampdoria.

A consumir convenientemente gelado, como aperitivo. Acompanha bem queijo ou frutos secos. Muito conveniente também para assinalar, com indisfarçável gozo, a "secura" de títulos dos emblemas rivais.

Para festejar (1)

Primeiro bi em 74 anos, primeira dobradinha em 23

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Para início de festa, desrolho um espumante. Aposta segura neste líquido da Bairrada, de qualidade à prova de apito: O. M. - Sociedade Oliver Martin, um bruto natural de 2017, castas Chardonnay e Baga.

Irresistível nestes dias de calor pré-estival. Bebido à temperatura indicada, mergulhado em gelo abundante, deglutido em suaves golos. Que associamos de imediato aos golos do grande Viktor Gyökeres, avançado bicampeão, o melhor da Liga portuguesa. Aplaudido pela nação leonina, odiado por quem perdeu.

Para acompanhar um patê de aves. Vem mesmo a calhar.

A festa do Jamor

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Estamos na época do ano da grande festa do Jamor, já nem sei dizer quantas vezes lá estive a torcer pelo meu Sporting, ganhando umas, perdendo outras, talvez uma dezena de vezes.

No ano passado, estive lá a ver o nosso Sporting conquistar brilhantemente a Taça de Portugal frente ao rival FC Porto e depois de ter ultrapassado o outro rival nas meias-finais. Depois de sofrermos o primeiro golo, conseguimos empatar pelo Bruno do costume e levar o jogo para prolongamento defrontando uma equipa com outro potencial, conseguimos a vantagem por Bas Dost para sofrer um golo evitável a terminar o prolongamento. Depois o mesmo Bas Dost atirou à trave, tudo parecia perdido, mas Renan e os outros resolveram a questão. 

 

Foi a 17.ª Taça ganha pelo Sporting, a 11ª nos últimos 50 anos, com os seguintes presidentes:

7ª -1971 - Brás Medeiros

8ª -1973 - Manuel Nazareth

9ª -1974 - João Rocha

10ª -1978 - João Rocha

11ª -1982 - João Rocha

12ª -1995 - Sousa Cintra

13ª - 2002 - Dias da Cunha

14ª - 2007 - Soares Franco

15ª - 2008 - Soares Franco

16ª - 2015 - Bruno de Carvalho

17ª - 2019 - Frederico Varandas

 

No entanto, em duas ocasiões a festa foi manchada por acontecimentos antes e durante, e o Sporting não deveria ter embarcado numa jornada inglória e condenada ao fracasso:

1996 - A final do "very light", com Santana Lopes como presidente, marcada pelo assassínio do nosso Rui Mendes nas escadarias do Jamor (não confundir com alguma vítima das guerras das claques);

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2017 - A final da vergonha, marcada pela deserção do presidente Bruno de Carvalho e pelos insultos aos jogadores nas escadarias pelos do costume.

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E assim chegámos às 17 Taças de Portugal no museu do Sporting. Com certeza lá estaremos de novo um dia destes para ajudar a equipa e o presidente da altura a conquistar mais uma.

SL

{ Blogue fundado em 2012. }

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